Category: iPad

iPad Air de 11″ com Apple M3 tem melhor oferta desde dezembro no Magalu

iPad Air de 11″ com Apple M3 tem melhor oferta desde dezembro no Magalu

iPad Air 11 polegadas M3 Wi-Fi 128 GB
R$ 5.599,90

R$ 7.49925% OFF

Prós

Chip de alto desempenho Apple M3
Suporte ao Apple Intelligence
Tela Liquid Retina de 11 polegadas com True Tone
Câmera frontal de 12 MP com recurso Center Stage

Contras

Armazenamento de apenas 128 GB
Somente 10 horas de autonomia

PIX

R$ 5.599,90  Magazine Luiza

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O iPad Air (128 GB) está disponível por R$ 5.559,90 no Pix no Magazine Luiza. O tablet da Apple com tela Liquid Retina de 11 polegadas e o poderoso chip Apple M3, lançado originalmente por R$ 7.499, recebe um desconto de 25% nesta oferta.

iPad Air traz tela de 11 polegadas e chip Apple M3

iPad Air com chip M3 promete alto desempenho em diferentes tarefas (imagem: Divulgação/Apple)

O iPad Air tem tela Liquid Retina de 11 polegadas com revestimento antirreflexo, oferecendo uma ampla área para trabalho e entretenimento. O painel ainda conta com os recursos True Tone e brilho de 500 nits, reproduzindo imagens nítidas e com maior conforto para os olhos.

Com suporte ao Apple Intelligence, o tablet usa o chip de alto desempenho Apple M3 combinado com 8 GB de RAM. O conjunto representa um avanço em relação às gerações anteriores, especialmente no que tange a NPU, que está 60% mais veloz quando compara à do M1, segundo a fabricante.

Entretanto, o modelo possui somente 128 GB de armazenamento interno, o que deve exigir o uso do serviço iCloud para ampliar a memória e sincronizar os arquivos na nuvem.

Outro destaque do iPad Air é a câmera frontal de 12 MP com recurso Center Stage, ideal para chamadas de vídeo ao manter o usuário sempre no centro da tela. Já a câmera traseira adota um sensor grande-angular de 12 MP com zoom digital de até 5x e registra vídeos em 4K.

iPad Air traz suporte ao Apple Intelligence e terá até 5 grandes atualizações do iPadOS (imagem: Divulgação/Apple)

O tablet da Apple tem apenas 6,11 mm de espessura e pesa 460 gramas, ideal para o transporte em bolsas e mochilas. O modelo ainda conta com uma autonomia de até 10 horas para navegação na internet via Wi-Fi.

Falando em conexões, o dispositivo oferece Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.3 e uma porta USB-C para recarga ou transferência de dados. Na parte de software, ele vem de fábrica com o iPadOS 26 e deve receber cerca de 5 grandes atualizações do sistema operacional.

Fechando o pacote, o iPad Air (R$ 5.559,90 no Pix) traz uma série de apps pré-instalados, como o FaceTime, Apple TV e GarageBand. Vários outros softwares também podem ser baixados por meio da App Store da Apple.
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iPad Air de 11″ com Apple M3 tem melhor oferta desde dezembro no Magalu
Fonte: Tecnoblog

iPhone 17e pode ser lançado nas próximas semanas

iPhone 17e pode ser lançado nas próximas semanas

iPhone 17e deve chegar em breve (imagem: divulgação)

Resumo

O iPhone 17e deve ser lançado no começo deste ano, com chip A19, suporte ao MagSafe e modems proprietários para conectividade.
Segundo Mark Gurman, da Bloomberg, o modelo seguirá o mesmo preço do antecessor: US$ 599.
Apple também pode lançar novos iPads e MacBooks com processadores atualizados nas próximas semanas.

A Apple se prepara para lançar o iPhone 17e neste começo de ano, dando início ao ciclo de produtos de 2026. O aparelho, que substituirá o iPhone 16e, deve trazer mudanças pontuais de hardware, incluindo a adoção do mesmo chip da linha principal, suporte ao MagSafe e a transição para chips próprios de conectividade.

De acordo com o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a nova versão está em fase final de preparação e deve manter o preço atual de US$ 599 nos Estados Unidos. No Brasil, o iPhone 16e chegou em fevereiro do ano passado, custando a partir de R$ 5.799.

Além do iPhone 17e, a Apple também planeja anunciar novos iPads, Macs e atualizações de software nas próximas semanas.

Quais as novidades?

Segundo a reportagem, o iPhone 17e marca a transição do modelo de entrada da linha para o chip A19, aproximando-o ao desempenho da geração principal do iPhone 17. O vazamento não detalha, entretanto, se o chip manterá as mesmas especificações de GPU em relação às versões mais caras.

Apesar de uma possível diferença no chip, o dispositivo deve corrigir um dos pontos negativos da geração passada ao incluir o MagSafe, introduzido lá no iPhone 12, o que amplia a compatibilidade com acessórios da empresa.

Por dentro, o iPhone 17e deve dar continuidade ao uso de modems proprietários para 5G, Wi-Fi e Bluetooth. Segundo Gurman, os componentes serão os mais recentes fabricados pela Apple. O portal 9to5mac indica que o jornalista faz referência ao modem C1X — evolução do C1, introduzido no iPhone 16e — e um novo chip de rede chamado N1. Ambos foram usados na família iPhone 17 e no iPhone Air.

Não há menção a mudanças no conjunto de câmeras, no tamanho da tela ou no design em relação ao iPhone 16e. Rumores recentes, entretanto, apontam que a empresa pretende manter uma única câmera e adotar a Dynamic Island, que faz parte do design mais recente dos iPhones desde o 14 Pro.

Preço igual ao iPhone 16e

Segundo Gurman, a Apple pretende manter o preço do iPhone 17e nos Estados Unidos em US$ 599, repetindo a estratégia adotada na geração anterior. A empresa deve manter o aparelho como a opção mais acessível entre os iPhones vendidos oficialmente. Com isso, o objetivo seria voltar o dispositivo a mercados emergentes e ao segmento corporativo.

Apesar disso, vale lembrar que, mesmo com preços estáveis nos Estados Unidos, os aparelhos da Apple costumam chegar ao Brasil mais caros todos os anos. Desde 2023, a Apple só apresentou um iPhone mais caro no país de origem: no ano passado, a versão Pro subiu de US$ 999 para US$ 1.099.

Por aqui, a correção é anual: a versão base, por exemplo, saiu de R$ 7.299 no iPhone 15 para R$ 7.799 no iPhone 16 e R$ 7.999 no iPhone 17, um aumento que se repete em todos os modelos.

Apple prepara mais novidades

Apple prepara lançamentos do primeiro semestre (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Além do iPhone 17e, a Bloomberg afirma que a Apple prepara uma série de outros anúncios para as próximas semanas. Entre eles estão novos iPads, incluindo atualizações para o iPad de entrada e para o iPad Air, que devem receber novos processadores, enquanto o iPad Mini deve migrar para uma tela OLED.

Já para a linha Mac, a Apple pode lançar novos MacBook Pro de 14 e 16 polegadas com chip M4 por volta da semana de 2 de março, seguidos por uma atualização do MacBook Air com processador M5. Gurman ainda menciona um projeto de MacBook de baixo custo, com tela menor que 13 polegadas e chip de iPhone para competir com Chromebooks.

A agenda inclui atualizações de software, como uma primeira versão beta do iOS 26.4 para desenvolvedores já em 23 de fevereiro.
iPhone 17e pode ser lançado nas próximas semanas

iPhone 17e pode ser lançado nas próximas semanas
Fonte: Tecnoblog

Esquenta Black: iPad (256 GB) tem oferta em até 10x com cupom exclusivo

Esquenta Black: iPad (256 GB) tem oferta em até 10x com cupom exclusivo

iPad (2025) A16 Bionic 256 GB Wi-Fi
R$ 4.944,90

R$ 5.699,0013% OFF

Prós

Chip Apple A16 Bionic e RAM de 6 GB
Tela grande de 11 polegadas
Armazenamento de 256 GB
Câmera traseira filma em 4K

Contras

Acesso à internet somente via Wi-Fi

Cupom
Parcelado
Exclusivo Amazon Prime

PRIME300OFF
R$ 4.944,90  Amazon

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O iPad lançado 2025 com 256 GB está saindo por apenas R$ 4.945 parceláveis em até 10x sem juros com o cupom PRIME300OFF na Amazon. A oferta com desconto de 13% (referência: R$ 5.699) é exclusiva para assinantes Amazon Prime. A ficha técnica com RAM de 6 GB, chip A16 e tela de 11″ destaca o tablet da Apple para trabalho e estudos.

iPad A16 tem tela de 11 polegadas e RAM de 6 GB

Redimensionar janelas ficou mais fácil no iPadOS 26 (imagem: reprodução)

A tela de 11″ e o chip Apple A16 Bionic com 6 GB de RAM são os dois principais destaques do iPad (2025). O display do tipo Liquid Retina tem brilho típico de 500 nits e resolução de 2.360 x 1.640 pixels. Isso garante boa visibilidade mesmo em ambientes claros e um espaço confortável para leitura, desenho e edição de documentos.

O processador A16 Bionic oferece desempenho suficiente para tarefas de trabalho ou estudo no tablet, além de edição de vídeo, jogos com gráficos complexos e uso multitarefa com vários apps em tela dividida. A presença de 6 GB de RAM ajuda a manter o desempenho fluido no iPadOS, especialmente ao alternar entre aplicativos.

A construção inclui laterais de alumínio e compatibilidade com Apple Pencil, que é vendida separadamente. O iPad possui câmera traseira de 12 MP e câmera frontal ultrawide de 12 MP com campo de visão de 122°, ideal para videochamadas. O sistema de áudio tem alto-falantes estéreo, mas não há conector de fones de 3,5 mm.

O iPad (11ª Geração) de 256 GB por R$ 4.945 em até 10x com cupom PRIME300OFF tem conectividade Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e porta USB-C 2.0. A bateria suporta recarga rápida de 45 W. O tablet pesa 477 g e tem apenas 7 mm de espessura, mantendo a portabilidade sem abrir mão do desempenho.

Quando é a Black Friday 2025?

Em 2025, a Black Friday será no dia 28 de novembro. Até lá, descontos históricos de até 64% em celulares, TVs, notebooks e outros eletrônicos de consumo já chamam bastante a atenção nas campanhas de Black Friday antecipada do varejo. Logo, vale a pena conferir e aproveitar antes que acabem as promoções.
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Esquenta Black: iPad (256 GB) tem oferta em até 10x com cupom exclusivo
Fonte: Tecnoblog

iPad (128 GB) com Apple A16 fica 29% mais barato antes do Dia das Crianças

iPad (128 GB) com Apple A16 fica 29% mais barato antes do Dia das Crianças

Apple iPad (2025) 128 GB Wi-Fi
R$ 3.201,67

R$ 4.499,0029% OFF

Oferta encerrada

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O iPad de 11ª Geração (128 GB) está saindo por apenas R$ 3.202 no Pix na Amazon. A oferta representa um desconto de 29% sobre o preço do tablet lançado em março de 2025, que é uma boa opção de presente para o Dia dos Pais. Apresentando boas configurações para desenho e estudos, como chip Apple A16 e a tela grande de 11 polegadas.

iPad (2025) tem chip A16 e tela de 11 polegadas

iPad atualizado traz chip A16 e até 512 GB de armazenamento (imagem: reprodução/Apple)

Equipado com o chip Apple A16 Bionic e 6 GB de RAM, o iPad (2025) oferece desempenho sólido para quem estuda e desenha. A fluidez do sistema permite usar apps como Procreate, tomar notas com stylus e alternar entre tarefas com agilidade, mesmo com múltiplos aplicativos abertos.

A tela Liquid Retina de 11 polegadas com resolução de 1.640 x 2.360 pixels oferece espaço e definição adequados para estudos e desenhos infantis. O brilho típico de 500 nits facilita o uso em ambientes internos bem iluminados, enquanto o suporte à caneta proporciona uma experiência interativa para escrita e ilustração.

O tablet ainda traz câmera traseira de 12 MP com gravação em 4K e câmera frontal ultrawide de 12 MP, ideais para videoaulas, chamadas e gravação de trabalhos escolares. O som estéreo integrado melhora a clareza em aulas online, enquanto a câmera traseira pode digitalizar textos e documentos com boa nitidez para estudos.

Por fim, a bateria do iPad (128 GB) por R$ 3.202 em oferta possui 28,93 Wh e suporta carregamento rápido de 45W, oferecendo autonomia suficiente para um dia de estudos ou atividades criativas. A conectividade inclui Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.3, garantindo acesso estável a aulas online, compartilhamento de arquivos e uso de acessórios sem fio.

Quando é o Dia das Crianças?

O Dia das Crianças é em 12 de outubro, próximo domingo. E tablets para estudos ou desenho como o iPad padrão em promoção são uma boa opção de presente para a data. Porém, é bom não demorar muito para comprar, tanto para não perder o desconto, quanto para garantir que o produto chegue a tempo na sua casa.
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iPad (128 GB) com Apple A16 fica 29% mais barato antes do Dia das Crianças
Fonte: Tecnoblog

Apple encerra suporte ao iCloud no iOS 10 e macOS Sierra

Apple encerra suporte ao iCloud no iOS 10 e macOS Sierra

iCloud tem novos requisitos mínimos (imagem: reprodução/Apple)

Resumo

iCloud passa a exigir iOS 11 ou macOS High Sierra como requisito mínimo;
Modelos antigos, como iPhone 5 e iPad 4, não terão mais acesso ao serviço;
Alteração coincide com chegada do iOS 26, liberado para o iPhone 11 em diante.

Se você tem um iPhone ou um Mac antigo e não atualizado, atenção: os requisitos mínimos para uso dos recursos do iCloud mudaram. Agora, o serviço exige que o dispositivo tenha, pelo menos, o iOS 11 ou o macOS High Sierra (versão 10.13).

Isso significa que, se você tiver um iPhone, iPad ou Mac com o iOS 10 ou macOS Sierra, ou com uma versão anterior a essas, não conseguirá acessar recursos como iCloud Drive, iCloud Photos (Fotos do iCloud) e Find My (Buscar).

O alerta foi dado pelo MacRumors, que notou que a página da Apple que descreve os requisitos do iCloud foi atualizada na segunda-feira (15/09). A atualização serviu justamente para a Apple colocar o iOS 11 e o macOS High Sierra entre os requisitos mínimos para o serviço.

Não surpreende. Tanto o iOS 10 quanto o macOS Sierra foram lançados em 2016. De lá para cá, o iCloud passou por diversas atualizações funcionais e estruturais que, provavelmente, as versões em questão não puderam acompanhar.

Na prática, isso significa que aparelhos como o iPhone 5, o iPhone 5c e o iPad de quarta geração não funcionarão mais com o iCloud, pois o iOS 10 é a última versão compatível com esses modelos.

A situação é um pouco mais tranquila com relação aos Macs, pois o macOS High Sierra é compatível com todos os modelos que rodam o macOS Sierra. Quem tem um Mac nessa condição pode recorrer ao macOS High Sierra para continuar acessando os recursos do iCloud, portanto.

Linha iPhone 5c (imagem: reprodução/Apple)

O iOS 26 já está entre nós

Coincidência ou não, as mudanças nos requisitos mínimos do iCloud ocorrem no mesmo dia em que a Apple liberou a versão final do iOS 26. A novidade está disponível para o iPhone 11 e versões sucessoras da linha. O seu destaque é a interface baseada no conceito Liquid Glass.
Apple encerra suporte ao iCloud no iOS 10 e macOS Sierra

Apple encerra suporte ao iCloud no iOS 10 e macOS Sierra
Fonte: Tecnoblog

Apple confirma integração do iPhone com o novo GPT-5

Apple confirma integração do iPhone com o novo GPT-5

Apple Intelligence no iPhone (imagem: João Vitor Nunes/Tecnoblog)

Resumo

Apple confirmou a integração do GPT-5 nos sistemas iOS 26, iPadOS 26 e macOS Tahoe 26, com lançamento global previsto para setembro de 2025.
A Siri deverá ter respostas mais consistentes e usuários poderão criar textos ou imagens com o ChatGPT de modo mais preciso.
GPT-5 é mais rápido, gera menos alucinações e inclui quatro modelos: GPT-5, GPT-5-chat, GPT-5-nano e GPT-5-mini.

A OpenAI anunciou o conjunto de modelos de linguagem GPT-5 para potencializar o ChatGPT, mas não exclusivamente. A novidade também será integrada a outros serviços. É o caso da Apple Intelligence, que ganhará suporte ao GPT-5 no iPhone, iPad e Mac.

A Apple confirmou a chegada do GPT-5 à Apple Intelligence ao 9to5Mac. E não vai demorar muito. Basta levarmos em conta que as versões finais dos sistemas iOS 26, iPadOS 26 e macOS Tahoe 26 são esperadas para o próximo mês, em escala global. São justamente essas versões que contarão com a novidade.

Digamos que essa é uma evolução natural. Enquanto o iOS 18, o iPadOS 18 e o macOS Sequoia 15 (as versões atuais) contam a Apple Intelligence baseada no GPT-4o, as novas versões desses sistemas trarão o conjunto de modelos de IA mais recente.

Na prática, a integração da Apple Intelligence com o GPT-5 significa que a Siri poderá obter respostas mais consistentes por meio do ChatGPT quando não puder trazer o resultado por conta própria, por exemplo.

O usuário também poderá acionar o ChatGPT quando quiser criar textos ou imagens a partir de prompts (instruções digitadas) ou até mesmo como ferramenta de inteligência visual: neste modo, a IA pode ser usada para dar informações a respeito de itens capturados pela câmera do iPhone.

Isso se o usuário concordar em ativar o ChatGPT na Apple Intelligence, é claro. Para quem o fizer, a Apple manterá os mecanismos de privacidade que permitem, por exemplo, ocultar endereços IP ou impedir que dados sensíveis sejam coletados pela OpenAI.

O que o GPT-5 traz de novo?

O GPT-5 é mais rápido na execução de tarefas de IA, de acordo com Sam Altman, CEO da OpenAI. Outro avanço importante está na capacidade do GPT-5 de produzir menos alucinações, isto é, de gerar respostas que não fazem sentido ou não condizem com aquilo que o usuário solicitou.

A novidade é composta por quatro modelos: GPT-5, GPT-5-chat, GPT-5-nano e GPT-5-mini. No ChatGPT, o modelo mais apropriado para cada tarefa será escolhido automaticamente, dispensando o usuário de ter que fazer essa seleção por conta própria.
Apple confirma integração do iPhone com o novo GPT-5

Apple confirma integração do iPhone com o novo GPT-5
Fonte: Tecnoblog

YouTube corta suporte a iPhones e iPads antigos; veja os modelos

YouTube corta suporte a iPhones e iPads antigos; veja os modelos

YouTube agora requer iOS 16 para funcionar em iPhones e iPads (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O YouTube para iPhone e iPad agora exige iOS 16, encerrando o suporte para versões anteriores.

Dispositivos com iOS 15 podem baixar apenas a última versão compatível do app, sem atualizações futuras.

A mudança afeta alguns aparelhos mais antigos, como o iPhone 6s/6s Plus, iPhone 7/7 Plus e iPad mini 4.

O aplicativo do YouTube vai deixar de atualizar em iPhones e iPads mais antigos. Nesta segunda-feira (02/06), o app passou a exigir iOS e iPadOS 16 para rodar nos dispositivos móveis da Apple, e sua nova versão (20.22.1), já disponível na App Store, não pode mais ser instalada ou atualizada em aparelhos com iOS 15 ou inferior.

Apesar disso, por enquanto, quem já tinha o app instalado ainda consegue usá-lo. Ao tentar baixar o YouTube em um dispositivo não compatível, a App Store oferece a instalação da “última versão compatível” com o sistema.

Quais dispositivos foram afetados?

Aparelhos com iOS 15, como o iPhone 7 (na imagem), não receberão mais atualizações do YouTube (foto: Jean Prado/Tecnoblog)

Todos os modelos que pararam no iOS 15 perderam a capacidade de instalar ou atualizar o app do YouTube oficialmente. A lista inclui:

iPhone 6s

iPhone 6s Plus

iPhone 7

iPhone 7 Plus

iPhone SE (1ª geração)

iPad Air 2

iPad mini 4

iPod touch (7ª geração)

Se você já tinha o aplicativo instalado antes da mudança, ele ainda deve funcionar, mas você não poderá atualizá-lo. Além disso, quem tentar instalar o app do zero verá a mensagem de que o YouTube agora requer o iOS 16, com a opção de baixar a última versão compatível.

App Store já exibe aviso para baixar última versão compatível do YouTube (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Se trocar de aparelho não for uma opção, ainda dá para assistir aos vídeos no YouTube pelo navegador, acessando youtube.com.

A experiência é mais limitada, mas alguns veem nisso uma oportunidade: usuários que não assinam o YouTube Premium tentam usar bloqueadores de anúncios. No ano passado, por exemplo, o navegador Brave, que permite esse tipo de bloqueio, ganhou destaque entre donos de iPhone.

Por que o YouTube fez essa mudança?

Ao elevar os requisitos mínimos, o YouTube pode incorporar novos recursos, oferecer mais segurança e melhorar a estabilidade do app.

Por outro lado, isso exclui dispositivos presos em versões antigas do sistema — um movimento comum em ciclos de atualização. A Netflix, por exemplo, deixou de funcionar completamente nas versões mais antigas do iOS.

Vale lembrar que, mesmo que o app siga funcionando por um tempo nesses aparelhos mais antigos, é possível que seja descontinuado no futuro, à medida que o Google encerre o suporte aos sistemas legados.

Com informações do MacRumors
YouTube corta suporte a iPhones e iPads antigos; veja os modelos

YouTube corta suporte a iPhones e iPads antigos; veja os modelos
Fonte: Tecnoblog

O que é um tablet? Conheça as principais linhas dessa categoria de dispositivos móveis

O que é um tablet? Conheça as principais linhas dessa categoria de dispositivos móveis

O design dos tablets prioriza portabilidade, conforto visual e interação direta pela tela (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Os tablets são dispositivos móveis portáteis que oferecem uma experiência prática para quem busca uma tela maior que a do smartphone, mas sem o peso e o tamanho de um notebook. Eles se destacam pela interface totalmente sensível ao toque, ideal para navegação, consumo de conteúdo, leitura e produtividade.

No mercado, há diversas linhas populares, como o iPad da Apple, os Galaxy Tab da Samsung, os modelos Tab da Lenovo e a linha Surface da Microsoft, que combinam características de tablet e notebook. Cada uma atende perfis diferentes, desde quem busca entretenimento até quem precisa de ferramentas para trabalhar.

A principal diferença entre um tablet, um computador e um smartphone está na proposta de uso. O tablet é mais leve e prático que um notebook, mas com uma tela maior e mais confortável do que a de um smartphone, funcionando como um meio-termo entre esses dispositivos.

Se você quer descobrir como funciona um tablet, entender seus tipos, vantagens e quando ele faz realmente sentido no seu dia a dia, acompanhe este guia e veja tudo o que precisa saber antes de escolher o seu.

ÍndiceO que é tablet?O que significa tablet?Para que serve o tablet?Quais são os principais tipos de tablet?Quais são as principais linhas de tablet?Qual é a história do tablet?Quais são os principais recursos de um tablet?Quais são as vantagens do tablet?Quais são as desvantagens do tablet?Qual a diferença entre tablet e notebook?Qual a diferença entre tablet e smartphone?

O que é tablet?

O tablet é um dispositivo móvel portátil, com tela sensível ao toque, que permite acessar a internet, usar aplicativos, assistir a vídeos, ler e realizar tarefas do dia a dia. Ele combina características de smartphones e notebooks, oferecendo mais mobilidade que um computador e uma tela maior que a de um celular.

O que significa tablet?

O termo “tablet” vem do inglês e significa literalmente “tábua” ou “prancha”. A palavra faz referência ao formato plano e retangular desses dispositivos, que lembram uma pequena lousa. Esse nome reflete a proposta do aparelho: uma superfície digital interativa, prática e fácil de transportar.

Dispositivos que ficam entre o smartphone e o notebook em tamanho, funções e portabilidade (Imagem: Reprodução/Samsung)

Para que serve o tablet?

O tablet é um dispositivo eletrônico de consumo versátil, indicado para quem busca praticidade no dia a dia. Suas principais funções estão ligadas ao consumo de conteúdo, como navegar na internet, assistir a vídeos, ler livros e acessar redes sociais. Também é muito utilizado para estudo, anotações, participação em aulas online e leitura de materiais digitais.

O dispositivo também pode ser usado em tarefas de produtividade como e-mails, documentos e videoconferências. Em modelos avançados, é possível até trabalhar com edição de vídeos e apps profissionais, aproximando a experiência de um computador. Por ser mais portátil que um notebook e ter tela maior que a de um smartphone, o dispositivo é interessante para quem precisa de mobilidade.

Quais são os principais tipos de tablet?

Existem diferentes tipos de tablets, que variam conforme o formato, os recursos e a proposta de uso. Eles podem ser desde modelos tradicionais, focados no consumo de conteúdo, até dispositivos híbridos que funcionam como notebook e tablet ao mesmo tempo, conhecidos como 2 em 1 ou tablet PC. As principais categorias de tablets são:

Tablet tradicional: modelo sem teclado físico, ideal para navegação, vídeos, leitura e aplicativos do dia a dia;

Tablet 2 em 1: possui teclado destacável, permitindo usar como tablet ou como notebook, oferecendo mais versatilidade;

Tablet conversível: o teclado não é removível, mas gira 360°, transformando o notebook em um tablet quando necessário;

Tablet PC: roda sistemas operacionais completos, como Windows, e oferece funcionalidades semelhantes às do funcionamento de um computador, atendendo quem precisa de produtividade mais robusta

Quais são as principais linhas de tablet?

O mercado de tablets oferece diversas opções, com modelos que atendem desde quem busca algo básico até quem precisa de alto desempenho. As linhas mais conhecidas são o iPad, da Apple, e o Galaxy Tab, da Samsung, além de marcas como Lenovo, Xiaomi, Huawei e Microsoft, que também oferecem dispositivos para diferentes perfis de uso. As principais linhas de tablets são:

Apple iPad: referência em desempenho, qualidade de tela e ecossistema de aplicativos, com versões como iPad, iPad Mini, iPad Air e iPad Pro;

Samsung Galaxy Tab: linha Android que vai de modelos de entrada, como o Galaxy Tab A, até os premium da série Galaxy Tab S, com suporte à S Pen;

Lenovo Tab: aposta no custo-benefício, com modelos ideais para consumo de conteúdo e tarefas simples;

Microsoft Surface: mistura de tablet e notebook, roda Windows e é voltado para produtividade e tarefas profissionais;

Huawei MatePad: linha com foco em design, multimídia e leitura, incluindo modelos com tela e-ink e suporte a caneta stylus;

Xiaomi Pad: tablets com Android e interface MIUI, com boa construção, desempenho sólido e preço competitivo.

Linha iPad: tablets com iPadOS, foco em desempenho, produtividade e integração com o ecossistema Apple (Imagem: Divulgação/Apple)

Qual é a história do tablet?

O conceito de tablet surgiu muito antes da tecnologia tornar isso possível. Desde o final do século XIX, dispositivos como o telautógrafo (1888) já permitiam transmitir escritos à distância, usando uma espécie de “tela” de papel.

Durante o século XX, a ideia de um computador portátil e plano apareceu em diversas obras de ficção científica, como o newspad do filme 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968) e os PADDs da série Star Trek (1966), antecipando o que hoje conhecemos como tablet.

Um PADD utilizado na série Star Trek (Imagem: Reprodução/Paramount Global)

No campo da tecnologia, o desenvolvimento dos tablets começou com os primeiros sistemas de pen computing, que permitiam a entrada de dados por meio de canetas digitais. O primeiro tablet comercialmente viável foi o GRiDPad, lançado em 1989, voltado para o mercado corporativo e militar. Ele era robusto, pesado e caro, mas já trazia a essência do tablet: tela plana sensível ao toque e portabilidade.

Nos anos 2000, a Microsoft popularizou o termo Tablet PC, lançando dispositivos que rodavam uma versão adaptada do Windows XP, com suporte a canetas e toques. Esses modelos, embora inovadores, enfrentaram limitações como peso elevado, alto custo e autonomia reduzida, o que impediu uma adoção em larga escala no mercado de consumo.

A grande transformação veio em 2010, com o lançamento do iPad, da Apple. Com uma interface intuitiva, bateria de longa duração e integração com a App Store, o iPad redefiniu o que era um tablet, tornando-o um dispositivo desejado por milhões de usuários no mundo todo.

Steve Jobs anunciando o iPad em 2010 (Imagem: Matt Buchanan/Wikimedia Commons)

A partir daí, o mercado se expandiu rapidamente, com o surgimento de linhas como Galaxy Tab (Samsung), Surface (Microsoft) e Lenovo Tab, cada uma oferecendo opções para entretenimento, estudo, produtividade e até uso profissional, consolidando o tablet como um dos dispositivos móveis mais versáteis da atualidade.

Quais são os principais recursos de um tablet?

Os tablets reúnem uma série de recursos que os tornam práticos, versáteis e ideais para diferentes tipos de uso, seja para entretenimento, estudos ou trabalho. Eles combinam uma interface intuitiva com funcionalidades que oferecem mobilidade e conectividade no dia a dia. Suas principais características são:

Tela sensível ao toque: geralmente de 7 a 13 polegadas, permite navegação, leitura e interação direta com os aplicativos;

Conectividade: Wi-Fi, Bluetooth e, em alguns modelos, suporte a redes móveis (4G ou 5G);

Câmeras: frontal e traseira para fotos, vídeos e videoconferências;

Bateria de longa duração: ideal para uso contínuo fora de casa ou do escritório;

Compatibilidade com acessórios: suporte para canetas stylus, teclados destacáveis e mouses em muitos modelos;

Sistemas operacionais móveis: como Android, iPadOS e Windows, otimizados para interação por toque;

Armazenamento interno: variando conforme o modelo, com algumas opções de expansão via cartão microSD (em tablets Android e Windows).

Quais são as vantagens do tablet?

O tablet oferece uma combinação de portabilidade, praticidade e facilidade de uso, sendo uma ótima escolha para quem busca um dispositivo leve, com boa tela e pronto para tarefas do dia a dia. Ele é ideal tanto para consumo de conteúdo quanto para atividades de estudo e produtividade leve. As principais vantagens de um tablet são:

Portabilidade: mais leve e compacto que um notebook, fácil de transportar;

Facilidade de uso: interface intuitiva, com navegação por toque;

Versatilidade: funciona bem para vídeos, leitura, jogos, estudos e reuniões online;

Bateria durável: autonomia que permite uso prolongado sem necessidade de recarga constante;

Inicialização rápida: liga rapidamente, sem tempo de espera como em muitos notebooks;

Tela maior que a do smartphone: proporciona mais conforto para ler, assistir, navegar e trabalhar;

Ótimo para desenho e anotações: muitos modelos são compatíveis com canetas stylus, que facilitam atividades criativas ou acadêmicas;

Funciona como segundo monitor: alguns modelos permitem estender a tela do notebook ou PC, otimizando o espaço de trabalho.

Alguns modelos permitem adicionar teclado e caneta, ampliando as possibilidades de uso (Imagem: Reprodução/Huawei)

Quais são as desvantagens do tablet?

Apesar de ser um dispositivo prático e versátil, o tablet tem algumas limitações, principalmente quando comparado a notebooks e desktops. Ele pode não atender bem quem precisa de alto desempenho, softwares específicos ou maior ergonomia para longas jornadas de trabalho. As principais desvantagens de um tablet são:

Desempenho limitado: alguns modelos não são ideais para tarefas pesadas, como edição de vídeo profissional ou softwares de engenharia;

Capacidade de armazenamento menor: alguns modelos não oferecem muita memória interna, e nem sempre têm expansão por microSD;

Poucas portas físicas: ausência de portas USB tradicionais, HDMI e outras conexões comuns em notebooks;

Ergonomia limitada: uso prolongado segurando o tablet pode ser desconfortável sem suporte ou teclado;

Dependência de aplicativos móveis: alguns apps têm menos recursos que as versões de desktop;

Custo dos acessórios: teclado, caneta e capas muitas vezes são vendidos separadamente, elevando o preço final.

Qual a diferença entre tablet e notebook?

O tablet é um dispositivo móvel mais leve e portátil, projetado para navegação, leitura, vídeos, redes sociais e tarefas de produtividade leve. Sua interface é totalmente sensível ao toque, e muitos modelos oferecem suporte a acessórios como teclados destacáveis e canetas, o que amplia suas funções, mas ainda dentro de um ecossistema de aplicativos móveis.

Já o notebook é um computador portátil mais completo, ideal para quem precisa de desempenho, multitarefa e acesso a softwares profissionais. Oferece mais armazenamento, conexões físicas e recursos para tarefas avançadas, como edição de vídeo e uso de planilhas complexas.

Tablet e notebook atendem propostas diferentes: o primeiro foca na portabilidade e na interação por toque, enquanto o segundo oferece mais desempenho e recursos para produtividade avançada (Imagem: Taras Shypka/Unsplash)

Qual a diferença entre tablet e smartphone?

O tablet é um dispositivo móvel com tela maior, geralmente entre 7 e 13 polegadas, pensado para oferecer mais conforto visual em atividades como leitura, vídeos, navegação e até produtividade leve. Embora alguns modelos permitam fazer chamadas, sua proposta não é substituir um celular, mas sim funcionar como uma plataforma intermediária entre o smartphone e o notebook.

Já o smartphone é um dispositivo compacto, focado em comunicação e mobilidade. Ideal para chamadas, mensagens, redes sociais e acesso rápido à internet, ele se destaca por estar sempre à mão e incluir recursos como GPS, câmeras e conexão constante à rede móvel.
O que é um tablet? Conheça as principais linhas dessa categoria de dispositivos móveis

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Fonte: Tecnoblog

iPad encontrado em rio ajuda polícia a desvendar série de crimes

iPad encontrado em rio ajuda polícia a desvendar série de crimes

iPad reforçou provas da investigação (foto: reprodução/Met Police)

Resumo

Um iPad encontrado no rio Tâmisa, em Londres, revelou movimentações e comunicações entre três criminosos procurados.
O trio foi condenado por tentativa de assassinato de Paul Allen, ex-lutador envolvido em um grande roubo, além de assaltos a um museu suíço e um condomínio.
A descoberta do dispositivo foi crucial para conectar os criminosos aos crimes e comprovar o planejamento do atentado contra Allen.

Um iPad encontrado no leito do rio Tâmisa, em Londres (Reino Unido), revelou informações que ajudaram a condenar um trio de criminosos pela tentativa de assassinato de um dos envolvidos no maior roubo da história do país.

Além do atentado, os três homens condenados — Louis Ahearne, Stewart Ahearne e Daniel Kelly — também roubaram um museu e assaltaram um condomínio.

Quais foram os crimes cometidos?

Kelly e os irmãos Ahearne planejaram um atentado contra Paul Allen. Allen é um ex-lutador que participou do maior roubo da história do Reino Unido, quando ele e outros bandidos fortemente armados levaram cerca de 54 milhões de libras de uma empresa de segurança. Por este crime, ele ficou preso até 2016.

Em julho de 2019, o trio de criminosos disparou seis vezes contra Allen, quando ele estava em sua casa, próxima a Londres. Um dos tiros acertou sua coluna, deixando-o paraplégico.

O atentado não é o único crime na ficha dos três bandidos. Um mês antes, em junho de 2019, eles roubaram peças de porcelana de um museu em Genebra, na Suíça, avaliadas em 2,76 milhões de libras. No dia anterior aos disparos contra Allen, o trio assaltou um condomínio fechado.

Louis Ahearne (esquerda), Daniel Kelly (centro) e Stewart Ahearne (direita) foram condenados (foto: reprodução/Met Police)

O roubo do museu, inclusive, foi o motivo da prisão do trio, que tentou vender as peças, chamando a atenção das autoridades. Durante a investigação destes crimes, a polícia encontrou indícios de que eles haviam participado do ataque a Allen, mas uma pista ajudou a amarrar todas as partes e condenar o grupo.

Como o iPad ajudou na investigação?

Em outubro de 2024, Louis Ahearne apresentou sua defesa. Um detalhe intrigou os investigadores: o acusado contou que o trio fez uma parada próximo ao rio Tâmisa, e que esperava que imagens de câmeras mostrassem que ele estava “pegando ar fresco” enquanto Daniel Kelly desaparecia próximo ao rio.

Sabendo desta informação, os investigadores resolveram vasculhar o leito do rio, na área próxima à margem. Foi aí que eles descobriram o iPad. O item foi uma surpresa. Um dos detetives confessou que esperava encontrar uma arma, não um tablet.

O aparelho ainda estava com um chip de operadora. O registro de ligações mostrou que Kelly e os irmãos Ahearne se comunicavam regularmente. A linha também estava vinculada a aparelhos de GPS, usados para rastrear o carro de Paul Allen.

Além disso, o tablet tinha contas de email ligadas a Kelly. Nelas, a polícia achou compras de celulares sem registro em lojas online. Os aparelhos foram usados para arquitetar o crime.

Segundo a BBC, a descoberta do iPad surpreendeu Kelly, que ficou sabendo desta informação pouco antes do julgamento começar. Imagens da prisão mostram o criminoso enfurecido contra seu antigo parceiro: “E aí, como está a vida de informante?”, Kelly gritou.

Apesar disso, ainda não se sabe qual foi a motivação do crime. Os procuradores do caso descreveram Paul Allen como um bandido de carreira, enquanto os irmãos Ahearne e Daniel Kelly faziam parte de uma organização criminosa. Uma das hipóteses é que o crime tenha sido resultado de uma disputa envolvendo grupos rivais.

As investigações vão continuar. “Este é um daqueles casos que você continua procurando e continua encontrando”, afirmou o detetive Matthew Webb.

Com informações da BBC, Daily Mail, Sky News e Independent
iPad encontrado em rio ajuda polícia a desvendar série de crimes

iPad encontrado em rio ajuda polícia a desvendar série de crimes
Fonte: Tecnoblog

iPad básico agora tem chip A16 e o dobro de armazenamento, mas não traz IA

iPad básico agora tem chip A16 e o dobro de armazenamento, mas não traz IA

iPad atualizado traz chip A16 e até 512 GB de armazenamento (imagem: reprodução/Apple)

Resumo

Além de apresentar a nova geração do iPad Air, a Apple anunciou uma atualização no iPad básico.
O modelo agora conta com chip A16 e o dobro de armazenamento, chegando a 512 GB, mas não é compatível com a IA do Apple Intelligence.
Disponível nas cores azul, rosa, amarela e prateada, os preços variam entre R$ 4.499 e R$ 10.099 no Brasil. Ainda não há data oficial de lançamento no país.

Além de revelar a nova geração do iPad Air, a Apple anunciou uma atualização no iPad básico. O tablet agora conta com chip A16 e tem o dobro de capacidade de armazenamento de dados. Mas há um porém: a versão atualizada não é compatível com os recursos de IA do Apple Intelligence.

Segundo a Apple, o A16 permite ao novo iPad oferecer 50% mais desempenho do que o iPad com chip A13 Bionic. Em relação ao iPad com chip A14 Bionic, lançado em 2022, o ganho de desempenho é estimado em 30%. A companhia também afirma que o A16 permite que a bateria do tablet dure o dia todo.

Tão ou mais interessantes são as novas capacidades de armazenamento. Agora, o iPad conta com versões com 128 GB, 256 GB e 512 GB de capacidade. Esta última opção é inédita na linha. Já a versão com 64 GB não é mais produzida (ainda bem, 64 GB são uma capacidade muito limitada para os dias atuais).

Entre as demais características de hardware estão:

tela Liquid Retina (LCD) de 11 polegadas e resolução de 2360×1640 pixels

câmera traseira de 12 megapixels

câmera frontal de 12 megapixels centralizada acima da tela

Wi-Fi 6 e, nas versões Cellular, 5G sub-6 GHz e LTE

Bateria com 29 Wr (autonomia de até 10 horas na reprodução de vídeo)

Por que o iPad atualizado não suporta o Apple Intelligence?

Porque, apesar de permitir que o iPad tenha mais desempenho geral, o chip A16 não conta com recursos nativos suficientes para a execução local das funções de inteligência artificial do Apple Intelligence.

Vale lembrar que o A16 foi lançado originalmente em 2022, quando o Apple Intelligence ainda não existia. Quem quiser contar com esse recurso vai ter que recorrer a um modelo mais avançado do tablet, a exemplo do iPad Air com chip M3, também recém-anunciado pela Apple.

iPad básico com chip A16 (imagem: divulgação/Apple)

Quais os preços do iPad com chip A16?

No Brasil, o iPad com chip A16 tem os seguintes preços oficiais (sem considerar eventuais descontos ou promoções):

iPad com 128 GB: R$ 4.499 (Wi-Fi) ou R$ 6.499 (Wi-Fi + Cellular)

iPad com 256 GB: R$ 5.699 (Wi-Fi) ou R$ 7.699 (Wi-Fi + Cellular)

iPad com 512 GB: R$ 8.099 (Wi-Fi) ou R$ 10.099 (Wi-Fi + Cellular)

O iPad atualizado está disponível nas cores azul, rosa, amarela e prateada. Apesar de todas essas opções já estarem listadas no site brasileiro da Apple, ainda não há informação sobre lançamento oficial do tablet no Brasil. Nos Estados Unidos, porém, o lançamento está marcado para 12 de março.
iPad básico agora tem chip A16 e o dobro de armazenamento, mas não traz IA

iPad básico agora tem chip A16 e o dobro de armazenamento, mas não traz IA
Fonte: Tecnoblog