Category: GPU

O que é a APU (Unidade de Processamento Acelerado) nos chips da AMD?

O que é a APU (Unidade de Processamento Acelerado) nos chips da AMD?

APU (Unidade de Processamento Acelerado) é o nome dado pela AMD aos processadores com CPU e GPU integrados. A empresa desenvolve esses chips tanto para notebooks quanto para desktops.

APU AMD A10 (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

ÍndiceComo funciona uma APU?Por que a AMD criou o nome APU?A Intel fabrica APUs?Como saber a velocidade de uma APU?O que são os núcleos de uma APU?Para que serve o clock em uma APU?O que é uma APU desbloqueada para overclock?Quanto maior a memória cache da APU, melhor?Quais são os principais modelos de APU?O que é a arquitetura RDNA na APU?O que é a arquitetura Zen na APU?Qual a diferença entre APU e CPU?Qual a diferença entre APU e GPU?Uma APU consegue rodar jogos?Como juntar uma APU e uma placa de vídeo dedicada?

Como funciona uma APU?

Uma APU funciona integrando uma CPU e uma GPU em uma estrutura de silício única. A arquitetura de uma APU inclui núcleos e memórias cache. Alguns recursos, como mecanismos de comunicação, são compartilhados entre as duas unidades.

A CPU é responsável por processar a maior parte das tarefas de um computador. Já o processamento de informações gráficas envolve cálculos matemáticos muito específicos e numerosos, que exigem que esse trabalho seja feito por uma unidade à parte, a GPU.

GPUs conseguem processar dados visuais com eficiência por seguirem o princípio da computação paralela, fazendo de dezenas a milhares de pequenos núcleos trabalharem simultaneamente. Se essas tarefas fossem delegadas às CPUs, aplicativos gráficos e jogos avançados teriam baixo desempenho.

Ao unificar CPU e GPU, uma APU lida com todas as tarefas de processamento, tanto gerais quanto gráficas. Essa abordagem otimiza o espaço interno do computador (afinal, há um chip no lugar de dois), reduz o consumo de energia e favorece o custo-benefício em razão do compartilhamento de recursos.

Estrutura básica de uma APU (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Por que a AMD criou o nome APU?

O nome APU foi criado pela AMD como uma forma de diferenciar a sua linha de chips que combinam CPU com GPU. A primeira geração de APUs, chamada de AMD Fusion, foi anunciada em 2011.

Contudo, o projeto teve início em 2006, ano em que a AMD adquiriu a ATI Technologies, empresa que desenvolvia os chips gráficos Radeon. Com o negócio, a AMD passou a dominar tanto o desenvolvimento de CPUs quanto o de GPUs. Isso a levou a criar o projeto AMD Fusion.

O objetivo do projeto foi desenvolver um chip baseado em HSA, arquitetura de computação heterogênea que, entre outras possibilidades, permite que núcleos de CPU e GPU de um mesmo chip compartilhem espaço de memória RAM.

A Intel fabrica APUs?

A Intel fabrica processadores com CPU e GPU no mesmo chip, mas não adotou a denominação APU. Essa nomenclatura foi criada para classificar especificamente os chips da AMD que reúnem as unidades de processamento geral e gráfico.

Como saber a velocidade de uma APU?

A velocidade de uma APU é influenciada por especificações como número de núcleos de CPU e GPU, quantidade de memória cache e velocidade de clock (frequência). É possível conferir todas essas informações em aplicativos como CPU-Z ou consultando a lista de APUs já lançadas pela AMD.

O que são os núcleos de uma APU?

As APUs contam com núcleos de CPU e de GPU para executar tanto os processos gerais quanto as tarefas gráficas.

Os núcleos da CPU são os que executam os processos gerados pelo sistema operacional, razão pela qual contam com elementos como Unidade de Controle (UC) e Unidade Lógica e Aritmética (ULA).

Já os núcleos Radeon, de GPU, correspondem aos Compute Units, que são blocos compostos por componentes como TMUs (geram efeitos de texturas) e ROPs (para renderização). Eles contam também com conjuntos de Stream Processors, que são unidades de execução mais simples, funcionando como núcleos menores.

Para que serve o clock em uma APU?

O clock (ou frequência) é uma parâmetro que indica a velocidade, isto é, quantos ciclos de operação por segundo os núcleos de CPU e GPU executam. A medida é dada em hertz (Hz) e seus múltiplos, como megahertz (MHz) e gigahertz (GHz), que correspondem a 1 milhão e a 1 bilhão de ciclos por segundo, respectivamente.

O que é uma APU desbloqueada para overclock?

O overclock faz o processador funcionar com uma frequência acima do valor padrão definido pelo fabricante. Essa é uma forma de aumentar o desempenho de determinadas tarefas. O procedimento requer alterações em parâmetros como multiplicador de clock e tensão, por isso, exige cuidados.

APUs desbloqueadas para overclock geralmente permitem que o procedimento seja feito tanto na CPU quanto na GPU.

A linha Ryzen 7000 é desbloqueada para overclock (imagem: divulgação/AMD)

Quanto maior a memória cache da APU, melhor?

Sim. Cache é uma memória de acesso rápido integrada à própria APU para armazenamento de informações prioritárias. Quanto mais cache, melhor, pois menos trocas de dados precisam ser feitas para liberação de espaço. Contudo, a quantidade de cache é muito limitada por se tratar de uma tecnologia cara.

Esse tipo de memória é dividido em níveis chamados de cache L1, L2 e L3. Quanto menor o número do nível, mais rápida é a memória.

Quais são os principais modelos de APU?

A AMD tem várias linhas de chips que são classificadas como APU. As principais são:

AMD Ryzen Z: lançada em 2023, concentra chips integrados para videogames portáteis, incluindo o Ryzen Z1 e o Ryzen Z1 Extreme;

AMD Ryzen 3, 5, 7 e 9: linha que reúne os processadores mais poderosos da AMD para desktops e notebooks para usuários domésticos. Disputa mercado com os chips Intel Core;

AMD Ryzen Pro: são chips para notebooks e desktops direcionados ao segmento corporativo. Além de núcleos de CPU e GPU Radeon, trazem tecnologias para gerenciamento de infraestrutura e segurança;

AMD Sempron: a linha Sempron, com chips de baixo custo, teve apenas duas APUs lançadas em 2014, os modelos 3850 e 2650 para desktops;

AMD FX: a linha FX, para notebooks, recebeu modelos de APUs entre 2015 e 2016. Todos contavam com GPU Radeon R7;

AMD Athlon: popular nos anos 2000 e 2010, tem algumas APUs para notebooks e desktops. Com a chegada dos chips Ryzen, passou a ter somente opções de baixo custo, como os chips Athlon Silver, com GPU Radeon 610M;

AMD Athlon Pro: são os chips Athlon para computadores corporativos. Cerca de dez modelos são APUs. Os mais recentes trazem GPU Radeon Vega 3, a exemplo do Athlon Pro 300GE, lançado em 2019 para desktops;

AMD Série E: inclui APUs de baixo custo voltados a notebooks e alguns poucos computadores all-in-one (com monitor integrado). Os modelos da linha foram lançados entre 2011 e 2016;

AMD Série A: reúne mais de 80 APUs de linhas como A4, A10 e A12 para notebooks e desktops. Foram lançados entre 2016 e 2018. Os modelos mais avançados trouxeram GPUs Radeon R7;

AMD Série A Pro: os chips corporativos da Série A tiveram quase 50 modelos para notebooks e desktops lançados entre 2016 e 2020;

AMD Opteron: voltada a servidores e workstations, a linha Opteron teve apenas duas APUs, os chips X2150 e X2170. Eles foram lançados em 2013 e 2016, respectivamente. Cada um teve quatro núcleos de CPU.

Ryzen Z1 com arquiteturas Zen 4 e RDNA 3 (imagem: divulgação/AMD)

O que é a arquitetura RDNA na APU?

RDNA (Radeon DNA) é uma arquitetura lançada pela AMD em 2019 que determina como as GPUs baseadas nela devem ser estruturadas. Embora tenha estreado em uma linha de placas de vídeo (com GPU dedicada), a arquitetura também está presente em APUs.

A AMD direciona a arquitetura RDNA principalmente a jogos e aplicações gráficas exigentes. Por isso, cada nova versão da arquitetura melhora aspectos como taxa de frames e resolução, além de acrescentar recursos. Anunciada no final de 2022, a arquitetura RDNA 3 traz suporte a ray tracing, por exemplo.

O que é a arquitetura Zen na APU?

Zen é o nome de uma arquitetura para CPUs introduzida pela AMD em 2017, quando a primeira geração de processadores Ryzen foi lançada. Ela trouxe evoluções importantes em relação às arquiteturas anteriores, de nome Bulldozer.

Um dos avanços está na litografia. A primeira versão da arquitetura Zen tem processo de fabricação de 14 nm. A arquitetura Zen 4, anunciada em setembro de 2022, tem tecnologias de 5 e 4 nm. A redução da litografia melhora o desempenho geral e a eficiência energética do chip, embora o TDP dependa de outros fatores.

Entre as APUs com Zen 4 está o chip AMD Ryzen 9 7950X. Lançado em setembro de 2022, o modelo conta com 16 núcleos de CPU, dois núcleos de GPU Radeon e processo de fabricação de 5 nm.

APU Ryzen 4000 com arquitetura Zen 2 (imagem: divulgação/AMD)

Qual a diferença entre APU e CPU?

Toda APU contém uma CPU, mas o contrário não é verdadeiro. Uma CPU, quando não integrada a uma GPU, é uma unidade que executa os processos gerados pelo sistema. Ela até pode executar algumas tarefas gráficas, mas, no geral, o conteúdo gráfico precisa ser processado por uma GPU.

Uma APU oferece a vantagem de permitir que tanto os processos gerais quanto conteúdos visuais sejam processados em uma única unidade, não sendo necessário instalar uma GPU separada para isso, a não ser que a intenção seja a de aumentar o desempenho gráfico.

Qual a diferença entre APU e GPU?

Toda APU contém uma GPU integrada. Em geral, essa GPU serve para reproduzir conteúdo gráfico que não demanda alto desempenho, como vídeos e jogos simples. Já uma GPU dedicada é um chip gráfico que faz parte de uma placa de vídeo ou, com menos frequência, da placa-mãe de um dispositivo.

Nos casos em que a APU não oferece desempenho gráfico suficiente, o usuário tem a opção de adicionar ao computador uma placa de vídeo com GPU mais potente. A GPU adicional irá substituir ou complementar o processamento gráfico da APU.

GPU dedicada Radeon RX 6000 (imagem: divulgação/AMD)

Uma APU consegue rodar jogos?

Uma APU pode rodar jogos, mas títulos com gráficos complexos podem exigir uma GPU dedicada, com recursos avançados. Isso porque a capacidade gráfica das APUs é projetada para tarefas triviais, de modo a favorecer a relação custo-benefício do chip.

Jogos 3D modernos e softwares gráficos profissionais demandam um nível de desempenho que somente GPUs desenvolvidas para essas aplicações oferecem. Para tanto, esses chips gráficos contam com memória VRAM exclusiva, alta quantidade de núcleos, otimização por inteligência artificial, entre outros atributos.

Como juntar uma APU e uma placa de vídeo dedicada?

A AMD permite que a capacidade gráfica de algumas APUs antigas seja combinada com uma GPU dedicada para aumentar o desempenho de determinadas aplicações. Isso é feito por meio do sistema Radeon Dual Graphics, que é baseado na tecnologia AMD CrossFire, mas só funciona com APUs das séries AMD FX e AMD A.

O mais próximo do sistema Radeon Dual Graphics que a AMD oferece para chips Ryzen é a tecnologia AMD SmartShift. Lançada em 2020, ela permite que uma CPU Ryzen (que pode ou não ser uma APU) e uma GPU dedicada Radeon equilibrem entre si o fornecimento de energia para otimizar tarefas em execução.
O que é a APU (Unidade de Processamento Acelerado) nos chips da AMD?

O que é a APU (Unidade de Processamento Acelerado) nos chips da AMD?
Fonte: Tecnoblog

Samsung Galaxy S23 FE aparece em benchmark e o chip te deixará com o pé atrás

Samsung Galaxy S23 FE aparece em benchmark e o chip te deixará com o pé atrás

Além do Galaxy S21 FE para o mercado indiano, a Samsung deve lançar globalmente o Galaxy S23 FE. Após uma série de rumores, o próximo celular da linha S23 apareceu em um teste no Geekbench. O modelo encontrado é equipado com o não muito quisto Exynos 2200.

Galaxy S23 FE deve ter design idêntico aos modelos “básicos” e S23+ (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

A série Fan Edition da sul-coreana é formada por versões mais “simplificadas” dos smartphones topos de linha. Geralmente, eles se mantém em um preço mais acessível, ainda que o valor no lançamento seja incondizente com suas especificações — típicas de um topo de linha, mas que não compete com as versões Plus e Ultra.

Galaxy S23 FE usará Exynos que prometia muito com GPU AMD

O Exynos 2200 que será usado pelo Galaxy S23 FE utiliza a arquitetura RDNA 2 da AMD, fabricante de processadores e placas de vídeo para PCs, na sua unidade de processamento gráfico (GPU). Com essa arquitetura, a tecnologia de ray tracing fez a sua estreia em smartphones com o Galaxy S22, celular que estreou o chip Exynos 2200.

Mas o desempenho era “muito gelo e pouco whisky”. Lá na Europa, continente que recebeu os Galaxy S22 com Exynos 2200, o desempenho não agradou muito. As versões com Snapdragon 8 Gen 1 são mais rápidas. Todavia, vamos ser justos: os dois modelos de Galaxy S22 passaram por problemas de throttling.

Galaxy S23 FE em benchmark (Imagem: Reprodução/SamMobile)

Nas outras especificações reveladas pelo benchmark, vemos que o modelo possui 8 GB de memória RAM, o mesmo que é ofertado no Galaxy S22 “base” e S22 + (a versão Ultra conta ainda com opção de 12 GB de RAM). É ventilado que o S23 FE terá bateria de 4.500 mAh e o mesmo conjunto de câmeras do S23 FE “normal”.

Exynos 2200 teve anúncio de lançamento “apagado da memória”

A Samsung anunciou um evento de lançamento do SoC semanas antes do Galaxy Unpacked em que revelou o Galaxy S22. Porém, a empresa “apagou” o evento, excluindo até postagens anunciando que teria uma novidade na linha Exynos. A situação lembrou muito o trabalho de Winston, protagonista de 1984, que apaga e corrige publicações antigas da ditadura do Grande Irmão, com o objetivo da população não lembrar e esquecer as metas erradas.

Na véspera do seu lançamento, lá em 2022, o “prolífico” leaker IceUniverse informou que a Samsung estava decepcionada com o desempenho do Exynos 2200. A GPU não conseguia chegar ao clock planejado sem superaquecer, além de ficar abaixo do Snapdragon 8 Gen 1. Esse pode ter sido o motivo do “apagão” do evento de lançamento do Exynos 2200.

Apesar de tudo, Exynos 2200 pode surpreender

Depois de tudo dito anteriormente, é necessário lembrar que a Samsung teve mais de um ano e meio para corrigir o Exynos 2200. Assim, os traumas podem ficar no passado e a fabricante pode mostrar um chip melhorado e com desempenho de “2023”.

Afinal, um dos motivos para utilizar o processador é ter um “campo de teste” para atingir o objetivo de lançar seus smartphones Galaxys apenas com chips Exynos. Inclusive o fato de lançar somente Galaxy S23 com Snapdragons exclusivos foi deixar que o setor de SoCs bote ordem na casa. O Exynos 2200 no S23 FE pode mostrar o quão longe ou perto a Samsung está de ter um processador exclusivo que “rode liso”.

Com informações: SamMobile
Samsung Galaxy S23 FE aparece em benchmark e o chip te deixará com o pé atrás

Samsung Galaxy S23 FE aparece em benchmark e o chip te deixará com o pé atrás
Fonte: Tecnoblog

Notebook Gamer Lenovo com Intel i7 tem o menor preço histórico em oferta

Notebook Gamer Lenovo com Intel i7 tem o menor preço histórico em oferta

Pensado para o público gamer, o notebook da Lenovo traz características interessantes, como o processador Intel Core i7 e a GPU da Nvidia com suporte a Ray Tracing e DLSS. E nessa oferta no site da Americanas, o Lenovo IdeaPad Gaming 3i sai por R$ 5.820,10. Esta é o melhor desconto já registrado pelo produto, segundo o buscador de preços do Zoom.

Notebook Lenovo IdeaPad Gaming 3i (Imagem: Divulgação/Lenovo)

Para aproveitar esse achado, você deve adquirir o notebook gamer da Lenovo por R$ 5.820,10 à vista, no Pix. O modelo é vendido e entregue pela própria Lenovo, mas anunciado via marketplace da Americanas. De acordo com a varejista, ela oferece garantia para a compra do pedido à entrega do produto.

Um oferecimento do Achados
Quase todos os dias, o time de curadores do Tecnoblog se dedica a encontrar as melhores ofertas para o Achados do TB. Por isso, quem participa dos nossos grupos no WhatsApp ou Telegram tem acesso a promoções que divulgamos no site antes de todo mundo.Além disso, encontra descontos em outros itens de tecnologia que você não vê por aqui, como mouses, cabos, teclados, headsets, e muito mais. Então, se quiser economizar com mais frequência e receber indicações produto da nossa equipe, comece agora a acompanhar o Achados.

Lenovo IdeaPad Gaming 3i tem RTX 3050 e Core i7

Dentre as especificações técnicas do IdeaPad Gaming 3i (código 82MG0003BR), está o processador Intel Core i7 de décima primeira geração. E a placa de vídeo dedicada Nvidia GeForce RTX 3050, que traz as tecnologias de Ray Tracing e DLSS por um preço mais em conta. Segundo a marca, a GPU deve atender quem já não consegue jogar jogos mais modernos com placas de gerações anteriores, como a GTX 1650.

O notebook traz ainda um SSD de 512 GB de memória e RAM de 16 GB — ótimos números para cumprir ao que ele se propõe. Assim como o sistema operacional Windows 11 de fábrica, que deve atender bem às necessidades da maioria dos consumidores.

Por fim, a tela Full HD de 15.6″ tem tecnologia WVA Antirreflexo, que promete imagens nítidas e livres de distorções independentemente do ângulo de visão. Enquanto o teclado retroiluminado, além de útil para as jogatinas noturnas, é outro destaque legal e que marca o segmento do produto. O IdeaPad Gaming 3i tem duas portas USB, uma USB-C, uma HDMI, uma Ethernet e uma de áudio de 3.5 mm.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Notebook Gamer Lenovo com Intel i7 tem o menor preço histórico em oferta

Notebook Gamer Lenovo com Intel i7 tem o menor preço histórico em oferta
Fonte: Tecnoblog

Mais rico por causa das IAs, CEO da Nvidia diz que não abandonará os gamers

Mais rico por causa das IAs, CEO da Nvidia diz que não abandonará os gamers

Quando a Nvidia começou a sequência de anúncios das suas tecnologias para inteligência artificial e computação de alto desempenho, os gamers ficaram com uma dúvida: a empresa vai deixar as GPUs para desktops de lado? Na Computex 2023, Jensen Huang afirmou que não — e ficou “magoado” com a pergunta.

Jensen Huang afirma que Nvidia não deixou gamers de lado (Imagem: Divulgação/Nvidia)

Huang disse para Gordon Ung, editor do site PC World, que o público gamer continua relevante para a Nvidia. Para provar isso, o Jensen jaquetinha (apelido dado por uma parte do público) relembrou que a primeira IA desenvolvida pela empresa, o DLSS, foi para os jogadores. E que sem inteligência artificial não existiria ray tracing em tempo real.

CEO da Nvidia ficou “magoado” com questão sobre foco da empresa

Brincando com Ung, Jensen Huang disse que ficou “profundamente magoado” com a pergunta sobre o foco da Nvidia. O CEO-fundador da empresa, ambos cada vez mais ricos nos últimos dias, comentou ainda que a primeira aplicação de IA generativa da Nvidia é o ACE, que permitirá que NPCs desenvolvam diálogos naturais — ainda que a demonstração seja parecida com qualquer NPC de Skyrim.

Indiretamente, Jensen afirmou que inteligência artificial é o pilar das GPUs RTX, lançadas em 2020. Ao responder que DLSS foi a primeira IA criada pela Nvidia, o CEO da empresa afirmou que a tecnologia de deep learning é o pilar da série RTX.

DLSS foi primeira IA da Nvidia e feita para a RTX (Imagem: Divulgação/Nvidia)

Enquanto o público gamer está preocupado se será ou não abandonado pela Nvidia, a empresa atingiu a capitalização de US$ 1 trilhão de dólares. Com os novos anúncios de IA e computação de alto desempenho, a empresa se tornou a primeira fabricante de chips a chegar nesse valor de mercado. Agora, a Nvidia vira colega da Apple, Aramco, Amazon, Alphabet e Microsoft — estas duas últimas são suas clientes.

Se time que está ganhando não se mexe, podemos fazer um paralelo com “empresa que está lucrando não vai perder dinheiro”. Hoje, a Nvidia gera receita com gamers e IA. Ela não deixará as RTXs de lado — até porque os jogadores não estão pagando barato.

Com informações: PC World e WCCF Tech
Mais rico por causa das IAs, CEO da Nvidia diz que não abandonará os gamers

Mais rico por causa das IAs, CEO da Nvidia diz que não abandonará os gamers
Fonte: Tecnoblog

Apple M3 pode chegar no início de 2024 com mais do que o dobro de RAM

Apple M3 pode chegar no início de 2024 com mais do que o dobro de RAM

Um novo relato surgiu indicando que a Apple estaria planejando lançar a próxima geração de MacBooks com o processador M3 entre o fim de 2023 e o início de 2024. O chip seria ainda mais potente do que a geração anterior, trazendo 12 núcleos de CPU, 18 núcleos de GPU e 36 GB de RAM. Tanto o MacBook Pro quanto o MacBook Air receberiam o SoC no próximo ano.

MacBook Air de 2022 (Imagem: Felipe Ventura / Tecnoblog)

Os relatos surgiram na Power On Newsletter de Mark Gurman do Bloomberg, que já acertou outras configurações da dona do iPhone em previsões anteriores. Sua fonte afirmou que uma das variações do M3 seguirá o mesmo salto do M1 para o M2.

Para efeito de comparação, o M2 Pro no MacBook Pro de 14 polegadas tem uma CPU de 10 núcleos e 16 núcleos de GPU. Sua memória base é de 16 GB. Sendo assim, o M3 Pro teria dois núcleos de CPU e GPU a mais do que a geração anterior, além de trazer mais do que o dobro de RAM.

Outra característica que chama a atenção é que o M3 Pro seria fabricado usando a tecnologia de 3 nanômetros, que aumentaria sua performance. Porém, a maçã ainda precisa anunciar a versão base do SoC antes de partir para o Pro e o Max.

Vale lembrar que a Apple revelou tanto o M2 Pro quanto o M2 Max em janeiro de 2023, elevando o desempenho do MacBook Pro e do MacBook Mini a um novo patamar, especialmente quando falamos de gráficos.

M2 Pro e M2 Max (imagem: divulgação/Apple)

WWDC 2023 pode trazer iOS 17 e realidade virtual

A Worldwide Developers Conference (WWDC) vai ocorrer entre os dias 5 a 9 de junho de 2023. Além de oferecer capacitações para profissionais através de sessões, laboratórios e apresentações, sempre há espaço para novidades da Apple.

Já há burburinhos de informações importantes, como o iOS 17, que poderia trazer lojas alternativas e sideloading de apps, por exemplo. Também é esperado que a empresa anuncie o iPadOs17, macOS 14 e watchOS 10.

No entanto, algo que os fãs da maçã mais aguardam é o headset de realidade virtual, que poderia finalmente dar as caras no evento desse ano. Faz muito tempo que o projeto está na boca dos entusiastas, então não seria muito surpreendente se ele marcasse presença no evento.

Por fim, para quem espera pelo anúncio do iPhone 15, pode ir tirando o cavalinho da chuva. A Apple normalmente apresenta novas versões de seu smartphone em uma festa própria no mês de setembro.

Com informações: 9to5Mac.
Apple M3 pode chegar no início de 2024 com mais do que o dobro de RAM

Apple M3 pode chegar no início de 2024 com mais do que o dobro de RAM
Fonte: Tecnoblog