Category: Internet

Google segue Meta e remove links de notícias para não pagar taxa no Canadá

Google segue Meta e remove links de notícias para não pagar taxa no Canadá

O Google não vai mais usar conteúdo ou links de notícias de sites canadenses. A empresa alterou suas políticas em resposta a uma nova lei do país, que determina que empresas de tecnologia devem pagar uma taxa às companhias jornalísticas. Antes, a Meta tinha tomado a mesma atitude com Facebook e Instagram.

Google (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Com a medida, o Google deixará de colocar links para sites jornalísticos canadenses na busca, no Google Notícias e no Discover, que fica no aplicativo e no Chrome em dispositivos móveis. O Google News Showcase, que dá destaque às notícias locais, também deixará de funcionar no país.

A empresa se preparou para este cenário: os testes para remover links para páginas de notícias começaram em fevereiro de 2023, quando a lei ainda era discutida. A remoção será colocada em prática assim que a lei começar a valer.

Isso é só questão de tempo: o texto do Online News Act foi aprovado pelo Senado do Canadá e entrará em vigor daqui a seis meses.

Lei cria compromisso financeiro sem limites, diz Google

“A decisão sem precedentes de colocar um preço nos links (a chamada ‘taxa do link’) cria incerteza para nossos produtos e nos expõe a um compromisso financeiro sem limites, apenas por facilitar que os canadenses tenham acesso às publicações do país”, diz o post publicado pelo Google e assinado por Kent Walker, presidente de relações globais da empresa.

Segundo o executivo, o Google estava há um mais de um ano avisando que esta abordagem era uma tentativa incorreta de apoiar o jornalismo, o que poderia resultar em mudanças profundas nos produtos das empresas.

A empresa queria que a remuneração fosse apenas pelo conteúdo e não pelos links, mas os parlamentares canadenses não aceitaram a ideia.

Meta tira conteúdo jornalístico de Facebook e Instagram

Na quinta-feira passada (22), a Meta removeu todo o conteúdo jornalístico do Facebook e do Instagram, antes mesmo de a lei começar a vigorar.

Para a empresa, esse tipo de material não tem relevância financeira para os negócios. Assim, ele não mereceria uma compensação financeira.

O Canadá não é o primeiro país a instituir uma lei do tipo. A Austrália conta com uma regulação semelhante. Após ameaçar medidas parecidas, Google e Meta fecharam acordos com as empresas jornalísticas e continuaram a incluir links para notícias em seus produtos.

Com informações: The Verge, BBC
Google segue Meta e remove links de notícias para não pagar taxa no Canadá

Google segue Meta e remove links de notícias para não pagar taxa no Canadá
Fonte: Tecnoblog

Reddit quer forçar reabertura de comunidades que continuam protestando

Reddit quer forçar reabertura de comunidades que continuam protestando

Já faz duas semanas que comunidades do Reddit estão em fechadas, em protesto contra cobranças pelo uso da API da plataforma. A empresa, como você pode imaginar, não está gostando nem um pouco disso. Ela enviou mensagens a moderadores e cobrou planos para reabertura, dizendo que os subreddits não podem continuar em modo privado.

App do Reddit no iPhone (Imagem: Ronaldo Gogoni/Tecnoblog)

As mensagens foram enviadas por usuários administradores, que são funcionários da empresa, aos moderadores dos subreddits que continuam fechados.

Nelas, o Reddit é vago, mas estipula um prazo por volta de quinta-feira (29) para uma resposta sobre qual é o planejamento para reabertura.

“Tudo bem querer esperar um pouco para considerar planos futuros de moderação, mas isso deve ser feito em uma configuração ‘restrita’, no mínimo”, diz uma das mensagens obtidas pelo Verge. “Esta comunidade não ficará em modo privado além do cronograma que permitimos para confirmação dos planos.”

Em outra conversa, a mesma conta de administrador do Reddit diz que manter as comunidades em modo privado será considerado uma violação da regra 4 do código de conduta da moderação, que exige que os moderadores estejam ativos e engajados. Caso isso aconteça, a empresa iria tomar as medidas necessárias.

Desde então, alguns moderadores reabriram seus subreddits, mas os colocaram em modos de arquivo. Assim, novos posts são automaticamente removidos.

Protesto foi sentido até pelo Google

No modo restrito, só usuários aprovados podem postar, mas o subreddit fica visível para todos.

Esse é um ponto importante: várias pessoas visitam comunidades apenas para obter informações. Limitar a visibilidade afeta diretamente o tráfego do Reddit e as receitas de publicidade.

Até mesmo o Google parece ter sofrido o impacto do protesto. Em um áudio vazado, Prabhakar Raghavan, vice-presidente de pesquisa da empresa, diz que os usuários do buscador não estavam felizes com o protesto.

Acrescentar “reddit” à busca virou um truque comum para driblar textos rasos e genéricos. Assim, o usuário cai direto nas respostas que pessoas reais postam nos subreddits. Com as comunidades fechadas, isso deixa de funcionar.

Usuários do Reddit são contra cobranças pela API

Os protestos começaram no dia 12 de junho, quando cerca de 7 mil subreddits foram colocados em modo privado por seus moderadores. De lá para cá, muitas comunidades reabriram, enquanto outras aderiram a manifestações de maneira criativa.

O motivo é a cobrança pela API da rede. Segundo a empresa, esta é uma forma de se proteger contra o treinamento de inteligências artificiais usando dados da plataforma. No entanto, a nova política inviabilizou vários apps de terceiros, que eram os preferidos dos usuários.

Com informações: The Verge
Reddit quer forçar reabertura de comunidades que continuam protestando

Reddit quer forçar reabertura de comunidades que continuam protestando
Fonte: Tecnoblog

Facebook e Instagram não terão mais notícias no Canadá

Facebook e Instagram não terão mais notícias no Canadá

A Meta anunciou que não exibirá mais conteúdo e links de jornalismo nos feeds do Facebook e do Instagram no Canadá. Nesta quinta-feira (22), o país aprovou uma lei que obriga plataformas online a pagar sites de notícias e reportagens. Em resposta, a empresa removeu este tipo de publicação de suas plataformas.

Bandeira do Canadá (Imagem: abdallahh/Wikimedia Commons)

“Confirmamos que a disponibilidade de notícias será encerrada no Facebook e no Instagram para todos os usuários no Canadá, antes do Online News Act passar a valer”, diz um comunicado da Meta.

Online News Act é o nome da legislação aprovada pelo Senado do Canadá. Faltam apenas formalidades para o texto entrar em vigo.

Enquanto a norma estava em discussão, a Meta adiantou que esse seria o caminho tomado por ela.

Em maio, Rachel Curran, chefe de políticas públicas da empresa no Canadá, disse que as notícias não têm valor econômico para a Meta. Por isso, não faria sentido uma compensação financeira.

Os testes para remover os conteúdos e links jornalísticos das plataformas começaram em 1º de junho, envolvendo uma pequena porcentagem dos usuários no Canadá.

Google diz que lei é “impraticável”

A Meta não é a única grande empresa de tecnologia afetada pela lei. A Alphabet, controladora do Google, também vai precisar adequar seu produto às novas normas.

Na quinta-feira (22), um porta-voz do Google disse que a lei é “impraticável” e que a empresa quer trabalhar com o governo urgentemente para chegar a um acordo.

A gigante das buscas argumentou que a proposta canadense era mais ampla do que as aprovadas na Austrália (onde o Google fechou um acordo com as publicações) e na Europa.

A empresa considerou que a medida colocava preço nos links para matérias que aparecem nos resultados de pesquisas e podia se aplicar a sites que não produzem notícias.

O Google propôs algumas alterações, como pagar apenas por conteúdo e não por links, e limitar os repasses apenas a sites que produzem matérias e que atendam a padrões jornalísticos. As autoridades canadenses, porém, não mudaram a proposta.

Com informações: Reuters, Ars Technica, TechCrunch
Facebook e Instagram não terão mais notícias no Canadá

Facebook e Instagram não terão mais notícias no Canadá
Fonte: Tecnoblog

Como desconectar a Netflix da TV e de outros aparelhos

Como desconectar a Netflix da TV e de outros aparelhos

Você pode desconectar a Netflix da TV por meio do botão “Sair” localizado no menu de ajuda. O serviço de streaming também permite usar o gerenciador de aparelhos para desconectar todos os dispositivos e aplicativos de forma remota. Veja o passo a passo completo a seguir.

Netflix (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como sair da Netflix na smart TV

Tempo necessário: 3 minutos. A opção de sair da conta da Netflix nas smart TVs fica escondida dentro da seção de ajuda. Veja o passo a passo para encontrar esse menu: Entre no aplicativo da Netflix Entre no aplicativo da Netflix e selecione um perfil na tela inicial. Após a interface carregar, pressione o botão direcional esquerdo do controle remoto para abrir o menu lateral, e vá até a opção Ajuda, localizado no canto inferior direito. Em seguida, pressione o botão OK ou Enter do controle remoto. Vá até a opção de logout Pressione o botão direcional para baixo até a opção Sair, e em seguida aperte a tecla OK ou Enter do seu controle remoto. Confirme que você irá deslogar a conta Na opção Deseja realmente sair?, entre na opção Sim Logout concluído A conta da Netflix foi deslogada com sucesso.

Como desconectar a Netflix de aparelhos remotamente

É possível ver os aparelhos conectados na Netflix e fazer o logout dos dispositivos indesejados. Confira o passo a passo:

No seu celular Android ou iPhone, abra o aplicativo da Netflix. No canto superior direito, clique no ícone do perfil, e depois em Conta

Na seção Segurança e Privacidade, entre em Gerenciar acessos e aparelhos

Nessa tela é possível ver os aparelhos conectados na Netflix. Escolha o dispositivo indesejado e clique em Sair

Caso prefira, você também pode utilizar a opção Sair da conta Netflix em todos os aparelhos. Nesse caso, será necessário fazer o login novamente em todos os dispositivos.

Posso desconectar a Netflix de outros dispositivos pela TV?

O aplicativo da Netflix para smart TV não permite gerenciar quais dispositivos possuem acesso à sua conta. Você deve acessar o serviço de streaming pelo celular ou computador para fazer o procedimento.

Posso bloquear a Netflix de algum aparelho?

Você consegue desconectar um aparelho da sua conta da Netflix, mas não é possível bloquear o acesso à plataforma. Caso queira impedir a utilização, desconecte o dispositivo e altere a senha.

Quantos aparelhos podem usar a mesma conta da Netflix?

Não existe um limite de aparelhos conectados nas contas da Netflix. No entanto, existe um número máximo de transmissões simultâneas dependendo da opção de assinatura. Além disso, a Netflix limita o compartilhamento de conta, e para utilizar em mais de uma residência de forma simultânea é necessário pagar uma taxa adicional

Esses são os limites dos planos da Netflix:

Plano Padrão com anúncios: 1 tela

Plano Básico: até 2 telas simultâneas

Plano Padrão: até 2 telas simultâneas

Plano Premium: até 4 telas simultâneas

Como mudar a senha da Netflix

Além de desconectar o aparelho, alterar a senha atual pode ser uma alternativa para impedir que dispositivos indesejados voltem a se conectar na sua conta. Para isso, você deve mudar a senha da Netflix.
Como desconectar a Netflix da TV e de outros aparelhos

Como desconectar a Netflix da TV e de outros aparelhos
Fonte: Tecnoblog

Apple pode ajudar a pagar contratação de Messi por time dos EUA

Apple pode ajudar a pagar contratação de Messi por time dos EUA

Vencedor da Copa do Mundo e um dos maiores da história do futebol, Lionel Messi vai mudar de time na próxima temporada. O argentino foi contratado pelo Inter Miami, dos EUA. Segundo informações de bastidores, até a Apple vai ajudar a pagar o craque, com dinheiro do streaming dos jogos.

Camisa da Argentina com nome de Messi (Imagem: Thomas Couto/Flickr)

De acordo com a ESPN americana, o contrato de Messi com o Inter Miami inclui uma fatia das receitas de novos assinantes do MLS Season Pass, vendido pela Apple TV.

O pacote está disponível no Brasil e custa R$ 39,90 mensais. Assinantes do Apple TV+ pagam um pouco menos: R$ 34,90 por mês. Outra opção é pagar pelo restante da temporada, que vai até 9 de dezembro: R$ 99 para não-assinantes e R$ 79 para assinantes.

Esta é a primeira temporada da parceira entre a Apple TV e a MLS. A plataforma de streaming comprou a exclusividade dos direitos de TV da liga. O acordo vai até 2032 e custou US$ 2,5 bilhões para a empresa de Cupertino.

Messi é considerado a maior contratação da história da MLS, superando a chegada de David Beckham ao LA Galaxy em 2007.

O inglês é, inclusive, presidente e um dos donos do Inter Miami. Segundo a ESPN, uma das cláusulas do contrato daria ao próprio Messi a opção de se tornar um dos proprietários do time.

Com um dos melhores jogadores de futebol do mundo, espera-se que o interesse pelo campeonato cresça, trazendo mais assinantes para o MLS Season Pass.

Apple investe em streaming e esportes

A Apple vem investindo em serviços nos últimos anos, como forma de diversificar suas receitas e depender menos das vendas de hardware. O Apple TV+, com filmes e séries originais, é um dos frutos desse plano.

Para atrair novos assinantes, a plataforma foi além de documentários e obras de ficção, entrando também no terreno dos esportes.

Além da MLS, o Apple TV+ conta com transmissão de jogos da MLB, principal liga de beisebol dos EUA. Todas as sextas, a plataforma de streaming conta com duas partidas exclusivas, ao vivo.

A Apple não está sozinha neste interesse por esportes ao vivo no streaming. No Brasil, Amazon Prime Video, Paramount+, HBO Max e Star+, entre outros, transmitem jogos de futebol pela internet.

Com informações: The Verge, MacRumors
Apple pode ajudar a pagar contratação de Messi por time dos EUA

Apple pode ajudar a pagar contratação de Messi por time dos EUA
Fonte: Tecnoblog

Site de torrents RARBG foi de base e até guerra na Ucrânia é um dos motivos para o fim

Site de torrents RARBG foi de base e até guerra na Ucrânia é um dos motivos para o fim

E finalmente a crise bateu em um dos sites mais populares da internet. Não, não estamos falando de nenhuma Big Tech ou empresa com serviços de assinaturas, mas sim do RARBG, um site de torrents. O RARBG comunicou nesta quarta-feira (31) o fim das suas atividades em seu site, com uma “cartinha” explicando os motivos.

RARBG era um dos maiores sites de torrents do mundo (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Lançado em 2007 ou 2008 (não há clareza sobre a data de criação), o RARBG pode, digo, poderia ser considerado o verdadeiro site de “torrents mais resiliente da galáxia” — título que o Pirate Bay usa para si. Nesses 16 anos de funcionamento, o RARBG viu seus concorrentes caírem e serem caçados por órgãos governamentais. Porém, sua página só sofria alterações na URL — e bloqueios em alguns países.

RARBG encerra as suas atividades e revela dificuldades na operação

No anúncio publicado em uma das suas páginas, a equipe do RARBG publicou uma carta anunciando o fim das atividades e o motivo para isso. No texto, a equipe restante informa que os últimos dois anos foram muito difíceis para o RARBG. Formado por voluntários de diferentes países, a carta de adeus divulga as dificuldades e problemas enfrentados pelo time:

Pandemia de Covid-19: De acordo com o anúncio, alguns membros da equipe morreram por causa da doença, enquanto outros continuam com efeitos de Covid longa e “incapazes de trabalhar” — aspas da carta do RARBG.

Guerra da Rússia contra a Ucrânia: Alguns membros do RARBG estão lutando no conflito e, como destaca a nota em letras maiúsculas, “nos dois lados”. Criado na Bulgária (por isso há um BG no nome), manter um site desse tamanho exige muita gente. A Guerra Russo-Ucraniana conta com voluntários de outras nações europeias, então há a possibilidade que até membros do RARBG de outros países estejam envolvidos no conflito.

Inflação: O aumento dos preços dos data centers na Europa atingiu o RARBG “muito forte”. Aqui o site de torrent “sente na pele” o que outras Big Techs e os consumidores em geral enfrentam. A economia global sofre em 2023 com a inflação, efeitos da Guerra Russo-Ucraniana e juros elevados.

Página do RARBG tem carta explicando motivos para encerrar o site (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

A carta termina informando que a decisão de encerrar o site foi unânime entre os membros restantes do RARBG. Você ainda pode acessar as outras URLs do site, mas as datas dos últimos uploads são de alguns dias atrás.
Site de torrents RARBG foi de base e até guerra na Ucrânia é um dos motivos para o fim

Site de torrents RARBG foi de base e até guerra na Ucrânia é um dos motivos para o fim
Fonte: Tecnoblog

TikTok vai pagar criadores de filtros e efeitos que viralizarem

TikTok vai pagar criadores de filtros e efeitos que viralizarem

Nenhuma rede social se mantém sem conteúdo produzido pelos usuários, e uma forma de incentivar isso é bem simples: pagando. O TikTok vai um pouco além e também dará dinheiro para quem criar filtros e efeitos que fizerem sucesso nos vídeos curtos. A plataforma anunciou um fundo de US$ 6 milhões para esses criadores.

TikTok (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O programa de recompensas vai dar US$ 700 (cerca de R$ 3,5 mil) por 500 mil vídeos que usarem um determinado filtro ou efeito em 90 dias. Acima disso, o pagamento é de US$ 140 (cerca de R$ 700) adicionais a cada 100 mil vídeos.

Na contagem, só entra um vídeo por usuário por dia — ou seja, se o mesmo usuário postar vários vídeos com o mesmo efeito na mesma data, só o primeiro será levado em consideração para o pagamento.

Assim, o TikTok atende uma antiga reivindicação de artistas, que não ganhavam nenhum centavo com filtros, por mais que eles viralizassem e fossem usados em trends, por exemplo.

Mesmo assim, é uma quantia bem tímida: 500 mil vídeos em 90 dias é um mínimo bastante alto, e US$ 6 milhões é pouco perto do fundo de US$ 1 bilhão para criadores de conteúdo.

Além disso, muitos dos filtros e efeitos mais usados na rede são criados pelo próprio TikTok. Portanto, quem for investir nisso terá que competir com as ferramentas da própria empresa.

Os artistas também fazem parcerias com marcas e vendem seus filtros fora da plataforma para ganhar dinheiro.

Concorrente do TikTok também investe em conteúdo

Outra rede de vídeos curtos que fez mudanças na monetização para atrair criadores foi o YouTube Shorts.

Em fevereiro de 2023, a plataforma passou a dividir o dinheiro de publicidade com os produtores de conteúdo. Eles passaram a ficar com 45% das receitas de anúncios.

Antes, a única fonte de renda era um fundo de US$ 100 milhões, que pagava US$ 0,04 por milhar de visualizações.

Com informações: TikTok, The Verge
TikTok vai pagar criadores de filtros e efeitos que viralizarem

TikTok vai pagar criadores de filtros e efeitos que viralizarem
Fonte: Tecnoblog

Imgur vai banir imagens de pornografia de seus servidores

Imgur vai banir imagens de pornografia de seus servidores

O Imgur, site gratuito para hospedar imagens, anunciou na quarta-feira (19) que vai alterar os termos de serviço para todos os usuários. Como resultado, as pessoas não poderão mais realizar o upload de imagens com conteúdo de “nudez, pornografia e sexualidade explícita”. Aqueles que têm esse tipo de arquivo nos servidores da página podem realizar o download para suas máquinas pessoais até o dia 14 de maio de 2023.

Imgur (Imagem: Reprodução / Internet)

As mudanças vão se tornar efetivas a partir do dia 15 de maio. Segundo a postagem no blog da empresa, manter esse tipo de arquivo poderia trazer problemas à marca:

O conteúdo explícito e ilegal tem historicamente representado um risco para a comunidade do Imgur e seus negócios. Não permitir o seu upload permitirá que a companhia aborde esses riscos e proteja o futuro da nossa comunidade.

A página ainda permitirá fotos de nudez artística. Contudo, como o site ainda está calibrando a detecção automatizada nesses estágios iniciais, alguns conteúdos que podem ter sido permitidos sob “exceções artísticas” anteriormente podem não se aplicar dessa vez.

Além disso, o Imgur informou que pretende deixar tudo bastante claro para a sua base de usuários. De acordo com a marca, se uma pessoa realizar o upload de alguma imagem que é considerada uma violação dos termos, ela será notificada rapidamente. O arquivo também acabará sendo excluído consequentemente.

Por fim, a empresa disse que não dará advertências ou suspenderá contas quando alguém tentar adicionar esse tipo de conteúdo aos servidores da companhia.

Página inicial do Imgur (Imagem: Reprodução / Internet)

Imagens antigas também poderão ser excluídas

O Imgur também informou que vai focar em “remover conteúdo antigo, não utilizado e inativo, que não esteja vinculado a uma conta de usuário de nossa plataforma”. Porém, a página não apresentou detalhes ou características específicas sobre o que seriam esses arquivos antigos.

Para tentar minimizar o impacto dessas mudanças perante a comunidade, a empresa disse que vai fazer uso tanto de uma detecção automática quanto de uma revisão humana. Ela ainda pede para que os usuários continuem reportando violações dos termos por outras pessoas.

É importante lembrar que o Imgur é uma entre várias opções de sites para hospedar imagens grátis. Vale conhecer outras plataformas sempre que possível.

Com informações: The Verge.
Imgur vai banir imagens de pornografia de seus servidores

Imgur vai banir imagens de pornografia de seus servidores
Fonte: Tecnoblog

Winamp é relançado, mas não do jeito que você pensa

Winamp é relançado, mas não do jeito que você pensa

Se você viveu a época em que Spotify e Apple Music não existiam, talvez guarde lembranças do Winamp. Lançado em 1997, o software foi o mais popular reprodutor de MP3 para Windows durante anos. Agora, o Winamp está de volta, mas com uma nova proposta: ser um agregador online de músicas e podcasts.

Winamp online (imagem: divulgação/Llama Group)

O player clássico continua existindo. Ele foi relançado em 2018 e, desde então, vem recebendo atualizações. Apesar de estarmos na era do streaming, o Winamp “normal” registra 83 milhões de usuários, 10,3% dos quais são brasileiros — somos a maior parcela. É o que afirma o Llama Group, responsável pelo software.

Mas a meta é alcançar uma base global de 250 milhões de usuários. É aí que a versão online entre em cena.

Um Winamp que não tem cara de Winamp

O novo Winamp não lembra em nada o reprodutor clássico. Não espere encontrar nele as skins personalizáveis ou o equalizador que caracterizam a versão original.

Na verdade, o Winamp online é uma plataforma de streaming, mas com uma dinâmica diferente: o usuário procura artistas ou produtores de conteúdo para se conectar. Para muitos deles, é necessário pagar uma assinatura mensal para usufruir das músicas ou podcasts.

Assinatura no Winamp online (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Alguns artistas e podcasts não cobram nada para dar acesso total ou parcial ao seu conteúdo. Outros cobram valores que começam em 1 dólar ou euro por mês para permitir acesso completo.

Na área Fanzone do serviço, os artistas e produtores podem oferecer recursos adicionais aos apoiadores, como lançamentos antecipados e, bom, NFTs.

Em troca, o Winamp fica com 15% das assinaturas, além de cobrar US$ 55 anuais de cada artista ou produtor após o primeiro ano na plataforma. É bem mais do que a média de 8% cobrada pelo Patreon, como ressalta a Fast Company.

Será que vinga?

O desafio é grande. Para começar, cada artista ou produtor de conteúdo interessado tem que se cadastrar na plataforma. Não espere, portanto, encontrar nomes como Metallica, Lady Gaga ou BTS (pelo menos por enquanto). O Winamp online está mais para um canal de apoio para a cena indie ou independente.

Winamp clássico e suas skins (imagem: reprodução/Winamp Skin Museum)

Além disso, com serviços como Spotify, Apple Music e Deezer cobrando valores relativamente módicos para dar acesso a milhões de músicas e podcasts, é difícil imaginar um número grande de usuários aderindo à ideia.

Talvez a proposta do novo Winamp fique mais interessante nos próximos meses. No terceiro trimestre, o Llama Group pretende lançar aplicativos da plataforma para iOS e Android, além de clientes para Windows e Mac no final de 2023. Também está nos planos uma integração com serviços como o Spotify.
Winamp é relançado, mas não do jeito que você pensa

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Fonte: Tecnoblog

Claro reduz velocidade de upload em plano de internet fixa

Claro reduz velocidade de upload em plano de internet fixa

Após anunciar um novo plano de banda larga de 750 Mb/s, a Claro foi na contramão do mercado e reduziu pela metade o upload do pacote de 500 Mb/s. Anteriormente, a velocidade máxima de envio era de 100 Mb/s, e a operadora passou a comercializar o serviço com apenas 50 Mb/s.

Claro (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O corte no upload afeta os planos oferecidos via cabo coaxial (HFC). Nas localidades atendidas com fibra óptica pura (FTTH), a banda larga de 500 Mb/s possui upload de 250 Mb/s. De acordo com os dados de fevereiro da Anatel, 89,4% dos clientes de banda larga fixa da Claro utilizam tecnologia via cabo coaxial.

Que confusão

As velocidades da Claro chamaram atenção principalmente quando a operadora lançou o novo pacote de 750 Mb/s com apenas 50 Mb/s de upload.

Inicialmente pensei que a Claro havia se equivocado. Como o plano de 500 Mb/s tinha upload de 100 Mb/s, faria sentido se o pacote de 750 Mb/s tivesse velocidade de envio igual ou superior.

Na manhã de quarta-feira (6), a Claro entrou em contato com o Tecnoblog e informou que a velocidade de upload do plano de 500 Mb/s era, na verdade, 50 Mb/s em vez de 100 Mb/s como publicado na tabela.

Questionei a Claro se houve redução na velocidade de envio, pois conheço usuários do plano de 500 Mb/s que possuem upload de 100 Mb/s. A operadora enviou a seguinte resposta:

A Claro não reduz a velocidade de upload do 500Mega. A velocidade padronizada para todas as localidades atendidas com cabo/HFC é até 50Mbps. Algumas regiões podem alcançar mais, mas no site é informado a velocidade padronizada.

Imediatamente corri ao site da Claro, que continuava os mesmos 100 Mb/s de upload no plano de 500 Mb/s. Por conta da divergência de informações, encaminhei as capturas de tela para a empresa e pedi um novo posicionamento.

Versão anterior do site da Claro mostrava upload de até 100 Mb/s em plano de 500 Mb/s (Imagem: Reprodução)

Na noite de quarta-feira (6), o site da Claro havia sido atualizado. Para minha surpresa, o upload do plano de 500 Mb/s havia sido realmente reduzido para 50 Mb/s, em vez dos 100 Mb/s de praxe.

Claro atualizou o site e reduziu uploade para 50 Mb/s em plano de 500 Mb/s (Imagem: Reprodução)

O Tecnoblog entrou novamente em contato com a Claro e solicitou um posicionamento sobre a redução na velocidade de upload, mas a operadora não respondeu até a publicação da matéria.

Vivo, TIM e Oi superam Claro no upload

Entre as grandes operadoras, a Claro possui as menores taxas de upload. Existe uma razão para isso: a maioria dos contratos da empresa são servidos via cabo coaxial, que possuem maior limitação técnica na velocidade de envio.

Serviços como Vivo Fibra, Oi Fibra e TIM Ultrafibra utilizam fibra óptica pura (FTTH), que permite maior velocidade de upload. A própria Claro aposta nessa tecnologia nas novas cidades e tem feito sobreposição do cabo coaxial em algumas regiões, mas a tecnologia só atinge 9,6% dos contratos.

A diferença no upload é gritante:

enquanto a Claro oferece 50 Mb/s de upload no plano de 500 Mb/s via cabo, Vivo Fibra, Oi Fibra e TIM Live oferecem 250 Mb/s em pacotes similares;

na internet via cabo de 1 Gb/s, a Claro tem velocidade de envio de 100 Mb/s, enquanto o trio de concorrentes têm upload de 500 Mb/s.

Claro reduz velocidade de upload em plano de internet fixa

Claro reduz velocidade de upload em plano de internet fixa
Fonte: Tecnoblog