Category: Europa

Crise dos PCs faz Samsung alertar europeus sobre SSDs falsos

Crise dos PCs faz Samsung alertar europeus sobre SSDs falsos

Samsung 990 Pro falso (imagem: reprodução/ComputerBase)

Resumo

Samsung alertou sobre SSDs 990 Pro falsificados na Europa; avisou surge após caso de austríaco que recebeu 2 SSDs falsificados de 1 TB que não funcionavam;
inspeção das unidades falsificadas identificou placa de circuito azul e controlador Realtek; no modelo original, a placa é preta e o controlador é Pascal;
Samsung recomendou compra apenas em sua loja online ou em revendedores autorizados, e indicou software Samsung Magician para verificar autenticidade.

Além de memórias RAM, SSDs também estão escassos, o que leva a preços consideravelmente mais altos. Esse cenário deu força para um problema antigo: o de dispositivos falsificados. A situação chegou a um ponto em que a Samsung se viu obrigada a alertar sobre unidades falsas dos SSDs 990 Pro na Europa.

O caso em questão veio à tona depois que o site alemão ComputerBase relatou que um austríaco recebeu duas unidades falsificadas do Samsung 990 Pro de 1 TB. As suspeitas começaram depois que o comprador constatou que nenhum dos dois dispositivos funcionava.

As embalagens de ambos os SSDs não tinham sinais que sugerissem que aqueles produtos não eram originais. A certeza sobre a falsificação veio depois da inspeção das unidades, que revelou que elas usavam uma placa de circuito na cor azul e um controlador Realtek. No modelo original, a placa tem cor preta e controlador Pascal.

Qual foi a reação da Samsung?

Alertada sobre o problema, a Samsung emitiu a seguinte nota (em tradução livre) para recomendar que os SSDs da marca sejam comprados apenas em canais oficiais:

A Samsung leva muito a sério as denúncias de produtos de memória falsificados. Estamos tomando medidas consistentes para combater a distribuição desses produtos falsificados.

Recomendamos a compra de unidades de armazenamento Samsung exclusivamente pela Loja Online da Samsung ou por revendedores autorizados. Os consumidores também podem usar o software Samsung Magician para verificar a autenticidade do produto.

Como já informado, esse tipo de problema não é incomum. Nós, no Brasil, já estamos até acostumados com isso. As chances de você encontrar SSDs falsificados nos principais marketplaces do país não são pequenas.

Samsung 990 Pro original, com placa na cor preta (imagem: reprodução/Samsung)

O que chama a atenção no caso da Samsung é que o problema envolve uma linha de SSDs de alto desempenho e, portanto, mais cara. Normalmente, falsificadores focam em modelos mais baratos porque eles geram maiores volumes de vendas e são tecnicamente mais fáceis de serem falsificados.

É por isso que os crescentes relatos sobre unidades falsas dos SSDs Samsung 990 Pro levantam a suspeita de que o problema tem relação com os preços cada vez maiores desses produtos no mercado.

O aspecto mais alarmante é que, em alguns casos, a falsificação é tão bem feita que até usuários experientes têm dificuldades para identificar unidades não originais. Isso aconteceu recentemente no Japão: uma unidade falsa do Samsung 990 Pro testada pelo site Akiba PC Hotline tinha até desempenho similar ao do original.

Com informações do TechRadar
Crise dos PCs faz Samsung alertar europeus sobre SSDs falsos

Crise dos PCs faz Samsung alertar europeus sobre SSDs falsos
Fonte: Tecnoblog

33% das pessoas já espiaram dados sensíveis no celular alheio

33% das pessoas já espiaram dados sensíveis no celular alheio

Uso do celular no transporte e em filas facilita a vida dos bisbilhoteiros de plantão (foto: Robin Worrall/Unsplash)

Resumo

A pesquisa da Samsung ouviu 11.000 pessoas em 11 países da Europa. O estudo mostrou que 56% já olharam a tela de outro celular e 33% já viram dados sensíveis.
O transporte público foi o local com maior incidência de exposição, com 57%. Filas de lojas e supermercados tiveram 35%. Bares, cafés e restaurantes tiveram 13%.
A Samsung integrou a Tela de Privacidade no Galaxy S26 Ultra. O recurso restringe o ângulo de visão da tela e dificulta a leitura lateral.

Uma pesquisa recente encomendada pela Samsung revela que 56% das pessoas já olharam para a tela do smartphone alheio, na maioria das vezes por acidente. O estudo, divulgado neste mês, foi realizado com milhares de usuários no continente europeu para mapear o comportamento do público em espaços abertos e justificar o desenvolvimento de novas tecnologias.

Baseando-se nas respostas de 11 mil pessoas, os dados indicam que 48% dos entrevistados acreditam que usar celulares em locais de grande circulação é uma prática privada. Em contrapartida, 52% reconhecem ser muito simples enxergar a tela do vizinho.

Esse fenômeno de exposição gera a chamada “audiência acidental”, que ocorre quando a tela entra naturalmente no campo de visão de alguém. O transporte público lidera esse cenário, apontado por 57% da amostra como o local com maior incidência – filas de supermercados e lojas ocupam o segundo lugar (35%), seguidas por bares, cafés e restaurantes (13%).

A espiada nem sempre é obra do acaso. O levantamento mediu a intencionalidade dessas ações e revelou que 24% dos indivíduos olham celulares de estranhos movidos pela curiosidade. As reações variam: enquanto 28% afirmam ignorar o que foi lido e 27% desviam os olhos, 7% admitem que continuam acompanhando disfarçadamente o que se passa no aparelho.

O que as pessoas mais veem em outras telas?

Quando isso acontece, 33% dos entrevistados confirmam já ter visualizado informações sensíveis, enquanto 27% relataram ter cruzado com conteúdos classificados como inapropriados. Entre os itens mais visualizados, destacam-se:

Fotos pessoais: 38%

Rosto da pessoa durante videochamadas: 32%

Mensagens pessoais e de texto: 29%

Atividades e notificações em redes sociais: 27%

Compras em lojas online: 17%

Alertas e perfis em aplicativos de namoro: 12%

Saldos e detalhes de contas bancárias: 11%

Essa vulnerabilidade já alterou como parte dos usuários interagem com os dispositivos fora do ambiente doméstico: 49% já tiveram a sensação de estarem sendo monitorados, por exemplo. As operações financeiras são o principal alvo dessa cautela, sendo evitadas por 62% do público.

Adicionalmente, 49% adiam digitar senhas para momentos mais seguros e 43% não abrem mensagens privadas caso não estejam sozinhos. Quando percebem o monitoramento indesejado, a reação de 42% do público é simplesmente guardar o celular no bolso. Apenas 10% demonstram disposição para confrontar verbalmente a pessoa curiosa, enquanto 9% relatam não tomar atitude alguma.

A resposta da tecnologia aos olhares curiosos

Usuários podem configurar o recurso na seção de privacidade da tela do aparelho (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A Samsung aproveitou a divulgação da pesquisa para reforçar as qualidades da Tela de Privacidade, recurso introduzido recentemente no Galaxy S26 Ultra. Diferentemente das clássicas películas escurecidas, o recurso é nativo e pode ser habilitado ou desativado nas configurações da One UI. Quando ligada, a tecnologia trabalha restringindo o ângulo de emissão luminosa da tela, focando a nitidez na direção de quem está na frente do dispositivo e dificultando a visão lateral.

As estatísticas apresentadas baseiam-se em amostras de 11 nações europeias (Reino Unido, França, Alemanha, Espanha, Itália, Suécia, Dinamarca, Finlândia, Noruega, Holanda e Bélgica).
33% das pessoas já espiaram dados sensíveis no celular alheio

33% das pessoas já espiaram dados sensíveis no celular alheio
Fonte: Tecnoblog

LibreOffice critica União Europeia por usar Excel em consulta pública

LibreOffice critica União Europeia por usar Excel em consulta pública

Organização cobra o fim da dependência de formatos proprietários (imagem: reprodução/The Document Foundation)

Resumo

Document Foundation criticou a Comissão Europeia por usar Excel em uma consulta pública, contrariando diretrizes de padrões abertos.
Segundo a carta aberta da instituição, a exigência de formato .xlsx dificulta a compatibilidade com software livre, como o LibreOffice.
A fundação sugere oferecer formulários em formato .ods e adotar soluções mais acessíveis, como formulários web.

A Document Foundation, organização responsável pelo pacote de produtividade de código aberto LibreOffice, enviou um recado à Comissão Europeia nessa quinta-feira (05/03). Por meio de uma carta aberta, a entidade criticou o órgão governamental por disponibilizar um formulário de consulta pública exclusivamente no formato Microsoft Excel (.xlsx).

Para a fundação, a exigência de um arquivo proprietário para receber respostas da sociedade vai contra as próprias diretrizes de soberania digital e adoção de padrões abertos que a União Europeia tem defendido nos últimos tempos.

Por que a exigência gerou controvérsia?

A Comissão Europeia vem construindo um histórico de defesa da neutralidade tecnológica, ressaltando a necessidade de reduzir a dependência das grandes empresas de tecnologia estrangeiras. Documentos oficiais do bloco, inclusive, recomendam utilizar formatos abertos na prestação de serviços digitais pelo setor público.

No entanto, a Document Foundation argumenta que, ao exigir que cidadãos e organizações enviem feedback preenchendo obrigatoriamente uma planilha vinculada com a extensão .xlsx, a instituição força a adoção de um padrão controlado pela Microsoft. Segundo a nota oficial, o cenário é agravado por questões técnicas.

Embora o formato base do Excel, conhecido como OOXML (ISO/IEC 29500), tenha sido aprovado como um padrão no passado, a implementação real realizada pela Microsoft quase nunca segue as especificações à risca.

Na prática, isso pode destruir a compatibilidade do arquivo. Tentar abrir, preencher e salvar o documento oficial europeu utilizando o LibreOffice Calc, por exemplo, pode resultar em falhas de formatação e perda de dados.

Calc no LibreOffice 26.2 para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Document Foundation cobra neutralidade

Para a fundação que mantém o LibreOffice, o caso ultrapassa a classificação de uma simples falha processual ou administrativa e prejudica indivíduos, organizações não governamentais e administrações públicas que já fizeram a transição para fluxos de trabalho baseados em código aberto.

A ironia é que a consulta pública tratava justamente da Lei de Ciber‑Resiliência da União Europeia, proposta criada para reduzir riscos ligados à dependência tecnológica.

A solução técnica cobrada pela criadora do LibreOffice é que todos os formulários e modelos de feedback das consultas públicas passem a ser distribuídos sob neutralidade de formato. Se o órgão governamental deseja manter o modelo .xlsx, deve obrigatoriamente fornecer, em paralelo, uma versão em .ods (planilha ODF), um padrão internacional padronizado pela ISO, livre de royalties e sem um proprietário corporativo, garantindo acesso universal e sem custos.

A longo prazo, a fundação sugere que a União Europeia abandone a dependência de arquivos de planilhas para esse tipo de tarefa. Um formulário direto na web ou documentos em texto simples seriam soluções mais eficientes, eliminando a barreira de instalação de um software local. Para pressionar o órgão, a Document Foundation convocou a comunidade de software livre a enviar e-mails de protesto e mensagens de apoio pelos canais oficiais de contato da UE.
LibreOffice critica União Europeia por usar Excel em consulta pública

LibreOffice critica União Europeia por usar Excel em consulta pública
Fonte: Tecnoblog

Satélites russos acendem alerta de espionagem espacial na União Europeia

Satélites russos acendem alerta de espionagem espacial na União Europeia

Satélites de comunicações sob alerta de segurança na Europa (imagem: divulgação/Viasat)

Resumo

Satélites russos Luch-1 e Luch-2 realizam aproximações prolongadas de satélites europeus, levantando suspeitas de espionagem espacial.
Autoridades europeias alertam para risco de interceptação de comunicações e possível manipulação de dados críticos.
Rússia expande capacidades com lançamentos dos satélites Cosmos 2589 e 2590, intensificando preocupações de segurança espacial na União Europeia.

Autoridades de segurança da União Europeia avaliam que satélites russos vêm monitorando e possivelmente interceptando comunicações de pelo menos uma dúzia de satélites que prestam serviços essenciais ao bloco. A movimentação, considerada atípica, ocorre em meio ao agravamento das tensões entre Moscou e países ocidentais desde a invasão da Ucrânia.

De acordo com análises de inteligência citadas por autoridades europeias, além do risco de acesso a dados sensíveis, as manobras podem abrir caminho para interferências mais graves, como a alteração de trajetórias orbitais ou até a inutilização deliberada de satélites civis e governamentais.

Aproximações suspeitas em órbita geoestacionária

Os satélites russos conhecidos como Luch-1 e Luch-2 são monitorados há anos por autoridades civis e militares do Ocidente. Nos últimos três anos, porém, eles passaram a realizar aproximações mais frequentes e prolongadas de satélites europeus em órbita geoestacionária, a cerca de 35 mil quilômetros da Terra.

Dados orbitais e observações feitas por telescópios em solo indicam que esses veículos permanecem por semanas – às vezes meses – próximos a satélites usados para comunicações comerciais, governamentais e, em alguns casos, militares. Desde seu lançamento, em 2023, o Luch-2 já teria se aproximado de ao menos 17 satélites que atendem a Europa, além de partes da África e do Oriente Médio.

O general Michael Traut, chefe do comando espacial das Forças Armadas da Alemanha, afirmou ao Financial Times que há fortes indícios de que os satélites russos estejam realizando operações de inteligência de sinais. Para ele, o padrão de voo sugere a tentativa de permanecer dentro do feixe de dados enviado das estações terrestres aos satélites europeus.

Atividades russas levantam preocupações sobre satélites europeus (Imagem: Kevin Stadnyk/Unsplash)

Por que essas manobras preocupam as autoridades?

Um ponto central da preocupação está no fato de que muitos satélites europeus mais antigos não utilizam criptografia avançada em seus comandos. Isso significa que dados críticos – como instruções de controle orbital – podem ser captados, armazenados e eventualmente reutilizados por agentes hostis.

Segundo um alto funcionário europeu de inteligência, mesmo sem capacidade imediata de derrubar satélites, o simples acesso a esses sinais pode permitir ataques futuros. Ele explica que com esse tipo de informação, é possível imitar operadores em solo e enviar comandos falsos.

O ministro da Defesa da Alemanha, Boris Pistorius, classificou as redes de satélites como um ponto vulnerável das sociedades modernas. “As atividades russas representam uma ameaça fundamental para todos nós, especialmente no espaço. Uma ameaça que não devemos mais ignorar”, afirmou em discurso no ano passado.

Especialistas do setor privado reforçam o diagnóstico. Belinda Marchand, da Slingshot Aerospace, afirmou que os satélites russos estavam “manobrando e estacionando próximos a satélites geoestacionários, muitas vezes por vários meses seguidos”. Já Norbert Pouzin, analista da empresa francesa Aldoria, observou que os alvos pertencem majoritariamente a operadores ligados à Otan.

Além do Luch-1 e do Luch-2, a Rússia lançou recentemente os satélites Cosmos 2589 e 2590, que apresentam capacidades semelhantes. O movimento é interpretado como parte de uma escalada mais ampla da chamada “guerra híbrida”, agora estendida ao espaço.
Satélites russos acendem alerta de espionagem espacial na União Europeia

Satélites russos acendem alerta de espionagem espacial na União Europeia
Fonte: Tecnoblog

Musk diz que premiê da Espanha é “tirano” por querer banir menores das redes

Musk diz que premiê da Espanha é “tirano” por querer banir menores das redes

Musk usou sua própria plataforma para disparar ofensas pessoais (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Elon Musk chamou o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, de “tirano”e “traidor do povo espanhol” após proposta de regularização das redes.
Espanha quer banir menores de 16 anos das redes sociais e responsabilizar criminalmente CEOs e proprietários de plataformas.
A medida prevê verificação rigorosa de idade, como integração com o sistema de identidade digital ou biometria facial.

O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, anunciou ontem (03/02) um novo pacote legislativo que pode proibir o acesso de menores de 16 anos às redes sociais no país. Em resposta, Elon Musk o chamou de “tirano” e “traidor do povo espanhol”.

O projeto estabelece sistemas rigorosos de verificação de idade e prevê, inclusive, a responsabilização judicial de executivos de tecnologia, o que provocou a reação imediata do dono do X/Twitter.

Quais são as mudanças propostas pela Espanha?

O anúncio de Sánchez faz parte de um plano para combater o que ele define como um “estado de anarquia digital”. Segundo o Euronews, o argumento do premiê espanhol é que as redes sociais falharam em proteger crianças contra discursos de ódio e conteúdos predatórios, motivo pelo qual se exige agora uma intervenção direta.

A nova legislação, que deve ser apresentada formalmente ao parlamento nas próximas semanas, deve eliminar as atuais “caixas de seleção” de idade. O governo pretende obrigar que plataformas como X, Instagram e TikTok adotem ferramentas de verificação mais robustas, como a integração com o sistema de identidade digital da Espanha ou o uso de biometria facial para validar a idade do usuário antes da criação de qualquer conta.

Diferente de regulamentações anteriores que permitiam o uso de redes por menores com autorização parental, o plano de Madri estabelece limite mínimo de 16 anos, sem exceções.

CEOs podem ser responsabilizados

Um dos pontos mais polêmicos da medida é a introdução da responsabilidade criminal para CEOs e proprietários de plataformas. Caso uma rede social permita o acesso de menores ou falhe na moderação de conteúdo, executivos como Musk poderão ser processados e responsabilizados criminalmente em solo espanhol, conforme detalhado pelo portal português Eco Sapo.

A reação de Musk foi rápida e carregada de ofensas. No X, o bilionário utilizou o apelido “Sánchez Sujo”, acompanhado de um emoji ofensivo, alegando que o governo está tentando “destruir a liberdade de informação”.

Esse conflito não é novo e escala uma tensão iniciada em 2025, quando Musk criticou as políticas migratórias de Sánchez. O desgaste do bilionário estende-se ao bloco europeu: no final de janeiro, o X tornou-se alvo de uma nova investigação da União Europeia, agravando os atritos com os reguladores locais.

Dirty Sánchez is a tyrant and traitor to the people of Spain https://t.co/B3oyHrBYpR— Elon Musk (@elonmusk) February 3, 2026

Grécia e França aumentam o cerco contra as redes sociais

A movimentação espanhola não é um fato isolado no continente europeu. A Grécia também está finalizando um projeto de lei para banir menores de redes sociais, seguindo o modelo aprovado pela Austrália. O primeiro-ministro grego, Kyriakos Mitsotakis, afirmou que o objetivo é combater o vício digital e o cyberbullying.

Já a França tem reforçado o rigor das leis atuais. Nesta semana, a sede do X em Paris foi alvo de buscas e apreensões por autoridades francesas. A investigação apura a manipulação de algoritmos, possível interferência estrangeira e a negligência na remoção de conteúdos ilícitos.

Segundo o Diário de Notícias, Elon Musk foi formalmente intimado a prestar depoimento perante os tribunais franceses. Em nota oficial, a equipe jurídica do X afirmou que as alegações são “infundadas”, alegando que a ação põe em risco a liberdade de expressão global.

Banimento de redes sociais para menores ganha força na Espanha e Grécia (imagem: Robin Worrall/Unsplash)

Se a Espanha conseguir implementar com sucesso a integração de IDs digitais para acesso a redes, abrirá um precedente técnico que forçará gigantes como a Meta e o X a alterarem suas arquiteturas para evitar o bloqueio em mercados europeus.

Historicamente, plataformas digitais se posicionam como “canais neutros”, sem responsabilidade pelo conteúdo gerado por terceiros. No entanto, o pacote legislativo de Sánchez passa a tratar as redes sociais como editoras de conteúdo. O argumento central é que, se a plataforma utiliza algoritmos para lucrar com o engajamento, ela deve ser juridicamente responsável pelo impacto social desse conteúdo.
Musk diz que premiê da Espanha é “tirano” por querer banir menores das redes

Musk diz que premiê da Espanha é “tirano” por querer banir menores das redes
Fonte: Tecnoblog

Motorola Signature chega com Snapdragon 8 Gen 5 e sete updates de Android

Motorola Signature chega com Snapdragon 8 Gen 5 e sete updates de Android

Signature inclui até clube de benefícios (imagem: divulgação)

Resumo

O Motorola Signature possui Snapdragon 8 Gen 5, 16 GB de RAM, 512 GB de armazenamento e tela AMOLED de 6,8 polegadas com 165 Hz.
O design inclui estrutura de alumínio aeroespacial, acabamento que simula tecido e resistência IP68/IP69.
O smartphone oferece sete atualizações de Android, começando com o Android 16, e sete anos de updates de segurança.

A Motorola apresentou o Signature, primeiro modelo de sua nova linha premium. O smartphone chega primeiro a países selecionados da Europa, com preço sugerido de 999 euros (cerca de R$ 6,3 mil, em conversão direta). O comunicado publicado no blog da fabricante menciona o lançamento na América Latina, mas ainda não há informações mais detalhadas

Por fora, o Signature tem design fino e acabamento de alta qualidade. Por dentro, o destaque é o chip Snapdragon 8 Gen 5. A Motorola também trouxe a promessa de sete atualizações de Android e sete anos de updates de segurança, já adotada há algum tempo pela Samsung.

A marca também diz que o Signature inclui um ano de serviços sob medida para o comprador em viagens, restaurantes, bem-estar e estilo de vida, além de acesso a um clube exclusivo.

Esse é o segundo grande lançamento da Motorola na CES 2026. Além do Signature, a empresa apresentou o Razr Fold, dobrável com suporte a caneta stylus que chega para concorrer com o Galaxy Z Fold 7.

Como é o design do Motorola Signature?

A Motorola deu bastante ênfase no aspecto visual e na construção do Signature. Isso começa pela espessura fina, com 6,99 mm. Vale dizer que é menos que os ultrafinos lançados em 2025, como o Galaxy S25 Edge (5,8 mm) e o iPhone Air (5,6 mm).

A construção usa estrutura de alumínio de nível aeroespacial, com acabamentos inspirados em sarja e linho. Ele tem resistência à água e à poeira nos padrões IP68 e IP69.

A parceria com a Pantone, já presente em outros modelos, continua no Signature, com as cores Martini Olive (um verde-oliva próximo do dourado) e Carbon (preto).

Acabamento é um dos destaques do Signature (imagem: divulgação)

Como é a parte técnica do Motorola Signature?

A Motorola destaca as quatro câmeras de 50 megapixels do aparelho:

Principal, com sensor Sony Lytia 828, o maior dessa resolução já usado pela fabricante, capaz de gravar vídeos em 8K.

Periscópica, com zoom óptico de 3x e sensor Sony Lytia 600.

Ultrawide, com campo de visão de 122°.

Selfie, com sensor Sony Lytia 500 e gravação de vídeo em 4K.

Outra característica relevante é o chip Snapdragon 8 Gen 5, da Qualcomm. Ele não é o mais potente da marca — posto ocupado pelo Snapdragon 8 Elite Gen 5 (os nomes são parecidos, mas não confunda). Mesmo assim, conta com CPU de 3,8 GHz e NPU de desempenho superior.

Para fazer companhia ao processador, o Signature traz 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.

A tela tem 6,8 polegadas e usa tecnologia AMOLED, contando também com taxa de atualização de até 165 Hz e entrega 6.200 nits de pico de brilho.

A bateria usa tecnologia de silício-carbono e tem 5.200 mAh de capacidade. Para abastecê-la, o Signature tem suporte a carregamento rápido de até 90 W com cabo e 50 W sem fio.

E o Android? Tem IA?

Moto AI pode resumir notificações e mensagens (imagem: divulgação)

O Motorola Signature vem com Android 16, e a fabricante promete sete atualizações do sistema, o que significa que ele receberá até o Android 23. Além disso, o aparelho terá acesso a updates de segurança por sete anos.

O conjunto de ferramentas Moto AI também está presente, trazendo recursos como sugestões para próximas tarefas com base no que está na tela, gerador de imagens, zoom de até 100x na câmera e resumo de notificações. Além disso, é possível escolher entre os assistentes Gemini, Copilot e Perplexity.

Com informações da Motorola
Motorola Signature chega com Snapdragon 8 Gen 5 e sete updates de Android

Motorola Signature chega com Snapdragon 8 Gen 5 e sete updates de Android
Fonte: Tecnoblog

Europa começa a investigar efeito “Google Zero”

Europa começa a investigar efeito “Google Zero”

Europa começa a investigar efeito “Google Zero” (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

União Europeia investiga se Google usa conteúdo de terceiros para treinar modelos de IA sem oferecer compensações;

Autoridades europeias querem entender impacto do Modo IA sobre tráfego de sites e canais no YouTube;

Apuração também analisa se prática prejudica rivais de inteligência artificial.

O Google está sob investigação na Europa, mais uma vez. A motivação do momento são as preocupações da Comissão Europeia sobre um possível uso desproporcional, por parte da companhia, de conteúdo de sites e canais no YouTube para alimentar modelos de IA, causando o chamado efeito “Google Zero”.

A expressão “Google Zero” foi cunhada em 2024 por Nilay Patel, do The Verge, como forma de identificar um cenário em que o buscador deixa de direcionar usuários para serviços web externos, e passa a apresentar respostas produzidas por IA generativa em suas próprias páginas. Com isso, portais, sites independentes, blogs e afins recebem “zero” acessos.

Mas os modelos de IA não geram conteúdo por conta própria. Eles precisam ser treinados e alimentados com bases de dados gigantescas. É aí que a investigação da União Europeia ganha forma: autoridades do bloco querem descobrir se o Google está violando regras de concorrência ao usar conteúdo de terceiros para alimentar mecanismos de IA sem oferecer contrapartidas.

Um dos aspectos da investigação é o Modo IA, que é mostrado em destaque nas buscas do Google, fazendo sites que aparecem nos resultados das pesquisas terem, em muitos casos, um número reduzido de acessos.

A Comissão Europeia investigará até que ponto o Modo IA e as Visões Gerais de IA do Google se baseiam em conteúdo de terceiros sem oferecer compensações e sem dar possibilidade de os editores recusarem essa abordagem para não terem suas páginas removidas do buscador.

Modo IA na busca do Google (imagem: reprodução/Google)

Europa também investiga se concorrentes em IA estariam sendo prejudicados

Além de descobrir as possíveis consequências para produtores e distribuidores de conteúdo, a Comissão Europeia quer saber se a estratégia em questão deixa concorrentes do Google no campo da inteligência artificial em desvantagem, como diz este trecho do comunicado oficial sobre o assunto:

A investigação verificará, principalmente, se o Google está prejudicando a concorrência ao impor termos e condições injustas a editores e criadores de conteúdo, ou ao conceder a si mesmo acesso privilegiado a esse conteúdo, colocando desenvolvedores de modelos de IA concorrentes em desvantagem.

Neste ponto, é válido esclarecer que o YouTube tem termos de uso que permitem que o Google acesse livremente o conteúdo publicado na plataforma para treinamento de IA.

A inteligência artificial está trazendo inovações notáveis e muitos benefícios para pessoas e empresas em toda a Europa, mas esse progresso não pode ocorrer à custa dos princípios fundamentais das nossas sociedades.

É por isso que estamos investigando se o Google pode ter imposto termos e condições injustos a editores e criadores de conteúdo, colocando desenvolvedores de modelos de IA concorrentes em desvantagem, em violação das regras de concorrência da União Europeia.

Teresa Ribera, vice-presidente executiva de concorrência da Comissão Europeia

Não há prazo ou previsão para a investigação ser concluída.
Europa começa a investigar efeito “Google Zero”

Europa começa a investigar efeito “Google Zero”
Fonte: Tecnoblog

YouTube testa o retorno das mensagens diretas dentro do app

YouTube testa o retorno das mensagens diretas dentro do app

YouTube testa ferramenta de mensagens diretas dentro do app (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

YouTube testa o retorno das mensagens diretas no app para facilitar o compartilhamento de vídeos.
O novo sistema de DMs inclui travas de segurança, como convites prévios para iniciar conversas e ferramentas para bloquear ou denunciar usuários.
A reintrodução das mensagens diretas deve integrar melhor os YouTube Shorts com a parte social, semelhante ao Instagram e TikTok.

O YouTube parece disposto a voltar atrás quanto à existência de uma ferramenta de chat dentro da rede. A plataforma começou a testar mensagens diretas (DMs) no app para dispositivos móveis, e a novidade já está sendo distribuída para um grupo seleto de usuários na Europa.

O teste, anunciado na página de suporte do YouTube, é descrito pela própria plataforma como uma resposta aos pedidos da comunidade. Atualmente, a funcionalidade, que permite o compartilhamento de vídeos e conversas sem sair do ambiente do YouTube, é restrita a usuários maiores de 18 anos na Irlanda e na Polônia.

Como funciona o chat nativo?

A proposta é simples e semelhante ao funcionamento de outras redes sociais, como o Instagram e o TikTok. Com a mudança, ao encontrar um vídeo, o usuário poderá enviá-lo para um amigo e iniciar uma conversa sem precisar copiar o link e abrir outro app.

Segundo a página de suporte encontrada pelo 9to5Google, o sistema foi desenhado com travas de segurança. Para iniciar um bate-papo, será necessário enviar um convite prévio. O destinatário poderá aceitar ou recusar a solicitação, além de ter ferramentas para bloquear usuários ou denunciar conversas mal-intencionadas.

O YouTube também deixa claro que o espaço não será “terra sem lei”. As mensagens trocadas estarão sujeitas às mesmas Diretrizes da Comunidade que regem os vídeos e comentários públicos.

Isso significa que sistemas automatizados poderão escanear o conteúdo dos chats em busca de violações e aplicar punições, se necessário.

Novidade para alavancar os Shorts?

Usuários poderiam compartilhar vídeos e conteúdos do Shorts sem sair do app (imagem: divulgação)

Além de ser um suposto pedido dos usuários, o movimento deve tentar repetir no YouTube Shorts o sucesso que a Meta e a ByteDance tiveram com a integração entre suas seções de vídeos curtos e a parte social do Instagram e do TikTok.

Os dois apps integram um robusto sistema de mensagens diretas que incentiva o compartilhamento interno entre amigos.

Ao reimplementar as mensagens, a estratégia do YouTube é transformar a plataforma em uma rede social mais completa, aumentando o tempo de tela e evitando que o engajamento “vaze” para mensageiros concorrentes.

Recurso parecido já existiu

YouTube teve seção de mensagens há alguns anos (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

O YouTube manteve um recurso nativo de mensagens diretas entre 2017 e 2019, mas decidiu matá-lo em setembro daquele ano.

Na época, a justificativa oficial da empresa foi a necessidade de priorizar “conversas públicas”, como comentários, posts na comunidade e stories. A decisão gerou críticas imediatas, especialmente entre o público mais jovem. Agora, meia década depois, o Google parece ter percebido que abrir mão desse canal de comunicação foi um erro estratégico.
YouTube testa o retorno das mensagens diretas dentro do app

YouTube testa o retorno das mensagens diretas dentro do app
Fonte: Tecnoblog

União Europeia pode mudar regras de privacidade para favorecer IA

União Europeia pode mudar regras de privacidade para favorecer IA

UE pode mudar privacidade e proteção de dados para facilitar IA (foto: Thijs ter Haar/Wikimedia Commons)

Resumo

Comissão Europeia estuda simplificar leis digitais e pode alterar o GDPR para incentivar a IA.
Segundo o jornal europeu Politico, a mudança inclui exceções para processar dados sensíveis, redefinindo o que seriam “dados pessoais”.
A proposta gerou resistência e divide os países da União Europeia.

A Comissão Europeia estuda mudar algumas das regras de privacidade mais rígidas do mundo para incentivar o desenvolvimento da inteligência artificial no continente. O novo pacote, classificado informalmente como “digital abrangente”, deve ser apresentado na próxima quarta-feira (19/11) para simplificar normas protecionistas que estariam travando a competitividade europeia com Estados Unidos e China.

A proposta prevê ajustes no Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR), que se tornou referência global desde sua criação em 2018. Segundo os documentos obtidos pelo jornal Politico, as mudanças podem criar exceções que permitiriam às empresas de IA processar dados sensíveis — como informações sobre religião, orientação política ou saúde — com o objetivo de treinar e operar seus sistemas.

O que pode mudar no GDPR?

Além das exceções para dados especiais, a Comissão também considera rever a definição de “dados pessoais”. Informações pseudonimizadas — alteradas de forma que não possam ser diretamente associadas a um indivíduo — poderiam deixar de ser totalmente protegidas pelo GDPR, o que abriria espaço para o uso dessas bases em treinamentos de modelos de IA.

Outra possível mudança envolve os avisos de cookies em sites e aplicativos. A ideia seria permitir novas justificativas legais para rastrear usuários, além do consentimento. Os documentos sugerem alterações “pontuais” e “técnicas”, sem afetar os princípios fundamentais de proteção de dados.

Pacote digital pode redefinir privacidade em prol da IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Reações políticas

As discussões, porém, já provocam forte resistência. O político alemão Jan Philipp Albrecht, um dos autores originais do GDPR, alertou que a proposta pode “enfraquecer drasticamente os padrões europeus”. Ele questionou: “É este o fim da proteção de dados e da privacidade como estabelecemos no tratado da União Europeia e na Carta de Direitos Fundamentais?”.

Entre os países-membros, França, Áustria, Eslovênia, Estônia e República Tcheca se opõem à revisão da lei. Já a Alemanha apoia mudanças que favoreçam o crescimento da IA, enquanto a Finlândia defende ajustes que reforcem a competitividade europeia.

Mesmo sem confirmação oficial, o debate já divide políticos e especialistas na sede da União Europeia em Bruxelas, na Bélgica. Para alguns, a flexibilização pode acelerar a inovação; para outros, ameaça um dos pilares da identidade digital do bloco econômico.

Com informações do TechRadar
União Europeia pode mudar regras de privacidade para favorecer IA

União Europeia pode mudar regras de privacidade para favorecer IA
Fonte: Tecnoblog

Pressionada, Microsoft dará suporte estendido grátis ao Windows 10 na Europa

Pressionada, Microsoft dará suporte estendido grátis ao Windows 10 na Europa

Pressionada, Microsoft dará suporte estendido grátis ao Windows 10 na Europa (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Suporte estendido ao Windows 10 será gratuito na Europa e não exigirá conta Microsoft;

Decisão vem após Microsoft sofrer pressão de grupos europeus de defesa do consumidor;

Fora da Europa, será necessário pagar US$ 30 ou usar programas como o Microsoft Rewards (1.000 pontos) para continuar recebendo atualizações.

O Windows 10 deixará de ser suportado pela Microsoft em 14 de outubro de 2025. Consumidores ainda poderão obter atualizações de segurança por um ano após a data, mas se atenderem a determinados requisitos. Mas não na Europa: por lá, o suporte estendido será liberado a qualquer interessado de modo gratuito.

A decisão, um tanto surpreendente, foi tomada pela Microsoft após pressão de entidades como a Euroconsumers, organização que reúne grupos de defesa dos consumidores em vários países europeus.

A própria Euroconsumers divulgou uma carta em que explica que, após tratativas com a Microsoft, a companhia topou oferecer uma opção de fácil acesso ao suporte estendido do Windows 10 para usuários do Espaço Econômico Europeu. Essa opção não exigirá pagamento ou uma conta Microsoft, ao contrário do que acontecerá no restante do mundo.

Ao site Windows Central, a Microsoft deu a seguinte explicação sobre o assunto:

No Espaço Econômico Europeu, estamos atualizando o processo de inscrição [no ESU] para garantir que ele atenda às expectativas locais e ofereça uma experiência segura e simplificada.

O nosso objetivo é oferecer suporte aos clientes e dar opções durante a transição para o Windows 11, com acesso ininterrupto a atualizações críticas de segurança.

Como será o suporte estendido ao Windows 10 nos demais países?

O fim do suporte significa que o Windows 10 deixará de receber atualizações funcionais ou de segurança. Contudo, organizações e usuário domésticos poderão se inscrever no ESU, sigla em inglês para Atualizações de Segurança Estendidas.

Caixa do assistente de ESU para Windows 10 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Por meio do programa ESU, consumidores poderão receber um ano de atualizações de segurança para o Windows 10 após o fim do suporte ao sistema operacional. Para isso, a Microsoft oferece uma das seguintes opções de ativação:

Taxa de US$ 30: valor correspondente a R$ 161 na cotação atual; permite a compra da extensão por meio da Microsoft Store;

Backup do Windows: é uma ferramenta da Microsoft que faz cópia de arquivos e configurações do PC usando o OneDrive ou um serviço nas nuvens compatível; seu uso dá direito ao ESU;

Microsoft Rewards: usuários do programa de recompensas da Microsoft podem se inscrever no ESU se tiverem 1.000 pontos por lá.

As duas últimas alternativas são gratuitas, mas requerem uma conta Microsoft, bem como estão vinculadas a serviços da própria companhia. Consumidores que não estiverem na Europa terão que recorrer a uma dessas opções se quiserem ter acesso às atualizações de segurança do Windows 10.

Saiba como ativar o suporte estendido ao Windows 10. Vale reforçar que as atualizações serão válidas somente por um ano e envolvem apenas updates de segurança. As atualizações não incluem novos recursos ou ajustes de desempenho.
Pressionada, Microsoft dará suporte estendido grátis ao Windows 10 na Europa

Pressionada, Microsoft dará suporte estendido grátis ao Windows 10 na Europa
Fonte: Tecnoblog