Category: Gadgets

Após “atirar” para todo lado, Multilaser reduz portfólio e mira rentabilidade

Após “atirar” para todo lado, Multilaser reduz portfólio e mira rentabilidade

Produtos com a marca Multi (imagem: divulgação)

Resumo

A Multi vai reduzir seu portfólio de 5 mil para 3,5 mil produtos, cortando quatro categorias.
O número de marcas será reduzido de 20 para cerca de nove.
A empresa deve abrir mão de produtos que representam 10% do faturamento.
Dispositivos como TVs, computadores, roteadores e smartphones Oppo continuarão no catálogo.

O grupo de eletrônicos Multi está revendo todo o portfóflio: a ideia é reduzir de 5 mil para 3,5 mil produtos, de acordo com o CEO Alexandre Ostrowiecki. A antiga Multilaser pretende parar de vender ao menos quatro categorias de produtos, dentre eles os smartphones básicos.

Ostrowiecki revelou a estratégia em entrevista ao site de negócios Neofeed e as informações foram confirmadas pelo Tecnoblog. Na prática, o portfólio de 20 marcas deve cair para cerca de nove, segundo as estimativas mais recentes.

Ostrowiecki avalia que a Multi lançou muitos produtos com diversos modelos, várias opções de cor e, em alguns casos, a mesma faixa de preço. O corte de um terço dos SKUs (modelos únicos) deve impactar apenas 10% do faturamento. “Decidimos que era melhor focar nos 90% restantes do que atirar para todos os lados”, afirmou o executivo.

Produtos que devem sair de linha

Smartphones de entrada

Brinquedos para pets

Acessórios esportivos

Parte do portfólio de mouses (antes com 80 modelos)

Produtos que devem permanecer no catálogo

Televisores

Computadores

Roteadores

Motos elétricas (Watts)

Smartphones Oppo

Feature phones (telefones muito básicos)

Equipamentos de ginástica (Precor e Freemotion)

Utensílios domésticos leves (Up Home)

Democratização da tecnologia e síndrome de vira-lata

Alexandre Ostrowiecki é CEO da Multi, a antiga Multilaser (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Alexandre Ostrowiecki deu uma entrevista ao Tecnoblog em abril de 2024 na qual tratou dos mais variados assuntos. Ele explicou que a Multi tem o papel de democratizar o acesso a tecnologia. “Somos muito bem aceitos e líderes na parte de tablets, acessórios de PC, gaming, eletroportáteis, itens de saúde como o oxímetro e produtos baby”, disse o executivo.

Noutro polêmico momento da conversa comigo, ele disparou: ”Nós, brasileiros, temos um pouco da síndrome de vira-lata, que é achar que as coisas lá de fora vão ser automaticamente melhores. Será assim em alguns casos, mas em outros não.“ Vale a pena reler o bate-papo.
Após “atirar” para todo lado, Multilaser reduz portfólio e mira rentabilidade

Após “atirar” para todo lado, Multilaser reduz portfólio e mira rentabilidade
Fonte: Tecnoblog

Xiaomi lança dois novos fones de ouvido da Redmi no Brasil

Xiaomi lança dois novos fones de ouvido da Redmi no Brasil

Redmi Buds 6 Play e Redmi Buds 6 Lite estreiam no mercado brasileiro (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

A Xiaomi anunciou nesta segunda-feira (7) o lançamento de novos fones Redmi Buds no Brasil. O Redmi Buds 6 Play e Redmi Buds 6 Lite já podem ser adquiridos no e-commerce da marca e em lojas parceiras. O modelo mais barato, o Buds 6 Play, chega por R$ 159, enquanto o Buds 6 Lite tem o preço sugerido de R$ 275.

A chegada do Redmi Buds 6 Play não é surpresa. O fone de ouvido foi homologado na Anatel no mês de agosto, dias depois do seu lançamento global. Esta foi uma das poucas vezes que a Xiaomi lançou um produto no Brasil semanas depois da estreia mundial. Geralmente há um atraso de meses, sendo que dessa vez o lançamento por aqui ocorreu 1 mês e duas semanas após ser anunciado globalmente.

Redmi Buds 6 Play é opção baratinha de fone sem fio

Redmi Buds 6 Play é modelo mais baratinho deste lançamento (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

O Redmi Buds 6 Play é um fone de ouvido com conexão bluetooth (assim como o Buds 6 Lite). O ponto forte é o case com bateria de 600 mAh, o suficiente para 36 horas. Os fones aguentam 7 horas fora da tomada graças as baterias de 57 mAh. Assim, a caixa é capaz de entregar cinco cargas completas para o Redmi Buds 6 Play — dividindo a capacidade da bateria pela capacidade dos fones. 10 minutos de recarga fornecem até 3 horas de uso de música.

Esse fone, assim como o Redmi Buds 6 Lite, tem cancelamento de ruído que utiliza inteligência artificial para remover o barulho do ambiente em chamadas e na hora de consumir conteúdo.

Redmi Buds 6 Lite tem mais bateria e driver maior

Redmi Buds 6 Lite é um fone de ouvido mais caro e com alguns recursos superiores ao Buds 6 Play, como o driver de titânio (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

Enquanto o Redmi Buds 6 Play tem um driver dinâmico de 10 mm, o Buds 6 Lite traz um driver dinâmico de titânio de 12,4 mm. Segundo a Xiaomi, esse fone tem graves potentes, agudos aprimorados e entrega uma boa experiência ao usuário. O cancelamento de ruído do Redmi Buds 6 Lite pode reduzir até 40 dB do barulho ambiente

A bateria deste fone também é de até 7 horas de uso contínuo. A caixa possui carga para 38 horas, fornecendo as mesmas cinco recargas completas do Buds 6 Lite. 10 minutos de carregamento entregam até 2 horas de uso de música.
Xiaomi lança dois novos fones de ouvido da Redmi no Brasil

Xiaomi lança dois novos fones de ouvido da Redmi no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Apple teria abandonado projeto de anel inteligente para focar no Apple Watch

Apple teria abandonado projeto de anel inteligente para focar no Apple Watch

Apple Ring pode ser deixado de lado para que a big tech invista mais no Apple Watch (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Apple teria desistido dos planos de lançar um anel inteligente. Segundo o jornalista Mark Gurman, uma das principais fontes sobre a big tech, a empresa deixou o projeto de smart ring de lado para dedicar mais recursos para o Apple Watch. Conforme publicou Gurman, o motivo da Apple ter abandonado o dispositivo é que smart rings ainda não substituiriam as funcionalidades de um relógio inteligente.

Apesar da Apple nunca ter confirmado o desenvolvimento do Apple Ring (suposto nome do anel inteligente), existem algumas patentes relacionadas ao produto. A última patente registrada que se tem notícia foi de agosto de 2023. Outras fontes afirmam que a Apple trabalha no produto desde a década passada.

Apple dobra a aposta no Apple Watch

Segundo Gurman, a Apple vai abandonar o anel inteligente para melhorar o Apple Watch. O relógio inteligente será o ponto central da big tech para recursos de monitoramento de saúde e atividades físicas. Na teoria, nada muda. Na prática, isso sinalizaria um maior investimento da Apple nas capacidades do smartwatch — como a adoção de uma câmera.

Apple Watch seguirá ponto central da big tech para ferramentas de monitoramento de saúde e atividades físicas (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Os anéis inteligentes têm um público mais restrito. São pessoas mais fãs de tecnologia que gostam de monitorar dados de saúde e de atividades físicas. É apontado que os smart rings podem entregar informações mais precisas, atuando em conjunto com os relógios. Mas ele tem alguns problemas.

Por exemplo, resolver situações que já são resolvidas por smartwatches, conforme apontou os testes do Galaxy Ring aqui no Tecnoblog. Monitorar sono, batimentos cardíacos e medir a oxigenação no sangue já são feitas nos relógios. Os smart rings podem ajudar quem sente incômodo em dormir com smartwatches (outro público-alvo), mas o preço ainda é caro — um Galaxy Watch faz até mais por menos.

Por outro lado, a tendência é que o valor dos anéis inteligentes caia com o tempo. Isso pode ser ruim para a Apple, já que o “Apple Ring” pode roubar as vendas do Apple Watch. E a estratégia da big tech é sempre manter um equilíbrio entre as vendas dos produtos mais caros e dos “mais acessíveis”.

Porém, isso não significa que a Apple abandonou para sempre o smart ring. O conhecimento adquirido no desenvolvimento do dispositivo não será perdido, obviamente. No futuro, caso o conceito se torne mais popular e fure a bolha dos fãs de tech, a Apple pode retomar o projeto.

Com informações: Android Headlines e Bloomberg
Apple teria abandonado projeto de anel inteligente para focar no Apple Watch

Apple teria abandonado projeto de anel inteligente para focar no Apple Watch
Fonte: Tecnoblog

Samsung anuncia Galaxy Tab S10 Ultra e Tab S10+ com chip MediaTek 9300+

Samsung anuncia Galaxy Tab S10 Ultra e Tab S10+ com chip MediaTek 9300+

Galaxy Tab S10 Ultra (imagem: divulgação/Samsung)

A Samsung fez o anúncio oficial dos tablets Galaxy Tab S10 Ultra e Galaxy Tab S10+. Ambos trazem tela Dynamic AMOLED 2X, chip MediaTek Dimensity 9300+ e recursos para inteligência artificial (IA). Mas a versão Ultra é um pouco mais sofisticada em alguns aspectos, além de ser maior.

De acordo com a companhia, o Dimensity 9300+ faz o Galaxy Tab S10 Ultra ter ganhos de desempenho de 18% na CPU, 28% em gráficos e de 14% na NPU em relação ao tablet sucessor, o Galaxy Tab S9 Ultra. Esses ganhos tornam a nova versão ainda mais capacitada para tarefas de IA, sinaliza a marca.

Esse aspecto foi levado tão a sério (ou está tão na moda) que os teclados acopláveis Book Cover, que transformam os novos tablets em notebook, agora contam com um botão físico Galaxy AI para ativação rápida da assistente de inteligência artificial.

Samsung Galaxy Tab S10 Ultra

O Galaxy Tab S10 Ultra se destaca por trazer uma tela Dynamic AMOLED 2X de 14,6 polegadas. Aqui, a resolução é de 2960×1848 pixels.

Além disso, o modelo tem duas câmeras na traseira, de 13 + 8 megapixels, e duas câmeras na frente, de 12 + 12 megapixels.

O modelo também é o único que conta com uma variação que traz 16 GB de RAM mais 1 TB de armazenamento. As outras combinações possíveis são de 12 GB + 512 GB, e de 12 GB + 256 GB.

Por ser fisicamente maior, o Galaxy Tab S10 Ultra conta ainda com uma bateria mais generosa, de 11.200 mAh, com suporte a recarga rápida de 45 W.

Galaxy Tab S10 Ultra (imagem: divulgação/Samsung)

Samsung Galaxy Tab S10+

O Galaxy Tab S10+ mantém a tela Dynamic AMOLED 2X, mas em um painel de 12,4 polegadas com 2800×1752 pixels de resolução.

Na traseira, o conjunto de câmeras é o mesmo do modelo Ultra. Já a frente abriga somente uma câmera de 12 megapixels e lente grande angular (ultrawide).

O modelo conta ainda com 12 GB de RAM. Aqui, não existe opção com 16 GB de memória. Já o armazenamento interno pode ser de 256 GB ou 512 GB.

A bateria é um pouco menor em relação à versão Ultra, mas ainda parece ser adequada para um tablet: são 10,090 mAh, também com recarga de 45 W.

Galaxy Tab S10+ (imagem: divulgação/Samsung)

Disponibilidade e preços

A Samsung fez apenas o anúncio global dos tablets Galaxy Tab S10 Ultra e Galaxy Tab S10+. Segundo a companhia, ambos serão lançados oficialmente em “mercados selecionados” em 3 de outubro de 2024.

Nos Estados Unidos, os preços iniciais são estes:

Galaxy Tab S10 Ultra: US$ 1.199,99 (R$ 6.525)

Galaxy Tab S10+: US$ 999,99 (R$ 5.440)

Ambos os tablets são acompanhados da caneta S Pen.

A marca ainda não informou se a primeira leva de lançamentos incluirá o Brasil.

Ficha técnica da linha Galaxy Tab S10

 Tab S10 UltraGalaxy Tab S10+TelaDynamic AMOLED 2X, 14,6 polegadas, 2960×1848 pixels, 120 Hz, antirreflexoDynamic AMOLED 2X, 12,4 polegadas, 2800×1752 pixels, 120 Hz, antirreflexoChipMediaTek Dimensity 9300+MediaTek Dimensity 9300+RAM12 GB, 16 GB12 GBArmazenamento256 GB, 512 GB, 1 TB256 GB, 512 GBCâmeras traseirasPrincipal de 13 MP, ultrawide de 8 MPPrincipal de 13 MP, ultrawide de 8 MPCâmeras frontaisPrincipal de 12 MP, ultrawide de 12 MPUltrawide de 12 MPBateria11.200 mAh, 45 W10.090 mAh, 45 WConectividade5G (Sub-6), Wi-Fi 7, Wi-Fi Direct, Bluetooth 5.3, USB-C5G (Sub-6/mmW), Wi-Fi 6E, Wi-Fi Direct, Bluetooth 5.3, USB-COutros4 alto-falantes, IP68, sensor de digitais na tela, corpo de alumínio, cores Moonstone Gray e Platinum Silver4 alto-falantes, IP68, sensor de digitais na tela, corpo de alumínio, cores Moonstone Gray e Platinum SilverSistema operacionalAndroid 14Android 14Dimensões208,6 X 326,4 X 5,4 mm185,4 X 285,4 X 5,6 mmPeso718 g (Wi-Fi), 723 g (5G)571g (Wi-Fi), 576g (5G)
Samsung anuncia Galaxy Tab S10 Ultra e Tab S10+ com chip MediaTek 9300+

Samsung anuncia Galaxy Tab S10 Ultra e Tab S10+ com chip MediaTek 9300+
Fonte: Tecnoblog

TV Samsung, cupom exclusivo e os melhores descontos na Amazon essa semana

TV Samsung, cupom exclusivo e os melhores descontos na Amazon essa semana

Melhores descontos da semana (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Em outubro começa a Mega Oferta Amazon Prime, e até lá, a varejista está fazendo tudo que pode para atrair novos assinantes. Desde oferecer cupons até ofertas exclusivas. Além de promoções interessantes em acessórios como fones, cabos e carregadores com frete grátis. Confira os melhores descontos da semana.

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Fone de ouvido a partir de R$ 24,90

ProdutoPreçoPagamentoFone de Ouvido Philips com MicrofoneR$ 24,90à vistaFone de Ouvido Gamer Headset Havit H2015DR$ 149,00à vistaFone Ouvido Headphone JBL 520 BTR$ 205,93em até 4x sem juros

JBL Tune 520BT na Anatel (Imagem: Reprodução/Anatel)

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Fonte: Tecnoblog

Drones vão transportar sangue de pacientes de hospitais no Reino Unido

Drones vão transportar sangue de pacientes de hospitais no Reino Unido

Wing, da Alphabet, fornece drones para a Apian, que atende saúde pública do Reino Unido (Imagem: Divulgação / Apian)

Um novo projeto envolvendo a Wing — empresa de drones da Alphabet, também dona do Google — vai transportar amostras de sangue entre dois hospitais de Londres (Reino Unido) pelos ares. A ideia é agilizar a realização de exames de pacientes cirúrgicos com alto risco de complicações envolvendo distúrbios hemorrágicos.

Atualmente, o trajeto entre o Guy’s Hospital e o laboratório de exames do St Thomas’ Hospital é feito usando vans ou motocicletas, podendo levar mais de meia hora. Com os drones, as amostras de sangue podem chegar em apenas dois minutos, já que não ficarão presas no trânsito.

St Thomas’ Hospital, em Londres, é um dos participantes do teste (Imagem: David McKelvey / Flickr)

O programa envolve também a startup britânica Apian, de entregas com drones para o setor médico, e o Sistema Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido. Os testes devem durar seis meses e contaram com a aprovação das autoridades de aviação civil do país.

A NHS realizou experimentos em outras partes do país e não detectou diferenças nos exames realizados com sangue transportado por drones, vans ou motocicletas. Isso significa, portanto, que os resultados serão confiáveis.

Além de acelerar as entregas, os drones emitem menos dióxido de carbono que veículos a combustão e gastam menos energia que veículos elétricos.

Drones podem levar medicamentos e bolsas de sangue

Caso a iniciativa se saia bem no período experimental, é possível que os drones sejam usados para transportar outros materiais. Há planos para um teste envolvendo plaquetas sanguíneas. Anteriormente, um projeto de pesquisa do NHS avaliou que é seguro transportar bolsas de glóbulos vermelhos usando drone.

O site da Apian lista ainda o transporte de quimioterápicos e medicamentos. Além disso, em Dublin, na Irlanda, a empresa faz entregas médicas de rotina.

Com informações: NHS, Sky News, TechCrunch
Drones vão transportar sangue de pacientes de hospitais no Reino Unido

Drones vão transportar sangue de pacientes de hospitais no Reino Unido
Fonte: Tecnoblog

Exclusivo: Galaxy Tab S10 Ultra passa na Anatel com S Pen de 2023

Exclusivo: Galaxy Tab S10 Ultra passa na Anatel com S Pen de 2023

Galaxy Tab S10 Ultra é nova geração de celular (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A Anatel homologou na sexta-feira (30) o tablet Galaxy Tab S10 Ultra Wi-Fi. Agora, a Samsung está autorizada a vender o seu próximo tablet premium no Brasil — o que também indica que o lançamento está próximo. Na semana passada, o Galaxy Tab S10+ Wi-Fi recebeu a certificação da Agência.

Assim como o modelo Tab S10+, o Tab S10 Ultra será vendido com a caneta S Pen modelo EJ-PX710, a mesma usada na linha Galaxy Tab S9 Ultra. Com essa nova informação, fica confirmado que a Samsung não lançará uma nova S Pen neste ano. A capa teclado do Tab S10 Ultra também é a versão usada no tablet do ano passado.

Galaxy Tab S10 Ultra com fabricação nacional

Galaxy Tab S10 Ultra recebe homologação da Anatel e terá fabricação nacional (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

O documento de conformidade técnica do Galaxy Tab S10 Ultra mostra que o tablet será fabricado no Brasil. A Samsung usará a sua fábrica em Manaus para a produção do dispositivo. O Galaxy Tab S10 Ultra também terá unidades importadas, vindo das fábricas da empresa no Vietnã e Coreia do Sul.

Com a homologação das versões Wi-Fi do Galaxy Tab S10+ e Tab S10 Ultra, agora só resta para a Samsung receber a certificações dos modelos com conexão celular. Todos essas quatro versões serão equipadas com o processador Dimensity 9300+, marcando a primeira vez que a Samsung usa apenas SoCs da MediaTek em seus tablets premiums.

Lançamento do Galaxy Tab S10+ e Tab S10 Ultra

Segundo rumores, os novos tablets premium da Samsung serão lançados no próximo mês. A sul-coreana não fabricará uma edição Galaxy Tab S10 do dispositivo — a “versão sem sobrenome”. Ao invés, da Samsung vendará apenas as versões Tab S10+ e Tab S10 Ultra.

Já os modelos Tab S10 FE e Tab S10 FE+ podem ser apresentados em outro momento. No ano passado, as versões FE da linha Galaxy Tab S9 foram apresentadas dois meses depois do lançamento da linha principal.
Exclusivo: Galaxy Tab S10 Ultra passa na Anatel com S Pen de 2023

Exclusivo: Galaxy Tab S10 Ultra passa na Anatel com S Pen de 2023
Fonte: Tecnoblog

Samsung confirma lançamento do Galaxy Ring no Brasil em setembro

Samsung confirma lançamento do Galaxy Ring no Brasil em setembro

Galaxy Ring chega ao mercado brasileiro em setembro de 2024 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Galaxy Ring será lançado no Brasil em 18 de setembro de 2024.
A pré-venda oficial da Samsung oferece desconto de R$ 500, apesar de o preço total ainda ter sido revelado.
O Galaxy Ring pode ser usado como complemento ao Galaxy Watch ou de forma independente com smartphones Android.
O produto não possui conserto de bateria, pois é lacrado, tornando-o inutilizável caso a peça estrague.

A Samsung divulgou nesta segunda-feira (2) que o Galaxy Ring será lançado no Brasil em 18 de setembro, daqui duas semanas — conforme antecipado pelo Tecnoblog com exclusividade em julho. A fabricante publicou a novidade em seu site, onde também anunciou que clientes que realizarem o registro de pré-venda terão R$ 500 de desconto no smart ring. O Galaxy Ring ainda não teve seu preço total revelado pela Samsung.

O anel inteligente foi homologado pela Anatel em junho, antes do seu lançamento oficial no Galaxy Unpacked de agosto. O documento de conformidade técnica mostra que o Galaxy Ring terá fabricação nacional. É provável que a demora da chegada no país se deu pelo número baixo de unidades produzidas para o lançamento. A Samsung esperava vender 400 mil Galaxy Rings no lançamento.

Galaxy Ring no Brasil

Conforme mostra a imagem, o Galaxy Ring terá suas vendas iniciadas no Brasil no dia 18 de setembro — três semanas contado da data de publicação desta notícia. No site da Samsung, a fabricante já permite que os consumidores se inscrevam para o lançamento oficial do produto — garantido os R$ 500 de desconto na compra do anel inteligente.

Lançado em julho, o vestível é um complemento na análise de biometria. O Galaxy Ring funciona como um complemento ao Galaxy Watch, mas também pode ser usado sem o relógio. Ele é compatível com smartphones Android, independente de ser ou não um celular da linha Galaxy.

Samsung divulga data de lançamento do Galaxy Ring no Brasil (Imagem: Divulgação/Samsung)

O lado negativo do produto é que ele não tem conserto caso a bateria estrague. O Galaxy Ring é lacrado, o que exige derreter a parte interna do anel para remover a bateria, o que acaba estragando o dispositivo.
Samsung confirma lançamento do Galaxy Ring no Brasil em setembro

Samsung confirma lançamento do Galaxy Ring no Brasil em setembro
Fonte: Tecnoblog

Xiaomi tem novo fone aprovado na Anatel dias após lançamento global

Xiaomi tem novo fone aprovado na Anatel dias após lançamento global

Redmi Buds 6 Play é novo fone de ouvido de entrada da Xiaomi e já pode ser vendido no Brasil (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

A Xiaomi prepara o lançamento de mais um fone para o mercado brasileiro. O Redmi Buds 6 Play foi certificado pela Anatel na semanada passada. O fone de ouvido da Xiaomi é um modelo mais barato da linha Buds 6 e foi lançado no exterior neste mês de agosto.

O Tecnoblog entrou em contato com a Xiaomi para saber mais sobre o lançamento do produto no Brasil. Não tivemos resposta até a publicação desta notícia. O espaço ficará aberto para o posicionamento da empresa

A homologação do novo fone vem depois do lançamento do Redmi Buds 5 por aqui. Apesar de ser vendido em e-commerces chineses, o Redmi Buds 6 Play não aparece no site oficial da empresa.

Especificações do Redmi Buds 6 Play

Sendo um modelo mais barato dos fones da Redmi, suas especificações são mais modestas. A bateria do Redmi Buds 6 Play pode aguentar pouco mais de 7 horas de uso, segundo a Xiaomi. A caixa tem carga para mais 36 horas de uso graças à bateria de 600 mAh — os fones possuem capacidade de 57 mAh.

Xiaomi Redmi Buds 6 Play tem case com bateria para 36 horas de uso (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

No anúncio do Redmi Buds 6 Play em um market place, a Xiaomi afirma que a recarga completa da caixa dura menos de duas horas. O produto tem entrada para USB-C, porém, o certificado de conformidade técnica e o documento de homologação não mostram que o produto vem com cabo na caixa. Comentários de review do produto confirmam que o cabo é adquirido separadamente.

O Redmi Buds 6 Play tem cancelamento de ruído ativo, um recurso praticamente obrigatório em fones de ouvido — até em modelos de entrada. A Xiaomi diz que a IA do fone é capaz de identificar com clareza vozes e som ambiente.

O visual do Redmi Buds 6 Play difere do Redmi Buds 5 lançado na semana passada. No lugar do design de hastes, o Buds 6 Play adota o formato de feijão.
Xiaomi tem novo fone aprovado na Anatel dias após lançamento global

Xiaomi tem novo fone aprovado na Anatel dias após lançamento global
Fonte: Tecnoblog

Quem realmente compra uma luxuosa TV de R$ 50 mil (ou até mais)?

Quem realmente compra uma luxuosa TV de R$ 50 mil (ou até mais)?

Resumo

TVs gigantes (75 polegadas ou mais) cresceram de 1% para 6% do mercado brasileiro entre 2014 e 2024.
A Samsung lançou uma TV de 98 polegadas com tela LCD por cerca de R$ 33 mil, voltada para filmes, séries e esportes.
A LG também prepara uma TV QNED de 98 polegadas por R$ 37 mil e possui modelos OLED de 77 polegadas que chegam a R$ 100 mil.
Tecnologias como One Connect (Samsung) e set-top box wireless (LG) ajudam a esconder cabos e melhorar a estética dos ambientes.
O modelo The Frame da Samsung, que simula uma moldura de quadro, é popular entre os amantes de design. Ela custa cerca de R$ 15 mil na versão de 75 polegadas.

EUA contam com luxuosa TV OLED com tela transparente (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Certamente não sou eu. Possivelmente nem você, mas é fato que há no Brasil pessoas endinheiradas o suficiente para adquirir modelos cujos preços equivalem a 18 meses ininterruptos de quem recebe o salário médio do Brasil, de aproximadamente R$ 3.123, segundo o IBGE.

Estamos falando de um nicho que já não é mais tão restrito assim: as TVs gigantes, com telas de 75 polegadas ou mais, cresceram de 1% para 6% do mercado brasileiro entre 2014 e 2024. O diretor sênior da divisão de TVs da Samsung, Erico Traldi, comemora um desempenho ainda melhor na gigante sul-coreano: um salto de 6% para 10% nas chamadas telas gigantes. Os dados são da consultoria GfK.

Telas de 80 polegadas

“O consumidor tem a sensação de que compra mais por menos”, diz Traldi. Ele destaca a importância dos esportes ao vivo, pois os aficionados por este tipo de conteúdo costumam gostar da ideia de pendurar uma tela enorme no centro da sala de estar.

Neste mês, a Samsung apresentou uma nova opção com 98 polegadas, tela LCD e preço sugerido na casa dos R$ 33 mil. Traldi indica que ela é classificada internamente “como uma super big econômica” por atender ao público em busca de filmes, séries, esportes, conteúdo ao vivo e até mesmo games, já que tem integração com o Xbox Game Pass.

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Aliás, quão grande uma TV precisa ser para ser considerada gigante? O gerente sênior da LG, Igor Krauniski, revela que os produtos de 65 polegadas já não são mais classificados como grandes. Isso ficou no passado.

A empresa projeta crescimento de 10% na comercialização de telas a partir de 80 polegadas somente neste ano. Ele brinca que “tamanho é documento sim”, e ainda explica que só depois os clientes avaliam atributos técnicos, como inteligência artificial (para fazer upscaling) ou potência de áudio.

“Tamanho é documento”

A fabricante também prepara o lançamento de um modelo beirando as 100 polegadas: pela bagatela de R$ 37 mil, será possível levar para casa uma TV QNED de 98 polegadas. Já tem até fila de espera, de acordo com a empresa.

Cifras ainda mais altas também podem ser vistas em lojas especializadas. O produto mais caro da LG tem 77 polegadas, painel OLED, resolução 8K e preço na casa dos R$ 100 mil. “É raro, mas realizamos algumas vendas”, conta Krauniski. Em janeiro deste ano, foi apresentada nos Estados Unidos a primeira OLED transparente, que tende a custar ainda mais caso desembarque algum dia por aqui.

A fabricante chega a enviar técnicos à casa do comprador para avaliar o melhor método de entrega – normalmente com içamento, a depender do tamanho do elevador.

O terror dos decoradores

O fotógrafo Lufe Gomes está acostumado a visitar belas residências. Ele registra tudo no canal Life by Lufe, que conta com mais de 1 milhão de inscritos no YouTube. A arquitetura e a decoração são os principais focos do projeto. Justamente por valorizar o bom gosto, Lufe nos diz que as telas ainda são uma dor de cabeça para quem busca um ambiente harmônico.

Ele explica que os televisores ocupam um espaço nobre da residência, mas normalmente são retângulos apagados e sem brilho, capazes de estragar o visual pensado pelos profissionais do ramo. “Não dá certo quando a pessoa está à procura de design.”

Existem diversas dicas para camuflar a presença da TV gigante. Lufe cita o uso de suportes que fazem o aparelho subir/descer, portas que escondem o televisor, ou até mesmo colocá-los numa estante repleta de penduricalhos, de modo a disfarçar sua presença.

“A tecnologia deveria estar a serviço da estética”, pontua o criador de conteúdo.

Que tal sumir com os cabos?

O representante da LG indica caminhos tecnológicos para que a presença da TV fique mais agradável. A marca utiliza uma espécie de set-top box em alguns aparelhos. Ou seja, os muitos cabos de TV por assinatura, videogame etc. chegam nesta espécie de decodificador, que envia o sinal sem fio para a tela. Ainda assim, é preciso pensar no fio para ligá-la na tomada.

Cabo do One Connect facilita instalação de TV e LG aposta em set-top box sem fio (fotos: divulgação/Samsung e Thássius Veloso/Tecnoblog)

Já a Samsung vende modelos com a tecnologia One Connect. Não chega a ser wireless, mas repete a presença de um decodificador para receber todos os fios. Esta caixa se conecta à TV por um cabo de espessura milimétrica, sendo, portanto, mais fácil de planejar e esconder quando a pessoa está pensando na próxima reforma de casa.

Um ponto fora da curva

Hoje em dia, há um aparelho que se tornou quase unanimidade entre os amantes do design: a The Frame da Samsung. Ela se destaca por oferecer uma moldura parecida com a de um quadro. Quando desligada, entra num modo que exibe pinturas, ilustrações e outras artes digitais. O realismo é ainda maior por causa do tratamento antirreflexo na tela.

“Conheço pessoas que não são fãs da tecnologia, mas que recorreram à The Frame exatamente por causa da proposta de valorizar o estilo de vida”, comenta Traldi. A versão mais cara do produto, com tela de 75 polegadas, painel QLED e resolução 4K, sai por cerca de R$ 15 mil.

A obra Mitchell Crew é exibida numa The Frame (imagem: divulgação/Samsung)

Não importa se com design tradicional ou mais artístico, duas coisas precisam ser necessariamente grandiosas antes de encarar uma tela gigante: a parede da sua sala e o seu limite do cartão de crédito.
Quem realmente compra uma luxuosa TV de R$ 50 mil (ou até mais)?

Quem realmente compra uma luxuosa TV de R$ 50 mil (ou até mais)?
Fonte: Tecnoblog