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O que é Ethereum? Conheça a história da plataforma blockchain descentralizada

O que é Ethereum? Conheça a história da plataforma blockchain descentralizada

Vitalik Buterin, cofundador do Ether e da rede Ethereum (Imagem: TechCrunch/ Flickr)

Ethereum é uma plataforma proposta por Vitalik Buterin e desenvolvida com outros cofundadores, que utiliza o Ether (ETH) para pagar taxas de execução e participar da validação da rede por meio de contratos inteligentes e aplicações descentralizadas.

Lançada em 2015, a rede é utilizada por desenvolvedores em todo o mundo e passou por eventos importantes que influenciaram sua evolução, sendo baseada no mecanismo de consenso Proof of Stake (PoS).

A Ethereum executa programas na Ethereum Virtual Machine (EVM), replicada em vários nós para garantir integridade. Contratos inteligentes são códigos executados pela EVM, com taxas pagas em Ether (gas). Nesse modelo, validadores utilizam ETH para validar transações e recebem recompensas.

A seguir, entenda a origem da rede descentralizada, seu funcionamento e suas principais aplicações na web.

ÍndiceO que é Ethereum?O que significa Ethereum?Para que serve a Ethereum?Qual é a história da Ethereum?Quem é o dono da Ethereum?Como funciona a Ethereum?A Ethereum é segura?Qual é a diferença entre Ethereum e Ether?Qual é a diferença entre Ethereum e Bitcoin?

O que é Ethereum?

Ethereum é uma blockchain descentralizada, de código aberto e que permite o desenvolvimento e a execução de aplicativos descentralizados (dApps) e a elaboração de contratos inteligentes (smart contracts).

A rede foi desenvolvida em 2015 por Vitalik Buterin, desenvolvedor de software russo-canadense, e tem o Ether (ETH) como criptomoeda nativa.

O que significa Ethereum?

Ethereum deriva da palavra “Éter”, termo da ficção científica para um elemento hipotético que preenche o universo e permite a propagação da luz. Esse conceito também serviu de base para o nome da criptomoeda nativa da plataforma, o Ether (ETH).

Vitalik Buterin adotou o nome inspirado em conceitos científicos, com o objetivo de desenvolver uma rede “invisível”, mas onipresente, de soluções descentralizadas.

Para que serve a Ethereum?

A Ethereum oferece infraestrutura para o desenvolvimento de soluções digitais descentralizadas. A plataforma possibilita a criação de contratos inteligentes, aplicativos descentralizados e serviços financeiros (DeFi), sem intermediários, como bancos.

As transações e execuções de contratos são validadas por uma rede distribuída de participantes, por meio de mecanismos de consenso. Além disso, muitos desenvolvedores usam a plataforma para criar novas ferramentas descentralizadas, sem a necessidade de um governo ou empresa para gerenciar esses recursos.

A criptomoeda nativa da Ethereum é usada para o pagamento de taxas de transação e para a validação dos serviços da rede.

Qual é a história da Ethereum?

A história da Ethereum tem início em 2013, quando Vitalik Buterin decidiu criar uma blockchain que aceitasse linguagens de programação para executar contratos inteligentes, publicando o whitepaper “Ethereum: A Next-Generation Smart Contract and Decentralized Application Platform”.

O projeto de desenvolvimento foi financiado a partir da venda antecipada de tokens Ether, arrecadando US$ 18,3 milhões, tendo uma equipe composta por Buterin e mais sete fundadores.

A Ethereum foi lançada oficialmente em 30 de julho de 2015 (versão Frontier), já permitindo a criação de contratos inteligentes e a mineração de blocos via Proof of Work (PoW).

Ether é a segunda criptomoeda mais usada no mundo (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Em 2016, a plataforma recebeu a primeira grande atualização, e também foi quando ocorreu o primeiro grande incidente: um ataque explorou uma vulnerabilidade no código do contrato inteligente da organização “The DAO”, resultando no desvio de US$ 150 milhões em Ether.

O fato foi responsável pela divisão da rede Ethereum em duas: Ethereum Classic (ETC) e Ethereum (ETH), já que parte da comunidade de desenvolvedores decidiu reverter a transação do invasor, o que desagradou uma minoria.

O Ethereum foi validado como uma grande plataforma de lançamento de ativos digitais em 2017, com a chegada do padrão de token ERC-20. Diversas empresas criaram seus próprios tokens com a plataforma, gerando uma onda de oferta de ativos e sobrecarregando a rede.

Os anos seguintes foram direcionados para a transição de Proof of Work para Proof of Stake, substituindo a mineração pela custódia desses ativos como prova de consenso. Em 2022, inclusive, a Ethereum fundiu-se com a Beacon Chain, evento conhecido como “The Merge”, que eliminou a mineração e reduziu o consumo de energia.

Anúncio sobre Beacon Chain divulgado pela Ethereum (Imagem: Reprodução/Ethereum)

Além disso, a introdução da atualização EIP-1559, em 2021, mudou a estrutura das taxas, passando a destruir uma parte do Ether pago em cada transação, diminuindo a oferta e aumentando a escassez do ativo.

Quem é o dono da Ethereum?

A Ethereum é uma plataforma descentralizada, sendo gerida por uma comunidade de desenvolvedores, mineradores e validadores de transações — apesar de ter sido criada e desenvolvida por Vitalik Buterin.

A rede é apoiada pela Ethereum Foundation (EF), com sede na Suíça. A organização sem fins lucrativos financia pesquisas, coordena atualizações e organiza conferências. Porém, todas as mudanças realizadas na Ethereum são aprovadas apenas a partir de um consenso da comunidade.

Buterin ainda é uma figura central no desenvolvimento da rede, mas, apesar de ser influente, não possui o controle sobre o código-fonte e autoridade para decisões na plataforma.

Como funciona a Ethereum?

O funcionamento da Ethereum se baseia na execução de programas em uma máquina virtual, conhecida como Ethereum Virtual Machine (EVM).

A EVM é um ambiente replicado por uma série de computadores em todo o mundo, e cada um desses “nós” executa os códigos enviados para a rede de forma idêntica, garantindo a integridade dos dados.

Os chamados “contratos inteligentes” são esses códigos executados pela EVM. A máquina virtual interpreta e executa as instruções do contrato, consumindo uma quantidade específica de “gas” (taxa).

O usuário deve pagar essa taxa usando a criptomoeda nativa da plataforma, o Ether (ETH), que serve como um incentivo para manter a integridade da rede.

Representação sobre o Ether, criptomoeda nativa da rede Ethereum (Imagem: Moose Photos/Pexels)

Ao usar o conceito de Proof of Stake, os validadores usam seu próprio Ether para processar as transações dos usuários, recebendo recompensas. Caso alguém tente manipular a máquina virtual, o próprio protocolo pode penalizar parte do Ether em caso de comportamento malicioso.

Assim que os validadores concordam com a execução de determinado código na EVM, e com o pagamento das taxas sendo realizado, a rede grava os dados permanentemente para definir que todas as etapas foram cumpridas corretamente.

A Ethereum é segura?

A Ethereum usa criptografia assimétrica e descentralização para garantir a segurança das transações. Para que criminosos consigam comprometer toda a rede, é necessário que eles controlem mais de 50% do Ether em stake na rede, o que se torna uma tarefa inviável financeiramente.

Isso torna a rede Ethereum segura. No entanto, a segurança de contratos inteligentes depende da qualidade do código escrito pelos desenvolvedores. Usar a Ethereum para executar softwares com vulnerabilidades não garante que o aplicativo seja seguro.

Além disso, o Ether pode ser utilizado como reserva de valor, mas está sujeito à volatilidade — como todo ativo financeiro.

Qual é a diferença entre Ethereum e Ether?

Ethereum é uma plataforma descentralizada com um conjunto de regras, tecnologias e computadores interconectados para validar transações.

A rede é uma blockchain programável que permite a criação de aplicativos descentralizados e contratos inteligentes, a partir de uma máquina virtual (EVM) e protocolos de consenso (PoS).

Já o Ether é a criptomoeda nativa da rede Ethereum — que muitas vezes é confundida com o próprio nome da rede.

A moeda serve como pagamento em transações e na execução de contratos inteligentes na plataforma descentralizada, além da possibilidade de ser adquirida como um ativo digital em corretoras de criptomoedas (exchanges).

Qual é a diferença entre Ethereum e Bitcoin?

A Ethereum é uma plataforma que tem como objetivo executar contratos inteligentes e aplicações. Foi desenvolvida para a programação de soluções digitais descentralizadas e usa o Ether como criptomoeda principal para validar transações.

Já o Bitcoin é uma moeda digital descentralizada que funciona via peer-to-peer (P2P). O ativo tem como principal objetivo oferecer uma reserva de valor e foca na segurança das transações, validadas por mineradores.

A plataforma é mantida por meio do Proof of Work, no qual esses mineradores utilizam poder computacional para resolver problemas matemáticos e validar os blocos.

Ao contrário do Ethereum, cujo criador é conhecido (Vitalik Buterin), o Bitcoin foi criado por uma entidade anônima conhecida como Satoshi Nakamoto.
O que é Ethereum? Conheça a história da plataforma blockchain descentralizada

O que é Ethereum? Conheça a história da plataforma blockchain descentralizada
Fonte: Tecnoblog

O que é NFT? Saiba como funcionam os tokens não fungíveis

O que é NFT? Saiba como funcionam os tokens não fungíveis

NFTs servem como um certificado de autenticidade digital para itens únicos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

NFTs, ou tokens não fungíveis, são ativos digitais exclusivos que comprovam a propriedade de um item específico. Diferentemente de moedas tradicionais ou criptomoedas, cada token dessa categoria é único e não pode ser substituído por outro.

Eles funcionam em uma blockchain, um livro-razão digital que garante a autenticidade e a prova de propriedade do token. Ao adquirir um NFT, a pessoa recebe um certificado digital exclusivo do ativo associado, assegurando a originalidade.

Exemplos de NFTs incluem obras de arte digitais, colecionáveis virtuais e até terrenos em metaversos. Essa tecnologia oferece uma ampla diversidade de aplicações, criando oportunidades para artistas, criadores, colecionadores e investidores.

Entenda melhor o conceito de NFTs, para que eles servem e seu funcionamento detalhado. Também saiba os benefícios e as limitações dos tokens não fungíveis.

ÍndiceO que é NFT?Qual é o significado de NFT?Para que servem os NFTs?Como funcionam os NFTsQuais são as principais plataformas de NFTs?Quais são os principais tipos de NFT?Quais são os benefícios do NFT?Quais são as limitações do NFT?Qual é a diferença entre tokens não fungíveis e tokens fungíveis?Qual é a diferença entre NFTs e criptomoedas?

O que é NFT?

Um NFT, ou token não fungível, é um ativo digital exclusivo que atesta a propriedade de um item, como arte, música ou vídeo, registrado em uma blockchain. Sua natureza não fungível significa que cada token é único e insubstituível, impedindo a troca de um para um.

Essa singularidade é garantida por um código identificador único e metadados específicos gravados na blockchain, tornando o ativo verificável e imutável. Isso permite que tokens digitais sejam comprados, vendidos e negociados, estabelecendo a autenticidade e a escassez no mundo digital.

Qual é o significado de NFT?

NFT é a sigla para Non Fungible Tokens (Tokens não fungíveis, em português). Token é um ativo digital único que representa a propriedade de um item, seja uma imagem, vídeo ou áudio registrado em uma blockchain.

O termo “Não fungível” significa que cada token é único, não podendo ser copiado, substituído ou trocado por uma unidade idêntica. Essa característica é o que permite que eles autentiquem a originalidade e propriedade de bens digitais.

NFTs são ativos digitais que comprovam a autenticidade de itens registrados em uma blockchain (imagem: rc.xyz NFT gallery/Unsplash)

Para que servem os NFTs?

Os NFTs servem como um certificado de autenticidade digital para itens únicos, permitindo que criadores tokenizem ativos como obras de arte, vídeos e colecionáveis digitais. Eles estabelecem e comprovam a propriedade de forma transparente no ambiente digital.

Cada NFT é protegido pela tecnologia blockchain, garantindo que só exista um proprietário oficial e que o registro de propriedade não possa ser alterado ou copiado. Essa exclusividade abre novas oportunidades de monetização para ativos digitais.

Como funcionam os NFTs

Os NFTs são criados por meio de um processo de cunhagem em um ambiente blockchain, um livro-razão imutável. Informações do arquivo digital e contratos inteligentes, que são acordos digitais, são registrados para assegurar a autenticidade e a propriedade do ativo, garantindo a exclusividade.

Esses tokens operam em redes como a Ethereum, seguindo padrões como ERC-721 para itens únicos e ERC-1155 para coleções. Aqui vale dizer que, devido ao tamanho dos arquivos, os NFTs geralmente fazem referência a dados armazenados em sistemas descentralizados, não o próprio arquivo digital.

Para comprar NFTs, é preciso ter uma carteira digital compatível e criptomoedas, como Ether (ETH), usadas para as transações e taxas. Essa infraestrutura é fundamental para a Web3, a próxima geração da internet descentralizada.

A comercialização de NFTs ocorre em marketplaces online dedicados, onde os usuários listam e negociam os tokens. Esse sistema descentralizado facilita a interação direta entre criadores e colecionadores, eliminando intermediários tradicionais.

Assim, o funcionamento das NFTs se baseia em uma combinação de blockchain, contratos inteligentes e outros elementos de tecnologia da informação e comunicação. Isso resulta em um ecossistema digital seguro para ativos únicos.

“Everydays: The first 5000 days”, obra NFT do artista Beeple, foi vendida por US$ 69 milhões (Imagem: Reprodução)

Quais são as principais plataformas de NFTs?

Existem diversas plataformas para negociação de NFTs focadas em diferentes públicos e tipos de conteúdo digital. As principais são:

OpenSea: popular marketplace de NFTs, funciona como um mercado aberto onde qualquer pessoa pode cunhar e vender ativos digitais, como artes, músicas, itens de jogos e colecionáveis;

Rarible: plataforma descentralizada que permite a criação, venda e compra de NFTs, principalmente focada em direitos de obras de artes digitais;

SuperRare: uma galeria de NFTs mais exclusiva, com curadoria especializada. Para listar um token, os artistas precisam ser convidados ou receber uma aprovação após uma inscrição;

LooksRare: marketplace que se diferencia ao recompensar os usuários por participar da plataforma com seu token nativo;

KnownOrigin: plataforma gerenciada por artistas onde criadores podem autenticar, expor e vender artes e colecionáveis digitais únicos;

Nifity Gateway: conhecida por oferecer coleções de NFTs de artistas renomados, incluindo trabalhos multimídia, vídeos e animações. Geralmente é visitada por colecionadores de obras de arte digital com potencial de valorização;

Magic Eden: um dos principais marketplaces de NFTs na blockchain Solana, oferecendo uma vasta galeria de colecionáveis digitais e jogos;

Bored Ape Yacht Club: embora seja uma coleção famosa de NFTs, também funciona como um marketplace próprio para coleções limitadas de artes digitais de macacos entediados;

NBA Top Shot: plataforma de NFTs próprias, especializada em momentos icônicos e jogadas de atletas e times da liga norte-americana de basquete em formato de vídeo colecionável.

Quais são os principais tipos de NFT?

Diversos tipos de ativos digitais que podem ser tokenizados como NFTs. Os mais comuns são:

Arte digital: obras de artes digitais exclusivas, como imagens, animações, GIFs e vídeos;

Bilhetes e ingressos: NFTs podem funcionar como bilhetes para eventos, shows ou conferências, oferecendo autenticidade e rastreabilidade, além de possíveis benefícios adicionais;

Colecionáveis virtuais: itens digitais raros e únicos, como cartões virtuais, figurinhas e acessórios exclusivos para avatares ou personagens em jogos de videogame;

Fotografia: fotógrafos podem tokenizar as imagens registradas por eles, permitindo a venda da propriedade total ou parcial das obras para colecionadores;

Esportes: coleções de arte digital e momentos icônicos baseados em atletas, equipes e eventos esportivos, semelhante aos cards e figurinhas colecionáveis físicas;

Imóveis virtuais: terrenos, propriedades e edifícios em mundos virtuais e metaversos, que podem ser comprados, vendidos e desenvolvidos;

Mídia social: conteúdos virais como memes e tweets originais podem ser tokenizados, transformando breves publicações em ativos digitais colecionáveis;

Música e videoclipes: conteúdo musical e de vídeo exclusivo ou em edição limitada, permitindo que artistas e fãs comprem e vendam faixas e clipes raros; 

Nomes de domínio: nomes de domínio descentralizados, como .eth ou .crypto, que oferecem propriedade digital segura e privada sobre identidades online.

Vídeo viral de Nathan Apodaca andando de skate ao som de “Dreams” de Fleetwood Mac foi vendido como NFT por US$ 500 mil (imagem: Reprodução/TikTok)

Quais são os benefícios do NFT?

Os NFTs oferecem uma série de vantagens para criadores e colecionadores no mundo digital. Alguns deles são:

Comprovação de propriedade: NFTs são registrados em blockchain, garantindo que cada ativo digital é único e comprovando a propriedade de forma transparente e imutável. Isso minimiza fraudes e falsificações;

Escassez digital autêntica: diferente de outros tokens, cada NFT é singular e insubstituível. Isso os torna adequados para representar itens digitais raros, como colecionáveis, obras de arte e itens de jogos;

Liberdade criativa e inovação: NFTs permitem que criadores experimentem novos formatos e modelos de negócios, expandindo os limites da arte digital e propriedade intelectual;

Empoderamento e monetização para criadores: artistas e criadores têm mais controle sobre as obras, estabelecem conexões diretas com o público e acessam novas fontes de receita, como royalties em revendas;

Construção de comunidade: NFTs podem conferir acesso a conteúdos exclusivos, experiências VIP ou grupos fechados. Isso cria comunidades engajadas onde criadores interagem diretamente com os fãs;

Descentralização e acessibilidade global: o mercado de NFTs é global e acessível a qualquer pessoa com conexão à internet. Isso elimina intermediários tradicionais e democratiza o acesso à arte e colecionáveis.

Quais são as limitações do NFT?

Apesar dos diversos aspectos positivos, há algumas questões sobre NFTs que devem ser levadas em consideração:

Instabilidade do mercado: os preços dos NFTs podem ser extremamente voláteis, resultando em ganhos ou perdas rápidas para investidores e novos participantes;

Acessibilidade e usabilidade: a complexidade tecnológica e a necessidade de conhecimento em criptomoedas podem dificultar a adoção em massa dos NFTs;

Armazenamento e segurança: os próprios NFTs não armazenam a obra de arte, mas sim um link para ela, o que pode levar à perda de acesso se o servidor que hospeda sair do ar;

Falta de regulamentação: a ausência de órgãos reguladores torna o mercado vulnerável a golpes, como ativos falsos, projetos fraudulentos e ataques de phishing, exigindo pesquisas aprofundadas do comprador;

Desafios legais e de direitos autorais: NFTs não protegem totalmente contra violações de direitos autorais ou contestações legais, e a falta de regulamentação pode dificultar a execução dos contratos inteligentes;

Preocupações ambientais: a dependência de blockchain que consomem muita energia para cunhagem e negociação de NFTs levanta sérias preocupações ambientais devido às emissões de carbono.

Qual é a diferença entre tokens não fungíveis e tokens fungíveis?

Tokens não fungíveis representam ativos únicos e insubstituíveis. Cada NFT tem características distintas que o diferenciam de qualquer outro, conferindo uma identidade exclusiva e impedindo que seja trocada um a um por outro token do mesmo tipo.

Já os tokens fungíveis são intercambiáveis, o que significa que cada unidade é idêntica a outra e pode ser trocada sem alteração do valor. Algo que ocorre com moedas tradicionais ou criptomoedas como o Bitcoin.

Qual é a diferença entre NFTs e criptomoedas?

NFTs são ativos digitais exclusivos que representam a propriedade de um item específico, seja ele uma obra de arte digital, um item de jogo ou colecionável. Por ser um token não fungível, eles são únicos e insubstituíveis.

Criptomoedas são moedas digitais descentralizadas projetadas para serem usadas como meio de troca para transações financeiras e investimentos em ambientes blockchain. Cada unidade de uma criptomoeda é idêntica e pode ser trocada por outra, tornando-as fungíveis.
O que é NFT? Saiba como funcionam os tokens não fungíveis

O que é NFT? Saiba como funcionam os tokens não fungíveis
Fonte: Tecnoblog