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Galaxy Watch 6 sai por quase metade do preço original na Black Friday

Galaxy Watch 6 sai por quase metade do preço original na Black Friday

Galaxy Watch 6 roda sistema Wear OS 4 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy Watch 6, da Samsung, está saindo por R$ 1.299 à vista no Mercado Livre com o cupom GANHOU100 na Loja Oficial Samsung. Trata-se de um dos valores mais interessantes já praticados para o smartwatch, uma verdadeira oportunidade de Black Friday. A promoção se refere ao modelo na cor creme.

Por sua vez, quem fizer questão do Galaxy Watch 6 na cor grafite encontra o produto por R$ 1.398 na Amazon (sem necessidade de cupom). O sucessor do Galaxy Watch 5 chegou ao mercado brasileiro há cerca de quatro meses por R$ 2.499.

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Destaques do Galaxy Watch 6 em oferta

Eu estava lá na Coreia do Sul durante o evento Unpacked, no qual o Watch 6 foi apresentado junto com o Z Flip 5 e vários outros produtos da Samsung. O produto se destaca pela tela ligeiramente maior do que na geração passada. Ela traz painel em Super AMOLED, uma das tecnologias de tela mais avançadas.

Na ocasião, a Samsung nos explicou que as bordas estavam mais enxutas. Ou seja, não se fica com a sensação de usar um trambolho no braço – reclamação constante de quem nunca se aventurou com um relógio smart.

Exibição do Galaxy Watch 6 no Unpacked (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Outro ponto interessante do relógio tem a ver com a função de Always On. A tela fica sempre ativa com os mostradores mais importantes, sem a necessidade de dobrar o braço para que surjam as informações. A bateria tem autonomia para 30 horas neste modo, de acordo com a fabricante, e para até 40 horas caso o usuário desative o Always On.

O Galaxy Watch 6 roda sistema Wear OS 4, desenvolvido pelo Google com o apoio da Samsung. Os variados sensores permitem acompanhar atividades físicas e sono (tanto que a Samsung divulgou um estudo sobre os hábitos de repouso dos brasileiros).

Não custa lembrar: as ofertas de Black Friday dizem respeito ao Watch 6 na versão tradicional, que não traz a coroa giratória (presente no Galaxy Watch 6 Classic). Além disso, o aparelho não consegue se comunicar com iPhones, somente com celulares Android.
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Galaxy Watch 6 sai por quase metade do preço original na Black Friday
Fonte: Tecnoblog

Samsung Crystal UHD: TV de 50” fica 28% mais barata na Black Friday

Samsung Crystal UHD: TV de 50” fica 28% mais barata na Black Friday

TV Samsung CU8000 tem 50 polegadas (Imagem: Divulgação/Samsung)

Nesta Black Friday, a TV Samsung Crystal UHD de 50″ sai por apenas R$ 1.999 à vista. O preço está 28% mais baixo dos que os R$ 2.789 cobrados há alguns meses, durante o lançamento do modelo CU8000. Se você estava esperando as ofertas de Black Friday para comprar uma smart TV nova, vou te contar um segredo: os verdadeiros descontos estão na véspera da Black. Por isso, vale a pena aproveitar a promoção.

Além disso, o histórico de preços do Zoom aponta que este é o menor valor registrado por ela em oferta desde o lançamento, quando considerados os grandes varejistas. Também é possível encontrá-la por R$ 1.980 – economia de apenas R$ 19 – numa oferta de marketplace.

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TV Samsung Crystal UHD foca no custo-benefício

E se no Achados o principal objetivo é o menor preço, na linha de TVs Crystal UHD da Samsung, o princípio é basicamente o mesmo. Elas fazem parte do segmento de entrada da marca, equipadas com um painel LCD do tipo VA (com mais contraste e mais cores que os IPS) e processador Crystal 4K responsável pelo upscalling de imagens. E em geral, sua imagem e áudio costuma ser suficiente para telespectadores menos exigentes.

Mas o grande trunfo frente aos concorrentes de outras marcas é o sistema operacional Tizen, da Samsung. Além de uma loja de aplicativos muito completa, ele oferece uma experiência fluida e intuitiva ao usuário — e sempre foi bem avaliado nos nossos reviews. Ademais, as novas gerações da linha contam com outro destaque: vir com o Samsung Gaming Hub instalado de fábrica.

Através dele, você pode acessar seus jogos do Xbox Cloud Gaming direto na TV, dispensando o uso de consoles em pelo menos parte das jogatinas. Por fim, um detalhe que não chega a afetar a decisão de compra, mas é bem é legal, fica por conta do controle remoto. Diferentemente de seus antecessores, a CU8000 de 2023 vêm com controle remoto compatível com carregamento solar. Legal, né?

Gostou da TV da Samsung? Então aproveite a oferta de R$ 1.999 pela CU8000 de 50 polegadas.
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Samsung Crystal UHD: TV de 50” fica 28% mais barata na Black Friday
Fonte: Tecnoblog

DisplayPort vs HDMI: saiba qual é a melhor conexão em diferentes tipos de uso

DisplayPort vs HDMI: saiba qual é a melhor conexão em diferentes tipos de uso

Cabos HDMI e DisplayPort (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

DisplayPort e HDMI são padrões de conexão via cabo para dispositivos como videogames, reprodutores de mídia e computadores a TVs, monitores e projetores para transmissão de vídeo. Ambos suportam conteúdo de alta definição, mas diferem entre si nos conectores e na largura de banda.

Para estabelecer o melhor tipo de conexão, é necessário levar em conta quais dispositivos serão interconectados, bem como a resolução, a taxa de atualização de tela e as tecnologias complementares esperadas para a transmissão de vídeo.

A seguir, veja um comparativo entre DisplayPort e HDMI, e entenda o que muda entre eles.

ÍndiceEntendendo os tipos de conexão via caboQuais são as diferenças entre DisplayPort e HDMI?Padronização de cabos e conectoresLargura de bandaResolução de imagemMúltiplos monitoresCompatibilidadePosso converter DisplayPort para HDMI?Prós e contras do DisplayPort vs HDMI: quando usar cada padrão?Quais são as vantagens do DisplayPort sobre o HDMI?Quais são as vantagens do HDMI sobre o DisplayPort?

Entendendo os tipos de conexão via cabo

O DisplayPort e o HDMI são tecnologias para transmissão digital de vídeo e áudio por meio de um único cabo, sendo que:

DisplayPort: surgiu em 2006 e vem sendo atualizado desde então. É muito utilizado em atividades profissionais ou para transmissões com resolução 4K ou 8K. Seu principal conector tem um achatamento em uma das extremidades;

HDMI: sigla para High-Definition Multimedia Interface, surgiu em 2002 e recebe novas versões periodicamente. É a interface de vídeo digital mais popular. Seu conector mais conhecido tem dois achatamentos e 19 pinos.

Portas HDMI e DisplayPort em um monitor Dell (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Quais são as diferenças entre DisplayPort e HDMI?

Os padrões DisplayPort e HDMI transmitem sinal de vídeo, mas há diferenças entre as duas tecnologias em fatores como cabos, conectores, largura de banda, resolução de imagem e compatibilidade. Veja detalhes sobre o que muda entre DisplayPort e HDMI nas linhas a seguir.

Padronização de cabos e conectores

A tecnologia DisplayPort é utilizada com mais frequência em cabos com um conector de mesmo nome, mas é possível encontrar dispositivos com conector mini-DisplayPort. Também há cabos com conector DisplayPort em uma ponta e USB-C na outra.

Cabos DisplayPort têm especificações técnicas variáveis. É o caso de um cabo DP80, que suporta largura da banda de até 80 Gb/s e é próprio para transmissões em 8K, disponíveis no DisplayPort 2.0 e versões superiores.

Os três tipos de conectores do DisplayPort (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O padrão HDMI tem cabos com diferentes tipos de conectores. O mais popular é o conector HDMI tipo A. Dispositivos compactos, como câmeras digitais e notebooks ultrafinos, podem exigir cabos com conexão mini-HDMI (HDMI tipo C) ou micro-HDMI (HDMI tipo D), que são menores, mas pouco utilizados.

Também há diferenças nas especificações técnicas dos cabos, que variam conforme a versão da tecnologia. Um cabo certificado para HDMI 1.4 não suporta todos os recursos do HDMI 2.1, por exemplo, como resoluções 4K e 8K.

Conectores HDMI tipos A, B, C, D e E (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Largura de banda

A largura de banda varia de acordo com as versões do DisplayPort e do HDMI. Larguras de banda elevadas permitem transmissão de vídeo com resoluções maiores, como 8K e 10K.

A tabela a seguir mostra que o DisplayPort leva vantagem por oferecer largura de banda de até 80 Gb/s a partir da versão 2.0, enquanto o HDMI suporta até 48 Gb/s:

Versão do DisplayPortLargura de banda máximaVersão do HDMILargura de banda máximaDisplayPort 1.010,8 Gb/sHDMI 1.0 e 1.15 Gb/sDisplayPort 1.1 e 1.1a10,8 Gb/sHDMI 1.2 e 1.2a5 Gb/sDisplayPort 1.2 e 1.2a21,6 Gb/sHDMI 1.310 Gb/sDisplayPort 1.332,4 Gb/sHDMI 1.410 Gb/sDisplayPort 1.4 e 14.a32,4 Gb/sHDMI 2.0, 2.0a e 2.0b18 Gb/sDisplayPort 2.080 Gb/sHDMI 2.1, 2.1a e 2.1b48 Gb/sDisplayPort 2.180 Gb/s  Larguras de banda máximas do DisplayPort e HDMI

Resolução de imagem

As resoluções de imagens suportadas pelo DisplayPort e o HDMI variam conforme a versão dessas tecnologias. O DisplayPort leva vantagem por suportar até 16K enquanto o HDMI chega a 10K.

Mas essas são resoluções incomuns, usadas apenas em aplicações profissionais, como transmissões a céu aberto. Para aplicações domésticas, ambas as tecnologias suportam resoluções como 4K e 8K, como mostra a tabela:

Versão do DisplayPortResolução máximaVersão do HDMIResolução máximaDisplayPort 1.04K a 30 HzHDMI 1.0 e 1.11080p a 60 HzDisplayPort 1.1 e 1.1a4K a 30 HzHDMI 1.2 e 1.2a1440p a 30 HzDisplayPort 1.2 e 1.2a4K a 60 HzHDMI 1.34K a 30 HzDisplayPort 1.38K a 30 HzHDMI 1.44K a 30 HzDisplayPort 1.4 e 14.a8K a 60 HzHDMI 2.0, 2.0a e 2.0b5K a 30 HzDisplayPort 2.016K a 60 Hz*HDMI 2.1, 2.1a8K a 60 HzDisplayPort 2.116K a 60 Hz*HDMI 2.1b8K / 10K a 120 Hz*Resoluções máximas do DisplayPort e HDMI; *requer compressão DSC

Múltiplos monitores

O DisplayPort é mais adequado para uso de múltiplos monitores por suportar o Multi-Stream Transport (MST). O recurso permite a uma única conexão DisplayPort 1.2 ou superior fazer transmissão de vídeo e áudio para duas ou mais telas.

Em linhas gerais, o MST permite até três telas em uma única conexão. Esse número pode ser maior, mas a largura de banda da conexão é dividida entre todas as telas, o que torna o uso de mais unidades inviável em aplicações de alta definição.

Para múltiplos monitores a partir de uma conexão HDMI é necessário o uso de switches ou splitters, mas esses dispositivos podem ter limitações de qualidade de imagem, bem como configuração complexa.

Compatibilidade

O DisplayPort é menos popular que o HDMI, pois geralmente aparece em modelos mais avançados de TVs, monitores e projetores. O DisplayPort também pode ser encontrado em placas de vídeo, notebooks e desktops para uso profissional.

O HDMI é largamente implementado em TVs, monitores, projetores, notebooks, placas de vídeo, placas-mãe para desktops, videogames, players de vídeo e dispositivos de streaming como o Chromecast.

Posso converter DisplayPort para HDMI?

Sim. Pode-se usar um adaptador para fazer uma porta DisplayPort funcionar com um cabo HDMI. Contudo, é importante checar se o adaptador suporta a resolução de imagem que você pretende utilizar.

Também há adaptadores que convertem uma transmissão de HDMI para DisplayPort.

Prós e contras do DisplayPort vs HDMI: quando usar cada padrão?

O DisplayPort costuma ser a melhor conexão para jogos por suportar uma taxa de atualização elevada, que chega a 240 Hz com resoluções 4K, razão pela qual a tecnologia é comum em monitor gamer.

A taxa de até 80 Gb/s também faz o DisplayPort ser adequado para transmissões em resolução 4K, 8K ou superior, a exemplo de vídeos exibidos em telões de shows.

Já o HDMI oferece mais versatilidade por estar presente em um número maior de computadores, smart TVs e monitores do que o DisplayPort. O HDMI também suporta resoluções elevadas, como 4K e 8K, o que torna a tecnologia suficiente para sistemas de áudio e vídeo domésticos.

Cabo HDMI e um DisplayPort logo abaixo (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Quais são as vantagens do DisplayPort sobre o HDMI?

As principais vantagens do DisplayPort sobre o HDMI são o suporte a até 80 Gb/s de largura de banda, a taxas de atualização de tela de até 240 Hz em 4K e a conectores USB-C. A compatibilidade com a especificação Multi-Stream Transport para uso de múltiplas telas em uma única conexão também é um diferencial do DisplayPort.

Quais são as vantagens do HDMI sobre o DisplayPort?

As principais vantagens do HDMI sobre o DisplayPort são a compatibilidade com mais modelos de TVs e monitores, ampla presença em notebooks, suporte ao recurso HDMI CEC para controle remoto de outros dispositivos, e suporte ao HDMI ARC para compartilhamento de áudio com dispositivos de som externos.
DisplayPort vs HDMI: saiba qual é a melhor conexão em diferentes tipos de uso

DisplayPort vs HDMI: saiba qual é a melhor conexão em diferentes tipos de uso
Fonte: Tecnoblog

Apple Vision Pro pode ser lançado em março, sugere jornalista

Apple Vision Pro pode ser lançado em março, sugere jornalista

Novo gadget da Apple está passando por um “aprimoramento” antes de chegar ao mercado (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Os óculos de realidade mista Apple Vision Pro prometem ser o principal lançamento de tecnologia do primeiro trimestre de 2024. Então, novas informações indicam que o aguardado headset deve chegar ao mercado dos Estados Unidos em março do próximo ano.

O jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, sugere que o produto não deve ser lançado logo no início do ano como previsto anteriormente. O motivo do “atraso” seriam os ajustes finais que estão sendo feitos pela fabricante.

Venda do Vision Pro usará um sistema de agendamento nos EUA (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Gurman revela que o Apple Vision Pro está passando pelos últimos testes de produto. Por ser uma nova categoria de dispositivo, há uma grande preocupação em relação ao software e outros aspectos ligados à experiência do usuário.

Paralelamente, a Gigante de Cupertino começa a traçar os planos de distribuição do acessório no varejo dos EUA. Como revelado anteriormente, as Apple Stores terão espaços dedicados ao novo aparelho antes do lançamento oficial.

A venda do headset acontecerá por meio de um sistema de agendamento. Dessa forma, os clientes precisam visitar as lojas da marca para realizar um escaneamento facial e outras avaliações.

Nosso editor Thássius Veloso experimentou o Vision Pro durante a revelação na WWDC 2023, evento da Apple realizado em junho deste ano. Ele conta que uma das etapas é a consulta com o optometrista, profissional que avaliará os problemas de visão do cliente e solicitará as lentes especiais de correção do headset.

Interface do Telegram no visionOS (Imagem: Divulgação/Pavel Durov)

Outros preparativos para a chegada do Apple Vision Pro

A Apple já confirmou que fará um treinamento especial do Vision Pro para vendedores nos primeiros meses de 2024. Então, representantes de lojas oficiais e varejistas vão participar de sessões de capacitações na sede da big tech em Cupertino, na Califórnia.

Do outro lado, desenvolvedores de apps também trabalham em versões especiais para o sistema operacional do gadget: o visionOS. Por exemplo, o popular mensageiro Telegram terá uma versão dedicada para o acessório da Maçã.

Vale citar que o Apple Vision Pro será lançado por US$ 3.499. O valor pode ser convertido diretamente em cerca de R$ 17 mil na atual cotação da moeda. Ademais, a marca não pretende lançar o produto fora dos EUA até 2025.

Com informações: iMore
Apple Vision Pro pode ser lançado em março, sugere jornalista

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Fonte: Tecnoblog

Fire TV e Amazon Echo com Alexa tem melhores preços do ano em oferta

Fire TV e Amazon Echo com Alexa tem melhores preços do ano em oferta

Fire TV Stick Lite (Imagem: Divulgação/Amazon)

Alexa, me avise quando uma das ofertas mais aguardadas da Black Friday da Amazon começar a valer. Sempre nessa época do ano, a loja oferta seus dispositivos de casa inteligente pelos melhores preços históricos. Hoje, você já encontra gadgets como Fire TV Stick Lite e Echo Pop, por apenas R$ 179. Ambos integrados com a assistente virtual Alexa, que promete funcionalidades novas via IA generativa a partir do ano que vem.

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Fire TV Stick Lite e Echo Pop saem por R$ 179

Mas antes de falar no futuro, vamos diferenciar as possibilidades atuais que esses dispositivos oferecem. Primeiro, o Fire TV Stick Lite (por R$ 179), cuja funcionalidade básica é transformar sua TV antiga em smart, reproduzindo conteúdos em Full HD via uma interface bem organizada. Depois, temos ainda sua versão aprimorada, o Fire TV Stick (por R$ 215) com controle mais completo e Dolby Atmos.

Entretanto, quem não precisa de um dongle para TV pode preferir um alto-falante como Echo Pop (por R$ 179), com os comandos básicos da Alexa. Além das novidades para o ano que vem, a assistente virtual já é capaz de realizar chamadas, pesquisas, auxiliar na sua rotina e controlar demais dispositivos de casa inteligente. E para quem quer ir um pouco além, o Echo Dot de 5ª Geração (por R$ 269) também traz sensor de temperatura e acelerômetro, adicionando comandos com apenas um toque e um controle maior do ambiente.

Porém, se você pensa em pedir para a Alexa reproduzir suas músicas favoritas, pode querer ainda uma maior qualidade de som. Nesse caso, a opção mais em conta seria o Echo de 4ª Geração (por R$ 459), que entregou som alto e graves em destaque durante nossos testes. Enquanto o Echo Studio (por R$ 1.259) deve agradar quem pode investir mais, entregando potência de áudio para preencher o ambiente.

Echo Show ou “Alexa com telinha” a partir de R$ 404

Depois, há ainda a possibilidade de usar a Alexa para fazer chamadas de vídeo, assistir vídeos como receitas ou episódios de série, ou ler conteúdos como os publicados aqui no Tecnoblog. Para essas finalidades, a primeira opção é o Echo Show 5 de 3ª Geração (por R$ 404), mais básico. Já o Echo Show 8 de 2ª Geração (por R$ 629) tem uma tela maior e configurações mais avançadas, incluindo reconhecer a distância do usuário.

E falando nessa característica, o Echo Show 10 (por R$ 1.439) é melhor ainda nesse quesito e se move seguindo seus movimentos. Por fim, o Echo Show 15 (também por R$ 1.439) é pensado para ser o “mural inteligente da família”, com uma tela bem maior, tanto para o uso dos widgets quanto para consumo de conteúdo.

Alexa com IA generativa prevista para 2024

Enfim, é hora de voltarmos ao tema das novidades para a Alexa comentadas lá no início do texto. Primeiramente, sim, todos os dispositivos Amazon citados aqui — e até outros mais antigos —— receberão suporte à novas funcionalidades de IA.

Agora, que funcionalidades são essas? Bem, segundo o vídeo de anúncio da Amazon (abaixo), a partir do ano que vem a Alexa será capaz, por exemplo, de escrever textos básicos para você, como uma mensagem de convite personalizada. Além disso, ela deve começar a interagir de forma “mais humana” graças à nova IA generativa por trás do seu funcionamento.

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Fire TV e Amazon Echo com Alexa tem melhores preços do ano em oferta
Fonte: Tecnoblog

Apple pode lançar iPad Pro com tela OLED e chip M3 em 2024

Apple pode lançar iPad Pro com tela OLED e chip M3 em 2024

Apple deve atualizar todas as variantes de iPad em 2024 (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

A Apple não lançou nenhum modelo de iPad este ano, mas pode estar preparando uma série de novidades para 2024. Ming-Chu Kuo, analista da TF International e fonte confiável de assuntos da marca, divulgou uma lista de previsões para o próximo ano. Além da importante atualização do iPad Pro com tela OLED, o conteúdo inclui informações sobre as linhas iPad Air e iPad Mini.

Conforme o artigo publicado no Medium no último domingo (12), todas as séries de tablets serão atualizadas em 2024. Devido à redução da demanda por dispositivos para trabalho remoto, a marca deve produzir cerca de 54 milhões de dispositivos no próximo ano.

iPad Pro deve ganhar uma atualização com tela OLED e menor consumo de energia (Imagem: Paulo Barba/Tecnoblog)

iPad Pro com tela OLED e chip M3

De acordo com Kuo, a Apple deve lançar dois novos iPads Pro com telas OLED de 11 polegadas e de 12,9 polegadas. Os tablets podem ter backplanes LTPO iguais à série iPhone 15 Pro, entregando melhor desempenho e menor consumo de energia do que os atuais modelos com painéis Mini-LED.

Outra novidade é que os dispositivos voltados profissionais devem ser equipados com o chip M3 revelado pela marca em outubro. A plataforma promete ser 30% mais rápida do que o processador M2 usado no atual iPad Pro e ter maior foco em gráficos.

Kuo cita que a linha iPad Pro OLED deve chegar ao mercado com preços mais elevados do que as gerações anteriores e os próximos iPads Air. Por isso, a Apple planeja uma “pequena” remessa de 6 a 8 milhões de unidades do modelo em 2024.

Ademais, o analista sugere que o início da produção em massa do produto deve ocorrer no final do 1º semestre do próximo ano. Fontes da indústria relatam que problemas com módulos do painel OLED ocasionaram um pequeno atraso na fabricação dos tablets.

iPad Air deve ter pequenas mudanças em 2024 (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Novidades do iPad Air e iPad Mini

A publicação de Kuo indica que a Apple planeja lançar dois iPads Air em 2024: versões com 10,9 polegadas e 12,9 polegadas. Então, a produção em massa dos aparelhos está prevista para começar no primeiro trimestre do próximo ano.

Além do tamanho, um dos diferenciais do modelo com 12,9 polegadas será o backplane Oxide com as mesmas especificações dos atuais iPads Pro. Embora o modelo não traga painel mini-LED, o componente deve oferecer melhor desempenho do que a variante de 10,9 polegadas.

Sem revelar detalhes técnicos, o analista afirma que a 7ª geração do iPad mini teve a produção em massa movida para o 2º semestre de 2024. Esse é o mesmo período indicado para a fabricação do futuro iPad 11.

O especialista ainda cita que o iPad 9 encerrará o ciclo de vida de produção antes do final de 2024. Uma possível dica de que os novos tablets da Apple chegarão ao mercado no quarto trimestre do próximo ano.

Com informações: Medium
Apple pode lançar iPad Pro com tela OLED e chip M3 em 2024

Apple pode lançar iPad Pro com tela OLED e chip M3 em 2024
Fonte: Tecnoblog

O que é MagSafe? Veja como funciona a conexão magnética nos Macs e iPhones

O que é MagSafe? Veja como funciona a conexão magnética nos Macs e iPhones

O que é MagSafe (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

MagSafe é uma tecnologia criada pela Apple para que carregadores sejam conectados a um iPhone, Mac ou estojo de AirPods via imãs. O Magsafe também pode fixar acessórios como capas, carteiras e baterias externas ao iPhone.

O Tecnoblog mostra, a seguir, como o MagSafe funciona, as suas diferentes versões, quais dispositivos suportam a tecnologia, e como ela pode substituir até os conectores proprietários da Apple.

ÍndiceO que é a tecnologia MagSafe?Como funciona o cabo MagSafe nos Macs?Quais são as versões de conectores MagSafe para Macs?MagSafe 1 (2006)MagSafe 2 (2012)MagSafe 3 (2021)Como funciona a recarga MagSafe nos iPhones e AirPods?Quais iPhones são compatíveis com MagSafe?Posso usar carregador por indução sem MagSafe no iPhone?Posso carregar Apple Watch com MagSafe?Qual é a diferença entre MagSafe e carregador wireless?Qual é a diferença entre MagSafe e padrão Qi?Qual é a diferença entre carregador MagSafe e Lightning?

O que é a tecnologia MagSafe?

O MagSafe é uma tecnologia da Apple que utiliza propriedades magnéticas para conectar cabos e carregadores a seus dispositivos. A companhia registrou o nome MagSafe como uma marca para destacar a tecnologia em seus produtos.

A primeira versão do MagSafe surgiu em 2006 para conectar cabos de alimentação ao então novo MacBook Pro. Versões mais finas do conector foram apresentadas em 2012 e 2021. Em 2020, a tecnologia chegou ao iPhone para permitir fixação de acessórios ao aparelho.

Como funciona o cabo MagSafe nos Macs?

A Apple introduziu o MagSafe em 2006 como um conector da fonte de alimentação que se encaixa magneticamente ao Macbook Pro lançado no mesmo ano. O conector é composto por cinco pinos para fornecimento de energia, cujas tensões variam de 14,5 V a 20 V, de acordo com a potência fornecida pela fonte.

Cabo MagSafe 3 em um MacBook (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O principal benefício da conexão com imãs em relação a padrões como o conector USB-C é que o MagSafe se desprende quando puxado com um pouco de força, o que previne a queda do equipamento caso alguém tropece no cabo ou o puxe acidentalmente. O conector MagSafe possibilita ainda encaixe de qualquer lado.

Os conectores MagSafe 2 (2012) e MagSafe 3 (2021) são menores em relação à primeira versão, mas mantêm o formato achatado, a configuração de cinco pinos e a conexão magnética que permite encaixe em qualquer orientação.

Quais são as versões de conectores MagSafe para Macs?

A Apple desenvolveu três versões do MagSafe para a linha MacBook. Todas consistem em um conector magnético para alimentação elétrica, mas há diferenças nas dimensões físicas e no formato do componente.

Conectores MagSafe 1, 2 e 3 (imagem: reprodução/ByteCable)

MagSafe 1 (2006)

O MagSafe 1 estreou com o MacBook Pro de 2006. O conector original tinha formato retangular e base em forma de ‘T’, mas a Apple também lançou um conector com desenho em ‘L’ para deixar o cabo alinhado à lateral do MacBook. Em ambos os casos, pode-se encaixar o conector em qualquer orientação.

Os conectores contam ainda com LEDs que ficam em cor alaranjada quando uma recarga está em andamento e verde quando a bateria fica totalmente carregada.

A Apple implementou o MagSafe 1 nas unidades do MacBook Pro lançadas entre 2006 e meados de 2012. A tecnologia foi usada ainda na linha MacBook entre 2006 e 2011, e na linha MacBook Air entre 2008 e 2011. Monitores Apple LED Cinema Display (2008 a 2010) e Thunderbolt Display (2011 a 2016) também foram compatíveis.

MagSafe 1 (imagens originais: Dan Lurie/Flickr)

MagSafe 2 (2012)

O MagSafe 2 é um conector magnético com formato mais fino e largo em relação ao padrão original. A mudança, introduzida em 2012, permitiu a implementação da tecnologia em MacBooks com espessura diminuída. A versão mantém os LEDs para indicar recarga completa de bateria (verde) e em andamento (alaranjado).

O MagSafe 2 é encontrado na linha MacBook Pro com tela Retina lançada entre 2012 e 2015, e nos modelos MacBook Air de 2012 a 2017. Em todos eles, a base do conector tem forma de ‘T’, não existindo mais a opção em formato de ‘L’.

Carregador MagSafe 2 (imagem: reprodução/Apple)

MagSafe 3 (2021)

O MagSafe 3 surgiu em 2021, junto à linha MacBook Pro com processadores Apple Silicon. O plugue magnético é ligeiramente mais fino e mais largo que o seu antecessor, e tem laterais mais arredondadas. O LED de status continua assumindo cor verde para bateria completa e alaranjado para recarga em andamento.

Nesta versão, o cabo pode ser desencaixado do carregador, permitindo troca. Uma ponta tem conector MagSafe 3, a outra, conector USB-C. MacBooks Air e Pro lançados desde 2021 são compatíveis com a versão.

Carregador com cabo MagSafe 3 do MacBook Pro M1 Max (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Como funciona a recarga MagSafe nos iPhones e AirPods?

A Apple introduziu o MagSafe na linha iPhone 12, em 2020. A tecnologia é implementada por meio de componentes sobrepostos e com formato de anel posicionados internamente na traseira do aparelho. Esses componentes incluem imãs que permitem a fixação de acessórios como carteiras e capinhas ao iPhone.

Pode-se ainda usar o MagSafe para recarregar o iPhone via indução magnética, inclusive via padrão Qi em taxas de até 15 W. Neste caso, a base de recarga fica posicionada com precisão ao celular devido ao alinhamento magnético. Por causa disso, o MagSafe fará parte da tecnologia Qi2, versão com mais desempenho.

Em 2021, a Apple introduziu a tecnologia MagSafe nos estojos (cases) dos AirPods de terceira geração e AirPods Pro para permitir recarga sem fio. Com isso, basta encaixar o estojo sobre a base para o procedimento começar. Os imãs no interior do estojo fazem a posição de fixação ser precisa.

Recarga sem fio via MagSafe no iPhone (imagem: reprodução/Apple)

Quais iPhones são compatíveis com MagSafe?

Todos os iPhones a partir da série 12 são compatíveis com o MagSafe. A lista de modelos com suporte à tecnologia magnética da Apple inclui:

iPhone 12

iPhone 12 Mini

iPhone 12 Pro

iPhone 12 Pro Max

iPhone 13

iPhone 13 Mini

iPhone 13 Pro

iPhone 13 Pro Max

iPhone 14

iPhone 14 Plus

iPhone 14 Pro

iPhone 14 Pro Max

iPhone 15

iPhone 15 Plus

iPhone 15 Pro

iPhone 15 Pro Max

Carteira fixada no iPhone 12 Pro Via MagSafe (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Posso usar carregador por indução sem MagSafe no iPhone?

Os iPhones com MagSafe podem ser alimentados com carregadores por indução que não suportam a tecnologia, mas esses modelos tendem a funcionar com potência e corrente inferiores. Se o acessório não tiver certificação MFi, ele não poderá oferecer mais do que 7,5 W, enquanto carregadores com MagSafe chegam a 15 W.

Posso carregar Apple Watch com MagSafe?

Não. O Apple Watch não suporta o padrão MagSafe. Pode-se carregar o relógio com o MagSafe Duo Charger, acessório que tem uma base de recarga MagSafe para iPhone e uma base para o Apple Watch que funciona via indução, mas com uma tecnologia específica para a linha.

Os modelos Apple Watch não funcionam sequer com carregadores baseados no padrão Qi, o que obriga os usuários a buscarem acessórios exclusivos para o relógio.

Apple MagSafe Duo (imagem: divulgação/Apple)

Qual é a diferença entre MagSafe e carregador wireless?

O MagSafe é um padrão que usa propriedades magnéticas para permitir que conectores de alimentação elétrica sejam conectados a MacBooks, e que acessórios seja fixados ao iPhone 12 ou superior. Já um carregador wireless transmite energia a dispositivos como celulares com carregamento sem fio.

Qual é a diferença entre MagSafe e padrão Qi?

O MagSafe é uma tecnologia que usa imãs para alimentação elétrica em MacBooks e conexão de acessórios a iPhones. Já o padrão Qi é uma especificação aberta que permite que carregadores sem fio transmitam energia a dispositivos compatíveis, como o próprio iPhone.

Qual é a diferença entre carregador MagSafe e Lightning?

Um carregador MagSafe tem uma base que se fixa à traseira do iPhone 12 ou superior para fazer carregamento por indução magnética. Um carregador Lightning faz a recarga do iPhone por meio de um cabo com conector Lightning em uma ponta e USB na outra.

O carregador MagSafe tem a vantagem de ser mais prático, pois requer apenas que o iPhone seja posicionado sobre ele para a recarga começar. Já o cabo Lightning é capaz de conectar o iPhone a carregadores rápidos, o que permite que a bateria fique totalmente recarregada em menor tempo em relação ao MagSafe.
O que é MagSafe? Veja como funciona a conexão magnética nos Macs e iPhones

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Fonte: Tecnoblog

Samsung quer produzir chips com apenas 1,4 nanômetro até 2027

Samsung quer produzir chips com apenas 1,4 nanômetro até 2027

Executivos da Samsung com wafers de 3 nm (imagem: Divulgação/Samsung)

A Samsung não quer ficar de fora da corrida pelo chip com a menor tecnologia de fabricação. A companhia confirmou que pretende produzir unidades de apenas 1,4 nanômetro (nm) a partir de 2027, característica que os fará combinar alto desempenho com ampla eficiência energética.

Quem deu informações sobre a meta é Jeong Gi-Tae, vice-presidente da Samsung Foundry, divisão de semicondutores da companhia. Ao The Elec, o executivo contou que, para chegar à tecnologia de 1,4 nm, a Samsung utilizará transistores do tipo GAA (Gate All Around), confirmando os planos revelados em 2022.

De acordo com a ASML, companhia que desenvolve máquinas para fabricação de chips, transistores do tipo GAA (ou GAAFET) têm estrutura de nanofolhas empilhadas. Isso permite que a porta que modula a condutividade elétrica envolva todos os lados do canal do transistor por onde flui corrente.

Essa abordagem reduz o vazamento de corrente. Com isso, pode-se fabricar transistores muito pequenos e, ao mesmo tempo, aumentar o nível de corrente que passa por eles.

Chips de 3 e 2 nm virão antes

Transistores GAA são adequados para chips com processo igual ou inferior a 3 nm. É por isso que a Samsung pretende chegar à tecnologia de 1,4 nm de modo progressivo.

A companhia começou em 2022, quando anunciou o processo SF3E, que usa transistores GAA para produzir chips de 3 nm. Eles devem ser fabricados em maior escala a partir de 2024.

Em 2025, a Samsung planeja introduzir a tecnologia SF3P, versão otimizada de seu processo de 3 nm. Como etapa seguinte, a empresa deve começar a produzir chips de 2 nm (SF2) ainda em 2025 ou em 2026, também com base em transistores GAA.

Evolução de transistores até chegar à estrutura GAAFET (imagem: divulgação/Samsung)

Finalmente, a tecnologia de 1,4 nanômetro

Se os planos da Samsung funcionarem, os primeiros chips com processo de 1,4 nanômetro (SF1.4) serão produzidos pela empresa em 2027. Para tanto, a Samsung Foundry desenvolverá transistores com estrutura de quatro nanofolhas. As tecnologias de 3 e 2 nanômetros terão transistores com três nanofolhas empilhadas.

Com um número maior de nanofolhas, mais corrente flui pelo transistor, fator que pode melhorar o desempenho do chip e otimizar o consumo de energia.

Será um feito marcante se a Samsung conseguir viabilizar o processo de 1,4 nm, não só pelos benefícios esperados, mas também porque essa medida corresponde a uma escala na qual cada transistor tem largura equivalente a apenas três átomos de silício.

De olho na concorrência

A redução da escala de nanômetros é perseguida pela indústria para otimizar o desempenho e o consumo energético dos chips. A Samsung tem investido fortemente no segmento para não ficar para trás nessa corrida. Não é exagero, pois Intel e TSMC também pretendem adotar transistores GAA a partir de 2024, como lembra o Tom’s Hardware.

Com informações: Digitime Asia
Samsung quer produzir chips com apenas 1,4 nanômetro até 2027

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Fonte: Tecnoblog

O que é a tecnologia Thunderbolt? Conheça as vantagens de cada versão

O que é a tecnologia Thunderbolt? Conheça as vantagens de cada versão

Thunderbolt é uma interface de transmissão de dados criada pela Intel para conectar periféricos externos a um computador. Foi desenvolvida em parceria com a Apple e equipa principalmente Macs, monitores de vídeo profissionais e dispositivos que exigem altas velocidades de transferência de informações.

O que é o Thunderbolt, tecnologia usada em cabos de alta velocidade (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A conexão Thunderbolt foi lançada em 2011 e é conhecida por seu símbolo de seta em formato de raio. Desde a versão 4, as entradas e os cabos Thunderbolt adotam o conector USB-C, e não é mais necessário pagar royalties à Intel. Entenda, a seguir, o funcionamento do Thunderbolt e as diferenças entre as versões.

ÍndiceComo funciona a conexão Thunderbolt?Para que serve a entrada Thunderbolt?Quais são as versões da tecnologia Thunderbolt?Thunderbolt 1Thunderbolt 2Thunderbolt 3Thunderbolt 4Thunderbolt 5Como identificar uma porta Thunderbolt?Qual é a diferença entre Thunderbolt e USB-C?O que é o Thunderbolt Alternate Mode do USB-C?Cabo Thunderbolt funciona em porta USB-C?Cabo USB-C funciona na entrada Thunderbolt?Qual é a diferença entre Thunderbolt e DisplayPort?Qual é a diferença entre Thunderbolt e FireWire?

Como funciona a conexão Thunderbolt?

O Thunderbolt funciona por meio da combinação entre as interfaces PCI Express e DisplayPort, mais conhecidas por conectarem placas de vídeo e monitores externos, respectivamente. Os sinais do Thunderbolt são combinados em um único cabo, que pode fornecer energia elétrica com potência suficiente para alimentar um notebook.

Um cabo Thunderbolt pode transportar sinais de DisplayPort e PCIe por meio da técnica de multiplexação, que combina múltiplos canais de informação em um único meio de transmissão. Depois, um controlador Thunderbolt presente nos dispositivos separa novamente os sinais de vídeo e dados em suas interfaces originais.

MacBook Pro com processador M1 Max, um notebook com portas Thunderbolt 4 (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Como o Thunderbolt é baseado no PCIe, uma de suas capacidades é a conexão de placas de vídeo externas (eGPUs). Assim, notebooks com chips gráficos simples podem ser atualizados para lidar com tarefas como renderização de vídeos e execução de jogos com gráficos complexos, incluindo aqueles com ray tracing.

Desde que foi apresentado pela primeira vez, o foco do Thunderbolt esteve em transmissão de vídeo e dados em alta velocidade. O Thunderbolt 1 já suportava taxas de transferência de 10 Gb/s, o dobro do USB 3.0 e 12 vezes mais rápido que o FireWire 800, duas interfaces concorrentes disponíveis na época.

Para que serve a entrada Thunderbolt?

A conexão Thunderbolt é mais conhecida pela transmissão rápida de dados, mas também assume outras funcionalidades, como:

Transmissão de vídeo: a interface DisplayPort envia sinais de vídeo de um computador para um monitor de vídeo, que pode ter resolução de até 16K no Thunderbolt 4;

Conexão para placas de vídeo externas: uma eGPU com PCI Express pode ser conectada a um notebook com Thunderbolt, o que permite expandir o desempenho gráfico sob demanda para renderização de imagem, jogos, edição de vídeo e outras aplicações profissionais;

Dispositivos de armazenamento externo de alta capacidade: como o Thunderbolt suporta velocidades de múltiplos gigabits por segundo, ele é usado em unidades de armazenamento profissionais, como dispositivos de NAS (Network Attached Storage), para salvar e transferir arquivos muito grandes;

Conexão de rede via Ethernet: o Thunderbolt pode conectar um computador a uma rede com fio, por meio de um cabo Ethernet, em situações nas quais a tecnologia Wi-Fi não tiver velocidade ou confiabilidade suficiente.

Razer Core X permite conectar uma placa de vídeo externa a um notebook com Thunderbolt (Imagem: Divulgação/Razer)

Quais são as versões da tecnologia Thunderbolt?

O Thunderbolt tem cinco versões, que se diferenciam em características como velocidades de transferência de dados, resoluções de imagem suportadas e limite de potência. As versões do Thunderbolt estão diretamente ligadas às atualizações do PCI Express e DisplayPort.

A seguir, entenda as características do Thunderbolt 1 ao Thunderbolt 5.

Thunderbolt 1

O Thunderbolt 1 foi lançado em 2011 no MacBook Pro. Suporta velocidades de transferência de 10 Gb/s e monitores com resolução até 2560×1600 pixels a 60 Hz, como o Apple Thunderbolt Display de 27 polegadas, anunciado no mesmo ano.

A tecnologia havia sido anunciada em 2009 pela Intel com o nome Light Peak, em uma referência aos cabos de fibra óptica usados na fase de desenvolvimento. A Apple, que propôs a adoção de fios de cobre, registrou a marca Thunderbolt, mas posteriormente transferiu os direitos de uso para a fabricante de chips.

Thunderbolt 2

O Thunderbolt 2 foi lançado em 2013 no Mac Pro. Suporta velocidades de transferência de 20 Gb/s e monitores com resolução até 4K por meio do protocolo DisplayPort 1.2. Foi a última versão do Thunderbolt a usar o conector Mini DisplayPort (mDP), que era incomum no mercado.

A principal novidade do Thunderbolt 2 é a agregação de canais. Enquanto a primeira versão do Thunderbolt era formada por dois canais de 10 Gb/s, a sucessora juntou a dupla em um único canal lógico, o que permitiu dobrar a largura de banda para transmissão de dados.

MacBook Pro (2013) com tela Retina tinha portas Thunderbolt 2 no padrão Mini DisplayPort (Imagem: Divulgação/Apple)

Thunderbolt 3

O Thunderbolt 3 foi lançado em 2015 em notebooks com chipset Intel Skylake. Suporta velocidades de transferência de 40 Gb/s e monitores com resolução até 4K por meio do protocolo DisplayPort 1.2.

É a base do padrão USB4 e o primeiro a usar o conector USB-C. A popularização do Thunderbolt 3 foi maior que nas versões anteriores porque, em 2017, a Intel parou de cobrar royalties pela adoção da tecnologia. Além disso, foram incorporados recursos como o USB Power Delivery, para carregar dispositivos a até 100 watts.

Thunderbolt 4

O Thunderbolt 4 foi lançado em 2020 em PCs com CPU Intel Core de 11ª geração. Suporta a mesma velocidade de transferência de 40 Gb/s da versão anterior, mas traz o novo protocolo DisplayPort 2.0, que adiciona compatibilidade com resoluções de tela superiores a 8K em 60 Hz. Carrega dispositivos a uma potência de até 100 watts.

A interface de vídeo do Thunderbolt 4 permite transmitir imagens a uma largura de banda real de aproximadamente 77 Gb/s, o que é suficiente para conectar um monitor com resolução 16K (15360×8640 pixels), quatro vezes o número de pixels de uma tela 8K.

Thunderbolt 5

O Thunderbolt 5 foi anunciado em setembro de 2023 e deve equipar computadores a partir de 2024. Suporta velocidades de transferência de 80 Gb/s e possui um modo especial de largura de banda de 120 Gb/s para transmitir vídeo simultaneamente a dois monitores de 8K a 60 Hz. Carrega dispositivos a uma potência de até 240 watts.

O padrão é compatível com o USB4 2.0, uma atualização do USB4 que permite taxas de transferência de até 80 Gb/s. Segundo a Intel, dispositivos com Thunderbolt 5 podem suportar três monitores 4K de 144 Hz ou, para gamers, telas com taxas de atualização de até 540 Hz.

Thunderbolt 5 pode conectar dois monitores 8K e carregar dispositivos a 240 W (Imagem: Divulgação/Intel)

Como identificar uma porta Thunderbolt?

Uma porta Thunderbolt é identificada por uma seta em formato de raio apontando para baixo. A entrada é do tipo Mini DisplayPort nas versões 1 e 2. Já o padrão USB-C é usado no Thunderbolt 3, 4 e 5.

Em alguns computadores, como o MacBook Air e o MacBook Pro com chip Apple Silicon, todas as portas USB-C também são Thunderbolt, ainda que não tenham o símbolo de raio estampado.

Portas USB-C com Thunderbolt são identificadas pelo símbolo de raio (Imagem: Divulgação/Apple)

Qual é a diferença entre Thunderbolt e USB-C?

Thunderbolt é uma interface de transmissão de dados, enquanto USB-C é um tipo de conector reversível presente em uma série de interfaces, incluindo o USB, o Thunderbolt e o DisplayPort.

O que é o Thunderbolt Alternate Mode do USB-C?

Thunderbolt Alternate Mode é uma especificação do USB que permite transmitir sinais de Thunderbolt por meio de um mesmo cabo USB-C.

Com o Alternate Mode, um cabo USB-C serve ainda para conectar dispositivos com HDMI, DisplayPort e MHL, além do próprio USB.

Cabo Thunderbolt funciona em porta USB-C?

Sim, desde que o cabo seja compatível com Thunderbolt 3 ou superior e, portanto, tenha um conector USB-C. Em geral, eles são chamados de “cabos ativos”, custam mais caro e suportam toda a potência e a largura de banda da porta USB do dispositivo.

Cabo USB-C funciona na entrada Thunderbolt?

Sim, mas pode haver limitações de velocidade de transmissão de dados ou potência de carregamento se o cabo USB-C não for ativo. Em geral, cabos USB-C mais simples não suportam as resoluções de tela e as taxas de transferência maiores da interface Thunderbolt.

Qual é a diferença entre Thunderbolt e DisplayPort?

Thunderbolt e DisplayPort são duas interfaces de transmissão de dados que se complementam. O DisplayPort é um padrão aberto criado para reproduzir imagens em monitores. Já o Thunderbolt é uma tecnologia proprietária que incorpora o DisplayPort e o PCI Express, juntando os dois sinais em um único cabo.

Qual é a diferença entre Thunderbolt e FireWire?

Thunderbolt é uma tecnologia de transmissão de dados que substituiu o FireWire (IEEE 1394). O FireWire foi criado pela Apple na década de 1990 e chegou a ser usado em periféricos voltados para profissionais, como HDs externos e dispositivos de rede. Entrou em desuso no final dos anos 2000.
O que é a tecnologia Thunderbolt? Conheça as vantagens de cada versão

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Fonte: Tecnoblog

App da Samsung mostra suposto ícone do Galaxy Ring e reforça rumor

App da Samsung mostra suposto ícone do Galaxy Ring e reforça rumor

Mais uma informação sobre o Galaxy Ring deu as caras na internet. Usuários do Galaxy Wearable, app da Samsung para os relógios e fones sem fio, encontraram “nos códigos” do aplicativo um ícone que, supostamente, é do futuro anel inteligente da marca. A imagem em PNG possui três “aros” — que justificam a interpretação de anéis.

App Galaxy Wearable tem ícone que pode ser referência ao Galaxy Ring (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Não é novidade que a Samsung não consegue manter muito segredo sobre os seus produtos. O Galaxy Ring, vestível que adota o conceito de um anel, já era especulado antes de outubro de 2022, data em que publicamos o primeiro rumor sobre o produto no Tecnoblog. Na verdade, a notícia trata sobre a revelação de uma patente registrada em 2021.

Mas para ser justo com a Samsung, o achado desse ícone no Galaxy Wearable não foi um “vazamento”. Os usuários sul-coreanos que encontraram a arte “gariparam” os arquivos do app — o clássico ato de “xeretar”. O ícone não está visível em nenhum menu acessível para quem usa o aplicativo apenas para gerenciar o Galaxy Watch ou Galaxy Buds.

Ícone do Galaxy Ring reforça ideia de lançamento próximo

Ícone do Galaxy Ring no app Galaxy Wearable (Imagem: Reprodução/DC Inside)

Faltando três meses para o fim do ano (já?!), um rumor revelado na segunda-feira indica que o Galaxy Ring será lançado em janeiro, no primeiro Galaxy Unpacked do próximo ano — e do lado da linha Galaxy S24. Logo, é natural que a Samsung esteja preparando o aplicativo dos vestíveis para receber a atualização do anel inteligente. Esse é até um dos modos mais comuns de descobrir quando chega um Galaxy Watch ou Buds: bisbilhotar os arquivos escondidos.

Assim, o surgimento desse “suposto” ícone do Galaxy Ring dá mais credibilidade à informação do lançamento em janeiro de 2024. O que ainda pode dar uma certa dúvida é o Galaxy Unpacked ser realizado no primeiro mês do ano.

Desde 2020, só o Galaxy S21 foi lançado em janeiro. Os S22 e S23 chegaram no início de fevereiro — dia 9 e dia 1º, respectivamente. E nada impede que o próximo Galaxy Unpacked aconteça no dia 30 ou 31 de janeiro: é quase fevereiro e nas datas tradicionais de lançamento dos Galaxy S.

Com informações: SamMobile e WCCFTech
App da Samsung mostra suposto ícone do Galaxy Ring e reforça rumor

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Fonte: Tecnoblog