Category: inglês

Google Tradutor terá exercícios personalizados para treinar idiomas

Google Tradutor terá exercícios personalizados para treinar idiomas

Recurso simula situações de acordo com os objetivos do usuário (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google Tradutor começou a liberar exercícios de escuta e fala em fase beta nos apps para Android e iOS.
Inicialmente, usuários que falam português só podem praticar inglês em atividades curtas e diárias.
O recurso sugere treinos personalizados conforme nível e objetivo do usuário.

O app do Tradutor do Google para Android e iOS começou a receber uma ferramenta que cria exercícios de escuta e fala para quem está aprendendo um idioma estrangeiro. O recurso ainda está em fase beta e, inicialmente, trará aos falantes de português apenas a opção de treinar inglês.

A abordagem é parecida com a de outros apps de idiomas famosos, como o Duolingo, por exemplo. São atividades curtas, que duram alguns minutos, e podem ser feitas diariamente. “Estes exercícios acompanham seu progresso diário e ajudam a formar as habilidades necessárias para se comunicar em outra língua com confiança”, disse ao Verge o gerente de produto Matt Sheets, do Google.

Como funciona a prática de idiomas do Google Tradutor?

Para começar a praticar, o usuário precisa dizer qual é o seu nível de conhecimento do idioma e qual é o seu objetivo ou motivo para praticá-lo — para essa segunda parte, é possível escolher uma das opções predefinidas ou escrever sua própria situação ou interesse. A partir daí, o Google usa a inteligência artificial para gerar exercícios direcionados para o cenário descrito.

Por enquanto, são basicamente dois tipos de tarefas. A tarefa de escuta toca um pequeno trecho do idioma estrangeiro, e cabe ao ouvinte identificar quais palavras estão presentes no áudio. Já a atividade de fala consiste em responder perguntas feitas pela IA, em uma simulação de conversa, contando com dicas do que dizer.

No exemplo dado pelo Google, o usuário diz que seu nível de espanhol é intermediário e que seu objetivo é se comunicar melhor com a família que o hospedará durante um período de intercâmbio. O Tradutor, então, sugere uma atividade com perguntas sobre os horários das refeições. Após concluir os exercícios, o Google lista as palavras praticadas durante a atividade.

Lições estão em fase beta e podem demorar a chegar

O recurso está em fase de testes e, por isso, a distribuição é gradual. Isso significa que pode levar algum tempo até aparecer no seu celular ou tablet. Quando estiver disponível para você, haverá um botão “Praticar” na tela inicial do app.

Para quem fala inglês, é possível praticar espanhol e francês. Já falantes de espanhol, francês e português têm acesso aos exercícios de inglês.

Com informações do Google e do Verge
Google Tradutor terá exercícios personalizados para treinar idiomas

Google Tradutor terá exercícios personalizados para treinar idiomas
Fonte: Tecnoblog

Instagram e Facebook ganham dublagem automática de reels

Instagram e Facebook ganham dublagem automática de reels

Redes da Meta terão acesso ao recurso demonstrado em 2024 (ilustração: Vitor Padua/Tecnoblog)

Resumo

Meta libera dublagem automática de reels com inteligência artificial, disponível em inglês e espanhol.
Criadores podem ativar lip sync e acompanhar métricas de visualizações por idioma.
Recurso segue movimento do YouTube, mas ainda não há previsão de novos idiomas.

A Meta liberou nesta terça-feira (19/08) sua ferramenta de dublagem automática para reels. O recurso, que usa inteligência artificial, está sendo disponibilizado no mundo todo, mas só funciona em inglês e em espanhol por enquanto.

A ferramenta é capaz de imitar o som e a entonação da voz do vídeo original. Os criadores também podem ativar um recurso de sincronização labial, que tenta alinhar a dublagem traduzida com os movimentos da boca, deixando o resultado mais natural.

Dublagem é identificada por um selo na parte inferior da tela (imagem: divulgação)

No ano passado, em seu evento Connect, a Meta deu uma prévia da dublagem automática. De lá para cá, a companhia começou um programa-piloto com alguns criadores.

Inicialmente, a dublagem estará disponível de inglês para espanhol e vice-versa. A Meta diz que mais idiomas serão acrescentados, sem especificar quando isso deve ocorrer.

No Facebook, os criadores também poderão acrescentar até 20 faixas de áudio em diferentes idiomas, mas elas terão que ser dubladas manualmente (ou usando um programa fora do Facebook).

Como funciona a dublagem no Facebook e no Instagram?

Criador poderá configurar e revisar dublagem (imagem: divulgação)

Na última tela antes de publicar um reel, o criador de conteúdo verá um item “Traduza sua voz com Meta AI” no menu. Ao tocar nele, é possível ativar a tradução e acrescentar o lip sync. Também dá para revisar a tradução antes de postar o conteúdo.

Criadores de todo o mundo poderão usar a dublagem, desde que a Meta AI seja oferecida naquele país. No Facebook, é necessário ter 1 mil seguidores ou mais, enquanto no Instagram, qualquer pessoa tem acesso.

Os criadores terão acesso a métricas específicas sobre visualizações em cada idioma, ajudando a entender como está o alcance a novas audiências.

YouTube já conta com tradução automática

A Meta segue os passos do YouTube, que acrescentou dublagem automática há quase um ano, em setembro de 2024. Por mais que possa facilitar a compreensão, muita gente reclama que a dublagem é ruim ou que é difícil desativá-la.

No Instagram e no Facebook, haverá um selo na parte inferior do vídeo, identificando a dublagem com IA. Usuários também poderão especificar para quais línguas dispensam tradução.

Com informações do TechCrunch e da Meta
Instagram e Facebook ganham dublagem automática de reels

Instagram e Facebook ganham dublagem automática de reels
Fonte: Tecnoblog

Estudo mostra que maioria dos textões do LinkedIn foi escrita por IA

Estudo mostra que maioria dos textões do LinkedIn foi escrita por IA

Talvez o autor daquele post de “o que aprendi com tal coisa” no LinkedIn não aprendeu nada (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Uma pesquisa realizada com milhares de textos em inglês no LinkedIn mostra que a maioria foi escrita por inteligência artificial. O estudo avaliou 8.795 postagens com mais de 100 palavras publicadas entre janeiro de 2018 e outubro de 2024. 54% deles são provavelmente gerados por IA, a tecnologia do momento.

A pesquisa foi realizada pela startup Originality AI, que desenvolve ferramentas de detecção de conteúdo criado por IAs, e divulgada pela revista Wired. O próprio LinkedIn, que é de propriedade da Microsoft, fornece no seu plano Premium uma ferramenta de inteligência artificial para aprimorar publicações, perfil e mensagens diretas.

O que levou ao aumento de textos de IA no LinkedIn?

Popularização do ChatGPT coincide com crescimento de textos gerados por IA (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Segundo John Gillham, CEO da Orginality AI, o salto de publicações de textos gerados por IA ocorreu no início de 2023, quando o ChatGPT começou a se popularizar. A IA generativa da OpenAI foi lançada no fim de 2022. O crescimento de textos supostamente gerados por IA foi de 189%.

No momento, a tecnologia não é capaz de garantir com precisão se um texto é ou não criado por inteligência artificial (e é provável que essa tecnologia nunca surja). Por isso os textos são apontados como “provavelmente gerados por IA”.

Em resposta ao caso, o LinkedIn disse que não analisa se os textos foram escritos ou editados por IA. Porém, a plataforma afirma que tem ferramentas para detectar textos de baixa qualidade e duplicados, que podem indicar que foram feitos por inteligência artificiais. Nesses casos, a rede social corta o alcance da publicação.

Usuários do LinkedIn que usam IA nos textos (seja para a criação ou edição) foram ouvidos pelo Wired. Em resposta ao veículo, os usuários dizem preferir as IAs generalistas (como o ChatGPT e Claude) às ferramentas dedicadas para textos e conteúdo profissional.

“O que aprendi com jornalismo de tecnologia”

Contas de memes no Instagram usam textos de IA para enganar algoritmo e ter mais alcance (Imagem: Reprodução/Instagram)

Trabalhando com jornalismo de tecnologia desde 2021, pude acompanhar o crescimento das IAs generativas. E, não querendo ser engenheiro de obra-pronta, o resultado do estudo não me surpreende. IAs generativas são ótimas para gerar lero-lero e viralizar no LinkedIn — no Instagram e no Google também.

O ChatGPT, Copilot, Gemini e até o Galaxy AI permitem que os usuários gerem textos do zero ou peçam melhorias no que foi produzido. Com a popularização dessas ferramentas começaram a surgir sites criados para gerar receita com o Google Ads. Os criadores usam as IAs para produzirem textos com SEO otimizado e ficar entre os primeiros resultados do Google.

No Instagram, você provavelmente já viu alguma página de meme com uma legenda sobre algum carro ou explicando alguma coisa. Essa é a estratégia usada pelas páginas para que o algoritmo entenda que o conteúdo é educativo e amplie o alcance do post.

Com informações: Wired
Estudo mostra que maioria dos textões do LinkedIn foi escrita por IA

Estudo mostra que maioria dos textões do LinkedIn foi escrita por IA
Fonte: Tecnoblog

iPhone vai substituir o VAR na Premier League

iPhone vai substituir o VAR na Premier League

iPhones 14 e 15 serão usados na Premier League na detecção de impedimento e outros lances polêmicos (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A próxima temporada Premier League, primeira divisão do futebol inglês, usará iPhones no lugar do VAR. A liga inglesa, contratando os serviços da Genius Sports, que já atua na NBA, terá uma combinação de iPhones 14 e 15 com um programa próprio para detectar as posições de impedimento. O programa Dragon promete ser mais eficiente que a tecnologia atual — e que o julgamento do VAR, mas a palavra final ainda será do árbitro de campo.

A Genius Sports, que terá apoio da sua subsidiária Second Spectrum, disse que serão usados 28 iPhones nos estádios da Premier League. O número de modelos pode ser expandido no futuro para até 100 smartphones. Uma das vantagens do uso de celulares é o custo menor quando comparado com câmeras tradicionais.

iPhones capturam milhares de pontos nos jogadores

As câmeras do iPhone captarão entre 7.000 e 10.000 pontos nos corpos dos jogadores. Isso deve auxiliar na detecção dos impedimentos com centímetros de vantagem. Com esses milhares de pontos, ficará mais fácil saber se o tronco realmente estava na frente do outro jogador, por exemplo.

Milhares de pontos nos corpos dos jogadores são os pontos fortes do Dragon em relação ao VAR (Imagem: Divulgação/Genius Sports)

Os métodos de marcação semiautomática de impedimento, usado na Copa do Mundo de 2022 e na Eurocopa deste ano, usam algumas dezenas de pontos, entre 10 e 15 câmeras e um sensor na bola. Contudo, ele pode ter alguns pontos cegos, como em casos de jogadores muito próximos. E o número de câmeras não é o bastante para cobrir todos os ângulos da jogada.

A alta captura de frames do iPhone 14 e 15 também auxilia a entender o início da jogada, quando o jogador fez o passe e quando a bola deixou os seus pés. No início do projeto, os smartphones gravarão apenas em 100 fps, mas esse valor pode subir para até 200 fps no futuro.

Gravar sem parar por 90 minutos esquenta o iPhone. Por isso, os celulares ficarão armazenados em um compartimento especial (também para proteger da chuva) e com um sistema de ventilação extra. Nesse compartimento eles também estarão ligados ao carregador.

Continuidade do projeto ainda dependerá de aprovação

Porém, apesar de promissor, a palavra final sobre a adoção e continuidade do Dragon será dos jogadores e torcedores. Ainda que a tecnologia estreie já nesta sexta-feira, ela ainda precisará dessa aceitação.

Quem acompanha futebol pode considerar o VAR demorado — e às vezes essa demora termina com o árbitro errando com convicção. Se o Dragon (e os iPhones) forem mais precisos e mais rápidos, já largam na frente do VAR.

Foi impedimento? Palavra final continuará com o árbitro de campo (Imagem: Divulgação/Genius)

O árbitro de vídeo é quem convoca o árbitro de campo para avaliar uma jogada suspeita. Assim, você tem duas etapas de verificação: na primeira o VAR precisa entender se houve um impedimento. Na segunda, o árbitro avalia. Com o Dragon a ideia é que o sistema avise o juiz e ele vá imediatamente para a TV — e depois vai o que ele julgar.

O engraçado será ver os impedimentos marcados pelos iPhones nas partidas do Manchester United, cujo patrocinador master é o Snapdragon.

Com informações: Wired e Phone Arena
iPhone vai substituir o VAR na Premier League

iPhone vai substituir o VAR na Premier League
Fonte: Tecnoblog

Como mudar o idioma do LoL

Como mudar o idioma do LoL

Usuário pode alterar o idioma do League of Legends pelo próprio client do jogo (Imagem Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Para mudar o idioma do LoL é preciso entrar nas configurações do client do League of Legends e escolher a opção desejada. Português, inglês, coreano e japonês são alguns dos idiomas suportados.

Mudar o idioma no client do LoL vai alterar somente a língua da tela de login do League of Legends. Já a mudança de idioma do LoL vai alterar o idioma da interface, dos menus e das vozes do jogo.

A seguir, veja como mudar o idioma do LoL, seja no client ou nas partidas.

Índice1. Inicie o app do LoL em seu computador2. Vá nas configurações de client do LoL3. Escolha um idioma para o client do LoL4. Altere o idioma na seção “League of Legends”Para quais idiomas posso mudar o League of Legends?Se eu atualizar o LoL preciso mudar o idioma de novo?

1. Inicie o app do LoL em seu computador

Abra o aplicativo do League of Legends (LoL) em seu computador.

Abrindo o client do League of Legends (Imagem: Reprodução/Windows)

2. Vá nas configurações de client do LoL

Clique no ícone de avatar (localizado no canto superior direito) do client LoL. Em seguida, vá em “Configurações”.

Entrando nas configurações do client do League of Legends (Imagem: Reprodução/League of Legends)

3. Escolha um idioma para o client do LoL

Vá na aba “Cliente Riot” e abra a janela “Idioma” para mudar o LoL para inglês ou outros idiomas. Importante mencionar que essa configuração vai apenas trocar o idioma do LoL no client, mas não da interface e das dublagens in-game.

Alterando o idioma do client do League of Legends (Imagem: Reprodução/League of Legends)

4. Altere o idioma na seção “League of Legends”

Clique na seção “League of Legends” e abra a janela “Idioma” para mudar o idioma do LoL in-game (incluindo interface, textos e dublagens). Para colocar o LoL em português novamente é só entrar nessa mesma guia “League of Legends” e escolher a opção “Português”.

Alterando o idioma in-game do League of Legends (Imagem: Reprodução/League of Legends)

Para quais idiomas posso mudar o League of Legends?

A Riot Games atualmente oferece suporte de 25 idiomas no League of Legends, incluindo:

Alemão;

Árabe;

Chinês (Malásia);

Chinês (Taiwan);

Coreano;

Espanhol (ES);

Espanhol (LATAM);

Francês;

Grego;

Húngaro;

Inglês (AU);

Inglês (GB);

Inglês (PH);

Inglês (SG);

Inglês (US);

Italiano;

Japonês;

Polonês;

Português;

Romeno;

Russo;

Tailandês;

Tcheco;

Turco;

Vietnamita.

Se eu atualizar o LoL preciso mudar o idioma de novo?

Não, não é necessário. Inclusive, o client do League of Legends solicita uma atualização logo após a alteração de idioma para salvar as configurações, sem exigir a alteração de idioma duas vezes seguidas.
Como mudar o idioma do LoL

Como mudar o idioma do LoL
Fonte: Tecnoblog

Linux agora tem a sua própria “tela azul da morte”

Linux agora tem a sua própria “tela azul da morte”

Linux agora tem a sua própria “tela azul da morte” (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A temida “tela azul da morte”, também conhecida pela sigla em inglês BSOD, não é mais exclusividade do Windows. Com o nome de DRM Panic, esse tipo de alerta de erro foi introduzido no recém-anunciado Linux 6.10 e, portanto, poderá aparecer em qualquer distribuição baseada nessa versão do kernel ou posterior.

No Windows, a famigerada “tela azul da morte” é exibida quando um erro impede o sistema operacional de continuar sendo executado. A falha pode ser causada por problema de hardware (como um módulo de memória RAM defeituoso), por atualização de software malsucedida ou por complicações com drivers, por exemplo.

Independentemente da causa, a tela azul surge de maneira repentina, interrompendo o que o usuário estava fazendo e exigindo que o computador seja reiniciado. Felizmente, o problema não é frequente nos Windows 10 e 11 como era nas versões mais antigas do sistema operacional.

Tela azul no Linux

No Linux, considerando o kernel 6.10 e posteriores, a tela azul também exige que o computador seja reiniciado, mas é usada para reportar erros com drivers de DRM (Direct Rendering Manager) e de KMS (Kernel Mode Setting).

O primeiro tipo de driver diz respeito a um subsistema do kernel que lida com GPU modernas. O segundo tipo tem relação com o primeiro, mas para quando parâmetros como resolução da tela precisam ser definidos no nível do kernel, não no de usuário.

O DRM Panic deverá funcionar com outros tipos de drivers, mas em versões futuras do kernel Linux, relata o Phoronix.

Como é a tela azul do DRM Panic?

Javier Martinez Canillas, engenheiro de software que trabalha na Red Hat, divulgou no Mastodon como é a tela azul do Linux:

Tela azul no Linux (imagem: Javier Martinez Canillas/Mastodon)

Perceba que a imagem é menos “dramática” que a tela azul do Windows. Ela exibe apenas os dizeres “Kernel Panic! Please reboot your computer (Por favor, reinicie seu computador)”. Existe a possibilidade de distribuições Linux inserirem informações adicionais sobre o erro para facilitar a resolução do problema, porém.

Para quem já tem uma máquina com kernel Linux 6.10 ou superior, é possível testar a tela azul com o seguinte comando:

echo c > /proc/sysrq-trigger

Vale lembrar que esse recurso não é inédito no universo do Linux. No final de 2023, a versão 255 do systemd, componente utilizado em muitas distribuições para inicializar recursos do sistema operacional, introduziu um modo de tela azul para erros críticos.
Linux agora tem a sua própria “tela azul da morte”

Linux agora tem a sua própria “tela azul da morte”
Fonte: Tecnoblog

Google testa IA que ajuda usuário a praticar pronúncia em inglês

Google testa IA que ajuda usuário a praticar pronúncia em inglês

Google testa IA que ajuda usuário a praticar pronuncia em inglês (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Google Labs é uma plataforma que permite a qualquer pessoa interessada testar ferramentas experimentais da empresa, especialmente no âmbito da inteligência artificial (IA). Um dos experimentos mais recentes nessa área visa ajudar estudantes de inglês a praticar a pronúncia de frases no idioma.

Chamada de Speaking Practice, a novidade foi relatada pelo perfil howfxr, no X/Twitter. As capturas de tela divulgadas ali mostram a IA do Google iniciando uma conversação com a seguinte frase: “I’m sad because I lost my favorite sweater at the park yesterday” (“estou triste por perdi meu suéter favorito no parque ontem”).

Coube ao usuário dar sequência à conversa com uma frase que inclui as palavras love (amor), sad (triste) e sorry (sinto muito). A resposta deve ser falada, não digitada. A pronúncia é então avaliada pela IA do Google, que dá orientações para melhorá-la, se necessário.

Trata-se de uma abordagem interessante porque ela condiciona o usuário a elaborar uma sentença completa com palavras específicas. É diferente de outras ferramentas do tipo, que simplesmente pedem para o usuário repetir frases predefinidas e apontam se a pronúncia foi ruim, regular ou boa.

IA experimental do Google para treino de inglês (Capturas de tela: howfxr/X/Twitter)

O que o Google ganha com isso?

As frases que o Google gera nas conversações do Speaking Practice são criadas por inteligência artificial generativa. É de se presumir então que os exercícios ajudam a validar ou até a treinar o mecanismo.

É possível que a ferramenta também ajude o Google a refinar a compreensão de sotaques ou de variações linguísticas regionais. Isso pode ser usado para aumentar a capacidade do Google Assistente de entender comandos em inglês dados por falantes não nativos do idioma, por exemplo.

Por enquanto, disponível só em alguns países

No momento, o Speaking Practice está disponível no Google Labs para usuários na Argentina, Colômbia, Índia, Indonésia, México e Venezuela. Quem estiver em um desses países precisa apenas acessar o endereço labs.google e procurar pelo experimento correspondente.

Não há informação sobre quando ou se o Speaking Practice será liberado no Brasil. Mas, dada a utilidade que a ferramenta pode ter, esperamos que isso aconteça em breve.
Google testa IA que ajuda usuário a praticar pronúncia em inglês

Google testa IA que ajuda usuário a praticar pronúncia em inglês
Fonte: Tecnoblog

TikTok: europeus poderão desativar o algoritmo da plataforma

TikTok: europeus poderão desativar o algoritmo da plataforma

Os usuários de TikTok na Europa ganharão um recurso “exclusivo”: a opção de ativar ou não o algoritmo da plataforma para receber conteúdo personalizado. A “ferramenta” é resultado da aprovação do Ato de Serviços Digitais (DSA, em inglês), uma nova legislação da União Europeia (UE) sobre segurança e privacidade digital. A DSA é válida para os 27 países membros do bloco político-econômico.

TikTok anuncia função de desativar algoritmo de recomendação, mas só na Europa (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Ao desativar a função de recomendação via algoritmo do TikTok, a rede social “desaprende” o gosto do usuário. No lugar de vídeos que a plataforma entende como “gosto do usuário”, o Para Você exibirá populares baseados no lugar onde a pessoa mora e outros conteúdos de todo o mundo. Esta informação foi divulgada pelo próprio TikTok em sua página de imprensa.

Recentemente, o TikTok lançou uma ferramenta para resetar o algoritmo, permitindo que o usuário comece “do zero” o uso da plataforma e as recomendações sejam “renovadas”.

Ferramenta de desativar algoritmo chega no fim de agosto

Conforme revelou a rede social em seu site, o recurso de “desligar” o algoritmo será liberado até o dia 28 de agosto. A data é o limite publicado no DSA para que as plataformas digitais se adequem a legislação da UE. No entanto, o TikTok não deu nem mesmo uma previsão sobre quando realmente entregará a função.

A rede social de vídeos curtos informou ainda que usuários cujas idades sejam de 13 à 17 anos não receberão mais propagandas personalizadas, que se baseia em atividades externas ao uso da plataforma.

TikTok anunciou que jovens de 13 à 17 anos não receberão propagandas personalizadas (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Lembrando: o TikTok permite que os seus “clientes” ativem ou desativem a função de anúncios personalizados, inclusive a que rastreia suas atividades externas. Essa opção está disponível nas configurações da conta, no menu “Anúncios”.

Outras redes sociais terão que fazer mudanças

Além do TikTok, as redes sociais da Meta, do Google, Twitter/X, Amazon e mais uma dezena de outras plataformas que atuam na Europa terão que realizar mudanças em seus serviços. A principal novidade do Ato de Serviços Digitais é que essas empresas terão que ser mais transparentes sobre seus algoritmos — e mais ágeis na remoção de conteúdos “problemáticos”.

Com informações: The Verge (1 e 2)
TikTok: europeus poderão desativar o algoritmo da plataforma

TikTok: europeus poderão desativar o algoritmo da plataforma
Fonte: Tecnoblog

Xiaomi Mi Band 8 é homologada pela Anatel e já pode ser vendida no Brasil

Xiaomi Mi Band 8 é homologada pela Anatel e já pode ser vendida no Brasil

A Xiaomi está prestes a lançar no Brasil mais uma geração da sua smartband Mi Band: a Mi Band 8 foi certificada na Anatel e já pode ser vendida no Brasil. A pulseira inteligente da fabricante chinesa foi lançada em abril no seu país natal.

Xiaomi Mi Band 8 é homologada na Anatel (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

Sem nenhuma surpresa, a Mi Band 8 seguirá suas antecessoras e terá a sua fabricação em território chinês — nas unidades fabris de Nanchang. A certificação do produto, de código M2239B1, foi publicada na terça-feira (6).

Mi Band 8 muda pouco no visual, mas tem tela sempre ligada

O visual da Mi Band 8 não é lá tão diferente, segue no formato comprido e sem o botão “afundado” na tela, design adotado desde a Mi Band 6. A falta de mudança no visual não é problema: ele mantém o bom espaço de tela e a “depressão” para o botão touch principal era feio. Além disso, agrada quem busca um vestível menos chamativo.

A Mi Band 8 tem o recurso de tela sempre ligada (always-on display, em inglês), que facilita a visualização das horas e informações durante as práticas de atividades físicas. Por falar em mexer o esqueleto, a nova smartband da Xiaomi tem suporte para 150 atividades — 30 a mais do que a sua antecessora.

Xiaomi Mi Band 8 pode ser usada como pulseira (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

Uma novidade interessante na Mi Band 8 é que ela não precisa ser usada como pulseira. A Xiaomi criou prendedores para que o consumidor use a Mi Band como colar ou no tênis — presa no cadarço.

A tela do dispositivo usa um display AMOLED e mede 1,64 polegadas. Outra evolução em relação a sua antecessora é o aumento do brilho. Agora, a Mi Band 8 tem brilho máximo de 600 nits — era 500 nits na sétima geração.

Segundo a Xiaomi, a sua nova pulseira inteligente tem bateria para 16 dias. Mas claro, isso se você usá-la de modo econômico. Com todos os recursos de monitoramento ativado e — principalmente — tela sempre ligada, a bateria dura menos.
Xiaomi Mi Band 8 é homologada pela Anatel e já pode ser vendida no Brasil

Xiaomi Mi Band 8 é homologada pela Anatel e já pode ser vendida no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Uber terá central telefônica para pedir corrida sem smartphone nos EUA

Uber terá central telefônica para pedir corrida sem smartphone nos EUA

É bem provável que você já tenha pedido um Uber para parentes idosos ou pessoas que não têm muita familiaridade com a tecnologia. Esse parece ser um problema comum, e a empresa vai tentar resolvê-lo de uma forma bem “retrô”. Nos EUA, a companhia terá uma central telefônica para solicitar viagens.

Uber (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O serviço foi apresentado nesta quarta-feira (17), durante o evento anual Go Get, em que a Uber apresenta novas ferramentas para usuários e motoristas.

Nos EUA, o número da central telefônica é 1-833-USE-UBER — ou 1-833-873-8237, usando as teclas alfanuméricas do telefone. É possível falar com um agente em inglês ou espanhol, e dá para pedir um carro imediatamente ou agendar uma corrida. A ligação é gratuita.

Por enquanto, não há previsão para o recurso chegar ao Brasil, segundo a assessoria de imprensa da Uber.

No Brasil, dá para pedir Uber por WhatsApp

Não é primeira vez que a Uber tenta facilitar o processo, pensando em quem não está tão habituado a aplicativos.

No Brasil, desde novembro de 2022, dá para chamar um UberX ou um Uber Moto usando o WhatsApp.

Uber via WhatsApp (imagem: divulgação/Uber)

Sim, o WhatsApp também é um aplicativo, mas muito mais gente sabe usá-lo do que usar o app da Uber, então essa opção faz algum sentido. Isso também ajuda quem não tem espaço no celular.

Essa forma de chamar uma corrida foi disponibilizada inicialmente em Teresina (PI), São Luís (MA), Sobral (CE) e Juazeiro do Norte (CE), ainda em fase de testes.

Ela tem algumas limitações: só funciona das 6h às 22h e as viagens precisam ser pagas em dinheiro.

Recursos para crianças, adolescentes e grupos

Além da central telefônica, o Go Get também teve o lançamento de outras ferramentas.

Para pais de crianças pequenas, a Uber contará com a opção de carros com cadeirinhas, para garantir a segurança.

Já adolescentes de 13 a 17 anos terão um tipo especial de conta, que será conectada à de um adulto responsável.

Esses passageiros serão direcionados a motoristas com mais experiência e altas avaliações na plataforma. Além disso, os pais poderão entrar em contato com o condutor durante a corrida.

Por fim, a Uber também vai oferecer uma nova opção para viagens em grupo. Basta colocar o destino de cada pessoa e o app criará a rota mais eficiente. Além disso, cada passageiro terá uma cobrança proporcional à distância percorrida.

Todas essas novidades chegarão primeiro aos EUA. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

Com informações: Uber
Uber terá central telefônica para pedir corrida sem smartphone nos EUA

Uber terá central telefônica para pedir corrida sem smartphone nos EUA
Fonte: Tecnoblog