Category: Gemini

TV TCL C7L 65” registra o menor preço desde lançamento em oferta no Magalu

TV TCL C7L 65” registra o menor preço desde lançamento em oferta no Magalu

RESSACA200

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Smart TV TCL SQD-Mini LED 65C7L
R$ 5.490,67

R$ 7.699,0029% OFF

Prós

Tecnologia Mini LED avançada
Baixo input lag para jogos
Gemini integrado
Menor risco de burn-in

Contras

Exige salas maiores pelo tamanho
Preço superior ao de TVs LCD comuns

PIX
Cupom

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A smart TV TCL SQD-Mini LED 65C7L está em promoção no Magazine Luiza por R$ 5.490 no Pix, usando o cupom RESSACA200. Essa é uma excelente oportunidade para adquirir um televisor premium de tela gigante com 29% de desconto sobre o preço original de R$ 7.699.

O modelo se destaca pelo excelente custo-benefício entre as TVs avançadas. A tecnologia Mini LED oferece qualidade de imagem superior ao dos painéis LCD comuns, mas com brilho superior e menor risco de burn-in em relação ao OLED.

TCL C7L traz painel com Mini LED bom para jogos

Smart TV TCL C7L (imagem: Divulgação)

Sucessora da TCL C7K, a C7L conta com resolução 4K para reproduzir imagens em alta qualidade e tecnologia SQD-Mini LED para garantir pretos profundos com ótimo contraste. Seu processador AIPQ Pro Quad Core fica responsável pela otimização de cores em tempo real, com base no conteúdo em tela.

Para os gamers, a taxa de atualização de 144 Hz e o baixo input lag de 6,5 ms asseguram uma jogabilidade fluida e sem atrasos nos jogos quando a TV é conectada a consoles como Nintendo Switch e PlayStation 5. As quatro portas HDMI facilitam a conexão de múltiplos aparelhos sem perda de qualidade de sinal.

Outras possibilidades de conectividade com o televisor incluem Bluetooth 5.4, que garante conexões estáveis com fones de ouvido, Wi-Fi 5 e Google Cast integrado. No áudio, as tecnologia do Dolby Atmos e de calibração deixam o áudio mais imersivo e tridimensional.

Smart TV TCL C7L (imagem: Divulgação)

Por fim, seu software do Google TV disponível permite que você navegue por sistemas de streaming e canais de conteúdo usando comandos de voz. Além disso, o sistema tem acesso ao Google Gemini, podendo fazer recomendações de conteúdo e responder perguntas do usuário.

Aproveite a promoção para comprar a smart TV 4K TCL C7L por apenas R$ 5.490 no Pix com o cupom RESSACA200. Lembrando que o desconto é de 29%, e o melhor desde o lançamento deste modelo.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.TV TCL C7L 65” registra o menor preço desde lançamento em oferta no Magalu

TV TCL C7L 65” registra o menor preço desde lançamento em oferta no Magalu
Fonte: Tecnoblog

Google anuncia Gemini 4 Argon, IA para tarefas complexas e segurança

Google anuncia Gemini 4 Argon, IA para tarefas complexas e segurança

Google anuncia Gemini 4 Argon, IA para tarefas complexas e segurança (imagem: reprodução/Google)

Resumo

O Google revelou o Gemini 4 Argon, um modelo de linguagem de IA para tarefas complexas e segurança.
O Gemini 4 Argon obteve 77,9% no DeepSWE 1.1, superando o Claude Opus 5.5 e o GPT-6 Astra.
O modelo será liberado aos poucos, inicialmente para testadores confiáveis e especialistas de segurança, e posteriormente para desenvolvedores e clientes corporativos.

O Gemini 4 Argon é o mais novo modelo de linguagem para inteligência artificial do Google. A novidade é focada em raciocínio profundo, de modo a ser apta para lidar com tarefas complexas e de longa duração, de acordo com a própria companhia.

Por conta disso, o Gemini 4 Argon pode ser usado em atividades de desenvolvimento de software, em pesquisas financeiras avançadas e na extração de informações de vídeos extensos, só para citar alguns exemplos.

Para dar uma noção do que o novo modelo pode proporcionar, o Google afirma que o Gemini 4 Argon obteve uma pontuação de 77,9% no DeepSWE 1.1, enquanto, no mesmo benchmark, o Claude Opus 5.5 e o GPT-6 Astra alcançaram 74,2% e 74,1%, respectivamente (ver gráfico mais abaixo).

Não por acaso, o Google também afirma que já vem empregando o Gemini 4 Argon em sua própria infraestrutura, usando agentes baseados no modelo para reescrever bases de código de C/C++ para Rust (uma linguagem mais moderna e segura) e na otimização do consumo de memória por aplicações de data center.

Outro ponto forte do Gemini 4 Argon está no aspecto da segurança digital. O Google explica que o modelo foi treinado para identificar e corrigir vulnerabilidades críticas em softwares de modo autônomo, tendo desempenho superior ao do Flash Cyber 3.8.

Para evitar que esses atributos sejam usados para fins maliciosos, o Google afirma ter estabelecido salvaguardas que inibem ações por “prompt injection” (ataques por meio de instruções maliciosas), bem como o uso do modelo em ataques virtuais ou em ameaças CBRN (química, biológica, radiológica e nuclear).

Desempenho do Gemini 4 Argon no DeepSWE 1.1 (imagem: reprodução/Google)

Quando o Gemini 4 Argon será lançado?

O Gemini 4 Argon vai ser liberado aos poucos. Por ora, a novidade está disponível apenas para alguns “testadores confiáveis” e especialistas de segurança por meio do Fairwind, um novo programa do Google que dá acesso a modelos de IA a pessoas selecionadas, sem que elas estejam sujeitas a determinadas salvaguardas.

Em breve, o Google liberará o Gemini 4 Argon para desenvolvedores, clientes corporativos do Google Cloud e assinantes do Google AI Ultra. Na fase inicial de liberação, os preços serão os seguintes:

US$ 2 por milhão de tokens de entrada

US$ 10 por milhão de tokens de saída

desconto de 95% no preço para tokens de entrada em cache

Depois do período promocional, esses valores dobrarão.
Google anuncia Gemini 4 Argon, IA para tarefas complexas e segurança

Google anuncia Gemini 4 Argon, IA para tarefas complexas e segurança
Fonte: Tecnoblog

Gemini invade três empresas durante teste de segurança

Gemini invade três empresas durante teste de segurança

Gemini quebrou isolamento e descobriu senhas de sistemas reais (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Gemini invadiu redes de três empresas reais em maio de 2026 durante testes de segurança cibernética conduzidos por uma startup terceirizada.
O modelo escapou do ambiente controlado, conectou-se à internet de forma não intencional e utilizou força bruta para quebrar senhas.
Google nega que a IA tenha sofrido “desalinhamento”, mas especialistas alertam para os riscos de agentes autônomos realizarem ataques.

O Gemini invadiu os sistemas de três empresas em maio de 2026, durante um teste de cibersegurança terceirizado. A IA do Google participava de um exercício de extração de dados de uma companhia fictícia, quando obteve acesso à internet e acabou se infiltrando nas redes de organizações verdadeiras.

As informações foram reveladas pelo The Wall Street Journal, que entrou em contato com a empresa sobre o caso. Segundo o jornal, as companhias envolvidas tinham o mesmo nome usado na simulação, o que gerou a confusão.

O modelo utilizou táticas de força bruta para adivinhar a senha de um dos sistemas externos e também localizou credenciais vazadas em repositórios públicos, usando esses dados para invadir mais duas redes protegidas.

Como o Gemini escapou?

A brecha de segurança estava na infraestrutura da startup israelense Irregular, responsável pelo exercício de simulação.

A empresa admitiu que deixou a internet acessível ao modelo por engano e afirmou já ter registrado incidentes semelhantes, nos quais agentes virtuais escaparam durante avaliações conduzidas para OpenAI, Meta e Anthropic.

Google diz que Gemini parou ataques

Google afirma que a IA agiu corretamente ao interromper o ataque (imagem: Growtika/Unsplash)

O Google afirma que o Gemini interrompeu os ataques assim que identificou que estava acessando informações de redes corporativas reais, e não dos servidores usados no teste. A empresa não classificou o episódio como um caso de desalinhamento, termo usado quando uma IA age contra as regras estabelecidas.

A vice-presidente de engenharia de segurança do Google, Heather Adkins, afirmou ao Wall Street Journal que o Gemini agiu corretamente ao interromper o ataque cibernético assim que percebeu o erro. De acordo com a executiva, o Google contatou rapidamente as três empresas hackeadas para relatar as vulnerabilidades exploradas e colaborou para corrigir as falhas.

Especialistas e pesquisadores discordam da justificativa do Google de tratar o caso como um mero alerta de vulnerabilidade. O CEO da startup de segurança de IA Corridor, Jack Cable, argumentou que a desenvolvedora do Gemini diminuiu a gravidade da situação. Para o executivo, a questão principal é o fato de que os modelos de linguagem estão ultrapassando as restrições e executando ataques reais contra alvos externos.
Gemini invade três empresas durante teste de segurança

Gemini invade três empresas durante teste de segurança
Fonte: Tecnoblog

Google tira time de segurança de IA do DeepMind

Google tira time de segurança de IA do DeepMind

Google terá mudanças em segurança de IA no DeepMind (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google transferiu cerca de 90 funcionários do setor de segurança de IA do DeepMind para o setor de Assuntos Globais, informou o The Wall Street Journal.
Esses especialistas eram responsáveis por identificar riscos biológicos, químicos, radiológicos e nucleares em novos modelos de IA, segundo o Google.
A mudança ocorre após a saída do CEO do DeepMind, Demis Hassabis, que agora é presidente do conselho e cientista-chefe da Alphabet.

O Google DeepMind, setor de desenvolvimento em inteligência artificial da empresa, não conta mais com funcionários responsáveis por assuntos de segurança em IA. A companhia americana decidiu realocar cerca de 90 pesquisadores para o setor de Assuntos Globais, onde devem cuidar de políticas gerais relacionadas aos serviços do Google.

Esses especialistas são responsáveis por checar possíveis riscos biológicos, químicos, radiológicos e nucleares envolvendo modelos de IA. A presença de um time de segurança de IA é importante para encontrar falhas nas respostas dos sistemas, pois podem se aprofundar muito num determinado assunto para testar possíveis usos maliciosos.

A novidade foi divulgada pelo The Wall Street Journal, que teve acesso a e-mails internos do Google apontando as mudanças no time de segurança de IA. A movimentação vem pouco tempo depois da saída de Demis Hassabis do cargo de CEO do DeepMind – agora, presidente do conselho e cientista-chefe da Alphabet.

Segurança de IA e o momento atual da tecnologia

Os avanços recentes no mercado de tecnologia acendem um alerta para a necessidade de especialistas em ciências gerais na hora de lidar com o desenvolvimento de inteligência artificial. As concorrente OpenAI e Anthropic apontaram uma grande preocupação com os avanços de seus modelos e a capacidade de aprofundar temas científicos. Elas prometem travas de segurança ao tratar desses assuntos.

Claude Fable 5 e GPT-5.6 prometem travas de segurança para assuntos científicos mais específicos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Segundo o Google, a migração desses profissionais aproxima suas atividades da área de produtos, incluindo a busca, por exemplo. Mas, entre os funcionários, há uma preocupação de que a mudança limite seus acessos no processo de desenvolvimento de novas versões do Gemini, dificultando a identificação de possíveis falhas.

No e-mail enviado aos funcionários, a vice-presidente do DeepMind responsável por segurança de IA, Helen King, garante que o time seguirá com acesso liberado às novidades.

Nova leva de mudanças no Google DeepMind

A migração deve começar no início de setembro, e é mais uma modificação feita pelo Google no setor de desenvolvimento de inteligência artificial. No início de agosto, a troca de comando no DeepMind tirou Demis Hassabis da cadeira de CEO, passando para o cargo de cientista-chefe no lugar de Jeff Dean, enquanto Koray Kavukcuoglu assumiu como novo CEO. O projeto Alphafold, que rendeu a Hassabis o Nobel de Química, também foi encerrado.

Demis Hassabis saiu do cargo de CEO do DeepMind no início de agosto (foto: John Sears/Wikimedia)

Além de Dean, que já tinha 27 anos de Google e fez parte de todo o processo de desenvolvimento de IA, mais especialistas de longa data saíram da empresa para fundar novas startups ou trabalhar em outras equipes de pesquisa em IA. Foi o caso de Noam Shazeer e John Jumper, que foram trabalhar com OpenAI e Anthropic, respectivamente. Ainda segundo o WSJ, há um receio de que a mudança no DeepMind possa levar mais funcionários a mudanças parecidas.
Google tira time de segurança de IA do DeepMind

Google tira time de segurança de IA do DeepMind
Fonte: Tecnoblog