Category: Inglaterra

Galaxy Watch 9 e Watch Ultra 2 são apresentados pela Samsung

Galaxy Watch 9 e Watch Ultra 2 são apresentados pela Samsung

Bússola no Galaxy Watch Ultra 2 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Samsung lançou dois novos relógios inteligentes da linha Galaxy:
O Galaxy Watch Ultra 2, com bateria 35% maior e processador Snapdragon Wear Elite, trazendo estrutura de titânio e recursos voltados a esportes pesados, como corrida em trilha e mergulho no oceano.
O Galaxy Watch 9, com design similar ao da geração anterior, porém mais leve, e com bateria 20% maior, trazendo estrutura de alumínio e os mesmos recursos de saúde do Ultra 2.
Os dois relógios compartilham recursos como leitura de sinais vitais, monitoramento contínuo e a função “levante para falar” para acionar o assistente de inteligência artificial Gemini.

A Samsung anuncia hoje dois novos relógios inteligentes da linha Galaxy: o Galaxy Watch 9 e o Galaxy Watch Ultra 2. Nesta geração, o avanço mais interessante está na bateria: a capacidade do Ultra sobe 35%, enquanto a do Watch tradicional aumenta 20%.

O Tecnoblog acompanha o anúncio direto de Londres, na Inglaterra, onde ocorre uma nova edição do evento Unpacked. Novos smartphones também foram revelados. Os preços para o mercado brasileiro,devem ser apresentados em um evento local previsto para 6 de agosto.

O que tem no Ultra 2?

Botões do Galaxy Watch Ultra 2 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy Watch Ultra 2 ganha o processador Snapdragon Wear Elite (Qualcomm SDW6100). É a primeira vez que um Galaxy Watch usa um chip dessa linha. A estrutura é de titânio, com corpo 12% menor que o do modelo anterior e pulseira redesenhada para mais conforto.

Tela: 1,52 polegada (38,5 mm), Super AMOLED, 498 x 498 pixels, cristal de safira, e brilho de até 5.000 nits

Memória: 2 GB de RAM + 64 GB de armazenamento

Sensores: BioActive (óptico bio-signal, sinal cardíaco elétrico e impedância bioelétrica), temperatura, acelerômetro, barômetro, giroscópio, geomagnético e luz

Conectividade: LTE, Bluetooth 6.0, Wi-Fi 2,4 GHz + 5 GHz, NFC e GPS de dupla frequência L1+L5

Resistência: 10ATM+, IP69K, MIL-STD-810H e EN13319

Carga: rápida, sem fio, com base no padrão WPC

Galaxy Watch Ultra 2 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O modelo traz ainda dois novos recursos voltados a esportes pesados. Um deles é focado em corrida em trilha, com dados de elevação, mapas de percurso e um alarme de hidratação que calcula a perda de suor a partir do peso e do IMC do usuário. Ele ainda recomenda o momento de beber água durante o exercício. O outro é um aplicativo de mergulho no oceano, desenvolvido com um parceiro do setor.

O Watch Ultra 2 chega em titânio prata e titânio preto, ambos em caixa de 47 mm; a versão prata vem com pulseira verde. No mercado americano, o produto desembarca por valores a partir de US$ 699, o que dá por volta de R$ 3.540.

Conheça o Galaxy Watch 9

Galaxy Watch 9 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy Watch 9 mantém o design da geração anterior, agora com estrutura de alumínio e pulseira 25% mais leve. Também estreia o Snapdragon Wear Elite, com a mesma base de sensores e conectividade do Ultra 2, mas em versão mais compacta e com resistência menor à água.

Tamanhos: 44 mm (34 g) e 40 mm (31,5 g)

Tela: 1,47 polegada (480 x 480 pixels) no modelo de 44 mm e 1,34 polegada (438 x 438 pixels) no de 40 mm, Super AMOLED, cristal de safira, e brilho de até 3.000 nits

Memória: 2 GB de RAM + 32 GB de armazenamento

Resistência: 5ATM+, IP68 e MIL-STD-810H

Carga: rápida, sem fio, padrão WPC

O modelo de 44 mm vem nas cores preto e prata, enquanto o de 40 mm vem em preto e creme. Ele é vendido por preços a partir de US$ 379 nos Estados Unidos, cerca de R$ 1.920 em conversão direta.

Galaxy Watch 9 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Saúde no pulso

Os dois relógios compartilham os mesmos recursos de saúde: leitura de sinais vitais, pontuação de saúde do coração, carga de cardio diário e índice de condicionamento físico, todos com base em monitoramento contínuo comparado ao padrão do usuário ou de sua faixa etária.

Eles ganham a função “levante para falar”, que aciona o assistente de inteligência artificial Gemini, do Google, sem necessidade de toque ou botão. Ambos rodam Wear OS 7 com a interface One UI 9 Watch e exigem smartphone com Android 13 ou superior.

Confira o Unpacked

O jornalista Thássius Veloso viajou para a Inglaterra a convite da Samsung
Galaxy Watch 9 e Watch Ultra 2 são apresentados pela Samsung

Galaxy Watch 9 e Watch Ultra 2 são apresentados pela Samsung
Fonte: Tecnoblog

iPhone vai substituir o VAR na Premier League

iPhone vai substituir o VAR na Premier League

iPhones 14 e 15 serão usados na Premier League na detecção de impedimento e outros lances polêmicos (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A próxima temporada Premier League, primeira divisão do futebol inglês, usará iPhones no lugar do VAR. A liga inglesa, contratando os serviços da Genius Sports, que já atua na NBA, terá uma combinação de iPhones 14 e 15 com um programa próprio para detectar as posições de impedimento. O programa Dragon promete ser mais eficiente que a tecnologia atual — e que o julgamento do VAR, mas a palavra final ainda será do árbitro de campo.

A Genius Sports, que terá apoio da sua subsidiária Second Spectrum, disse que serão usados 28 iPhones nos estádios da Premier League. O número de modelos pode ser expandido no futuro para até 100 smartphones. Uma das vantagens do uso de celulares é o custo menor quando comparado com câmeras tradicionais.

iPhones capturam milhares de pontos nos jogadores

As câmeras do iPhone captarão entre 7.000 e 10.000 pontos nos corpos dos jogadores. Isso deve auxiliar na detecção dos impedimentos com centímetros de vantagem. Com esses milhares de pontos, ficará mais fácil saber se o tronco realmente estava na frente do outro jogador, por exemplo.

Milhares de pontos nos corpos dos jogadores são os pontos fortes do Dragon em relação ao VAR (Imagem: Divulgação/Genius Sports)

Os métodos de marcação semiautomática de impedimento, usado na Copa do Mundo de 2022 e na Eurocopa deste ano, usam algumas dezenas de pontos, entre 10 e 15 câmeras e um sensor na bola. Contudo, ele pode ter alguns pontos cegos, como em casos de jogadores muito próximos. E o número de câmeras não é o bastante para cobrir todos os ângulos da jogada.

A alta captura de frames do iPhone 14 e 15 também auxilia a entender o início da jogada, quando o jogador fez o passe e quando a bola deixou os seus pés. No início do projeto, os smartphones gravarão apenas em 100 fps, mas esse valor pode subir para até 200 fps no futuro.

Gravar sem parar por 90 minutos esquenta o iPhone. Por isso, os celulares ficarão armazenados em um compartimento especial (também para proteger da chuva) e com um sistema de ventilação extra. Nesse compartimento eles também estarão ligados ao carregador.

Continuidade do projeto ainda dependerá de aprovação

Porém, apesar de promissor, a palavra final sobre a adoção e continuidade do Dragon será dos jogadores e torcedores. Ainda que a tecnologia estreie já nesta sexta-feira, ela ainda precisará dessa aceitação.

Quem acompanha futebol pode considerar o VAR demorado — e às vezes essa demora termina com o árbitro errando com convicção. Se o Dragon (e os iPhones) forem mais precisos e mais rápidos, já largam na frente do VAR.

Foi impedimento? Palavra final continuará com o árbitro de campo (Imagem: Divulgação/Genius)

O árbitro de vídeo é quem convoca o árbitro de campo para avaliar uma jogada suspeita. Assim, você tem duas etapas de verificação: na primeira o VAR precisa entender se houve um impedimento. Na segunda, o árbitro avalia. Com o Dragon a ideia é que o sistema avise o juiz e ele vá imediatamente para a TV — e depois vai o que ele julgar.

O engraçado será ver os impedimentos marcados pelos iPhones nas partidas do Manchester United, cujo patrocinador master é o Snapdragon.

Com informações: Wired e Phone Arena
iPhone vai substituir o VAR na Premier League

iPhone vai substituir o VAR na Premier League
Fonte: Tecnoblog