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Windows Update vai remover driver com problema automaticamente no Windows 11

Windows Update vai remover driver com problema automaticamente no Windows 11

Windows Update vai remover driver com problema automaticamente no Windows 11 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Microsoft anunciou recurso Recuperação de Drivers Iniciada pela Nuvem (CIDR) para Windows 11, que remove automaticamente drivers problemáticos e recupera versão anterior;
CIDR utiliza Hardware Dev Center Driver Shiproom para recuperar drivers, garantindo o funcionamento correto do hardware até que um driver validado seja liberado;
recurso será testado entre maio e agosto de 2026 e deve ser liberado nas versões finais do Windows 11 a partir de setembro.

A Microsoft anunciou mais uma medida como parte de sua promessa de melhorar a experiência do usuário com o Windows 11. Trata-se de um recurso chamado Recuperação de Drivers Iniciada pela Nuvem (CIDR, na sigla em inglês). O objetivo é reverter a atualização de drivers quando estes causam problemas.

Atualizações de drivers servem para aprimorar o funcionamento, adicionar funções ou corrigir bugs envolvendo os componentes de hardware relacionados a eles. Mas, às vezes, a atualização gera problemas, como fazer uma placa de vídeo deixar de executar determinados jogos ou causar reinicializações no Windows.

Diante dessas circunstâncias, o usuário precisa reverter a instalação do driver (voltar à versão anterior) manualmente, o que nem sempre é fácil, ou aguardar o fabricante do hardware fornecer um novo driver, o que pode levar um tempo considerável.

É aí que o CIDR passa a fazer sentido: quando um driver problemático é identificado como tal no Windows 11, o mecanismo o remove e recupera a versão anterior, que funcionava normalmente.

Tudo é feito de modo automático, via Windows Update, explica a Microsoft. Isso porque o driver é recuperado a partir do Hardware Dev Center Driver Shiproom, uma espécie de canal online da Microsoft por onde fabricantes de hardware gerenciam e distribuem drivers.

Pode acontecer de o CIDR não recuperar exatamente o driver que estava instalado antes da recuperação, mas obter uma versão mais atual, mas ainda anterior ao driver que está causando problemas.

Windows Update do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Em todos os casos, o objetivo é garantir o correto funcionamento do componente de hardware e do computador como um todo até que um driver que atenda aos padrões de qualidade do sistema seja validado e liberado.

Note, porém, que se nenhum driver for localizado no Driver Shiproom para ser usado como substituto, o driver problemático será mantido.

Quando o CIDR chegará ao Windows 11, de fato?

De acordo com o cronograma da Microsoft, o CIDR ficará em fase de teste entre maio e agosto de 2026. Não havendo intercorrências durante esse período, o recurso começará a ser liberado nas versões finais do Windows 11 a partir de setembro deste ano.

Convém lembrar que outra promessa da Microsoft que envolve o Windows Update é uma nova configuração que permite ao usuário pausar facilmente as atualizações do Windows 11.
Windows Update vai remover driver com problema automaticamente no Windows 11

Windows Update vai remover driver com problema automaticamente no Windows 11
Fonte: Tecnoblog

Instagram encerra hoje suporte a mensagens criptografadas

Instagram encerra hoje suporte a mensagens criptografadas

Instagram encerra hoje suporte a mensagens criptografadas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Instagram encerrou suporte à criptografia de ponta a ponta (E2EE) nas DMs neste 8 de maio de 2026;

Meta justificou a remoção citando baixa adesão dos usuários, mas há suspeita de que pressões de autoridades tenham impulsionado a decisão;

mudança não afeta o WhatsApp, que mantém o recurso ativo, nem o Facebook Messenger, onde a função permanece opcional.

Houve uma época em que era “moda” aplicar criptografia de ponta a ponta (E2EE, na sigla em inglês) em serviços de mensagens. Com as DMs do Instagram não foi diferente. Mas, agora, a Meta deu um passo para trás: desde esta sexta-feira (08/05) que as mensagens do Instagram não suportam mais E2EE.

A criptografia de ponta a ponta é um mecanismo de segurança importante porque permite que apenas o remetente e o destinatário visualizem a mensagem.

Se, no meio do caminho, a mensagem for interceptada por um hacker ou um malware, por exemplo, seu conteúdo estará criptografado, impedindo a sua leitura (a não ser em caso de quebra da criptografia, o que é incomum).

Apesar disso, o recurso nunca foi ativado por padrão no Instagram. Cabia ao usuário habilitar a criptografia de ponta a ponta nas DMs (mensagens diretas do serviço). Mas, com a mudança, não é mais possível fazer isso, como informa esta página de ajuda do Instagram:

Não ofereceremos mais suporte para as mensagens criptografadas de ponta a ponta no Instagram após 8 de maio de 2026.

Se você tiver conversas afetadas por essa alteração, verá instruções sobre como baixar quaisquer mídias ou mensagens que você queira manter.

Se você estiver em uma versão antiga do Instagram, também poderá precisar atualizá-lo antes de baixar as conversas afetadas.

Mensagens do Instagram (imagem: reprodução/Meta)

Por que a Meta desativou a criptografia de ponta a ponta do Instagram?

Em março, a Meta explicou ao jornal The Guardian que a tecnologia de E2EE seria removida do Instagram porque poucos usuários a ativavam nas mensagens (eu mesmo não conheço ninguém que usava essa proteção).

Mas parece haver outras razões por trás da decisão. Como relata a BBC, a Meta vinha sendo pressionada sobre o mecanismo por parte de autoridades ou grupos de proteção à infância. Isso porque a criptografia das mensagens dificultava a investigação de crimes relacionados ao aliciamento de menores de idade, por exemplo. Parece que a Meta cedeu à pressão.

Por outro lado, há quem suspeite que, com esse movimento, a Meta passe a ter mais facilidade para alterar as suas políticas de privacidade de modo a permitir que algoritmos acessem as mensagens trocadas via Instagram para gerar publicidade direcionada ou treinar algoritmos de inteligência artificial.

É válido deixar claro que a criptografia de ponta a ponta continua funcionando no WhatsApp e no Facebook Messenger, neste último, de modo opcional.
Instagram encerra hoje suporte a mensagens criptografadas

Instagram encerra hoje suporte a mensagens criptografadas
Fonte: Tecnoblog

Amazon libera IA para traduzir ebooks de autores independentes

Amazon libera IA para traduzir ebooks de autores independentes

Amazon conta com plataforma para autopublicação (foto: Laura Canal/Tecnoblog)

Resumo

A Amazon lançou o Kindle Translate para tradução automática de ebooks no KDP, disponível em espanhol, inglês e alemão, sem custo para autores.
Menos de 5% dos títulos na Amazon estão em múltiplos idiomas; o Kindle Translate visa aumentar essa porcentagem.
A Amazon limita uploads de livros a três por dia para evitar abusos com ebooks gerados por IA.

A Amazon lançou uma nova inteligência artificial chamada Kindle Translate. Com ela, autores que usam a plataforma de autopublicação Kindle Direct Publishing (KDP) poderão traduzir suas obras automaticamente, sem custo.

Inicialmente, a ferramenta estará disponível para traduzir do inglês para o espanhol, do espanhol para o inglês e do alemão para o inglês. A Amazon afirma que o resultado final será automaticamente avaliado para garantir a precisão antes da publicação. Também haverá um selo “Kindle Translate” nos ebooks que usaram a ferramenta.

Ferramenta de tradução com IA não tem custos para escritores (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A empresa diz que menos de 5% dos títulos em seu site estão disponíveis em múltiplos idiomas e que isso tende a melhorar com o Kindle Translate.

Para quem escreve, isso deve ser importante até mesmo para se sustentar. Obras disponíveis no Kindle Unlimited, por exemplo, rendem ao autor alguns centavos por página lida. Por isso, chegar a novos públicos pode ajudar a pagar as contas no fim do mês.

IA traz ferramentas (e abusos) para os livros da Amazon

A tradução automática se junta às narrações feitas por IA para a plataforma Audible, da Amazon. Lançada em novembro de 2023, a ferramenta foi celebrada pelos escritores que usam a plataforma de autopublicação, já que os audiolivros podem ser uma nova fonte de receita.

Por outro lado, locutores passaram a se preocupar com o futuro de seus empregos, e ouvintes questionaram a qualidade das gravações. Até mesmo alguns autores se mostraram incomodados, temendo que obras mais pessoais ou autobiográficas recebessem narrações sem a emoção necessária.

Os aparelhos Kindle também ganharam recursos com auxílio dos modelos de linguagem, como recapitulação de livros anteriores de uma série.

Ao mesmo tempo, a Amazon precisa lidar com os efeitos negativos da IA. A companhia precisou limitar o upload de livros a um máximo de três por dia, para impedir abusos: pessoas estavam gerando grandes quantidades de ebooks e inundando a loja para tentar ganhar dinheiro sem grandes esforços.

Com informações do The Verge
Amazon libera IA para traduzir ebooks de autores independentes

Amazon libera IA para traduzir ebooks de autores independentes
Fonte: Tecnoblog

Google revela novo aplicativo de busca para Windows

Google revela novo aplicativo de busca para Windows

Pesquisa do Google para Windows (imagem: reprodução/Google)

Resumo

Novo app do Google para Windows faz buscas locais, na web e no Drive com atalho Alt + Espaço;

Ferramenta traz ainda o Google Lens e suporte ao Modo IA;

Por ora, está disponível apenas em inglês e nos EUA; roda no Windows 10 e 11.

O Google anunciou um novo aplicativo de busca para Windows. Ainda em fase experimental, a novidade permite que o usuário faça pesquisas acionando o atalho de teclado Alt + Espaço. Além de buscas na web, a ferramenta busca arquivos no próprio computador ou no Google Drive.

As buscas vão além da pesquisa textual. O aplicativo também leva a experiência do Google Lens para o desktop. Para quem está por fora do assunto, esse é um recurso do Google que usa inteligência artificial para reconhecer o conteúdo de imagens e fazer buscas a respeito. O próprio Google descreve as funcionalidades da ferramenta no aplicativo:

Com o Google Lens integrado, você pode selecionar e pesquisar qualquer coisa na tela, facilitando a tradução de imagens ou texto, a obtenção de ajuda com problemas de lição de casa e muito mais.

Para completar, o aplicativo do Google para Windows é compatível com o Modo IA, que dá respostas a perguntas mais complexas usando… IA. O Modo IA começou a funcionar recentemente no Brasil.

Lens no app do Google para Windows (imagem: reprodução/Google)

Funciona como uma barra de pesquisa móvel

Depois de instalado, o app do Google para Windows funciona como uma barra de pesquisa que pode ser arrastada para qualquer ponto da Área de Trabalho. A barra pode ser ativada ou ocultada com o já mencionado atalho de teclado Alt + Espaço.

Como bem enfatizou o The Verge, a novidade tem uma dinâmica de funcionamento que lembra o Spotlight, o recurso nativo de pesquisa do macOS.

Parece funcionar bem, embora alguns usuários possam ficar incomodados com o fato de a ferramenta exigir login com uma conta Google.

O único porém é que, no momento, o aplicativo está disponível apenas em inglês e para usuários baseados nos Estados Unidos. O download pode ser feito a partir da página do Search Labs. Roda no Windows 10 e no Windows 11.
Google revela novo aplicativo de busca para Windows

Google revela novo aplicativo de busca para Windows
Fonte: Tecnoblog

Google Tradutor terá exercícios personalizados para treinar idiomas

Google Tradutor terá exercícios personalizados para treinar idiomas

Recurso simula situações de acordo com os objetivos do usuário (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google Tradutor começou a liberar exercícios de escuta e fala em fase beta nos apps para Android e iOS.
Inicialmente, usuários que falam português só podem praticar inglês em atividades curtas e diárias.
O recurso sugere treinos personalizados conforme nível e objetivo do usuário.

O app do Tradutor do Google para Android e iOS começou a receber uma ferramenta que cria exercícios de escuta e fala para quem está aprendendo um idioma estrangeiro. O recurso ainda está em fase beta e, inicialmente, trará aos falantes de português apenas a opção de treinar inglês.

A abordagem é parecida com a de outros apps de idiomas famosos, como o Duolingo, por exemplo. São atividades curtas, que duram alguns minutos, e podem ser feitas diariamente. “Estes exercícios acompanham seu progresso diário e ajudam a formar as habilidades necessárias para se comunicar em outra língua com confiança”, disse ao Verge o gerente de produto Matt Sheets, do Google.

Como funciona a prática de idiomas do Google Tradutor?

Para começar a praticar, o usuário precisa dizer qual é o seu nível de conhecimento do idioma e qual é o seu objetivo ou motivo para praticá-lo — para essa segunda parte, é possível escolher uma das opções predefinidas ou escrever sua própria situação ou interesse. A partir daí, o Google usa a inteligência artificial para gerar exercícios direcionados para o cenário descrito.

Por enquanto, são basicamente dois tipos de tarefas. A tarefa de escuta toca um pequeno trecho do idioma estrangeiro, e cabe ao ouvinte identificar quais palavras estão presentes no áudio. Já a atividade de fala consiste em responder perguntas feitas pela IA, em uma simulação de conversa, contando com dicas do que dizer.

No exemplo dado pelo Google, o usuário diz que seu nível de espanhol é intermediário e que seu objetivo é se comunicar melhor com a família que o hospedará durante um período de intercâmbio. O Tradutor, então, sugere uma atividade com perguntas sobre os horários das refeições. Após concluir os exercícios, o Google lista as palavras praticadas durante a atividade.

Lições estão em fase beta e podem demorar a chegar

O recurso está em fase de testes e, por isso, a distribuição é gradual. Isso significa que pode levar algum tempo até aparecer no seu celular ou tablet. Quando estiver disponível para você, haverá um botão “Praticar” na tela inicial do app.

Para quem fala inglês, é possível praticar espanhol e francês. Já falantes de espanhol, francês e português têm acesso aos exercícios de inglês.

Com informações do Google e do Verge
Google Tradutor terá exercícios personalizados para treinar idiomas

Google Tradutor terá exercícios personalizados para treinar idiomas
Fonte: Tecnoblog

Instagram e Facebook ganham dublagem automática de reels

Instagram e Facebook ganham dublagem automática de reels

Redes da Meta terão acesso ao recurso demonstrado em 2024 (ilustração: Vitor Padua/Tecnoblog)

Resumo

Meta libera dublagem automática de reels com inteligência artificial, disponível em inglês e espanhol.
Criadores podem ativar lip sync e acompanhar métricas de visualizações por idioma.
Recurso segue movimento do YouTube, mas ainda não há previsão de novos idiomas.

A Meta liberou nesta terça-feira (19/08) sua ferramenta de dublagem automática para reels. O recurso, que usa inteligência artificial, está sendo disponibilizado no mundo todo, mas só funciona em inglês e em espanhol por enquanto.

A ferramenta é capaz de imitar o som e a entonação da voz do vídeo original. Os criadores também podem ativar um recurso de sincronização labial, que tenta alinhar a dublagem traduzida com os movimentos da boca, deixando o resultado mais natural.

Dublagem é identificada por um selo na parte inferior da tela (imagem: divulgação)

No ano passado, em seu evento Connect, a Meta deu uma prévia da dublagem automática. De lá para cá, a companhia começou um programa-piloto com alguns criadores.

Inicialmente, a dublagem estará disponível de inglês para espanhol e vice-versa. A Meta diz que mais idiomas serão acrescentados, sem especificar quando isso deve ocorrer.

No Facebook, os criadores também poderão acrescentar até 20 faixas de áudio em diferentes idiomas, mas elas terão que ser dubladas manualmente (ou usando um programa fora do Facebook).

Como funciona a dublagem no Facebook e no Instagram?

Criador poderá configurar e revisar dublagem (imagem: divulgação)

Na última tela antes de publicar um reel, o criador de conteúdo verá um item “Traduza sua voz com Meta AI” no menu. Ao tocar nele, é possível ativar a tradução e acrescentar o lip sync. Também dá para revisar a tradução antes de postar o conteúdo.

Criadores de todo o mundo poderão usar a dublagem, desde que a Meta AI seja oferecida naquele país. No Facebook, é necessário ter 1 mil seguidores ou mais, enquanto no Instagram, qualquer pessoa tem acesso.

Os criadores terão acesso a métricas específicas sobre visualizações em cada idioma, ajudando a entender como está o alcance a novas audiências.

YouTube já conta com tradução automática

A Meta segue os passos do YouTube, que acrescentou dublagem automática há quase um ano, em setembro de 2024. Por mais que possa facilitar a compreensão, muita gente reclama que a dublagem é ruim ou que é difícil desativá-la.

No Instagram e no Facebook, haverá um selo na parte inferior do vídeo, identificando a dublagem com IA. Usuários também poderão especificar para quais línguas dispensam tradução.

Com informações do TechCrunch e da Meta
Instagram e Facebook ganham dublagem automática de reels

Instagram e Facebook ganham dublagem automática de reels
Fonte: Tecnoblog

Estudo mostra que maioria dos textões do LinkedIn foi escrita por IA

Estudo mostra que maioria dos textões do LinkedIn foi escrita por IA

Talvez o autor daquele post de “o que aprendi com tal coisa” no LinkedIn não aprendeu nada (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Uma pesquisa realizada com milhares de textos em inglês no LinkedIn mostra que a maioria foi escrita por inteligência artificial. O estudo avaliou 8.795 postagens com mais de 100 palavras publicadas entre janeiro de 2018 e outubro de 2024. 54% deles são provavelmente gerados por IA, a tecnologia do momento.

A pesquisa foi realizada pela startup Originality AI, que desenvolve ferramentas de detecção de conteúdo criado por IAs, e divulgada pela revista Wired. O próprio LinkedIn, que é de propriedade da Microsoft, fornece no seu plano Premium uma ferramenta de inteligência artificial para aprimorar publicações, perfil e mensagens diretas.

O que levou ao aumento de textos de IA no LinkedIn?

Popularização do ChatGPT coincide com crescimento de textos gerados por IA (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Segundo John Gillham, CEO da Orginality AI, o salto de publicações de textos gerados por IA ocorreu no início de 2023, quando o ChatGPT começou a se popularizar. A IA generativa da OpenAI foi lançada no fim de 2022. O crescimento de textos supostamente gerados por IA foi de 189%.

No momento, a tecnologia não é capaz de garantir com precisão se um texto é ou não criado por inteligência artificial (e é provável que essa tecnologia nunca surja). Por isso os textos são apontados como “provavelmente gerados por IA”.

Em resposta ao caso, o LinkedIn disse que não analisa se os textos foram escritos ou editados por IA. Porém, a plataforma afirma que tem ferramentas para detectar textos de baixa qualidade e duplicados, que podem indicar que foram feitos por inteligência artificiais. Nesses casos, a rede social corta o alcance da publicação.

Usuários do LinkedIn que usam IA nos textos (seja para a criação ou edição) foram ouvidos pelo Wired. Em resposta ao veículo, os usuários dizem preferir as IAs generalistas (como o ChatGPT e Claude) às ferramentas dedicadas para textos e conteúdo profissional.

“O que aprendi com jornalismo de tecnologia”

Contas de memes no Instagram usam textos de IA para enganar algoritmo e ter mais alcance (Imagem: Reprodução/Instagram)

Trabalhando com jornalismo de tecnologia desde 2021, pude acompanhar o crescimento das IAs generativas. E, não querendo ser engenheiro de obra-pronta, o resultado do estudo não me surpreende. IAs generativas são ótimas para gerar lero-lero e viralizar no LinkedIn — no Instagram e no Google também.

O ChatGPT, Copilot, Gemini e até o Galaxy AI permitem que os usuários gerem textos do zero ou peçam melhorias no que foi produzido. Com a popularização dessas ferramentas começaram a surgir sites criados para gerar receita com o Google Ads. Os criadores usam as IAs para produzirem textos com SEO otimizado e ficar entre os primeiros resultados do Google.

No Instagram, você provavelmente já viu alguma página de meme com uma legenda sobre algum carro ou explicando alguma coisa. Essa é a estratégia usada pelas páginas para que o algoritmo entenda que o conteúdo é educativo e amplie o alcance do post.

Com informações: Wired
Estudo mostra que maioria dos textões do LinkedIn foi escrita por IA

Estudo mostra que maioria dos textões do LinkedIn foi escrita por IA
Fonte: Tecnoblog

iPhone vai substituir o VAR na Premier League

iPhone vai substituir o VAR na Premier League

iPhones 14 e 15 serão usados na Premier League na detecção de impedimento e outros lances polêmicos (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A próxima temporada Premier League, primeira divisão do futebol inglês, usará iPhones no lugar do VAR. A liga inglesa, contratando os serviços da Genius Sports, que já atua na NBA, terá uma combinação de iPhones 14 e 15 com um programa próprio para detectar as posições de impedimento. O programa Dragon promete ser mais eficiente que a tecnologia atual — e que o julgamento do VAR, mas a palavra final ainda será do árbitro de campo.

A Genius Sports, que terá apoio da sua subsidiária Second Spectrum, disse que serão usados 28 iPhones nos estádios da Premier League. O número de modelos pode ser expandido no futuro para até 100 smartphones. Uma das vantagens do uso de celulares é o custo menor quando comparado com câmeras tradicionais.

iPhones capturam milhares de pontos nos jogadores

As câmeras do iPhone captarão entre 7.000 e 10.000 pontos nos corpos dos jogadores. Isso deve auxiliar na detecção dos impedimentos com centímetros de vantagem. Com esses milhares de pontos, ficará mais fácil saber se o tronco realmente estava na frente do outro jogador, por exemplo.

Milhares de pontos nos corpos dos jogadores são os pontos fortes do Dragon em relação ao VAR (Imagem: Divulgação/Genius Sports)

Os métodos de marcação semiautomática de impedimento, usado na Copa do Mundo de 2022 e na Eurocopa deste ano, usam algumas dezenas de pontos, entre 10 e 15 câmeras e um sensor na bola. Contudo, ele pode ter alguns pontos cegos, como em casos de jogadores muito próximos. E o número de câmeras não é o bastante para cobrir todos os ângulos da jogada.

A alta captura de frames do iPhone 14 e 15 também auxilia a entender o início da jogada, quando o jogador fez o passe e quando a bola deixou os seus pés. No início do projeto, os smartphones gravarão apenas em 100 fps, mas esse valor pode subir para até 200 fps no futuro.

Gravar sem parar por 90 minutos esquenta o iPhone. Por isso, os celulares ficarão armazenados em um compartimento especial (também para proteger da chuva) e com um sistema de ventilação extra. Nesse compartimento eles também estarão ligados ao carregador.

Continuidade do projeto ainda dependerá de aprovação

Porém, apesar de promissor, a palavra final sobre a adoção e continuidade do Dragon será dos jogadores e torcedores. Ainda que a tecnologia estreie já nesta sexta-feira, ela ainda precisará dessa aceitação.

Quem acompanha futebol pode considerar o VAR demorado — e às vezes essa demora termina com o árbitro errando com convicção. Se o Dragon (e os iPhones) forem mais precisos e mais rápidos, já largam na frente do VAR.

Foi impedimento? Palavra final continuará com o árbitro de campo (Imagem: Divulgação/Genius)

O árbitro de vídeo é quem convoca o árbitro de campo para avaliar uma jogada suspeita. Assim, você tem duas etapas de verificação: na primeira o VAR precisa entender se houve um impedimento. Na segunda, o árbitro avalia. Com o Dragon a ideia é que o sistema avise o juiz e ele vá imediatamente para a TV — e depois vai o que ele julgar.

O engraçado será ver os impedimentos marcados pelos iPhones nas partidas do Manchester United, cujo patrocinador master é o Snapdragon.

Com informações: Wired e Phone Arena
iPhone vai substituir o VAR na Premier League

iPhone vai substituir o VAR na Premier League
Fonte: Tecnoblog

Como mudar o idioma do LoL

Como mudar o idioma do LoL

Usuário pode alterar o idioma do League of Legends pelo próprio client do jogo (Imagem Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Para mudar o idioma do LoL é preciso entrar nas configurações do client do League of Legends e escolher a opção desejada. Português, inglês, coreano e japonês são alguns dos idiomas suportados.

Mudar o idioma no client do LoL vai alterar somente a língua da tela de login do League of Legends. Já a mudança de idioma do LoL vai alterar o idioma da interface, dos menus e das vozes do jogo.

A seguir, veja como mudar o idioma do LoL, seja no client ou nas partidas.

Índice1. Inicie o app do LoL em seu computador2. Vá nas configurações de client do LoL3. Escolha um idioma para o client do LoL4. Altere o idioma na seção “League of Legends”Para quais idiomas posso mudar o League of Legends?Se eu atualizar o LoL preciso mudar o idioma de novo?

1. Inicie o app do LoL em seu computador

Abra o aplicativo do League of Legends (LoL) em seu computador.

Abrindo o client do League of Legends (Imagem: Reprodução/Windows)

2. Vá nas configurações de client do LoL

Clique no ícone de avatar (localizado no canto superior direito) do client LoL. Em seguida, vá em “Configurações”.

Entrando nas configurações do client do League of Legends (Imagem: Reprodução/League of Legends)

3. Escolha um idioma para o client do LoL

Vá na aba “Cliente Riot” e abra a janela “Idioma” para mudar o LoL para inglês ou outros idiomas. Importante mencionar que essa configuração vai apenas trocar o idioma do LoL no client, mas não da interface e das dublagens in-game.

Alterando o idioma do client do League of Legends (Imagem: Reprodução/League of Legends)

4. Altere o idioma na seção “League of Legends”

Clique na seção “League of Legends” e abra a janela “Idioma” para mudar o idioma do LoL in-game (incluindo interface, textos e dublagens). Para colocar o LoL em português novamente é só entrar nessa mesma guia “League of Legends” e escolher a opção “Português”.

Alterando o idioma in-game do League of Legends (Imagem: Reprodução/League of Legends)

Para quais idiomas posso mudar o League of Legends?

A Riot Games atualmente oferece suporte de 25 idiomas no League of Legends, incluindo:

Alemão;

Árabe;

Chinês (Malásia);

Chinês (Taiwan);

Coreano;

Espanhol (ES);

Espanhol (LATAM);

Francês;

Grego;

Húngaro;

Inglês (AU);

Inglês (GB);

Inglês (PH);

Inglês (SG);

Inglês (US);

Italiano;

Japonês;

Polonês;

Português;

Romeno;

Russo;

Tailandês;

Tcheco;

Turco;

Vietnamita.

Se eu atualizar o LoL preciso mudar o idioma de novo?

Não, não é necessário. Inclusive, o client do League of Legends solicita uma atualização logo após a alteração de idioma para salvar as configurações, sem exigir a alteração de idioma duas vezes seguidas.
Como mudar o idioma do LoL

Como mudar o idioma do LoL
Fonte: Tecnoblog

Linux agora tem a sua própria “tela azul da morte”

Linux agora tem a sua própria “tela azul da morte”

Linux agora tem a sua própria “tela azul da morte” (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A temida “tela azul da morte”, também conhecida pela sigla em inglês BSOD, não é mais exclusividade do Windows. Com o nome de DRM Panic, esse tipo de alerta de erro foi introduzido no recém-anunciado Linux 6.10 e, portanto, poderá aparecer em qualquer distribuição baseada nessa versão do kernel ou posterior.

No Windows, a famigerada “tela azul da morte” é exibida quando um erro impede o sistema operacional de continuar sendo executado. A falha pode ser causada por problema de hardware (como um módulo de memória RAM defeituoso), por atualização de software malsucedida ou por complicações com drivers, por exemplo.

Independentemente da causa, a tela azul surge de maneira repentina, interrompendo o que o usuário estava fazendo e exigindo que o computador seja reiniciado. Felizmente, o problema não é frequente nos Windows 10 e 11 como era nas versões mais antigas do sistema operacional.

Tela azul no Linux

No Linux, considerando o kernel 6.10 e posteriores, a tela azul também exige que o computador seja reiniciado, mas é usada para reportar erros com drivers de DRM (Direct Rendering Manager) e de KMS (Kernel Mode Setting).

O primeiro tipo de driver diz respeito a um subsistema do kernel que lida com GPU modernas. O segundo tipo tem relação com o primeiro, mas para quando parâmetros como resolução da tela precisam ser definidos no nível do kernel, não no de usuário.

O DRM Panic deverá funcionar com outros tipos de drivers, mas em versões futuras do kernel Linux, relata o Phoronix.

Como é a tela azul do DRM Panic?

Javier Martinez Canillas, engenheiro de software que trabalha na Red Hat, divulgou no Mastodon como é a tela azul do Linux:

Tela azul no Linux (imagem: Javier Martinez Canillas/Mastodon)

Perceba que a imagem é menos “dramática” que a tela azul do Windows. Ela exibe apenas os dizeres “Kernel Panic! Please reboot your computer (Por favor, reinicie seu computador)”. Existe a possibilidade de distribuições Linux inserirem informações adicionais sobre o erro para facilitar a resolução do problema, porém.

Para quem já tem uma máquina com kernel Linux 6.10 ou superior, é possível testar a tela azul com o seguinte comando:

echo c > /proc/sysrq-trigger

Vale lembrar que esse recurso não é inédito no universo do Linux. No final de 2023, a versão 255 do systemd, componente utilizado em muitas distribuições para inicializar recursos do sistema operacional, introduziu um modo de tela azul para erros críticos.
Linux agora tem a sua própria “tela azul da morte”

Linux agora tem a sua própria “tela azul da morte”
Fonte: Tecnoblog