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Como cancelar HBO Max: descubra por onde você deve fazer o cancelamento da assinatura

Como cancelar HBO Max: descubra por onde você deve fazer o cancelamento da assinatura

Saiba os diferentes meios de cancelar a assinatura do serviço de streaming HBO Max (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O primeiro passo para cancelar a assinatura da HBO Max, antiga Max, é identificar por onde o serviço foi contratado. A plataforma tem diferentes canais oficiais de pagamento, como lojas de aplicativos, operadoras ou parceiros de streaming, determinando exatamente onde e como o cancelamento deve ser feito.

Saber quem faz a cobrança é indispensável para concluir o processo de encerramento da assinatura corretamente e evitar cobranças indesejadas. Além disso, vale lembrar que apenas desinstalar o aplicativo do celular ou da Smart TV não encerra o plano.

A seguir, saiba como descobrir a plataforma de pagamento e como realizar o cancelamento da HBO Max.

ÍndiceAntes de tudo: descubra por onde cancelar sua HBO MaxTodos os métodos para cancelar sua HBO Max no BrasilMétodo via navegador no PC ou celularMétodo via Play Store no AndroidMétodo via App Store no iPhoneMétodo via Mercado Livre para assinantes Meli+Método via Canais do Prime Video da Amazon Prime VideoMétodo via RokuMétodo via TV SamsungPerguntas frequentes sobre o cancelamento da HBO MaxConsigo cancelar só o Membro Extra da HBO Max?Posso cancelar uma assinatura de 12 meses da HBO Max?Por que minha assinatura continua ativa após o cancelamento?Posso pedir um reembolso e interromper definitivamente a assinatura?Minha conta vai ser excluída ao cancelar a HBO Max?

Antes de tudo: descubra por onde cancelar sua HBO Max

Se você precisa cancelar a HBO Max e esqueceu por onde o serviço foi contratado, o ponto de partida é verificar as configurações no site oficial. Basta acessar hbomax.com/subscription para visualizar no cabeçalho do plano a empresa parceira responsável pela cobrança, como lojas de aplicativos ou operadoras.

Caso o painel não exiba essa informação detalhada, você pode identificar a origem pelo extrato do seu cartão de crédito ou buscando faturas de confirmação na caixa de e-mail. Sabendo qual é o intermediário de pagamentos, fica fácil seguir para o portal correspondente e encerrar a assinatura sem complicações.

Todos os métodos para cancelar sua HBO Max no Brasil

Após descobrir a plataforma de cobrança da sua assinatura da HBO Max, basta seguir o método correspondente abaixo para realizar o cancelamento do serviço de streaming.

Importante: desinstalar o aplicativo do celular ou smart TV não interrompe a cobrança automática. O encerramento definitivo precisa ser feito diretamente na plataforma do streaming ou na loja de aplicativos onde o pagamento foi cadastrado originalmente.

As informações sobre o plano da HBO Max podem ser visualizadas na página oficial de assinaturas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via navegador no PC ou celular

Os assinantes que realizaram o contrato diretamente pelo site oficial da HBO Max devem seguir este caminho:

Acesse a página hbomax.com/subscription no navegador do PC ou celular e, se necessário, faça login com as suas credenciais.

Desça a página até a seção “Pagamentos” e selecione a opção “Cancelar assinatura”.

Toque em “Continue para cancelar” e siga as instruções nas telas seguintes para finalizar o cancelamento da HBO Max.

Confirmando o cancelamento da assinatura da HBO Max no site oficial (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via Play Store no Android

Os usuários que fizeram a assinatura pela loja de aplicativos do Android devem fazer os seguintes passos para o cancelamento da HBO Max:

Abra o aplicativo Play Store no dispositivo Android e toque na sua foto de perfil ou iniciais no canto superior direito.

Acesse o menu “Pagamentos e assinaturas” e, na página seguinte, toque em “Assinaturas” para visualizar os serviços ativos na conta do Google Play.

Localize a HBO Max na lista de serviços contratados e toque no ícone para abrir a tela de gerenciamento de dados do plano.

Toque em “Cancelar assinatura” no rodapé da página, escolha um motivo para o encerramento e toque novamente em “Cancelar assinatura” para finalizar o processo de cancelamento da HBO Max. 

Cancelando a assinatura da HBO Max pela Play Store do Android (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via App Store no iPhone

Os donos de iPhone ou iPad que contrataram a HBO Max por meio da App Store precisam fazer as seguintes ações para encerrar a cobrança do serviço de streaming:

Abra a App Store no seu iPhone e toque no ícone com a sua foto de perfil ou iniciais situado no canto superior direito da tela.

Toque no menu “Assinaturas” para abrir a lista detalhada de serviços vinculados ao seu Apple ID.

Localize e selecione a HBO Max para acessar o painel de configurações da assinatura.

Toque em “Cancelar assinatura” no fim da página e siga as instruções para finalizar o processo de cancelar a HBO Max.

Concluindo o cancelamento da HBO Max por meio da App Store (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via Mercado Livre para assinantes Meli+

Os clientes Meli+ que optaram por assinar ou ter desconto na contratação da HBO Max precisam fazer os seguintes passos para o cancelamento:

Abra o aplicativo do Mercado Livre no seu celular e selecione a guia “Mais”, no canto inferior direito da tela.

Navegue até o menu “Assinaturas” para visualizar os serviços vinculados ao seu Meli+.

Selecione a “HBO Max” para abrir a tela com os detalhes e configurações da conta de streaming.

Role a página até o final e toque no botão “Cancelar assinatura” para dar início ao processo.

Novamente, desça a página até o final, toque em “Continue para cancelar” e siga as orientações finais para concluir o cancelamento da HBO Max.

Solicitando o cancelamento da HBO Max por meio do Meli+ (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via Canais do Prime Video da Amazon Prime Video

Os usuários do Prime Video que contrataram a HBO Max pela ferramenta de canais do serviço de streaming da Amazon devem seguir os seguintes passos para cancelar a assinatura:

Abra o aplicativo da Amazon Prime Video no seu celular e toque no ícone “+”, no canto superior direito da tela.

Toque em “Gerenciar suas assinaturas” para listar todos os canais do Prime Video vinculados ao seu perfil.

Encontre a HBO Max na lista, toque em “Cancelar assinatura” e confirme a solicitação para cancelar a conta da HBO Max na janela pop-up.

Cancelando a assinatura da Max pelo Prime Video (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via Roku

Quem contratou a HBO Max pela plataforma Roku precisa fazer as seguintes ações para o cancelamento do serviço de streaming:

Acesse o site my.roku.com pelo navegador do PC ou celular e, se necessário, faça login na sua conta.

Toque no ícone ao lado de “Minha Conta”, no canto superior esquerdo, e selecione “Minhas assinaturas”.

Encontre a “HBO Max” na lista de assinaturas ativas vinculadas ao seu perfil.

Toque em “Gerenciar assinatura” e, em seguida, desabilite a opção de renovação automática para cancelar a HBO Max.

Abrindo o menu “Minhas Assinaturas” na plataforma Roku (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via TV Samsung

Caso a assinatura da HBO Max tenha sido feita por meio da TV Samsung, estes são os passos para cancelar o serviço:

Acesse o portal samsungcheckout.com pelo navegador e faça login com os mesmos dados da sua conta Samsung cadastrada na TV.

Abra o menu “Histórico de compras” e selecione a aba “Assinaturas” para visualizar os serviços recorrentes ativos.

Localize o plano da HBO Max na lista e toque em “Cancelar assinatura” para concluir a solicitação.

Acessando a guia “Histórico de compras” no site “Samsung Checkout” (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Perguntas frequentes sobre o cancelamento da HBO Max

Consigo cancelar só o Membro Extra da HBO Max?

Sim, dá para remover apenas o Membro Extra pago na HBO Max sem afetar a assinatura principal do serviço de streaming. Para isso, acesse o painel de assinatura, vá até a seção “Planos Adicionais Atuais” e confirme a exclusão do complemento.

Ao encerrar esse serviço adicional, a cobrança extra será interrompida na fatura seguinte, mas o perfil do convidado continuará ativo até o fim do ciclo vigente. Para perfis normais sem custo extra, basta acessar a gestão de perfis e excluir a conta desejada, apagando o histórico e a lista de conteúdos salvos sem alterar o valor do plano.

Posso cancelar uma assinatura de 12 meses da HBO Max?

Sim, você pode cancelar a assinatura da HBO Max no plano anual a qualquer momento para interromper a cobrança e evitar a renovação automática ao fim dos 12 meses. Ao concluir o procedimento, você mantém acesso completo ao catálogo do streaming até o encerramento do período já pago.

Por que minha assinatura continua ativa após o cancelamento?

O cancelamento da HBO Max serve apenas para desativar a renovação automática da cobrança e evitar novas faturas futuras, sem cortar seu acesso imediato. Por isso, você continua com o serviço totalmente liberado até o último dia do ciclo de faturamento já pago, seja ele mensal ou anual.

Posso pedir um reembolso e interromper definitivamente a assinatura?

Cancelar a HBO Max não gera reembolso automático nem estorno proporcional dos meses restantes. Devoluções de valores são exceções e dependem do intermediário da cobrança, sendo analisadas individualmente em situações como cobrança indevida ou falha no sistema.

Minha conta vai ser excluída ao cancelar a HBO Max?

Não, cancelar a conta da HBO Max interrompe apenas as faturas recorrentes, sem apagar seu perfil de usuário ou histórico da plataforma. Seus dados permanecem armazenados no sistema para facilitar uma eventual reativação do plano no futuro.

Caso queira remover seus dados, acesse hbomax.com/account-delete e solicite a exclusão definitiva das suas informações. O sistema enviará um e-mail de confirmação e, ao clicar em “Apagar minha conta”, você autoriza a exclusão completa da conta no prazo de 7 dias.
Como cancelar HBO Max: descubra por onde você deve fazer o cancelamento da assinatura

Como cancelar HBO Max: descubra por onde você deve fazer o cancelamento da assinatura
Fonte: Tecnoblog

Nubank corta acesso grátis à HBO Max

Nubank corta acesso grátis à HBO Max

HBO Max passa a custar R$ 11,90 no Ultravioleta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Nubank cortou o acesso grátis ao HBO Max para clientes do Ultravioleta.
O plano Básico custa R$ 11,90 por mês.
O plano Standard custa R$ 17,90 por mês.
O preço público no site do HBO Max é R$ 29,90 e R$ 44,90, respectivamente.

O Nubank está fazendo uma importante mudança para os clientes da modalidade premium Ultravioleta: não será mais possível acessar o conteúdo do streaming HBO Max de graça, benefício disponível desde 2024. Até então, os consumidores contavam com este benefício, que passa a ser pago.

O conglomerado financeiro começou a comunicar os clientes afetados nesta semana. Via email, ele diz que a assinatura do plano Básico (com anúncios) sai por R$ 11,90 mensais. Quem quiser o plano Standard (sem anúncios) terá que pagar R$ 17,90 por mês.

Comunicado enviado pela Nubank aos clientes do Ultravioleta (imagem: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

Ainda vale a pena?

O Tecnoblog verificou que ainda há um importante desconto frente aos valores cobrados pela Warner ao público em geral. Os mesmos planos saem por R$ 29,90 e R$ 44,90, respectivamente, no site oficial da HBO Max.

No comunicado, o Nubank não entra em detalhes sobre o motivo da decisão. Nós estamos em contato com o streaming para entender melhor e este texto será atualizado caso recebamos uma resposta.

O que é Ultravioleta?

O Ultravioleta é o segmento do Nubank voltado aos clientes de alta renda. Em agosto de 2025, o cartão de crédito foi reformulado, de modo a conceder até 2,2 pontos por dólar gasto. O próprio cliente pode decidir pelo mecanismo de pontos ou de cashback. Além disso, o IOF foi zerado em compras internacionais.

Por outro lado, o Nubank encerrou o famoso cashback que rendia 200% do CDI, gerando insatisfação de alguns consumidores.

Novos clientes pagam a mensalidade de R$ 89. A isenção é oferecida a pessoas com gastos mensais de R$ 8 mil ou investimentos de R$ 50 mil.
Nubank corta acesso grátis à HBO Max

Nubank corta acesso grátis à HBO Max
Fonte: Tecnoblog

HBO Max vai ser mais incisiva com quem compartilha senha

HBO Max vai ser mais incisiva com quem compartilha senha

HBO Max vai ser mais dura com quem compartilha senhas da conta (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Resumo

HBO Max vai intensificar a proibição do compartilhamento de senhas.
Segundo um executivo do streaming, a nova política de repressão deve começar a partir do 4º trimestre de 2025.
Com a política, será preciso contratar uma assinatura adicional, em valor menor, para compartilhar a conta com outro usuário. Modalidade já é cobrada nos EUA.

A indústria do streaming vem tentando combater o compartilhamento de senhas em seus serviços desde 2023, após ação da Netflix. No fim de 2024, a HBO Max (na época, apenas Max) também anunciou que proibiria o compartilhamento. Agora, essa política será “muito mais agressiva”.

Segundo JB Perrette, chefe de streaming da Warner Bros. Discovery, dona da plataforma, a empresa passou os últimos meses testando e identificando quem são os “usuários legítimos” e quem se aproveita de contas de terceiros. Com esses dados em mãos, o próximo passo é adotar uma comunicação mais direta sobre as medidas que os usuários precisarão tomar.

A mudança deve ocorrer de forma mais contundente a partir do quarto trimestre de 2025. Perrete explicou na conferência de resultados da empresa que a comunicação atual é uma “mensagem bastante suave e cancelável”, mas que ela “começará a se tornar mais fixa, de modo que as pessoas tenham que tomar uma atitude, em vez de ser um processo voluntário”.

Com a implementação da política, será preciso adquirir uma assinatura extra por um valor menor que a original — nos EUA, US$ 7,99 mensais — para usar a conta fora de casa. Esse membro adicional terá seu próprio login e perfil, podendo até transferir seu histórico e recomendações, mas com a limitação de assistir em apenas um dispositivo por vez.

Por enquanto, a companhia não revelou quando esse sistema será aplicado no Brasil ou em outros mercados.

Netflix e Disney+ já fizeram

Netflix popularizou onda de cobranças por compartilhamento de senha (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Netflix foi a primeira na repressão ao compartilhamento de senhas em escala global. A empresa passou a usar uma combinação de informações, como endereço de IP, ID dos dispositivos e atividade da conta para definir o conceito de “residência”.

Quem tenta acessar de fora desses parâmetros é confrontado com uma tela de bloqueio e convidado a criar uma nova assinatura ou ser adicionado como “assinante extra”, mediante pagamento.

A medida gerou uma onda inicial de críticas e ameaças de boicote nas redes sociais, mas os resultados financeiros validaram a estratégia. Logo no primeiro trimestre de 2024, ano seguinte a aplicação da nova política, a empresa tinha ganhado nove milhões de novos assinantes, segundo analistas.

Com o sucesso, no fim de 2024 o Disney+ foi outro serviço a anunciar que agiria contra contas com diversos usuários. A plataforma atualizou os termos de uso para proibir explicitamente o compartilhamento com pessoas de outras residências e iniciou a implementação das restrições de forma gradual.

A nova tentativa da HBO Max para aumentar seu número de assinantes reforça o momento de reorganização estratégica na Warner Bros. Discovery. No mês passado, o streaming retomou seu nome original, após o rebrand para Max que durou menos de dois anos.

A empresa também anunciou uma cisão prevista para 2026, que criará duas novas companhias: uma para os estúdios de cinema e outra para canais de notícias e esportes.

Com informações do 9to5Mac
HBO Max vai ser mais incisiva com quem compartilha senha

HBO Max vai ser mais incisiva com quem compartilha senha
Fonte: Tecnoblog

YouTube desativa receita de anúncios para canais de trailers de filmes falsos

YouTube desativa receita de anúncios para canais de trailers de filmes falsos

YouTube remove a monetização de dois grandes canais que criavam trailers com IA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O YouTube desmonetizou os canais Screen Culture e KH Studios por criarem trailers falsos com IA, e vai redirecionar a receita para estúdios de Hollywood.
O sucesso desses trailers se explica, em partes, pela obsessão dos fãs por conteúdo e à falta de rótulos claros indicando que os vídeos são fictícios.
A plataforma enfrenta um aumento de canais que usam IA para criar vídeos enganosos, explorando temas populares com aparência autêntica.

O YouTube cortou a monetização de dois grandes canais que produzem trailers falsos com IA. O Screen Culture (1,4 milhão de inscritos) e o KH Studios (685 mil inscritos), como revelou o site Deadline, foram removidos do programa de parceiros da plataforma. Segundo o site, agora toda a receita dos vídeos dos canais vai para os grandes estúdios de Hollywood.

Em sua apuração, o Deadline, site especializado em cinema e TV, descobriu que Warner Bros. Discovery e Sony estão entre os estúdios que receberão a receita oriunda dos trailers fakes do Screen Culture e KH Studios.

Como os estúdios estão recebendo a receita dos canais?

Os estúdios não responderam aos contatos do site. Porém, podemos imaginar como será a divisão da receita dos trailers feitos por IA. Exemplo: um teaser feito para a segunda temporada de The Last of Us terá sua monetização entregue para a Warner Bros. Discovery, dona da Max.

Trailer fake de The Last of Us 2 está próximo de bater 1 milhão de visualizações (imagem: Felipe Freitas/Tecnoblog)

Como explica o Deadline, isso é uma exceção ao processo normal do YouTube. Quando um canal viola a política de direitos autorais, o procedimento padrão é apenas o desmonetizar, não repassar a receita ao proprietário dos direitos.

Por que os trailers fakes fazem tanto sucesso no YouTube?

Existem dois motivos para o sucesso dos trailers fakes: a obsessão dos fãs em consumir conteúdo das suas obras favoritas e o desconhecimento de alguns sobre a veracidade dos vídeos. Vamos por partes.

Alguns fãs gostam de participar de comunidades que criam teorias sobre sua obra favorita. Além disso, com o maior tempo de lançamento entre temporadas de séries e produções cinematográficas, a carência deixa os fãs mais sedentos por qualquer material ligado a sua querida série ou filme.

KH Studios publica dos trailers falsos por dia (imagem: Felipe Freitas/Tecnoblog)

O outro motivo para o sucesso é que os canais agem de má-fé para enganar os espectadores. No título do vídeo não há nenhuma indicação de que o vídeo é “fan made”, um conceito ou criado por IA. O trailer fake para a segunda temporada de The Last of Us 2, por exemplo, tem o título “The Last of Us Season 2 | Ultimate Trailer | Max” — isso engana qualquer um.

A explicação de que o vídeo é um “conceito” só é relatado na descrição do vídeo, que mal é mostrada na versão web e mobile — e na descrição do canal só aparece no segundo parágrafo. Ao abrir um vídeo no navegador, a descrição só é mostrada ao rolar para baixo. No celular você precisa clicar na descrição para ler.

E sim, o YouTube e o seu algoritmo têm culpa no cartório. Como analisou o Deadline, os trailers falsos chegam a ficar mais bem ranqueados na busca que os trailers originais. E isso apesar de o YouTube proibir conteúdo feito para enganar os usuários, além de exigir que seja informado que IA foi usada na produção.

YouTube e o crescimento de canais de IA

Canais com conteúdo todo feito por IA vêm crescendo no YouTube (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A caçada do YouTube contra esses canais pode mostrar os próximos passos da plataforma contra um problema crescente: canais de IA. Repare nas recomendações que aparecem para você. Canais novos, com áudio de narração estranho e temas repetidos sobre algo que você gosta, podem ter vídeos produzidos por IA.

Os criadores desses canais pegam assuntos populares e usam IA para produzir o conteúdo. Por exemplo, o YouTube já me sugeriu um canal sobre o legendário de Tolkien. O vídeo recomendado continha imagens de orcs claramente geradas por IA, uma narração robótica e roteiro que se repetia no final. Se você ver algo assim, verifique quando o canal foi lançado — se foi depois de 2022, provavelmente é IA.

Com informações de Deadline e The Verge
YouTube desativa receita de anúncios para canais de trailers de filmes falsos

YouTube desativa receita de anúncios para canais de trailers de filmes falsos
Fonte: Tecnoblog

Max promete parar o compartilhamento de senhas ainda em 2024

Max promete parar o compartilhamento de senhas ainda em 2024

Max quer encerrar compartilhamento de conta com quem não mora sob o mesmo teto ainda em 2024 (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

JB Perrette, diretor de streaming e games da Warner Bros. Discovery, proprietária da Max, declarou nesta semana que a empresa quer encerrar o compartilhamento de senhas. Segundo Perrette, a medida deve ser adotada ainda neste ano, começando em alguns países da Europa a partir de abril. Na fala, proferida em um evento de telecomunicações, o executivo citou o sucesso da rival Netflix com a estratégia como um ponto para apostar na medida.

A proposta da Max é impedir que pessoas que morem em residências diferentes utilizem uma mesma conta. Ou seja, mesmo que você compartilhe uma conta com algum parente que viva em outra casa, a Warner Bros. Discovery (WBD) é contra. Essa parte é idêntica ao que a Netflix e a Disney passaram a defender nos últimos tempos: os vários perfis liberados para uma conta são para os moradores de uma residência.

Países europeus serão os primeiros a receber medida

JB Perrette revelou que fim do compartilhamento de contas começará em alguns países europeus (Imagem: Jeff Kravitz/Warner Bros. Discovery

JB Perrette disse durante o evento Morgan Stanley’s Technology, Media & Telecom, realizado na última segunda-feira, que o fim do compartilhamento de senhas será lançado primeiro na Europa, em alguns países onde o serviço está presente. Segundo o executivo, essa novidade será liberada a partir do segundo e terceiro trimestre deste ano.

Perrette explicou ainda que o processo do fim de compartilhamento de senhas deve terminar em 2025. Como a declaração é recente e a primeira da Max sobre o caso, é provável que o streaming ainda não tenha um cronograma para introduzir o combate ao compartilhamento de contas no Brasil. Ainda assim, o Tecnoblog entrou em contato com a assessoria de imprensa da Max para ter mais detalhes sobre o caso — a matéria será atualizada assim que tivermos a resposta da empresa.

Netflix abriu a porteira e passou a boiada

Quando a Netflix começou a proibir o compartilhamento de senhas, o público considerou que a medida seria um tiro no pé e levaria os usuários para outros streaming. No entanto, o resultado foi e está sendo positivo para a empresa: os números de assinantes estão crescendo. Vendo o resultado da Netflix, a Disney seguiu a ideia no ano passado.

Após proibir o compartilhamento de senhas, a Disney praticamente manteve o número de assinantes. Perrette não chega a citar o caso da criadora do Mickey, que também é dona do streaming Hulu, outro serviço que passou a proibir o compartilhamento de contas. No entanto, os sinais mostram que adotar essa estratégia não é um tiro no pé.

Com informações: The Verge e Wired
Max promete parar o compartilhamento de senhas ainda em 2024

Max promete parar o compartilhamento de senhas ainda em 2024
Fonte: Tecnoblog

Claro vira alvo de críticas por chegada turbulenta da Max

Claro vira alvo de críticas por chegada turbulenta da Max

Clientes criticam Claro por causa de downgrade na Max (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Clientes da Claro estão insatisfeitos com a migração para o streaming Max. A empresa prometeu o acesso ao plano Platinum, mas concedeu o streaming no plano Standard.
Entre as principais diferenças estão a resolução e a o número de telas simultâneas. O plano Standard dá direito ao Full HD, e não ao conteúdo em 4K.
Vivo e TIM ofereceram o plano Standard da Max desde o início.
A transição do HBO Max para a Max ocorreu em 27 de fevereiro. A nova plataforma de streaming custa a partir de R$ 29,90/mês.

Os clientes da Claro estão furiosos por causa da maneira como a operadora fez a migração do HBO Max para a plataforma de streaming Max. A gigante das telecomunicações tinha prometido que os assinantes teriam acesso ao plano mais completo, chamado de Platinum, mas não foi o que aconteceu.

Desde a semana passada, os adeptos da Claro se queixam de que foram migrados para o plano Standard, que possui características inferiores. Ocorreu, por exemplo, o downgrade da resolução 4K para Full HD.

Claro prometeu acesso Platinum

A Claro chegou a dizer ao Tecnoblog em 5 de fevereiro que os assinantes de pacotes com HBO Max teriam direito à Max na modalidade Platinum. Nós estamos procurando a operadora desde a semana passada para entender o motivo da confusão, mas a Claro não nos respondeu.

Ela foi a única empresa de telefonia/TV por assinatura com tal promessa. Enquanto isso, a Vivo e a TIM disseram desde o começo que os clientes teriam acesso ao plano Standard. O site oficial da Claro ainda causa confusão ao dizer, por exemplo, que a assinatura com HBO e Max prevê três telas no serviço de streaming – sendo que os pacotes preveem duas telas ou quatro telas simultâneas.

Site da Claro promete Max com três telas simultâneas (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

O assunto ganhou as páginas do site Reclame Aqui, especializado em queixas de consumidores. Um deles, do Espírito Santo, disse que há uma diferença “absurda” de Full HD para 4K quando estamos falando de TV e de videogame.

Outra pessoa, de São Paulo, afirmou que é falta de respeito e prática abusiva. “Pago pelo serviço e não vou usufruir do plano completo?”, indagou um terceiro cliente.

Procon-SP entra na jogada

O Procon estadual de São Paulo enviou uma notificação à HBO, dona do serviço de streaming, solicitando informações. O órgão quer saber de que forma ocorreu a transição e quais foram as mudanças nos planos. A empresa tem até esta terça-feira (dia 05/03) para se pronunciar.

Em linhas gerais, a assinatura da Max ficou mais cara do que o HBO Max. Agora são três modalidades:

PlanoPreçoCaracterísticasBásico com anúnciosR$ 29,90 (mensal)R$ 225,90 (anual)Anúncios limitados2 telas simultâneasFull HDStandardR$ 39,90 (mensal)R$ 357,90 (anual)2 telas simultâneasFull HD30 downloadsPlatinumR$ 55,90 (mensal)R$ 477,90 (anual)4 telas simultâneasFull HD ou 4KÁudio Dolby Atmos100 downloads
Claro vira alvo de críticas por chegada turbulenta da Max

Claro vira alvo de críticas por chegada turbulenta da Max
Fonte: Tecnoblog

Fluke começa a vender HBO Max e Paramount+ direto no plano de celular

Fluke começa a vender HBO Max e Paramount+ direto no plano de celular

A operadora de telefonia Fluke iniciou as vendas dos streamings HBO Max e Paramount+ diretamente na conta do próprio serviço de telecomunicações. Os consumidores podem entrar no app oficial da Fluke e decidir o pacote que mais tem a ver com seus interesses por filmes e séries.

App do HBO Max na TV (Imagem: Gabrielle Lancellotti/Tecnoblog)

O pacote com internet de 5 GB, HBO Max, Paramount+ e Watch Brasil sai por R$ 82 mensais, uma economia de R$ 17,70 caso todos os serviços fossem contratados de forma avulsa, de acordo com o fundador e CEO da Fluke, Marcos Oliveira Jr.

O empresário explica ao Tecnoblog que os consumidores costumam mandar sugestões de melhorias. “Conteúdo sempre esteve no top 3. Começamos a buscar parceiros e conseguimos uma boa aliança com a Watch Brasil”, de acordo com ele. Trata-se de um dos principais fornecedores de SVA para o setor de telefonia no país. Outras operadoras já oferecem serviços adicionais como estratégia para reter e rentabilizar a base atual de consumidores, complementa Oliveira.

Email da Fluke promete desconto no HBO Max e Paramount+ (Imagem: Reprodução/Fluke)

O que é Fluke?

Não custa lembrar que a Fluke é uma operadora virtual que existe desde 2021, no melhor estilo MVNO. Ela contrata a infraestrutura da Vivo e adapta as ofertas às necessidades dos clientes. Também realiza toda a parte de atendimento ao consumidor.

Ela se posiciona como uma companhia de telecomunicações “sem amarras”. Este mote tinha mais força durante o lançamento da marca. Hoje em dia, pacotes como Vivo Easy e Claro Flex trazem características bastante similares.

O pacote da Fluke com 5 GB de internet, chamadas ilimitadas e 10 SMS sai por R$ 37 mensais. Já o mais completo, com 50 GB, sai por R$ 199/mês. De acordo com CEO, a oferta do streaming será exibida somente para clientes ativos. O site da prestadora continua focando principalmente no envio de chips para quem ainda não está na base da Fluke.

Não custa avisar: o acesso às plataformas desconta da franquia de dados.

Pacote básico custa R$ 37 por mês (Imagem: Reprodução/Fluke)

Parceria com a Watch Brasil

Conforme mencionamos acima, o acesso aos serviços de streaming com cobrança diretamente na conta de telecomunicações é decorrente de uma parceria com a Watch Brasil. A empresa funciona como elo entre provedores de pequeno porte e distribuidores de conteúdo.

A Watch Brasil fechou 2022 com 454 provedores de internet parceiros. Atualmente são 750 e a meta é encerrar 2023 com mais de mil. Nos comunicados, a Fluke explica que o cliente deve esperar o email da Watch Brasil com o passo a passo para habilitar o acesso às plataformas.
Fluke começa a vender HBO Max e Paramount+ direto no plano de celular

Fluke começa a vender HBO Max e Paramount+ direto no plano de celular
Fonte: Tecnoblog

HBO Max: Mercado Livre derruba desconto para assinantes do Nível 6

HBO Max: Mercado Livre derruba desconto para assinantes do Nível 6

O preço da HBO Max subiu para R$ 24/mês para quem é assinante do Nível 6 do Mercado Livre. Trata-se de um plano de fidelidade oferecido pela loja virtual e que dá desconto em diversos serviços, inclusive a plataforma de streaming. Até então, o desconto era de 50%. Agora caiu para 30%.

HBO Max funciona na smart TV, no celular e em outros dispositivos (Imagem: Gabrielle Lancellotti/Tecnoblog)

Esta não é a primeira vez que o rival da Netflix, Amazon Prime Vídeo e outras plataformas de conteúdo fica mais cara no Brasil. Há alguns meses, foi a vez do valor cheio da HBO Max aumentar de R$ 27,90 para R$ 34,90.

Comunicado por email

O Mercado Livre disparou um email para os assinantes do Nível 6 no qual informa que “o desconto da sua assinatura vai mudar”. A mensagem explica que a alta entra em vigor no dia 1º de setembro. E finaliza torcendo para que o assinante “continue aproveitando seus conteúdos favoritos”.

O tema rapidamente ganhou a internet. Como já era de se esperar, os adeptos da plataforma de vídeo começaram a pesquisar sobre o desconto e formas de manter o preço atual (spoiler: não é possível).

Clientes do Mercado Livre Nível 6 receberam comunicado sobre desconto (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

Leia o posicionamento enviado pelo Mercado Livre ao Tecnoblog

“O Mercado Livre informa que as atualizações de desconto estão sempre alinhadas com reajustes do mercado e de seus parceiros, e se fazem necessárias para seguir investindo e avançando com o compromisso de entregar a melhor experiência ao cliente.”

Como cancelar a HBO Max?

A pesquisa no Google sobre como cancelar a HBO Max ganhou tração nesta quinta-feira (10), chegando aos assuntos mais buscados dentro da categoria de ciência e tecnologia.

É muito fácil: basta entrar no aplicativo para celular, buscar pela área de assinaturas e selecionar a opção “cancelar assinatura”. Este passo a passo do Tecnoblog detalha o procedimento em todas as plataformas.

Mercado Pontos, o programa de fidelidade do Mercado Livre

Estrutura de logística do Mercado Livre inclui até avião (Imagem: Divulgação/Mercado Livre)

O programa Mercado Pontos tira proveito da mecânica de recompensas para que os consumidores gastem mais dentro do ecossistema do Mercado Livre. As compras no e-commerce, as transações no Mercado Pago (o banco do grupo) e outras atividades online levam ao acúmulo de pontos, que permitem ao consumidor evoluir nos chamados níveis.

Mais alto, o chamado Nível 6 tem inúmeros benefícios, como descontos em fretes, frete grátis e cashback na compra de criptomoedas, entre outros. Nele também é possível angariar valores mais baixos pelas assinaturas de populares plataformas de streaming, como Disney+, Star+ e a HBO Max.
HBO Max: Mercado Livre derruba desconto para assinantes do Nível 6

HBO Max: Mercado Livre derruba desconto para assinantes do Nível 6
Fonte: Tecnoblog

TIM lança banda larga de 2 Gb/s e acirra disputa com Claro e Vivo

TIM lança banda larga de 2 Gb/s e acirra disputa com Claro e Vivo

A TIM deu um novo passo no mercado de banda larga fixa e criou um novo plano com 2 Gb/s de velocidade. Sim, é isso mesmo: são dois gigabits de download. O pacote tem upload de 1 Gb/s e já inclui um roteador Wi-Fi 6, capaz de suportar até 128 dispositivos simultâneos.

TIM lança plano de fibra óptica com 2 Gb/s de velocidade (Imagem: Visor69/Pixabay)

O novo plano está disponível desde sexta-feira, 14 de julho, inicialmente nos estados do Amazonas, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, São Paulo e no Distrito Federal. Segundo a TIM, outros estados receberão a banda larga de 2 Gb/s em breve.

A TIM afirma que a nova banda larga possui a maior velocidade de upload do mercado, com 1 Gb/s. De acordo com a operadora, o pacote atende a necessidade de usuários exigentes, como gamers e criadores de conteúdo, e por isso é ideal para uso simultâneo, transmissões ao vivo, envio de grandes volumes de arquivos e videoconferências em alta definição.

Em comunicado à imprensa, o vice-presidente de receitas da TIM, Fabio Avellar, afirma que a operadora está “redefinindo os padrões do mercado de banda larga residencial no Brasil (…) por meio do grande investimento em parcerias com empresas de redes neutras, como a I-Systems e V.tal”. Vale lembrar que a V.tal é a mesma companhia neutra responsável pela infraestrutura da Oi Fibra, e a TIM começou a utilizá-la para vender fibra óptica no Paraná.

Os preços da ultra banda larga da TIM

O plano de 2 Gb/s da TIM Ultrafibra custa R$ 289,50 por mês para pagamento no débito automático. No boleto convencional, o valor sobe para R$ 444,99 mensais.

O pacote ainda inclui assinatura do HBO Max e Paramount+, além de acesso ao Band Sports, Band News, Babbel, Bancah Premium, Looke, Games PC, Audiobooks e TIM Segurança Digital.

Clientes de telefonia móvel da TIM que contratarem o plano de 2 GB também receberão vantagens no celular durante 12 meses. Assinantes do pós-pago TIM Black ou TIM Black Família terão 30 GB de bônus, enquanto o TIM Controle recebe 20 GB adicionais.

Em relação à concorrência, o preço da TIM Ultrafibra não é ruim. Em São Paulo (SP), a Vivo Fibra comercializa o plano de 1 Gb/s por R$ 500,00 mensais, enquanto a Claro possui a internet gigabit pela mensalidade de R$ 299,90 mensais.

Para quem quer uma velocidade altíssima mas não está disposto a assinar o pacote de 2 Gb/s, vale a pena verificar a banda larga de 1 Gb/s. Atualmente, a TIM comercializa o plano gigabit por R$ 151,90 mensais e Paramount+ incluso.

Quem precisa de tanta velocidade?

Vamos falar sério: nenhuma pessoa física precisa de uma internet com 2 Gb/s de download. Trata-se de uma velocidade tão alta que a maioria dos dispositivos não consegue desfrutar de sua totalidade. Via Wi-Fi, então? Esquece. É necessário que tanto o modem da TIM Ultrafibra como o dispositivo do usuário estejam conectados via cabo com porta Ethernet 2,5 Gb/s, algo ainda restrito a pouquíssimos computadores.

A conexão de 2 Gb/s seria difícil de ser atingida na totalidade mesmo para quem possui os melhores equipamentos. São pouquíssimos os servidores na internet com tamanha banda disponível para atender um único usuário.

A banda larga de 2 Gb/s pode ser uma boa escolha principalmente para empresas e escritórios, com muitos dispositivos simultâneos. Para usuários domésticos, pouca diferença prática existe em uma conexão de 500 Mb/s ou 2 Gb/s: um streaming em ultra alta definição (4K) na Netflix exige taxa de transferência a partir de 15 Mb/s, por exemplo.
TIM lança banda larga de 2 Gb/s e acirra disputa com Claro e Vivo

TIM lança banda larga de 2 Gb/s e acirra disputa com Claro e Vivo
Fonte: Tecnoblog

Comprar hardware usado compensa? As discussões na Comunidade do TB

Comprar hardware usado compensa? As discussões na Comunidade do TB

É possível ter um PC de qualidade apenas comprando peças usadas? Veja detalhes sobre o assunto, além de outras discussões que rolaram no fórum do TB na última semana.

As discussões na Comunidade do TB (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Comprar hardware as vezes pode ser uma dor de cabeça para usuários mais leigos, já que existe uma grande variedade de modelos no mercado nacional.

No entanto, a dúvida fica ainda maior quando se leva em conta os preços praticados. Por conta disso, valeria a pena comprar alguma peça usada para turbinar seu PC?

Essa foi a dúvida levantada pelo kifirefox, membro da Comunidade.

“O que vale mais a pena comprar: peças usadas de computador e eletrônicos de marca mas porém usados por anos, sem garantia, podendo ter desgaste natural de peças e chips.

Ou comprar um novo de marca mais genérica, mais barato, mas com garantia, só que com potencia inferior, menos recursos, mais simples e com tela menor, etc.

Um é velho, usado e sem garantia nenhuma mas é potente, o outro é novo mas é mais fraco, mais básico, menos recursos, etc”.

Em resposta, alguns usuários ponturam que, no caso de placas de vídeo, comprar um modelo usado pode trazer problemas. Já na categoria dos monitores, os com tecnologia LED apresentam boa durabilidade, podendo valer a pena ter um modelo semi-novo.

Acesse o tópico na Comunidade do TB e faça parte da discussão. Sua experiência pode ajudar a tirar dúvidas de outros usuários.

Abaixo, confira outros assuntos que bombaram na semana.

Twitter segue no centro das polêmicas (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Outros tópicos que repercutiram na Comunidade

Acesse os tópicos para entender como foi a última semana no fórum.

Android boxes com malwares?

Backup do WhatsApp no Google Drive

Os aplicativos estão sem qualidade?

Dúvida sobre leilões da Receita Federal

Além dos assuntos gerados pelos membros, nossa equipe produz matérias que também rendem debates.

Veja, a seguir, as discussões que mais fizeram sucesso ao longo da última semana.

As 5 melhores discussões sobre pautas do Tecnoblog

Microsoft mudará funcionamento do botão Print Screen após 30 anos

HBO Max e Discovery+ vão se tornar uma plataforma só chamada “Max”

Hurb deixa hotéis sem pagamento e clientes ficam impedidos de se hospedarem

WhatsApp vai pedir confirmação em aparelho antigo para troca de celular

A empresa Twitter Inc. não existe mais

O destaque da semana na Comunidade do TB foi a notícia de que a Microsoft deve mudar o funcionamento do botão Print Screen após 30 anos de sua existencia.

A matéria produzida pelo Felipe Freitas traz detalhes dessa atualização que já se encontra na versão beta do Windows 11.

Windows 11 (Imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)

A novidade deve ser a seguinte: clicar no clássico botão abrirá a Ferramenta de Captura (Snipping Tool) e não mais salvará a imagem na área de transferência.

Outra matéria que também chamou a atenção dos membros foi a união entre HBO Max e Discovery+.

Em um anúncio na quarta-feira (12), a empresa americana decidiu apresentar o nome do novo produto, que será “Max”.

Seu lançamento ocorrerá no dia 23 de maio nos Estados Unidos e custará US$ 19,99 por mês.

Os valores ainda não foram confirmados no Brasil, no entanto, espera-se que a empresa ofereça planos mais acessíveis aos usuários, partindo de US$ 9,99 mensais.

HBO Max passará a se chamar Max (Imagem: Divulgação/HBO)

Por fim, as promoções oferecidas pela empresa de viagens Hurb parecem estar com os dias contados.

Uma série de hotéis e pousadas alegam, nas redes sociais, que não estão recebendo os repasses da empresa, fazendo com que as hospedagens de clientes sejam canceladas no meio da viagem.

A Hurb admitiu falha em repasse aos hotéis e considera problema como “resolvido”, mas os relatos continuam. Saiba tudo na matéria produzida pelo Lucas Braga.

Esses foram os assuntos mais comentados da semana, pessoal. Não deixem de acompanhar o Tecnoblog e participem das discussões na Comunidade.
Comprar hardware usado compensa? As discussões na Comunidade do TB

Comprar hardware usado compensa? As discussões na Comunidade do TB
Fonte: Tecnoblog