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Helio e Dimensity: entenda quais são os chips da MediaTek para celulares

Helio e Dimensity: entenda quais são os chips da MediaTek para celulares

Helio e Dimensity são linhas de processadores do tipo System-on-a-Chip (SoC) desenvolvidas pela MediaTek. Essas unidades equipam principalmente celulares Android, mas também aparecem em tablets e outros dispositivos portáteis.

Moto G50 com MediaTek Dimensity 700 (imagem: Darlan Helder/Vitor Pádua /Tecnoblog)

Os chips Helio e Dimensity são baseados em arquitetura Arm e reúnem uma série de processadores dentro do mesmo chip de silício, como CPU, GPU e APU. Entenda, a seguir, as especificações da linha de SoCs da MediaTek.

ÍndicePara que servem os processadores Helio e Dimensity?Qual é a diferença entre Helio e Dimensity?Quais são os componentes de um SoC da MediaTek?Quais são os modelos de chips MediaTek Helio?Helio GHelio PHelio AHelio XQuais são os modelos de processadores MediaTek Dimensity?Dimensity 9000 (Flagship 5G)Dimensity 8000 (Premium 5G)Dimensity 7000Dimensity 6000Dimensity 1000Dimensity 700, 800 e 900Dimensity 5G Open ResourceQuais produtos têm SoC da MediaTek?Quem fabrica os chips da MediaTek?Qual é a diferença entre Helio, Dimensity e Snapdragon?Qual é a diferença entre MediaTek e Qualcomm?Qual é a diferença entre MediaTek e Exynos?

Para que servem os processadores Helio e Dimensity?

Os processadores Helio e Dimensity são desenvolvidos pela MediaTek para executar todas as tarefas que celulares, tablets e outros dispositivos móveis devem realizar.

Cada SoC dessas linhas tem dimensões muito pequenas, característica que as tornam apropriadas para dispositivos compactos. Além disso, os chips são baseados em uma arquitetura Arm que oferece desempenho geral e controle de temperatura adequados para smartphones e eletrônicos portáteis.

Qual é a diferença entre Helio e Dimensity?

Helio e Dimensity são as duas principais marcas de SoCs da MediaTek e se diferenciam em características como desempenho gráfico e capacidade de processamento geral:

Helio: introduzida em 2014, é composta por processadores com até dez núcleos de CPU. Tem modelos para smartphones de entrada, intermediários e de alto desempenho;

Dimensity: criada em 2020, é formada por SoCs com até oito núcleos de CPU e 5G. É direcionada a celulares e tablets de médio ou alto desempenho. Os modelos mais avançados são capazes de executar games exigentes com desenvoltura.

Chip Helio P90 (imagem: divulgação/MediaTek)

Quais são os componentes de um SoC da MediaTek?

Os SoCs (System-on-a-Chip) da MediaTek são equipados com componentes como:

CPU: os núcleos de CPU processam dados e instruções que correspondem a softwares em execução. Os modelos da MediaTek costumam ter oito núcleos de arquitetura Arm, sendo que alguns modelos chegam a ter dez;

GPU: executa tarefas gráficas, como renderização de cenas de jogos ou reprodução de vídeo. Em geral, as GPUs presentes em chips da MediaTek pertencem às linhas Arm Mali e Imagination PowerVR;

APU (AI Processing Unit): chamada de NeuroPilot na linha Helio, foca em tarefas de inteligência artificial, atuando como processador neural (NPU). Apesar de a sigla ser igual, não tem relação com as APUs da AMD, formadas por CPU e GPU;

ISP (Imagiq): o processador de sinal de imagem (ISP) transforma informações oriundas das câmeras do celular ou tablet em fotos e vídeos. A MediaTek tem uma tecnologia de ISP própria, batizada de Imagiq;

Modem: é o componente que adiciona ao chip compatibilidade com redes 5G, 4G ou tecnologias anteriores a essas;

Wi-Fi e Bluetooth: adiciona suporte a essas tecnologias de conectividade. Padrões mais recentes, como o Wi-Fi 7 e o Bluetooth 5.3, aparecem nos modelos mais avançados da linha MediaTek Dimensity;

GNSS: fornece compatibilidade com serviços de localização geográfica, como GPS, Beidou, Galileo e Glonass. A sigla GNSS significa Sistema de Navegação por Satélite;

Cache: os SoCs da MediaTek podem ter memória cache para permitir acesso rápido a dados pela CPU ou GPU.

Quais são os modelos de chips MediaTek Helio?

Helio é uma família de processadores da MediaTek voltada a celulares e, com menos frequência, a tablets. É dividida entre as linhas Helio G, Helio P, Helio A e Helio X, que se diferenciam entre si em fatores como desempenho geral e performance em games.

Helio G

A série MediaTek Helio G é voltada a celulares e tablets intermediários ou intermediários premium (aparelhos avançados, mas que não chegam a ser topo de linha). Os SoCs Helio G costumam ter oito núcleos de CPU e, nos modelos mais sofisticados, unidades Mali na função de chip gráfico.

Outro destaque da linha é a presença da tecnologia MediaTek HyperEngine, que otimiza vários parâmetros do chip para tornar a execução de jogos mais fluída e maximizar a autonomia da bateria.

São exemplos os chips Helio G99 e Helio G96, que são octa-core, suportam câmeras com até 108 megapixels e funcionam com Bluetooth 5.2. O primeiro modelo se destaca por ter litografia de 6 nanômetros contra os 12 nanômetros do segundo.

O tablet Moto Tab G70 tem chip MediaTek Helio G90T (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Helio P

MediaTek Helio P é uma linha de chips direcionada a smartphones e tablets intermediários. Os modelos dessa série são projetados para oferecer eficiência energética, mas sem comprometer o desempenho na execução de vídeo, áudio e outras tarefas rotineiras.

Os modelos Helio P contam com tecnologias como MediaTek APU 2.0, que usa inteligência artificial para otimizar o desempenho. O Helio P95 e o Helio P90 são exemplos de chips que trazem esse recurso. Já modelos como Helio P20 e Helio P10 não contam com a tecnologia por terem especificações mais simples.

Helio A

Helio A é uma linha de chips da MediaTek direcionada a celulares e tablets de baixo custo. Ela teve apenas três modelos lançados entre 2018 e 2020: os quad-core Helio A20 e Helio A22, e o octa-core Helio A25, todos com processo de fabricação de 12 nanômetros e GPU PowerVR.

Helio X

Helio X foi uma série de chips da MediaTek voltada a celulares de baixo custo e, principalmente, intermediários. A linha foi introduzida em 2014 com o Helio X10, SoC octa-core de 28 nanômetros.

Os demais modelos tinham dez núcleos, com destaque para o Helio X30, chip de 10 nanômetros que marcou o encerramento da linha, em 2017.

Quais são os modelos de processadores MediaTek Dimensity?

Dimensity é uma família de processadores da MediaTek voltada a celulares e tablets intermediários, premium e avançados (flagship). Todos trazem suporte a redes 5G e tecnologias como MediaTek HyperEngine e Imagiq.

Dimensity 9000 (Flagship 5G)

Dimensity 9000 é uma série avançada de chips da MediaTek, voltada a smartphones do tipo flagship. É composta por processadores octa-core de 4 nanômetros e GPU Mali.

Os destaques são os modelos MediaTek Dimensity 9200+ e Dimensity 9200, que trazem núcleos Cortex-X3. Esses são núcleos Cortex-X Custom (CXC), direcionados a tarefas que demandam alto desempenho e resultados imediatos.

Chip Dimensity 9200+ (imagem: divulgação/MediaTek)

Dimensity 8000 (Premium 5G)

A linha MediaTek Dimensity 8000 é composta por chips octa-core voltados a celulares ou tablets de categoria intermediária premium. Esses chips são adequados a aparelhos projetados para boa desenvoltura em tarefas exigentes, mas com custo interior ao de flagships.

Os processadores MediaTek Dimensity 8200 e Dimensity 8100 se diferenciam na linha por contarem com fabricação de 4 e 5 nanômetros, respectivamente, além de GPU Mali-G610, que apresenta desempenho de médio a alto em jogos exigentes.

Dimensity 7000

A MediaTek Dimensity 7000 é uma série de chips que prioriza a eficiência energética em celulares ou tablets intermediários, mas que também visa oferecer bom desempenho na execução de vídeo, áudio e aplicações com câmeras.

Um processador que se sobressai na linha é o MediaTek Dimensity 7200, que tem oito núcleos, tecnologia de 4 nanômetros, GPU Mali-G610 e suporte a uma câmera de até 200 megapixels.

O Dimensity 7200 é um chip inédito. A maioria dos modelos da série, como o Dimensity 7030 e o Dimensity 7050, consiste em processadores da linha Dimensity 1000 relançados com novos nomes e poucos atributos modificados.

Dimensity 6000

A série MediaTek Dimensity 6000 é formada por chips que oferecem recursos essenciais para smartphones intermediários. A linha não prioriza tecnologias mais recentes, mas aquelas que têm custo menor e, ainda assim, são funcionais.

Um exemplo é o octa-core MediaTek Dimensity 6100+, que tem tecnologia de 6 nanômetros, conexão Wi-Fi 5 (em vez de Wi-Fi 6 ou 7) e suporte somente a telas HD ou full HD.

Dimensity 1000

O Dimensity 1000 foi o primeiro SoC da família MediaTek Dimensity, anunciada no primeiro trimestre de 2020. Com o lançamento de modelos complementares, o nome passou a também representar uma série de chips intermediários, com tecnologia de 6 ou 7 nanômetros, além de oito núcleos.

Alguns modelos Dimensity 1000 foram relançados em 2023 como parte da série 7000, com diferenças mínimas entre eles. É o caso do Dimensity 1080, que virou Dimensity 7050, e do Dimensity 1050, transformado em Dimensity 7030.

Dimensity 700, 800 e 900

As linhas Dimensity 700, 800 e 900 são chips para celulares e tablets intermediários. Todos os modelos têm oito núcleos, existindo apenas diferenças de desempenho entre eles. Alguns trazem recursos específicos, a exemplo do Dimensity 810, que tem um mecanismo para reconhecimento facial.

Os chips Dimensity 900 são os mais avançados das três séries. O modelo Dimensity 920 chegou a ser relançado como Dimensity 1080. As diferenças entre eles é que a versão 1080 tem clocks ligeiramente maiores e suporte a uma câmera de até 200 megapixels (contra 108 megapixels no Dimensity 920).

O Samsung Galaxy M53 tem chip Dimensity 900 (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Dimensity 5G Open Resource

Dimensity 5G Open Resource é uma arquitetura que permite a fabricantes de dispositivos móveis ajustar parâmetros de chips da família Dimensity, bem como adicionar determinados recursos a eles.

Um exemplo é o Dimensity 8200 Ultra, fruto de uma parceria entre MediaTek e Xiaomi. O chip traz a tecnologia Imaging Brain, criada pela Xiaomi para adicionar funções de fotografia computacional aos smartphones da marca.

Quais produtos têm SoC da MediaTek?

Os chips da MediaTek são encontrados com mais frequência em dispositivos portáteis, mas também aparecem em equipamentos maiores, como mostra esta lista:

Celulares: smartphones Android de marcas como Motorola, Samsung e Xiaomi podem ter chips Helio e Dimensity. A MediaTek detinha 32% do mercado de SoCs para celulares no primeiro trimestre de 2023, segundo a Counterpoint;

Tablets: marcas como Motorola, Samsung e TCL têm tablets baseados em processadores Helio e Dimensity, embora em volume muito menor em relação ao segmento de smartphones;

Consoles: chips da MediaTek desenvolvidos originalmente para celulares também são empregados em consoles portáteis de games. É o caso do Ayaneo Pocket Air, que tem um Dimensity 1200;

Chromebooks: a MediaTek criou os chips Kompanio para equipar Chromebooks, que são laptops baseados no sistema operacional ChromeOS. Um desses SoCs é o Kompanio 1380, um octa-core de 6 nanômetros;

Smart TVs: os chips MediaTek Pentonic foram desenvolvidos para comandar TVs. Um exemplo é o Pentonic 1000, que permite ao equipamento ter resolução 4K e taxa de atualização de 120 Hz;

Carros: a MediaTek mantém a linha Dimensity Auto para permitir que automóveis tenham painéis inteligentes, conectividade 5G, auxílio de direção, entre outros recursos computacionais;

Wearables: a MediaTek desenvolve chips com baixo consumo energético para equipar smartwatches e smartbands, como o relógio Molife Sense 300, que tem SoC MediaTek MT2502;

Alto-falantes e telas inteligentes: chips da MediaTek equipam smart speakers e smart displays. É o caso do Amazon Echo Show 10, com SoC MediaTek 8183, e da caixa de som JBL Link Music, com Helio G88.

O Pocket Air tem um Dimensity 1200 (imagem: divulgação/Ayaneo)

Quem fabrica os chips da MediaTek?

A maior parte dos chips da MediaTek é fabricada pela TSMC, que emprega tecnologias próprias de litografia na produção. Também há chips da MediaTek fabricados pela GlobalFoundries.

Isso acontece porque a MediaTek é uma companhia fabless, isto é, que desenvolve os próprios processadores, mas não tem fábricas para produzi-los. A fabricação é, então, direcionada a empresas especializadas na produção de semicondutores para terceiros.

Qual é a diferença entre Helio, Dimensity e Snapdragon?

Helio e Dimensity são linhas de chips da MediaTek para dispositivos móveis, enquanto Snapdragon é uma família de SoCs mantida pela Qualcomm para o mesmo segmento.

Como as duas companhias são concorrentes, muitos de seus produtos são equivalentes ou próximos de ser. É o caso da linha Dimensity 9000 que concorre com a linha Snadpragon 8, e da série Dimensity 6000, que tem modelos que rivalizam com chips Snadragon 6.

Qual é a diferença entre MediaTek e Qualcomm?

A MediaTek é uma companhia de semicondutores fundada em 1997, em Taiwan. Sua principal especialidade é o desenvolvimento de chips para dispositivos móveis. Já a Qualcomm surgiu em 1985, nos Estados Unidos, e desenvolve principalmente SoCs para equipamentos portáteis e tecnologias para telecomunicações.

Prédio da MediaTek (imagem: Facebook/MediaTek)

Qual é a diferença entre MediaTek e Exynos?

A MediaTek é a empresa que projeta os chips das famílias Helio e Dimensity, enquanto Exynos é a família de SoCs desenvolvida pela Samsung.

Diferente da MediaTek, que foca no desenvolvimento de chips para eletrônicos de outras marcas, a Samsung direciona a maior parte das unidades Exynos a celulares e tablets Galaxy, de fabricação própria.
Helio e Dimensity: entenda quais são os chips da MediaTek para celulares

Helio e Dimensity: entenda quais são os chips da MediaTek para celulares
Fonte: Tecnoblog

LG lança TV com tela gigante e preço maior ainda (R$ 1,5 milhão)

LG lança TV com tela gigante e preço maior ainda (R$ 1,5 milhão)

Melhor chamar o designer de interiores: você provavelmente vai precisar mexer na sua sala de estar se quiser o mais recente lançamento da LG no mercado brasileiro. A empresa anunciou nesta quinta-feira (24) a chegada da LG Magnit de 136 polegadas, uma TV gigantesca cujo preço também não decepciona: a partir de R$ 1,5 milhão.

TV LG Magnit em sala de apartamento de luxo (Imagem: Divulgação/LG)

A gigante sul-coreana enfatiza que se trata de um produto final destinado a residências. Não é, portanto, uma TV da categoria B2B, que contempla outras empresas. Ela está à venda sob consulta.

Tecnologia de MicroLED

O MicroLED é a próxima grande tecnologia das telas, que aos poucos está se tornando uma realidade. São muitos benefícios, como alto brilho, alto contraste e preto verdadeiro. Por outro lado, custa muito caro produzir painel de MicroLED, tanto que os produtos assim costumam custar fortunas – além de TVs, alguns notebooks e tablets contam com o recurso.

Nova LG Magnit traz resolução 4K (Imagem: Divulgação/LG)

A ficha técnica da LG Magnit LSAD007 está repleta de predicados, a começar pela resolução 4K e pelos mais de 24 milhões de LEDs, que ficam posicionados para proporcionar brilho superior ao visto em TVs OLED tradicionais. A taxa de contraste é de 150.000:1. Já a taxa de atualização é de 120 Hz.

A smart TV roda sistema webOS 6.0 e traz os aplicativos da Netflix, YouTube, Prime Video e Disney+ instalados de fábrica, de acordo com a LG. Também é compatível com AirPlay 2 e Miracast, o que facilita o processo de espelhar imagens ou exibir conteúdo selecionado na telinha do smartphone.

Estrutura da LG Magnit de 110 polegadas (Imagem: Divulgação/LG)

Confira abaixo a ficha técnica da LG Magnit LSAD007:

Polegadas / Distância de Pixel: 136″ / 0,78 mm

Resolução da tela: 3.840 × 2.160

Brilho: Pico 2.000 / Máx. 250 nitss

Taxa de contraste: 150.000: 1 @ 10 Lux

Ângulo de visão: 150° × 148°

HDR: HDR10, HDR10 Pro

Taxa de quadros: 120 Hz

Taxa de atualização: 3.840 Hz

Conectividade (Media Box): HDMI In (4), USB In (2), LAN In, RS-232C In, Digital Audio Out, eARC, WiSA Ready, Wi-Fi e Bluetooth.

Processador: LG α9 AI Processor

Consumo de energia: máx. 2.000 W (SQM 395 W)

Grau IP: IP50 (frontal) / IP20 (traseiro)

LG ultrapassa Samsung

TV MicroLED de 110 polegadas da Samsung (imagem: divulgação/Samsung)

Na disputa de superlativos, o mais recente lançamento da LG leva a melhor sobre a Samsung. A outra gigante sul-coreana anunciou em maio uma TV de MicroLED com 110 polegadas (menor que a da LG, portanto) pelo preço sugerido de R$ 1 milhão.
LG lança TV com tela gigante e preço maior ainda (R$ 1,5 milhão)

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Fonte: Tecnoblog

Roku Express e gadgets inteligentes Positivo estão mais baratos na Amazon

Roku Express e gadgets inteligentes Positivo estão mais baratos na Amazon

Você sabia que entre os dias 23 e 26 de agosto acontece o Saldão de Ofertas da Amazon? Durante essa semana, você pode aproveitar para comprar diversos itens legais com desconto especial, como um Roku Express ou um Kit Casa Eficiente da Positivo. Além de utilizar o frete grátis disponível para assinantes Amazon Prime. A seguir, você encontra as melhores ofertas do saldão segundo a curadoria do Tecnoblog.

Roku Express (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Achados do TB
Mas não é só a Amazon que tem trazido excelentes ofertas essa semana. O AliExpress, por exemplo, está com fones Anker e Edifier por alguns dos melhores preços que já vimos. Entretanto, essas são ofertas exclusivas para quem acompanha o Achados do TB gratuitamente no Telegram ou WhatsApp. Então, você precisa entrar nos nossos grupos se quiser aproveitá-las.

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O primeiro grande destaque fica por conta do Roku Express, que transforma sua TV antiga em smart. Durante os nossos testes, a versão de 2020 do gadget já entregava uma experiência fluida navegando entre o cardápio bem completo de streamings. Assim como praticidade, com o controle remoto com botões para algumas das principais plataformas e design compacto fácil de transportar.

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Gadgets de casa inteligente a partir de R$ 44

Depois, temos ainda os gadgets de casa inteligente, que sabemos ser uma das categorias tech queridinhas de quem já é assíduo no Achados. Quando se têm vários deles pela casa, inclusive, a experiência fica ainda melhor. Isso porque possibilita a programação de rotinas como acender as luzes de um cômodo às 9h e já ligar a cafeteira. Além de se conectar à Alexa ou outros assistentes virtuais.

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Fonte: Tecnoblog

Logitech renova linha de mouse e teclado no Brasil; saiba os preços

Logitech renova linha de mouse e teclado no Brasil; saiba os preços

A Logitech anunciou a chegada de dois novos produtos no Brasil: o mouse MX Anywhere 3S e o teclado MX Keys S. O primeiro tem um novo sensor, com maior resolução e versatilidade, enquanto o segundo tem iluminação com mais opções.

Logitech MX Anywhere 3S (Imagem: Divulgação/Logitech)

Mouse Logitech MX Anywhere 3S

Vamos começar pelo mouse. O MX Anywhere 3S tem como destaque o sensor Darkfield, que funciona até mesmo sobre o vidro, sem precisar de mousepads ou improvisações.

Ele tem resolução de 8.000 DPI, o dobro do MX Anywhere 3, seu antecessor.

Além desses recursos, o MX Anywhere conta com seis botões programáveis — para isso, o usuário precisa usar o app Logi Options+.

Uma característica interessante é a roda de rolagem MagSpeed, que pode ser usada nos modos catraca ou hiper-rápido.

Ele também conta com clique silencioso, mais uma novidade em relação à geração anterior.

Outra mudança é o fim da compatibilidade com o conector Unifying — agora, as opções sem fio são usar o dongle USB Bolt, que não vem na caixa, ou recorrer à conexão Bluetooth.

O dispositivo pode ser pareado com três aparelhos, alternando rapidamente entre computadores e tablets.

O MX Anywhere 3S usa bateria e tem porta USB-C para recarga. Segundo a Logitech, a bateria aguenta até 70 dias de uso.

O recurso de carregamento rápido promete três horas de autonomia com apenas um minuto de recarga.

O MX Anywhere 3S está disponível na loja online da Logitech, com preço sugerido de R$ 574,90.

Teclado Logitech MX Keys S

O outro lançamento da Logitech no Brasil é o teclado MX Keys S, sucessor do MX Keys.

Logitech MX Keys S (Imagem: Divulgação/Logitech)

Em relação à geração anterior, o MX Keys S ganhou um recurso de brilho automático, que adapta a iluminação das teclas conforme o ambiente. Ele também detecta a aproximação das mãos para ligar as luzes.

Além disso, dá para customizar esses recursos usando o app Logi Options+.

Assim como o MX Anywhere 3S, o MX Keys S não funciona mais com o conector Logitech Unifying, apenas com o Bolt ou usando a tecnologia Bluetooth.

O MX Keys S usa bateria, com porta USB-C para recarga. A autonomia prometida é de dez dias com a luz de fundo ativada, podendo chegar a cinco meses com a iluminação desligada.

O MX Keys S também está à venda na loja online da Logitech, com preço sugerido de R$ 859,90.
Logitech renova linha de mouse e teclado no Brasil; saiba os preços

Logitech renova linha de mouse e teclado no Brasil; saiba os preços
Fonte: Tecnoblog

O que é Bluetooth Low Energy (BLE) e quais as vantagens desse tipo de conexão?

O que é Bluetooth Low Energy (BLE) e quais as vantagens desse tipo de conexão?

O Bluetooth Low Energy (BLE) é um padrão de conexão sem fio que consome pouca energia elétrica. Essa característica aumenta a duração da bateria de wearables (como relógios inteligentes), dispositivos médicos e até serviços de localização.

O que é Bluetooth Low Energy? (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Bluetooth SIG lançou o Bluetooth Low Energy em 2010, junto ao Bluetooth 4.0, visando otimizar ainda mais o consumo de energia em relação ao Bluetooth clássico.

A tecnologia Bluetooth demanda pouca energia desde suas primeiras versões, mas o BLE permite que dispositivos com baterias muito pequenas, como fones de ouvido sem fio, tenham maior autonomia. A seguir, conheça o funcionamento, vantagens e limitações do BLE.

ÍndiceComo funciona o Bluetooth Low Energy?Quais são as principais topologias do Bluetooth Low Energy?Qual é o alcance máximo do Bluetooth Low Energy?Qual é a faixa de frequência utilizada pelo Bluetooth Low Energy?Quais são as aplicações do Bluetooth Low EnergyO que são BLE beacons?Quais são as vantagens do Bluetooth Low Energy?Quais são as limitações do Bluetooth Low Energy?Qual é a diferença entre Bluetooth Low Energy e Bluetooth clássico?Qual é a diferença entre Bluetooth LE e Bluetooth LE Audio?

Como funciona o Bluetooth Low Energy?

O Bluetooth Low Energy, também chamado de Bluetooth LE ou Bluetooth Smart, é uma tecnologia que permite que dispositivos como fones de ouvido e smartwatches se conectem a celulares, tablets, computadores e outros equipamentos por meio de sinais de rádio.

A principal vantagem do BLE é consumir por volta de 10% da energia demandada por dispositivos baseados no Bluetooth clássico, embora essa porcentagem possa variar para mais ou menos sob determinadas circunstâncias.

O Bluetooth Low Energy opera na faixa de frequência de 2,4 GHz a 2,483 GHz e usa um método de transmissão FHSS (com troca da frequência de trabalho em curtos intervalos de tempo), assim como o Bluetooth clássico.

Porém, o BLE trabalha com apenas 40 canais em espaços de 2 MHz entre eles na referida faixa de frequência, enquanto o Bluetooth clássico o faz com 79 canais e espaço de 1 MHz.

De modo geral, o que torna o Bluetooth Low Energy econômico no consumo de energia é um conjunto de recursos, como um sistema de modulação um pouco mais simples, um modo que mantém a tecnologia em suspensão até uma conexão ser iniciada, e uso de pacotes de dados menores em relação ao Bluetooth clássico.

Quais são as principais topologias do Bluetooth Low Energy?

Para atender a diversos tipos de aplicações, o Bluetooth Low Energy foi desenvolvido para suportar três tipos principais de topologias, isto é, de estruturas de comunicação entre os dispositivos:

Ponto a ponto: é a comunicação entre dois dispositivos, como um celular que transmite áudio para fones de ouvido;

Broadcast: método no qual um aparelho se comunica com vários dispositivos ao mesmo tempo, como um sistema que rastreia lotes de produtos em um estoque por meio de BLE beacons (dispositivos de localização);

Mesh: é uma topologia em que o Bluetooth Low Energy cria uma rede com muitos dispositivos, com todos podendo se comunicar com os outros. Essa é uma abordagem útil para sistemas de monitoramento, por exemplo.

Topologias do BLE: ponto a ponto, broadcast e mesh (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é o alcance máximo do Bluetooth Low Energy?

O Bluetooth Low Energy tem alcance típico de até 100 metros, embora distâncias maiores sejam possíveis. Contudo, a maioria das conexões suporta até 10 metros. Paredes, máquinas, objetos de grande porte e a própria capacidade de emissão de sinal do dispositivo estão entre os fatores que podem reduzir o alcance.

Qual é a faixa de frequência utilizada pelo Bluetooth Low Energy?

O BLE atua entre 2,4 GHz a 2,483 GHz. Essa é a faixa de frequências ISM, reservada a aplicações industriais, científicas e médicas. Por isso, ela é amplamente usada em aparelhos e sistemas de comunicação sem fio, como o Wi-Fi de 2,4 GHz.

Quando há vários dispositivos atuando na mesma faixa de frequência, o risco de interferência ou congestionamento no Bluetooth é maior, apesar de existirem mecanismos que previnem o problema.

Fones sem fio LG Tone Free FN7 com BLE (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Quais são as aplicações do Bluetooth Low Energy

A capacidade de funcionar com baixo consumo de energia faz o Bluetooth Low Energy encontrar espaço em aplicações como:

Dispositivos vestíveis: o BLE ajuda a aumentar a autonomia da bateria de dispositivos de monitoramento fitness, como smartwatches e smartbands;

IoT: o Bluetooth Low Energy é usado em dispositivos de internet das coisas, como sensores que monitoram a qualidade do solo na agricultura ou detectam a presença de invasores em uma área protegida;

Automação residencial: o BLE é usado para controlar lâmpadas, alarmes, sensores de fumaça, termostatos e outros dispositivos para casa inteligente;

Medicina: o Bluetooth Low Energy pode transmitir dados de monitores de glicose, pressão sanguínea, batimentos cardíacos, temperatura e afins a prontuários eletrônicos;

Varejo: etiquetas eletrônicas (tags) com BLE podem ser usadas em lojas para o monitoramento mais preciso dos produtos que precisam de reposição rápida ou elaboração de estratégias de marketing;

Serviços de localização: é possível o uso de BLE beacons no rastreamento de produtos em estoque, gerenciamento de frotas em garagens ou envio de cardápios eletrônicos ao celular do cliente em um restaurante, por exemplo.

Uma smartband Fitbit Charge 2 com BLE (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O que são BLE beacons?

BLE beacons são dispositivos que usam o Bluetooth Low Energy para permitir que objetos ligados a eles sejam identificados, rastreados ou monitorados. Esses equipamentos podem ser usados em museus para enviar descrições das peças expostas ao celular do visitante que se aproxima delas, entre outras utilidades.

Os beacons lembram o funcionamento da tecnologia NFC. A principal diferença é que o NFC exige que os dispositivos tenham proximidade entre si de poucos centímetros. No Bluetooth Low Energy, a distância entre os dispositivos pode alcançar alguns metros.

Quais são as vantagens do Bluetooth Low Energy?

Entre as características que fazem o Bluetooth Low Energy ser uma tecnologia bem aceita no mercado estão:

Baixo consumo de energia: o principal atributo do BLE é demandar pouca energia, o que torna a tecnologia útil em dispositivos com baterias pequenas;

Escalabilidade: o Bluetooth Low Energy suporta várias topologias, o que permite o seu uso até em estruturas formadas por vários dispositivos;

Implementação descomplicada: o BLE é uma tecnologia de comunicação wireless que combina ondas de rádio com protocolos simples, o que facilita a sua implementação em aplicações dos mais diversos tipos;

Ampla compatibilidade: a implementação relativamente fácil faz o Bluetooth Low Energy funcionar em uma grande variedade de dispositivos;

Suporte multiplataforma: o Bluetooth Low Energy é suportado pelo Windows, macOS, distribuições Linux, Android, iOS e outros sistemas operacionais;

Segurança: o BLE suporta criptografia AES de 128 bits, autenticação criptografada e outros recursos que diminuem o risco de a tecnologia ser usada para invasões, roubos de dados e outras ações maliciosas.

Fones LG Tone Free FN7 com BLE conectado a um iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Quais são as limitações do Bluetooth Low Energy?

O Bluetooth Low Energy também tem algumas características que dificultam ou inviabilizam o seu uso em determinadas aplicações, como:

Velocidade baixa: a taxa de transferência de dados do BLE não passa de 2 Mb/s na maioria das aplicações, ficando frequentemente abaixo de 1 Mb/s. Isso torna a tecnologia inadequada para tarefas como streaming de vídeo;

Alcance limitado: o BLE só chega a 10 metros de alcance na maioria das aplicações. Distâncias de até 100 m só são possíveis sob condições específicas, como uso de transmissores mais sofisticados e ausência de interferências;

Risco de interferência de sinal: o BLE está sujeito a interferência de sinal, embora esse problema não seja comum.

Qual é a diferença entre Bluetooth Low Energy e Bluetooth clássico?

O Bluetooth Low Energy é uma tecnologia de conexão sem fio criada para consumir menos energia e, assim, otimizar a troca de dados em dispositivos com baterias pequenas. Já a expressão Bluetooth clássico é usada para referenciar as versões convencionais da tecnologia Bluetooth, que não são focadas em baixo consumo energético.

Qual é a diferença entre Bluetooth LE e Bluetooth LE Audio?

O Bluetooth Low Energy é uma tecnologia de troca de dados que prioriza o baixo consumo de energia nos dispositivos conectados. Já o Bluetooth LE Audio é uma especificação que combina baixo consumo energético com otimização de streaming áudio, o que torna essa tecnologia adequada para fones de ouvido sem fio ou smart speakers.
O que é Bluetooth Low Energy (BLE) e quais as vantagens desse tipo de conexão?

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Fonte: Tecnoblog

Vision Pro: série do Godzilla deve ganhar versão mais imersiva no headset da Apple

Vision Pro: série do Godzilla deve ganhar versão mais imersiva no headset da Apple

Ainda longe do seu lançamento, o headset VR Apple Vision Pro já aparenta ter um conteúdo “dedicado”. Especulações sugerem que a série Monarch: Legacy of Monsters, que integra o universo dos filmes Godzilla e King Kong, foi gravada em 3D. O uso do formato permitirá que os futuros proprietários do Vision Pro tenham uma experiência mais imersiva com a futura série da Apple TV+ — serviço de streaming da empresa da maçã.

Nova série da Apple TV+ deve entregar uma experiência imersiva no Vision Pro (Imagem: Divulgação/Apple)

Assim como o headset VR da Apple, a série Monarch: Legacy of Monsters não tem data oficial para o lançamento. No entanto, a produção da Apple TV+ chegará ainda neste ano. O Vision Pro, que foi apresentado no WWDC deste ano, só estará disponível a partir do início de 2024.

Vision Pro pode chegar com série preparada para VR

A estratégia da Apple ao produzir a série que aproveite ao máximo a capacidade do Vision Pro é agradar os “early adopters”, aquele público que estará disposto a comprar o headset VR logo nos primeiros dias e semanas do lançamento.

Os “primeiros compradores” receberão, se verdadeira a especulação, uma série pronta para entregar uma experiência imersiva, com promessa de muita ação e efeitos especiais.

Apple Vision Pro na sede da Apple nos Estados Unidos (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Há outro ponto dessa estratégia: atrair o público que espera um produto ganhar “maturidade” para comprá-lo. Um exemplo desse público são aqueles que esperam um console ter mais jogos antes de abrir a carteira e adquirir o equipamento.

Há dois pontos que levam a crer que a Apple gravou Monarch: Legacy of Monsters pensando na experiência com o Vision Pro. O primeiro veio em junho, com o anúncio do headset. Na época, a empresa anunciou um novo “formato imersivo de vídeo” para visualização em 180º, alta resolução e Spatial Audio.  

Imagem da série Monarch: Legacy of Monsters tem proporção de 21:9, mais condizente com conteúdos para óculos VR (Imagem: Divulgação/Apple)

O segundo foi um detalhe notado pelo site FlatPanelsHD, especializado na cobertura de televisões e telas. A equipe do site notou que na última imagem de divulgação da série, o aspect ratio (proporção de vídeo) é de 21:9. Essa proporção é maior que o 16:9 comum nas TVs e monitores, o que poderia ser uma dica da Apple sobre um formato pensado no Vision Pro.

No anúncio do seu headset VR, a Apple também fez uma demonstração exibindo o filme Avatar: Caminho das Águas — que tem suporte para 3D. E como explicou nosso editor Thássius Veloso, que testou o Apple Vision Pro, o headset tem um efeito 3D de profundidade com os apps na tela. No ano que vem veremos como isso será com filmes e séries.

Com informações: FlatPanelsHD e Tech Radar
Vision Pro: série do Godzilla deve ganhar versão mais imersiva no headset da Apple

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Fonte: Tecnoblog

TV 4K Samsung BU8000 de 60″ está com mais de 30% de desconto em oferta

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Conhecida pelo seu custo-benefício, a televisão da Samsung é ideal para quem busca um modelo 4K e com boas especificações. Em oferta, a TV BU8000 de 60’’ está saindo por R$ 2.944,05 na Americanas.

TV Samsung BU8000 com Gaming Hub (Imagem: Divulgação/Samsung)

A BU8000 foi anunciada em setembro de 2022 por R$ 4.299 e, com menos de um ano, já pode ser comprada com mais desconto. O menor preço que o Achados do TB já encontrou para este modelo é da oferta atual da Americanas onde a TV 4K da Samsung está saindo por R$ 2.944,05 para pagamentos à vista no boleto — isso representa uma economia de R$ 1.354,95 (31,52%) em relação ao valor original da televisão.

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BU8000 tem imagens nítidas e recurso que dispensa console

Além do design fino, com apenas 2,5 cm e, bordas infinitas, o modelo impressiona pela qualidade da imagem. O processador Crystal 4K é capaz de transformar a resolução de qualquer vídeo para uma qualidade próxima ao 4K, com cores mais vivas e nítidas, para você não perder nenhum detalhe.

Para garantir a diversão, a BU8000 tem taxa de atualização de 60 Hz, que é ideal para a maioria dos jogos, e traz o Gaming Hub como recurso nativo. Com ele, você consegue entrar no Xbox Game Pass e ter acesso a diversos títulos, mesmo sem console.

O som também não vai te decepcionar, a TV vem com a tecnologia Som em Movimento Virtual que simula uma soundbar e distribui o áudio por todo o ambiente — você vai se sentir como se estivesse em cena!

A BU8000 é compatível com as principais assistentes virtuais do mercado, como a Alexa e Google Assistente, e tem três entradas HDMI 2.0 e duas USB. Além disso, o modelo vem com controle SolarCell que dispensa o uso de pilhas e é mais ecológico.
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Fonte: Tecnoblog

Bluetooth: o que é, como funciona e quais são versões da tecnologia?

Bluetooth: o que é, como funciona e quais são versões da tecnologia?

Bluetooth é uma tecnologia de conexão sem fio de curto alcance. Ela permite que fones de ouvido, caixas de som, mouses e outros tipos de dispositivos sejam conectados a smartphones, tablets, computadores, TVs e até painéis de carros.

O que é Bluetooth? (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A evolução da tecnologia Bluetooth é classificada em versões, que trazem novos recursos e melhorias em especificações como latência, taxa de transmissão de dados e alcance. Isso permite que o Bluetooth faça comunicação sem fio entre dispositivos das mais variadas categorias, incluindo aqueles com baixo consumo de energia.

Neste artigo, o Tecnoblog explica como funciona a transmissão de dados via Bluetooth, quais são as versões existentes, as vantagens e as limitações desse tipo de conexão.

ÍndiceComo funciona o Bluetooth?O que é pareamento Bluetooth?Quais são as classes de alcance do Bluetooth?Quais são as versões de Bluetooth que existem?Bluetooth 1.0Bluetooth 2.0Bluetooth 3.0Bluetooth 4.0Bluetooth 5.0Qual é a versão mais recente do Bluetooth?O que são os perfis Bluetooth?O que pode causar interferência no Bluetooth?O Bluetooth é seguro?Quais são as aplicações da tecnologia Bluetooth?Quais são as vantagens do Bluetooth?Quais são as limitações do Bluetooth?Como surgiu o Bluetooth?Quem criou o Bluetooth?Quem regula o Bluetooth?De onde veio o nome Bluetooth?Devo deixar o Bluetooth do celular sempre ligado?Posso compartilhar internet via Bluetooth?O Bluetooth consome muita bateria?Bluetooth ou Wi-Fi: qual conexão consome mais bateria?Qual é a diferença entre Bluetooth clássico e Bluetooth Low Energy?

Como funciona o Bluetooth?

A comunicação via Bluetooth é feita por meio de ondas de rádio de curto alcance que operam, tipicamente, na frequência de 2,4 GHz, podendo chegar a 2,483 GHz. Essa é a faixa de frequências ISM, reservada para aplicações industriais, científicas e médicas. Isso garante o funcionamento do Bluetooth em escala global.

A conexão por Bluetooth é feita diretamente entre os dispositivos participantes, não existindo um equipamento central para controlar o tráfego de dados entre eles.

O que é pareamento Bluetooth?

Para que dispositivos possam se comunicar via Bluetooth, é preciso que ocorra o pareamento. Nesse processo, os aparelhos trocam informações de registros mutuamente para que um possa identificar o outro.

Normalmente, o pareamento só precisa ser feito uma vez. Com isso, os dispositivos envolvidos na comunicação poderão se conectar automaticamente nas próximas vezes em que um estiver no alcance do outro.

Pareamento Bluetooth (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Um aparelho pode se conectar a mais de um dispositivo via Bluetooth. É o caso de uma pessoa que usa a tecnologia para conectar fones, teclado e mouse sem fio ao notebook. O aparelho que estabelece a conexão é chamado de master (principal), enquanto os que a aceitam são denominados slaves (secundários).

Cada um desses dispositivos pode ter um perfil específico. Perfis Bluetooth são especificações de interface que definem como cada tipo de dispositivo deve se comunicar para que a conexão seja efetiva. Há perfis para reprodução de áudio, transmissão de voz, troca de arquivos, entre outros.

Quais são as classes de alcance do Bluetooth?

O Bluetooth é divido em quatro classes que variam conforme a potência máxima e distância alcançada. São elas:

Classe 1: a transmissão tem alcance de até 100 metros e potência máxima de 100 mW. Headsets e smartwatches estão entre os dispositivos que se comunicam nesta classe;

Classe 2: tem alcance de até 10 metros e potência de 2,5 mW. É adequado para dispositivos que não precisam de alcance amplo, como determinados fones de ouvido e caixas de som. É a classe mais comum;

Classe 3: tipicamente, alcança 1 metro e tem potência de 1 mW, sendo adequado para dispositivos com baixo consumo de energia, como fones de ouvido simples;

Classe 4: com alcance de apenas meio metro e potência de 0,5 mW, é uma classe pouco usada por necessitar que os dispositivos envolvidos estejam muito próximos entre si.

O que é mW?
A potência do Bluetooth é representada pela sigla mW, que significa miliwatt, e corresponde a um watt dividido por mil. Não confundir com MW (com ‘M’ maiúsculo), que é a sigla para megawatt.

Quais são as versões de Bluetooth que existem?

A tecnologia Bluetooth é atualizada com o passar do tempo, o que leva ao surgimento periódico de novas versões, que variam em aspectos como tecnologias de transmissão de dados e taxa de transferência. Elas são definidas como Bluetooth 1.0, 2.0, 3.0, 4.0 e 5.0. Entenda mais sobre cada tipo a seguir.

Bluetooth 1.0

O Bluetooth 1.0 e o Bluetooth 1.0B são as primeiras versões da tecnologia, introduzidas em 1998 com muitas limitações. Os principais problemas eram a difícil implementação e interoperabilidade frequentemente falha. A sua taxa de transferência máxima era de 721 Kb/s.

As restrições dessas versões foram solucionadas com o Bluetooth 1.1, lançado em 2001, e com o Bluetooth 1.2, anunciado em 2003. Ambas as versões trouxeram recursos que estabilizavam a conexão e preveniam interferências. A partir delas é que o Bluetooth começou a ganhar mercado.

Bluetooth 2.0

O Bluetooth 2.0 surgiu em 2004 como evolução que aumenta a velocidade de transmissão para até 3,2 Mb/s, embora a taxa não costume passar de 2,1 Mb/s. O destaque do Bluetooth 2.0 é a tecnologia opcional Enhanced Data Rate (EDR), capaz de triplicar a taxa de transmissão em relação ao Bluetooth 1.0.

Em 2007, o Bluetooth 2.1 foi lançado com recursos de segurança, como o padrão Secure Simple Pairing (SSP), e controle aprimorado de consumo de energia. Essa versão também é compatível com EDR.

Bluetooth 3.0

O Bluetooth 3.0 foi introduzido em 2009 com maior taxa de transferência máxima: 24 Mb/s. Contudo, velocidades elevadas só são alcançadas em dispositivos que combinam o Bluetooth 3.0 com instruções Hig Speed (HS).

Esse aprimoramento permitiu que o Bluetooth fosse usado para transmissão de vídeo e áudio, ou na transferência de arquivos grandes (com muitos megabytes).

Bluetooth 4.0

O Bluetooth 4.0 foi anunciado em 2010 com foco em eficiência energética. Por conta disso, essa versão introduz uma variação da tecnologia conhecida como Bluetooth Low Energy (BLE), direcionada a dispositivos movidos a bateria e que, portanto, precisam otimizar ao máximo o consumo de energia.

Em 2013, o Bluetooth 4.1 foi anunciado com melhorias no consumo de energia, permitindo que a tecnologia fique quase inativa quando um dispositivo é afastado da conexão. Também há otimização para retomada de conexão e transmissão de pacotes de dados para internet das coisas.

Já o Bluetooth 4.2 foi apresentado no final de 2014 com recursos como suporte nativo a IPv6 e um novo método de criptografia para assegurar que a conexão ocorra somente entre dispositivos autorizados.

Smartband Huawei com Bluetooth Low Energy (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Bluetooth 5.0

O Bluetooth 5.0 foi revelado em 2016 com taxa de transferência de dados máxima de 50 Mb/s e menor risco de interferência no funcionamento de conexões Wi-Fi ou 4G.

Já o Bluetooth 5.1, apresentado no início de 2019, trouxe melhorias para serviços de localização. Esse tipo de conexão permite não só identificar a proximidade de um dispositivo, mas também a sua direção com precisão de centímetros.

O Bluetooth 5.2, anunciado no final de 2019, marca o surgimento do Bluetooth LE Audio, que otimiza a conexão para transmissões de som com menor consumo de energia. Além disso, o Bluetooth 5.2 possibilita o ajuste dinâmico da potência de transmissão com a função LE Power Control (LEPC).

Em 2021, o Bluetooth 5.3 foi anunciado com um modo que permite a um dispositivo alternar entre estados de baixo e alto desempenho para economizar energia. Esse recurso é direcionado principalmente a dispositivos vestíveis e aplicações de internet das coisas.

Qual é a versão mais recente do Bluetooth?

O Bluetooth 5.4 é a versão mais recente da tecnologia Bluetooth, lançada em fevereiro de 2023, e se destaca pelo PAwR (Periodic Advertising with Responses), especificação para troca bidirecional de dados em conexões Bluetooth Low Energy formadas por muitos dispositivos (teoricamente, até 32.640 aparelhos).

O que são os perfis Bluetooth?

Perfis Bluetooth são protocolos que definem como uma conexão deve ser usada em determinada aplicação. Cada perfil estabelece padrões técnicos que devem ser seguidos pela indústria para assegurar a eficiência da comunicação e a compatibilidade entre dispositivos. Os perfis de controle de mídia são os mais comuns.

Entre os perfis Bluetooth disponíveis estão:

A2DP (Perfil Avançado de Distribuição de Áudio): perfil Bluetooth que define como um fluxo de áudio deve ser transmitido, a exemplo de um celular que reproduz música em fones de ouvido sem fio. Pode funcionar com codecs de áudio Bluetooth;

VDP (Perfil de Distribuição de Vídeo): perfil Bluetooth próprio para transmissões de vídeo a partir de uma fonte para o receptor, podendo ser usado para reproduzir filmes na TV a partir de uma central de mídia, por exemplo;

AVRCP (Perfil de Controle Remoto de Áudio e Vídeo): perfil Bluetooth que permite o uso da tecnologia para controle remoto de equipamentos de som e vídeo, podendo ser usado em conjunto com os perfis A2DP e VDP;

HFP (Perfil de Mãos Livres): perfil que faz o Bluetooth ser ativado para chamadas sem o uso das mãos, a exemplo do painel de um carro que se comunica com o celular. Faz parte dos perfis de controle de sistemas de comunicações;

GOEP (Perfil de Troca de Objetos Genéricos): perfil Bluetooth próprio para troca de dados específicos entre os dispositivos, a exemplo da transferência de arquivos entre um notebook e um celular;

Sync: é um perfil Bluetooth para sincronização de dados entre um dispositivo principal e aparelhos secundários, como celulares que se conectam a um computador para receber informações específicas. Pode ser usado junto com o GOEP.

Fones de ouvido Bluetooth (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O que pode causar interferência no Bluetooth?

O Bluetooth foi desenvolvido para oferecer conexões estáveis, mas alguns problemas pode interferir em seu funcionamento. Os mais comuns são obstáculos físicos, como paredes ou portas maciças que impedem que um dispositivo alcance o outro. Uma distância longa entre eles também é uma causa frequente.

Entre os demais possíveis problemas com Bluetooth estão aparelhos sem mecanismos ou ajustes contra interferências que operam na faixa de frequência de 2,4 GHz (como um roteador Wi-Fi mal configurado), falhas de alimentação elétrica (como pilhas fracas), drivers desatualizados e até bugs de software.

O Bluetooth é seguro?

O Bluetooth é uma tecnologia segura, de modo geral, mas não é possível garantir que ela esteja 100% livre de problemas de segurança. Uma conexão Bluetooth pode ser usada para ações como o bluesnarfing, que é o roubo de dados de um dispositivo, e o bluejacking, que é o envio de mensagens com links perigosos a um aparelho.

Esses problemas não são comuns. Apesar disso, é recomendável adotar alguns cuidados para reforçar a segurança do Bluetooth, como não se conectar a dispositivos que não sejam seus, manter atualizado o sistema operacional de computadores, celulares e tablets, e excluir conexões que não são mais usadas.

Quais são as aplicações da tecnologia Bluetooth?

O Bluetooth é amplamente utilizado devido à compatibilidade com várias categorias de dispositivos. Suas principais aplicações são:

Transmissão de áudio: o Bluetooth é muito usado para transmitir áudio de celulares, tablets, notebooks e TVs a fones de ouvido e caixas de som;

Transmissão de vídeo: conexões Bluetooth podem ser usadas para transmissão de vídeo de um dispositivo para outro, inclusive em tempo real;

Compartilhamento de arquivos: a tecnologia pode ser usada para que dispositivos baseados em plataformas distintas compartilhem arquivos e ouras informações;

Conexão de acessórios: é comum o uso de Bluetooth para conectar mouse, teclado e outros dispositivos a computadores ou tablets;

Automação residencial: a tecnologia pode conectar dispositivos do lar, como câmeras de segurança, portões eletrônicos, termostatos e lâmpadas inteligentes;

IoT (Internet das Coisas): as versões mais modernas do Bluetooth podem permitem uma comunicação eficiente entre dispositivos residenciais, máquinas industriais, equipamentos médicos, entre vários outros;

Setor automobilístico: é possível usar o Bluetooth para conectar o painel do carro ao celular do usuário ou a sistemas de cidades inteligentes, como os que controlam semáforos de modo dinâmico.

Atalho para ativação de Bluetooth no iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Quais são as vantagens do Bluetooth?

A tecnologia Bluetooth é bem aceita por usuários domésticos e organizações por oferecer numerosas vantagens, como:

Ampla compatibilidade: a tecnologia funciona em muitos dispositivos, estando presente em praticamente todos os notebooks, celulares e tablets atuais;

Múltiplos dispositivos: um equipamento pode ser conectado a mais de um dispositivo via Bluetooth. Um notebook, por exemplo, pode usar a tecnologia para conectar mouse, teclado e fones de ouvido simultaneamente;

Multiplataforma: a tecnologia funciona com numerosos sistemas operacionais, incluindo Windows, macOS, distribuições Linux, Android e iOS;

Fácil utilização: não é difícil conectar dois dispositivos via Bluetooth, embora isso dependa da interface do aparelho que dá origem à conexão. O fato de só ser necessário parear os dispositivos uma vez torna o uso ainda mais fácil;

Baixo consumo de energia: o Bluetooth não é uma tecnologia que demanda muita energia, principalmente nas versões mais modernas ou em dispositivos baseados em Bluetooth Low Energy;

Baixa interferência: uma conexão Bluetooth até pode causar interferência em outros aparelhos ou redes wireless, mas esse não é um problema frequente;

Retrocompatibilidade: um dispositivo baseado em uma versão recente do Bluetooth é compatível com as versões anteriores, existindo poucas exceções.

Quais são as limitações do Bluetooth?

O Bluetooth está sujeito a algumas limitações em relação a outros tipos de conexão sem fio. São elas:

Alcance limitado: o Bluetooth pode alcançar distâncias de 100 metros (ou mais) sob determinadas circunstâncias, mas a maioria das conexões do tipo não passa de 10 metros;

Velocidade de transferência inferior: a taxa de transferência do Bluetooth não é tão elevada quanto as que podem ser atingidas com redes Wi-Fi ou conexões cabeadas;

Risco de interferências: conexões Bluetooth podem causar interferências em outros dispositivos ou redes sem fio. Mas esse não é um problema muito comum e, quando ocorre, geralmente envolve versões antigas da tecnologia;

Preocupações de segurança: existe o risco de conexões Bluetooth serem usadas em negação de serviço e outras formas de ataques, embora a tecnologia seja dotada de numerosos mecanismos de segurança.

O Bluetooth pode alcançar 100 m, mas a maioria dos dispositivos suporta até 10 m (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como surgiu o Bluetooth?

O projeto do Bluetooth teve início em 1989, quando a Ericsson passou a trabalhar em uma tecnologia de rádio de curto alcance. Mas a tecnologia só começou a ser desenvolvida em 1994, época em que a companhia expandiu a ideia para permitir a conexão de acessórios a celulares.

Os trabalhos de desenvolvimento continuaram até a primeira versão do Bluetooth ser apresentada, em 1998. Naquela época, o objetivo de permitir compatibilidade entre dispositivos de diferentes tipos já estava estabelecido.

O primeiro dispositivo Bluetooth foi um headset da Ericsson para celulares anunciado em 1999, sem nome comercial. Os primeiros celulares com a tecnologia foram os modelos Ericsson R520M e Ericsson T39, ambos com Bluetooth 1.0B.

Quem criou o Bluetooth?

O desenvolvimento do Bluetooth começou com Nils Rydbeck, executivo da Ericsson que, em 1989, trabalhava em um projeto de rádio de curto alcance que poderia ser usado em dispositivos como fones de ouvidos sem fio.

A convite de Rydbeck, o engenheiro elétrico Jaap Haartsen começou a trabalhar no desenvolvimento do projeto em 1994. O pioneirismo com a tecnologia fez Haartsen ser considerado o “pai do Bluetooth”.

Quem regula o Bluetooth?

A tecnologia Bluetooth é desenvolvida e promovida pela Bluetooth SIG, organização criada em 1998 pelas companhias Ericsson, Intel, Nokia, Toshiba e IBM. Hoje, a entidade conta com mais de 38 mil empresas afiliadas.

De onde veio o nome Bluetooth?

O termo “Bluetooth” é uma referência a Harald Gormsson, rei que unificou as regiões da Dinamarca e Noruega em 958. Ele era conhecido como Harald Bluetooth (Harald Dente Azul) por ter um dente morto de cor azulada.

A unificação promovida pelo rei inspirou Jim Kardach, membro da Intel que participava do projeto, a sugerir o nome “Bluetooth” para a tecnologia, pois o objetivo daquele trabalho era criar um padrão que unificasse computadores e celulares, como explica a Bluetooth SIG.

Bluetooth era para ser um nome temporário, mas se tornou oficial, tanto que o logotipo da tecnologia consiste na junção de runas que representam as iniciais de Harald.

Devo deixar o Bluetooth do celular sempre ligado?

Deixar o Bluetooth sempre ativado em seu celular, tablet ou computador traz conveniência e praticidade. Essa medida permite conectar fones de ouvido e outros acessórios rapidamente ao equipamento, inclusive de modo automático, se o pareamento tiver sido realizado em outra ocasião.

Mas desativar o Bluetooth quando a tecnologia não estiver em uso é uma boa medida de segurança, pelo menos em lugares públicos. Trata-se de uma forma de evitar que dispositivos de terceiros tentem se conectar ao seu equipamento.

Essa medida também pode ser útil para reduzir o consumo de energia pelo aparelho, ainda que a economia proporcionada costume ser modesta.

Bluetooth ativado em um Galaxy Z Fold 4 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Posso compartilhar internet via Bluetooth?

É possível compartilhar um acesso à internet usando Bluetooth. Esse procedimento é chamado de tethering e faz o dispositivo que dá origem à conexão funcionar como um hotspot Bluetooth.

Rotear internet pelo Bluetooth é uma ação que pode ser feita com certa facilidade, tanto em celulares Android quanto em iPhones. É claro que, se o acesso à internet tem origem em conexões 4G ou 5G, o compartilhamento levará ao consumo da franquia do plano de dados contratado.

O Bluetooth consome muita bateria?

O Bluetooth não é uma tecnologia que drena a bateria, ainda mais se a versão em uso for a 4.0 ou superior. Algum impacto na autonomia só costuma ser percebido em aparelhos com baterias de baixa capacidade ou desgastadas pelo tempo de uso.

Em dispositivos muito pequenos, como fones intra-auriculares, a tecnologia Bluetooth LE ajuda a reduzir o consumo de energia. Em equipamentos com alguma versão do Bluetooth clássico, o gasto de energia pela tecnologia tende a ser maior, mas não a ponto de o seu desligamento proporcionar uma grande economia.

Bluetooth ou Wi-Fi: qual conexão consome mais bateria?

O Bluetooth foi desenvolvido para consumir baixas quantidades de energia por ser direcionado a dispositivos equipados com baterias. Já conexões Wi-Fi tendem a demandar mais energia por priorizar a potência do sinal, alta taxa de transferência de dados e amplo alcance geográfico.

Mas essa comparação depende das circunstâncias. As características de uma rede Wi-Fi podem ser ajustadas, reduzindo o consumo de energia. Além disso, fatores como modo de espera, uso em segundo plano e tempo de atividade podem fazer tanto o Bluetooth quanto o Wi-Fi consumirem mais ou menos energia.

Qual é a diferença entre Bluetooth clássico e Bluetooth Low Energy?

O Bluetooth clássico é uma tecnologia para comunicação entre dispositivos dos mais diversos portes e finalidades de uso, como celulares, caixas de som e headsets.

Já o Bluetooth Low Energy (BLE), também chamado de Bluetooth Smart, surgiu com o lançamento do Bluetooth 4.0. Trata-se de uma variação da tecnologia focada em baixo consumo energético e, portanto, direcionada a dispositivos com baterias pequenas, como relógios e pulseiras inteligentes.
Bluetooth: o que é, como funciona e quais são versões da tecnologia?

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Fonte: Tecnoblog

Amazon lança Echo Show 5 (3ª Geração) no Brasil; saiba o preço

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A Amazon anunciou o lançamento do Echo Show 5 (3ª Geração) no mercado brasileiro pelo preço sugerido de R$ 649. O dispositivo é ofertado nas cores preta e branca. Trata-se de uma caixinha smart com Alexa, porém turbinada com uma tela para exibição de informações. As vendas começaram hoje mesmo.

Amazon Echo Show (3ª Geração) tem processador da MediaTek (Imagem: Divulgação/Amazon)

Ocorreram avanços em relação ao Echo Show 5 (2ª Geração). Por exemplo, o áudio está aprimorado, com vocais mais nítidos e graves mais potentes, de acordo com a fabricante.

Também vale destacar a inclusão de um microfone adicional, o que tende a facilitar a comunicação com a Alexa. Ao todo, são três no corpo do dispositivo.

Destaques tecnológicos do Echo Show 5 (3ª Geração)

Também chamado de Echo Show 5 (2023), o novo dispositivo traz display de 5,5 polegadas com resolução de 960 x 480 pixels. Nele é possível visualizar informações básicas a partir do comando dado à assistente virtual. A previsão do tempo, por exemplo, inclui gráficos e ilustrações sobre as condições meteorológicas.

A Amazon destaca o uso do processador MediaTek MT 8169 B. Toda. a parte de inteligência artificial fica sob o guarda-chuva do Amazon AZ2 Neural Edge.

Tecla física de privacidade está presente em diversos dispositivos com Alexa (Imagem: Divulgação/Amazon)

O modelo conta ainda com câmera integrada de 2 megapixels. É muito pouco para tirar fotos, mas também é um mecanismo adicional de segurança. Dá para abrir o aplicativo da Alexa no telefone e saber como estão os familiares ou pets. Ela também pode ser usada para videochamadas com os amigos.

Diversas opções para os clientes

O gerente geral de dispositivos Amazon no Brasil, Jacques Benain, declarou em nota divulgada à imprensa que a empresa quer oferecer opções variadas de assistentes com tela para que os clientes “aproveitem as funcionalidades de forma mais interativa e visual”.

Amazon ressalta caráter mais visual da linha Echo Show (Imagem: Divulgação/Amazon)

Não por acaso, o portfólio da Amazon no país inclui Echo Show 8 (2ª Geração), Echo Show 10 (3ª Geração) e Echo Show 15. A numeração logo após do nome do aparelho indica o tamanho do display. Os valores variam entre R$ 649 e R$ 1.999.

A fabricante optou por continuar vendendo o Echo Show 5 (2ª Geração) por R$ 599. Como em tudo no universo da Amazon, assinantes do Prime têm desconto e frete grátis.
Amazon lança Echo Show 5 (3ª Geração) no Brasil; saiba o preço

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Fonte: Tecnoblog

Apple Watch X pode trazer grandes mudanças em tela e design

Apple Watch X pode trazer grandes mudanças em tela e design

Em setembro, o Apple Watch Series 9 será apresentado pela empresa, provavelmente trazendo apenas melhorias incrementais ao modelo de 2022. As maiores mudanças devem estar reservadas para 2024 ou 2025: a Apple prepara o Apple Watch X, que pode representar a maior mudança da linha de smartwatches da marca desde seu início, em 2014.

Apple Watch Series 8 (Imagem: Reprodução / Apple)

As informações são do jornalista Mark Gurman, que faz uma cobertura especializada da Apple na Bloomberg. Segundo ele, os designers que estão trabalhando no Apple Watch X preparam um dispositivo mais fino, com novos encaixes para pulseiras.

Este último ponto pode parecer besteira, mas não é. Quem trabalha no na empresa diz que o encaixe das pulseiras toma um espaço considerável, que poderia ser usado para aumentar a bateria ou outros componentes.

Por isso, um encaixe magnético de pulseiras pode estar a caminho — e talvez não fique pronto nem para o Apple Watch X, mas para um modelo futuro.

Outra mudança é nas telas: a tecnologia de microLED pode substituir a OLED atual, com melhorias em cores e qualidade de imagem. O monitoramento da pressão sanguínea é mais uma novidade que vem sendo preparada.

O uso do X para marcar dez anos de lançamento ou dez edições não é novo na Apple. Em 2017, o iPhone X foi apresentado junto ao iPhone 8, trazendo mudanças que se mantém até hoje, como bordas mínimas e o Face ID.

Ciclo de lançamento do Apple Watch pode ser mais longo

A ideia de fazer um grande update na décima versão do smartwatch contrasta com o ciclo de atualizações dos últimos anos.

O Apple Watch Series 8 teve como principal diferença o sensor de temperatura corporal.

Antes disso, o Watch Series 7 trouxe uma tela maior, enquanto o Series 6 acrescentou um chip mais rápido e um sensor de saturação de oxigênio. Já o design mudou pouco desde o Watch Series 4.

São diferenças pequenas, que dificilmente convencem quem comprou o modelo do ano passado a trocar. Por outro lado, o modelo Ultra inaugurou um novo segmento, com recursos voltados para esportes de aventura — e o dobro do preço do modelo padrão.

A Apple vem lançando um Watch por ano desde a estreia da linha, em 2014. Internamente, a empresa discute se faz sentido continuar com esse ritmo.

Como lembra Gurman, o iPad também era assim, mas passou a adotar um calendário de novos modelos mais espaçado, como 18 meses ou mais entre lançamentos.

Com informações: Bloomberg
Apple Watch X pode trazer grandes mudanças em tela e design

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Fonte: Tecnoblog