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É fake: telefone fixo da Vivo continua funcionando após 31 de dezembro

É fake: telefone fixo da Vivo continua funcionando após 31 de dezembro

Vivo prevê investimentos de R$ 4,5 bilhões (imagem via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O telefone fixo da Vivo continuará funcionando após 31 de dezembro de 2025, apesar dos boatos.
A Vivo migra do regime de concessão para o modelo de autorização, eliminando certas obrigações e investindo R$ 4,5 bilhões em infraestrutura.
A infraestrutura de cobre será desativada gradualmente, mas o serviço de voz fixa continuará em regiões sem concorrência até, pelo menos, 2028.

Diversas páginas no Instagram dedicaram as últimas semanas a noticiar falsamente que o telefone fixo da Vivo acaba neste dia 31 de dezembro. De acordo com os boatos, a empresa focaria apenas em telefonia móvel e banda larga por fibra óptica a partir de 2026. Tudo não passa, porém, de um grande mal-entendido sobre as novas regras do setor.

Na verdade, a Vivo (assim como outras prestadoras de telefonia) está passando por uma mudança do ponto de vista regulatório. Em 11 de abril de 2025, a operadora e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) assinaram um acordo oficializando a migração do regime de concessão para o modelo de autorização. A medida impacta diretamente o Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) no estado de São Paulo.

Como será o regime de autorização?

Na prática, a mudança significa maior flexibilidade no fornecimento de um serviço que tem caído em desuso. O modelo de autorização remove obrigações pesadas que existiam desde a privatização, em 1998. A migração extingue a necessidade de manter e expandir a infraestrutura de orelhões (Telefones de Uso Público) e a obrigação de universalização, que exigia a instalação de linhas fixas em qualquer localidade, independentemente da viabilidade econômica ou demanda.

Por outro lado, a Vivo assumiu compromissos bilionários para efetivar essa transição. A empresa deverá investir cerca de R$ 4,5 bilhões em obrigações de interesse público. Esse montante será destinado à construção de redes de transporte de alta capacidade (backbone) em regiões desatendidas, além da expansão da cobertura móvel com tecnologia 4G ou superior em rodovias e localidades sem conectividade.

Slide detalha fim de regime de concessão na Vivo (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ainda durante a apresentação dos resultados financeiros do primeiro trimestre, a companhia detalhou os próximos passos da mudança em São Paulo:

Migração de clientes de voz fixa da rede de cobre para tecnologias modernas, permitindo uma melhoria na qualidade do serviço e a liberação de ativos imobiliários e de infraestrutura.

Investimento em projetos nos próximos cinco a dez anos, focados na expansão da cobertura móvel e rede de fibra.

Manutenção do serviço de voz fixa em lugares onde a empresa é a operadora de “último recurso” até, pelo menos, 2028.

Qual o impacto para o consumidor final?

Apesar de pouca coisa mudar neste último dia de 2025, é importante notar que a Vivo poderá, no futuro, desligar o serviço de telefonia fixa nas localidades em que houver concorrência ampla. O compromisso assinado com a Anatel prevê a manutenção deste serviço somente nas regiões em que há apenas a Vivo, sem nenhuma outra opção de telefonia cabeada ou competitividade local.

Para o usuário residencial comum, o telefone fixo continua funcionando normalmente via fibra óptica ou rede móvel (WLL), mas a infraestrutura baseada nos antigos fios de cobre será progressivamente desativada. O objetivo é converter o custo de manutenção de uma rede obsoleta em investimentos para o 5G e fibra.
É fake: telefone fixo da Vivo continua funcionando após 31 de dezembro

É fake: telefone fixo da Vivo continua funcionando após 31 de dezembro
Fonte: Tecnoblog

TikTok ganha coleções e feeds compartilhados com amigos

TikTok ganha coleções e feeds compartilhados com amigos

TikTok diz que objetivo é ajudar na organização (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O TikTok lançou Coleções Compartilhadas e Feeds Compartilhados para organizar e compartilhar conteúdo com amigos.
As Coleções Compartilhadas permitem que usuários salvem vídeos em pastas acessíveis para ambos.
Os Feeds Compartilhados recomendam até 15 vídeos diários baseados em preferências mútuas e serão liberados gradualmente.

O TikTok anunciou dois novos recursos nesta segunda-feira (08/12): Coleções Compartilhadas e Feeds Compartilhados. Como os nomes indicam, a ideia é dividir o conteúdo da rede com amigos e familiares, seja salvando publicações ou navegando pelo feed.

As novidades, porém, não são inéditas. O Instagram já oferece o Blend, que cria um feed baseado em interesses mútuos, e também permite compartilhar com amigos as pastas de itens salvos.

Como funcionam as Coleções Compartilhadas do TikTok?

Vamos começar pelas Coleções Compartilhadas (ou Shared Collections, em inglês). O TikTok já oferece um recurso para salvar publicações e organizá-las em diferentes pastas — pense em coisas como recomendações de restaurantes, dicas de viagens, receitas e por aí vai.

Coleções Compartilhadas podem ajudar a organizar interesses (imagem: divulgação)

Agora, com as Coleções Compartilhadas, o usuário poderá dividir uma pasta com um contato para que os dois salvem vídeos nela, deixando o conteúdo acessível para ambos.

A ferramenta já foi ativada globalmente para usuários com mais de 16 anos. Ela funciona apenas se as duas pessoas se seguirem.

“Seja conteúdo de seus criadores favoritos, inspiração para um projeto de decoração ou um novo hobby que estejam aprendendo juntos, as Coleções Compartilhadas facilitam a organização enquanto as pessoas descobrem e salvam vídeos no TikTok”, diz a rede social em seu blog.

Feeds Compartilhados reúnem preferências em comum

Além disso, o TikTok anunciou os Feeds Compartilhados. Eles trarão conteúdo recomendado de acordo com as preferências dos dois usuários, levando em consideração o que curtem, veem e comentam. Vale notar que esse feed não é infinito: serão apenas 15 vídeos por dia.

Feed Compartilhado terá número limitado de vídeos (imagem: divulgação)

Para criar um Feed Compartilhado, o usuário terá que mandar um convite para a outra pessoa. Uma vez aceito, será possível ver o conteúdo e conversar sobre ele nas DMs. O TikTok também vai mostrar quais vídeos as duas pessoas curtiram.

De acordo com a empresa, os Feeds Compartilhados serão liberados gradualmente em todo o mundo durante os próximos meses.

Com informações do TikTok e do TechCrunch

TikTok ganha coleções e feeds compartilhados com amigos

TikTok ganha coleções e feeds compartilhados com amigos
Fonte: Tecnoblog

Spotify passa a mostrar músicas mais ouvidas na semana

Spotify passa a mostrar músicas mais ouvidas na semana

Estatísticas semanais chegam ao Spotify (imagem: divulgação/Spotify)

Resumo

Spotify lançou um recurso que mostra hábitos de consumo musical semanais.
A nova página de estatísticas exibe artistas e músicas mais ouvidos nas últimas quatro semanas, além de destaques especiais.
O recurso não substitui a retrospectiva anual Wrapped e pode ser compartilhado em apps externos, como o Instagram.

Se você costuma navegar pelo Instagram, provavelmente já viu alguém compartilhando alguns Stories com as músicas e artistas mais ouvidos na semana em sites de terceiros, como o Last.FM. Agora, o Spotify decidiu oficializar a prática com um novo recurso de hábitos semanais.

A plataforma anunciou nesta quinta-feira (06/11) um novo recurso que mostra mais detalhes sobre os hábitos de consumo semanais do usuário. A empresa já começou a liberar a novidade para usuários dos planos gratuito e Premium em mais de 60 regiões.

Dados semanais detalhados

De certa maneira, o Brasil chegou primeiro: atualmente, a versão brasileira do app — e de mercados como a Índia e Indonésia — já possui a aba “Sua Máquina do Tempo”, que não foi lançada pelo Spotify na maioria dos mercados, incluindo os Estados Unidos.

Nela, entretanto, os usuários só podem conferir detalhadamente os hábitos mensais de consumo de música. A aba já apresenta alguns destaques semanais, mas sem mais detalhes. A companhia ainda não informou se atualizará a aba nesses mercados para o formato semanal.

Spotify disponibiliza aba “Sua Máquina do Tempo” no Brasil (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Segundo o comunicado do Spotify, a nova página de estatísticas semanais lançada globalmente exibirá os artistas e músicas mais ouvidos das últimas quatro semanas. Além dos rankings, a ferramenta também trará um “destaque especial” do período.

Esse destaque pode ser um marco alcançado, uma nova descoberta musical ou um “momento de fã”. O app também usará a tela para sugerir playlists com base nos seus hábitos e faixas que você talvez queira ouvir em seguida.

A ideia é que o recurso complemente as ferramentas de descoberta existentes, como a daylist, o Radar de Novidades, as Descobertas da Semana e listas sugeridas em páginas de locais e próximos shows de artistas.

Como acessar as estatísticas semanais?

Caminho para “nova” aba de estatísticas é semelhante a do app brasileiro (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Nas regiões que receberam o novo recurso, o caminho para encontrar a novidade é o mesmo dos dados mensais da aba Sua Máquina do Tempo:

Toque no ícone do perfil (no canto esquerdo do app);

Acesse a aba “Listening stats” (aqui, Sua Máquina do Tempo);

Confira os principais artistas, músicas e insights da semana;

Toque em “Compartilhar” para postar os cards.

O compartilhamento poderá ser feito em apps externos, como o Instagram e WhatsApp, ou diretamente com amigos no próprio Spotify, que já liberou uma nova função de mensagens no aplicativo.

Vale lembrar que, assim como a versão mensal, a novidade não substitui a retrospectiva anual do Spotify. O Wrapped continuará sendo o evento completo do fim do ano, com estatísticas como artistas, playlists, músicas e outras informações especiais instagramáveis.

Com informações do TechCrunch
Spotify passa a mostrar músicas mais ouvidas na semana

Spotify passa a mostrar músicas mais ouvidas na semana
Fonte: Tecnoblog

Instagram segue passos do Nano Banana e ganha editor de fotos com IA

Instagram segue passos do Nano Banana e ganha editor de fotos com IA

Meta AI é capaz de fazer edições avançadas, promete empresa (imagem: divulgação)

Resumo

O Instagram lançou o Restyle, um editor de fotos com IA que usa a Meta AI para modificar imagens em stories através de prompts de texto.
O Restyle permite remover detalhes, adicionar elementos e aplicar efeitos, com opções predefinidas ou instruções personalizadas.
A função está sendo liberada gradualmente e também pode ser usada em vídeos, mas apenas com presets da Meta AI.

O Instagram anunciou, nesta quinta-feira (23/10), o lançamento da função Restyle. A ferramenta usa a Meta AI para editar stories de acordo com o que você escreve em um prompt de texto, lembrando bastante o Nano Banana, presente no Gemini, do Google.

“Se você quiser remover um detalhe indesejado, colocar um elemento divertido, mudar a vibe usando um efeito diferente ou começar uma trend com seus amigos, agora você pode fazer isso de modo simples”, diz o comunicado da rede social. “Use o Restyle nas suas fotos e vídeos nos stories do Instagram para fazer edições com a Meta AI, sejam elas grandes ou pequenas.”

Como é costume nos lançamentos da Meta, o Restyle está sendo liberado gradualmente e pode demorar algumas semanas para chegar até você.

Como usar o Restyle?

Comece a criar um story e escolha uma foto da sua galeria. Depois, toque no ícone de pincel no topo da tela. O Restyle oferece três opções predefinidas para adicionar, remover ou mudar elementos. Basta escolher uma delas e digitar o que você deseja. Também é possível ir diretamente para o prompt, sem escolher entre essas alternativas.

Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Meta AI (@meta.ai)

Com isso, você pode tirar pessoas do fundo das fotos, mudar a cor do cabelo das pessoas, colocar objetos divertidos como coroa e balões, trocar o fundo por um pôr do sol e muito mais.

Segundo a empresa, para atingir o resultado desejado, é recomendável que você escreva instruções detalhadas: diga qual pessoa deve receber os efeitos, explique como você quer a iluminação, aponte em que área da imagem as edições devem ser feitas, descreva o estilo desejado e especifique um local para servir de cenário, por exemplo.

A Meta acrescentou ainda alguns efeitos prontos, que podem ser aplicados sem depender de instruções adicionais, como transformar o estilo da imagem em anime, aquarela ou 8-bits, entre outros. O Restyle também está disponível para vídeos, mas nesse caso, só é possível usar os presets oferecidos pela Meta AI.

Com informações da Meta e do Engadget

Instagram segue passos do Nano Banana e ganha editor de fotos com IA

Instagram segue passos do Nano Banana e ganha editor de fotos com IA
Fonte: Tecnoblog

Instagram vai usar suas conversas com a IA para mostrar anúncios

Instagram vai usar suas conversas com a IA para mostrar anúncios

Instagram vai usar suas conversas com a IA para mostrar anúncios (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Resumo

A partir de 16 de dezembro, interações com a Meta AI no Instagram e Facebook serão usadas para segmentação de anúncios;
Mudança afeta apenas perfis na Central de Contas da Meta; dados sensíveis não serão usados para a segmentação;
Interações com a Meta AI também serão usadas para recomendação de conteúdo ao usuário.

A partir de 16 de dezembro deste ano, as interações que você tiver com a Meta AI a partir do Instagram e Facebook servirão de base para a exibição de anúncios segmentados nesses serviços. Usuários estão sendo avisados por e-mail e notificações sobre a mudança desde o último dia 7.

Isso significa que, se você for à área de mensagens do Instagram e perguntar à Meta AI sobre exercícios físicos, poderá ver anúncios sobre tênis ou roupas de academia no decorrer dos dias seguintes, só para dar um exemplo.

Também é possível que você comece a se deparar com publicações sobre o mesmo assunto. Isso porque as suas interações com a Meta AI poderão influenciar não só os anúncios direcionados a você, como também as recomendações personalizadas de conteúdo.

Em linhas gerais, a Meta classifica a mudança como uma evolução dos parâmetros que já são usados para recomendação de conteúdo e anúncios direcionados, como curtidas e comentários em publicações.

Embora a nova abordagem possa envolver todas as plataformas da Meta, a mudança valerá apenas para os perfis que o usuário tem na Central de Contas. Se ali estiverem os seus perfis no Instagram e Facebook, mas não a sua conta no WhatsApp, por exemplo, as interações com a Meta AI por meio deste último não serão consideradas.

Se o seu perfil do WhatsApp estiver cadastrado na Central de Contas, as interações com a Meta AI a partir do serviço poderão ser usadas para segmentação de anúncios no Instagram e Facebook. Contudo, não há indicativos de que o WhatsApp em si exibirá anúncios.

Saiba como conferir, adicionar ou remover perfis na Central de Contas da Meta.

Ainda de acordo com a companhia, dados sensíveis, que envolvem religião, orientação sexual e preferências políticas, por exemplo, não serão usados para a segmentação de anúncios.

E-mail da Meta informando o uso das interações com a IA para anúncios (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

É possível impedir que as interações com a Meta AI sejam usadas para anúncios?

Até o momento, não há nenhuma configuração nativa que desative o uso da Meta AI para recomendação de conteúdo e anúncios segmentados. O que o usuário pode fazer é acessar a área Preferência de anúncios para realizar ajustes específicos, como ocultar as publicações de determinados anunciantes, mas não para impedir o uso da Meta IA para esse fim.

A quem se preocupa com a nova abordagem só resta uma opção: evitar o uso da Meta AI, tanto quanto possível.
Instagram vai usar suas conversas com a IA para mostrar anúncios

Instagram vai usar suas conversas com a IA para mostrar anúncios
Fonte: Tecnoblog

Esta é a nova ordem dos botões do Instagram

Esta é a nova ordem dos botões do Instagram

Instagram muda forma de navegar no app e prioriza Reels (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Resumo

O Instagram reorganizou as abas principais, destacando Reels e DMs, e alterou a posição do botão da câmera.
A navegação por gestos foi modificada, priorizando o acesso ao Reels antes das DMs.
A mudança é opcional e será implementada gradualmente, com usuários podendo testar o novo layout antes do lançamento oficial.

O Instagram apresentou um novo layout do aplicativo destacando ainda mais o Reels e as Mensagens Diretas (DMs). Na nova organização, a primeira aba continua sendo a de Stories e Feed, mas a parte de vídeos (Reels) passa a ocupar a segunda posição, seguido pelas DMs, em terceira.

Na nova versão, o botão para abrir a câmera e criar um Story ou um post no Feed sai da aba inferior principal e passa para o canto superior esquerdo, onde atualmente fica a marca da rede. O logo, por sua vez, passa a ficar centralizado na parte superior do app. A mudança até o momento é opcional.

O chefe da rede social, Segundo Mosseri, disse hoje no Threads que este é um reflexo do comportamento atual dos usuários. “Estamos organizando o aplicativo em torno do que as pessoas mais usam, que tem sido cada vez mais o Reels e as DMs”, explicou o executivo na publicação.

O que mudou nos gestos?

Novo layout do Instagram (imagem: reprodução/Instagram)

Além da reorganização das abas, a atualização muda a navegação por gestos na tela para alterar entre as seções. Se, antes, o usuário deslizava da direita para esquerda e acessava as DMs, agora a aba imediata é do Reels, e só depois disso há o chat.

O chefe do Instagram reconhece que as mudanças de interface podem levar tempo para serem absorvidas pelos usuários e, por isso, a novidade será implementada de forma gradual.

“Sei que esses tipos de mudanças podem levar tempo para nos acostumarmos, então estamos dando às pessoas a opção de experimentar isso mais cedo, antes de lançarmos para todos”, afirmou. Ele também incentivou os usuários que ativarem a nova visualização a compartilharem suas opiniões sobre a experiência.

Os perfis que receberem o novo layout serão informados por um pop-up com a opção “Atualizar agora”. Caso recuse à primeira vista, o usuário ainda pode encontrar a opção nas configurações do app.

App apresenta nova versão como uma atualização (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Mais uma tentativa de priorizar o Reels

Essa já é a segunda reorganização nas abas do Instagram anunciada por Mosseri em outubro. A outra, mais agressiva, abre o aplicativo diretamente na aba de vídeos curtos, semelhante ao TikTok. Entretanto, o Instagram testa essa versão exclusivamente na Índia (e para usuários selecionados).
Esta é a nova ordem dos botões do Instagram

Esta é a nova ordem dos botões do Instagram
Fonte: Tecnoblog

Prepare-se: seu Instagram vai ficar cheio de vídeos dublados por IA

Prepare-se: seu Instagram vai ficar cheio de vídeos dublados por IA

Usuários podem ver Reels de outras línguas com dublagem em português (imagem: divulgação/Meta)

Resumo

O Instagram expandiu o novo recurso de tradução de voz por inteligência artificial no Reels, incluindo suporte ao português e hindi. A novidade, que já estava disponível para inglês e espanhol desde agosto, tem como objetivo ajudar criadores de conteúdo a alcançar uma audiência global.

A ferramenta utiliza a Meta AI para analisar o áudio original de um vídeo e gerar uma versão dublada no idioma do espectador. Durante uma demonstração do recurso em português, entretanto, nota-se que a tecnologia ainda mistura o português falado no Brasil com construções frasais mais comuns em Portugal.

Além da dublagem, a IA também oferece uma funcionalidade de sincronização labial, que ajusta sutilmente os movimentos da boca do criador para que correspondam ao áudio, tornando o resultado mais natural.

Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Adam Mosseri (@mosseri)

Como ocorre a tradução?

A Meta desenvolveu a tecnologia de IA para “imitar o som e o tom da voz do criador”, buscando preservar a autenticidade do conteúdo original, mesmo em outro idioma.

Ainda assim, o processo não é totalmente automático para quem posta: é necessário ativar a opção “Traduza sua voz com a Meta AI”, antes de publicar um Reel. Em seguida, o criador pode revisar as traduções geradas e aprovar as versões que deseja disponibilizar.

A empresa também informou que está trabalhando em novas funcionalidades para o recurso. Em breve, a tradução de áudio com múltiplos interlocutores, já presente nos Reels no Facebook, chegará também ao Instagram.

A plataforma também planeja lançar uma tradução para textos aplicados aos vídeos por meio de stickers.

Sim, tem como desativar

Meta permite desativação completa da ferramenta (imagem: divulgação/Meta)

Ao contrário do que ocorre no YouTube, que também oferece tradução automática e dublagem de vídeos por IA, o Instagram oferece controles fáceis para desativar a ferramenta.

Na rede do Google, muitos usuários reclamam que a tradução é ativada por padrão e que as opções para desativá-la não são claras. Já o Instagram, que também traz a tecnologia ativada por padrão, pode ter se adiantado com as críticas feitas ao concorrente.

Para desativar as traduções em todos os Reels:

Acesse o seu perfil e toque no menu (três linhas) no canto superior direito.

Vá em Configurações e atividade.

Toque em Idioma e traduções.

Para gerenciar a tradução em um Reel específico:

Enquanto assiste a um vídeo, toque no ícone de três pontos (…).

Selecione Traduções.

Neste menu, é possível desativar a tradução para aquele vídeo, escolher para qual idioma traduzir ou relatar um erro na dublagem.

A Meta afirma que o recurso está sendo liberado gradualmente para todos os usuários com contas públicas do Instagram e para criadores no Facebook com mais de mil seguidores.
Prepare-se: seu Instagram vai ficar cheio de vídeos dublados por IA

Prepare-se: seu Instagram vai ficar cheio de vídeos dublados por IA
Fonte: Tecnoblog

Google Discover vai exibir posts de rede social e vídeos do YouTube

Google Discover vai exibir posts de rede social e vídeos do YouTube

Feed do Google Discover vai exibir artigos, vídeos e notícias (imagem: divulgação/Google)

Resumo

O Google Discover vai permitir que usuários sigam criadores e veículos de imprensa, exibindo postagens de redes sociais e vídeos do YouTube no feed.
A função de “seguir” deve personalizar a experiência, ampliando a visibilidade de conteúdos de criadores e editores escolhidos.
Com a atualização, o Google posiciona o Discover como possível concorrente das redes sociais, oferecendo um feed mais diversificado e personalizado.

O Google Discover, feed que exibe conteúdo no app do Google para Android e iOS, vai ganhar novidades. A gigante de buscas anunciou nessa quarta-feira (17/09) que a ferramenta terá uma função para seguir criadores e veículos de imprensa, além de exibir postagens de redes sociais, como o Instagram e o X/Twitter, e vídeos curtos do YouTube.

A atualização visa concentrar mais informações no mesmo local e deve oferecer maior controle para os usuários sobre o que consomem na web. Layla Amjadi, diretora sênior de gerenciamento de produtos para a Busca do Google, explicou em comunicado que o Discover “será um ponto de partida mais útil e personalizado para explorar a web”.

Como funcionam os novos recursos do Google Discover?

Com apenas um toque, Google entende o que é de alto interesse para o usuário (imagem: divulgação/Google)

A função de “seguir” permitirá que os usuários personalizem diretamente o feed. Ao encontrar conteúdo de um criador ou editor de interesse, o usuário poderá tocar no botão de seguir e sobre o nome do veículo para acessar um espaço dedicado que reúne as publicações daquela fonte, incluindo artigos, vídeos do YouTube e postagens de redes sociais.

Optar por seguir uma página aumenta a probabilidade de seu conteúdo aparecer no feed principal do Discover (para o recurso funcionar, é preciso estar conectado a uma conta do Google). Segundo a executiva do Google, o “foco é ajudar editores e criadores a se conectarem com seus públicos”.

A funcionalidade de seguir criadores já está disponível, enquanto a integração dos novos tipos de conteúdo será implementada gradualmente “nas próximas semanas”. O Google confirmou que, além de X, Instagram e YouTube Shorts, mais plataformas serão adicionadas futuramente.

Google Discover x Redes sociais

Com essa expansão, o Discover pode se tornar um concorrente dos feeds de plataformas de redes sociais. Segundo a big tech, as mudanças foram baseadas em pesquisas com usuários, que indicaram o desejo por uma experiência de conteúdo mais diversificada.

“Em nossa pesquisa, as pessoas nos disseram que gostariam de ver uma mistura de conteúdo no Discover, incluindo vídeos e postagens em redes sociais, além de artigos”, afirmou o Google.

Objetivo é criar uma experiência que conecta ainda mais os usuários com seus interesses (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A mudança deve tornar o feed mais dinâmico e personalizado para o público, enquanto criadores e veículos ganham um novo canal de distribuição. O Google enfatizou ainda que as alterações tendem a tornar o ato de descobrir e acompanhar tópicos de interesse uma experiência mais fluida.

Esta atualização se soma a outras modificações no Google Discover. Recentemente, a empresa introduziu resumos de notícias gerados por inteligência artificial e até uma ferramenta que cria automaticamente um podcast com base no conteúdo do feed.

Com informações do Google
Google Discover vai exibir posts de rede social e vídeos do YouTube

Google Discover vai exibir posts de rede social e vídeos do YouTube
Fonte: Tecnoblog

Instagram e Facebook ganham dublagem automática de reels

Instagram e Facebook ganham dublagem automática de reels

Redes da Meta terão acesso ao recurso demonstrado em 2024 (ilustração: Vitor Padua/Tecnoblog)

Resumo

Meta libera dublagem automática de reels com inteligência artificial, disponível em inglês e espanhol.
Criadores podem ativar lip sync e acompanhar métricas de visualizações por idioma.
Recurso segue movimento do YouTube, mas ainda não há previsão de novos idiomas.

A Meta liberou nesta terça-feira (19/08) sua ferramenta de dublagem automática para reels. O recurso, que usa inteligência artificial, está sendo disponibilizado no mundo todo, mas só funciona em inglês e em espanhol por enquanto.

A ferramenta é capaz de imitar o som e a entonação da voz do vídeo original. Os criadores também podem ativar um recurso de sincronização labial, que tenta alinhar a dublagem traduzida com os movimentos da boca, deixando o resultado mais natural.

Dublagem é identificada por um selo na parte inferior da tela (imagem: divulgação)

No ano passado, em seu evento Connect, a Meta deu uma prévia da dublagem automática. De lá para cá, a companhia começou um programa-piloto com alguns criadores.

Inicialmente, a dublagem estará disponível de inglês para espanhol e vice-versa. A Meta diz que mais idiomas serão acrescentados, sem especificar quando isso deve ocorrer.

No Facebook, os criadores também poderão acrescentar até 20 faixas de áudio em diferentes idiomas, mas elas terão que ser dubladas manualmente (ou usando um programa fora do Facebook).

Como funciona a dublagem no Facebook e no Instagram?

Criador poderá configurar e revisar dublagem (imagem: divulgação)

Na última tela antes de publicar um reel, o criador de conteúdo verá um item “Traduza sua voz com Meta AI” no menu. Ao tocar nele, é possível ativar a tradução e acrescentar o lip sync. Também dá para revisar a tradução antes de postar o conteúdo.

Criadores de todo o mundo poderão usar a dublagem, desde que a Meta AI seja oferecida naquele país. No Facebook, é necessário ter 1 mil seguidores ou mais, enquanto no Instagram, qualquer pessoa tem acesso.

Os criadores terão acesso a métricas específicas sobre visualizações em cada idioma, ajudando a entender como está o alcance a novas audiências.

YouTube já conta com tradução automática

A Meta segue os passos do YouTube, que acrescentou dublagem automática há quase um ano, em setembro de 2024. Por mais que possa facilitar a compreensão, muita gente reclama que a dublagem é ruim ou que é difícil desativá-la.

No Instagram e no Facebook, haverá um selo na parte inferior do vídeo, identificando a dublagem com IA. Usuários também poderão especificar para quais línguas dispensam tradução.

Com informações do TechCrunch e da Meta
Instagram e Facebook ganham dublagem automática de reels

Instagram e Facebook ganham dublagem automática de reels
Fonte: Tecnoblog

Instagram impõe limite de seguidores para transmissões ao vivo

Instagram impõe limite de seguidores para transmissões ao vivo

Usuários precisarão atingir mínimo de seguidores para abrir lives (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Instagram passou a exigir contas públicas com pelo menos 1.000 seguidores para realizar transmissões ao vivo, segundo o TechCrunch.
De acordo com a Meta, a mudança visa “melhorar a experiência” e pode reduzir custos e transmissões de baixa qualidade.
A nova regra é similar à do TikTok, que também limita lives para perfis com no mínimo 1.000 seguidores.

Para quem gosta de abrir lives no Instagram sem compromisso, uma notícia triste: agora é preciso ter um número mínimo de seguidores para usar a ferramenta. Segundo o site TechCrunch, apenas contas públicas com ao menos 1.000 seguidores poderão iniciar transmissões ao vivo — recurso antes liberado sem restrições.

A nova regra foi confirmada ao site nesta sexta-feira (01/08) e vale para todos. Quem não atingir o mínimo de seguidores verá um aviso ao tentar iniciar uma transmissão: “Mudamos os requisitos para usar este recurso”. Por enquanto, não há mais detalhes sobre a nova medida divulgados pela própria Meta.

Por que o Instagram fez a alteração?

Perfis já recebem um aviso informando a mudança (imagem: reprodução/X)

Embora a rede social da Meta não tenha justificado detalhadamente a mudança, um comunicado enviado ao TechCrunch diz que o objetivo é “melhorar a experiência geral de consumo das Lives”.

Na prática, a restrição pode funcionar como uma triagem para limitar transmissões de baixa qualidade, sem engajamento ou propósito claro. Outro fator que pode estar por trás da medida, de acordo com o site, é o custo de operação.

Sendo assim, a Meta pode estar buscando reduzir gastos com lives para públicos muito pequenos, que faziam transmissões casuais para interagir com amigos ou testar formatos, por exemplo.

Na rede social, muitos criadores iniciantes veem as lives como uma forma de aprofundar a relação com os seguidores e testar conteúdos ao vivo antes de publicações mais estruturadas. A mudança pode reduzir a quantidade de transmissões irrelevantes ou problemáticas, dando mais destaque para criadores com audiência consolidada.

Desde abril, o Instagram já proíbe que usuários com menos de 16 anos iniciem transmissões ao vivo, a menos que estejam com a supervisão ativa de um responsável.

A medida fez parte de um pacote de mudanças voltadas às Contas de Adolescente, após o crescimento das preocupações com os riscos de interações ao vivo nas redes sociais.

Medida segue padrão do TikTok

TikTok já exige o mesmo número mínimo de seguidores (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A medida do Instagram se alinha à política que já é adotada atualmente pelo TikTok. A rede chinesa também exige o mínimo de 1.000 seguidores para liberar transmissões. Já o YouTube é mais permissivo, possibilitando o recurso ao vivo para canais com pelo menos 50 inscritos.

Essa não é a primeira vez que o Instagram testa ou adota recursos ou políticas semelhantes às do TikTok. Recentemente, a rede social passou a testar uma ferramenta oficial de repost no feed, em que é possível republicar vídeos diretamente na aba de recomendações. A ferramenta, entretanto, ainda não foi adicionada ao app.

Outra função é a de acelerar Reels em até 2x, liberada globalmente no primeiro semestre deste ano. Inspirado nos controles de velocidade de reprodução do TikTok, o recurso funciona simplesmente pressionando algum dos cantos da tela.

Com informações do TechCrunch
Instagram impõe limite de seguidores para transmissões ao vivo

Instagram impõe limite de seguidores para transmissões ao vivo
Fonte: Tecnoblog