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Apple anuncia a nova geração do iPad

Apple anuncia a nova geração do iPad

Tim Cook, CEO da Apple, abre o evento Let Loose com vídeo gravado (Imagem: Reprodução/Apple)

A Apple oficializou a chegada da nova geração do iPad nesta terça-feira (dia 07/05) durante um evento especial transmitido via internet. A data batizada de Let Loose deve confirmar a chegada de modelos mais modernos do iPad Air e do iPad Pro. O CEO Tim Cook começou o evento afirmando que é o momento mais importante dos tablets da Apple desde seu lançamento, em 2010.

Evento em andamento
O evento especial da Apple começou às 11h00. Este texto será atualizado.

iPad Air 2024

O novo iPad Air chega a 2024 em dois tamanhos: o já tradicional de 11 polegadas (por US$ 599 nos Estados Unidos) e a nova versão de 13 polegadas (US$ 799), com 30% mais espaço, de acordo com a Apple. Porque os usuários do tablet sempre pediram essa opção, segundo executivos.

A presença do chip Air M2 garante desempenho 50% superior, de acordo com a fabricante. Somente a CPU é 25% mais veloz. Já na parte de inteligência artificial, a Apple destacou a capacidade detectar textos presentes em imagens (para copiar/colar) e melhorias gráficas.

Compatível com Apple Pencil, inclusive com a possibilidade sobrevoar a tela e saber exatamente onde o cursor está.

Quatro cores: azul, lilás, cinza e prata.

Confira a transmissão do evento especial da Apple no player abaixo

Apple anuncia a nova geração do iPad

Apple anuncia a nova geração do iPad
Fonte: Tecnoblog

Novo iPad: como ver o evento especial da Apple nesta terça

Novo iPad: como ver o evento especial da Apple nesta terça

Novo iPad: como ver o evento especial da Apple nesta terça (imagem: Divulgação/Apple)

A Apple marcou para esta terça-feira (7) o evento especial que deve servir de palco para novas versões do iPad. A apresentação será transmitida a partir das 11:00, no horário de Brasília. Você pode acompanhar os anúncios ao vivo no site da Apple ou via YouTube. Confira os detalhes a seguir.

Qual o horário do evento da Apple?

A transmissão do evento da Apple começa às 11:00 da manhã desta terça-feira, de acordo com o horário de Brasília (GMT-3). Isso corresponde às 7:00 da manhã no horário de Cupertino (GMT-7), onde está a sede da companhia.

Como assistir ao evento em tempo real?

Você pode acompanhar o evento via YouTube ou a partir do site da Apple, em tempo real:

Transmissão do evento da Apple no YouTube

Transmissão do evento no site da Apple

Basta acessar um desses endereços a partir das 11:00. Se você entrar no link do YouTube antes desse horário, poderá receber um aviso sobre o início da transmissão marcando a opção “Receber notificação”.

Quem pode assistir ao evento da Apple?

Qualquer pessoa pode acompanhar o evento a partir de um dos links oficiais. A Apple não exige que o usuário faça autenticação ou use um dispositivo da marca para assistir à transmissão.

Posso assistir ao evento depois que a transmissão acabar?

Normalmente, sim. A Apple costuma manter a gravação do evento no mesmo endereço do YouTube em que a transmissão foi feita, permitindo acesso posterior.

O que a Apple vai anunciar?

O evento deve marcar o anúncio de novos modelos do iPad Pro e da sexta geração do iPad Air. Faz muito sentido. A linha de tablets da Apple não é atualizada desde 2022.

iPad Air 5 (Apple M1) (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

De modo resumido, os rumores indicam que veremos a Apple anunciando:

iPad Pro com chip M4: Mark Gurman, analista especializado em novidades da Apple, prevê que o novo iPad Pro contará com o também novo M4, chip que deverá melhorar a execução de tarefas de inteligência artificial. Pode haver ainda uma opção com tela de 13 polegadas e uso de painel OLED nos novos modelos;

iPad Air com tela maior: intermediária que é, a linha iPad Air deve vir com chip Apple M2 ou M3. A maior novidade pode ficar para uma versão maior, com tela de 12,9 polegadas (tamanho até então existente só na linha Pro);

Novo Magic Keyboard: especula-se que a Apple também irá anunciar uma nova versão da capa-teclado Magic Keyboard para acompanhar os novos iPads. O acessório pode receber acabamento em alumínio, bem como um trackpad maior;

Apple Pencil renovada: outro acessório que pode acompanhar as novas gerações do iPad é um Apple Pencil com suporte ao modo Buscar (Find My), que facilita a localização da caneta em caso de perda. Há rumores até sobre uma versão “Pro”, cuja referência foi encontrada no código do site japonês da Apple.

Novo iPad: como ver o evento especial da Apple nesta terça

Novo iPad: como ver o evento especial da Apple nesta terça
Fonte: Tecnoblog

iPad pode finalmente ganhar um app nativo de calculadora

iPad pode finalmente ganhar um app nativo de calculadora

iPad de 10ª Geração (Imagem: Divulgação/Apple)

O iPadOS 18 pode incluir uma calculadora nativa para o tablet da Apple. O sistema operacional deve ser apresentado em junho, na WWDC, conferência da empresa para desenvolvedores. Este “novo” aplicativo deve ser compatível com todos os modelos de iPad. A informação foi obtida pelo site MacRumors, junto a uma fonte com conhecimento sobre o assunto.

Aparentemente, a Apple vai dar uma atenção especial às calculadoras. Na semana passada, outra reportagem indicou que o macOS 15, também a ser apresentado na WWDC, terá um aplicativo de calculadora completamente renovado, com janela redimensionável, barra lateral com contas recentes e integração com o app Notas.

Antes do iPadOS 18, Apple vai lançar novos iPads (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Se você ficou confuso com esta notícia, saiba que o iPad realmente não tem um aplicativo nativo de calculadora. O assunto virou até piada. Nos comentários do MacRumors, tem gente brincando: “Inovação”, “Demorou porque eles queriam lançar com todos os números”, “Finalmente, a Apple vai conseguir colocar a calculadora no iPad, graças aos avanços tecnológicos em IA e computação quântica”.

Reza a lenda que a equipe responsável pelo protótipo do primeiro modelo do tablet, lá em 2010, apenas “portou” a calculadora do iPhone, esticando a interface para a tela maior. Um mês antes do lançamento, Steve Jobs descobriu e não gostou. Ele teria pedido para redesenhar o aplicativo, mas como não havia tempo hábil para isso, a solução foi removê-lo. Incrivelmente, 14 anos depois, a situação continua igual.

Para usar a calculadora no iPad, é necessário baixar um aplicativo de terceiros — alguns, inclusive, são pagos ou contêm anúncios. Alguns sites sugerem até mesmo que você use a busca do Spotlight, a Siri ou o Atalhos para fazer contas.

Apple vai lançar novos iPads em 7 de maio

As notícias sobre o iPad não estão só no software. A Apple marcou um evento para o dia 7 de maio, em que apresentará novos modelos. Os últimos lançamentos da marca na linha de tablets foram há mais de um ano, em novembro de 2022. Na ocasião, a empresa apresentou o iPad de 10ª geração, sem botão frontal e com USB-C.

Com informações: MacRumors
iPad pode finalmente ganhar um app nativo de calculadora

iPad pode finalmente ganhar um app nativo de calculadora
Fonte: Tecnoblog

Apple deve lançar iPad Pro com tela OLED e nova caneta

Apple deve lançar iPad Pro com tela OLED e nova caneta

iPad Pro: última versão foi lançada pela Apple em outubro de 2022 (Imagem: Divulgação / Apple)

Uma nova linha de iPads parece estar a caminho. Indícios sobre quatro novos modelos foram encontrados na versão beta do iOS 17.5, e a Apple deve trazer um display com tecnologia OLED para o próximo iPad Pro. A Apple Pencil também deve ganhar novos sensores com um novo jeito de interagir com o sistema.

O 9to5Mac identificou os seguintes identificadores de display: iPad16,3, iPad16,4, iPad16,5 e iPad16,6. São quatro modelos do iPad Pro, e contemplam dois tamanhos de tela e versões Wi-Fi e com conectividade 5G.

A expectativa é que o novo iPad Pro tenha tela de OLED, algo que ainda não existe nos tablets da maçã. A tecnologia, que apresenta cores vibrantes e pretos profundos, já está presente nos displays dos iPhones e também no Apple Watch.

A chegada de novos iPads é aguardada pelo mercado e por entusiastas e deve acontecer no mês de maio. A Apple, que costuma ter janela de lançamentos anuais dos seus principais produtos, apresentou o último iPad em outubro de 2022.

Um relatório da DSCC, companhia que faz pesquisas sobre o mercado de displays, sugere que o lançamento de novos iPads foi adiado devido a restrições de produção das telas. Os painéis de OLED da nova versão devem ser fornecidos pela LG e Samsung.

Apple Pencil também pode ganhar nova versão

Além dos novos iPads, a Apple também deve introduzir uma nova geração da Apple Pencil. Os indícios também foram encontrados no iOS 17.5 beta.

Apple Pencil com USB-C foi lançado pela Apple em 2023 (Imagem: Divulgação/Apple)

A nova geração da Apple Pencil poderá identificar quando o usuário a aperta, o que proporciona uma nova forma de interação com o tablet. Os códigos indicam gestos de apertar, apertar duas vezes e apertar por longo tempo.

As gerações existentes da Apple Pencil não possuem sensores de pressão que permitam esse tipo de interação. Atualmente, é possível dar dois toques na ponta para alternar entre lápis e borracha.

O código do iOS também sugere que a nova Apple Pencil terá suporte ao Find My, que permite localizar dispositivos da maçã como se fosse uma AirTag. Essa funcionalidade já está presente nos AirPods mais recentes.

O lançamento da nova Apple Pencil deve acontecer em conjunto com o dos novos iPads. Uma nova geração do Magic Keyboard também é aguardada.
Apple deve lançar iPad Pro com tela OLED e nova caneta

Apple deve lançar iPad Pro com tela OLED e nova caneta
Fonte: Tecnoblog

A solidificação do tablet como um produto de nicho

A solidificação do tablet como um produto de nicho

Os tablets ainda têm o seu público. O que está ficando mais claro nos últimos anos, no entanto, é que esse público talvez não seja tão grande assim.

A solidificação do tablet como um produto de nicho (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O último relatório da empresa de inteligência de mercado IDC sobre o segmento revela uma situação complicada. O volume de vendas foi 20,5% menor do que em 2022, o que resulta no pior cenário desde 2011. Para você ter uma ideia, esse foi o ano em que o iPad 2 chegou às prateleiras.

A Apple é a líder em vendas, mas, assim como os demais grandes players do setor, vendeu menos em relação à 2022. Contribui para isso de nenhum novo iPad ter sido lançado em 2023. Já entre os tablets Android, a Samsung é a campeã.

Há várias explicações possíveis para este quadro e, como acontece com todo problema complexo, a verdade será encontrada na junção desses vários fatores. Há aspectos econômicos, de usabilidade e até mesmo de rotina dos consumidores que pesam nessa equação.

Mas o ponto principal que o novo relatório levanta é: qual é o espaço ocupado pelo tablet hoje em dia?

Sente-se, relaxe, use seu tablet

Em 2010, na apresentação o primeiro iPad, Steve Jobs demonstrou a visão da empresa para o produto. Com o tablet, o usuário podia navegar por sites de notícias, ler e responder e-mails, organizar álbuns de fotos, entre diversas outras ações.

Mas havia mais sendo comunicado ali. Jobs tirou o iPad de cima de uma mesinha, sentou-se numa poltrona, cruzou as pernas. Toda uma mise-en-scène para criar a ideia de um momento em que o indivíduo para, se desloca de sua rotina normal e dedica um tempo determinado ao novo dispositivo.

É uma experiência totalmente diferente de um smartphone, que nos acompanha o tempo todo. Não precisamos parar para usar o celular. A apresentação da Apple parecia sugerir que, com o Tablet, a ideia era essa.

Steve Jobs apresenta o primeiro iPad (Apple)

Só que os smartphones acompanharam a evolução do tablet. Eles foram se incorporando cada vez mais em nossas rotinas, ampliando suas capacidades, que passaram a englobar de tudo, do entretenimento à produtividade.

O hardware acompanhou essa evolução. Os novos modelos vinham com chips cada vez mais potentes, e até mesmo modelos intermediários passaram a ter uma boa capacidade de processamento. Para completar, o tamanho das telas também aumentou.

Quando um dispositivo que está conosco o tempo todo ganha essas características, é fácil perceber como o tablet pode acabar ficando de lado. Celulares são mais baratos, mais leves e têm uma multiplicidade de usos. O gadget que veio antes acabou se tornando a “competição” do que veio depois.

Com isso, o público vai comprando menos tablets, e aqueles que o fazem têm utilidades mais específicas em mente.

Tablet para quem precisa

No Tecnocast 324, discutimos o declínio na venda de tablets. Ao longo do episódio, e a partir de comentários de ouvintes, identificamos algumas atividades para as quais o dispositivo ainda faz sentido, e públicos que geram demanda.

Um ponto bastante mencionado é que tablets são bons para leitura. Mais confortáveis do que smartphones ou e-readers — vale lembrar que a tela e-Ink de um Kindle não exibe cores —, eles são uma ótima pedida para quem precisa ler artigos e textos em PDF, como estudantes de várias faixas etárias.

O consumo de mídia é outra frente importante. Os celulares também avançaram bastante nesse sentido, mas as telas maiores dos tablets geram uma experiência melhor para assistir filmes e séries.

Há também profissionais de edição de vídeo e áudio, e até programadores para os quais o tablet é um importante meio de trabalho. Para esses casos, o iPad é a opção mais natural. O produto da Apple é o que conta com a maior quantidade de aplicativos para essas áreas.

Galaxy Tab S9 FE Plus tem tela de 12,4 polegadas (Imagem: Divulgação/Samsung)

Outro público para o qual tablets são importantes é o de pais de crianças pequenas. O dispositivo é melhor do que um smartphone para fornecer alguma distração para os filhos.

A questão é que, por mais que estes grupos enxerguem valor no tablet, os resultados do ano passado tornam difícil classificá-lo como um produto de massa. Trata-se de um dispositivo não essencial, cujos diferenciais diminuíram aos olhos do grande público devido à evolução dos smartphones.

O mais provável é que o tablet continue existindo, mas agora encarado mais explicitamente como um produto de nicho.
A solidificação do tablet como um produto de nicho

A solidificação do tablet como um produto de nicho
Fonte: Tecnoblog

O tablet em declínio

O tablet em declínio

Em 2023, o mercado de tablets sofreu um baque. Os maiores players do segmento tiveram quedas significativas nas vendas, que registraram o menor volume desde 2011. Parte do motivo desse declínio é econômico, mas a questão vai muito além disso, levantando dúvidas sobre a relevância do formato num cenário em que smartphones já conseguem fazer tanta coisa.

O tablet em declínio (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

No episódio de hoje, conversamos sobre o que anda acontecendo no mercado de tablets. Teriam eles se tornado produtos de nicho, ou será que sempre tiveram essa característica? E, entre as principais empresas que ainda apostam no formato, quais são os destaques e o que ainda deixa a desejar? Dá o play e vem com a gente!

Participantes

Thiago Mobilon

Thássius Veloso

Josué de Oliveira

Paulo Barba

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Créditos

Produção: Josué de Oliveira

Edição e sonorização: Ariel Liborio

Arte da capa: Vitor Pádua

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O tablet em declínio

O tablet em declínio
Fonte: Tecnoblog

Donos de iPhone estão demorando mais para instalar o iOS 17

Donos de iPhone estão demorando mais para instalar o iOS 17

Ritmo de atualização para iOS 17 tem sido mais lento que no iOS 16, em 2023 (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O iOS 17 está instalado em 76% dos iPhones lançados nos últimos quatro anos, segundo dados divulgados pela Apple. O número representa uma queda no ritmo de atualização: em fevereiro de 2023, 81% os iPhones lançados nos quatro anos anteriores já tinham o iOS 16.

Ainda nos dados divulgados nesta segunda-feira (5), 20% dos iPhones lançados nos últimos quatro anos rodam o iOS 16. Os 4% restantes estão com versões anteriores do sistema operacional.

Versão do iOSFevereiro de 2024Fevereiro de 2023Mais recente76% (iOS 17)81% (iOS 16)Anterior20% (iOS 16)15% (iOS 15)Versões antigas4% (iOS 15 ou anterior)4% (iOS 14 ou inferior)Dados de iPhones lançados nos últimos quatro anos (Fonte: Apple)

Levando em consideração todos os modelos, o iOS 17 está em 66% dos iPhone, e o iOS 16, em 23%. Os 11% restantes estão com versões anteriores do sistema.

Versão do iOSiPhones lançados nos últimos 4 anos Todos os iPhonesiOS 1776%66%iOS 1620%23%Versões anteriores4%11%Dados de fevereiro de 2024 (Fonte: Apple)

Esta é a primeira vez que a Apple divulga dados sobre a adoção do iOS 17. No entanto, números de outras fontes já indicavam este mesmo quadro.

Segundo o Mixpanel, em quatro semanas após o lançamento, o iOS 17 estava em 28,6% dos aparelhos compatíveis. Já no ano passado, neste mesmo ponto, o iOS 16 tinha sido instalado em 37,2% dos dispositivos compatíveis.

Não há dados sobre os motivos para um ritmo mais lento de atualização. Algumas hipóteses são as poucas novidades do iOS 17 e os bugs da atualização, além da piora nas sugestões do teclado.

No iPad, ritmo de atualização aumenta

O iPadOS 17 está presente em 61% dos tablets da Apple lançados nos últimos quatro anos. Neste mesmo recorte, o iPadOS 16 está em 29% dos aparelhos, e os 10% restantes rodam versões anteriores do sistema.

Na comparação com o ano passado, a situação é oposta à dos iPhones, já que taxa de adoção cresceu. Em fevereiro de 2023, 53% dos iPads estavam com iPadOS 16. Ou seja, o iPadOS 17 está 8 pontos percentuais acima na velocidade de atualização.

Versão do iPadOSFevereiro de 2024Fevereiro de 2023Mais recente61% (iPadOS 17)53% (iPadOS 16)Anterior29% (iPadOS 16)39% (iPadOS 15)Versões antigas10% (iPadOS 15 ou anterior)8% (iPadOS 14 ou inferior)Para iPads lançados nos últimos quatro anos (Fonte: Apple)

Isso tem uma explicação: em 2023, a Apple atrasou o lançamento do iPadOS 16 em um mês. Em vez de ser liberado em setembro, com o iOS 16, como é de costume, a atualização daquele ano para os iPads só chegou em outubro, no mesmo momento que o macOS Ventura.

Com informações: MacRumors, GSM Arena
Donos de iPhone estão demorando mais para instalar o iOS 17

Donos de iPhone estão demorando mais para instalar o iOS 17
Fonte: Tecnoblog

Apple libera serviços de cloud gaming para iPhone e iPad no mundo inteiro

Apple libera serviços de cloud gaming para iPhone e iPad no mundo inteiro

iPhone finalmente poderá ter app do Xbox Game Pass (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Apple anunciou que aplicativos poderão fazer streaming de games e mini-programas, sem precisar enviar cada título individualmente para a App Store. Na prática, isso viabiliza que serviços de cloud gaming possam funcionar no iPhone de forma nativa. Alguns exemplos desses serviços são o Xbox Cloud Gaming (que faz parte do Xbox Game Pass Ultimate) e Nvidia Geforce Now. Até agora, eles precisavam rodar no navegador Safari.

“Hoje, a Apple está apresentando novas opções para como os apps, no mundo todo, podem entregar experiências para os usuários, incluindo streaming de games e mini-programas”, diz o comunicado. “Os desenvolvedores podem enviar um único aplicativo, com a capacidade de fazer streaming de todos os jogos oferecidos em seu catálogo.”

Xbox Cloud Gaming usava Safari para rodar no iPhone e no iPad (Imagem: Divulgação/Microsoft)

A novidade foi anunciada no mesmo dia de uma série de mudanças na App Store, no NFC dos iPhones e no motor do Safari. Existe uma diferença entre as duas. As mudanças de App Store, NFC e Safari valem apenas para a União Europeia, como forma de se adaptar à DMA, legislação do mercado digital. Já o sinal verde para o streaming de games é global.

Streaming de games no iPhone terá regras

O comunicado também diz que cada experiência do aplicativo precisará seguir as Diretrizes de Revisão da App Store. Além disso, o aplicativo terá a mesma classificação etária da experiência com maior faixa de idade. Por exemplo: se uma plataforma oferece um único jogo para maiores de 18 anos, o aplicativo inteiro será indicado para maiores de 18 anos, mesmo que outros games sejam para públicos com 17 anos ou menos.

A Apple também diz que mini-apps, mini-games, chatbots e plug-ins poderão incorporar o sistema de compras em apps da empresa, para oferecer assinaturas e conteúdo digital. Seria uma forma de a empresa ganhar dinheiro com comissões neste mercado.

Apple limitava cloud gaming desde 2020

Esta era uma briga que teve início lá em 2020, quando as primeiras iniciativas de cloud gaming foram lançadas no mercado e vetadas no iPhone e no iPad.

O argumento da Apple era a dificuldade de revisar os jogos na nuvem antes de liberar o app da plataforma. O caminho seria colocar cada jogo na App Store de forma independente, o que era considerado inviável por Microsoft e Google (naquela época ainda existia o Stadia, lembra?).

A Microsoft considerava que a Apple estava sendo mais rígida com games do que com outros conteúdos — afinal, ela não revisava músicas, podcasts, séries e filmes, para mencionar alguns formatos. A empresa deu um jeitinho de contornar as restrições: o Xbox Cloud Gaming foi lançado em 2021 para iPhone e iPad, com acesso pelo navegador Safari. Agora, o serviço poderá ter seu app dedicado nos celulares e tablets da Apple.

Com informações: Apple, The Verge
Apple libera serviços de cloud gaming para iPhone e iPad no mundo inteiro

Apple libera serviços de cloud gaming para iPhone e iPad no mundo inteiro
Fonte: Tecnoblog

Apple Vision Pro: parte dos apps são versões para iPhone e iPad

Apple Vision Pro: parte dos apps são versões para iPhone e iPad

Apple Vision Pro terá mais de 1 milhão de apps no lançamento, mas alguns vindo direto do iPhone e iPad (Imagem: Divulgação/Pavel Durov)

Uma parte dos aplicativos do Apple Vision Pro são versões oriundas do iPhone e iPad, sem grandes modificações. De acordo com o jornalista Mark Gurman, especialista em cobrir a Apple, até mesmo apps feitos pela empresa, como o Podcast e Calendário, foram portados para rodar no visionOS, sistema operacional do Apple Vision Pro. O headset, segundo a Apple, terá mais de 1 milhão de apps no lançamento.

De fato, alguns aplicativos não precisam de grandes modificações ou efeitos de realidade virtual para serem mais imersivo. O Lembretes ou Calendário, por exemplo, são ferramentas de utilidade e o usuário, provavelmente, quer usar esses apps de modo mais direto. Basta abrir, ver as tarefas do dia e pronto.

Porém, os early adopters do Apple Vision Pro precisam ficar atentos para não se decepcionarem com a ausência de imersão em alguns aplicativos — seja algum da Apple ou desenvolvido por terceiros. Tal qual o ato de comprar um console logo na estreia, o usuário terá poucos app focados para tirar o máximo do Apple Vision Pro. Por outro lado, as demonstrações indicam que a Apple investiu pesado no uso para entretenimento — e estúdios adultos terão sua chance no headset.

Apple Vision Pro chegará com grande foco em entretenimento (Imagem: Divulgação/Apple)

Taxa da Apple desmotiva desenvolvedores

Segundo Gurman, um dos motivos para a falta de apps dedicados ao Apple Vision Pro e visionOS é a combinação da taxa 30% da Apple e baixa unidades produzidas. É especulado que a big tech terá 80 mil unidades à vende a nesse primeiro período.

Em comparação, o iPhone 14 Pro Max vendeu 26,5 milhões de unidades só no primeiro semestre de 2023. Por mais que a taxa seja alta, produzir um app para o iPhone ou iPad compensa pelo tamanho de mercado, o desenvolvedor recupera o investimento e consegue lucrar. E ainda que agora seja possível driblar a taxa, anunciando canais de vendas de terceiros, sempre haverá o público que prefere comprar ou assinar um aplicativo pela App Store.

Apple Vision Pro sem Netflix, Spotify, YouTube e outros

Algumas baixas do visionOS no lançamento será a ausência do app da Netflix, Spotify e YouTube. As empresas não chegaram a dar um motivo para não lançar aplicativos para o Apple Vision Pro.

Existem algumas possibilidades, como esperar para ver se headset será um sucesso ou o fato de serem rivais da Apple em alguns segmentos. A Meta também não lançará aplicativos das suas redes sociais para o Vision Pro — aqui fica difícil não dizer que a concorrência é o motivo.

Com informações: The Verge e Bloomberg
Apple Vision Pro: parte dos apps são versões para iPhone e iPad

Apple Vision Pro: parte dos apps são versões para iPhone e iPad
Fonte: Tecnoblog

Apple pode ter que liberar concorrentes da App Store também nos EUA

Apple pode ter que liberar concorrentes da App Store também nos EUA

Na União Europeia e na Coreia do Sul, Apple terá que mudar App Store (Imagem: James Yarema/Unsplash)

A Apple está sob investigação do Departamento de Justiça dos EUA (DoJ, na sigla em inglês) por supostas práticas anticompetitivas nas regras da App Store, sua loja de aplicativos para iPhones, iPads e Macs. O procedimento está “a todo vapor”, segundo Jonathan Kanter, chefe da unidade antitruste do DoJ.

A investigação sobre as supostas condutas prejudiciais à livre concorrência começou em 2020, antes mesmo do mandato de Kanter, que está no cargo desde novembro de 2021. Em fevereiro de 2023, as notícias eram que o Departamento de Justiça estava preparando uma representação contra a Apple. Desde então, nada de concreto surgiu.

As eleições presidenciais de 2024 nos EUA podem apressar o processo, já que uma mudança na Casa Branca pode resultar em uma troca na chefia do DoJ.

Fortnite foi banido da App Store em 2020 (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Os problemas da App Store com autoridades vão além do Departamento de Justiça. A Epic Games, desenvolvedora de Fortnite, processou a Apple por obrigar os desenvolvedores a usarem sua loja e seus métodos de pagamento. A Epic perdeu o processo em 2021, mas a Justiça determinou que a Apple deve permitir métodos de pagamento externos.

Mudanças na regulação nesta área são especialmente preocupantes para a Apple. Desde 2018, a área de serviços da empresa — que inclui a App Store, o Apple TV+ e o Apple Music, entre outros — tem apresentado um crescimento constante. Ela passou de US$ 39,7 bilhões anuais em 2018 para US$ 85,2 bilhões em 2023. Liberar outras lojas e outros métodos de pagamento pode ter impacto nesta quantia.

Outros países já estão de olho nas lojas de apps

Enquanto os EUA ainda ensaiam sua nova regulação para as lojas de aplicativos, outros lugares do mundo já estão colocando as leis em prática.

É o caso da União Europeia. O bloco aprovou a Lei de Mercados Digitais (DMA, na sigla em inglês), que passa a valer em março. Por causa disso, a Apple terá que permitir que iPhones e iPads façam sideloading, nome dado ao processo de instalar um app por fora da loja, fazendo download de um site, por exemplo.

Já a Coreia do Sul obriga Apple e Google a permitir outros sistemas de pagamentos em suas lojas de apps. O Japão deve seguir este mesmo caminho em 2024.

Processo contra Google pode respingar na Apple

A Apple não é a única empresa sob escrutínio das autoridades dos EUA. O Google está sendo processado pelo mesmo DoJ por um suposto monopólio no mercado de pesquisas online. Segundo a acusação, a gigante das buscas tem práticas que sufocam a concorrência, como o pagamento de altas quantias para que fabricantes usem seu produto como padrão.

Google é acusado de sufocar concorrência por meio de pagamentos a fabricantes (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Caso o Google seja considerado culpado, isso pode ter consequências para a Apple. Durante as audiências, veio à tona a informação de que o Google pagou mais de US$ 26 bilhões em 2021 para ser o buscador padrão em vários produtos.

Deste dinheiro, cerca de US$ 18 bilhões a US$ 20 bilhões foram para a Apple colocar o Google como o buscador padrão de iPhones, iPads e Macs. Uma derrota nos tribunais pode obrigar a companhia a parar de fazer pagamentos do tipo.

Com informações: Financial Times, Apple Insider, 9to5Mac
Apple pode ter que liberar concorrentes da App Store também nos EUA

Apple pode ter que liberar concorrentes da App Store também nos EUA
Fonte: Tecnoblog