Category: iPad

Apple libera atualização Rapid Secure Response pela primeira vez ao público

Apple libera atualização Rapid Secure Response pela primeira vez ao público

A Apple disponibilizou para o público pela primeira vez o chamado Rapid Secure Response (RSR) na segunda-feira (1). Donos de gadgets da companhia já podem fazer o download do update. Ele foi criado para fornecer aos usuários de iOS e macOS correções de segurança sem a necessidade de instalar uma atualização de software completa.

O Rapid Security Response Update (Imagem: Reprodução / Internet)

A atualização está chegando aos poucos para usuários com iOS 16.4.1 e macOS 13.3.1, ela tem cerca de 80 MB. Segundo a Apple, a novidade está sendo liberada aos poucos durante as próximas 48 horas, ou seja, nem todo mundo terá o update de cara.

A dona do iPhone define o Rapid Security Response dessa forma:

Eles são um novo tipo de lançamento de software para iPhone, iPad e Mac. Oferecem importantes melhorias de segurança entre as atualizações de software, como, por exemplo: melhorias no navegador Safari, na pilha de estrutura WebKit ou em outras bibliotecas críticas do sistema. Eles também podem ser usados para mitigar alguns problemas de segurança mais rapidamente, como problemas que podem ter sido explorados ou relatados como existindo ‘livres por aí’.

Por padrão, o dispositivo do usuário deve atualizar com o RSR automaticamente. Contudo, a pessoa pode remover essa opção e realizar o update de forma manual quando achar necessário.

Além disso, a Apple confirmou que a partir de agora, apenas aparelhos com a versão mais recente do sistema operacional vão receber o Rapid Security Response.

iPhone 12 (Imagem: Reprodução / Internet)

iOS 17 pode trazer integração com headset de realidade virtual

Enquanto a Apple disponibiliza atualizações para a versão atual do iOS 16, a companhia já está planejando o sucessor do seu sistema operacional.

Ainda não há um anúncio oficial e, muito menos, uma beta confirmada, mas diversos vazamentos e rumores indicam muitas novidades para o iOS 17.

Por exemplo: segundo os burburinhos, a maçã pode liberar o uso de navegadores com motores próprios, sem o WebKit. Ou seja, será que finalmente teremos o Google Chrome e o Mozilla Firefox no iPhone?

Há relatos de um suporte ao headset de realidade virtual que a própria Apple está desenvolvendo. Porém, como a empresa faz muito mistério sobre esse assunto, não é possível bater o martelo.

Por fim, o CarPlay deverá receber uma integração bem completa com o iOS 17, que poderá adicionar widgets, temas e a possibilidade de controlar o ar-condicionado pelo iPhone.

Com informações: MacRumors e Apple.
Apple libera atualização Rapid Secure Response pela primeira vez ao público

Apple libera atualização Rapid Secure Response pela primeira vez ao público
Fonte: Tecnoblog

Atalho do ChatGPT está chegando para dispositivos da Apple

Atalho do ChatGPT está chegando para dispositivos da Apple

O desenvolvedor e editor do MacStories, Federico Viticci, anunciou que está lançando um atalho avançado para integrar o ChatGPT aos sistemas operacionais do iPhone, iPad, Apple Watch e Mac. Chamado de “S-GPT”, a novidade promete conectar a inteligência artificial da OpenAI com recursos nativos dos gadgets da Apple. Isso permitirá que o usuário converse com o chatbot sem precisar abrir a página da plataforma em um navegador.

O S-GPT (Imagem: Divulgação / Federico Viticci)

Segundo a página do S-GPT, o atalho serve para que o usuário faça perguntas para o ChatGPT a partir de uma caixa na tela do dispositivo. As respostas aparecem em um alerta no aparelho, como em uma notificação. Por enquanto, ele só aceitará textos, mas não há limite para o tamanho da questão.

Para se distanciar de outros produtos similares, o desenvolvedor destacou os diferenciais da novidade:

O S-GPT usa a nova API de bate-papo lançada pela OpenAI, que é mais econômica do que a API de conclusão de texto anterior e pode produzir resultados de alta qualidade. Mais importante ainda, o S-GPT suporta o modo de conversação: à medida que você conversa com o ChatGPT e faz perguntas de acompanhamento na mesma “sessão”, o S-GPT mantém o contexto de suas perguntas anteriores e a série de respostas do assistente. Na verdade, você pode parar o atalho a qualquer momento e exportar um log completo de uma conversa inteira como uma única transcrição.

Em outras palavras, Federico Viticci queria oferecer algo mais do que “perguntas simples ou pedidos de poemas”. Ele criou uma ferramenta para ser integrada às funcionalidades nativas dos produtos da Apple.

Uma conversa completa salva em arquivo de texto (Imagem: Divulgação / Federico Viticci)

S-GPT exige conta na OpenAI

O S-GPT (abreviação de Shortcuts-GPT) é “gratuito para qualquer usuário”, conforme afirmação do desenvolvedor. No entanto, é necessário ter uma inscrição na OpenAI com associação a um plano de pagamento “pay-as-you-go”, que é um sistema em que você paga por um serviço antes de usá-lo e você não pode usar mais do que você pagou.

Essa necessidade se deve ao fato de que o atalho aproveita a API de desenvolvedor da criadora da inteligência artificial, que tem um custo. Ele pode se conectar ao modelo 3.5 do ChatGPT e, caso o usuário tenha acesso à versão 4.0, também conseguirá usá-lo.

Alguns dos exemplos do que a novidade consegue fazer é responder a um comando para criar uma playlist com artistas específicos. Dessa forma, ele acessa o chatbot, que repassa a lista de faixas musicais e pede para você nomeá-la. Quando você abrir o aplicativo do Apple Music ou similar, as músicas ordenadas estarão te esperando.

Com isso, talvez a Siri precisará se preocupar em perder seu posto.

Com informações: TechRadar.
Atalho do ChatGPT está chegando para dispositivos da Apple

Atalho do ChatGPT está chegando para dispositivos da Apple
Fonte: Tecnoblog

O que é o Retina Display dos produtos da Apple?

O que é o Retina Display dos produtos da Apple?

Retina Display é o nome que a Apple dá às telas LCD de alta definição que equipam linhas como iPhone, iPad, MacBook e Apple Watch. A empresa também trabalha com variações mais avançadas, baseadas em OLED, que recebem o nome Super Retina.

iPhone 14 com tela Super Retina XDR (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

ÍndiceA primeira tela RetinaEvoluções do Retina DisplayLiquid Retina HDSuper Retina e Super Retina XDRLiquid Retina XDRFornecedoresPrincipais comparaçõesPerguntas frequentes

A primeira tela Retina

Steve Jobs anunciou a tecnologia Retina Display em junho de 2010, com o iPhone 4. O celular foi lançado com tela LCD de 3,5 polegadas e resolução de 960×640 pixels, resultando em uma densidade de pixels de 326 ppi – muito acima dos 165 ppi do iPhone 3GS (modelo anterior).

Segundo o fundador da Apple, o visor tinha tantos pixels por polegada que, individualmente, eles eram “imperceptíveis aos olhos humanos”.

A afirmação de Jobs foi contestada posteriormente e chamada de “exagerada” por Raymond Soneira, presidente da DisplayMate Technologies. Mas cumpriu o papel de destacar que a tecnologia Retina Display melhora sensivelmente a nitidez das informações na tela.

De fato, no iPhone 4 e posteriores, as letras de um texto aparecem bem definidas, sem o efeito de “degraus” ou elementos serrilhados comuns em visores com baixa densidade de pixels.

Evoluções do Retina Display

Telas Retina evoluíram nos anos posteriores, melhorando parâmetros como contraste e precisão de cores. Isso levou ao surgimento das variações a seguir.

Liquid Retina HD

A tecnologia Liquid Retina HD surgiu em 2018, junto com o iPhone XR. Trata-se de uma tela IPS LCD que oferece precisão de cores e níveis de brilho mais elevados do que em painéis LCD convencionais.

No iPhone XR, a tela Liquid Retina HD tem 6,1 polegadas de tamanho e resolução de 1792×828 pixels, o que resulta em uma densidade de 326 ppi.

A tecnologia também apareceu nos iPad Pro de 11 e 12,9 polegadas lançados em 2018, mas com densidade de 265 ppi.

iPhone 12 Mini com Super Retina XDR e iPhone XR com Liquid Retina (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Super Retina e Super Retina XDR

A tela Super Retina é baseada na tecnologia OLED, e foi introduzida em 2017 com a linha iPhone X. O celular chegou com display de 5,8 polegadas e densidade de pixels de 458 ppi.

Já o Super Retina XDR (sigla para Extreme Dynamic Range) está presente no iPhone 11 Pro, Pro Max e modelos posteriores. Essa versão tem suporte a tecnologias de HDR mais avançadas para a reprodução de vídeos, como o HDR10+, além de funcionar com Dolby Vision.

De modo complementar, telas Super Retina XDR atingem até 1.200 nits de brilho e elevam o contraste para 2.000.000:1, o dobro do que é oferecido em visores Super Retina.

Telas Super Retina XDR usam a tecnologia LTPO para entregar taxa de atualização variável em até 120 Hz (ProMotion) com baixo consumo de energia, ajudando telas do tipo a pouparem bateria.

Por causa do OLED, as telas Super Retina e Super Retina XDR oferecem ainda ângulo de visão extenso e ampla tonalidade de cores. Este último atributo é reforçado com a tecnologia True Tone, que permite ao display exibir cores mais naturais, com base na luz ambiente.

iPhone 14 Pro vem com tela Super Retina XDR (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Liquid Retina XDR

A tela Liquid Retina XDR surgiu em 2021, no iPad Pro de 12,9 polegadas, como uma evolução do display Liquid Retina. A tecnologia continua baseada em LCD, mas usa MiniLED para gerar luz de fundo.

Como os MiniLEDs possibilitam um controle mais preciso sobre os pixels, telas Liquid Retina XDR têm taxas de contraste e brilho maiores do que o padrão antecessor. O resultado é um grande alcance dinâmico (HDR) na reprodução de vídeo.

MacBook Pro com M1 tem tela Liquid Retina XDR (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Fornecedores

A Apple projeta e define as especificações da tecnologia Retina Display, mas não detém fábricas de telas. Por isso, a produção dos painéis é realizada por outras empresas, como:

Samsung Display: fornecedora de telas OLED com tecnologia LTPO e taxa de atualização variável de até 120 Hz para celulares como o iPhone 13 Pro e o iPhone 14 Pro;

LG Display: forneceu painéis LCD para iPhones até o fim de 2020. Também é fornecedora de displays OLED para linhas como iPhone 13 e iPhone 14, ainda que em menor escala em relação à Samsung;

Sharp: fornece visores LCD para modelos como o iPhone SE. A empresa se tornou uma das principais fornecedoras desse tipo de tela para a Apple depois de comprar uma fábrica da Japan Display, em 2020;

Japan Display (JDI): foi fornecedora de telas LCD para a Apple. Em 2019, passou a fornecer telas OLED para dispositivos como o Apple Watch, mas a entrada tardia no segmento a fez ter pouca escala com essa tecnologia;

BOE: enviou telas LCD à Apple e, com o iPhone 12, passou a fornecer painéis OLED. Teve a produção de telas para o iPhone 13 suspensa por conflitos com a Apple, mas, no iPhone 14, retomou o fornecimento.

Principais comparações

Nosso comparativo mostra, em detalhes, as diferenças entre Retina Display, Super AMOLED, IPS LCD e mais tecnologias utilizadas em telas de celulares.

Abaixo, você confere um resumo com as principais vantagens e desvantagens das telas Retina e Super Retina em relação ao OLED, Super AMOLED e AMOLED dinâmico:

Retina Display vs OLED

Telas Retina, Liquid Retina HD e Liquid Retina XDR são baseadas em LCD, que não sofre burn-in, mas fornece contrastes inferiores e pretos menos intensos do que o OLED. A Apple usa a tecnologia OLED em telas Super Retina e Super Retina XDR.

Super Retina vs Super AMOLED

Super AMOLED é uma marca registrada pela Samsung e refere-se a telas que combinam o OLED com reconhecimento a toques e uma matriz ativa de TFT para controle dos pixels. As telas Super Retina da Apple também são baseadas em OLED de matriz ativa (AMOLED), garantindo bons níveis de contraste, mas podem apresentar diferenças em níveis de brilho e perfil de cores a depender do produto.

Super Retina XDR vs AMOLED Dinâmico

As telas Super Retina XDR e AMOLED Dinâmico são baseadas em OLED, têm taxa de atualização variável e suportam tecnologias como HDR10+ e Dolby Vision. Contudo, a tecnologia Super Retina é exclusiva da Apple. Já o AMOLED Dinâmico aparece em dispositivos da Samsung.

Perguntas frequentes

Retina Display é resistente? Uma tela Retina se torna mais resistente a impactos e riscos quando combinada com tecnologias como Gorilla Glass, usada pela Apple até o iPhone 11. No iPhone 12, a companhia passou a adotar a tecnologia Ceramic Shield para reforçar o display. Tela Retina faz mal para os olhos? Não há evidências de que uma Tela Retina prejudique os olhos. Na verdade, algumas tecnologias trazem maior conforto ocular, como o True Tone, que ajusta as cores com base na luz ambiente, e o Night Shift, que reduz a emissão de luz azul durante a noite. A alta exposição à luz azul pode causar distúrbios de sono, entre outros problemas de saúde, segundo uma pesquisa publicada na Nature.
O que é o Retina Display dos produtos da Apple?

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Fonte: Tecnoblog