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Exclusivo: A parceria entre Claro e ChatGPT para promover IA no Brasil

Exclusivo: A parceria entre Claro e ChatGPT para promover IA no Brasil

Novos clientes da Claro terão acesso ao ChatGPT Plus (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Claro e OpenAI anunciam hoje uma parceria que trará o ChatGPT Plus gratuitamente para alguns clientes da operadora, por meio de vouchers.
O ChatGPT será incluído no Extra Play, a franquia adicional de internet móvel da Claro, para tornar a tecnologia acessível aos usuários.
A popularidade do ChatGPT no Brasil é crescente, com o país ocupando o top 3 global em termos de uso da ferramenta.

A Claro e a OpenAI anunciaram uma parceria que prevê benefícios especiais para os clientes da operadora de telefonia no uso do ChatGPT. A prestadora passará a considerar essa tecnologia como parte do Extra Play, franquia de internet móvel distinta da navegação tradicional. Hoje, as redes sociais já fazem parte dela.

Além disso, a Claro também tem planos de liberar a versão paga do ChatGPT, chamada de ChatGPT Plus, de graça para parte dos clientes. Isso deve ocorrer por meio de um voucher com duração de alguns meses.

Clientes de pós-pago combinado com fibra ótica terão quatro meses de acesso sem custo adicional.

Hoje, uma assinatura assim custa US$ 20, o que equivale a cerca de R$ 110.

Os demais detalhes serão anunciados num evento na manhã de hoje em São Paulo.

O CMO da Claro, Marcio Carvalho, nos conta que as duas empresas estabeleceram “uma relação de confiança” desde o início das conversas. Ambas estão “comprometidas em fazer a parceria dar certo”, o que inclui o esforço mercadológico.

Marcio Carvalho é CMO da Claro (foto: divulgação)

Ele também diz que o movimento conjunto dá mais “conforto” para que os clientes da Claro utilizem uma ferramenta digital que só cresceu nos últimos dois anos. De acordo com o CMO, as pessoas ainda estão se acostumando com a inteligência artificial generativa e descobrindo o que o ChatGPT é capaz de fazer.

O Brasil rapidamente se tornou um mercado com grande relevância para o ChatGPT, já que aqui são enviados 140 milhões de mensagens por dia. Estamos no top 3 global, segundo estimativa da própria OpenAI.

Os principais usos da ferramenta são redação e comunicação (20%); aprendizado e capacitação (15%); e programação, ciência de dados e matemática (6%).

Exclusivo: A parceria entre Claro e ChatGPT para promover IA no Brasil

Exclusivo: A parceria entre Claro e ChatGPT para promover IA no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Amazon prepara a chegada do primeiro Echo Dot com Wi-Fi 6E

Amazon prepara a chegada do primeiro Echo Dot com Wi-Fi 6E

Novo Echo Dot passa pela certificação da Anatel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Resumo

Echo Dot de sexta geração foi homologado no Brasil com suporte a Wi-Fi 6E.
Modelo tem bateria interna e USB-C.
A certificação sugere que o dispositivo manterá o formato esférico e terá conectividade Bluetooth.

A Amazon realizou o processo de homologação no Brasil do novo Echo Dot, que virá pela primeira vez com rede Wi-Fi 6E. Essa conexão funciona na frequência de 6 GHz e permite uma transmissão de dados mais rápida. Os documentos da certificação na Anatel foram obtidos pelo Tecnoblog com exclusividade.

Por enquanto, não é possível saber se o novo Echo Dot terá um design diferente do atual: aquela bolinha com um indicador de LED na base. A quinta geração sai hoje por R$ 379 na loja oficial. Já a próxima geração parece continuar com o formato esférico, mas as imagens submetidas à Agência Nacional de Telecomunicações só permitem ver a parte de baixo, onde ficará o selo de certificação.

Outra diferença pode estar na maneira como o Echo Dot interpreta o mundo, já que a certificação prevê uma tecnologia que opera na frequência de 5,8 GHz. Pode ser um sensor de movimento ou radar, mas não é possível cravar isso com base nos documentos atuais.

Bluetooth e demais características

Como já era de se esperar, o produto também virá com Bluetooth. Isso significa que será possível conectá-lo ao smartphone ou qualquer aparelho, para usá-lo como uma caixinha de som tradicional, sem depender da internet. Sua conectividade também prevê o padrão IEEE 802.15.4.

Amazon adotou formato esférico a partir da quarta geração do Echo Dot (foto: Darlan Helder/Tecnoblog)

Caso as informações se confirmem, o Echo Dot de sexta geração poderá ser lançado num futuro próximo para suceder o modelo atual, divulgado pela própria Amazon pelo “som potente e vibrante”, com direito a um alto-falante de 1,73 polegadas com direcionamento frontal. A linha foi atualizada pela última vez em 2022.

O novo modelo tem uma bateria interna (cuja capacidade não foi especificada), usa USB-C e vem com a fonte PA42BR de 22 W.

Um Echo misterioso

O Tecnoblog também percebeu a presença de um outro produto da Amazon homologado recentemente. Por enquanto, sabemos que ele repete a combinação de cima, com Wi-Fi 6E, possível radar e padrão Zigbee. A fonte tem 30 W, a mesma de outros aparelhos da linha Echo.

O que será que a Amazon está preparado para o mercado brasileiro? Seguiremos acompanhando.

Amazon prepara a chegada do primeiro Echo Dot com Wi-Fi 6E

Amazon prepara a chegada do primeiro Echo Dot com Wi-Fi 6E
Fonte: Tecnoblog

Exclusivo: Novos planos do Vivo Easy começam a valer hoje; veja os preços

Exclusivo: Novos planos do Vivo Easy começam a valer hoje; veja os preços

Vivo Easy Lite começa em R$ 20 por mês no plano anual (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Vivo lança o Vivo Easy Lite com planos mensais e anuais; valores iniciam em R$ 20 mensais para 15 GB de internet.
O plano anual oferece fidelidade de 12 meses com desconto de cerca de 30%, debitado mensalmente no cartão de crédito.
O Vivo Easy Lite inclui chamadas e SMS para todas as operadoras, desconto de 50% no Cinemark e R$ 50 de Vale Bônus; clientes antigos continuam nos planos prévios.

A Vivo reformulou o Vivo Easy e passou a comercializar nesta segunda-feira (1º) os novos planos, que preveem assinatura mensal ou anual com desconto. A operadora confirmou as informações ao Tecnoblog com exclusividade. O pacote mais simples, com franquia de internet de 15 GB, custa a partir de R$ 20 por mês.

Os clientes que optarem pela assinatura anual terão desconto de R$ 15 por mês, o que pode representar até 30% do valor cheio do plano, a depender da opção escolhida. A informação já começou a circular entre os clientes da Vivo e foi visualizada pelo leitor João Augusto, que nos contou da novidade. O pagamento é no cartão de crédito.

Agora, os gigabytes não acumulam mais de um mês para o outro. Com isso, o Easy Lite caminha para a mecânica de pré-pago, já que os planos contam com pagamento mensal, ao contrário do Vivo Easy clássico, em que os clientes adquiriam determinado pacote e poderiam usufruí-lo por um tempo – às vezes, ao longo de anos.

As modalidades anteriores do Easy foram encerradas para novos clientes.

Confira os preços do Vivo Easy Lite

Nós elaboramos a seguinte tabela com os preços do Easy Lite:

Franquia mensalAssinatura anualAssinatura mensal15 GBR$ 20 por mês / R$ 240 por anoR$ 3520 GBR$ 30 por mês / R$ 360 por anoR$ 4525 GBR$ 40 por mês / R$ 480 por anoR$ 55

O pagamento anual repete o que nos acostumamos a ver em serviços digitais como Netflix, Globoplay e outros streamings. Ao assumir o compromisso por 12 meses, o valor ainda é debitado mensalmente, mas você recebe o desconto de cerca de 30%. Em outras palavras, é uma fidelidade.

De acordo com o regulamento, o serviço pode ser cancelado caso o assinante não faça a renovação da oferta num prazo de 30 dias. Isso deve impactar principalmente os usuários da assinatura mensal.

Vivo Easy Lite prevê pagamento no cartão de crédito (imagem: reprodução)

“Um ano inteiro de benefícios”

A diretora de marketing da Vivo, Flávia Carneiro, disse que a operadora está “redefinindo” o jeito de contratar planos móveis. “Com o Easy Lite, o cliente faz uma única escolha e garante um ano inteiro de benefícios, com economia de até 30%, pagamento parcelado no cartão e uma experiência digital”, declarou a executiva em nota à imprensa.

De acordo com Flávia, é uma “virada de chave” no mercado.

O Vivo Easy Lite contempla ligações e mensagens SMS para todas as operadoras do país, desconto de 50% em ingressos do Cinemark e recompensa mensal de R$ 50 no Vale Bônus.

Flávia Carneiro é diretora de marketing da Vivo (imagem: divulgação)

Fim das outras modalidades do Easy

A Vivo nos explicou que os atuais clientes do Easy nas modalidades Prime e Monte do Seu Jeito continuarão a ser atendidos normalmente, com as características e benefícios atuais. Ao mesmo tempo, ela determinou que não serão feitas novas adesões. Em outras palavras, quem já tem está garantido, e quem não tem precisará contratar o novo Easy Lite.

Em meados de agosto, o Tecnoblog noticiou a alta de preços no Vivo Easy Prime. A modalidade mais simples passou a R$ 38 por mês, com direito a 6 GB de internet.

E os gigas que acumulam?

Conforme comentamos acima, o novo Easy acaba com o benefício dos gigas que se acumulavam para os meses seguintes, de forma indefinida. Este era um dos atributos mais elogiados pelos clientes, em especial entre as pessoas que têm Wi-Fi na maior parte do tempo e, por isso, não usam tanta internet móvel.

O Correios Celular e a Laricel continuam sendo opções para quem busca um plano de telefonia móvel com essa característica. No entanto, elas acumulam somente por um mês.
Exclusivo: Novos planos do Vivo Easy começam a valer hoje; veja os preços

Exclusivo: Novos planos do Vivo Easy começam a valer hoje; veja os preços
Fonte: Tecnoblog

Vem aí: Galaxy S25 FE já pode ser vendido no Brasil

Vem aí: Galaxy S25 FE já pode ser vendido no Brasil

Sucessor do Galaxy S24 FE deve ser anunciado em breve (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Resumo

Galaxy S25 FE foi homologado pela Anatel e é esperado como opção mais barata da linha Galaxy S25.
O modelo troca o processador Snapdragon 8 Elite pelo Exynos 2400 e mantém bateria de 4.900 mAh.
Ele inclui recursos como 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth, NFC e carregamento sem fio; preço e lançamento no Brasil ainda não foram informados.

A Samsung prepara novidades para o mercado brasileiro. O Tecnoblog confirmou que a Anatel aprovou nesta segunda-feira (25) o celular Galaxy S25 FE, com código de modelo SM-S731B/DS. Ele deve se juntar aos quatro membros já existentes da linha Galaxy S25 (tradicional, Plus, Ultra e Edge), oferecendo uma opção mais barata, em troca de algumas configurações inferiores.

Apesar de rumores apontarem o possível uso de bateria com ânodos de silício-carbono no S25 FE, o componente deste modelo é exatamente o mesmo utilizado no Galaxy S25 Plus, feito de polímero de lítio com capacidade de 4.900 mAh. Não será desta vez que a Samsung adotará uma nova tecnologia de bateria.

Exynos 2400 deve equipar o Galaxy S25 FE (imagem: divulgação/Samsung)

A principal diferença em relação aos outros smartphones deve ser o processador (SoC): sai o Snapdragon 8 Elite da Qualcomm e entra o Exynos 2400, fabricado pela própria coreana. Ele também foi utilizado na linha S24 e está no recém-lançado Galaxy Z Flip 7 FE.

O modelo deve incluir 8 GB de memória RAM e opções de memória interna de 128 até 512 GB, sem opção de expansão por cartão de memória, cada vez mais raro.

O certificado na Agência Nacional de Telecomunicações aponta que a conectividade será 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth e NFC. Ele conta ainda com carregamento sem fio (inclusive reverso, o Wireless PowerShare). O carregador incluso na caixa é o EP-TA800, de 25 W.

Ainda não sabemos a data de lançamento ou o preço do Galaxy S25 FE por aqui. A Samsung ainda não divulgou oficialmente o produto em nenhum outro país.
Vem aí: Galaxy S25 FE já pode ser vendido no Brasil

Vem aí: Galaxy S25 FE já pode ser vendido no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Galaxy Tab S10 Lite 5G: novo tablet da Samsung já pode ser vendido no Brasil

Galaxy Tab S10 Lite 5G: novo tablet da Samsung já pode ser vendido no Brasil

Anatel emitiu certificação do Galaxy Tab S10 Lite após semanas de vazamentos (imagem: reprodução/Xpertpic)

Resumo

A Anatel homologou o tablet Galaxy Tab S10 Lite 5G (modelo SM‑X406B), o que significa que já pode ser vendido no Brasil.
O aparelho traz 5G, Wi‑Fi 6 e Bluetooth 5.3. A ficha técnica também deve incluir Exynos 1380, 6 GB de RAM, GPU Mali‑G68, suporte a S Pen e conectores POGO.
Tab S10 Lite 5G rodaria One UI 7 e Android 15.
Versão brasileira prevê carregador de 15W.

A Samsung homologou o Galaxy Tab S10 Lite 5G, próximo tablet da linha mais acessível, na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A certificação, obtida pelo Tecnoblog, libera a venda do produto no Brasil e indica que um anúncio oficial pode estar próximo.

O aparelho, que deve chegar ao mercado para suceder o popular Galaxy Tab S6 Lite, ainda não foi anunciado globalmente. Entretanto, ele vem sendo alvo de uma série de vazamentos e certificações em órgãos internacionais nas últimas semanas.

Agora, com os documentos da Anatel em mãos, confirmamos que o modelo homologado (SM-X406B), terá conectividade 5G, além de Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.3. Vale notar que vazamentos anteriores também apontam para a existência de uma versão apenas com Wi-Fi, de número SM-X400, que ainda não passou pela agência.

Certificado de homologação confirma o tablet no Brasil (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

O que sabemos do Tab S10 Lite 5G?

Nas últimas semanas, uma série de vazamentos ajudou a compor o retrato do que esperar do Galaxy Tab S10 Lite. O tablet deve vir equipado com 6 GB de memória RAM, processador Exynos 1380 (o mesmo presente no Tab S9 FE) e GPU Mali-G68. A expectativa é que ele já saia de fábrica com a One UI 7, baseada no Android 15.

De acordo com a listagem recente do aparelho no Google Play Console, a tela terá resolução de 2112 x 1320 pixels. Já o certificado de conformidade da Anatel aponta que o modelo oferecerá suporte à caneta S Pen e a conectores POGO, usados em capas com teclado.

Descrição do Tab S10 Lite no FCC apresenta bateria com capacidade de 8.000 mAh (imagem: reprodução/SamMobile)

Outro vazamento de julho, envolvendo a Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC), indica que o Tab S10 Lite terá uma bateria com capacidade de 8.000 mAh. Além disso, rumores apontam que o dispositivo suportará carregamento rápido de 25W ou 45W. Entretanto, a versão para o Brasil deve chegar com carregador de apenas 15W na caixa, de acordo com a documentação.

Lançamento no Brasil

A Samsung ainda não confirmou a existência do Galaxy Tab S10 Lite e nem divulgou uma data de lançamento. Contudo, a homologação na Anatel é um grande sinal de que estamos próximos de ver o aparelho chegando às prateleiras.

Considerando o ritmo dos vazamentos e o fato do firmware do aparelho já ter sido visto nos servidores da Samsung em julho, é provável que o anúncio oficial aconteça nos próximos meses, talvez junto da linha principal Galaxy Tab S11.
Galaxy Tab S10 Lite 5G: novo tablet da Samsung já pode ser vendido no Brasil

Galaxy Tab S10 Lite 5G: novo tablet da Samsung já pode ser vendido no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Exclusivo: Operadora desmente rumor sobre Starlink grátis no Brasil

Exclusivo: Operadora desmente rumor sobre Starlink grátis no Brasil

Elon Musk é o acionista controlador da Starlink (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

T-Mobile explicou ao Tecnoblog que não há planos para disponibilizar a internet grátis da Starlink no Brasil.
A parceria com a Starlink oferece apenas acesso limitado nos Estados Unidos, sem custos adicionais, mas para planos avançados.
O serviço de internet via satélite T-Satellite está em fase beta nos EUA e é destinado a dispositivos compatíveis.

A operadora de telecomunicações T-Mobile, dos Estados Unidos, declarou com exclusividade ao Tecnoblog que a suposta internet grátis em parceria com a Starlink não será fornecida no Brasil. Por mais que alguns consumidores possuam smartphones compatíveis, não é possível captar o sinal por aqui.

Este tema gerou muita desinformação nos últimos dias, após perfis e sites brasileiros noticiarem manchetes como “Internet grátis da Starlink em celulares começa nesta quinta” ou “Starlink libera internet via satélite grátis”, porém sem explicar que a novidade vale apenas para clientes norte-americanos.

Qual a verdade sobre o assunto?

A T-Mobile, uma das maiores companhias de telefonia dos EUA, realmente fechou uma parceria com a Starlink, empresa de internet via satélite do empresário Elon Musk. Ela prevê o acesso à rede da Starlink, principalmente para atividades mais simples, como envio/recebimento de SMS ou ligações de emergência para o 911 (equivalente ao nosso 190).

Essa novidade só é possível porque smartphones mais recentes conseguem se comunicar diretamente com os satélites da Starlink, que ficam posicionados na órbita baixa da Terra (LEO). Ou seja, os dispositivos se conectam não à torre de telefonia em solo, como ocorre com a telefonia tradicional, mas sim aos equipamentos no espaço.

Para tanto, é preciso estar numa região descoberta, de modo que a conexão ocorra com sinal forte. A Starlink não funciona tão bem quando há obstáculos entre o telefone e o satélite.

T-Mobile explica o que o T-Satellite é capaz de fazer (imagem: reprodução)

O serviço se chama T-Satellite e permaneceu em estágio de testes, o chamado beta, por mais de um ano. Ele se vale do conceito de Direct to Cell (D2C).

O T-Satellite não é totalmente gratuito, como alardearam algumas postagens nas redes sociais. Na verdade, não há custo adicional para os clientes dos planos avançados da T-Mobile. Já assinantes de demais planos devem pagar uma taxa mensal de US$ 10, equivalente a R$ 56. Não custa lembrar: os Estados Unidos possuem um dos serviços de telecomunicações mais caros do mundo.

Onde tem T-Satellite?

A T-Mobile enfatizou na resposta ao Tecnoblog que o T-Satellite está disponível somente em território norte-americano.

O smartphone da pessoa precisa ter compatibilidade com a tecnologia. São dezenas de produtos que saíram nos últimos anos, a partir do iPhone 13 (Apple); Galaxy S21 e Galaxy A25 (Samsung); Moto Razr e Moto G de 2024 (Motorola); ou Pixel 9A (Google), apenas para citar alguns.

Por que não funciona no Brasil?

O T-Satellite foi projetado como um reforço para o serviço fornecido pela T-Mobile nos Estados Unidos. Ele tem foco nos americanos. Não há nenhuma informação oficial sobre a expansão para outros países.

Seria como se a Vivo, maior operadora brasileira, anunciasse o serviço de satélite sem custo adicional para clientes de planos do Vivo Total em território brasileiro. Na sequência, jornais da Argentina começassem a publicar notícias sobre um misterioso serviço de internet grátis por lá, dando a entender que bastaria ter um telefone compatível. O raciocínio não tem lógica alguma.

Aliás, tomamos conhecimento de uma pessoa que fez o teste: mora na fazenda, tem um iPhone 15, compatível com a conexão, e tentou captar o sinal da Starlink. “Não pegou nem urubu voando.”
Exclusivo: Operadora desmente rumor sobre Starlink grátis no Brasil

Exclusivo: Operadora desmente rumor sobre Starlink grátis no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Motorola lança Moto G86 no Brasil; saiba o preço

Motorola lança Moto G86 no Brasil; saiba o preço

Moto G86 na cor grafite é vendido no Brasil (imagem: divulgação/Motorola)

Resumo

O Moto G86 foi lançado no Brasil por R$ 2.499. Ele possui processador MediaTek Dimensity 7300.
O smartphone tem tela POLED de 6,67 polegadas, 8 GB de RAM, 256 GB de armazenamento e câmera principal de 50 MP.
G86 roda Android 15 e conta com atualizações garantidas por duas versões do Android e quatro anos de pacotes de segurança.

O novo Moto G86 está entre nós: ele chega ao mercado brasileiro pelo preço sugerido de R$ 2.499. A Motorola realizou o lançamento na surdina, já que não divulgou o aparelho nos canais de comunicação habituais. Ele passou pela certificação da Anatel em 29 de maio, conforme revelado pelo Tecnoblog.

O sucessor do Moto G85 pode ser adquirido em duas cores da Pantone: Chrysanthemum (vermelho) e Spellbound (grafite). As opções Golden Cypress e Cosmic Sky não aparecem nos e-commerces consultados pela nossa reportagem.

O que tem no Moto G86?

Moto G86 na cor vermelha; telefone tem tela de 6,67 polegadas (imagem: divulgação/Motorola)

O Moto G86 está equipado com SoC MediaTek Dimensity 7300 (4 núcleos ARM Cortex-A78 de 2,5 GHz e 4 núcleos Cortex-A55 de 2 GHz), GPU ARM Mali-G615 MP2 (2 núcleos) e NPU MediaTek 655.

Sua tela é de 6,67 polegadas e utiliza tecnologia POLED, com possibilidade de pretos profundos e alta taxa de contraste.

No Brasil, o telefone é oferecido com 8 GB de memória RAM e 256 GB de armazenamento, que pode ser expandido via cartão microSD.

Novo G86 tira fotos de 50 MP (imagem: divulgação/Motorola)

A câmera principal do G86 tira fotos de 50 MP e utiliza o sensor Sony LYTIA 600, que também possui estabilização óptica de imagem (OIS). A segunda câmera traseira tem 8 MP e também possui autofoco, permitindo tirar fotos ultrawide e em macro. Já a câmera frontal faz selfies de 32 MP.

O smartphone vem de fábrica com o Android 15 e deve receber duas novas versões no futuro, além de quatro anos de pacotes de segurança. Ele conta com o Moto AI, conjunto de ferramentas de inteligência artificial como a “O que rolou”, que resume as notificações, e a “Guarde para depois”, capaz de organizar prints, fotos e anotações.

Ainda falta o Power

A Motorola aproveitou a mesma ocasião para anunciar, no exterior, três novos dispositivos: Moto G56, G86 e G86 Power. O primeiro está à venda por R$ 1.799 e o segundo chega às lojas nesta semana.

Ainda falta o Power, que se destaca pela bateria de 6.720 mAh. Todas as demais características são as mesmas do G86 tradicional. No entanto, não sabemos quando será o lançamento por aqui. O aparelho ainda não passou pela certificação da Anatel.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Motorola lança Moto G86 no Brasil; saiba o preço

Motorola lança Moto G86 no Brasil; saiba o preço
Fonte: Tecnoblog

Exclusivo: Nubank prepara expansão do Ultravioleta

Exclusivo: Nubank prepara expansão do Ultravioleta

Ultravioleta deve chegar aos clientes PJ (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Tecnoblog apurou que o Nubank está considerando expandir o selo Ultravioleta para o Nu Empresas.
Empresários começaram a visualizar o selo no aplicativo do Nubank, mas os benefícios para clientes empresariais não foram revelados.
O Ultravioleta, lançado em 2021, oferece uma série de vantagens para consumidores individuais, como serviços exclusivos e acesso a lounges de aeroporto.
Ainda não há detalhes sobre quando será o lançamento oficial.

O Nubank avalia formas de levar o selo do Ultravioleta também para clientes empresariais. A empresa confirmou com exclusividade ao Tecnoblog que o Nu Empresas poderá receber a marca voltada a clientes premium. Ainda não se sabe se ou quando isso vai acontecer.

Empresários nos contaram que o aplicativo do Nubank passou a exibir o Ultravioleta nos últimos dias. A promessa é de ampliar os benefícios para parcela dos clientes, apesar de, ao menos no momento, não ser possível dizer quais seriam as vantagens para pessoas jurídicas (PJs) que optassem pelos serviços do Nubank.

O Nu também revelou ao Tecnoblog que uma parcela pequena dos consumidores está visualizando a novidade. “Quaisquer novidades ou atualizações serão compartilhadas no momento oportuno.”

Área do Ultravioleta surge no app do Nubank (imagem: Tecnoblog)

O lançamento do Ultravioleta para pessoas físicas ocorreu em julho de 2021, inicialmente como um cartão de crédito premium, com a proposta de entregar serviços diferenciados para consumidores de alto valor. Não há cobrança de anuidade para clientes com gastos mensais de R$ 5 mil ou investimentos de R$ 50 mil.

Hoje, a marca Ultravioleta se espalha por diversos produtos financeiros do conglomerado Nu, como a conta global em diversas moedas, as tags de pedágios e estacionamentos, o chip internacional com franquia de 10 GB e o acesso ao lounge no Aeroporto de Guarulhos (SP).

Já o Nu Empresas não cobra anuidade nem praticamente nenhuma tarifa. Os clientes podem movimentar valores, fazer investimentos e transacionar Pix. Eles pagam por serviços como emissão de boletos ou saques na função débito. A expectativa é de haja cobrança de assinatura para o Ultravioleta neste segmento.
Exclusivo: Nubank prepara expansão do Ultravioleta

Exclusivo: Nubank prepara expansão do Ultravioleta
Fonte: Tecnoblog

Bloquear Amazon e Mercado Livre é nossa última opção, diz presidente da Anatel

Bloquear Amazon e Mercado Livre é nossa última opção, diz presidente da Anatel

Carlos Baigorri é presidente da Anatel (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O presidente da Anatel falou sobre o combate ao mercado irregular de celulares e explicou que não há previsão de bloqueio imediato dos sites Amazon e Mercado Livre.
Marcas internacionais como Jovi, Oppo e Realme iniciaram produção local, trazendo maior competitividade ao mercado brasileiro.
A agência reforça que as normas brasileiras para comercialização de aparelhos são eficazes para proteger o mercado oficial.

O presidente da Anatel, Carlos Baigorri, recebeu o Tecnoblog em seu gabinete em Brasília para uma conversa franca sobre o setor de telecomunicações. Ele disse que o mercado irregular de celulares continua sendo um desafio, mas que não vai bloquear os sites da Amazon e do Mercado Livre do dia para a noite. Por outro lado, o dirigente comemora a chegada de marcas internacionais, que estruturaram fábrica e começaram a produzir em solo brasileiro.

Carlos Manuel Baigorri está à frente da Agência Nacional de Telecomunicações desde 2022. Passados três anos, ele já pensa nos possíveis próximos passos: integrar a União Internacional de Telecomunicações (UIT), órgão da ONU destinado a discussões sobre conectividade, padrões técnicos, democratização do acesso e assuntos correlatos. A eleição para vice-secretário será em 2026, mas as campanhas já começaram no Brasil e outros países.

O bloqueio da Amazon e Mercado Livre

Um dos pontos centrais da atuação de Baigorri na Anatel tem sido o combate ao mercado irregular de celulares, composto por aparelhos que custam muito menos por não recolherem impostos e nem contarem com a certificação da agência.

Em novembro de 2024, a agência adotou uma medida cautelar que, na prática, dá margem para a aplicação de multas. Baigorri explica que é dever da Anatel cuidar para que os smartphones comercializados no país cumpram as regras. Quando isso não acontece, as lojas podem sofrer as consequências.

Marketplaces dizem que apagam páginas com produtos irregulares (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Ele observa, porém, que a Lei Geral de Telecomunicações prevê uma multa máxima de R$ 50 milhões. Ou seja, as empresas infratoras poderiam simplesmente incluir este gasto nas operações e seguir com a comercialização de aparelhos da Xiaomi e outras marcas desejadas sem se preocuparem com o assunto.

“Nós não vamos fazer nada previsto na medida cautelar enquanto o Judiciário não se manifestar em definitivo.” O assunto está na Justiça, porém sem expectativa de quando receberá um desfecho. Dentre as iniciativas nele elencadas está o bloqueio total das páginas. O dirigente conta que não há interesse em tomar essa medida porque ela teria efeitos colaterais para pessoas e empresas que não têm relação com o assunto.

E por que derrubar os domínios inteiros? De acordo com Baigorri, os mecanismos da Anatel preveem que o IP da página seja bloqueado. Ele afasta, portanto, a hipótese de lojas específicas serem retiradas do ar, enquanto outras permaneceriam funcionando.

“Não vai ter bloqueio de site amanhã ou depois. Vamos aguardar a manifestação do Judiciário”, assegura. Enquanto isso, o órgão continua com operações como a apreensão de 3,3 mil produtos irregulares, em armazéns de marketplaces, na semana passada.

A Amazon e o Mercado Livre afirmam que cumprem as regras do setor e que retiram do ar os produtos irregulares.

A chegada das gigantes chinesas

Enquanto o mercado cinza fica em banho-maria, o mercado oficial registra a chegada de operações de fabricação de três gigantes internacionais: Jovi (uma marca da Vivo Mobile), Oppo e Realme. Elas têm feito lançamentos subsequentes de produtos em variadas faixas de preço.

Para o presidente da Anatel, qualquer setor se beneficia da maior competição. “Cada empresa vai encontrar seu espaço para atender o mercado brasileiro”. Ele elogia a Nova Indústria Brasil (NIB), nova política industrial lançada pelo Governo Federal no ano passado e que, na visão dele, possibilitou a chegada das companhias. “Demonstra que há apetite no mercado brasileiro.”

Pergunto, então, sobre os preços. Afinal, o Jovi V50 Lite desembarca por aqui por R$ 3.199. Ele é fabricado em Manaus, numa parceria com a GBR Componentes.

Lançamento de 2025, o Jovi V50 Lite é fabricado em Manaus (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

“A gente imagina que este é apenas o primeiro passo. As empresas estrangeiras trazem inicialmente os produtos de alta performance para se estabelecerem no país. Na sequência, a expectativa é de que passem a se interessar também pelo nicho dos aparelhos básicos, que custam mais barato.”

Baigorri afirma ainda que o interesse das companhias chinesas reforça a ideia de que as regras brasileiras precisam ser respeitadas. “Nossa medida de proteger o mercado é eficaz a ponto das marcas perceberem que não dá para trazer os equipamentos para cá por descaminho.”
Bloquear Amazon e Mercado Livre é nossa última opção, diz presidente da Anatel

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Fonte: Tecnoblog

Não é impressão: o iFood agora cobra taxa de serviço em todos os pedidos

Não é impressão: o iFood agora cobra taxa de serviço em todos os pedidos

Cobrança de R$ 0,99 se aplica a todos os pedidos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

iFood passou a cobrar R$ 0,99 em todos os pedidos no Brasil
Nova taxa e cobrança anterior devem gerar R$ 108,9 milhões mensais à empresa
Cobrança também se aplica a assinantes do Clube iFood

Se você pediu comida pelo iFood nos últimos dias, deve ter percebido a “taxa de serviço” de R$ 0,99 no recibo. Vá se acostumando: de forma silenciosa, a empresa de delivery instituiu a nova cobrança em todos os pedidos realizados no Brasil, com o objetivo de “desenvolver melhorias constantes na tecnologia e experiência de compra”. O valor obrigatório entra em vigor em todas as cidades neste domingo (25).

O iFood não enviou nenhum comunicado para a base de clientes, seja por email ou notificação no app. O informativo se deu por uma curta mensagem publicada em 20 de maio no site oficial. No entanto, parte dos clientes percebeu o aumento do custo e criticou a empresa nas redes sociais.

Taxa era aplicada a compras pequenas

Tenha em mente que o iFood já cobrava uma taxa de serviço em encomendas de menor valor. Ela poderia ser aplicada para pedidos de R$ 25, R$ 35 ou R$ 40, a depender da cidade. Já a nova cobrança vale para todos os 55 milhões de clientes ativos no iFood, inclusive os que pagam a assinatura do Clube iFood, que custa R$ 12,90 por mês.

A nova taxa de serviço será aplicada a cada novo pedido feito na plataforma. “Esta é uma prática comum de mercado do Brasil e do mundo”, diz a empresa. Com isso, o iFood poderá embolsar R$ 108,9 milhões por mês, quando consideramos que são realizados 110 milhões de compras mensais na plataforma.

iFood registra 110 milhões de pedidos por mês (foto: divulgação)

Esta nova cobrança se soma a outras do modelo de negócios do iFood. Os restaurantes pagam comissão que vai de 12% a 23% sobre o valor do pedido, mais 3,20% pelo processamento do pagamento. Há ainda uma mensalidade que varia de R$ 130 a R$ 150, caso a receita seja superior a R$ 1.800 por mês. Os percentuais exatos variam conforme o contrato.

Já na ponta do cliente, há o valor do pedido, a eventual taxa de entrega e, a partir desta semana, a taxa de serviço obrigatória.

Clientes se revoltam

“Mais uma forma de roubar cliente”, desabafa usuário do Threads (imagem: Tecnoblog)

Apesar do movimento silencioso do iFood, diversos consumidores tomaram as redes sociais para criticar a mudança. Alguns se prontificaram a pesquisar por pratos dentro da plataforma, mas entrar em contato diretamente com os restaurantes para fazer o pedido — tanto por telefone quanto WhatsApp — com o objetivo de contornar o custo adicional.

O iFood aumentou a taxa mínima paga aos entregadores no fim de abril. O aumento foi de 15% nas entregas de moto (de R$ 6,50 para R$ 7,00). Na ocasião, a empresa disse que os valores dos pedidos não seriam impactados, já que o equilíbrio do ecossistema estaria mantido. A promessa não durou nem um mês.

Não custa lembrar: a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) trata o iFood como um monopólio, tendo em vista que abocanha 80% do setor. Outras empresas estão de olho no bilionário mercado brasileiro de delivery: o 99Food vai voltar e a chinesa Meituan confirmou o início das operações do aplicativo Keeta por aqui.
Não é impressão: o iFood agora cobra taxa de serviço em todos os pedidos

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Fonte: Tecnoblog