Category: Gadgets

Polícia de Nova Iorque dá AirTags para tentar evitar roubos de carros

Polícia de Nova Iorque dá AirTags para tentar evitar roubos de carros

Devido à alta taxa de roubos de veículos na cidade, policiais de Nova Iorque anunciaram que vão entregar 500 AirTags para os cidadãos. O objetivo é o de desencorajar os criminosos a furtarem e de facilitar o encontro dos carros roubados na região. Os gadgets foram doações da organização sem fins lucrativos chamada “Association for Better New York”.

AirTag (Imagem: Divulgação/Apple)

O anúncio foi feito durante uma coletiva no fim de semana, no qual o prefeito de Nova Iorque, Eric Adams, chamou os itens da Apple de “peças de engenhosidade realmente incríveis”. A maioria dos 500 AirTags serão distribuídas na região do Bronx, local que teve um aumento de 24% no furto de veículos apenas neste ano, em comparação a 2022.

Eric Adams continuou seus elogios para o aparelho da maçã:

Este dispositivo simples, este simples AirTag, escondido na localização de um carro que uma pessoa não conhece, é um excelente dispositivo de rastreamento. É fácil monitorar. Você pode ver em tempo real onde o veículo está localizado.

Além disso, as autoridades usarão drones para prevenir furtos e fazer buscas dos veículos na cidade. Os roubos de carros aumentaram 13% em Nova Iorque em 2023, se compararmos com o mesmo período do ano passado. Assim, a polícia está buscando alternativas para evitar que esse número fique ainda maior.

A polícia de Nova Iorque apresentando o projeto (Imagem: Reprodução / Internet)

Plano é bom, mas não é perfeito

As autoridades da cidade acreditam na agilidade do uso dos AirTags da Apple, ressaltando a forma mais eficaz de usar o dispositivo. John Chell, Chefe de Patrulha da Polícia de Nova Iorque, afirmou na coletiva:

Seu telefone será alertado. Você sabe que alguém está em seu carro que não deveria estar e/ou foi roubado. Ligue para o 911 o mais rápido que puder. Você diz aos policiais envolvidos ‘Eu tenho um AirTag’, e eles irão imediatamente sair em busca com o aparato de apreensão em toda a cidade. O sinal do aparelho indicará exatamente para onde eles devem seguir.

No papel, tudo funciona perfeitamente, contudo, há defeitos nesse plano.

Primeiramente, o AirTag faz um barulho sempre que estiver longe de seu dono por um intervalo de 8 a 24 horas. Sempre que o dispositivo der o sinal automaticamente, o iOS vai alertar iPhones próximos. O usuário teria que colocar o objeto escondido no veículo, mas o som acabaria avisando os ladrões. Assim que encontrassem o item, eles poderiam simplesmente se desfazer e seguir com o automóvel.

Ademais, stalkers passaram a usar os AirTags para espionar pessoas, algo que a Apple tenta combater frequentemente. Os criminosos podem tentar utilizar o gadget para marcar seus alvos e rastreá-los quando estiverem sozinhos.

Com informações: 9to5Mac.
Polícia de Nova Iorque dá AirTags para tentar evitar roubos de carros

Polícia de Nova Iorque dá AirTags para tentar evitar roubos de carros
Fonte: Tecnoblog

Microsoft dá Alt+F4 na marca de periféricos para focar na linha Surface

Microsoft dá Alt+F4 na marca de periféricos para focar na linha Surface

Depois de 40 anos, a Microsoft põe um fim nos mouses, teclados e outros acessórios da sua marca. Agora, a companhia só produzirá periféricos sob a linha Surface, a mesma de seus PCs, tablets e outros dispositivos eletrônicos. O anúncio foi feito por Dan Laycock, gerente de comunicação da Microsoft, para o site The Verge.

Periféricos da Microsoft serão vendidos somente sob a marca Surface (Imagem: Divulgação/Microsoft)

Em termos mais simples, os periféricos da marca Microsoft terão apenas uma mudança de logo. A empresa não encerrou a fabricação de acessórios. Porém, os produtos da linha Surface têm preços mais altos, atendendo um segmento mais premium. Ainda não foi informado pela Microsoft se os acessórios mais acessíveis da linha extinta migrarão para a Surface ou serão encerrados de vez.

Fim da linha para periféricos Microsoft abre espaço para a Surface

Como informou Laycock, os acessórios da marca Microsoft continuarão nas lojas até o fim dos estoques. Depois, quem quiser um teclado ou mouse fabricado pela empresa terá que recorrer aos produtos da linha Surface — e gastar mais para isso.

“Nós estamos focando no nosso portfólio de acessórios para PCs sob a marca Surface”, disse o gerente de comunicação da Microsoft. O gerente ainda afirmou que a empresa continuará a oferecer uma diversa quantidade de periféricos para PCs com a linha Surface. Ele citou mouses, teclados, canetas docks, adaptadores e “mais”.

Linha Surface tem canetas digitais (Imagem: Divulgação/Microsoft)

O “mais” é que é mais gera curiosidade na declaração. Primeiro, porque os produtos com o logo Surface chegam a ser mais caros que os modelos da Microsoft. Segundo, porque não existe uma webcam “propriamente dita” da Surface. Essa marca possui a “câmera smart” Surface Hub 2, mas é voltada para vídeo conferências e custa US$ 799,99 (R$ 3.997,60), enquanto a alternativa mais cara da Microsoft custa US$ 99 (R$ 495,05).

No Brasil, a marca Surface não é vendida por aqui. Todavia, há planos da Microsoft lançar smartphones sob a linha Surface. Com os novos periféricos da marca, a empresa também pode preparar o público para associar seus futuros “Surface Phones” com o nome Microsoft.

Com informações: The Verge
Microsoft dá Alt+F4 na marca de periféricos para focar na linha Surface

Microsoft dá Alt+F4 na marca de periféricos para focar na linha Surface
Fonte: Tecnoblog

TV LG OLED de 55″ está com o preço mais baixo dos últimos seis meses

TV LG OLED de 55″ está com o preço mais baixo dos últimos seis meses

As TVs OLED são famosas pelo alto contraste de suas imagens. Por outro lado, elas costumam ser mais caras do que outras tecnologias de tela. Se você está procurando um modelo deste tipo, a LG tem um com resolução 4K e webOS 6.0 — e o melhor, ele está no preço mais baixo dos últimos seis meses. A TV OLED A1 da LG de 55 polegadas sai R$ 4.464,05 à vista.

TV LG OLED 55 A1 (Imagem: Divulgação/LG)

Lançada em 2021, a linha A1 da LG foi apresentada como uma opção mais acessível de TVs OLED, que geralmente são consideravelmente. O preço sugerido dela do modelo de 55 polegadas era de R$ 8.999.

Agora, a LG OLED 55 A1 está por R$ 4.464,05 à vista no Magazine Luiza. Isso representa um desconto de mais de 50% sobre o valor de lançamento.

Além disso, é o preço mais baixo dos últimos seis meses, segundo o monitor do Zoom. Ele está inferior, inclusive, às promoções da Black Friday.

TV LG OLED 55 polegadas A1 por R$ 4.464,05 à vista no Magazine Luiza

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TV LG OLED 55 A1 traz básico por preço acessível

Para quem procura uma TV para ver filmes, séries e esportes, a LG A1 tem ótimos recursos sem cobrar muito caro por isso. Por outro lado, ela pode não ser o modelo mais indicado para quem quer conectar um console à TV.

Um dos destaques é o sistema webOS 6.0, que tem várias opções e recursos. Entre os apps compatíveis, estão Prime Video, Apple TV, Disney+, Globoplay YouTube e outros.

Além disso, a TV conta com Google Assistente e Alexa, e cada assistente tem teclas dedicadas no controle remoto. Assim, se sua casa tem itens inteligentes, dá para comandá-los pela TV, usando o microfone do controle remoto.

Em outras especificações importantes, a LG OLED 55 A1 traz três portas HDMI 2.0, alto-falantes de 20 watts em 2.0 canais e taxa de atualização de 60 Hz.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.TV LG OLED de 55″ está com o preço mais baixo dos últimos seis meses

TV LG OLED de 55″ está com o preço mais baixo dos últimos seis meses
Fonte: Tecnoblog

Amazon tem Echo Dot (4ª Geração) com desconto histórico e mais ofertas de Alexa

Amazon tem Echo Dot (4ª Geração) com desconto histórico e mais ofertas de Alexa

Se você ainda está em busca de uma assistente virtual, então essa pode ser a oportunidade certa para você. O Amazon Echo Dot de quarta geração está custando R$ 251,10 à vista, o melhor preço que o Tecnoblog já encontrou do gadget. Outros modelos também estão com descontos chamativos, o que abre ainda mais o leque de possibilidades para os interessados.

Echo Dot de quarta geração (Imagem: Darlan Helder / Tecnoblog)

A Amazon liberou as “Ofertas de Alexa”, que oferecem preços especiais para alguns dos produtos da marca. Os usuários que buscam por qualquer aparelho da linha, poderão escolher o que melhor se encaixar em seus propósitos e suas carteiras.

Contudo, o Echo Dot (4ª Geração) é o principal destaque aqui, pois nunca o vimos por esse preço. Ele sai de seu preço padrão de R$ 399 e está custando R$ 251,10 à vista. Um desconto de 34% que é uma beleza!

Amazon Echo Dot (4 ª Geração) por R$ 251,10 à vista

No review do Echo Dot de quarta geração, destacamos o seu design renovado e as diferentes skills que a Alexa tem. Por exemplo: você pode usar a assistente nas principais plataformas de streaming de áudio e portais de notícia. Essa é uma excelente adição para quem está em busca de seu primeiro smart speaker.

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Outros produtos Alexa com preços especiais

Uma outra opção é o Echo Dot de terceira geração, que tem um formato discreto e acesso a aplicativos como o Spotify, Apple Music e Deezer. Seu preço sugerido é de R$ 349, mas está com um desconto de 40%, o que tira mais de R$ 100 do valor.

Echo Dot (3ª Geração) por R$ 206,10 à vista

Já o Echo Dot de quarta geração com relógio é uma alternativa para quem deseja ter uma assistente virtual, mas que também quer saber as horas sem precisar perguntar. O item traz as mesmas características do aparelho em destaque, porém, com um relógio digital à mostra. Ele está com um desconto de 35%.

Echo Dot (4ª Geração) com Relógio por R$ 323,10 à vista

Ofertas encerradas
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Já para quem quer algo ainda mais completo, o Echo Show 5 (2ª Geração) está com um desconto de 32%. Ele foi lançado em 2019 e chamou a atenção devido ao display de 5,5 polegadas. No review do Echo Show 5, apontamos que o som do gadget é decente e as inúmeras parcerias nas outras áreas ajudam a explicar por que a marca é líder nesse mercado.

Echo Show 5 (2ª Geração) por R$ 404,10 à vista

Por fim, temos o Echo Show 8 de segunda geração com 25% de desconto. Esta é a opção mais cara entre as dessa matéria, mas pode ser interessante para quem tela maior e som mais potente. No review do Echo Show 8 (2ª Geração), destacamos que a tela de 8 polegadas tem boa qualidade para mostrar letras de músicas, previsão do tempo, receitas ou notícias, por exemplo. Esse dispositivo pode ser considerado como uma assistente pessoal bem desenvolvida.

Echo Show 8 (2ª Geração) por R$ 729,52 à vista

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Amazon tem Echo Dot (4ª Geração) com desconto histórico e mais ofertas de Alexa
Fonte: Tecnoblog

TV 4K Samsung de 75″ tem oferta pelo melhor preço desde dezembro

TV 4K Samsung de 75″ tem oferta pelo melhor preço desde dezembro

Precisa de uma TV 4K grande que ofereça uma boa experiência para as jogatinas na sala de estar? Então vai gostar de saber que a Samsung BU8000 de 75 polegadas está saindo por apenas R$ 4.999 à vista — o menor preço registrado desde dezembro. Ela já vem com Gaming Hub nativo e tem um software excelente.

Smart TV 75″ Samsung Crystal UHD BU8000 (Imagem: Divulgação / Samsung)

Em setembro de 2022, a Samsung lançou a Crystal UHD BU8000 de 75″ por R$ 6.799. Em seguida, as promoções de final de ano fizeram o preço dela ficar logo abaixo dos R$ 5 mil. Mas depois que a Black Friday e o Natal passaram, essas ofertas foram embora e não tinham dado as caras desde então. Recentemente, os menores preços por ela no varejo ficavam em torno de R$ 5,4 mil. Até essa oferta do Girafa aparecer:

TV 4K Samsung BU8000 de 75″ por R$ 4.999 à vista no Pix

Um oferecimento do Achados
E se quiser encontrar mais ofertas como essa e assim economizar em controles remotos, fones de ouvido e outros itens de tecnologia, aproveite para conhecer o Achados do TB. Além de encontrar as promoções que aparecem aqui no site, nossa equipe ainda faz uma curadoria de achados para os grupos de Telegram e WhatsApp. Neles, enviamos produtos dos baratinhos aos mais caros, mesmo quando não ganhamos nada com isso!

Vale a pena comprar TV Samsung em oferta?

A linha Crystal UHD faz parte da categoria de TVs básicas da Samsung, o que significa que a qualidade da imagem e som são voltados para um público menos exigente. E como estamos falando de uma TV de 75 polegadas, é provavelmente um dos melhores preços que você vai encontrar em tamanho tão grande como esse.

Mas o verdadeiro destaque fica por conta do software. Por ter sido lançada em 2022, o mesmo ano em que a Samsung anunciou seu Gaming Hub, a BU8000 dispensa nativamente o uso de consoles. Basta acessar seu serviço de streaming em nuvem, como o Xbox Cloud Gaming, e começar a jogatina. Além disso, no uso geral com séries e filmes, a smart TV deve ser fluida e intuitiva de usar graças ao Tizen.

Por fim, outro adicional legal dessa TV é que você pode carregar o controle remoto com luz solar. Até então, o chamado SolarCell só estava presente nos modelos mais sofisticados das gerações anteriores. A TV 4K Samsung BU8000 ainda é compatível com Alexa, Bixby e Google assistente, e traz três entradas HDMI e duas USB.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.TV 4K Samsung de 75″ tem oferta pelo melhor preço desde dezembro

TV 4K Samsung de 75″ tem oferta pelo melhor preço desde dezembro
Fonte: Tecnoblog

Roku lança nova Roku Express com resolução 4K e “controle brasileiro”

Roku lança nova Roku Express com resolução 4K e “controle brasileiro”

A Roku lançou nesta quarta-feira (12) o Roku Express 4K, uma TV Box com 4K HDR. O novo produto é a versão mais premium da linha Roku Express, que conta com modelo com suporte para resolução Full HD. O Roku Express 4K chega com o preço de R$ 399.

Roku Express 4K custará R$ 399 no seu lançamento (Imagem: Divulgação/Roku)

Como esperado, o dispositivo utiliza o sistema operacional Roku OS. A plataforma entrega uma boa experiência ao usuário, sendo uma interface de smart TV no Brasil fácil utilizar. A Roku Express 4K foi homologada pela Anatel no dia 27 de março.

Roku Express 4K traz controle “abrasileirado”

O controle do Roku Express 4K é adaptado para o Brasil. Entre os seus botões de atalho para streaming tem um para a Globoplay, principal serviço brasileiro do tipo. A imagem de divulgação mostra também botões para o Disney+, Apple TV+ e Netflix — este último é “de lei”.

Mesmo que falte um botão para outros streamings, o Roku OS possui compatibilidade para os outros serviços populares, como Star+, HBO Max+ e Prime Video. O Roku Express 4K também tem suporte para canais de IPTV — se você gosta de usar a Pluto TV ou ver documentários de esportes radicais da Red Bull TV, pode usar a TV Box da Roku para isso.

TV Box Roku Express 4K e seu controle “abrasileirado” (Imagem: Divulgação/Roku)

O dispositivo de streaming é compatível com HDR, HDR10 e HDR10+. Essas tecnologias fornecem mais brilho e contraste na tela, melhorando a qualidade da imagem exibida.

A TV Box pode ser integrada com as assistentes virtuais Alexa, Google Assistente e Siri. A Roku Express 4K ainda possui suporte para AirPlay e HomeKit. Essas especificações ajudam quem conta com outros dispositivos inteligentes em casa.

As vendas do Roku Express 4K iniciam no dia 14 de abril, tanto nos e-commerces como em lojas físicas. Na sua caixa, o consumidor receberá também um cabo HDMI. A TV Box também tem entrada microUSB, permitindo que o usuário utilize um adaptador para cabo de rede.
Roku lança nova Roku Express com resolução 4K e “controle brasileiro”

Roku lança nova Roku Express com resolução 4K e “controle brasileiro”
Fonte: Tecnoblog

O que são TVs de Plasma e por que elas saíram do mercado?

O que são TVs de Plasma e por que elas saíram do mercado?

Plasma foi uma tecnologia usada em TVs de tela plana nos anos 2000. Sua aplicação gerava imagens de alta definição com pretos profundos, graças ao funcionamento baseado em gases ionizados. Perdeu espaço para o LCD, que dominou o mercado a partir da década de 2010.

Samsung F8500, TV de Plasma lançada no Brasil em 2013 (Imagem: Giovana Penatti/Tecnoblog)

A primeira TV de Plasma foi lançada em 1997 pela Fujitsu e tinha resolução de 852×480 pixels em um painel de 42 polegadas. Panasonic e Samsung se tornaram as maiores fabricantes do Plasma nos anos seguintes, mas ambas desistiram da tecnologia devido a problemas como burn-in e alto consumo de energia.

ÍndiceComo funciona uma TV de Plasma?Por que as TVs de Plasma acabaram?Vida útil reduzida pelo burn-inMaior consumo de energia e aquecimentoMuitos reflexos na imagemBrilho mais fracoOutras desvantagens das TVs de Plasma

Como funciona uma TV de Plasma?

Uma TV de Plasma funciona com gases nobres, como neônio e xenônio, que ficam armazenados em pequenas células entre duas placas de vidro. Os gases recebem uma tensão elétrica e então liberam elétrons que colidem com átomos de fósforo, capazes de produzir luz visível.

A tela de Plasma é estruturada em sete camadas principais:

Placa de vidro traseira;

Eletrodos emissores;

Camada dielétrica traseira;

Camada de células de plasma;

Camada dielétrica frontal;

Eletrodos de exibição;

Placa de vidro frontal.

Estrutura básica de uma TV de Plasma (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A formação de imagem começa nos eletrodos. Eles fornecem energia para cada célula de plasma, que representa um pixel e é revestida com diferentes combinações de fósforo. Quando uma tensão é aplicada, os gases dentro da célula são ionizados e formam o plasma, o quarto estado físico da matéria.

O plasma emite apenas luz ultravioleta (UV), que é invisível a olho nu. A luz UV do plasma excita o fósforo, que é capaz de exibir as cores vermelho, verde e azul (padrão RGB) em uma intensidade variável. O trio de subpixels coloridos compõe um pixel, e o grupo de pixels forma uma imagem.

As camadas em volta das células de plasma têm apenas função estrutural. As placas de vidro protegem os componentes internos e dão suporte à estrutura da tela, enquanto as camadas de dielétricos atuam como isolantes elétricos, separando os eletrodos dos gases nobres.

Como as células de plasma revestidas com fósforo são capazes de emitir luz própria, não é necessário ter um backlight como nas telas LCD. Por isso, o Plasma funciona de maneira semelhante ao OLED, MicroLED e outras tecnologias autoemissoras de luz.

Por que as TVs de Plasma acabaram?

As telas de Plasma eram um salto em relação às TVs de tubo e tinham vantagens sobre o LCD, como maior contraste, excelente ângulo de visão e tempo de resposta mais rápido, reduzindo o motion blur. No entanto, esses pontos positivos foram ofuscados por problemas como baixa eficiência energética e burn-in.

As fraquezas do Plasma fizeram a tecnologia perder espaço para as TVs de LCD e OLED. Abaixo, detalhamos os principais problemas das TVs de Plasma:

Vida útil reduzida pelo burn-in

O burn-in limitava a vida útil do Plasma. O problema ocorria quando uma imagem estática, como a marca de uma emissora de TV, era exibida na tela por um longo período, causando retenção de imagem e queima de pixels.

Nas TVs de Plasma, os fósforos são responsáveis pela geração de luz. Quando uma imagem estática é mantida na tela, os fósforos das áreas correspondentes são constantemente ativados, o que leva ao desgaste dessas áreas específicas. Com o tempo, isso resulta em marcas permanentes no display.

Marcas de burn-in em uma TV de Plasma (Imagem: Divulgação/Samsung)

Maior consumo de energia e aquecimento

TVs de Plasma precisavam da ionização de gases nobres e ativação de fósforos para emitir luz e formar imagens, o que resultava em maior consumo de energia. O processo era menos eficiente que as telas LCD com backlight de LED, que se popularizaram no início da década de 2010.

Além disso, as TVs de Plasma tendiam a esquentar mais porque o fósforo emitia calor quando era ativado, e era necessário usar uma quantidade significativa de energia para manter os gases em estado de plasma, sendo que parte dessa energia era dissipada em forma de calor.

Muitos reflexos na imagem

A camada de vidro frontal das TVs de Plasma tinha um acabamento brilhante, o que aumentava a reflexão da luz do ambiente e prejudicava a visualização da imagem em locais muito iluminados. Mesmo com o uso de filtros antirreflexo no Plasma, as TVs de LCD com acabamentos foscos sofriam menos com o problema.

Brilho mais fraco

O brilho das TVs de Plasma era mais baixo devido à geração de imagem por ativação de fósforos nas células de plasma, que emitiam luz de forma difusa e menos intensa que o backlight de uma tela LCD.

Aumentar o brilho no Plasma também poderia acelerar o desgaste dos fósforos e reduzir a vida útil, fazendo com que as fabricantes optassem por manter o brilho em níveis mais moderados.

TV de Plasma de 103 polegadas da Panasonic (Imagem: Alexandre Fugita/Meio Bit)

Outras desvantagens das TVs de Plasma

O Plasma apresentava outras desvantagens menores devido à sua composição:

Peso e espessura: os painéis eram pesados e espessos porque tinham que acomodar as células de plasma e os fósforos, além de serem revestidos com vidros grossos;

Tamanho: as limitações no processo de fabricação também restringiram a resolução e a variedade de tamanhos de tela. As TVs de Plasma populares tinham 42 polegadas ou mais. Não havia modelos menores que 32 polegadas à venda.

Sensível ao ambiente: TVs de Plasma eram mais sensíveis às condições climáticas, especialmente à altitude. Em altitudes mais elevadas, a pressão atmosférica menor afetava o comportamento dos gases dentro das células de plasma, o que poderia reduzir a qualidade da imagem.

Essas desvantagens tornaram as TVs de Plasma menos competitivas no mercado, sendo gradualmente substituídas por tecnologias mais avançadas e versáteis, como LCD e OLED.

No final de 2013, Panasonic e Samsung anunciaram o fim da produção de TVs de Plasma. Na época, a tecnologia respondia por apenas 5% das vendas de TVs no Brasil, contra 83,1% do LCD, segundo dados da consultoria GfK.
O que são TVs de Plasma e por que elas saíram do mercado?

O que são TVs de Plasma e por que elas saíram do mercado?
Fonte: Tecnoblog

Amazon bane Flipper Zero de suas lojas

Amazon bane Flipper Zero de suas lojas

Na quinta-feira (6), a Amazon começou a enviar avisos a vários vendedores de sua plataforma, no qual coloca o Flipper Zero como um produto “restrito”. Com isso, a empresa passou a banir a venda do gadget, já que ele entrou na categoria de “dispositivo de skimming de cartão”. Ou seja, pode ser usado para copiar ilegalmente dados de fitas magnéticas encontras em cartões de crédito e débito. Contudo, ele faz mais do que isso.

Flipper Zero (Imagem: Divulgação / Flipper Zero)

O produto surgiu nas mãos de diversos usuários do TikTok no fim de 2022. Ele promete facilitar o uso de pentesters (pessoas que fazem testes de invasão), pois ele consegue copiar sinais de crachás, cartões e chaves. Protocolos como RFID, radiofrequência, NFC, infravermelho e Bluetooth são alguns exemplos das tecnologias que o Flipper Zero pode duplicar.

Devido às suas capacidades de permitir que o dono cometa diversos crimes, o gadget foi banido pela Amazon. Ou seja, nenhum vendedor pode mais anunciar o item para comercialização. Como consequência, diversos links que antes vendiam o periférico agora encontram-se com informações de “página não encontrada” na plataforma.

Vale lembrar que o Flipper Zero era vendido por muitos como um “tamagotchi”, mas custava US$ 200 (perto de R$ 1.011). A Anatel negou a certificação do objeto em março, porém, ele pode ser encontrado por valores acima de R$ 5 mil em outros marketplaces.

Flipper Zero em outro marketplace (Imagem: Reprodução / Internet)

Produtores de conteúdo ajudaram a popularizar o periférico

Quem desenvolveu o Flipper Zero foi a dupla Alex Kulagin e Pavel Zhovner. Desde sua estreia no Kickstarter em 2019, mais de 150 mil aparelhos chegaram às mãos dos usuários.

No entanto, o que realmente ajudou o gadget a cair na graça dos entusiastas foram as inúmeras publicações em plataformas como o YouTube e o TikTok. Produtores de conteúdo demonstraram várias facetas e utilidades do item, desde a clonagem de crachás e AirTags a abrir portas de garagens.

A partir disso, a Amazon decidiu banir o objeto de suas lojas. Ela enviou notificações aos vendedores que tinham o produto listado para venda anunciando a remoção em ambiente geral, como é possível ver na imagem:

Notificação de remoção do Flipper Zero pela Amazon (Imagem: Reprodução / Bleeping Computer)

Este produto foi identificado como um dispositivo de skimming de cartões. A política da Amazon proíbe a venda ou listagem de dispositivos de skimming de cartão. Tomamos essa medida porque este produto não é permitido para venda na Amazon.com. É sua obrigação garantir que os produtos que você oferece estejam em conformidade com todas as leis, regulamentos e políticas aplicáveis da Amazon.

Assim que o vendedor recebe o aviso acima, ele tem 48 horas para retirar todo e qualquer exemplo do dispositivo de suas lojas. Caso contrário, o indivíduo pode sofrer a desativação de sua conta na plataforma.

Com informações: Bleeping Computer.
Amazon bane Flipper Zero de suas lojas

Amazon bane Flipper Zero de suas lojas
Fonte: Tecnoblog

Tablets Samsung Galaxy Tab S9 e Tab S9 FE aparecem em benchmark

Tablets Samsung Galaxy Tab S9 e Tab S9 FE aparecem em benchmark

Os próximos tablets topo de linha da Samsung deram as caras em testes de benchmark. Os três principais modelos da série Galaxy Tab S9 são equipados com o Snapdragon 8 Gen 2 For Galaxy, processador lançado nos smartphones Galaxy S23 e exclusivos da parceria entre Samsung e Qualcomm. Após quase dois anos ausente, a versão FE dos tablets retorna com um chip Exynos.

Versão FE da linha Galaxy Tab S deve retornar para o portfólio da Samsung (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

As capturas de telas dos testes no Geekbench foram divulgadas por Revegnus, um leaker com histórico confiável de acertos. No ano passado, a linha Galaxy Tab S8 foi lançada com os smartphones da família S22. O cenário mudou neste ano, quando a Samsung usou o primeiro Galaxy Unpacked de 2023 para anunciar somente a série de celulares Galaxy S23.

Galaxy Tab S9 Ultra mais forte que o Galaxy S23 Ultra

O Galaxy Tab S9 Ultra, flagship da série, mostrou resultados superiores ao Galaxy S23 Ultra, principal smartphone da Samsung. O tablet marcou 2.054 (single-core) e 5.426 (multi-core) pontos nos testes. Já o smartphone fez 1.915 e 4.874 pontos nas mesmas situações.  

O melhor desempenho tem dois motivos: o Tab S9 Ultra tem mais espaço para dissipar o calor e mais memória RAM.

Possivelmente medindo 14 polegadas, o Tab S9 Ultra deve usar melhores componentes de arrefecimento. Com isso, a temperatura do processador For Galaxy pode é mais controlada e evita a perda de desempenho por superaquecimento. É especulado que o tablet utilize 16 GB de memória LPPDRX5, opção mais avançada do que a usada no smartphone Galaxy S23 Ultra.

Galaxy Tab S9 Ultra pode ter tela de 14 polegadas (imagem: divulgação/Samsung)

O Snapdragon 8 Gen 2 For Galaxy também aparece como processador dos tablets Tab S9 Plus e Tab S9 “base”. O uso do chip For Galaxy nos dispositivos topo de linha da Samsung deve se tornar padrão enquanto durar a parceria. Especula-se que o Z Fold 5 e Z Flip 5 também usarão este SoC.

Tablet FE retorna e traz Exynos do Galaxy M54 5G

Galaxy Tab S7 FE foi último Tab S FE lançado pela Samsung (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

O Galaxy Tab S9 FE, pelo que mostra a tabela do benchmark, utilizará o processador Exynos 1380, o mesmo usado no smartphone intermediário Galaxy M54 5G. Este tablet talvez seja a maior surpresa do vazamento; A última vez que a Samsung lançou um tablet “Fan Edition” foi em maio de 2021, quando ela apresentou o Galaxy Tab S7 FE.

A diferença é que, há dois anos atrás, a Samsung optou por colocar um Snapdragon 750G no Galaxy Tab S7 FE. O público alvo dessa versão é quem quer um tablet para o essencial, sem precisar gastar tanto e com desempenho maior que a linha Tab A8.

Com informações: WCCFTech e PhoneArena
Tablets Samsung Galaxy Tab S9 e Tab S9 FE aparecem em benchmark

Tablets Samsung Galaxy Tab S9 e Tab S9 FE aparecem em benchmark
Fonte: Tecnoblog

O que é taxa de atualização de tela?

O que é taxa de atualização de tela?

Taxa de atualização, representada em Hertz (Hz), indica o número de quadros por segundo que uma tela exibe. É comum encontrarmos o padrão de 60 Hz em TVs, monitores convencionais e smartphones. No entanto, fabricantes vêm investindo em taxas maiores, de 120 Hz ou mais.

TV Samsung Neo QLED QN90B tem taxa de atualização de 144 Hz (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

ÍndiceQuanto maior a taxa de atualização, melhor?Taxa de atualização variávelFatores que afetam a taxa de atualização60 Hz, 90 Hz e 120 Hz: é possível notar a diferença?Perguntas frequentes

Quanto maior a taxa de atualização, melhor?

De modo geral, quanto maior a taxa de atualização, mais fluida é a reprodução de vídeos ou animações na tela. Taxas altas também ajudam a reduzir o motion blur indesejado, que proporciona níveis de desfoque acima do normal.

Em termos práticos: uma tela com taxa de atualização de 60 Hz é atualizada 60 vezes por segundo. Já uma tela de 120 Hz dobra essa frequência. Esse ganho faz imagens com ações rápidas serem reproduzidas de modo mais responsivo e suave.

Mas nem sempre taxas acima de 60 Hz são necessárias, e a percepção de fluidez pode depender também do tipo de uso.

É por isso que celulares, notebooks, monitores e TVs com taxas de 90 Hz ou superior costumam ser indicados para jogos, já que esse tipo de conteúdo costuma ter cenas muito movimentadas. Uma taxa de atualização elevada ajuda o jogador a melhorar o desempenho em razão da percepção mais apurada das ações no game.

Já em um monitor usado para tarefas que não envolvem animações ou jogos, uma taxa de atualização acima 60 Hz pouco ou nada contribuirá para a experiência do usuário.

Além disso, telas com altas taxas de atualização têm consumo de energia maior e tendem a ser mais caras. Por isso, o número de Hz não deve ser o único fator considerado para a escolha do dispositivo.

Taxa de atualização variável

A taxa de atualização variável (VRR, na sigla em inglês) é uma técnica que permite a celulares, monitores e TVs ajustarem a frequência de quadros em tempo real, de acordo com o conteúdo reproduzido. Isso vale principalmente para jogos, que mudam a taxa a todo momento.

Com o VRR, a tela trabalha com uma taxa de atualização alta somente quando há demanda para isso, o que resulta em economia de energia e, em notebooks e celulares, maior duração da bateria.

Mas a técnica só funciona em telas compatíveis. É o caso da tecnologia AMOLED Dinâmico, da Samsung, que define a taxa de atualização entre 1 e 120 Hz em celulares como o Galaxy S23 Ultra. Em dispositivos como o iPhone 14 Pro, a tela Super Retina XDR usa a tecnologia LTPO para ajustar a taxa em até 120 Hz.

Fatores que afetam a taxa de atualização

A taxa de atualização de uma tela é determinada pelo fabricante e está relacionada a características técnicas, como a tecnologia de painel utilizada.

Telas OLED modernas conseguem chegar facilmente a 120 Hz e, em alguns dispositivos, esse número dobra. É o caso do monitor gamer LG UltraGear OLED que tem taxa de atualização de 240 Hz.

Em visores LCD, o tipo TN é o que costuma apresentar as taxas de atualização mais altas por causa da velocidade com a qual os cristais líquidos mudam de posição. Em 2022, a Asus chegou a lançar um monitor Rog Swift, voltado para jogos, com visor TN LCD capaz de trabalhar a 500 Hz.

Contudo, displays de cristal líquido dos tipos VA e IPS já conseguem oferecem taxas de atualização acima do padrão de 60 Hz.

A tecnologia de comunicação com a tela também afeta parâmetro. É caso do HDMI 2.1, que permite a TVs e monitores com resolução 4K trabalhar com taxas de 120 Hz, ou com resolução 8K e 60 Hz, desde que o cabo siga a mesma especificação. O HDMI 2.1 também é requisito em modelos com taxa de atualização variável.

60 Hz, 90 Hz e 120 Hz: é possível notar a diferença?

A diferença de taxa de atualização é perceptível entre 60 Hz e 120 Hz, e também pode ser notada entre 60 Hz e 90 Hz, tanto em TVs ou monitores quanto em celulares.

Mas diferenciar as taxas de 90 e 120 Hz é mais complicado, especialmente em celulares topo de linha. Isso porque, além de as telas serem relativamente pequenas, o conjunto de hardware (memória RAM e CPU) acaba sendo tão avançado nesses aparelhos, que atinge um nível de fluidez difícil de ser distinguido em uso comum.

Por exemplo: o Motorola Edge+ tem taxa de atualização de 90 Hz, e a usabilidade do Android se mostrou tão fluida quanto à do Galaxy S20 Ultra, com 120 Hz, em testes práticos.

A interface do sistema também tem grande peso para uma experiência mais suave. Em aparelhos como iPhone 13 Pro e iPhone 14 Pro, a tecnologia ProMotion ajusta automaticamente a taxa de atualização para até 120 Hz. Mas, mesmo em iPhones com taxa de 60 Hz, o iOS parece tornar tudo mais responsivo.

iPhone 14 Pro tem taxa de até 120 Hz (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre taxa de atualização e tempo de resposta? A taxa de atualização indica, em Hertz (Hz), a quantidade de quadros exibidos por segundo pela tela. Já o tempo de resposta aponta, em milissegundos (ms), a velocidade com a qual os pixels do display mudam de cor. Para os padrões atuais, o ideal é um tempo inferior a 10 ms. Quanto menor esse número, melhor. Qual é a diferença entre taxa de atualização e FPS? FPS é a sigla em inglês para quadros por segundo. Trata-se de uma medida equivalente à taxa de atualização. Porém, os FPS são usados para informar quantas imagens por segundo um vídeo ou jogo reproduz, sendo muito usada para avaliar o desempenho de placas de vídeo. A taxa de atualização se limita a telas.
O que é taxa de atualização de tela?

O que é taxa de atualização de tela?
Fonte: Tecnoblog