Category: Instagram

Virou TikTok? Instagram muda interface e coloca feed de reels na home

Virou TikTok? Instagram muda interface e coloca feed de reels na home

Instagram está liberando nova home gradualmente (imagem: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

Resumo

O Instagram está testando uma nova interface com o feed de reels como página inicial, acessível por convite para alguns usuários do iOS.
A nova página inicial exibe vídeos curtos, fotos e carrosséis em tela cheia, com conteúdo baseado em recomendações do algoritmo.
A barra inferior agora inclui a seção “Seus feeds”, com opções como “Seguindo” e “Amigos”, permitindo uma experiência sem recomendações do algoritmo.

O Instagram está liberando acesso antecipado a uma nova interface. A principal mudança é que o feed de reels se torna a página inicial nessa nova configuração. O experimento apareceu para alguns usuários e parece estar restrito ao iOS por enquanto — não vimos imagens da novidade no Android até o momento.

O convite para o novo feed aparece como um ícone de crachá no topo da tela, à direita, ao lado das notificações. Ao tocar nele, o usuário pode optar por, nas palavras da Meta, “uma página inicial mais divertida”, com interesses e pessoas favoritas.

Como é a nova página inicial do Instagram?

Fotos, carrosséis e vídeos aparecem em tela cheia na nova home (imagem: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

A página inicial traz um feed de reels muito parecido com o atual, com rolagem vertical infinita e botões para curtir, comentar, republicar e compartilhar. Além de vídeos curtos, ele exibe fotos e carrosséis, tudo em tela cheia. O conteúdo é baseado em recomendações do algoritmo. Resumindo, é bem parecido com o TikTok.

Os stories continuam na página inicial, com comportamento semelhante ao atual. Ao rolar os reels para cima, os stories ficam escondidos. Para vê-los novamente, é necessário rolar no sentido contrário até chegar no topo ou tocar no ícone da casinha na barra inferior.

Feeds lembram Instagram de antigamente

Feeds atuais vão para outra parte do app e usarão menos recomendações do algoritmo (imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

Por falar em barra inferior, ela ganhou um ícone para outra seção do app, chamada “Seus feeds”. Dá para dizer que é a experiência tradicional do Instagram, sem conteúdo em tela cheia e com mais espaço para legendas e comentários.

A principal mudança é que agora há diversas opções de feeds, como “Seguindo”, “Amigos”, “Mais recentes”, “Somente posts” e “Sugestões”. O usuário pode adicionar ou remover os que deseja.

Dá para notar que há uma ênfase nas opções sem recomendações do algoritmo, o que sugere que a ideia é tornar esse espaço um lugar para quem sente falta de uma experiência mais parecida com a do Instagram de uma década atrás.

Instagram está fazendo mais testes

Vale dizer que esse acesso antecipado não é o único que o Instagram está liberando. Um de nossos colegas aqui no Tecnoblog recebeu um convite parecido, mas a atualização trouxe apenas um visual adaptado ao Liquid Glass da Apple.

Instagram também está testando Liquid Glass (imagem: João Vitor Cruz/Tecnoblog)

Já outro colega também visualizou o crachá para a nova home, mas foi colocado em uma fila de espera. O acesso é antecipado, mas nem tanto.

Acesso antecipado já tem lista de espera (imagem: Caio Hansen/Tecnoblog)
Virou TikTok? Instagram muda interface e coloca feed de reels na home

Virou TikTok? Instagram muda interface e coloca feed de reels na home
Fonte: Tecnoblog

Instagram e TikTok afetam mais a saúde mental que o WhatsApp, diz estudo

Instagram e TikTok afetam mais a saúde mental que o WhatsApp, diz estudo

Estudo indica que impacto varia por região e cultura (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Um estudo do World Happiness Report indica que Instagram e TikTok têm impacto mais negativo na saúde mental do que o WhatsApp.
Segundo a pesquisa, a América Latina é exceção e o uso de aplicativos de mensagens está associado a maior satisfação com a vida.
Levantamento também sugere que uso moderado das redes é mais positivo.

Plataformas baseadas em feeds controlados por algoritmos — como Instagram e TikTok — podem ser mais prejudiciais à saúde mental do que apps focados em conversas diretas, como WhatsApp, e em socialização, como o Facebook.

A conclusão é da edição de 2026 do World Happiness Report, relatório anual que indica os países “mais felizes” do mundo, desenvolvido na Universidade de Oxford em parceria com a empresa de análise Gallup e a rede de soluções de desenvolvimento sustentável da ONU.

O levantamento aponta que o uso excessivo de redes sociais torna os jovens mais infelizes globalmente, com impacto mais severo em países de língua inglesa e na Europa Ocidental. Ao analisar diferentes regiões, porém, os pesquisadores perceberam que o impacto na saúde mental depende do formato da plataforma e de fatores culturais.

América Latina é exceção

Essa diferença fica clara nos dados de 17 países da América Latina. Na região, o uso frequente de aplicativos de mensagens está diretamente associado a maior satisfação com a vida. Já navegar por plataformas dominadas por influenciadores levou a índices mais baixos de felicidade e a problemas de saúde mental.

O relatório classifica esse contraste como uma “Exceção Latino-Americana” e traça uma divisão entre dois tipos de plataforma:

Plataformas de Conexão Social (SC): focadas na comunicação direta e no fortalecimento de laços existentes, como WhatsApp e Facebook. O uso frequente está associado a afetos positivos e bem-estar.

Plataformas de Conteúdo Algorítmico (AC): baseadas no consumo passivo de feeds curados por algoritmos, como Instagram, TikTok e X. Estão ligadas a maiores níveis de ansiedade e impacto negativo na saúde mental.

Os autores atribuem isso ao papel central do convívio social e familiar na cultura da região. Por aqui, as redes sociais tendem a funcionar como suporte para reforçar laços que já são fortes — o que ajuda a explicar por que os aplicativos de mensagem não “puxam” a felicidade para baixo da mesma forma que ocorre no hemisfério norte.

Banimentos generalizados

ECA Digital limitou acesso de crianças e adolescentes às redes (imagem ilustrativa: Thomas Park/Unsplash)

Os resultados chegam em um momento em que vários governos no mundo, incluindo o Brasil, debatem restrições de acesso de menores às plataformas. Em declaração ao The Guardian, o diretor do Wellbeing Research Centre, Jan-Emmanuel De Neve, defendeu que os dados apontam para uma necessidade de repensar o formato das redes, não necessariamente bani-las.

“Isso sugere que precisamos colocar o ‘social’ de volta nas mídias sociais, e incentivar tanto os provedores dessas plataformas quanto os usuários a alavancar essas ferramentas para fins sociais e para se conectar com pessoas reais”, afirmou.

O pesquisador também destacou que o estudo encontrou maiores índices de satisfação entre jovens que usam as redes por menos de uma hora diária, em comparação com aqueles sem acesso nenhum. Um exemplo para De Neve é a aplicação da lei australiana, que bane redes sociais para menores de 16 anos, mas mantém aplicativos de mensagens.

Instagram e TikTok afetam mais a saúde mental que o WhatsApp, diz estudo

Instagram e TikTok afetam mais a saúde mental que o WhatsApp, diz estudo
Fonte: Tecnoblog

Rússia bloqueia WhatsApp e Telegram; só o app oficial funciona

Rússia bloqueia WhatsApp e Telegram; só o app oficial funciona

Rússia bloqueia WhatsApp e Telegram oficialmente (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O governo da Rússia bloqueou WhatsApp, Telegram, Facebook e Instagram, afetando milhões de usuários no país.
O aplicativo estatal Max substitui os mensageiros bloqueados, mas não oferece criptografia de ponta a ponta, permitindo vigilância governamental.
A medida gerou reações negativas, inclusive entre apoiadores do Kremlin, devido à dependência do Telegram para comunicação militar.

O governo da Rússia bloqueou o acesso ao WhatsApp e ao Telegram no país, ampliando uma estratégia de restrição a plataformas estrangeiras de comunicação. A medida também atinge Facebook e Instagram, oferecendo como alternativa o aplicativo estatal conhecido como Max, descrito por autoridades como um “mensageiro nacional”.

Há meses, o governo russo vem endurecendo as regras contra mensageiros de outros países. No entanto, o bloqueio ocorreu de forma abrupta e afetou milhões de usuários. Segundo o Financial Times, russos foram impedidos de acessar o WhatsApp na tarde dessa quarta-feira (11/02), após meses de pressão. Até então, o aplicativo da Meta somava ao menos 100 milhões de usuários no país.

A ação só foi possível porque a Rússia centralizou o tráfego de internet dentro de seu território, roteando conexões por servidores controlados pelo Estado. Isso permite ao regulador local, o Roskomnadzor, remover serviços inteiros do que equivale a um diretório nacional da internet, tornando-os inacessíveis para a população.

Por que o governo russo bloqueou os mensageiros?

A justificativa oficial gira em torno de soberania digital e segurança nacional. Contudo, o Financial Times menciona que o “mensageiro oficial” do governo foi criado para fins de vigilância. Diferentemente do WhatsApp e do Telegram, que usam criptografia de ponta a ponta, o Max não oferece esse tipo de proteção.

O 9to5Mac afirma que todas as mensagens trocadas no aplicativo estatal podem ser lidas pelas autoridades. O projeto é descrito como um clone do WeChat, plataforma chinesa conhecida pela forte integração com sistemas de monitoramento governamental.

Além dos mensageiros, a Rússia também bloqueou Facebook e Instagram e classificou a Meta como “uma organização extremista”, o que reforça o afastamento de serviços ocidentais. A restrição ao Telegram vinha sendo implementada gradualmente nas últimas semanas, até que o acesso foi praticamente inviabilizado.

Governo de Putin impediu acesso a WhatsApp e Telegram (foto: reprodução/Kremlin de Moscou)

Bloqueio afeta até apoiadores do Kremlin

A decisão, no entanto, provocou reações inesperadas dentro do próprio país. O Telegram é amplamente utilizado por militares russos envolvidos na guerra na Ucrânia, tanto para comunicação pessoal quanto para alertas sobre ataques de drones e mísseis.

Relatos indicam que até apoiadores do presidente Vladimir Putin demonstraram irritação com o bloqueio, justamente por dependerem do aplicativo para informações rápidas e comunicação em áreas sensíveis.

Rússia bloqueia WhatsApp e Telegram; só o app oficial funciona

Rússia bloqueia WhatsApp e Telegram; só o app oficial funciona
Fonte: Tecnoblog

WhatsApp pago? Meta quer cobrar por algumas funções

WhatsApp pago? Meta quer cobrar por algumas funções

WhatsApp pago? Meta quer cobrar por algumas funções (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Meta planeja lançar planos de assinatura (pagos) para WhatsApp, Facebook e Instagram, mantendo os recursos principais gratuitos;
Recursos pagos incluirão funções de inteligência artificial, como geração de vídeos via Vibes e agentes de IA da Manus;
WhatsApp pode ainda ter versão paga sem anúncios por 4 euros mensais.

Um dos serviços de mensagens instantâneas mais populares do mundo deve ganhar uma modalidade paga nos próximos meses. A Meta revelou que está se preparando para testar planos de assinatura no WhatsApp. Novos recursos pagos também devem chegar ao Facebook e ao Instagram.

Em todos esses serviços, os recursos principais continuarão gratuitos. Apenas funções extras ou complementares farão parte dos planos pagos. Isso significa que WhatsApp, Facebook e Instagram não se tornarão obrigatoriamente pagos, mas oferecerão recursos premium a quem estiver disposto a pagar por eles.

Pagar quanto? Bom, estimativas de preços ainda não foram dadas pela Meta.

Quais serão os recursos pagos do WhatsApp?

Talvez nem a própria Meta saiba ao certo. A companhia informou ao TechCrunch que testará recursos pagos nos mencionados serviços, mas deu poucos detalhes sobre eles.

Sabe-se, contudo, que recursos de inteligência artificial deverão fazer parte do pacote. Nesse sentido, a Meta considera oferecer uma opção de geração de vídeos via Vibes, ferramenta anunciada em 2025 que usa IA para produzir filmes curtos. Esse recurso deverá ser interessante principalmente para quem gosta de publicar Reels no Instagram ou vídeos nos Status do WhatsApp.

Ainda no campo da inteligência artificial, está nos planos colocar entre os recursos pagos os agentes de IA da Manus, startup adquirida pela Meta no fim de 2025 por cerca de US$ 2 bilhões.

Tratando especificamente do WhatsApp, o WABetaInfo reportou recentemente que o mensageiro poderá ter uma versão paga que não exibe anúncios publicitários.

Plano pago no WhatsApp que não exibe anúncios, recurso ainda não oficial (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Neste ponto, convém destacar que alguns usuários já se deparam com anúncios nos Status do WhatsApp ou sob a forma de canais promovidos na área Atualizações do serviço.

O WABetaInfo divulgou capturas de tela que mostram a ativação do recurso que inibe anúncios no WhatsApp mediante o pagamento de 4 euros (R$ 25, na conversão direta) por mês. Isso sugere que essa opção, quando for lançada, será oferecida à parte em relação aos planos pagos que terão funções de IA.

De igual forma, o Meta Verified, que adiciona selo de verificação e recursos para criadores de conteúdo ou organizações nos serviços da companhia, deverá continuar sendo oferecido como uma assinatura mensal à parte.

É claro que tudo isso pode mudar quando a Meta lançar os tais planos pagos. Fiquemos de olho.
WhatsApp pago? Meta quer cobrar por algumas funções

WhatsApp pago? Meta quer cobrar por algumas funções
Fonte: Tecnoblog

Como ocultar sua lista de seguidores e “seguindo” no Instagram

Como ocultar sua lista de seguidores e “seguindo” no Instagram

Conheça os truques para ocultar a lista de seguidores e seguindo (imagem: Lupa Charleaux)

O Instagram não oferece um recurso nativo para ocultar a lista de seguidores e “seguindo”, mas existem alguns truques para restringir o acesso de estranhos aos seus dados. Uma das opções é transformar o perfil em uma conta privada para que apenas seguidores aprovados vejam suas informações.

Outra estratégia para esconder os seguidores do Instagram é remover usuários específicos da conta privada ou, em casos mais drásticos, utilizar o bloqueio direito. Essas medidas garantem que perfis indesejados não vejam quem você acompanha e interage na rede social.

A seguir, entenda como funcionam os truques para ocultar seguidores e seguindo no Instagram.

Índice1. Deixe seu Instagram privado2. Remova o seguidor da sua conta do Instagram3. Bloqueie um seguidor do InstagramPor que não consigo ocultar meus seguidores no Instagram?Posso esconder minha lista de seguidores de todas as pessoas do Instagram?Tem como ocultar a lista de seguidores sem deixar o Instagram privado?

1. Deixe seu Instagram privado

Ao privar a conta do Instagram, a rede social oculta a lista de seguidores e “seguindo” para usuários externos. Essa restrição impede que estranhos monitorem suas conexões, preservando sua privacidade e aumentando a segurança digital.

Para deixar o Instagram privado, é necessário ir ao menu “Configurações e privacidade” e abrir a opção “Privacidade da conta”. Em seguida, basta acionar a chave “Conta privada” para impedir que outras pessoas vejam seu perfil e ocultar os seguidores e seguindo.

Tornar a conta do Instagram privada é um dos meios de limitar quem vê a lista de seguidores e “seguindo” (imagem: Lupa Charleaux)

2. Remova o seguidor da sua conta do Instagram

Quando você remove um seguidor do Instagram em uma conta privada, você revoga o acesso dessa pessoa às suas postagens e Stories permanentemente. Essa ação também oculta suas atividades e lista de contatos apenas para o usuário específico excluído.

Para remover um seguidor do Instagram, abra seu perfil e toque em “Seguidores”. Após localizar o usuário, toque no botão “Remover” ou “X” para excluí-lo da lista e depois confirme a ação.

Importante: essa estratégia só funciona completamente se seu perfil estiver definido como privado nas opções de privacidade do Instagram. Em contas públicas, qualquer pessoa ainda poderá visualizar quem você segue, independentemente de estar ou não na sua lista.

A conta privada do Instagran permite remover os usuários que você não deseja compartilhar as atividades (imagem: Lupa Charleaux)

3. Bloqueie um seguidor do Instagram

O bloqueio de um seguidor do Instagram impede totalmente que ele visualize suas listas de seguidores e seguindo. Essa medida drástica é definitiva, removendo qualquer acesso da pessoa bloqueada ao seu perfil, publicações ou interações anteriores.

Para bloquear uma pessoa no Instagram, acesse o perfil dela e toque no ícone de três pontos no canto superior direito da tela. Selecione “Bloquear”, escolha se deseja restringir contas vinculadas e confirme a ação para aplicar a restrição imediatamente.

É possível bloquear um usuário pelo perfil dele no Instagram (imagem: Lupa Charleaux)

Por que não consigo ocultar meus seguidores no Instagram?

O Instagram não tem um recurso nativo para esconder seguidores, vinculando essa privacidade ao status da conta. A lista é acessível a qualquer usuário em perfis públicos, enquanto apenas seguidores aprovados podem visualizá-la em contas privadas.

Como não há controles para ocultar as informações de usuários específicos, ativar a conta privada é um dos meios de limitar quem vê suas conexões. Assim, dá para impedir que uma pessoa veja a lista removendo-a dos seguidores ou bloqueando-a individualmente.

Posso esconder minha lista de seguidores de todas as pessoas do Instagram?

Não, o Instagram não permite ocultar nativamente sua lista de seguidores para todos os usuários da rede social. Mesmo em contas privadas, os seguidores aprovados sempre manterão a visibilidade total da lista, sendo impossível restringir o acesso de forma geral.

Tem como ocultar a lista de seguidores sem deixar o Instagram privado?

Não é possível ocultar a lista de seguidores no Instagram sem tornar a conta privada, pois essa visibilidade está vinculada ao status da conta. Caso queira restringir usuários sem fechar o perfil, a única alternativa é bloqueá-los manualmente.
Como ocultar sua lista de seguidores e “seguindo” no Instagram

Como ocultar sua lista de seguidores e “seguindo” no Instagram
Fonte: Tecnoblog

É fake: telefone fixo da Vivo continua funcionando após 31 de dezembro

É fake: telefone fixo da Vivo continua funcionando após 31 de dezembro

Vivo prevê investimentos de R$ 4,5 bilhões (imagem via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O telefone fixo da Vivo continuará funcionando após 31 de dezembro de 2025, apesar dos boatos.
A Vivo migra do regime de concessão para o modelo de autorização, eliminando certas obrigações e investindo R$ 4,5 bilhões em infraestrutura.
A infraestrutura de cobre será desativada gradualmente, mas o serviço de voz fixa continuará em regiões sem concorrência até, pelo menos, 2028.

Diversas páginas no Instagram dedicaram as últimas semanas a noticiar falsamente que o telefone fixo da Vivo acaba neste dia 31 de dezembro. De acordo com os boatos, a empresa focaria apenas em telefonia móvel e banda larga por fibra óptica a partir de 2026. Tudo não passa, porém, de um grande mal-entendido sobre as novas regras do setor.

Na verdade, a Vivo (assim como outras prestadoras de telefonia) está passando por uma mudança do ponto de vista regulatório. Em 11 de abril de 2025, a operadora e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) assinaram um acordo oficializando a migração do regime de concessão para o modelo de autorização. A medida impacta diretamente o Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) no estado de São Paulo.

Como será o regime de autorização?

Na prática, a mudança significa maior flexibilidade no fornecimento de um serviço que tem caído em desuso. O modelo de autorização remove obrigações pesadas que existiam desde a privatização, em 1998. A migração extingue a necessidade de manter e expandir a infraestrutura de orelhões (Telefones de Uso Público) e a obrigação de universalização, que exigia a instalação de linhas fixas em qualquer localidade, independentemente da viabilidade econômica ou demanda.

Por outro lado, a Vivo assumiu compromissos bilionários para efetivar essa transição. A empresa deverá investir cerca de R$ 4,5 bilhões em obrigações de interesse público. Esse montante será destinado à construção de redes de transporte de alta capacidade (backbone) em regiões desatendidas, além da expansão da cobertura móvel com tecnologia 4G ou superior em rodovias e localidades sem conectividade.

Slide detalha fim de regime de concessão na Vivo (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ainda durante a apresentação dos resultados financeiros do primeiro trimestre, a companhia detalhou os próximos passos da mudança em São Paulo:

Migração de clientes de voz fixa da rede de cobre para tecnologias modernas, permitindo uma melhoria na qualidade do serviço e a liberação de ativos imobiliários e de infraestrutura.

Investimento em projetos nos próximos cinco a dez anos, focados na expansão da cobertura móvel e rede de fibra.

Manutenção do serviço de voz fixa em lugares onde a empresa é a operadora de “último recurso” até, pelo menos, 2028.

Qual o impacto para o consumidor final?

Apesar de pouca coisa mudar neste último dia de 2025, é importante notar que a Vivo poderá, no futuro, desligar o serviço de telefonia fixa nas localidades em que houver concorrência ampla. O compromisso assinado com a Anatel prevê a manutenção deste serviço somente nas regiões em que há apenas a Vivo, sem nenhuma outra opção de telefonia cabeada ou competitividade local.

Para o usuário residencial comum, o telefone fixo continua funcionando normalmente via fibra óptica ou rede móvel (WLL), mas a infraestrutura baseada nos antigos fios de cobre será progressivamente desativada. O objetivo é converter o custo de manutenção de uma rede obsoleta em investimentos para o 5G e fibra.
É fake: telefone fixo da Vivo continua funcionando após 31 de dezembro

É fake: telefone fixo da Vivo continua funcionando após 31 de dezembro
Fonte: Tecnoblog

TikTok ganha coleções e feeds compartilhados com amigos

TikTok ganha coleções e feeds compartilhados com amigos

TikTok diz que objetivo é ajudar na organização (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O TikTok lançou Coleções Compartilhadas e Feeds Compartilhados para organizar e compartilhar conteúdo com amigos.
As Coleções Compartilhadas permitem que usuários salvem vídeos em pastas acessíveis para ambos.
Os Feeds Compartilhados recomendam até 15 vídeos diários baseados em preferências mútuas e serão liberados gradualmente.

O TikTok anunciou dois novos recursos nesta segunda-feira (08/12): Coleções Compartilhadas e Feeds Compartilhados. Como os nomes indicam, a ideia é dividir o conteúdo da rede com amigos e familiares, seja salvando publicações ou navegando pelo feed.

As novidades, porém, não são inéditas. O Instagram já oferece o Blend, que cria um feed baseado em interesses mútuos, e também permite compartilhar com amigos as pastas de itens salvos.

Como funcionam as Coleções Compartilhadas do TikTok?

Vamos começar pelas Coleções Compartilhadas (ou Shared Collections, em inglês). O TikTok já oferece um recurso para salvar publicações e organizá-las em diferentes pastas — pense em coisas como recomendações de restaurantes, dicas de viagens, receitas e por aí vai.

Coleções Compartilhadas podem ajudar a organizar interesses (imagem: divulgação)

Agora, com as Coleções Compartilhadas, o usuário poderá dividir uma pasta com um contato para que os dois salvem vídeos nela, deixando o conteúdo acessível para ambos.

A ferramenta já foi ativada globalmente para usuários com mais de 16 anos. Ela funciona apenas se as duas pessoas se seguirem.

“Seja conteúdo de seus criadores favoritos, inspiração para um projeto de decoração ou um novo hobby que estejam aprendendo juntos, as Coleções Compartilhadas facilitam a organização enquanto as pessoas descobrem e salvam vídeos no TikTok”, diz a rede social em seu blog.

Feeds Compartilhados reúnem preferências em comum

Além disso, o TikTok anunciou os Feeds Compartilhados. Eles trarão conteúdo recomendado de acordo com as preferências dos dois usuários, levando em consideração o que curtem, veem e comentam. Vale notar que esse feed não é infinito: serão apenas 15 vídeos por dia.

Feed Compartilhado terá número limitado de vídeos (imagem: divulgação)

Para criar um Feed Compartilhado, o usuário terá que mandar um convite para a outra pessoa. Uma vez aceito, será possível ver o conteúdo e conversar sobre ele nas DMs. O TikTok também vai mostrar quais vídeos as duas pessoas curtiram.

De acordo com a empresa, os Feeds Compartilhados serão liberados gradualmente em todo o mundo durante os próximos meses.

Com informações do TikTok e do TechCrunch

TikTok ganha coleções e feeds compartilhados com amigos

TikTok ganha coleções e feeds compartilhados com amigos
Fonte: Tecnoblog

Spotify passa a mostrar músicas mais ouvidas na semana

Spotify passa a mostrar músicas mais ouvidas na semana

Estatísticas semanais chegam ao Spotify (imagem: divulgação/Spotify)

Resumo

Spotify lançou um recurso que mostra hábitos de consumo musical semanais.
A nova página de estatísticas exibe artistas e músicas mais ouvidos nas últimas quatro semanas, além de destaques especiais.
O recurso não substitui a retrospectiva anual Wrapped e pode ser compartilhado em apps externos, como o Instagram.

Se você costuma navegar pelo Instagram, provavelmente já viu alguém compartilhando alguns Stories com as músicas e artistas mais ouvidos na semana em sites de terceiros, como o Last.FM. Agora, o Spotify decidiu oficializar a prática com um novo recurso de hábitos semanais.

A plataforma anunciou nesta quinta-feira (06/11) um novo recurso que mostra mais detalhes sobre os hábitos de consumo semanais do usuário. A empresa já começou a liberar a novidade para usuários dos planos gratuito e Premium em mais de 60 regiões.

Dados semanais detalhados

De certa maneira, o Brasil chegou primeiro: atualmente, a versão brasileira do app — e de mercados como a Índia e Indonésia — já possui a aba “Sua Máquina do Tempo”, que não foi lançada pelo Spotify na maioria dos mercados, incluindo os Estados Unidos.

Nela, entretanto, os usuários só podem conferir detalhadamente os hábitos mensais de consumo de música. A aba já apresenta alguns destaques semanais, mas sem mais detalhes. A companhia ainda não informou se atualizará a aba nesses mercados para o formato semanal.

Spotify disponibiliza aba “Sua Máquina do Tempo” no Brasil (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Segundo o comunicado do Spotify, a nova página de estatísticas semanais lançada globalmente exibirá os artistas e músicas mais ouvidos das últimas quatro semanas. Além dos rankings, a ferramenta também trará um “destaque especial” do período.

Esse destaque pode ser um marco alcançado, uma nova descoberta musical ou um “momento de fã”. O app também usará a tela para sugerir playlists com base nos seus hábitos e faixas que você talvez queira ouvir em seguida.

A ideia é que o recurso complemente as ferramentas de descoberta existentes, como a daylist, o Radar de Novidades, as Descobertas da Semana e listas sugeridas em páginas de locais e próximos shows de artistas.

Como acessar as estatísticas semanais?

Caminho para “nova” aba de estatísticas é semelhante a do app brasileiro (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Nas regiões que receberam o novo recurso, o caminho para encontrar a novidade é o mesmo dos dados mensais da aba Sua Máquina do Tempo:

Toque no ícone do perfil (no canto esquerdo do app);

Acesse a aba “Listening stats” (aqui, Sua Máquina do Tempo);

Confira os principais artistas, músicas e insights da semana;

Toque em “Compartilhar” para postar os cards.

O compartilhamento poderá ser feito em apps externos, como o Instagram e WhatsApp, ou diretamente com amigos no próprio Spotify, que já liberou uma nova função de mensagens no aplicativo.

Vale lembrar que, assim como a versão mensal, a novidade não substitui a retrospectiva anual do Spotify. O Wrapped continuará sendo o evento completo do fim do ano, com estatísticas como artistas, playlists, músicas e outras informações especiais instagramáveis.

Com informações do TechCrunch
Spotify passa a mostrar músicas mais ouvidas na semana

Spotify passa a mostrar músicas mais ouvidas na semana
Fonte: Tecnoblog

Instagram segue passos do Nano Banana e ganha editor de fotos com IA

Instagram segue passos do Nano Banana e ganha editor de fotos com IA

Meta AI é capaz de fazer edições avançadas, promete empresa (imagem: divulgação)

Resumo

O Instagram lançou o Restyle, um editor de fotos com IA que usa a Meta AI para modificar imagens em stories através de prompts de texto.
O Restyle permite remover detalhes, adicionar elementos e aplicar efeitos, com opções predefinidas ou instruções personalizadas.
A função está sendo liberada gradualmente e também pode ser usada em vídeos, mas apenas com presets da Meta AI.

O Instagram anunciou, nesta quinta-feira (23/10), o lançamento da função Restyle. A ferramenta usa a Meta AI para editar stories de acordo com o que você escreve em um prompt de texto, lembrando bastante o Nano Banana, presente no Gemini, do Google.

“Se você quiser remover um detalhe indesejado, colocar um elemento divertido, mudar a vibe usando um efeito diferente ou começar uma trend com seus amigos, agora você pode fazer isso de modo simples”, diz o comunicado da rede social. “Use o Restyle nas suas fotos e vídeos nos stories do Instagram para fazer edições com a Meta AI, sejam elas grandes ou pequenas.”

Como é costume nos lançamentos da Meta, o Restyle está sendo liberado gradualmente e pode demorar algumas semanas para chegar até você.

Como usar o Restyle?

Comece a criar um story e escolha uma foto da sua galeria. Depois, toque no ícone de pincel no topo da tela. O Restyle oferece três opções predefinidas para adicionar, remover ou mudar elementos. Basta escolher uma delas e digitar o que você deseja. Também é possível ir diretamente para o prompt, sem escolher entre essas alternativas.

Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Meta AI (@meta.ai)

Com isso, você pode tirar pessoas do fundo das fotos, mudar a cor do cabelo das pessoas, colocar objetos divertidos como coroa e balões, trocar o fundo por um pôr do sol e muito mais.

Segundo a empresa, para atingir o resultado desejado, é recomendável que você escreva instruções detalhadas: diga qual pessoa deve receber os efeitos, explique como você quer a iluminação, aponte em que área da imagem as edições devem ser feitas, descreva o estilo desejado e especifique um local para servir de cenário, por exemplo.

A Meta acrescentou ainda alguns efeitos prontos, que podem ser aplicados sem depender de instruções adicionais, como transformar o estilo da imagem em anime, aquarela ou 8-bits, entre outros. O Restyle também está disponível para vídeos, mas nesse caso, só é possível usar os presets oferecidos pela Meta AI.

Com informações da Meta e do Engadget

Instagram segue passos do Nano Banana e ganha editor de fotos com IA

Instagram segue passos do Nano Banana e ganha editor de fotos com IA
Fonte: Tecnoblog

Instagram vai usar suas conversas com a IA para mostrar anúncios

Instagram vai usar suas conversas com a IA para mostrar anúncios

Instagram vai usar suas conversas com a IA para mostrar anúncios (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Resumo

A partir de 16 de dezembro, interações com a Meta AI no Instagram e Facebook serão usadas para segmentação de anúncios;
Mudança afeta apenas perfis na Central de Contas da Meta; dados sensíveis não serão usados para a segmentação;
Interações com a Meta AI também serão usadas para recomendação de conteúdo ao usuário.

A partir de 16 de dezembro deste ano, as interações que você tiver com a Meta AI a partir do Instagram e Facebook servirão de base para a exibição de anúncios segmentados nesses serviços. Usuários estão sendo avisados por e-mail e notificações sobre a mudança desde o último dia 7.

Isso significa que, se você for à área de mensagens do Instagram e perguntar à Meta AI sobre exercícios físicos, poderá ver anúncios sobre tênis ou roupas de academia no decorrer dos dias seguintes, só para dar um exemplo.

Também é possível que você comece a se deparar com publicações sobre o mesmo assunto. Isso porque as suas interações com a Meta AI poderão influenciar não só os anúncios direcionados a você, como também as recomendações personalizadas de conteúdo.

Em linhas gerais, a Meta classifica a mudança como uma evolução dos parâmetros que já são usados para recomendação de conteúdo e anúncios direcionados, como curtidas e comentários em publicações.

Embora a nova abordagem possa envolver todas as plataformas da Meta, a mudança valerá apenas para os perfis que o usuário tem na Central de Contas. Se ali estiverem os seus perfis no Instagram e Facebook, mas não a sua conta no WhatsApp, por exemplo, as interações com a Meta AI por meio deste último não serão consideradas.

Se o seu perfil do WhatsApp estiver cadastrado na Central de Contas, as interações com a Meta AI a partir do serviço poderão ser usadas para segmentação de anúncios no Instagram e Facebook. Contudo, não há indicativos de que o WhatsApp em si exibirá anúncios.

Saiba como conferir, adicionar ou remover perfis na Central de Contas da Meta.

Ainda de acordo com a companhia, dados sensíveis, que envolvem religião, orientação sexual e preferências políticas, por exemplo, não serão usados para a segmentação de anúncios.

E-mail da Meta informando o uso das interações com a IA para anúncios (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

É possível impedir que as interações com a Meta AI sejam usadas para anúncios?

Até o momento, não há nenhuma configuração nativa que desative o uso da Meta AI para recomendação de conteúdo e anúncios segmentados. O que o usuário pode fazer é acessar a área Preferência de anúncios para realizar ajustes específicos, como ocultar as publicações de determinados anunciantes, mas não para impedir o uso da Meta IA para esse fim.

A quem se preocupa com a nova abordagem só resta uma opção: evitar o uso da Meta AI, tanto quanto possível.
Instagram vai usar suas conversas com a IA para mostrar anúncios

Instagram vai usar suas conversas com a IA para mostrar anúncios
Fonte: Tecnoblog