Category: Casa Conectada e IoT

Amazon lança novo Echo Studio no Brasil; veja preço e recursos

Amazon lança novo Echo Studio no Brasil; veja preço e recursos

Echo Studio de segunda geração (imagem: reprodução/Amazon)

Resumo

Echo Studio de segunda geração estreia no Brasil com novo design e foco em áudio imersivo;

Modelo mantém Alexa tradicional e será compatível com a Alexa+ quando esta chegar ao Brasil;

Preço oficial é de R$ 1.999; vendas já começaram no site da Amazon.

Na semana retrasada, a Amazon lançou novos modelos da linha Echo no Brasil. Ficou faltando lançar o novo Echo Studio. Não mais: a segunda geração do dispositivo já está à venda no site brasileiro da Amazon. O preço oficial, sem considerar eventuais promoções ou descontos, é de R$ 1.999.

O primeiro Echo Studio tinha formato cilíndrico. Já o Echo Studio de segunda geração é 40% mais compacto e tem formato de esfera, mas com um discreto abaulamento lateral que abriga o anel de LED e os botões para controle de reprodução.

De acordo com a Amazon, o novo modelo conta com áudio espacial potencializado com tecnologia Dolby Atmos, um woofer para reforço dos graves e três alto-falantes “posicionados estrategicamente para criar um som imersivo que preenche todo o ambiente”.

Controles do Echo Studio de segunda geração (imagem: reprodução/Amazon)

A Alexa está presente no Echo Studio?

Certamente. A Amazon explica que o novo Echo Studio funciona com a Alexa que já conhecemos, como não poderia deixar de ser, mas também será compatível com a versão mais avançada, a Alexa+, quando esta for lançada no Brasil (ainda não há data prevista para isso).

A Alexa+ é reforçada com tecnologias de IA generativa. Para lidar com elas com desenvoltura, o Echo Studio foi equipado com o processador AZ3 Pro que, nas palavras da Amazon, foi “projetado para executar os modelos de IA de última geração”.

Echo Studio de segunda geração é 40% mais compacto (imagem: reprodução/Amazon)

Disponibilidade e preço do novo Echo Studio no Brasil

O Echo Studio de segunda geração já está à venda no site da Amazon. Como já informado, o dispositivo tem preço oficial de R$ 1.999, valor que pode ser parcelado em até 12 vezes sem juros.

Varejistas como a Fast Shop começarão a vender o novo Echo Studio em breve.

Vale lembrar que a Amazon também lançou recentemente os novos Echo Show 8 e Echo Show 11 no Brasil.

Nota de transparência: os links com preços indicados aqui são de afiliados; ao clicar neles, o valor não muda para você e o site recebe uma comissão.
Amazon lança novo Echo Studio no Brasil; veja preço e recursos

Amazon lança novo Echo Studio no Brasil; veja preço e recursos
Fonte: Tecnoblog

Esquenta Black da Amazon tem até 36% OFF em Kindle, Alexa e Fire TV

Esquenta Black da Amazon tem até 36% OFF em Kindle, Alexa e Fire TV

Kindle e Echo Spot são dispositivos da Amazon (foto: Laura Canal/Tecnoblog)

Faltando uma semana para a Black Friday, a Amazon resolveu colocar em oferta seus dispositivos, que incluem e-readers, speaker e dongles com descontos de até 36%. E o Achados do TB selecionou as principais ofertas para você aproveitar, com base nos produtos favoritos da nossa audiência. Confira abaixo.

Kindle, Alexa e Fire TV têm oferta de Black Friday antecipadaPrincipais dispositivos Amazon com até 36% de descontoKindle (11ª Geração) tem tela e-ink com modo noturnoKindle Paperwhite (12ª Geração) tem IPX8 e muita autonomiaEcho Pop é speaker de entrada com Alexa integradaEcho Dot tem sensor de temperatura para casa inteligenteEcho Spot é despertador inteligente com telinhaFire TV Stick HD transforma TV antiga em smartQuando é a Black Friday 2025?

Principais dispositivos Amazon com até 36% de desconto

Kindle (11ª Geração) tem tela e-ink com modo noturno

Amazon Kindle 2024
R$ 493,00

R$ 649,0024% OFF

Prós

Tela e-ink com antirreflexo e modo noturno
Armazenamento de 16 GB

Contras

Duração de bateria inferior ao Paperwhite
Sem sensor de luz adaptável

R$ 493,00  Amazon

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O primeiro dispositivo em destaque é o Kindle básico mais recente, que sai de R$ 649 para apenas R$ 493 no Pix ou R$ 519 parceláveis em até 12x sem juros. À vista, o desconto pelo e-reader chega a 24%, e o Kindle de 11ª geração se destaca pela tela e-ink de 6 polegadas, com antirreflexo e luz frontal ajustável.

Kindle Paperwhite (12ª Geração) tem IPX8 e muita autonomia

Amazon Kindle Paperwhite 16 GB
R$ 721,00

R$ 949,0024% OFF

Prós

Bateria para até 12 semanas
Tela e-ink de 7 polegadas
Ajuste de temperatura e modo noturno
Proteção IPX8 contra água

Contras

Não é colorido

R$ 721,00  Amazon

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Também com 24% de desconto, o Kindle Paperwhite mais recente sai por apenas R$ 721 no Pix ou R$ 759 se parcelado em até 10x sem juros. O e-reader foi lançado por R$ 949 e se destaca pela bateria superior aos demais modelos da linha, chegando a 12 semanas de autonomia segundo a Amazon. Além disso, tem resistência IPX8 contra água.

Echo Pop é speaker de entrada com Alexa integrada

Amazon Echo Pop
R$ 246,00

R$ 379,0035% OFF

Prós

Integração com Alexa
Tamanho compacto
Alto-falante com som envolvente

Contras

Não possui display
Sem opção de conexão cabeada para áudio

PIX

R$ 246,00  Amazon

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Já na categoria speakers, para quem busca um dispositivo mais baratinho, o Echo Pop em oferta hoje é o ideal. À vista, ele sai por R$ 246, e parcelado, R$ 259 em até 12x. O gadget lançado por R$ 379 traz recursos de casa inteligente através da Alexa, como ligar e acender as luzes, detectar sons ambientes, entre outros.

Echo Dot tem sensor de temperatura para casa inteligente

Amazon Echo Dot
R$ 303,00

R$ 459,0034% OFF

Prós

Sensor de temperatura
Alto-falante de 1,73 polegadas

Contras

Não tem display

PIX

R$ 303,00  Amazon

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Agora, para quem tem um ar-condicionado mais moderno em casa, o Echo Dot (5ª Geração) pode ser o speaker ideal. Na oferta atual, o speaker com preço original de R$ 459 cai para apenas R$ 303 no Pix ou R$ 319 em até 12x sem juros. E graças ao sensor de temperatura, é capaz de criar rotinas Alexa com base na temperatura ambiente.

Echo Spot é despertador inteligente com telinha

Amazon Echo Spot
R$ 445,00

R$ 579,0023% OFF

Prós

Telinha mostra relógio e temperatura
Design compacto semelhante à Echo Pop
Recursos de casa inteligente da Alexa

Contras

Tamanho da tela limita sua funcionalidade

PIX

R$ 445,00  Amazon

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Finalizando a categoria Amazon Echo, o Echo Spot sai hoje por R$ 445 no Pix ou R$ 469 parcelado até 12x sem juros (lançado por R$ 579). Esse modelo se destaca pelo design tão compacto quanto do Echo Pop, com a adição de uma telinha que ocupa metade da parte frontal e funciona como mostrador de relógio inteligente.

Fire TV Stick HD transforma TV antiga em smart

Fire TV Stick HD
R$ 235,00

R$ 369,0036% OFF

Prós

Transforma TV antiga em smart
É compatível com Prime Video, Netflix e outros streamings
Design de fácil instalação e botão da Alexa

Contras

Não reproduz conteúdos em 4K

PIX

R$ 235,00  Amazon

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Por fim, o Fire TV Stick HD é para quem tem uma TV antiga que, ou não é smart, ou já não é mais atualizada. Por apenas R$ 235 à vista no Pix ou R$ 247 em até 10x sem juros, o dongle com preço oficial de R$ 369 reproduz conteúdos em Full HD, traz botão para comandos de voz da Alexa e é compatível com diversos streamings.

Quando é a Black Friday 2025?

A Black Friday 2025 acontece já na próxima sexta-feira, dia 28 de novembro. E é por isso que já estamos vendo ofertas por dispositivos Amazon, já que é tradição da varejista realizar o chamado Esquenta Black Friday com ofertas antecipadas em Kindle, gadgets com Alexa, celulares, consoles e outros eletrônicos.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Esquenta Black da Amazon tem até 36% OFF em Kindle, Alexa e Fire TV

Esquenta Black da Amazon tem até 36% OFF em Kindle, Alexa e Fire TV
Fonte: Tecnoblog

Amazon lança Echo Dot Max e novas Echo Show; veja os preços

Amazon lança Echo Dot Max e novas Echo Show; veja os preços

Novo Echo Dot Max tem opção de cor roxa (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Amazon lançou no Brasil três novos dispositivos com Alexa: Echo Dot Max (R$ 849), Echo Show 8 (R$ 1.799) e Echo Show 11 (R$ 2.199), todos com processadores avançados para IA generativa.
O Echo Dot Max possui dois alto-falantes integrados, oferecendo graves mais profundos e é equipado com o processador AZ3 para melhor detecção de conversas.
Os Echo Show 8 e 11 têm telas touch in-cell, áudio renovado e utilizam o processador AZ3 Pro, mas a Alexa+ ainda não está disponível no Brasil.

A Amazon inicia hoje a venda no Brasil de três novos dispositivos com Alexa: Echo Dot Max (R$ 849), Echo Show 8 (R$ 1.799) e Echo Show 11 (R$ 2.199). Os aparelhos foram apresentados em setembro, durante evento nos Estados Unidos, e trazem processadores mais avançados para uso de inteligência artificial generativa. Os três equipamentos chegam às lojas nesta quarta-feira (12).

Echo Dot Max: sistema de som redesenhado

O Echo Dot Max é o primeiro Echo Dot projetado com dois alto-falantes. O dispositivo oferece quase três vezes mais graves em comparação ao Echo Dot de quinta geração, de acordo com a Amazon, com som envolvente que se adapta automaticamente ao ambiente. O sistema combina um woofer de alta excursão, com promessa de graves profundos, e um tweeter, cujo objetivo é produzir agudos nítidos.

Echo Dot Max está revestido por tecido em 3D (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O design elimina o módulo de alto-falante separado, integrando o componente diretamente na estrutura do dispositivo, para dobrar o espaço de ar e proporcionar graves mais encorpados. O Echo Dot Max utiliza o processador AZ3 com acelerador de IA, que melhora a detecção de conversas e permite que a Alexa detecte a palavra de ativação com eficiência 50% maior. O dispositivo está disponível por R$ 849 nas cores branca, grafite e roxa.

Durante uma conversa com jornalistas, representantes da Amazon explicaram que o nome Echo Dot não receberá novas atualizações. Com isso, o Dot Max passa a ser o produto de entrada desta linha.

Echo Show 8 e 11: telas aprimoradas

Novo Echo Show 11 com interface renovada (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Os novos Echo Show 8 e Echo Show 11 apresentam telas com tecnologia touch in-cell e design de cristal líquido negativo, que reduz camadas de laminação e maximiza o ângulo de visão. No manuseio, é perceptível que a camada sobre a tela está mais fina.

A qualidade de imagem promete clareza tanto em ambientes bem iluminados quanto em locais mais escuros. A interface do sistema foi modificada, com um painel de controle repleto de opções, além dos widgets já conhecidos de gerações passadas.

Ambos os modelos incluem arquitetura de áudio renovada com alto-falantes estéreo frontais e woofer personalizado para áudio espacial. Os componentes de áudio estão posicionados sob os displays e jogam o som para frente.

Sistema de som do Echo Show projetam áudio para a frente (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Os aparelhos utilizam o processador AZ3 Pro, que adiciona compatibilidade com modelos de linguagem modernos e sistemas de visão computacional, além de câmera de 13 megapixels. Ele poderá ser bastante explorado pela Alexa+, nova geração da assistente de voz, integrada ao LLM, mas que por enquanto está disponível nos Estados Unidos e alguns poucos países. Não há previsão de lançamento no Brasil.

O Echo Show 8 custa R$ 1.799 e o Echo Show 11 sai por R$ 2.199. Ambos estão disponíveis nas cores branca e grafite.

A Amazon ainda apresentou um suporte ajustável desenvolvido para harmonizar com o design de cada dispositivo. Ele será vendido separadamente por R$ 199.

Ainda falta o Echo Studio

Echo Studio e Echo Dot Max (imagem: divulgação)

O novo Echo Studio (de segunda geração) também foi anunciado em setembro, junto com os demais dispositivos, mas ainda não tem previsão de chegada ao Brasil. O aparelho é 40% mais compacto que o original e suporta áudio espacial e Dolby Atmos. Ele combina woofer de alta excursão com três alto-falantes de gama completa, que ficam posicionados para criar som imersivo. Nos Estados Unidos, o Echo Studio está previsto para custar US$ 1.999 (cerca de R$ 10.540 em conversão direta e sem impostos).

Relembre o lançamento da Alexa+ direto dos EUA

Thássius Veloso viajou para São Paulo a convite da Amazon. Ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Amazon lança Echo Dot Max e novas Echo Show; veja os preços

Amazon lança Echo Dot Max e novas Echo Show; veja os preços
Fonte: Tecnoblog

Casas “burras” viram tendência em meio a cansaço digital e falhas

Casas “burras” viram tendência em meio a cansaço digital e falhas

Espaços para “desconectar” passaram a ser valorizados, de acordo com arquitetos (imagem: Patrick Perkins/Unsplash)

Resumo

Nos EUA, cresce a preferência por casas com menos tecnologia devido a desconforto e falhas técnicas em smart homes.
O Global Wellness Institute destaca a busca por espaços de detox digital e bem-estar analógico.
Problemas técnicos em casas conectadas evidenciam a dependência excessiva de tecnologia.

As casas inteligentes (ou smart homes) não são mais tão atraentes como antes: pesquisadores e arquitetos apontam que, nos Estados Unidos, a adoção de tecnologias conectadas perdeu força, com aplicativos e controles por voz sendo substituídos por botões e interruptores.

A tendência repercutiu no site Axios, que analisou dados e consultou profissionais do setor. O arquiteto Yan M. Wang, por exemplo, afirma que a ideia de uma tecnologia que está sempre funcionando e ouvindo passou a se tornar um motivo de ansiedade. Propagandas em caixas de som e geladeiras também não ajudam nesse aspecto.

Texto da atualização de geladeiras da Samsung apresenta anúncios como melhoria de serviço (imagem: reprodução/Reddit)

O Global Wellness Institute aponta que, além de uma resistência maior a painéis de controle tecnológicos e complexos, algumas pessoas estão começando a pensar em espaços para detox digital em suas casas, como parte de um movimento de “bem-estar analógico”.

Em uma matéria do Financial Times publicada em 2024, India Alexander, chefe de avaliações da agência imobiliária The Modern House, já comentava sobre essa preferência. “As pessoas vivem ocupadas, e a casa geralmente é um retiro da tecnologia que domina nossas vidas”, pondera.

A plataforma de aluguéis Zillow também observa um movimento similar: em um relatório, a empresa afirma que houve um aumento de 48% nas menções a “cantinhos de leitura” nas descrições dos imóveis.

Casa conectada pode transformar comodidade em problema

Por mais que parte dessa resistência maior a itens de casa conectada se dê pelo desejo de bem-estar, existem questões inerentes à própria tecnologia. Como nota o Axios, aparelhos desse tipo estão cada vez mais caros, e novas gerações de produtos podem tornar obsoletos os equipamentos já instalados.

E, claro, existe o risco de falhas técnicas. Isso ficou claro no mais recente apagão na AWS, divisão de computação em nuvem da Amazon. Um dos exemplos mais inusitados foi dos colchões inteligentes da Eight Sleep, capazes de monitorar o sono e ajustar automaticamente aquecimento e elevação.

Colchão inteligente parou de funcionar (imagem: divulgação/Eight Sleep)

O aplicativo caiu, e os donos do produto ficaram sem acesso aos controles. No Reddit, alguns usuários relataram que a temperatura travou em 43°C, enquanto outros recomendaram fazer jailbreak no colchão — aí está uma coisa que eu nunca imaginei, mas que aparentemente existe.

Esse é o problema mais exemplar, mas os casos vão além: os assistentes Alexa deixaram de responder a comandos, campainhas da Ring (que também é da Amazon) ficaram desconectadas, e equipamentos de diversas marcas pararam de funcionar, em uma lista que vai de lâmpadas a caixas de areia inteligentes para gatos.

Não dá para negar que, às vezes, é melhor depender apenas de botões e interruptores offline.

Com informações do Axios e do Financial Times
Casas “burras” viram tendência em meio a cansaço digital e falhas

Casas “burras” viram tendência em meio a cansaço digital e falhas
Fonte: Tecnoblog

Este dispositivo transforma vasos sanitários em smart e analisa o seu cocô

Este dispositivo transforma vasos sanitários em smart e analisa o seu cocô

Dekoda é o novo dispositivo inteligente da Kohler para banheiros (imagem: reprodução/Kohler)

Resumo

Dekoda é o novo dispositivo inteligente da Kohler que monitora a saúde pelo vaso sanitário.

O gadget analisa dejetos e envia informações ao app Kohler Health, com alertas sobre hidratação e digestão.

O produto custa US$ 599 e está em pré-venda, mas requer assinatura mensal para acesso aos dados coletados.

A Kohler, empresa conhecida por produtos para banheiros, anunciou um novo gadget para transformar vasos sanitários em centrais de monitoramento de bem-estar, o Dekoda. O dispositivo se prende à borda do vaso e utiliza sensores para analisar os dejetos.

O gadget deve fornecer informações sobre a hidratação e a saúde intestinal do usuário por meio de um aplicativo. O Dekoda faz parte de uma nova iniciativa da empresa, que já possui itens inteligentes para banheiros, focada em “transformar o cômodo em um centro de saúde e bem-estar conectado e informado por dados”.

Como funciona o gadget?

O Dekoda pode ser instalado na borda da maioria dos vasos sanitários por meio de um mecanismo de fixação que dispensa o uso de ferramentas. A maior parte dos componentes eletrônicos, e a bateria magnética removível para recarga, ficam do lado de fora.

Na parte interna, voltada para a água, ficam os sensores ópticos. O dispositivo usa espectroscopia para “observar como a luz interage com seus dejetos”. Para garantir a privacidade, a Kohler afirma que os sensores são angulados para baixo, de modo que só conseguem visualizar o que está dentro do vaso.

A empresa alerta, no entanto, que o aparelho pode não funcionar bem em vasos de cores escuras, nos quais a iluminação fica reduzida.

Produto utiliza digitais para diferenciar usuários dentro da casa (imagem: reprodução/Kohler)

Identificação de usuários

O sistema conta até com um controle remoto na parede com um sensor de impressão digital para diferenciar quem está usando o banheiro, útil para casas com múltiplos moradores. Segundo a Kohler, os dados enviados ao app — que incluem informações sobre frequência, consistência e formato dos dejetos — são protegidos por criptografia de ponta a ponta.

Com base na análise, o aplicativo Kohler Health pode alertar o usuário sobre a necessidade de beber mais água ou indicar como mudanças na dieta estão afetando a digestão e a absorção de nutrientes.

Uma das funções mais importantes é a detecção de sangue, que pode ser um sintoma de problemas de saúde mais sérios. O app deve notificar o usuário de forma discreta, incentivando a procura por um médico.

App Kohler Health mostra os dados detectados pelo aparelho (imagem: reprodução/Kohler)

Quanto custa?

O Kohler Dekoda está em pré-venda por US$ 599 (cerca de R$ 3.200, em conversão direta), com previsão de envio a partir de 21 de outubro. No entanto, para ter um uso funcional da ferramenta, é necessário continuar pagando: o acesso aos dados coletados é possível somente com a assinatura do serviço Kohler Health.

O plano individual custa US$ 6,99 (R$ 37) por mês ou US$ 70 (R$ 376) por ano. Já o plano familiar, que acomoda até cinco usuários, sai por US$ 12,99 (R$ 69,80) mensais ou US$ 130 (R$ 698) anuais. O app está disponível somente para iOS, mas uma versão para Android deve chegar em breve.

Com informações do The Verge
Este dispositivo transforma vasos sanitários em smart e analisa o seu cocô

Este dispositivo transforma vasos sanitários em smart e analisa o seu cocô
Fonte: Tecnoblog

O que é o protocolo MQTT? Saiba como funciona o padrão de comunicação usado em IoT

O que é o protocolo MQTT? Saiba como funciona o padrão de comunicação usado em IoT

Descubra a importância do MQTT para as aplicações e dispositivos da Internet das Coisas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O protocolo MQTT é um padrão de mensagens leve, ideal para ambientes de rede com restrições de largura de banda e alta latência. Sua arquitetura é eficiente e de baixa sobrecarga, o que o torna ideal para dispositivos com recursos limitados.

Sua principal utilidade é facilitar a comunicação para a Internet das Coisas (IoT), permitindo que dispositivos com hardware limitado troquem dados de forma confiável. Ele usa um modelo de publicação/assinatura onde um broker central (servidor) gerencia o fluxo assíncrono de mensagens entre os clientes.

No dia a dia, o protocolo MQTT está por trás de muitas inovações de IoT, como casas inteligentes, rastreamento de veículos e até mesmo em alguns aplicativos de mensagens. Ele garante a troca de informações rápida e segura com o consumo mínimo de energia.

Conheça mais sobre o conceito do protocolo MQTT, seu funcionamento e principais características. Também saiba as vantagens do protocolo usado em gadgets de IoT.

ÍndiceO que é o protocolo MQTT?Para que serve o protocolo MQTT?Como funciona o protocolo MQTT?Quais são as características do protocolo MQTT?Quais são os exemplos de uso do protocolo MQTT?Quais são as vantagens do protocolo MQTT?Quais são as desvantagens do protocolo MQTT?Qual é a diferença entre os protocolos MQTT e HTTP?Qual é a diferença entre os protocolos MQTT e Thread?

O que é o protocolo MQTT?

O MQTT (Message Queuing Telemetry Transport) é um protocolo de mensagens leve baseado no modelo de publicação/assinatura. Ele é projetado para a troca eficiente de dados em redes com largura de banda limitada e para dispositivos da Internet das Coisas (IoT) com hardware restrito.

Para que serve o protocolo MQTT?

O protocolo MQTT foi projetado para ser eficiente em redes restritas, de baixa largura de banda ou alta latência. Sua principal função é permitir a comunicação confiável de dados de dispositivos com recursos limitados, como sensores e aparelhos de IoT.

Ele serve como padrão para a comunicação “Máquina a Máquina” (M2M), viabilizando o monitoramento e controle remoto em tempo real por meio do modelo publicação/assinatura. Nele, dispositivos publicam dados em “tópicos” e outros que “assinam” esses tópicos recebem a informação instantaneamente para processamento ou atuação.

O MQTT permite a comunicação entre dispositivos de uma casa conectada (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como funciona o protocolo MQTT?

O MQTT separa quem envia mensagens (publicadores) de quem as recebe (assinantes), usando broker central (servidor) para rotear toda a comunicação. Essa arquitetura de publicação/assinatura garante uma comunicação eficiente de um-para-muitos, onde dados são enviados a “Tópicos” específicos.

O processo inicia com os clientes (publicadores ou assinantes) estabelecendo uma conexão com o broker, tipicamente por meio de TCP/IP. Os publicadores enviam dados para um tópico, que é uma string de endereço (ex: temperatura/sala/chao), mantida no servidor central.

Em seguida, clientes interessados nos dados agem como assinantes e informam ao broker o interesse em tópicos específicos, assinando-os. Então, o broker é responsável por receber a mensagem do publicador e distribuí-la imediatamente a todos os clientes que tenham se inscrito naquele tópico.

Este modelo resulta em uma comunicação desacoplada, eliminando a necessidade de dispositivos ou aplicações interagirem diretamente. Eles dependem do broker para gerenciar e rotear as mensagens, criando uma arquitetura flexível, escalável e ideal para ambientes com restrições de recursos.

O MQTT atua com o publicador enviando dados para o broker, que distribui as informações para os assinantes (imagem: Reprodução/Spiceworks)

Quais são as características do protocolo MQTT?

Essas são as principais características do protocolo MQTT:

Leveza: é projetado para ser leve, usando pouca largura de banda e poder de processamento. Ideal para dispositivos com recursos limitados, como microcontroladores e sistemas de Internet das Coisas (IoT);

Modelo publicação/assinatura: separa quem envia a mensagem (publicador) de quem a recebe (assinante) por meio de tópicos. Permite um estilo de comunicação flexível, escalável e dinâmico, sem que os dispositivos se conheçam diretamente;

Níveis de Qualidade de Serviço (QoS): oferece três níveis de garantia na entrega das mensagens (QoS 0, 1 e 2), permitindo um controle preciso de confiabilidade no transporte da mensagem conforme a necessidade da aplicação;

Mensagens retidas: o broker pode reter a última mensagem publicada em um tópico. Isso garante que novos assinantes recebam imediatamente a informação de status ou configuração mais recente ao se conectar;

Última vontade e testamento (Last will and testament – LWT): o cliente pode definir uma mensagem que o broker publicará automaticamente caso a conexão caia inesperadamente. Funciona como um mecanismo para detectar falhas de cliente e notificar outros dispositivos sobre a desconexão;

Segurança: suporta mecanismos de segurança como criptografia TLS/SSL e métodos de autenticação de usuário. Garante a confidencialidade, integridade e autenticidade dos dados trocados, sendo vital para aplicações críticas de IoT.

O protocolo MQTT está presente em dispositivos residências, como lampadas inteligentes (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Quais são os exemplos de uso do protocolo MQTT?

O protocolo MQTT é amplamente usado em aplicações de Internet das Coisas (IoT) e outros dispositivos do dia a dia. Alguns exemplos são:

Controle de dispositivos residências: permite que usuários liguem ou desliguem remotamente lâmpadas, tomadas e eletrodomésticos inteligentes, publicando mensagens simples e diretas;

Monitoramento de clima e ambiente (termostatos): envia continuamente dados de temperaturas, umidade e qualidade do ar para sistemas centrais, possibilitando ajustes automáticos e controle de conforto via aplicativos;

Sistemas de segurança e alarmes: transmite alertas imediatos de câmeras e sensores de movimento ao detectar atividades suspeitas ou invasão, garantindo resposta rápida;

Aplicativos móveis: oferece uma comunicação contínua que permite que os dispositivos recebam novas mensagens sem consumir grande quantidade de largura de banda ou gastar a bateria do telefone;

Rastreamento de saúde e fitness: smartwatches e outros wearables publicam informações como frequência cardíaca, contagem de passos e padrões de sono, permitindo que apps de saúde analisem e exibam métricas de atividade física;

Monitoramento remoto de pacientes: dispositivos médicos vestíveis publicam dados vitais, como batimentos cardíacos, para provedores de saúde, garantindo monitoramento contínuo e disparando alertas críticos;

Automação industrial: coleta e envia o status de máquinas, sensores e equipamentos de manufatura para um sistema, facilitando a manutenção e a otimização de processos;

Agricultura: disponibiliza dados de campo sobre umidade do solo, níveis de nutrientes e condições climáticas, auxiliando fazendeiros a automatizar a irrigação e otimizar recursos hídricos;

Logística, transporte e gestão de frotas: fornece rastreamento em tempo real da localização de veículos e contêineres, além de permitir que dispositivos de tráfego comuniquem seu status para otimização de rotas;

Carros conectados: viabiliza a troca de informações para serviços de rastreamento, diagnóstico remoto e envio de alertas de segurança para os ocupantes do veículo.

Aplicativos como Instagram usam o MQTT para o envio de mensagens (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são as vantagens do protocolo MQTT?

Estes são os pontos fortes do protocolo MQTT:

Leve e eficiente: possui sobrecarga mínima de dados, ideal para dispositivos IoT com hardware limitado. Isso resulta em um baixo consumo de largura de banda e de energia, otimizando a comunicação em redes com restrições;

Entrega de mensagens confiável: oferece três níveis de qualidade de serviço (QoS) garantindo que as mensagens sejam entregues com a confiabilidade necessária. Permite escolher o nível ideal de garantia para operar mesmo em redes instáveis;

Modelo flexível de publicação/assinatura: separa quem publica a mensagem de quem a recebe (assinante), promovendo uma arquitetura altamente escalável. Os dispositivos não precisam se conhecer diretamente, simplificando a adição e remoção de novos componentes na rede;

Altamente escalável: os brokers são desenhados para gerenciar e coordenar inúmeros dispositivos conectados simultaneamente. É a solução ideal para rede IoT de grande escala, suportando diversas conexões em ambientes distribuídos;

Comunicação segura: suporta protocolos de segurança modernos como SSL/TLS, que asseguram a criptografia de ponta a ponta dos dados. Isso garante a autenticação mútua dos dispositivos, protegendo a transmissão contra interceptações maliciosas;

Ampla compatibilidade e facilidade de uso: é implementado com bibliotecas prontas para as diversas linguagens de programação. Essa ampla adoção facilita a integração rápida e o desenvolvimento de aplicações em praticamente qualquer plataforma.

Quais são as desvantagens do protocolo MQTT?

Estes são os pontos fracos do protocolo MQTT:

Segurança não nativa: não possui criptografia embutida, exigindo a implementação de camadas adicionais como SSL/TLS. Isso aumenta a complexidade da configuração e pode gerar sobrecarga computacional em dispositivos de IoT de baixa potência;

Não indicado para alto desempenho de banda: não é ideal para aplicações que demanda alta largura de banda ou baixa latência extrema, como streaming de vídeo ou transferência massiva de dados em tempo real;

Dependência e ponto único de falha: a arquitetura centralizada exige um broker (servidor) para toda a comunicação. Sem um mecanismo de redundância, a falha deste componente interrompe todas as operações da rede;

Limitações em Qualidade de Serviços (QoS) e persistência: não oferece um tratamento robusto de erros e falhas de conexão nativamente. O suporte à persistência de mensagens para clientes offline (QoS 1 e 2) é dependente da implementação do broker e pode consumir memória;

Sem definição padrão de tópicos e esquemas: não impõe um formato padrão para os dados trocados nem um esquema de nomeação de tópicos, o que pode levar a inconsistências e dificultar a interoperabilidade em grandes ecossistemas.

O MQTT permite a conexão entre dispositivos com hardware mais modestos, mas é sujeito a falha devido à arquitetura centralizada (imagem: Maurizio Pesce/Flickr)

Qual é a diferença entre os protocolos MQTT e HTTP?

MQTT é um protocolo de mensagens leve e de publicação/assinatura, projetado para conexões com largura de banda limitada e de alta latência, sendo o padrão para comunicação em IoT. Usa um broker central para rotear mensagens, não exigindo uma conexão direta entre o remetente e o destinatário.

HTTP é o protocolo fundamental da World Wide Web, baseado no modelo requisição/resposta, onde um cliente (navegador) solicita um recurso a um servidor, que então envia a resposta. É considerado mais pesado devido aos cabeçalhos de dados maiores e exige uma conexão direta e síncrona para cada transação.

Qual é a diferença entre os protocolos MQTT e Thread?

MQTT é um protocolo de mensagens projetado para a transmissão de dados de forma leve e eficiente, ideal para IoT. Usa o modelo de publicação/assinatura, onde os dispositivos publicam dados em um broker central, e outros dispositivos se inscrevem para receber esses dados.

Thread é um protocolo de rede mesh sem fio de baixo consumo que permite a comunicação direta e segura, baseada em IP (IPv6), entre dispositivos (peer-to-peer). Cria uma rede robusta onde os dispositivos podem se comunicar entre si ou se conectar a redes externas, como Wi-Fi, por meio de um roteador de borda.
O que é o protocolo MQTT? Saiba como funciona o padrão de comunicação usado em IoT

O que é o protocolo MQTT? Saiba como funciona o padrão de comunicação usado em IoT
Fonte: Tecnoblog