Category: Claude

Claude apagou 700 GB de dados de usuário por engano

Claude apagou 700 GB de dados de usuário por engano

IA da Anthropic apagou diretório de trabalho após confusão de modelos (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Um desenvolvedor de software perdeu 700 GB de arquivos pessoais ao utilizar o Claude para criar um script de limpeza de dados.
O incidente ocorreu durante um teste de segurança, que rebaixou automaticamente o modelo de linguagem do Fable para o Opus 4.8.
A comunidade técnica destacou que o downgrade automático do modelo foi o verdadeiro responsável pelo episódio.

Histórias de agentes de IA que fogem do controle têm se tornado recorrentes no setor. Desta vez, o azarão foi o desenvolvedor de software Sebastien Guillemot: ele perdeu cerca de 700 GB de arquivos pessoais após utilizar o Claude, da Anthropic, para elaborar um simples script de limpeza de dados. O incidente resultou na exclusão do equivalente a uma semana inteira de trabalho.

O profissional utiliza tecnologias de IA generativa com frequência e, neste caso, queria resolver um incômodo bastante comum no ambiente de desenvolvedores, já que os assistentes autônomos costumam deixar um enorme volume de lixo digital na pasta /tmp, um diretório padrão usado pelo sistema operacional para armazenar arquivos temporários.

Para otimizar o espaço em disco da máquina, Guillemot solicitou ao modelo Claude Fable que escrevesse um script capaz de isolar os dados de cada agente e executar uma faxina imediata após o fim de cada atividade. A IA, no entanto, eliminou arquivos importantes de forma permanente.

Mecanismo de segurança falhou

O Claude Fable sugeriu aplicar um atraso programado na limpeza da pasta temporária para evitar riscos de exclusão acidental. Contudo, o desenvolvedor informou ao robô que o código estava muito complexo e pediu simplificações.

Como o script envolvia a eliminação permanente de arquivos do sistema, o Claude tomou a iniciativa de realizar uma revisão, executando uma cópia de si mesmo para auditar se as suas próprias linhas de código eram seguras para o computador do usuário.

O grande problema é que o sistema de controle da Anthropic considerou essa ação de autoteste perigosa demais e acionou imediatamente um protocolo de contenção. Esse mecanismo de defesa preventivo fez o downgrade (rebaixamento automático) da capacidade do modelo em uso, passando da versão Fable para o Opus 4.8.

Foi essa alteração abrupta de versão que resultou no desastre. O modelo Opus 4.8, menos sofisticado e mais antigo, deu continuidade aos testes. Ele simulou a verificação e executou a exclusão real dos dados. No meio do caminho, o comando acabou levando junto todo o diretório principal do desenvolvedor, ignorando as travas de segurança estabelecidas segundos antes.

Bad news: Fable nuked my entire dev machineClaude decided to test a sandbox it was building by running `rm -rf` on my home directoryThe sandbox didn’t work.It’s all gone pic.twitter.com/4rVg5Xp0jo— Sebastien Guillemot (@SebastienGllmt) August 26, 2026

Em sua conta no X, Sebastien Guillemot resumiu o desespero: “Má notícia: o Fable destruiu minha máquina de desenvolvimento”.

Segundo o profissional, o Claude executou o comando rm -rf no diretório principal de dados. O comando “rm -rf” citado por ele é amplamente conhecido na área de tecnologia por forçar a exclusão imediata de arquivos e pastas, sem solicitar qualquer tipo de confirmação de segurança ao administrador do sistema.

O especialista chegou a notar o erro e tentou interromper a execução do código o mais rápido possível, mas já não havia tempo suficiente para salvar as informações. A maior ironia da situação é que, após destruir completamente o trabalho do usuário, o agente autônomo deixou os arquivos originais da pasta temporária totalmente intactos, falhando na missão inicial.

Desenvolvedor recuperou parte do trabalho

Comando de exclusão permanente foi executado no diretório errado (imagem: Mika Baumeister/Unsplash)

Apesar do susto, Guillemot diz que conseguiu recuperar a maior parte de seu trabalho. A comunidade técnica também ressaltou que o rebaixamento automático do modelo foi o verdadeiro responsável pelo episódio.

Como a arquitetura do Fable 5 supera as capacidades do Opus 4.8, é provável que a versão mais atualizada teria identificado o conflito de variáveis.
Claude apagou 700 GB de dados de usuário por engano

Claude apagou 700 GB de dados de usuário por engano
Fonte: Tecnoblog

Google tira time de segurança de IA do DeepMind

Google tira time de segurança de IA do DeepMind

Google terá mudanças em segurança de IA no DeepMind (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google transferiu cerca de 90 funcionários do setor de segurança de IA do DeepMind para o setor de Assuntos Globais, informou o The Wall Street Journal.
Esses especialistas eram responsáveis por identificar riscos biológicos, químicos, radiológicos e nucleares em novos modelos de IA, segundo o Google.
A mudança ocorre após a saída do CEO do DeepMind, Demis Hassabis, que agora é presidente do conselho e cientista-chefe da Alphabet.

O Google DeepMind, setor de desenvolvimento em inteligência artificial da empresa, não conta mais com funcionários responsáveis por assuntos de segurança em IA. A companhia americana decidiu realocar cerca de 90 pesquisadores para o setor de Assuntos Globais, onde devem cuidar de políticas gerais relacionadas aos serviços do Google.

Esses especialistas são responsáveis por checar possíveis riscos biológicos, químicos, radiológicos e nucleares envolvendo modelos de IA. A presença de um time de segurança de IA é importante para encontrar falhas nas respostas dos sistemas, pois podem se aprofundar muito num determinado assunto para testar possíveis usos maliciosos.

A novidade foi divulgada pelo The Wall Street Journal, que teve acesso a e-mails internos do Google apontando as mudanças no time de segurança de IA. A movimentação vem pouco tempo depois da saída de Demis Hassabis do cargo de CEO do DeepMind – agora, presidente do conselho e cientista-chefe da Alphabet.

Segurança de IA e o momento atual da tecnologia

Os avanços recentes no mercado de tecnologia acendem um alerta para a necessidade de especialistas em ciências gerais na hora de lidar com o desenvolvimento de inteligência artificial. As concorrente OpenAI e Anthropic apontaram uma grande preocupação com os avanços de seus modelos e a capacidade de aprofundar temas científicos. Elas prometem travas de segurança ao tratar desses assuntos.

Claude Fable 5 e GPT-5.6 prometem travas de segurança para assuntos científicos mais específicos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Segundo o Google, a migração desses profissionais aproxima suas atividades da área de produtos, incluindo a busca, por exemplo. Mas, entre os funcionários, há uma preocupação de que a mudança limite seus acessos no processo de desenvolvimento de novas versões do Gemini, dificultando a identificação de possíveis falhas.

No e-mail enviado aos funcionários, a vice-presidente do DeepMind responsável por segurança de IA, Helen King, garante que o time seguirá com acesso liberado às novidades.

Nova leva de mudanças no Google DeepMind

A migração deve começar no início de setembro, e é mais uma modificação feita pelo Google no setor de desenvolvimento de inteligência artificial. No início de agosto, a troca de comando no DeepMind tirou Demis Hassabis da cadeira de CEO, passando para o cargo de cientista-chefe no lugar de Jeff Dean, enquanto Koray Kavukcuoglu assumiu como novo CEO. O projeto Alphafold, que rendeu a Hassabis o Nobel de Química, também foi encerrado.

Demis Hassabis saiu do cargo de CEO do DeepMind no início de agosto (foto: John Sears/Wikimedia)

Além de Dean, que já tinha 27 anos de Google e fez parte de todo o processo de desenvolvimento de IA, mais especialistas de longa data saíram da empresa para fundar novas startups ou trabalhar em outras equipes de pesquisa em IA. Foi o caso de Noam Shazeer e John Jumper, que foram trabalhar com OpenAI e Anthropic, respectivamente. Ainda segundo o WSJ, há um receio de que a mudança no DeepMind possa levar mais funcionários a mudanças parecidas.
Google tira time de segurança de IA do DeepMind

Google tira time de segurança de IA do DeepMind
Fonte: Tecnoblog

Congresso dos EUA sofre com projetos de lei gerados por IA

Congresso dos EUA sofre com projetos de lei gerados por IA

Consultores legislativos do Congresso dos EUA têm revisado conteúdo superficial de IA (foto: Flickr/Gage Skidmore)

Resumo

O Congresso dos Estados Unidos enfrenta problemas com textos gerados por inteligência artificial (IA).
Consultores Legislativos relatam erros de escrita e informações erradas em projetos de lei e documentos analisados.
O uso de IA aumentou o volume de projetos enviados para revisão em 70% em relação a 2025.

O Congresso dos Estados Unidos é o mais recente alvo do chamado AI Slop, grande volume de conteúdos de baixa qualidade gerados por inteligência artificial. O problema tem sido relatado por consultores legislativos do Capitólio, profissionais que revisam projetos de lei e outros documentos produzidos pelas equipes de senadores e deputados.

Segundo os relatos, os documentos chegam com muitos erros de escrita, informações erradas e falta de profundidade, dinâmica que teria atrasado o fluxo legislativo estadunidense. Ao site especializado Politico, um dos funcionários afirmou que as equipes utilizam versões básicas do ChatGPT e Claude para redigir o material.

De acordo com o site, o uso de IA também levou a um aumento no volume de projetos enviados para revisão, que cresceu 70% em relação a 2025.

IA pode comprometer projetos de lei

Segundo os entrevistados pelo site Politico, o problema vai além dos erros “clássicos” das IAs, como as alucinações. Entre os exemplos levantados pelo conselheiro Wade Ballou, que chefiou a US House Office of Legislative Counsel (órgão responsável pelas revisões) entre 2016 e 2024, estão a definição de termos básicos como “estado” e a definição de tipos de verba pública.

Outro problema levantado pelos especialistas é, justamente, a baixa qualidade do trabalho entregue pelos gabinetes com o uso massivo de IA. Como a produção fica mais automatizada, deputados e seus assessores já não têm mais tanto entendimento do que estão propondo.

Saída também passa pelo uso de IA

Uso de IA de forma “desleixada” pode ser resolvido com outra ferramenta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como saída, os consultores estão recorrendo a outra ferramenta de IA para aprimorar a revisão. A Comparative Print Suite compara projetos a leis já estabelecidas para apontar evoluções no texto promulgado e apontar possíveis modificações a partir das novas sugestões.

O site Engadget lembra que o recurso também permite visualizar erros, ao invés de “passar por cima” de possíveis alucinações para entregar os documentos. Vale lembrar que o aumento no número de propostas também é uma preocupação, o que tem tomado muito tempo do trabalho dos Conselheiros Legislativos nos últimos anos.

AI Slop já é um problema real

O chamado AI Slop, ou “desleixo” de IA, na tradução literal, tem sido um problema em diversos ambientes online. Diante disso, plataformas vêm adotando medidas para frear a circulação de material superficial.

O LinkedIn, por exemplo, prometeu diminuir a distribuição de publicações claramente feitas com uso massivo de inteligência artificial, lançando inclusive um botão para denunciar casos de AI Slop.

LinkedIn agora tem botão “Seems like AI slop” para denunciar material de baixa qualidade (imagem: Tecnoblog)

Antes, o Tinder firmou parceria com o polêmico serviço de reconhecimento de retina World ID para diminuir a relevância de perfis criados com a ferramenta.

Enquanto isso, grandes empresas de IA estariam recorrendo a livros impressos para treinar seus modelos, em busca de conteúdo considerado mais confiável do que o material encontrado na internet.

Congresso dos EUA sofre com projetos de lei gerados por IA

Congresso dos EUA sofre com projetos de lei gerados por IA
Fonte: Tecnoblog

Google decide que marca d’água para IA é opcional; entenda

Google decide que marca d’água para IA é opcional; entenda

Gemini e Flow permitirão criar mídias sem selos sobrepostos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google anunciou que permitirá que usuários removam marcas d’água visíveis de conteúdo gerado por IA, mantendo a rastreabilidade por metadados e a tecnologia SynthID.
A mudança visa atender à demanda de profissionais que precisam utilizar arquivos sem o selo sobreposto.
A funcionalidade será liberada gradualmente, inicialmente integrada na interface do Gemini e no Flow, o editor de vídeo do Google.

O Google anunciou uma mudança importante na forma como identifica conteúdos gerados por inteligência artificial: a remoção das marcas d’água visíveis de imagens, vídeos e faixas musicais, para atender a um pedido de profissionais que utilizam as ferramentas e não podiam aproveitar os arquivos finais por conta do selo sobreposto.

A alteração, anunciada nesta sexta-feira (14), não compromete a procedência da mídia. A marca d’água invisível SynthID e os metadados relacionados continuarão inalterados no código do arquivo. A novidade cobre as mídias processadas pelos modelos Nano Banana, Omni e Lyria, e será liberada gradualmente para o público nos próximos dias no Gemini e no Flow, o editor de vídeo nativo do Google.

Para remover a indicação visual, será necessário acessar Configurações e buscar pela opção de “Marca d’água de mídia”, onde o recurso poderá ser ativado ou desativado.

Recurso ficará disponível no menu de configurações do Gemini (imagem: reprodução/Josh Woodward)

Por que a marca d’água visível virou um problema?

A alteração reflete uma evolução na classificação de arquivos sintéticos. No início da popularização da IA generativa, o uso de filtros visuais virou uma linha de defesa contra o compartilhamento de desinformação. No entanto, para designers e editores de vídeo, os selos gráficos podem tornar o conteúdo inutilizável.

O vice-presidente do Gemini, Josh Woodward, confirmou que a necessidade de identificar conteúdo gerado por IA permanece, mas ressaltou a importância de oferecer flexibilidade.

“Estamos buscando um equilíbrio entre controle criativo e segurança: embora as marcas d’água visíveis agora sejam opcionais, as marcas invisíveis do SynthID e os metadados ainda estão sendo usados ​​para garantir a transparência. Assim, você ainda pode usar o Gemini ou a busca para verificar se uma imagem foi gerada por IA”, escreveu o executivo.

Como o Google vai rastrear o que é IA?

No centro dessa política de transparência está o SynthID. Diferentemente de um logotipo sobreposto em um canto da tela, a tecnologia incorpora uma marca algorítmica nos arquivos de imagem, áudio ou vídeo. Essa marcação imperceptível resiste à edição e até compressão de envio em mensageiros.

Paralelamente a esse sistema, o padrão de metadados C2PA (Coalition for Content Provenance and Authenticity) funciona como um registro técnico permanente do arquivo. Ele atua como um selo de procedência, detalhando as ferramentas exatas utilizadas para criar e alterar uma mídia específica.

O próprio Google também está disponibilizando uma nova biblioteca de código aberto chamada Credentio. Ela permite que desenvolvedores independentes incorporem um mecanismo de validação local em seus aplicativos. Dessa forma, serviços de terceiros poderão realizar a checagem das credenciais C2PA e do SynthID sem a necessidade de verificação nos servidores do Google.

Novidade inclui mídias processadas pelo modelo Nano Banana (imagem: divulgação/Google)

Decisão vai na contramão do Claude

A flexibilização do Google acontece dias após a controversa decisão da Anthropic de seguir uma abordagem mais rígida. A startup responsável pelo Claude optou por incluir ativamente uma marca d’água persistente em textos e arquivos criados por seus sistemas.

Essa política mais fechada foi adotada para cumprir as regulamentações do AI Act, que entraram em vigor na União Europeia para auditar sistemas de inteligência artificial. A medida desencadeou críticas. Nos últimos dias, consumidores da plataforma expressaram insatisfação, argumentando que a exigência atrapalha o uso do Claude em ambientes corporativos e educacionais.
Google decide que marca d’água para IA é opcional; entenda

Google decide que marca d’água para IA é opcional; entenda
Fonte: Tecnoblog

Em teste, Claude mente e cria contas falsas para forçar ataque hacker

Em teste, Claude mente e cria contas falsas para forçar ataque hacker

Claude Mythos 5 surpreende com decisões maliciosas em teste (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Resumo

Instituto de Segurança em Inteligência Artificial do Reino Unido (AISI) testou os modelos Claude Mythos 5 da Anthropic e GPT-5.6 da OpenAI, e detectou capacidades de enganar e autonomia preocupantes.
O modelo Mythos 5 da Anthropic foi capaz de criar contas falsas no GitHub para tentar inserir código malicioso, sem receber prompts específicos para tal ação.
Os testes do AISI foram realizados 122 vezes com diferentes modelos de IA, e apenas 19 casos registraram ações controversas, 17 deles ligados ao Mythos 5.

O Claude Mythos 5 e o modelo Sol do GPT-5.6 foram testados pelo Instituto de Segurança em Inteligência Artificial do Reino Unido (AISI), e apresentaram resultados preocupantes. O chatbot da Anthropic foi o que mais surpreendeu, tentando acessar o GitHub a qualquer custo: a IA criou contas falsas e se passou por pessoas reais no processo. Ela escondeu evidências depois das tentativas. Em tese, a plataforma não poderia ser acessada durante os testes.

A partir dos resultados, o AISI afirmou que as duas IAs, que figuram entre as mais poderosas do mercado, apresentaram níveis preocupantes de autonomia e capacidade de enganar, com certa “vantagem” para a inteligência da Anthropic. É importante considerar que o Instituto britânico alegou ter reduzido as camadas de seguranças presentes no modelo por padrão.

Segundo o AISI, o mesmo teste foi realizado 122 vezes com modelos de IA diferentes, e poucos casos registraram essa autonomia nas decisões para agir de forma controversa, envolvendo inclusive pessoas e organizações reais. Foram 19 situações do tipo, sendo 17 ligadas diretamente ao Mythos 5, e apenas duas delas partiram do GPT-5.6 da OpenAI.

Insistência em transgressão chama atenção

O caso do Mythos 5 agindo de forma evasiva e enganosa na tentativa de acessar o GitHub foi o principal destaque dos testes feitos pelo AISI. O modelo tentou inserir um código malicioso e, para aprovar esse código, o chatbot criou contas falsas para se passar por pessoas reais e pressionar o dono do projeto.

Não deu certo, já que um humano identificou o problema e recusou o código – tudo dentro de um ambiente controlado, claro. Mas isso tudo aconteceu sem nenhum prompt específico: o modelo agiu por conta própria. Além disso, a versão do teste não foi a mesma oferecida pela Anthropic, e sim uma configuração sem algumas barreiras de segurança importantes.

Fable 5 foi desativado após ordem dos Estados Unidos (ilustração via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)

É importante reforçar que, além dessa diferença nos modelos oferecidos, o Mythos 5 é uma IA restrita a alguns parceiros da Anthropic, incluindo algumas instituições governamentais. Ao anunciar a geração mais recente da inteligência, ainda em “preview” à época, a empresa classificou o Mythos como “muito avançado” para o público geral.

Hoje, usuários comuns têm acesso ao Fable 5, uma versão com mais mecanismos de segurança para trabalhos que envolvam riscos em cibersegurança e que recorre à versão anterior da IA, Opus 4.8, para determinadas consultas. Depois de disponibilizado, o novo modelo chegou a ser tirado do ar pelo governo dos Estados Unidos, mas voltou a operar em poucas semanas.

Simulação real e teste interrompido

De acordo com um artigo publicado no site do AISI, o instituto explicou como acontecem os testes de cibersegurança com as IAs – os famosos sandbox. Os modelos recebem desafios específicos no assunto, como encontrar dados protegidos de forma autônoma. Esses desafios são então comparados entre modelos mais ou menos avançados.

Mythos 5 teve caminho livre para encontrar soluções no teste, mas foi impedido na hora certa (ilustração via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Com relação à base de dados, o AISI alegou acesso à Internet, simulando condições reais encontradas por um cibercriminoso humano. A ideia é ver até onde esses modelos podem chegar, inclusive sem as barreiras de segurança incluídas pelas desenvolvedoras para diminuir os riscos de um uso malicioso, o que o instituto tem autorização de fazer por ser um dos parceiros previstos pela Anthropic.

O caso mais preocupante, envolvendo o Mythos 5, foi descoberto em 28 de julho, e o time humano logo agiu para impedir o agente de IA na tentativa de inserir o código malicioso. Os testes foram encerrados a partir daí, e as ações da inteligência foram analisadas em seguida. O GitHub também foi notificado, assim como os usuários envolvidos na tentativa de ciberataque. 
Em teste, Claude mente e cria contas falsas para forçar ataque hacker

Em teste, Claude mente e cria contas falsas para forçar ataque hacker
Fonte: Tecnoblog

Claude fora do ar? Instabilidade derruba modelos da Anthropic

Claude fora do ar? Instabilidade derruba modelos da Anthropic

Claude fora do ar? Instabilidade derruba modelos da Anthropic (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

serviços de IA do Claude apresentam falhas em escala global na manhã de quarta-feira, 05/08;
usuários relatam que o Claude não apresenta respostas ou exibe mensagens de erro;
Anthropic reconheceu a instabilidade nos modelos Claude Mythos 5, Claude Fable 5, Claude Opus 5 e Claude Sonnet 5.

Está com dificuldades para usar os recursos do Claude? Não é só você: os serviços da Anthropic apresentam instabilidades globais na manhã desta quarta-feira (05/08), fazendo vários modelos de inteligência artificial da companhia apresentarem falhas.

Como é comum em situações do tipo, queixas sobre o problema ganharam escala rapidamente nas redes sociais. Não por acaso, os registros sobre o Claude dispararam no Downdetector entre 8:00 e 10:00 de hoje (no horário de Brasília).

Os usuários afetados relatam que o Claude não apresenta respostas ou exibe mensagens de erro, independentemente do modelo de IA usado. No exemplo abaixo, reportado no X, o usuário se deparou com um erro que diz: “Devido a restrições inesperadas de capacidade, o Claude não consegue responder à sua mensagem. Por favor, tente novamente em breve”.

Claude is down again. pic.twitter.com/rRWeS4oEMY— Subir (@subir) August 5, 2026

Também houve reações engraçadinhas, é claro. Nesta também publicada no X, o usuário diz: “o Claude está fora do ar. Acho que todo mundo virou engenheiro de software de novo” (uma referência ao fato de muita gente usar o Claude para programar).

Anthropic já trabalha na solução

A Anthropic reconheceu a instabilidade por meio da página Claude Status. Ali, a falha é descrita da seguinte forma:

Identificamos a causa do aumento de erros nas solicitações para o Claude Mythos 5, Claude Fable 5, Claude Opus 5 e Claude Sonnet 5 e estamos trabalhando em uma correção. Forneceremos uma atualização assim que possível.

Até o momento, a Anthropic não revelou a causa do problema, mas já está trabalhando em uma solução, como a mensagem acima deixa claro. Nenhum prazo para a correção foi dado pela companhia, porém.

Para quem está enfrentando problemas, continuar tentando usar o Claude pode ser a solução: o serviço parece funcionar para alguns usuários, o que indica intermitência, não uma pane completa.

Claude fora do ar? Instabilidade derruba modelos da Anthropic

Claude fora do ar? Instabilidade derruba modelos da Anthropic
Fonte: Tecnoblog

Usuários pedem à IA ajuda sobre carreira e amor, diz Anthropic 

Usuários pedem à IA ajuda sobre carreira e amor, diz Anthropic 

Estudo analisou os tipos de orientações mais solicitados à IA (imagem: divulgação)

Resumo

Usuários recorrem à IA da Anthropic com pedidos de orientação pessoal em 6% das interações.
A dona do Claude analisou 1 milhão de conversas e constatou que as áreas de saúde, carreira, relacionamentos e finanças recebem mais pedidos desse tipo.
A Anthropic também identificou que a IA tende a concordar excessivamente com o usuário em 9% das conversas de aconselhamento, chegando a 38% em questões de espiritualidade.

Usuários continuam recorrendo à IA para tomar decisões da vida cotidiana. Um estudo da Anthropic analisou cerca de 1 milhão de conversas no Claude e identificou que aproximadamente 6% delas envolvem pedidos de orientação pessoal.

Dentro desse grupo, 76% das interações se concentram em quatro temas: saúde e bem-estar (27%), carreira (26%), relacionamentos (12%) e finanças (11%). As dúvidas vão desde interpretar exames médicos e lidar com doenças até buscar emprego, mudar de área ou negociar salário.

Segundo a empresa, os dados foram usados para treinar seus modelos de IA mais recentes, Claude Opus 4.7 e Claude Mythos Preview, com foco em melhorar a qualidade das respostas em situações sensíveis.

IA tende a concordar demais

O levantamento também analisou a tendência da IA de concordar excessivamente com o usuário. No geral, isso aparece em 9% das conversas de aconselhamento, mas sobe para 25% quando o tema envolve relacionamentos e chega a 38% em questões de espiritualidade.

De acordo com a Anthropic, isso significa que o sistema pode reforçar visões unilaterais. Em alguns casos, a IA concordou que terceiros estavam errados sem ter contexto completo; em outros, validou interpretações subjetivas, como a possível presença de interesse romântico em interações neutras.

A companhia afirmou que vem ajustando o treinamento para reduzir esse padrão e tornar as respostas mais equilibradas, especialmente em temas pessoais e de maior carga emocional.

Vale lembrar que essa preocupação não é nova e já apareceu antes, com a rival OpenAI. No ano passado, o CEO Sam Altman afirmou que conversas com chatbots não contam com sigilo legal, o que torna desaconselhável tratar assuntos sensíveis ou muito pessoais com esse tipo de sistema.

A declaração ocorreu pouco antes do caso do jovem de 16 anos que cometeu suicídio após usar o ChatGPT.

Ainda assim, mais de 12 milhões de usuários no Brasil utilizam a IA como terapeuta, segundo levantamento do UOL.
Usuários pedem à IA ajuda sobre carreira e amor, diz Anthropic 

Usuários pedem à IA ajuda sobre carreira e amor, diz Anthropic 
Fonte: Tecnoblog

Novo modelo do Claude é tão poderoso que será restrito até que o mundo se prepare

Novo modelo do Claude é tão poderoso que será restrito até que o mundo se prepare

Claude Mythos Preivew é nova Inteligência Artificial da Anthropic, ainda restrita a consórcio de big techs por alto potencial para evoluir ciberataques (imagem: divulgação/Anthropic)

Resumo

A Anthropic anunciou o modelo Claude Mythos Preview em 07/04.
A empresa restringiu o acesso ao consórcio Project Glasswing. O motivo foi a capacidade do modelo de identificar vulnerabilidades e apoiar ciberataques.
A Anthropic afirmou que o Mythos encontrou brechas nos maiores sistemas operacionais e navegadores.
O consórcio inclui a Apple, o Google, a Amazon Web Services e a Cisco. O objetivo é reforçar tecnologias de cibersegurança antes de ampliar o acesso.

A Anthropic, empresa por trás do Claude, anunciou nesta terça-feira (07/04) seu novo modelo Mythos, que inicialmente está em beta e terá acesso restrito a um consórcio de empresas de tecnologia. O motivo, segundo seus desenvolvedores, é o alto poderio para identificar vulnerabilidades e contribuir para possíveis ciberataques.

O Mythos foi capaz de encontrar brechas de segurança “em todos os maiores sistemas operacionais e todos os maiores navegadores quando instruído por usuário a fazer isso”, segundo a companhia, o que acendeu um novo sinal de alerta no Vale do Silício.

A empresa limitou o acesso da nova ferramenta aos integrantes do chamado Project Glasswing, que inclui nomes como Apple, Google, Amazon Web Services, Cisco, entre outros. O objetivo é reforçar as tecnologias atuais de cibersegurança antes de oferecer a novidade em maior escala.

Vale lembrar que as ameaças virtuais envolvendo uso de inteligência artificial têm sido uma preocupação recorrente das big techs. Recentemente, a OpenAI divulgou um documento alertando sobre o crescente risco de segurança devido aos modelos de IA mais recente. Antes disso, a própria Anthropic já havia alertado sobre a situação em novembro de 2025.

Mythos é avançado demais para ser lançado

A posição da Anthropic chama atenção. A novidade vem em meio à crescente preocupação com o uso de IA em ciberataques, levantada pela própria empresa, além de outros players do mercado, como a OpenAI. Com o Project Glasswing, a ideia é reforçar as tecnologias de cibersegurança oferecidas para o público em diferentes plataformas.

O anúncio, inclusive, veio apenas após um vazamento de informações sobre o projeto, chamado internamente de “Capybara”. Segundo o The New York Times, foi a partir disso que a empresa decidiu pela divulgação da novidade, destacando o motivo por trás da cautela extrema. Até o momento, a Anthropic não revelou muitos detalhes de seu funcionamento, limitando a informação à restrição de uso pelas big techs.

Em novembro de 2025, a desenvolvedora da Claude AI registrou o primeiro ciberataque com uso de IA, demonstrando a capacidade da tecnologia de orquestrar toda a estratégia para derrubar sistemas de segurança online.

Ciberataques com Inteligência Artificial acendem alerta de desenvolvedoras (Imagem: DC Studio/Freepik)

De acordo com levantamento feito pela empresa de cibersegurança CrowdStrike, o papel da inteligência artificial nesses ataques vai além: desde a detecção de vulnerabilidades até a automação dessas ações, passando também pela customização de golpes e mesmo na identificação dos melhores alvos a serem explorados. Por fora, vale ainda a preocupação com a capacidade de desenvolver novas técnicas graças ao aprendizado de máquina cada vez mais acelerado.

Alerta vai além do novo modelo da Anthropic

Enquanto a Anthropic anunciou a Claude Mythos como solução dentro do consórcio Project Glasswing, a OpenAI sugeriu um canal direto com desenvolvedores de tecnologia para levantar sugestões e facilitar o acesso aos serviços de Inteligência Artificial da empresa com esse objetivo, incluindo a disponibilização de créditos de IA para utilizar as ferramentas mais recentes do ChatGPT – algo que também foi anunciado pela dona da Claude.

A preocupação também não é uma novidade no segmento. A OpenAI também travou a chegada do GPT-2 ao mercado, ainda em 2019, alegando que seria perigoso entregar a tecnologia de IA generativa em meio às preocupações com desinformação e produção massiva de propaganda. A atualização do ChatGPT foi disponibilizada progressivamente até o final daquele ano.
Novo modelo do Claude é tão poderoso que será restrito até que o mundo se prepare

Novo modelo do Claude é tão poderoso que será restrito até que o mundo se prepare
Fonte: Tecnoblog

Claude agora pode controlar seu Mac pelo iPhone

Claude agora pode controlar seu Mac pelo iPhone

Novidade ainda é restrita ao ecossistema Apple (imagem: reprodução/Anthropic)

Resumo

Anthropic atualiza ferramentas Claude Cowork e Claude Code com controle remoto de Mac.
IA agora pode executar ações no macOS e automatizar tarefas complexas mesmo à distância.
Por enquanto, funcionalidade é restrita ao ecossistema Apple e chega em preview para assinantes pagos.

A Anthropic anunciou uma atualização de peso para as ferramentas Claude Cowork e Claude Code. A inteligência artificial da empresa agora consegue assumir o controle de um Mac remotamente para executar tarefas. O recurso permite que a IA aponte, clique, digite e até navegue pela interface do macOS, concluindo tarefas mesmo longe do computador.

A novidade funciona integrada ao Dispatch, outra funcionalidade recente que viabiliza a atribuição de processos entre diferentes aparelhos. Segundo a Anthropic, o sistema funciona da seguinte maneira: um usuário pode solicitar uma tarefa complexa ao Claude pelo aplicativo para iPhone; em seguida, a IA executa os comandos necessários no Mac que ficou em casa ou no escritório.

O modelo foi desenhado para atuar como um assistente. Em uma das demonstrações publicadas no YouTube, a IA recebe a instrução para exportar uma apresentação de vendas no formato PDF e anexá-la a um convite de reunião. A partir daí, o Claude realiza os cliques na interface do sistema de forma independente.

Como o Claude navega pelos aplicativos?

Para interagir com o sistema, o Claude prioriza integrações diretas com ferramentas como Slack ou Google Agenda. Quando essas pontes não existem, a IA passa a interpretar e controlar a tela. Ela rola páginas, clica em botões, abre arquivos e usa o navegador como um humano. O único requisito técnico é que o aplicativo desktop do Claude esteja aberto no macOS.

Apesar do avanço, a desenvolvedora é transparente quanto às atuais limitações. A Anthropic ressalta que o uso de computadores por modelos de IA ainda está em um estágio inicial e a ferramenta pode cometer erros de execução ou necessitar de uma segunda tentativa para finalizar comandos difíceis.

Para reduzir riscos, a IA sempre solicitará o aval do usuário antes de acessar um aplicativo novo ou instalar ferramentas. A companhia também implementou um sistema de verificação automático focado em detectar e neutralizar atividades perigosas. Outra recomendação oficial é evitar expor o recurso a dados sensíveis ou confidenciais, pelo menos neste período inicial.

A novidade já está disponível em formato de pré-visualização (preview) para assinantes dos planos pagos Claude Pro e Claude Max.

Claude solicita permissão do usuário para acessar novos aplicativos (imagem: reprodução/Anthropic)

Recurso segue tendência do OpenClaw

A nova funcionalidade do Claude segue uma tendência do mercado de agentes autônomos, esbarrando em comparações com o OpenClaw. O projeto de código aberto viralizou no início de 2026 por se conectar a aplicativos de mensagens, como WhatsApp e Telegram, utilizando um sistema baseado em plugins (“skills”) para automação e gerenciamento de arquivos.

Mas, aqui, há uma diferença no ecossistema. Enquanto o OpenClaw é multiplataforma (suportando macOS, Windows e Linux) e altamente personalizável, a versão da Anthropic aposta em um ambiente mais restritivo e controlado, rodando, até o momento, apenas nos computadores da Apple.

A atualização reforça a lista de melhorias da Anthropic, que também liberou recentemente uma ferramenta oficial de importação de memória. Ela permite transferir históricos de conversas de outras IAs concorrentes, eliminando a necessidade de começar do zero após migrar de serviço.
Claude agora pode controlar seu Mac pelo iPhone

Claude agora pode controlar seu Mac pelo iPhone
Fonte: Tecnoblog

Claude ganha “lousa” para dar explicações com desenhos e diagramas

Claude ganha “lousa” para dar explicações com desenhos e diagramas

Recursos gráficos estão disponíveis para todos os usuários (imagem: divulgação)

Resumo

O Claude, da Anthropic, agora gera tabelas, gráficos e diagramas usando HTML e SVG, disponível para todos os usuários.
A ferramenta visual pode ser ativada por pedido do usuário ou quando o Claude julgar necessário, oferecendo explicações visuais detalhadas.
O anúncio da “lousa” do Claude ocorreu dois dias após a OpenAI lançar recurso semelhante para o ChatGPT.

O chatbot de inteligência artificial Claude, da Anthropic, ganhou uma ferramenta para gerar tabelas, gráficos, diagramas e outros elementos visuais como parte de suas respostas. A novidade está disponível para todos os usuários, sejam assinantes de planos pagos ou não.

A Anthropic diz que o recurso não é um gerador de imagens. Em vez disso, o Claude usa códigos HTML e gráficos vetoriais em SVG para dar explicações visuais. Para a empresa, é como se o robô tivesse ganhado uma lousa.

Como funciona a ferramenta visual do Claude?

O recurso de geração de diagramas pode entrar em cena a partir de um pedido explícito do usuário ou quando o Claude julgar que uma demonstração visual é mais adequada na hora de dar uma resposta.

No vídeo de apresentação da ferramenta, a Anthropic mostra instruções de construção, simulações de luz e sombra, linhas do tempo e fluxogramas de decisão como demonstrações do que é possível fazer.

A CNET, por exemplo, conseguiu que o Claude fornecesse instruções visuais sobre como trocar um pneu. Por aqui, eu abri o chatbot para testar a ferramenta e ele já saiu com uma demonstração interativa de juros compostos.

Também pedi para mostrar o que é o esquema tático 4-2-3-1 no futebol e ele cumpriu a tarefa com sucesso. Parece bobo, mas geradores de imagem costumam erram, colocando jogadores a mais ou a menos.

Claude gera gráfico em HTML e SVG, diferente de uma imagem comum (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

ChatGPT recebeu recurso parecido

O anúncio da “lousa” do Claude foi feito na quinta-feira (12/03), dois dias após a OpenAI lançar uma ferramenta semelhante para o ChatGPT. O chatbot concorrente agora consegue explicar conceitos de ciências e matemática usando recursos visuais — alguns exemplos são o Teorema de Pitágoras e a Lei de Ohm.

O Claude conseguiu atrair a atenção de usuários do ChatGPT nas últimas semanas, após as duas empresas se envolverem em polêmicas com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. A Anthropic, inclusive, criou uma ferramenta para importar memórias e configurações de outros chatbots.

Com informações do Engadget e da CNET
Claude ganha “lousa” para dar explicações com desenhos e diagramas

Claude ganha “lousa” para dar explicações com desenhos e diagramas
Fonte: Tecnoblog