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Apple Vision Pro terá espaço para pornô? Empresa diz que sim

Apple Vision Pro terá espaço para pornô? Empresa diz que sim

Direto de Cupertino – O Apple Vision Pro nem sequer está entre nós, mas já há quem fale nas inúmeras oportunidades da realidade virtual. O novo dispositivo, anunciado na semana passada e testado por este que vos fala, tem impressionante imersão. Seria a combinação perfeita para quem curte conteúdo 18+? Eu fiz essa pergunta para um representante da Apple durante a visita exclusiva à nave-mãe da empresa na Califórnia.

Apple Vision Pro na WWDC 2023 (Imagem: Divulgação/Apple)

De acordo com este porta-voz, a Apple acredita fortemente na internet aberta. Ou seja, na possibilidade de as pessoas acessarem o que quiserem e de os donos de sites publicarem o conteúdo que desejarem. Neste sentido, diz ele, qualquer página que possa ser acessada por um navegador – inclusive pornô – vai funcionar perfeitamente no navegador Safari, que vai de fábrica no Vision Pro.

Resta saber quais serão as regras da empresa para aplicativos compatíveis com o visionOS, sistema operacional do Apple Vision Pro. Hoje em dia, por exemplo, grandes plataformas de porn – como Xvideos e Pornhub – não estão na App Store do iPhone e do iPad. Por outro lado, a lojinha de apps retorna outros programas quando a pessoa pesquisa por “sexo”.

Mulher usa Apple Vision Pro em vídeo promocional (Imagem: Divulgação/Apple)

A chegada do Vision Pro

Fato é que ainda vai demorar para compreendermos todo o potencial do Apple Vision Pro. O dispositivo tem preço sugerido de US$ 3.499 nos Estados Unidos, o que dá mais de R$ 17 mil conversão direta. Não há previsão de vendas no mercado brasileiro. Na gringa, as encomendas só começam em 2024.

Ainda há muito tempo hábil para fazer eventuais ajustes no gadget. Na minha experimentação, não foi possível, por exemplo, usar o EyeSight, recurso que exibe os olhos do usuário para quem está naquele mesmo ambiente.

Apple Vision Pro na sede da Apple nos Estados Unidos (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Confira também as primeiras impressões sobre o novo dispositivo da Apple, que se divide entre realidade virtual e realidade mista. O Vision Pro propicia uma imersão completa, levando o usuário para variados ambientes, como um lago bucólico ou uma praia paradisíaca. Ele chega para concorrer com diversos outros equipamentos, dentre eles o Meta Quest Pro, recentemente apresentado por Mark Zuckerberg.

Thássius Veloso viajou para Cupertino, nos EUA, a convite da Apple
Apple Vision Pro terá espaço para pornô? Empresa diz que sim

Apple Vision Pro terá espaço para pornô? Empresa diz que sim
Fonte: Tecnoblog

Apple Vision Pro: eu usei o aparelho VR pela primeira vez

Apple Vision Pro: eu usei o aparelho VR pela primeira vez

Finalmente a Apple fez o lançamento do Apple Vision Pro e ingressou no mundo da realidade virtual. O dispositivo foi apresentado na semana passada, durante a abertura da conferência WWDC 2023. Algumas poucas pessoas puderam colocar o aparelho na cabeça e fazer testes. Eu tive esse privilégio e vim aqui contar por que o Vision Pro é inigualável – tanto em recursos, quanto no preço de US$ 3.500, o que dá mais de R$ 17 mil em conversão direta.

Apple Vision Pro na sede da Apple nos Estados Unidos (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Primeiro de tudo, é preciso levar em consideração que existiam muitos rumores em relação ao próximo dispositivo da maçã. Como ele seria? Teria mesmo um fio para conectar capacete à bateria? Haveria integração com o iPhone? Todos estes pontos foram explicados durante a apresentação de Tim Cook e comparsas da maçã. Depois disso começou a jornada para experimentar o equipamento, que só chega ao mercado norte-americano no começo do ano que vem.

Ah, antes que você pergunte: não há qualquer previsão de preço ou de data de lançamento no Brasil. Mas, como a gente ama tecnologia, não me custa relatar o que está vindo por aí.

Primeiro contato com o Vision Pro

O teste de aproximadamente 25 minutos aconteceu no Apple Park, a nave-mãe da Apple na cidade de Cupertino, nos Estados Unidos. Ao chegar ao ambiente, fui convidado a fazer um escaneamento do meu rosto e das minhas orelhas. Isso ocorre num app que lembra bastante o Face ID e leva poucos segundos. Depois, passei por uma optometrista que utilizou um aparelho especial para checar meus óculos de grau (tenho miopia e astigmatismo).

A etapa seguinte foi esperar uns bons 10 minutos. A equipe da Apple me levou para uma sala com representantes da empresa. Ela tinha por volta de 4 x 4 metros, com uma mesa de centro e um sofá. Somente eu me sentei na poltrona e não havia nenhuma TV diante de mim. Já era uma pista dos passos seguintes.

Eu tinha visto o Vision Pro de perto no dia anterior, no Steve Jobs Theater, mas só agora teria a chance de observá-lo mais de perto. Toda a estrutura é muito bem acabada, numa junção de vidro, plástico e outros elementos que aparentam ser de primeira linha. Você não tem a impressão de manusear algo barato, muito pelo contrário.

Design de milhões

Apple Vision Pro tem estrutura modular (Imagem: Divulgação/Apple)

Logo nesta etapa, fica evidente uma escolha de design do time da maçã. Eles me explicaram que o Apple Vision Pro tem um formato modular que permite, por exemplo, trocar o visor convencional por outro com lentes de grau simplesmente recorrendo ao magnetismo (eu adoro este princípio da física, diga-se de passagem!). Ainda não está claro de que forma a empresa irá comercializar o headset, mas já se sabe que ela mantém uma parceria com a Zeiss.

O processo de colocar os óculos VR levou alguns instantes principalmente por ser necessário ajustar as tiras que passam por cima e por trás da cabeça. O Vision Pro pesa em torno de 450 gramas, bem pouquinho. Na minha experimentação, não senti incômodo depois dos quase 30 minutos. Outros jornalistas se queixaram de que o aparelho começa a pesar com o passar do tempo.

Muita tecnologia no dispositivo VR

Falemos agora da tecnologia por trás do áudio e do vídeo. Sim, estamos falando de som espacial, que dá a impressão de 360 graus. As músicas, efeitos sonoros, chamadas de voz etc. se “movimentam” conforme a posição do usuário. Já as duas telas diante de cada olho, cada qual com definição equivalente a uma TV 4K, de acordo com a fabricante, são realmente impressionantes no quesito qualidade.

Um dos trunfos da Apple está em reduzir a latência do equipamento ao mínimo. Todos os movimentos com a cabeça são rapidamente detectados pelo Vision Pro para que a ação equivalente ocorra dentro do universo digital. Esta é outra reclamação antiga de usuários de headsets de realidade virtual/mista. Quanto menor a latência, maior o conforto e a imersão.

Tela inicial do Apple Vision Pro; os ícones flutuam pelo espaço, com direito a sombras e efeitos de luz (Imagem: Divulgação/Apple)

Aliás, por falar em realidade mista: as muitas câmeras do Vision Pro permitem criar o efeito de passthrough, conforme chamam em inglês. Eu não encontrei nenhuma boa tradução no nosso idioma, mas na prática significa que o usuário tem a impressão de estar vendo “atrás” das telas do equipamento. Quando o pus pela primeira vez, eu vi exatamente a sala onde eu estava e as pessoas que ali me acompanhavam. Não existe aquilo de imediatamente cair num outro universo completamente diferente.

Passthrough de primeira

Ao estender as mãos diante do meu corpo, as vi pelo Apple Vision Pro. Trata-se de uma visualização mediada por uma tela, mas você se esquece disso… até que aciona a Coroa Digital, uma tecla lateral que puxa os ícones de aplicativos. Nesta hora você se recorda de que o Vision Pro é mais do que um conjunto de câmeras de alta qualidade.

Em sua essência, é um aparelho em que a Apple explora o sistema visionOS, também anunciado na WWDC 2023. Todos os elementos visuais em 3D têm profundidade, sombra e interagem com o mundo real. Os criadores do aparelho conseguiram integrar digital e físico de uma maneira que eu jamais vi num produto similar.

Dinossauro “invade” a sala em degustação do Apple Vision Pro (Imagem: Divulgação/Apple)

Quem acompanha a evolução da realidade virtual certamente já embarcou em experimentações que mostram filmes imersivos, cenários paradisíacos, salas de cinema privativas, dinossauros em altíssima qualidade. Tudo isso tem no Apple Vision Pro. Eu diria que a grande disrupção está em integrar hardware e software para que a experiência beire o impecável. Estamos falando de um dispositivo confiável, seguro e que funciona com vários aplicativos disponíveis desde que ele sai da caixa.

O sistema visionOS

Para além disso, a fabricante criou um novo sistema específico para este fim e o apresentou exatamente aos profissionais que irão se interessar (será?) em produzir novas experiências para o headset de realidade virtual. Existem frameworks, APIs e orientações formais para que os devs comecem a brincar desde agora com apps de Vision Pro. E se não quiserem fazer algo completamente novo, poderão usar os programas do iPhone e do iPad (principalmente este último) como base para marcar presença neste admirável (?) mundo novo.

Eu tive a oportunidade de conversar com alguns programadores durante a WWDC. Todos estavam empolgados com a ferramenta liberada pela Apple para simular apps dentro do Vision Pro, mesmo que a pessoa não tenha o dispositivo (ele não está à venda!). Por outro lado, vários destes profissionais admitiram que será difícil atuar no visionOS quando têm outras urgências, equipes pequenas. Eles ainda mencionam o mercado incerto, uma vez que parece ser um dispositivo de nicho.

Apple Vision Pro – WWDC 23 (Imagem: Divulgação/Apple)

Alguns gargalos do Apple Vision Pro

Nenhum produto é perfeito e o Apple Vision Pro não foge à regra. Para mim não ficou exatamente claro de que forma os seres humanos vão interagir entre si dentro do ambiente virtual. Eu mesmo testei uma chamada de FaceTime com vídeo de uma persona – ou seja, uma pessoa de carne osso cuja representação gráfica virtual, conforme capturada por outro Vision Pro, foi exibida dentro do visionOS. É bem feito, um avanço em relação a outros avatares que vimos por aí. No entanto, esbarra no Vale do Estranho. É esquisito de olhar e de interagir.

A imprensa gringa levantou o ponto do isolamento, uma vez que a maioria das situações retratadas na WWDC incluíam pessoas solitárias em casa ou no escritório. Seria o Vision Pro uma válvula de escape ou um novo dispositivo a la Black Mirror, que irá alimentar o nosso vício por muito feed e pouca interação humana? Não há como saber.

Apple Vision Pro: headset VR e bateria (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Do ponto de vista prático, também é questionável que a bateria fique conectada por um fio lateral. Mais ainda pensar que a autonomia de uso dura cerca de 2 horas, bem pouco quando consideramos que qualquer filme de herói hoje em dia dura mais.

Apenas o primeiro passo

Ninguém tem dúvidas de que a Apple está apenas começando sua história dentro da realidade mista. O Vision Pro ainda vai mudar muito nos próximos anos. Este primeiro modelo apresentado na WWDC impressiona pela qualidade técnica, mas não é só disso que vive a tecnologia. Precisamos observar os próximos passos da companhia no sentido de atrair clientela e desenvolvedores.

Não creio que o Vision Pro será o próximo iPhone. Ele não resolve nenhum problema vivenciado por bilhões de pessoas. Por outro lado, tem potencial para se tornar uma nova fonte de receita para a Apple (pouco se falou, aliás, sobre itens comercializados dentro do universo 3D). Será necessário comunicar muito bem quais situações do dia a dia ficam melhores quando a pessoa decide usar um headset VR e não um smartphone, um tablet ou um computador.

O tempo dirá se a excelência técnica e o sofisticado sistema operacional do Apple Vision Pro serão suficientes para encantar os consumidores.

Apple Vision Pro oferece imersão completa em cenas de tirar o fôlego (Imagem: Divulgação/Apple)

Algumas curiosidades

O visionOS sabe exatamente onde você está olhando. É assim que o usuário seleciona um botão, por exemplo. E basta o gesto de juntar rapidamente polegar e indicador para fazer o clique.

Da mesma forma, a pessoa pode juntar prolongadamente os dois dedos para movimentar objetos 3D.

Numa das experiências, uma borboleta digital pousou no meu dedo. Esta técnica – chamada em inglês de occlusion – está muito a frente do que vi em aparelhos similares da concorrência (principalmente a Meta).

Na frente do Vision Pro há uma tela que exibe os olhos da pessoa, para que o headset não se torne uma barreira. Não foi possível ver o recurso em uso.

Também não foi possível criar a minha própria persona dentro do visionOS.

Só pude testar uma interação online com outra pessoa. Ela estava numa espécie de chamada de vídeo do FaceTime.

Tenho dúvidas sobre como será a representação 3D dos usuários que estiverem junto contigo dentro dos ambientes virtuais do visionOS. Terão pernas, por exemplo?

Thássius Veloso viajou para Cupertino, nos Estados Unidos, a convite da Apple

Apple Vision Pro: eu usei o aparelho VR pela primeira vez

Apple Vision Pro: eu usei o aparelho VR pela primeira vez
Fonte: Tecnoblog

Xiaomi Mi Band 8 é homologada pela Anatel e já pode ser vendida no Brasil

Xiaomi Mi Band 8 é homologada pela Anatel e já pode ser vendida no Brasil

A Xiaomi está prestes a lançar no Brasil mais uma geração da sua smartband Mi Band: a Mi Band 8 foi certificada na Anatel e já pode ser vendida no Brasil. A pulseira inteligente da fabricante chinesa foi lançada em abril no seu país natal.

Xiaomi Mi Band 8 é homologada na Anatel (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

Sem nenhuma surpresa, a Mi Band 8 seguirá suas antecessoras e terá a sua fabricação em território chinês — nas unidades fabris de Nanchang. A certificação do produto, de código M2239B1, foi publicada na terça-feira (6).

Mi Band 8 muda pouco no visual, mas tem tela sempre ligada

O visual da Mi Band 8 não é lá tão diferente, segue no formato comprido e sem o botão “afundado” na tela, design adotado desde a Mi Band 6. A falta de mudança no visual não é problema: ele mantém o bom espaço de tela e a “depressão” para o botão touch principal era feio. Além disso, agrada quem busca um vestível menos chamativo.

A Mi Band 8 tem o recurso de tela sempre ligada (always-on display, em inglês), que facilita a visualização das horas e informações durante as práticas de atividades físicas. Por falar em mexer o esqueleto, a nova smartband da Xiaomi tem suporte para 150 atividades — 30 a mais do que a sua antecessora.

Xiaomi Mi Band 8 pode ser usada como pulseira (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

Uma novidade interessante na Mi Band 8 é que ela não precisa ser usada como pulseira. A Xiaomi criou prendedores para que o consumidor use a Mi Band como colar ou no tênis — presa no cadarço.

A tela do dispositivo usa um display AMOLED e mede 1,64 polegadas. Outra evolução em relação a sua antecessora é o aumento do brilho. Agora, a Mi Band 8 tem brilho máximo de 600 nits — era 500 nits na sétima geração.

Segundo a Xiaomi, a sua nova pulseira inteligente tem bateria para 16 dias. Mas claro, isso se você usá-la de modo econômico. Com todos os recursos de monitoramento ativado e — principalmente — tela sempre ligada, a bateria dura menos.
Xiaomi Mi Band 8 é homologada pela Anatel e já pode ser vendida no Brasil

Xiaomi Mi Band 8 é homologada pela Anatel e já pode ser vendida no Brasil
Fonte: Tecnoblog

O que é a resolução de uma imagem digital?

O que é a resolução de uma imagem digital?

Resolução de uma imagem digital significa a quantidade de detalhes que uma imagem pode conter e é medida em pixels. Apesar de contribuir para maior nitidez, maior resolução não é sinônimo de maior qualidade de imagem.

Galaxy S23 Ultra tem câmera com resolução de 200 megapixels (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Em fotografia, a resolução é importante tanto no momento da captura da imagem quanto na fase de edição, pois determina a quantidade de informações que podem ser manipuladas. Já em TVs e monitores, a resolução se refere ao número de pixels que a tela pode exibir, sendo frequentes siglas como HD, 4K e 8K.

ÍndiceQual é a relação entre resolução de imagem e número de pixels?Qual é a diferença entre resolução e densidade de pixels?Qual é a diferença entre resolução e tamanho da imagem?Resolução de telaMaior resolução de tela significa melhor qualidade de imagem?Resolução em câmeras digitaisO que afeta a resolução de uma câmera digital?Resolução de vídeoQual é a diferença entre resolução e taxa de quadros?

Qual é a relação entre resolução de imagem e número de pixels?

A resolução de uma imagem digital é tipicamente expressa em pixels. Um pixel é a menor unidade de uma imagem digital, e cada pixel pode conter uma cor única.

Quando dizemos que uma imagem tem uma resolução de 1920×1080, estamos dizendo que ela tem 1.920 colunas e 1.080 linhas de pixels. A multiplicação desses números resulta em 2.073.600 pixels, ou seja, pouco mais de 2 megapixels. Essa resolução também é conhecida como Full HD.

Qual é a diferença entre resolução e densidade de pixels?

A resolução se refere à quantidade total de pixels em uma imagem, enquanto a densidade de pixels define o número de pixels contidos em uma determinada unidade de espaço físico.

Um vídeo em 4K tem resolução de 3840×2160 pixels, ou seja, 3.840 pixels de largura e 2.160 pixels de altura. Quanto maior a resolução de um arquivo, mais detalhes ele poderá conter.

Já uma tela com densidade de pixels de 100 ppi (pixels por polegada) pode representar 100 pixels em uma polegada. Quanto maior a definição de uma tela ou foto impressa, mais detalhes são exibidos no mesmo espaço, o que aumenta a sensação de nitidez.

Resolução e densidade de pixels podem ser configurados em editores de imagens, como o Affinity Photo (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre resolução e tamanho da imagem?

Resolução é o número de pixels de uma imagem digital, enquanto o tamanho está relacionado à quantidade de bytes que um arquivo ocupa ou às dimensões físicas de uma imagem.

Quando o tamanho se refere à quantidade de bytes, o número estabelece a quantidade de armazenamento digital que a imagem ocupa. Em geral, arquivos com maior resolução precisam de mais espaço para serem guardados.

Já o tamanho físico de uma imagem é medido em centímetros ou polegadas. Uma foto de 4000×3000 pixels (12 MP) a uma densidade de pixels de 300 ppi ocuparia 13,33×10 polegadas ou 33,86×25,4 centímetros quando exibido em uma tela ou impressa em um papel com essa definição.

Resolução de tela

A resolução de uma tela é a quantidade de pixels que podem ser exibidos em todo o painel. Por exemplo, uma TV com resolução 8K tem 7640×4320 pixels, ou seja, 7.640 pixels de largura e 4.320 pixels de altura.

Telas de baixa resolução exibem menos pixels e podem reproduzir imagens com menos detalhes.

Certas resoluções de tela, por serem muito comuns, são mais representadas por nomes padronizados em vez de pixels. Exemplos são Full HD, WQHD e 4K, que significam, respectivamente, 1920×1080, 2560×1440 e 3840×2160 pixels.

Telas de alta resolução podem reproduzir arquivos de baixa resolução por meio do upscaling. Uma TV 4K, por exemplo, amplia digitalmente um vídeo Full HD para ocupar toda a tela. Em geral, o upscaling é acompanhado de técnicas de processamento de imagem que melhoram o aspecto visual de imagens de baixa resolução.

Maior resolução de tela significa melhor qualidade de imagem?

Não. Resolução é uma especificação importante para a qualidade de imagem de uma tela, mas há outros fatores que influenciam esse aspecto, como o tipo de painel e as tecnologias de imagem embutidas.

O tipo de painel pode influenciar o contraste, o brilho e as cores exibidas por uma tela. Por exemplo, uma tela OLED é capaz de reproduzir o preto verdadeiro ao desligar todos os pixels, o que melhora o contraste. Já uma TV com pontos quânticos (quantum dots) tende a mostrar cores mais precisas, aumentando o realismo.

Alguns modelos de TVs e monitores podem ter HDR, ou seja, são capazes de mudar dinamicamente o brilho e o contraste de regiões específicas da tela, dependendo do conteúdo. Com o HDR, áreas de sombra ficam mais escuras ao mesmo tempo em o céu ensolarado fica mais claro, o que aumenta o alcance dinâmico das cenas.

Samsung S90C, a primeira TV OLED da marca no Brasil (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Resolução em câmeras digitais

A resolução de uma câmera digital se refere à quantidade de detalhes que a câmera pode capturar e é medida em megapixels (milhões de pixels).

Mais megapixels não significam maior qualidade de imagem, porque o processador de imagem, as tecnologias do sensor e o tipo de lente também influenciam o resultado final. O que define uma boa câmera de celular é o conjunto de todas as especificações do conjunto fotográfico.

Sensores de alta resolução podem ser necessários em certos casos. Por exemplo, um vídeo 8K tem aproximadamente 33,2 MP (7680×4320 pixels). Se a câmera tiver menos megapixels, não conseguirá filmar em 8K real.

O que afeta a resolução de uma câmera digital?

Uma foto digital pode ter sua resolução afetada por componentes e tecnologias da câmera. Os principais fatores que influenciam na resolução da imagem gerada são:

Sensor de imagem: é o componente que transforma a luz da lente em pixels de uma imagem digital. A resolução da imagem depende principalmente da resolução do sensor;

Pixel binning: técnica que agrupa múltiplos pixels do sensor de imagem. Um sensor de 108 MP com nona-binning junta as informações de 9 pixels adjacentes em 1 superpixel, gerando uma foto de 12 MP com mais detalhes;

Nitidez da lente da câmera: impacta a quantidade de detalhes projetados no sensor de imagem. Embora não afete a resolução numérica em pixels, pode prejudicar a definição da foto. Limpar a lente é fundamental para obter melhores imagens;

Processador de imagem: converte os dados brutos do sensor de imagem em uma foto digital, muitas vezes aplicando técnicas de fotografia computacional para aumentar a sensação de nitidez.

Resolução de vídeo

A resolução de um vídeo é a quantidade de detalhes que ele pode exibir e é medida em pixels. Pode ser apresentada como um par de números (1920×1080), como o número de linhas do vídeo (1080p) ou como uma designação própria (Full HD).

O par de números de uma resolução de vídeo funciona da mesma forma que uma imagem digital, ou seja, um vídeo 1920×1080 tem 1.920 pixels de largura e 1.080 pixels de altura. Já termos como HD, Full HD e UHD são determinados pela indústria.

Em vídeo, 8K se refere a uma resolução de 7680×4320 pixels (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Quando a resolução de um vídeo é indicada apenas pelo número de linhas, seguido de uma letra “p” ou “i”, a letra determina o tipo de varredura do vídeo:

Varredura progressiva: método mais comum que exibe todas as linhas do vídeo em ordem, de cima para baixo. É representada pelo “p” em resoluções como 720p, 1080p e 2160p. Geralmente resulta em imagens mais suaves e nítidas, o que é ideal para vídeos com muitos movimentos;

Varredura entrelaçada: exibe primeiro as linhas ímpares do vídeo, seguidas pelas linhas pares. É indicada pelo “i” em resoluções como a 1080i, usada no padrão de TV digital lançado no Brasil em 2008, o ISDB-TB. Pode gerar problemas de nitidez no vídeo, mas economiza largura de banda.

Qual é a diferença entre resolução e taxa de quadros?

Um vídeo é composto por uma sequência de imagens. A resolução determina a quantidade de pixels de cada imagem. Já a taxa de quadros estabelece a quantidade de imagens (quadros) exibidas a cada segundo. Quanto maior a taxa de quadros, maior será a suavidade do vídeo.

Um vídeo de 60 fps (frames per second) exibe 60 imagens em um segundo em um vídeo progressivo. Na varredura entrelaçada, um vídeo representado como “1080i60” mostra alternadamente 30 vezes as linhas ímpares e 30 vezes as linhas pares de uma imagem Full HD em um segundo.
O que é a resolução de uma imagem digital?

O que é a resolução de uma imagem digital?
Fonte: Tecnoblog

TV 4K Samsung BU8000 de 50″ tem oferta histórica antes do Dia dos Namorados

TV 4K Samsung BU8000 de 50″ tem oferta histórica antes do Dia dos Namorados

Assistir filmes, séries e jogar na TV é uma programação típica de casais. E às vésperas do Dia dos Namorados, é possível renovar essa experiência ao comprar a Smart TV Samsung BU8000 (50″) por R$ 2.189 com o cupom AMOR5 no Girafa. A televisão é um lançamento da linha Crystal UHD de 2022, e traz Gaming Hub nativo e controle remoto solar como suas principais novidades.

Smart TV 4K Samsung BU8000 (Imagem: Divulgação/Samsung)

Originalmente, a BU8000 de 50 polegadas foi anunciada pela Samsung por R$ 3.199. Já nessa oferta que encontramos, ela está 31,6% mais barata e sai por R$ 2.189 com o cupom AMOR5. Este é o melhor preço já registrado por esse modelo. A oferta é válida para pagamentos à vista, no Pix.

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TV BU8000 tem Gaming Hub e bom custo-benefício

Como destacado acima, as principais novidades trazidas pela Smart TV 4K Samsung BU8000 foram as adições do Gaming Hub nativo e do controle remoto solar (SolarCell). O Gaming Hub é interessante para usuários do Xbox Cloud Gaming, já que permite jogar sem a necessidade do console. Já o SolarCell, que antes só aparecia em modelos mais caros, é legal por ser mais ecológico e por dispensar o uso de pilhas.

Além disso, a BU8000 carrega consigo qualidades já apreciadas nas gerações anteriores da linha Crystal UHD da Samsung. Por exemplo, o design fino que dá uma cara de topo de linha para as TVs de entrada da marca. E o painel VA LCD, que já oferecia ótimos ângulos de visão na sua antecessora, a AU8000.

Outro ponto positivo é o Tizen, sistema operacional considerado um dos melhores entre as smart TVs do mercado. Ele se destaca pela fluidez e intuitividade de uso — que sempre foram satisfatórias nos nossos testes —, assim como pela ampla loja de aplicativos. O Tizen ainda é compatível com as assistentes virtuais Alexa, Bixby e Google Assistente.
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TV 4K Samsung BU8000 de 50″ tem oferta histórica antes do Dia dos Namorados
Fonte: Tecnoblog

Samsung lança linha de TVs para 2023 com nova QLED 8K e estreia de OLED

Samsung lança linha de TVs para 2023 com nova QLED 8K e estreia de OLED

A Samsung apresentou nesta terça-feira (6) sua linha de TVs para 2023 no Brasil. O grande destaque fica por conta do modelo S90C, o primeiro com painel OLED da marca no país. Além disso, há novidades nas já tradicionais famílias Neo QLED 8K, Neo QLED, QLED e Crystal.

Portfólio 2023 de TVs da Samsung (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Em linhas gerais, os modelos de 2023 são identificados pela letra C, que entra no lugar do B dos modelos 2022.

No segmento premium, a Samsung oferece as linhas Neo QLED 8K, Neo QLED e OLED, uma novidade no portfólio da marca no Brasil.

E também há as TVs para todos, como a Samsung chama, com as linhas QLED 4K e Crystal UHD 4K — que, mesmo sendo básicas, oferecem diferenciais, como o Gaming Hub.

S90C, a estreia da Samsung no OLED

Vamos começar pelo que há de novo no portfólio da Samsung: a S90C tem painel 4K, com 8 milhões de pixels OLED e uma camada dos chamados pontos quânticos.

Para quem não conhece a fundo a tecnologia, os pontos OLED acendem e apagam de maneira independente. Assim, a cor preta é, na verdade, exibida por pontos desligados, muito escuros, garantindo um nível mais elevado de contraste.

Samsung S90C, a primeira OLED da marca no Brasil (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Além da resolução 4K, a S90C traz taxa de atualização de 144 Hz e AMD FreeSync Premium Pro, recursos que a tornam uma boa opção para jogos.

Em processamento, o Neural Quantum 4K usa 20 redes neurais para garantir upscaling de imagem, expandindo a resolução de conteúdos mais antigos. Além disso, o chip recorre a uma inteligência artificial para escanear imagens e potencializar brilho.

Preço da TV S90C 4K OLED

A S90C chega ao Brasil em dois tamanhos: 55 e 65 polegadas.

S90C 55”: R$ 6.999,00

S90C 65”: R$ 11.999,00

Neo QLED 8K custa até R$ 85 mil

Enquanto a S90C OLED é uma novidade, as TVs Neo QLED 8K da Samsung já estão no Brasil há algum tempo, como as mais avançadas da linha premium da marca.

Para 2023, o modelo QN900C, de 85 polegadas, traz a tecnologia de mini LEDs. Ela tem design ultrafino, com menos de 1,5 cm de espessura.

Samsung QN900C (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Ele tem o processador Neural Quantum 8K, que usa 64 redes neurais para fazer o upscaling — até porque há poucos conteúdos com essa resolução atualmente. Por falar nisso, uma parceria com o YouTube traz um app exclusivo para a TV, que mostra sugestões de vídeos 8K.

A QN900C também apresenta como novidade a conversão de conteúdo SDR para HDR, usando deep learning.

Além deste modelo, a Samsung também trouxe a QN800C nas versões de 65, 75 e 85 polegadas. A QN700B de 55 polegadas, de 2022, continua no portfólio.

Preços da linha Neo QLED 8K 2023

QN900C 85”: R$ 84.999,00

QN800C 85”: R$ 49.999,00

QN800C 75”: R$ 21.999,00

QN800C 65”: R$ 13.999,00

Linha Neo QLED traz TV para gamers

Na linha Neo QLED com resolução 4K, o principal destaque é a TV gamer QN90C, com painel de mini LEDs e 144 Hz de taxa de atualização de tela nas versões de 43 e 50 polegadas.

Samsung QN90C, voltada para gamers (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Ela tem recursos exclusivos, como mira virtual e possibilidade de deslocar mapas de jogos para outro espaço da tela, ou até mesmo para outro dispositivo.

Ela oferece ainda suporte a FreeSync Premium Pro e quatro portas HDMI 2.1.

Já a QN85C é voltada para quem quer uma tela grande, com opções em 55, 65, 75 e 85 polegadas. Ela tem um gabinete de 2,5 cm e áudio Dolby Atmos.

Samsung QN85C (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Preços da linha Neo QLED 4K 2023

QN90C 43”: R$ 4.499,00

QN90C 50”: R$ 5.099,00

QN90C 55”: R$ 6.499,00

QN90C 65”: R$ 10.499,00

QN85C 85″: R$ 21.999,00

QN85C 75″: R$ 15.299,00

QN85C 65″: R$ 8.999,00

QN85C 55″: R$ 5.999,00

Smart TV QLED 4K traz modelos intermediários

A linha Smart TV QLED 4K marca o início do que a Samsung chama de “telas para todos”. Ela equilibra preço mais acessível e recursos avançados.

O destaque é a Q80C de 55 polegadas. Ela oferece Dolby Atmos, Som em Movimento, tela com taxa de atualização de 120 Hz e Motion Xcelerator Turbo.

Linha QLED da Samsung (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O modelo ainda conta com certificação Pantone para 1 bilhão de tons e tecnologia Direct Full Array, que ajusta o brilho a cada cena.

Completam a família os modelos Q70C (com taxa de atualização de 120 Hz), Q65 e Q60C.

Preços da linha Smart TV 4K 2023

Q70C 85”: R$ 19.999,00

Q70C 75”: R$ 9.999,00

Q70C 65”: R$ 6.209,00

Q70C 55”: R$ 4.319,00

Q65C 70”: R$ 5.599,00

Q65C 65”: R$ 4.699,00

Q65C 55”: R$ 3.459,00

Q60C 65”: R$ 5.059,00

Q60C 55”: R$ 5.059,00

Q60C 50”: R$ 3.479,00

Crystal UHD 4K é a linha de entrada das TVs Samsung

Completando o portfólio, a Samsung traz a família Crystal UHD 4K, com preço mais baixo. Apesar disso, a empresa destaca alguns recursos.

Um deles é o Gaming Hub, que traz streaming de games diretamente para a tela. Assim, dá para jogar títulos do Xbox sem ter o console, por exemplo.

O modelo CU8000 tem tamanhos entre 43 e 85 polegadas. Já a CU7700 vai de 43 a 75 polegadas.

Linha Crystal UHD 4K (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Preços da Crystal UHD 4K 2023

CU8000 85”: R$ 11.499,00

CU8000 75”: R$ 6.109,00

CU8000 70”: R$ 4.899,00

CU8000 65”: R$ 3.999,00

CU8000 55”: R$ 2.999,00

CU8000 50”: R$ 2.789,00

CU7700 75”: R$ 5.949,00

CU7700 70”: R$ 4.639,00

CU7700 65”: R$ 3.949,00

CU7700 58”: R$ 2.899,00

CU7700 55”: R$ 2.849,00

CU7700 50”: R$ 2.639,00

Com informações: Samsung
Samsung lança linha de TVs para 2023 com nova QLED 8K e estreia de OLED

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Fonte: Tecnoblog

Apple Watch SE de 44 mm tem mais de 35% de desconto e menor preço do ano em oferta na Amazon

Apple Watch SE de 44 mm tem mais de 35% de desconto e menor preço do ano em oferta na Amazon

Um smartwatch pode ajudar quem quer se exercitar, acompanhar a saúde ou melhorar a produtividade. Para donos de iPhone, a melhor opção é o Apple Watch, e esta é uma ótima oportunidade para comprar o relógio. O Apple Watch SE de 44 mm versão GPS está com 36% de desconto na Amazon, saindo por R$ 2.399,98.

Apple Watch SE (Imagem: Divulgação/Apple)

O Apple Watch SE é a versão mais barata da família de smartwatches da marca. Na loja oficial da empresa, o preço da versão de 44 mm e GPS é R$ 3.799.

Na Amazon, o aparelho na cor Estelar está R$ 1.379,02 mais barato que na Apple — isso significa um desconto de 36,49%. Ele sai por R$ 2.399,98 e esse valor pode ser parcelado em até 10 vezes sem juros, facilitando o pagamento.

Apple Watch SE GPS 44 mm por R$ 2.399,98 em até 10x sem juros na Amazon

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Apple Watch SE tem mesmo chip do Series 8

O Apple Watch SE é o modelo mais barato da família. Mesmo assim, a Apple não economizou em potência. Ele tem o mesmo chip S8, do Series 8. Desempenho não vai faltar.

Um dos diferenciais é o sistema watchOS. Ele tem suporte a muitos apps do iPhone, trazendo informações importantes para seu dia a dia diretamente no mostrador do relógio. Dá até para fazer ligações e responder mensagens, sem precisar tirar o telfone do bolso.

Ele também tem 32 GB de memória e suporte a Bluetooth. Assim, dá para curtir seus sons favoritos mesmo sem o celular por perto.

Para quem gosta de correr ou pedalar, o Apple Watch SE tem GPS e consegue registrar distância, ritmo, velocidade e outras informações. O relógio também conta passos e atividade, e pode ser usado até mesmo na natação, já que suporta até 50 metros de profundidade na água.

Nos recursos de saúde, há monitoramento de sono, com identificação das fases mais leves e mais profundas, e controle de medicamentos.
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Apple Watch SE de 44 mm tem mais de 35% de desconto e menor preço do ano em oferta na Amazon
Fonte: Tecnoblog

iPad da 10ª geração de 64 GB está com quase R$ 1 mil de desconto em oferta

iPad da 10ª geração de 64 GB está com quase R$ 1 mil de desconto em oferta

Buscando um tablet para auxiliar nos estudos ou trabalho? Veja esta oferta: o iPad de 10ª geração, lançado em outubro do ano passado, com 64 GB está saindo por R$ 4.370,07 à vista pelo Pix no Magalu. O valor é válido para a versão na cor prata.

Apple iPad de 10ª geração está com quase R$ 1.000 de desconto nesta oferta (Imagem: Divulgação/Apple)

Com este preço de R$ 4.370,07 via Pix, o iPad de 10ª geração à venda pelo Magalu está com R$ 928,93 de desconto — 17% mais barato do que no site da Apple. O valor do tablet no site oficial da fabricante é de R$ 5.299.

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iPad de 10ª geração tem chip A14 Bionic do iPhone 12

O iPad de 10ª geração é equipado com o processador A14 Bionic, usado também em todos os smartphones da linha iPhone 12. Este chip possui seis núcleos de CPU e quatro núcleos de GPU. O SoC A14 Bionic é fabricado no processo de 5 nm da TSMC. O iPad desta oferta possui, além do armazenamento de 64 GB, 4 GB de memória RAM.

A tela Liquid Retina, do iPad de 10ª geração mede 10,9 polegadas, resolução de 2360 x 1640 e brilho de 500 nits. O tablet é compatível com a Apple Pencil de primeira geração. O iPad 10 mede 24,8 cm de comprimento, 17,9 cm de largura e 7 mm de altura/espessura. O iPad de 10ª possui conector USB-C.

iPad 10 tem tela de 10,9 polegadas e uma câmera na traseira (Imagem: Divulgação/Apple)

O tablet sai de fábrica com iPadOS 16 e tem carregador na caixa. Para quem gosta de desbloquear o seu dispositivo eletrônico com impressão digital, o Touch ID é um grande atrativo. O modelo da oferta possui conexão Wi-Fi e Bluetooth 5.2.

A câmera principal, localizada na traseira, tem 12 MP, assim como a sua lente frontal. O iPad 10 é capaz de gravar imagens em até 4K com 60 fps na câmera traseira. Já o sensor de selfie grava HD em até 60 fps.
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iPad da 10ª geração de 64 GB está com quase R$ 1 mil de desconto em oferta
Fonte: Tecnoblog

WatchOS 10 retoma widgets e tvOS 17 ganha suporte para FaceTime

WatchOS 10 retoma widgets e tvOS 17 ganha suporte para FaceTime

A Apple preparou uma baita atualização no watchOS 10 — ao contrário do que ela fez com o Apple Watch nos últimos anos — para apresentar no WWDC 2023. O watchOS 10 ganhou vários recursos e widgets. Já a tvOS 17 teve menos atenção, mas suporte para FaceTime já é uma ótima atualização.

watchOS 10 tem widgets de sobre — e apps de terceiros devem lançar suas próprias versões (Imagem: Divulgação/Apple)

O jovem Apple Watch Ultra, lançado em setembro de 2022, ganhou um belo upgrade, deixando o relógio mais competitivo contra seus rivais — como smartwatches da Garmin e outras fabricantes focadas em esportes extremos.

ÍndiceVocê quer widgets no watchOS 10? Então toma!Apple Watches compatíveis com o watchOS 10tvOS 17 traz FaceTime para a TV usando um iPhone ou iPad

Você quer widgets no watchOS 10? Então toma!

Para aproveitar a tela no seu pulso, a Apple dará mais foco nos widgets (no macOS, ipadOS e iOS também) e eles serão facilmente acessados pelo smartwatch. De calendário até monitoramento de atividades físicas, girando a coroa digital do relógio, você poderá visualizar informações dos seus apps de modo mais rápido.

Apesar de ser um update bom para todos os Apple Watches, a atenção especial para widgets será ainda mais aproveitada na tela maior da versão Ultra, relógio inteligente “ultra premium” da empresa. E por falar em aproveitamento de tela, os apps nativos mostraram mais informações quando abertos, usando “tudo que for possível” no display.

Girar a coroa no watchOS 10 rola a lista de widgets para cima ou para baixo (Imagem: Divulgação/Apple)

Outro fator positivo para um sistema operacional pensado em widgets é a atratividade para as desenvolvedoras. Algumas grandes empresas, como o Facebook e Uber, encerraram seus apps para o watchOS. A falta de suporte para acessar de modo prático os aplicativos é uma “bandeira vermelha” para as empresas — não compensa investir em um SO que não gera acessos.

Para quem (assim como eu) é fã dos quadrinhos Peanuts, a nova watch face com o Snoopy e Woodstock é uma bela novidade. Os icônicos personagens de Charles M. Schulz interagem com os ponteiros do relógio, reagem ao clima e à atividade física do usuário. Está chovendo? O Woodstock reclama. Foi correr? O Snoopy vai pegar um frisbee.

watchOS 10 ganha watch face do Snoopy e Woodstock (Imagem: Divulgação/Apple)

Sobre as atividades físicas, a Apple aprimorou os apps de ciclismo de trilha. O primeiro ganhou melhorias nas medições e conexão com acessórios bluetooth para bicicletas, como velocímetros. Nas trilhas e caminhadas, o Apple Watch mostrará pontos de interesse de acordo com a topografia do terreno — melhor ainda para o Ultra.

O watchOS 10 também conta com recursos para monitoramento de saúde mental, horas diárias em que o usuário passou ao ar livre, lembrete de remédio se o consumidor não marcar que o tomou em até 30 minutos

Apple Watches compatíveis com o watchOS 10

O watchOS 10 será compatível com os smartwatches Apple Watch 4 e superiores, incluindo o Apple Watch SE de última geração. Para configurar o dispositivo, será necessário um iPhone XS, iPhone XR ou superior com iOS 17 — seguimos sem um Apple Watch para Androids. O watchOS 10 será lançado depois de setembro.

tvOS 17 traz FaceTime para a TV usando um iPhone ou iPad

tvOS 17 terá suporte para FaceTime (Imagem: Divulgação/Apple)

A grande novidade do tvOS 17 é o suporte para FaceTime. Com o novo sistema operacional, previsto para chegar em setembro, o usuário pode usar a câmera do iPhone ou iPad para realizar uma videochamada no FaceTime.

Além disso, o tvOS 17 permite que uma videochamada em andamento seja transferida do iPhone/iPad para a televisão — de maneira contínua, sem cortes. Com a compatibilidade do SharePlay, até mesmo as “watch parties” com videochamada podem rolar na tvOS17.
WatchOS 10 retoma widgets e tvOS 17 ganha suporte para FaceTime

WatchOS 10 retoma widgets e tvOS 17 ganha suporte para FaceTime
Fonte: Tecnoblog

O que é estabilização óptica de imagem (OIS) e como ela funciona dentro da lente

O que é estabilização óptica de imagem (OIS) e como ela funciona dentro da lente

Estabilização óptica de imagem (OIS) é uma tecnologia que desloca elementos da lente para compensar movimentos que causam borrões em fotos ou tremores em vídeos. O recurso pode ser encontrado em câmeras e celulares avançados.

Lente Mega OIS em câmera Panasonic Lumix (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

ÍndiceComo funciona a estabilização óptica de imagemQuando usar estabilização óptica na câmeraPrincipais tecnologias de OISQual é melhor, estabilização óptica ou digital?Como desativar o OIS da câmera do celular?Qual lente do celular tem estabilização óptica?É melhor deixar o stabilizer mode no 1, 2 ou 3?

Como funciona a estabilização óptica de imagem

A estabilização óptica de imagem ocorre quando um pequeno motor move os elementos da lente durante o registro de uma foto ou vídeo. Trata-se de um sistema que compensa movimentos para evitar que a imagem tenha desfoques, borrões ou rastros.

A compensação de movimento é feita por um ou mais giroscópios que detectam a posição da câmera. Essa informação é enviada a um chip ou sistema que calcula o deslocamento que deve ser executado pelo motor para que os elementos da lente contrabalanceiem a movimentação indesejada.

A OIS é feita com ajustes de posição nos elementos da lente (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Assim, se o equipamento for movido bruscamente para a esquerda, a OIS fará uma compensação deslocando os elementos da lente proporcionalmente para a direita. Como esse processo é rápido, o mecanismo funciona até para compensar uma vibração prolongada.

Estabilização no corpo (IBIS)
A estabilização de imagem no corpo (IBIS) também pode ser considerada um tipo de estabilização óptica, mas funciona por meio de deslocamentos no sensor de imagem. Neste artigo, abordamos somente a tecnologia mais popular de estabilização óptica, presente nas lentes.

Quando usar estabilização óptica na câmera

O ideal é que a câmera não seja segurada com as mãos quando a velocidade do obturador é inferior ao número de distância focal da teleobjetiva (lente). Assim, para um lente de 50 mm, a velocidade do obturador deve ser mais rápida que 1/50.

Mas nem sempre é possível ter suporte fixo para a câmera. Além disso, há várias circunstâncias que favorecem efeitos indesejáveis de deslocamento na imagem. Por isso, a estabilização óptica pode ser usada nas seguintes situações:

Falta de tripé: a OIS pode compensar os movimentos com as mãos quando não há tripé ou outro tipo de apoio para estabilizar o celular ou câmera;

Baixa luminosidade: a tecnologia consegue amenizar os efeitos de imagens tremidas ou borradas resultantes de ambientes com pouca luz;

Quando se anda: a OIS pode evitar que os passos dados durante uma caminhada resultem em movimentos que prejudiquem a qualidade da imagem, principalmente durante filmagens;

Veículos em movimento: a estabilização óptica pode atenuar borrões ou desfoques possíveis de ocorrer em registros feitos dentro de veículos em movimento;

Baixa velocidade do obturador: a OIS compensa a falta de estabilização que pode surgir quando a velocidade do obturador está baixa.

A técnica tem efeito limitado, principalmente na estabilização digital, podendo ser insuficiente para compensar movimentos vigorosos. Ajustar manualmente parâmetros como abertura de lente e ISO pode ajudar a prevenir efeitos indesejáveis de movimentos na imagem.

Sem OIS (à esquerda) e com OIS (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Principais tecnologias de OIS

Tecnologias de estabilização óptica de imagem podem assumir diferentes nomes comerciais, dependendo da fabricante. Algumas das marcas mais comuns são:

Canon Image Stabilization (IS): foi lançada em 1995 com a teleobjetiva Canon EF 75-300mm f/4-5.6 II IS USM, considerada a primeira lente intercambiável para câmeras SLR (analógicas) com estabilização integrada;

Sony Optical SteadyShot (OSS): é a versão óptica do SteadyShot, marca de estabilização de imagem da Sony, presente em lentes, câmeras e celulares;

Nikon Vibration Reduction (VR): é a tecnologia de estabilização óptica das lentes Nikkor VR, da própria Nikon. O sistema utiliza dois sensores de velocidade angular (horizontal e vertical) para identificar movimentos;

Panasonic Mega OIS e Power OIS: o sistema Mega OIS foi criado para lentes de câmeras Lumix, especialmente modelos com longa distância focal. A versão Power OIS é aprimorada e está presente nas lentes mais atuais;

Sigma OS: a tecnologia OS (Optical Stabilizer) está presente em lentes da Sigma. Dependendo do modelo, o sistema permite velocidades do obturador até quatro pontos mais lentos do que a taxa padrão;

Olympus OIS e Sync IS: algumas lentes da Olympus contam com um sistema de estabilização chamado simplesmente de OIS. Mas a companhia também conta com o Sync IS, sistema que combina o OIS com estabilização no sensor.

No Galaxy Z Fold 4, as duas primeiras câmeras (ultrawide e principal) têm OIS (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Qual é melhor, estabilização óptica ou digital?

A estabilização óptica costuma ser melhor, pois compensa mecanicamente movimentos durante o disparo. Já a estabilização digital é baseada em um software que aplica ajustes automáticos, razão pela qual está mais sujeita a imprecisões. Há mais detalhes em nosso comparativo entre estabilização óptica e digital.

Como desativar o OIS da câmera do celular?

De modo geral, é necessário ir nas configurações do aplicativo de câmera e desabilitar opções como “Estabilizar vídeo” ou “Estabilizar imagem”. Na linha iPhone 14, basta manter o Modo de Ação (ícone de uma pessoa correndo) desativado na função de vídeo do app de câmera.

Qual lente do celular tem estabilização óptica?

Normalmente, a lente da câmera principal do celular é a que conta com estabilização óptica. Mas, dependendo do smartphone, o recurso também pode aparecer em outras câmeras, como a frontal e a telefoto.

É melhor deixar o stabilizer mode no 1, 2 ou 3?

Na Canon, algumas lentes têm três modos de estabilização. Mas a melhor depende da circunstâncias e da própria lente. Na Canon EF 300mm, por exemplo, o modo 1 é indicado para assuntos estáticos, enquanto o modo 2 é recomendado para cenas movimentadas. Já o modo 3 compensa vibrações apenas durante a exposição.
O que é estabilização óptica de imagem (OIS) e como ela funciona dentro da lente

O que é estabilização óptica de imagem (OIS) e como ela funciona dentro da lente
Fonte: Tecnoblog