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Gemini chega para celulares Android mais simples e baratos

Gemini chega para celulares Android mais simples e baratos

Gemini Go chega para celulares baratos com sistema Android (Imagem: Vitor Valeri/Tecnoblog)

Resumo

O Gemini, inteligência artificial do Google, está disponível em celulares Android baratos com sistema operacional Android Go, substituindo o assistente de voz.
Para usar o Gemini Go, basta atualizar o aplicativo do Google pela Play Store e acessá-lo pelo widget na home do Android ou pelo botão de Home ou energia.
Com o Gemini Go, é possível realizar atividades como ligações, mensagens por comandos de voz, buscas específicas, organizar agenda e reproduzir conteúdos de apps baixados no smartphone.

O Gemini chegou de forma nativa a celulares Android mais baratos com a versão Go do sistema operacional do Google. Agora, basta atualizar o aplicativo geral da empresa pela Play Store para começar a usar o Gemini Go em pesquisas rápidas e consultas na IA generativa, sem a necessidade de recorrer ao navegador.

A novidade impacta modelos de entrada ou até mesmo intermediários, como Redmi A5, Poco C71 e Infinix Smart 10, todos à venda no Brasil por menos de R$ 1 mil. Eles têm entre 2 e 4 GB de memória RAM. Antes, os smartphones ficavam restritos ao Google Assistente.

Segundo o Google, o recurso já está disponível em português, mas algumas funções podem demorar a chegar. Portanto, vale checar se a atualização pode ser feita via Google Play Store e testar alguns prompts com a IA.

Como usar o Gemini Go?

Redmi A5, da Xiaomi, traz uma versão Go do Android, agora com suporte ao Gemini (imagem: Divulgação/Xiaomi)

O Gemini Go fica disponível dentro do próprio app do Google, que normalmente apresenta um widget na home do Android. Para atualizar, basta seguir os passos:

Abra a Play Store no seu celular.

Busque por “Google” na barra de pesquisa.

Cheque se há alguma atualização disponível. Pode ser que o aplicativo já esteja atualizado, caso você tenha o update automático ativado.

Assim, não será mais necessário entrar no navegador para acessar o Gemini, mas sim o próprio app do buscador. Dependendo do celular, basta pressionar o botão de Home ou o botão de energia para acessar a IA. Também é possível baixar o app do Gemini, mas, em um modelo de entrada, isso pode significar perder um espaço significativo de armazenamento.

A nova versão da IA realiza diferentes atividades, como ligações ou mensagens por comandos de voz, buscas mais específicas, organização da agenda, adição de eventos ao calendário, entre outros exemplos.

Também é possível reproduzir conteúdos a partir de apps baixados no smartphone, assim como abrir vídeos no YouTube usando comandos de voz. Essas ações já eram possíveis via Google Assistente, mas sofriam com algumas limitações que a IA generativa vem tentando resolver.
Gemini chega para celulares Android mais simples e baratos

Gemini chega para celulares Android mais simples e baratos
Fonte: Tecnoblog

Sem almoço: iFood fica fora do ar em plena tarde de sábado

Sem almoço: iFood fica fora do ar em plena tarde de sábado

iFood já registra 120 milhões de pedidos por mês (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

App do iFood fecha sozinho em celulares Android neste sábado (21)
Empresa investiga a falha e ainda não tem prazo para solução
Plataforma domina mercado de delivery com 80% de participação

Clientes do iFood enfrentam dificuldades para abrir o aplicativo no Android. O aplicativo de celular simplesmente fecha após alguns segundos, conforme vídeos publicados em redes sociais. O iFood confirmou ao Tecnoblog que está ciente e trabalha para corrigir o problema.

De acordo com a empresa, o “período de instabilidade” na tarde deste sábado (21) afeta apenas os smartphones com sistema Android – ou seja, os adeptos do iPhone estão a salvo.

Clientes reclamam do iFood em 21/06/2025 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O time técnico está trabalhando para resolver a pane. No entanto, o iFood não informou uma previsão para que a plataforma volte a funcionar normalmente. “A empresa pede desculpas por qualquer inconveniente causado e reforça que os canais de atendimento estão à disposição dos clientes e estabelecimentos parceiros.”

As reinicializações automáticas levam o sistema Android a sugerir que o cache do aplicativo seja esvaziado. O problema persiste mesmo quando isso é feito. Alguns consumidores também tentaram desinstalar e posteriormente instalar o iFood a partir da Google Play Store, mas também não deu certo.

Android sugere limpar o cache do app do iFood (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Algumas pessoas conseguiram acessar o site do iFood (ifood.com.br) e fazer o pedido, mesmo estando pelo celular. Esses passos não deram certo nos nossos testes, pois o sistema de autenticação trava no momento de enviar o código de confirmação via WhatsApp.

Uma correção foi divulgada às 18h. Os clientes devem atualizar o aplicativo do iFood a partir da Google Play Store.

Não custa lembrar: o iFood bate 120 milhões de pedidos em alguns meses. Isso faz dele o aplicativo de delivery mais popular do país, com cerca de 80% do mercado. Nos últimos meses, a empresa passou a cobrar uma taxa obrigatória de 99 centavos em todos os pedidos e melhorou os benefícios dos entregadores.

Sem almoço: iFood fica fora do ar em plena tarde de sábado

Sem almoço: iFood fica fora do ar em plena tarde de sábado
Fonte: Tecnoblog

Google Play Store vai obrigar apps a mostrar como apagar conta

Google Play Store vai obrigar apps a mostrar como apagar conta

Sabe quando você baixa um aplicativo, cria sua conta, não gosta, desinstala e esquece de apagar o cadastro? O Google vai tentar evitar que isso aconteça: apps distribuídos pela Play Store precisarão deixar um link na loja para remover os dados.

Google Play (Imagem: Unsplash / Mika Baumeister)

Segundo as imagens fornecidas pelo Google, a página de cada aplicativo na Play Store terá um botão dizendo que a exclusão de dados está disponível. Lá, haverá um link para ir até a página do desenvolvedor e pedir para apagar o cadastro.

A ideia é que você não precise baixar e instalar o app de novo só para conseguir deletar a conta.

Atalho para deletar conta fica na página do app na Play Store (Imagem: Divulgação/Google)

A nova política é bastante rígida. Os responsáveis pelo app não poderão oferecer apenas uma opção de desativar ou congelar temporariamente a conta — é para deletar mesmo.

Há poucas exceções, como obrigações legais ou de segurança para manter os dados, e mesmo nesses casos, os desenvolvedores precisam explicar como estas informações são armazenadas.

Atalho para apagar conta deve aparecer em 2024

A mudança foi anunciada em um blog post publicado nesta quarta-feira (5) e vale para apps que têm criação de conta no app.

Os usuários devem ver as mudanças no começo de 2024, mas as empresas poderão pedir uma extensão de prazo até o dia 31 de maio de 2024 para se adequar.

Para o Google, a medida deve dar aos usuários “mais entendimento e controle sobre os dados fornecidos ao app”.

Lojas adotam regras para melhorar aplicativos

A empresa vem tentando melhorar a segurança e a privacidade dos apps que distribui.

Ela já tomou medidas contra propagandas intrusivas, apps falsos e assinaturas difíceis de cancelar. Outra mudança foi exigir mais qualidade para recomendar aplicativos.

A Play Store não é a primeira loja a implementar uma medida desse tipo.

Em 2022, a Apple também passou a exigir que todo app coloque um atalho para apagar o cadastro — explicando, inclusive, quanto tempo o processo demora e se alguma cobrança ficou pendente, no caso de assinaturas.

Com informações: The Verge, Bleeping Computer
Google Play Store vai obrigar apps a mostrar como apagar conta

Google Play Store vai obrigar apps a mostrar como apagar conta
Fonte: Tecnoblog