Category: Gadgets

O tablet em declínio

O tablet em declínio

Em 2023, o mercado de tablets sofreu um baque. Os maiores players do segmento tiveram quedas significativas nas vendas, que registraram o menor volume desde 2011. Parte do motivo desse declínio é econômico, mas a questão vai muito além disso, levantando dúvidas sobre a relevância do formato num cenário em que smartphones já conseguem fazer tanta coisa.

O tablet em declínio (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

No episódio de hoje, conversamos sobre o que anda acontecendo no mercado de tablets. Teriam eles se tornado produtos de nicho, ou será que sempre tiveram essa característica? E, entre as principais empresas que ainda apostam no formato, quais são os destaques e o que ainda deixa a desejar? Dá o play e vem com a gente!

Participantes

Thiago Mobilon

Thássius Veloso

Josué de Oliveira

Paulo Barba

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Créditos

Produção: Josué de Oliveira

Edição e sonorização: Ariel Liborio

Arte da capa: Vitor Pádua

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O tablet em declínio

O tablet em declínio
Fonte: Tecnoblog

Apple Vision Pro: alguns compradores decidiram devolver o aparelho

Apple Vision Pro: alguns compradores decidiram devolver o aparelho

Apple Vision Pro na sede da Apple nos Estados Unidos (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Duas semanas após o início de suas vendas, alguns clientes estão devolvendo o Apple Vision Pro. O headset VR da Apple, que tem preço inicial de US$ 3.499 (R$ 17.390 em conversão direta), chegou com grande alarde, ótimos recursos e hardwares, mas não é um produto para todos. E não estamos falando do custo, mas sim do fato de que sua usabilidade ainda é bem limitada.

Nas redes sociais, os consumidores relataram os seguintes motivos para a devolução:

Peso

Desconforto

Problemas de visão

Falta de utilidade

Por que clientes estão devolvendo o Apple Vision Pro

Já pensou trabalhar duas horas com headset de aproximadamente 650 g pesando a sua cabeça para baixo? (Imagem: Divulgação/Apple)

Vamos aprofundar a lista de motivos que levou alguns clientes a devolverem o Apple Vision Pro. Começando pelo peso e desconforto, o Vision Pro possui pouco mais de 600 g, sem contar a bateria, que é externa, e tem 353 g. Esse valor é por volta de 100 g a mais do que o Meta Quest 3.

Os usuários do headset VR da Apple dizem que o centro de gravidade está na frente do visor. Isso significa que, caso você consiga ficar usando o Vision Pro por duas horas (capacidade da bateria), seu pescoço ficará empurrando a cabeça para trás (para compensar o peso do headset empurrando-a para baixo). Isso acaba gerando um sintoma da síndrome da visão do computador.

Outro incômodo é usar o produto com uma bateria externa. Caso o consumidor decida se mover com o Apple Vision Pro, ele precisa levar a bateria consigo, seja no bolso ou na mão — cuidado com o fio. Há ainda clientes que reclamaram da faixa de suporte para cabeça.

As reclamações de sintomas de visão não são exclusivas do Apple Vision Pro. Relatos de cansaço na vista, vermelhidão e até rompimento de vaso são comuns entre usuários de headsets VR (que, lembrando, existem há anos). O usuário fica um bom tempo com telas a centímetros de distância dos olhos e ainda pisca menos.

The Verge criou simulação de como realmente é a visão do Vision Pro fora da captura de tela. Alguns clientes reclamaram dessa resolução levemente borrada e cortada (Imagem: Reprodução/The Verge)

Essa situação é um lado negativo do ótimo marketing da Apple. Ela conseguiu encantar diversas pessoas que nunca se interessaram por realidade virtual. No entanto, parafraseando o “glass is glass” do JerryRigEverything, o Apple Vision Pro ainda é um headset VR. Ele terá os mesmos problemas dos seus concorrentes.

A falta de utilidade também levou alguns clientes a devolverem o produto, vendido nos Estados Unidos por a partir de US$ 3.499. Mesmo com uma biblioteca de mais de mil apps e 150 filmes preparados para o Vision Pro, uma parte dos usuários não vê valor no produto — e não falamos do preço. O headset segue no ecossistema fechado da Apple, o que te impede de, por exemplo, de jogar um título AAA de corrida. Contente-se com Fruit Ninja VR.

Essas reclamações não devem ser surpresa para a Apple. A própria equipe responsável pelo Vision Pro acredita que levará quatro gerações para que ele alcance o nível de maturidade almejado. Os hardwares são bons, mas não adianta uma Ferrari se for para rodar em estrada de terra. No mais, mesmo que o rival Meta Quest 3 seja 7x mais barato e com mais recursos, ambos são produtos nichados e que não resolvem nenhum problema do usuário comum.

Com informações: The Verge e Business Insider
Apple Vision Pro: alguns compradores decidiram devolver o aparelho

Apple Vision Pro: alguns compradores decidiram devolver o aparelho
Fonte: Tecnoblog

Youtuber destrói tela do Apple Vision Pro em teste de durabilidade

Youtuber destrói tela do Apple Vision Pro em teste de durabilidade

Apple Vision Pro passa por um teste “rigoroso” e é desmontado por youtuber (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O canal do Youtube JerryRigEverything fez um teste de durabilidade com o Apple Vision Pro, novo headset VR da big tech. No vídeo, o apresenador Zack Nelson verificou a resistência da tela externa, riscou tudo o que podia com um canivete e até colocou fogo na faixa de suporte. O teste mostrou que o produto é durável e que o chassi é forte para impedir que ele seja dobrado ao meio.

Com preço inicial de US$ 3.499 (R$ 17.410 em conversão direta), é até doloroso ver o Apple Vision Pro sendo destruído. Nelson começa pelo teste de dureza de Mohs, o mesmo feito na proteção Glass Armor na tela do Galaxy S24 Ultra. A Apple anuncia em seu site que o material é “vidro laminado”.

No entanto, os primeiros riscos surgem no nível 3 do teste, indicando que a tela externa possui uma primeira camada de plástico. A parte de vidro laminada está embaixo desta. Como mostra Nelson, remover as telas da parte exterior é uma tarefa complicada (e custa US$ 799). A remoção causou pequenas fraturas nas bordas.

Apple Vision Pro tem conserto difícil

O foco do vídeo do Zack Nelson não é falar da reparabilidade do Apple Vision Pro, mas o youtuber destaca a dificuldade de acessar os componentes internos do headset. Para visualizar os primeiros parafusos, é necessário remover a parte acolchoada (que parece ser fácil de rasgar) e depois o plástico que está por baixo.

Destrinchar o aparelho demanda remover vários parafusos de dois tipos diferentes. As câmeras externas, responsáveis por realizar o efeito de passthrough (na qual você consegue ver o ambiente enquanto utiliza o Vision Pro), estão alocadas em um mesmo módulo. Ou seja: se uma estragar, é necessário trocar todo o módulo.

Nelson também testou o quão inflamável é o suporte para cabeça. O material usado pela Apple demora para pegar fogo e, nos primeiros testes, a pequena chama se apagou sozinha. Depois, o youtuber forçou a barra e deixou o isqueiro queimando por mais tempo. Aí um sopro precisou apagar tudo.

Pequena chama na faixa de suporte do Vision Pro se apaga sozinha durante teste (Imagem: Reprodução/JerryRigEverything)

Os processadores do Apple Vision Pro, o Apple M2 e o dedicado Apple R1, são acessados pela parte externa. A parte de reparabilidade é foco do iFixit — que desmonta o Vision Pro com muito mais cuidado. Pelo que podemos analisar, acessar os SoCs por um lado e as lentes por outro é uma vantagem (ainda que existam dezenas de parafusos e cabos).

Caso o reparo seja feito na parte do hardware, o profissional pode abrir apenas a tela externa. Mas se o problema for no visor, é só acessar os componentes pela parte interna do Vision Pro — que tem uma remoção mais fácil. Será interessante ver o dia em que as lojas de terceiros começarem a reparar o Apple Vision Pro

Com informações: AndroidHeadlines
Youtuber destrói tela do Apple Vision Pro em teste de durabilidade

Youtuber destrói tela do Apple Vision Pro em teste de durabilidade
Fonte: Tecnoblog

TVs da Samsung perdem suporte ao Google Assistente

TVs da Samsung perdem suporte ao Google Assistente

TV Samsung Neo QLED QN90B, lançada em 2022, tinha Google Assistente (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

As TVs da Samsung não vão mais contar com o Google Assistente a partir de 1º de março. Segundo a fabricante, a remoção é resultado de uma mudança nas políticas no Google. Sem o recurso, os consumidores ainda poderão contar com o Bixby, da própria marca sul-coreana, e a Alexa, da Amazon.

O Tecnoblog entrou em contato com a Samsung Brasil, que confirmou a retirada. Esta é a resposta oficial:

A partir de 1º de março de 2024, o serviço Google Assistant não estará mais disponível nos modelos de TV Samsung 2023 ou anteriores. Os modelos de TV 2023 continuarão a suportar o assistente proprietário da marca, o Samsung Bixby, e também a Amazon Alexa, garantindo acesso a serviços de voz efetivos e consistentes para todos os usuários.

O site Android Police relata que donos de TVs da Samsung lançadas em 2023 reclamaram da falta do Google Assistente. O recurso esteve presente em modelos lançados entre 2020 e 2022.

Google Assistente estava nas TVs da Samsung desde 2020 (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Mesmo quem tinha acesso à tecnologia não estava satisfeito: consumidores contam que o processo de configuração do Assistente não funcionava corretamente. Para conseguir concluir, era preciso acessar a conta do Google pelo navegador da TV.

Planos do Google para Assistente não estão claros

Não se sabe qual é exatamente a mudança das políticas do Google que levou à retirada do Assistente das TVs da Samsung. O Android Police especula que isso pode ter relação com as iniciativas de inteligência artificial da empresa.

Segundo rumores, o Assistente usado hoje pode ser substituído por um novo, chamado Gemini e equipado com IA generativa. Além disso, a empresa cancelou 17 funções do Assistente, por considerar que elas eram pouco utilizadas pelos consumidores.

Por outro lado, o 9to5Google lembra que as TVs da LG oferecem o Google Assistente desde 2018 e não há sinais de que ele será removido dos aparelhos. Na CES 2024, as duas empresas anunciaram que o webOS, sistema operacional das TVs da LG, terá compatibilidade com o Chromecast.

Com informações: Android Police, 9to5Google
TVs da Samsung perdem suporte ao Google Assistente

TVs da Samsung perdem suporte ao Google Assistente
Fonte: Tecnoblog

HP Smart Tank 581: a multifuncional tanque de tinta que é fácil de usar e econômica

HP Smart Tank 581: a multifuncional tanque de tinta que é fácil de usar e econômica

Impressora multifuncional HP Smart Tank 581 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Contratos, ingressos comprados online, trabalhos acadêmicos, cartazes, enfim, motivos para ter uma impressora em casa não faltam. Mas é preciso ter um modelo que combine preço acessível com alta qualidade de impressão. Neste ponto, a multifuncional HP Smart Tank 581 se destaca.

O equipamento tem tanques que armazenam mais tinta do que os tradicionais cartuchos. Por isso, você pode imprimir mais e gastar menos com insumos. Além disso, a HP Smart Tank 581 tem um scanner que faz digitalização e cópias rápidas, e se conecta ao seu computador, tablet ou celular via Wi-Fi.

Tanque de tinta: imprima mais, gaste menos

Assim que a embalagem da HP Smart Tank 581 é aberta, você se depara com cinco garrafas de tinta originais HP:

1 ciano com 50 ml

1 magenta com 50 ml

1 amarela com 50 ml

2 pretas com 135 ml

A ideia é simples: despeje o conteúdo de cada garrafa em seu respectivo tanque na impressora. Quando uma cor acabar, basta adquirir outra garrafa daquela tinta para reabastecer o compartimento.

Na Smart Tank 581, a HP tomou o cuidado de colocar duas garrafas de tinta preta na caixa do produto, afinal, essa é a cor que mais usamos nas impressões.

O generoso kit de tintas da Smart Tank 581 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Abastecimento de tinta sem sujeira

Há quem se preocupe em deixar a tinta cair ao abastecer a impressora. Não é o caso aqui. Na Smart Tank 581, você só precisa levantar a tampa de cada tanque, encaixar a garrafa da tinta correspondente e aguardar a recarga ser feita. A HP implementou uma proteção no bocal da garrafa para evitar vazamento durante o encaixe.

Não se preocupe em apertar a garrafa para a tinta sair. Só é preciso encaixar a ponta da garrafa na abertura do tanque fazendo um pouquinho de força e esperar a tinta descer.

Indicadores na frente da impressora mostram o nível de tinta de cada tanque. Assim, fica fácil saber o momento da recarga. A Smart Tank 581 também avisa por notificação no computador ou celular quando o estoque de uma tinta fica baixo.

O reabastecimento de tinta é rápido e fácil na Smart Tank 581 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

HP Smart Tank 581 imprime até 12.000 páginas

Não é exagero. Você pode mesmo imprimir muitas páginas com a Smart Tank 581. A HP explica que o kit de tintas que acompanha a impressora é suficiente para imprimir até 12.000 páginas em preto ou até 6.000 páginas em cores.

Além do popular papel em tamanho A4, o equipamento imprime em papel B5, A6, envelope DL e ofício. E, se você precisar imprimir fotos, tudo bem: papéis fotográficos de até 300 g/m² também são suportados.

Conecte via Wi-Fi e comande tudo pelo app

A HP Smart Tank 581 é compatível com Wi-Fi e Wi-Fi Direct. Isso significa que você pode conectar o equipamento ao seu computador, celular ou tablet sem se preocupar com cabos.

Além disso, você pode utilizar o aplicativo HP Smart, disponível para Android e iOS, para imprimir direto do celular.

Suponha que você tirou uma foto com seus amigos com o smartphone e queira enviar uma cópia impressa a eles. Com o HP Smart, você só precisa selecionar a imagem e mandar imprimir.

O app também permite configurar a multifuncional, checar o status das tintas, digitalizar documentos e realizar tarefas inteligentes, como enviar uma imagem digitalizada diretamente para o seu e-mail.

Para completar, o Wi-Fi da impressora tem função de autorreparo, que detecta e soluciona problemas de conectividade para manter o equipamento sempre pronto para uso.

Mas se você precisa conectar seu computador à impressora por cabo, sem problemas: a HP Smart Tank 581 tem porta USB tipo B.

Visual que combina com o ambiente e design funcional

A Smart Tank 581 se destaca ainda pelo visual sóbrio, que a faz se adaptar bem a praticamente qualquer ambiente. A impressora tem estrutura na cor cinza e tampa do scanner em um tom um pouco mais claro.

O design é bastante funcional. Os tanques de tinta foram posicionados no lado esquerdo do equipamento, com a saída das folhas impressas ficando no centro. Os botões, como o de liga/desliga, também foram posicionados à esquerda, mas na parte superior, ao lado do scanner.

A bandeja de entrada de papel fica na parte traseira e é retrátil, o que facilita o armazenamento da impressora. Ela tem capacidade para até 100 folhas.

Já os tanques de tinta podem ser acessados abrindo a parte frontal da Smart Tank 581. O procedimento é fácil, basta deslocar a tampa frontal para baixo. Ao fazê-lo, as aberturas dos tanques ficam visíveis imediatamente.

A HP Smart Tank 581 tem design sóbrio e funcional (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Outros destaques da HP Smart Tank 581

Os atributos da Smart Tank 581 não terminam aí. Outros destaques do equipamento da HP incluem:

Digitalização fácil: você pode usar o scanner do equipamento para digitalizar documentos, panfletos e outros impressos, e controlar todo o processo pelo aplicativo HP Smart;

Cópias de documentos: precisa tirar cópia de um documento como o RG? É só colocá-lo na base de digitalização e pressionar o botão de cópia (Copy ID). A HP Smart Tank 581 vai fazer uma cópia frente e verso em uma única folha, sem complicações;

Garantia de até dois anos: a Smart Tank 581 tem um ano de garantia complementada por mais um ano via HP Care Pack*;

Sustentabilidade: a HP Smart Tank 581 é feita com 45% de plástico reciclado;

Conectividade: a HP Smart Tank 581 possui Wi-Fi com autorreparo que detecta e soluciona problemas de conectividade para manter sua impressora pronta e conectada.

Centralizado, o botão Copy ID da Smart Tank 581 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

*Garantia padrão de 1 ano, em conjunto com a garantia complementar HP Care Pack de 1 ano, mediante registro em até 60 dias corridos a partir da compra da sua impressora, e confirmação no site: www.hp.com/go/promocaocarepack.
HP Smart Tank 581: a multifuncional tanque de tinta que é fácil de usar e econômica

HP Smart Tank 581: a multifuncional tanque de tinta que é fácil de usar e econômica
Fonte: Tecnoblog

Exclusivo: Hisense lançará TVs no Brasil e quer tomar o lugar da LG

Exclusivo: Hisense lançará TVs no Brasil e quer tomar o lugar da LG

Hisense demonstra TV de 110 polegadas durante a CES 2024 (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Hisense prepara o lançamento de TVs no Brasil. Ela articula vendas com Casas Bahia, Fast Shop, Carrefour e Amazon.
A empresa almeja a segunda posição no mercado, atualmente ocupada pela LG.
O diretor comercial Fábio Kuada diz que o Brasil é o segundo maior mercado de TVs nas Américas e tem grande potencial de crescimento.
O presidente da Hisense no país prometeu TVs com “preços acessíveis” em entrevista ao Tecnoblog.
São esperadas smart TVs de 32 a 110 polegadas. Algumas terão sistema Vidaa OS e as mais sofisticadas contarão com Android TV.
Detalhes de modelos e preços ainda não foram divulgados. O lançamento oficial é esperado entre abril e maio.

Os preparativos da gigante chinesa Hisense para lançar TVs próprias no Brasil seguem a todo vapor. A companhia está articulando as vendas com parceiros comerciais do porte de Casas Bahia, Fast Shop, Carrefour e Amazon. Na estratégia de médio prazo, a empresa acredita que conseguirá ocupar a segunda posição do mercado, que atualmente pertence à LG. Ficaria, portanto, atrás apenas da Samsung.

O diretor comercial Fábio Kuada me explicou que o Brasil tem o segundo maior mercado de TVs do continente americano, logo depois dos Estados Unidos. Há muito espaço para crescimento, na visão dele. A Casas Bahia deverá ter papel crucial no desenvolvimento de estratégias de comercialização dos produtos.

Não custa lembrar: o presidente da Hisense no Brasil revelou os planos iniciais numa entrevista exclusiva ao Tecnoblog. Ele prometeu “preços acessíveis”.

Controle remoto de TV Hisense com sistema Vidaa OS (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

De olho na LG

O assunto segue rendendo. De acordo com Kuada, a Hisense tradicionalmente ocupa a segunda posição nos países em que atua. Ele acredita que a situação brasileira seguirá este mesmo caminho.

Estão previstos os lançamentos de smart TVs dos mais variados tamanhos, desde 32 até 110 polegadas. Várias delas terão sistema Vidaa, da própria Hisense. Os itens mais caros e sofisticados contarão com Android TV.

@tecnoblog As TVs da Hisense chegarão ao Brasil por preços acessíveis, promete o presidente da empresa. Com exclusividade ao Tecnoblog, o executivo da companhia revelou que está acertando os últimos detalhes para que os produtos desembarquem no país entre abril e maio. Todas as TVs de tela grande terão garantia de dois anos, um diferencial em relação a outras marcas no mercado. O que acha da novidade? Veja a matéria completa e mais detalhes em tecnoblog.net #tvs #smartvs #hisense #ces #ces2024 #techtok #technology #tecnologia ♬ som original – Tecnoblog

A Hisense por ora não detalhou os modelos nem os preços no Brasil. A expectativa é de que ela realize um evento oficial de lançamento nos próximos meses. As TVs devem chegar às lojas entre abril e maio, caso os planos atuais se concretizem.

Pelo menos um modelo está certo de vir para cá: a Hisense A4N, com tela de 32 ou 43 polegadas. O site oficial da Hisense passou a mostrar o produto, dizendo ainda que a chegada dela será “em breve”.

Site oficial mostra a Hisense A4N (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

Estratégia de marketing

A diretora de marketing Thaís Nogueira contou que a Hisense se apóia principalmente nos esportes para divulgar suas mensagens. Ela tem parceria com a NBA, principal liga de basquete dos Estados Unidos, e patrocina a Eurocopa, da Uefa, que acontece entre junho e julho de 2024.

A executiva revelou planos de contratar alguma personalidade do mundo desportivo para ser o embaixador ou a embaixadora da marca por aqui. O martelo ainda não foi batido.
Exclusivo: Hisense lançará TVs no Brasil e quer tomar o lugar da LG

Exclusivo: Hisense lançará TVs no Brasil e quer tomar o lugar da LG
Fonte: Tecnoblog

Apple Vision Pro: parte dos apps são versões para iPhone e iPad

Apple Vision Pro: parte dos apps são versões para iPhone e iPad

Apple Vision Pro terá mais de 1 milhão de apps no lançamento, mas alguns vindo direto do iPhone e iPad (Imagem: Divulgação/Pavel Durov)

Uma parte dos aplicativos do Apple Vision Pro são versões oriundas do iPhone e iPad, sem grandes modificações. De acordo com o jornalista Mark Gurman, especialista em cobrir a Apple, até mesmo apps feitos pela empresa, como o Podcast e Calendário, foram portados para rodar no visionOS, sistema operacional do Apple Vision Pro. O headset, segundo a Apple, terá mais de 1 milhão de apps no lançamento.

De fato, alguns aplicativos não precisam de grandes modificações ou efeitos de realidade virtual para serem mais imersivo. O Lembretes ou Calendário, por exemplo, são ferramentas de utilidade e o usuário, provavelmente, quer usar esses apps de modo mais direto. Basta abrir, ver as tarefas do dia e pronto.

Porém, os early adopters do Apple Vision Pro precisam ficar atentos para não se decepcionarem com a ausência de imersão em alguns aplicativos — seja algum da Apple ou desenvolvido por terceiros. Tal qual o ato de comprar um console logo na estreia, o usuário terá poucos app focados para tirar o máximo do Apple Vision Pro. Por outro lado, as demonstrações indicam que a Apple investiu pesado no uso para entretenimento — e estúdios adultos terão sua chance no headset.

Apple Vision Pro chegará com grande foco em entretenimento (Imagem: Divulgação/Apple)

Taxa da Apple desmotiva desenvolvedores

Segundo Gurman, um dos motivos para a falta de apps dedicados ao Apple Vision Pro e visionOS é a combinação da taxa 30% da Apple e baixa unidades produzidas. É especulado que a big tech terá 80 mil unidades à vende a nesse primeiro período.

Em comparação, o iPhone 14 Pro Max vendeu 26,5 milhões de unidades só no primeiro semestre de 2023. Por mais que a taxa seja alta, produzir um app para o iPhone ou iPad compensa pelo tamanho de mercado, o desenvolvedor recupera o investimento e consegue lucrar. E ainda que agora seja possível driblar a taxa, anunciando canais de vendas de terceiros, sempre haverá o público que prefere comprar ou assinar um aplicativo pela App Store.

Apple Vision Pro sem Netflix, Spotify, YouTube e outros

Algumas baixas do visionOS no lançamento será a ausência do app da Netflix, Spotify e YouTube. As empresas não chegaram a dar um motivo para não lançar aplicativos para o Apple Vision Pro.

Existem algumas possibilidades, como esperar para ver se headset será um sucesso ou o fato de serem rivais da Apple em alguns segmentos. A Meta também não lançará aplicativos das suas redes sociais para o Vision Pro — aqui fica difícil não dizer que a concorrência é o motivo.

Com informações: The Verge e Bloomberg
Apple Vision Pro: parte dos apps são versões para iPhone e iPad

Apple Vision Pro: parte dos apps são versões para iPhone e iPad
Fonte: Tecnoblog

Apple Vision Pro já pode ser comprado; versão mais cara custa US$ 3.899

Apple Vision Pro já pode ser comprado; versão mais cara custa US$ 3.899

Pré-venda do Apple Vision Pro começou nesta sexta-feira (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A pré-venda do Apple Vision Pro começou nesta sexta-feira, às 10h. Clientes interessados no headset de “spatial computing”, termo usado pela Apple, já podem realizar o pedido no site da big tech. As entregas e vendas nas Apple Store americanas começam no dia 2 de fevereiro.

Vamos relembrar: por enquanto, a Apple só venderá o Apple Vision Pro nos Estados Unidos. A compra do headset exige que o cliente visite uma loja física da empresa para realizar algumas medidas e uma consulta com optometrista, que ajustará as lentes de correção para usar o produto.

O preço inicial é de US$ 3.499 (R$ 17.062,52 em conversão direta) para o modelo com 256 GB. A versão mais cara, com 1 TB, sai por US$ 3.899 — R$ 19.142,92. Já o Apple Vision Pro de 512 GB custa US$ 3.699, ou R$ 18.160,98.

Vision Pro estreia com mais de 150 filmes 3D e sem alguns apps

Apple Vision Pro possui recurso Apple Immersive para dar mais imersão na hora de assistir a um conteúdo (Imagem: Divulgação/Apple)

Os primeiros clientes do Apple Vision Pro poderão assistir mais de 150 filmes e séries compatíveis com 3D. Além disso, alguns títulos terão suporte para a Apple Immersive, um formato de vídeo em 180º, 3D e com resolução 8K — como indica o nome, para entregar a melhor imersão possível para o usuário.

No entanto, alguns aplicativos bem populares, como Netflix, Spotify e Youtube, não terão aplicativo dedicado para o Apple Vision Pro nesse lançamento. É especulado que a Meta também não criou apps para o visionOS, sistema operacional do headset da Apple.

Para alguns, a recusa dessas companhias em lançar aplicativos dedicados para o Apple Vision Pro está ligado ao fato de serem rivais da Apple em alguns mercados: streaming de música e vídeo (casos da Netflix, Spotify e YouTube) e de headsets VR — caso da Meta.

Alguns rumores apontam que o Apple Vision Pro será lançado para mais três países ainda neste primeiro semestre. Canadá, China e Reino Unido são cotados como as primeiras nações fora dos EUA a receber o headset.
Apple Vision Pro já pode ser comprado; versão mais cara custa US$ 3.899

Apple Vision Pro já pode ser comprado; versão mais cara custa US$ 3.899
Fonte: Tecnoblog

Apple Vision Pro contará com mais de 150 filmes e séries em 3D, mas sem Netflix

Apple Vision Pro contará com mais de 150 filmes e séries em 3D, mas sem Netflix

Apple Vision Pro contará com uma boa quantidade de filmes e séries 3D no seu lançamento (Imagem: Divulgação/Apple)

O Apple Vision Pro será lançado já com uma biblioteca de mais de 150 filmes e séries em 3D. Os primeiros compradores do Vision Pro, que chegará às lojas no dia 2 de fevereiro, terão no lançamento a oportunidade de aproveitar um dos diferenciais do produto, assistir filmes e séries de modo mais imersivo. No entanto, a Netflix não lançará um app para o headset.

Entre os streamings que terão conteúdos compatíveis com o recurso 3D logo no lançamento está o Disney+. Os usuários também poderão visualizar filmes e séries em 3D através do Apple TV. O filme Duna, Avatar: O Caminho das Águas, Homem-Aranha no Aranhaverso e Super Mario Bros.

Alguns filmes, séries e documentários como Prehistoric Planet (original da Apple) e Wild Life, estarão disponíveis no formato Apple Immersive. Este formato entrega vídeos em 180º, 3D e resolução 8K.

Vários streamings no lançamento, menos a Netflix

Demonstração do Apple Vision Pro durante a WWDC 2023 com o filme Napoleão, disponível na Apple TV (Imagem: Divulgação/Apple)

A Apple não revelou quais outros serviços de streaming contarão com filmes e séries 3D no lançamento do Apple Vision Pro. No entanto, já sabemos quais streamings terão apps para o headset já no dia 2 de fevereiro e que a Netflix não mexeu um dedo para isso. Além do já citado Disney+, o Vision Pro terá no lançamento os streamings da ESPN, HBO Max, Discovery+, Prime Video, Red Bull TV e Crunchyroll — para citar só aqueles que estão disponíveis no Brasil, ainda que o ESPN integre o Star+.

Quem quiser assistir a Netflix no Vision Pro terá que fazer um método bem conhecido: abrir o navegador, entrar na conta e visualizar os conteúdos por lá. Bem, dos males, os menores, não é mesmo? Afinal, você ainda pode dar um jeito de ver o streaming. Porém, ao não criar um app para o Vision Pro, os usuários não poderão baixar conteúdos para ver offline e nem usar o Modo Viagem (Travel Mode).

Pelo que apuramos, o Travel Mode, não é compatível com navegadores. Este recurso é voltado para que os usuários assistam streamings com menos distrações em viagens de avião. Para isso, ele ativa uma espécie de plano de fundo que esconde o seu redor, evitando que a aeromoça com o carrinho ou um passageiro no corredor tire a sua atenção do filme ou série.

Com informações: Bloomberg e TechCrunch
Apple Vision Pro contará com mais de 150 filmes e séries em 3D, mas sem Netflix

Apple Vision Pro contará com mais de 150 filmes e séries em 3D, mas sem Netflix
Fonte: Tecnoblog

Anatel homologa acessório da Motorola para mensagens via satélite em smartphones

Anatel homologa acessório da Motorola para mensagens via satélite em smartphones

Motorola Defy Satellite Link é homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil (Imagem: Divulgação/Motorola)

O Motorola Defy Satellite Link pode chegar em breve no Brasil. O acessório, que entrega conectividade via satélite para mensagens em qualquer smartphone, foi homologado pela Anatel. Com isso, a sua venda está liberada no Brasil.

O produto foi lançado em fevereiro de 2023 nos Estados Unidos e Europa por US$ 99 (R$ 488,22 na conversão direta). O acessório permite a conexão via satélite através do pareamento com o Bluetooth do smartphone. O Motorola Defy Satellite Link é usado para enviar mensagens por satélite. Para isso, é necessário assinar um dos planos oferecidos pela Bullitt Group, fabricante parceira: o Essential (30 mensagens) ou Premium (400 mensagens).

Bullitt Group previa dispositivo no Brasil neste ano

Mapa publicado no site da Bullitt Group indicava cobertura para o Brasil em 2024 (Imagem: Divulgação/Bullit)

Apesar de usar a marca Motorola, a fabricante — e fornecedora da conexão — é a Bullitt Group, empresa do Reino Unido. No site desta empresa, um mapa mostrava que o cronograma de lançamento do Motorola Defy Satellite Link era entregar o serviço no Brasil em 2024.

O Tecnoblog entrou em contato com a Motorola para saber mais informações sobre o lançamento do produto aqui no país. A matéria será atualizada assim que tivermos a resposta.

Motorola Defy Satellite Link conta com botão de SOS (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

Sobre os preços dos planos nos Estados Unidos, eles são bem salgados. No entanto, os serviços via satélite costumam ter valores mais elevados. O plano Essential, o mais básico, custa US$ 4,99 (R$ 24,60) por mês e permite enviar 30 mensagens. Já o Premium sai por US$ 30 (R$ 147,94) para 400 mensagens. Nos Estados Unidos, a Motorola fornece um combo do Defy Satellite Link com um ano do plano Essential por US$ 149 (R$ 734,79).

Um ponto positivo do acessório é que ele conta com um aplicativo próprio, o Satellite Messenger, que pode ser usado também na internet. Mesmo quem não possui o Defy Satellite Link pode baixar o app para se comunicar com alguém usando a conexão via satélite — o que é importante para uma situação de emergência envolvendo o dono do dispositivo.
Anatel homologa acessório da Motorola para mensagens via satélite em smartphones

Anatel homologa acessório da Motorola para mensagens via satélite em smartphones
Fonte: Tecnoblog