Category: Brasil

Motorola homologa dois celulares no Brasil: G77 e Signature

Motorola homologa dois celulares no Brasil: G77 e Signature

Acabamento é um dos destaques do Signature (imagem: divulgação)

Resumo

O Moto G77 e o Motorola Signature foram homologados pela Anatel e estão prontos para venda no Brasil.
O Moto G77 possui internet 5G, Wi-Fi 5, Bluetooth, NFC, bateria de 5.100 mAh e carregador de 33 W.
O Motorola Signature oferece design fino, SoC de alta performance, bateria de 5.200 mAh e carregador de 90 W.

A Motorola prepara o lançamento de dois novos smartphones no Brasil: o Moto G77 e o Motorola Signature. Os dois produtos passaram pela homologação da Anatel, etapa fundamental para o início das vendas no país, segundo documentos visualizados pelo Tecnoblog. As datas de lançamento e os preços são mantidos em segredo.

O começo de 2026 está movimentado para a Motorola. Além destes dois modelos, a fabricante também já está apta a comercializar os já homologados Moto G17, Razr 70 e Edge 70.

Moto G77

Moto G75 tem câmera com sensor Sony (Imagem: Divulgação / Motorola)

O Moto G77 deve suceder o Moto G75, que concorre com aparelhos como o Galaxy A36 (Samsung) na concorrida faixa de aparelhos intermediários.

O modelo foi aprovado pela Anatel no dia 15 de janeiro com dois códigos de modelo: XT2621-1 e XT2621-3, que, segundo o leaker Evan Blass/evleaks, correspondem ao mencionado Moto G77.

Certificado de homologação do Motorola XT2621 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O Moto G77 vem com internet 5G, Wi-Fi 5, Bluetooth e NFC, como aponta o certificado, e terá na caixa o carregador MC-337L de 33 W. A bateria tem o código de modelo SP52, com capacidade nominal de 5.100 mAh (provavelmente com capacidade típica de algo em torno de 5.200 mAh).

A conectividade Wi-Fi chama a atenção por ser, na minha visão, um pesado downgrade em relação ao Moto G75, que é compatível com Wi-Fi 6E (portanto, 802.11ax em três bandas: 2,4, 5 e 6 GHz). Este retrocesso abre a possibilidade da Motorola reposicionar os produtos da linha Moto G.

O smartphone será fabricado na China (Wuhan) pela Motorola ou no Brasil (Jaguariúna ou Manaus) pela indústria Flex.

Motorola Signature

Signature inclui até clube de benefícios (imagem: divulgação)

O Motorola Signature, anunciado no início de janeiro, oferece SoC de alta performance, design fino com apenas 7 mm de espessura, sete anos de atualizações e até mesmo um ano de serviço de concierge, algo geralmente visto em aparelhos luxuosos e de boutiques, como os smartphones da Vertu e o Xperia Pureness.

O Signature foi homologado pela Anatel no dia 15 e tem o código de modelo XT2603-2.

Certificado de homologação do Motorola Signature (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O modelo será fabricado na China (Wuhan) ou no Brasil (Jaguariúna). A bateria de silício-carbono de 5.200 mAh (típicos) recarrega com o carregador MC-907 de 90 W, que virá na caixa do aparelho.
Motorola homologa dois celulares no Brasil: G77 e Signature

Motorola homologa dois celulares no Brasil: G77 e Signature
Fonte: Tecnoblog

Medida do Brasil pode elevar custo da fibra óptica vinda da China

Medida do Brasil pode elevar custo da fibra óptica vinda da China

O preço final dos cabos de fibra óptica importados da China para prestadoras de pequeno porte pode subir mais de 170% (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A aplicação de direitos antidumping definitivos sobre cabos de fibra óptica importados da China acendeu um sinal de alerta no setor de telecomunicações no Brasil. A medida, aprovada pelo Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex) no fim de dezembro de 2025, prevê a cobrança adicional de US$ 2,42 por quilo do produto (cerca de R$ 12,99) e já começa a refletir nos preços praticados no mercado nacional.

Em nota conjunta, a TelComp (Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas) e a Abramulti (Associação Brasileira dos Operadores de Telecomunicações e Provedores de Internet) afirmam que a decisão pode elevar de forma relevante o custo de um insumo considerado estratégico para a expansão da conectividade no Brasil.

Segundo apuração do TeleSíntese, reajustes já foram observados e passaram a impactar os cálculos financeiros de prestadoras de serviços, especialmente as de menor porte.

Por que a medida preocupa o setor?

As entidades ressaltam que não defendem nem apoiam práticas de dumping. O posicionamento, segundo elas, busca chamar atenção para os efeitos econômicos e sociais do aumento de custos de importação de cabos e fibras ópticas, com reflexos diretos em pequenos provedores e na oferta de internet em regiões menos atendidas.

Estimativas preliminares indicam que o preço final dos cabos de fibra óptica importados da China para prestadoras de pequeno porte pode subir mais de 170%. Considerando a participação desses produtos no mercado, a avaliação é que o reajuste tende a pressionar também os preços de fabricantes nacionais e de cabos provenientes de outros países. Nesse cenário, o preço de equilíbrio de todos os cabos comercializados no Brasil poderia aumentar em torno de 50%.

Além dos cabos, foi aplicada medida antidumping sobre a importação de fibras ópticas, o que, segundo as associações, pode intensificar ainda mais os efeitos sobre a cadeia produtiva e o mercado de infraestrutura de telecomunicações.

Medida antidumping foi aplicada sobre a importação de fibras ópticas (imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Impactos sobre conectividade e políticas públicas

De acordo com a TelComp e a Abramulti, a elevação generalizada dos custos tende a desacelerar a expansão da banda larga, sobretudo em áreas menos atrativas do ponto de vista econômico e entre consumidores de menor renda. O risco é de aprofundamento do chamado abismo digital, em um momento em que o país ainda busca ampliar o acesso à internet de qualidade.

As entidades também destacam possíveis impactos sobre políticas públicas estruturantes. Programas de conectividade de escolas, como o Aprender Conectado, e obrigações relacionadas à implantação da infraestrutura do 5G podem ser afetados, com risco de redução no número de escolas atendidas e aumento significativo dos custos dos projetos.

Com informações do TeleSíntese

Medida do Brasil pode elevar custo da fibra óptica vinda da China

Medida do Brasil pode elevar custo da fibra óptica vinda da China
Fonte: Tecnoblog

Honor pode lançar celular com superbateria no Brasil

Honor pode lançar celular com superbateria no Brasil

Honor Magic8 Lite/X9d promete resistência com certificações IP68/IP69K e resistência a quedas até 2,5 metros (imagem: divulgação)

Resumo

O Honor Magic8 Lite possui bateria de 8.300 mAh e tela AMOLED de 6,79 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz.
Ele é equipado com SoC Snapdragon 6 Gen 4, até 512 GB de memória interna, e câmera principal de 108 megapixels.
O aparelho tem conectividade Wi-Fi 6, USB-C, NFC, e roda Android 15 com Magic OS 9.0.

Não é só a Jovi e a Oppo que querem lançar celulares com baterias enormes no Brasil: a também chinesa Honor homologou uma bateria com enormes 8.300 mAh. O certificado visualizado pelo Tecnoblog foi emitido em 7 de janeiro pela Agência Nacional de Telecomunicações a pedido da DL Eletrônicos, que representa a marca no país.

O componente é fabricado pela Sunwoda ou pela Desay, ambas situadas na província de Guangdong, na China. Ela será utilizada no smartphone de modelo MTN-NX3, que será vendido como Honor Magic8 Lite ou Honor X9d, segundo a certificação do modelo no Bluetooth SIG.

Bateria Honor HB5668A0EIW de 8.300 mAh (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Não está claro qual dos nomes será utilizado no país, já que o aparelho ainda não está homologado e ambas as linhas Magic e X da Honor são vendidas oficialmente no país, mas parece mais provável que venha com o nome Magic8 Lite, já que os modelos da linha X vendidos aqui tendem a ser mais básicos.

O modelo também é vendido na China como Honor X70, com opções de memória interna até 512 GB e câmera frontal inferior. Nesta opção o modelo também conta com carregamento sem fio de 80W.

Características do Honor Magic8 Lite/X9d

Honor Magic8 Lite/X9d tem tela de 6,79 polegadas (imagem: divulgação)

Conheça os destaques da ficha técnica do Honor Magic8 Lite/X9d:

Tela AMOLED de 6,79 polegadas, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de pico de 6.000 nits

SoC Snapdragon 6 Gen 4 (4 cores ARM Cortex-A720, 4 cores A520), GPU Adreno 610

RAM de 8 ou 12 GB (apenas no X9d) e 256 ou 512 GB de memória interna (sem expansão)

Câmera principal de 108 megapixels, secundária ultra-wide de 5 megapixels

Câmera frontal de 16 megapixels

Wi-Fi 6 dual-band, USB-C com OTG e NFC

Bateria de 8.300 mAh (ou 7.500 mAh na Europa) com recarga de 66 Watts

Quatro opções de cores: Marrom Avermelhado, Preto, Dourado e Verde

Android 15 com Magic OS 9.0

Ainda não há previsão de lançamento no país, até porque o aparelho em si ainda não está homologado.
Honor pode lançar celular com superbateria no Brasil

Honor pode lançar celular com superbateria no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Oppo A6 Pro 5G chega ao Brasil em breve, com bateria grandona

Oppo A6 Pro 5G chega ao Brasil em breve, com bateria grandona

Oppo A6 Pro 5G é duro na queda (imagem: divulgação)

Resumo

Oppo A6 Pro 5G foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
Ele possui bateria de 7.000 mAh, recarga de 80 Watts e tela AMOLED de 120 Hz.
Ainda não há data para o início das vendas no país.

Revelamos ontem (13/01) que a Jovi prepara um novo celular para o Brasil com bateria de 7.000 mAh. Mas ela não está sozinha na batalha dos smartphones com baterias grandes de silício-carbono: a Oppo, conterrânea chinesa, homologou na Anatel o Oppo A6 Pro 5G.

O modelo também terá uma bateria de 7.000 mAh. A homologação foi emitida na quarta-feira passada (07/01), segundo a documentação visualizada pelo Tecnoblog.

O que esperar do Oppo A6 Pro 5G?

Certificado de homologação do Oppo A6 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O Oppo A6 Pro é um aparelho de entrada, equipado com SoC Dimensity 6300 da MediaTek (utilizado em aparelhos como o novo Galaxy A07 5G).

Ele conta com 4 ou 6 GB de memória RAM, 128 GB de memória interna e apenas duas câmeras traseiras: a principal, de 50 megapixels, e a secundária, de apenas 2 megapixels com sensor monocromático, servindo apenas para detecção de profundidade.

A tela é AMOLED, com taxa de atualização de 120 Hz e revestida com o vidro Dragontrail DT-Star D+ da empresa japonesa AGC, concorrente da Corning (que fabrica os vidros Gorilla Glass).

O principal diferencial fica mesmo na bateria, de 7.000 mAh, capaz de recarga de 80 Watts (com o carregador VCB8OABH, o mesmo do Reno 14), que permite carregar completamente o aparelho em 1 hora.

Bateria BLPC67 do Oppo A6 Pro 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Em alguns países, o modelo é vendido com bateria menor, de 6.500 mAh, mas o Brasil será agraciado com o componente maior, com código BLPC67, fabricado na China pela CosMX.

O smartphone é oferecido em quatro cores: Coral Pink (rosa claro), Rosewood Red (rosa escuro), Stellar Blue (azul escuro) e Lunar Titanium (prata/titânio). A unidade fotografada para a homologação é na cor Coral Pink.

Oppo A6 Pro 5G fotografado para homologação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Fabricação e disponibilidade

O aparelho poderá ser fabricado pela Oppo em Dongguang, na província chinesa de Guangdong, e pela Multilaser, em Extrema, Minas Gerais. Com isso, terá os benefícios fiscais de aparelhos montados no Brasil.

Ele será vendido com os acessórios tradicionais na caixa (cabo, carregador e ferramenta para abrir a gaveta de chip), além de uma capinha na caixa.

Oppo A6 Pro 5G nas cores Coral Pink e Lunar Titanium (imagem: divulgação)

Ainda não há previsão de quando o Oppo A6 Pro 5G será vendido no país, mas a homologação já permite a venda no mercado nacional.

Ele deve enfrentar forte concorrência de modelos como o Galaxy A07 5G e Galaxy A17 5G, o vindouro modelo da Jovi com bateria de 7.200 mAh e o Moto G35 e seu eventual sucessor.
Oppo A6 Pro 5G chega ao Brasil em breve, com bateria grandona

Oppo A6 Pro 5G chega ao Brasil em breve, com bateria grandona
Fonte: Tecnoblog

Portabilidade numérica atinge maior patamar desde 2022

Portabilidade numérica atinge maior patamar desde 2022

Portabilidade bateu recorde em 2022, ano do fim da operação da Oi (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Em 2025, consumidores brasileiros fizeram cerca de 8,5 milhões de pedidos de portabilidade numérica, segundo a ABR Telecom.
São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul lideram os pedidos de portabilidade no Brasil.
Desde 2008, aproximadamente 104 milhões de consumidores brasileiros realizaram portabilidade numérica.

Clientes de telefonia fizeram cerca de 8,5 milhões de pedidos de portabilidade em 2025, segundo dados da Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom), entidade que administra as trocas de operadora no Brasil.

O assunto foi destaque no jornal O Globo. Esse é o maior número desde 2022, quando 10,1 milhões levaram seus números para outras empresas. Naquele ano, porém, houve um fator incomum: a Oi parou de operar, o que levou a uma reorganização do mercado. Antes disso, entre 2019 e 2021, a quantidade de solicitações ficou próxima a 8,5 milhões.

Desde 2008, foram 104 milhões de pedidos de portabilidade (foto: Breakingpic/Pexels)

A ABR Telecom não informa quais foram as operadoras envolvidas nas trocas. Segundo a entidade, a lista de estados que mais fazem pedidos de portabilidade é encabeçada por São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

O órgão informa também que, desde 2008, quando o sistema foi implementado, cerca de 104 milhões de consumidores já levaram seu número para outra empresa. Para efeito de comparação, há 270 milhões de números ativos hoje no Brasil, de acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Ao Globo, Abraão Balbino, presidente da ABR Telecom, declarou que as trocas de operadora vêm da necessidade do consumidor de melhorar sua experiência e conseguir preços melhores, inclusive aproveitando ofertas sazonais, como Black Friday e datas comemorativas.

Como fazer a portabilidade?

O método mais comum é procurar a operadora para a qual você deseja migrar. O processo muda de acordo com a empresa, podendo ser feito por telefone, SMS, internet, app ou na loja, dependendo da companhia.

Após contratar o novo serviço, você precisa confirmar a solicitação de portabilidade. Para isso, aguarde uma mensagem SMS enviada pelo número 7678.

O processo pode levar até três dias úteis para ser concluído, e a linha telefônica pode ficar sem serviço por até 24 horas.

Outra maneira, menos conhecida, é iniciar o processo a partir da linha atual, enviando um SMS para o número 7678 com a mensagem “portar” ou “portabilidade”. A partir daí, é só seguir as instruções e informar a operadora desejada.

Com informações do Globo
Portabilidade numérica atinge maior patamar desde 2022

Portabilidade numérica atinge maior patamar desde 2022
Fonte: Tecnoblog

Jovi homologa bateria para celular com 7.000 mAh

Jovi homologa bateria para celular com 7.000 mAh

Jovi é o nome comercial da Vivo Communication Technology no Brasil (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Jovi homologou uma bateria de 7.000 mAh para o modelo J2507, fabricado pela Sunwoda na China e montado no Polo Industrial de Manaus.
O Vivo X300 Ultra, possivelmente equipado com essa bateria, terá duas câmeras de 200 MP e uma ultrawide de 50 MP, além do SoC Snapdragon 8 Elite Gen 5.
A homologação foi realizada pela Agência Nacional de Telecomunicações em 02/01, permitindo a venda no mercado brasileiro.

O ano de 2026 deve ser dedicado aos smartphones com baterias grandes na fabricante chinesa Jovi. A filial brasileira da Vivo Communication obteve a homologação de mais uma bateria, desta vez com 7.000 mAh-hora. O Tecnoblog visualizou a documentação do componente, que foi registrado sob o código de modelo BB50X.

O documento foi emitido pela Agência Nacional de Telecomunicações em 02/01 e, na prática, permite a venda do novo produto no mercado doméstico. O componente será fabricado na China pela empresa especializada Sunwoda.

O restante da documentação revela que o smartphone na qual ela será utilizada tem o código de modelo J2507 e que ele será fabricado no Polo Industrial de Manaus.

Bateria BB50X da Jovi (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Certificado de homologação da bateria BB50X (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O que é J2507?

Assim como na homologação anterior, há um mistério em relação a qual aparelho receberá a bateria. O código V2507 corresponde ao Vivo Y19s, produto lançado em 2024 e vendido no país como Jovi Y19s. Portanto, podemos descartar facilmente essa possibilidade.

A capacidade da bateria, de 7.000 mAh, se alinha com o Vivo X300 Ultra, que deve ser lançado ainda neste semestre não apenas na China, segundo rumores e vazamentos. Ele deverá trazer duas câmeras de 200 MP: a principal e a teleobjetiva periscópica, além de uma ultrawide de 50 megapixels, e deve vir equipado com o poderoso SoC Snapdragon 8 Elite Gen 5 da Qualcomm.

Snapdragon 8 fez sua estreia em 2021 e chega à quinta geração (imagem: divulgação)
Jovi homologa bateria para celular com 7.000 mAh

Jovi homologa bateria para celular com 7.000 mAh
Fonte: Tecnoblog

Cade proíbe WhatsApp de mudar regras para inteligência artificial

Cade proíbe WhatsApp de mudar regras para inteligência artificial

Cade investiga Meta por política que barra serviços de IA no WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Cade investiga Meta por possível abuso de posição dominante no Brasil com relação aos novos termos de uso do WhatsApp Business;
A novo política do serviço, prevista para 15 de janeiro, proíbe empresas de IA de oferecer serviços no WhatsApp Business se esse tipo de tecnologia for o seu principal produto;
Cade suspendeu aplicação dos novos termos até a conclusão das investigações.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) iniciou um inquérito administrativo para apurar possíveis práticas de abuso de posição dominante pela Meta no Brasil. A Superintendência-Geral (SG) do órgão investiga se os novos termos de uso do WhatsApp Business prejudicam a concorrência com serviços de IA de terceiros.

A investigação vem na esteira de uma queixa registrada no Cade pelas startups Luzia e Zapia, em novembro de 2025, que acusam a Meta de implementar termos de uso nas soluções do WhatsApp Business que privilegiam a Meta AI na plataforma, em detrimento de serviços concorrentes.

Prevista para entrar em vigor em 15 de janeiro, a nova política proíbe empresas especializadas em inteligência artificial de oferecer serviços do tipo no WhatsApp Business quando esse tipo de tecnologia for o seu principal produto, e não um recurso tecnológico complementar.

É por isso que a Microsoft anunciou o fim da integração do Copilot com o WhatsApp. A OpenAI fez o mesmo com relação ao ChatGPT.

Cade suspende aplicação dos novos termos do WhatsApp

De modo complementar ao inquérito administrativo, o Cade determinou a suspensão da aplicação dos novos termos no WhatsApp Business até que as investigações sejam concluídas:

A SG analisa se as alterações pretendidas têm o potencial de fechar mercados, excluir concorrentes e favorecer indevidamente a ferramenta de inteligência artificial proprietária da Meta (“Meta AI”), que poderia se tornar a única opção disponível aos usuários da plataforma.

Se irregularidades forem encontradas, o Cade poderá determinar a abertura de um processo administrativo contra a Meta. Os detalhes da investigação estão disponíveis na página do Inquérito Administrativo n° 08700.012397/2025-63.

Cade investiga se nova política beneficia Meta AI (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O que diz a Meta sobre a investigação do Cade?

Ao Tecnoblog, a Meta enviou o seguinte posicionamento sobre o inquerito aberto pelo Cade:

Essas alegações são fundamentalmente equivocadas. O surgimento de chatbots de IA na Plataforma do WhatsApp Business sobrecarrega nossos sistemas, que não foram projetados para esse tipo de suporte.

Essa lógica parte do pressuposto de que o WhatsApp seria, de alguma forma, uma loja de aplicativos. O canal adequado para a entrada dessas empresas de IA no mercado são as próprias lojas de aplicativos, seus websites e parcerias na indústria, e não a Plataforma do WhatsApp Business.

Cade proíbe WhatsApp de mudar regras para inteligência artificial

Cade proíbe WhatsApp de mudar regras para inteligência artificial
Fonte: Tecnoblog

Samsung lança monitor Odyssey G7 de 37 polegadas no Brasil

Samsung lança monitor Odyssey G7 de 37 polegadas no Brasil

Painel curvo de 1000R e tecnologia DisplayHDR 600 são destaques do modelo (imagem: divulgação)

Resumo

Samsung revelou o novo Odyssey G7 de 37 polegadas, que chega ao Brasil pelo preço sugerido de R$ 4.999.
O monitor gamer possui resolução 4K UHD, taxa de atualização de 165 Hz e tempo de resposta de 1 ms.
Ele conta com uma curvatura de 1000R, tecnologia DisplayHDR 600 e suporte ao AMD FreeSync Premium.

A Samsung anunciou nesta sexta-feira (02/01) a chegada do monitor Odyssey G7 de 37 polegadas ao mercado brasileiro. Com preço sugerido de R$ 4.999, o lançamento expande o portfólio gamer da fabricante no país.

O modelo tem um painel curvo com resolução 4K UHD (3840 × 2160 pixels) e é voltado aos jogadores que buscam desempenho competitivo e alta densidade de pixels, sendo uma opção mais premium da marca sul-coreana.

Recursos de imagem e fluidez

O equipamento é projetado para reduzir latências, apresentando uma taxa de atualização de 165 Hz e tempo de resposta de 1 ms. Esses números prometem reduzir o rastro de movimento (ghosting) em cenas de alta velocidade.

A tela, por sua vez, possui uma curvatura de 1000R, especificação que se aproxima do campo de visão humano para ampliar a imersão.

Monitor suporta consoles e GPUs de última geração (imagem: divulgação/Samsung)

Em termos de cores e iluminação, o Odyssey G7 utiliza a tecnologia DisplayHDR 600. O recurso é responsável por entregar contrastes mais acentuados, garantindo pretos profundos e brancos com mais brilho.

Para evitar problemas como o screen tearing (imagens cortadas), o monitor é compatível com o AMD FreeSync Premium, que utiliza a tecnologia de taxa de atualização variável (VRR) para sincronizar o painel com a saída de vídeo da GPU.

Imersão e ergonomia

Odyssey G7 possui suporte ergonômico ajustável (imagem: divulgação/Samsung)

O Odyssey G7 integra os sistemas CoreSync e CoreLighting+, que projetam as cores exibidas na tela na iluminação traseira do chassi.

Ele conta com o recurso Auto Source Switch+, que identifica automaticamente quando um console ou PC é ligado, alternando a fonte de entrada sem a necessidade de navegação manual pelos menus. O novo Odyssey inclui ainda um suporte ergonômico que permite ajustes de inclinação e altura.

O monitor já está à venda no site oficial da Samsung. A fabricante lembra que, para atingir o tempo de resposta de 1 ms, o Odyssey G7 requer a ativação do Modo Extremo nas configurações internas. A taxa de atualização máxima e o desempenho do VRR também dependem da compatibilidade da placa de vídeo utilizada.
Samsung lança monitor Odyssey G7 de 37 polegadas no Brasil

Samsung lança monitor Odyssey G7 de 37 polegadas no Brasil
Fonte: Tecnoblog

MTV e Nickelodeon saem do ar no Brasil

MTV e Nickelodeon saem do ar no Brasil

Paramount encerra canais de entretenimento no Brasil (imagem: divulgação/Paramount)

Resumo

A Paramount encerrou seis canais distribuídos no Brasil: MTV, MTV Hits, MTV 00s, Nickelodeon, Nick Jr. e Comedy Central. A decisão foi comunicada às operadoras em outubro, marcando o fim de uma era para algumas das principais programações de entretenimento da televisão. Ela entrou em vigor no dia 31 de dezembro.

A retirada do sinal faz parte de uma reestruturação global. A partir de agora, o foco da empresa no país será exclusivamente no modelo Direct-to-Consumer (D2C), priorizando a plataforma paga de streaming Paramount+ e o serviço gratuito Pluto TV. O objetivo é eliminar intermediários na entrega de conteúdo ao consumidor final.

Operadoras como Claro e Sky confirmaram que foram informadas sobre o desligamento. A primeira afirma, em comunicado ao portal Na Telinha, que avalia “as ações que serão adotadas para os clientes do hub de conteúdo da operadora”, enquanto a Sky informou que os canais descontinuados serão substituídos por opções como SBT News, Sky News e AMC Series.

Por que o os canais foram desativados?

A decisão teria sido impulsionada por uma combinação de fatores financeiros negativos. A Paramount enfrentava uma queda consistente na receita publicitária da TV paga, somada à diminuição geral da base de assinantes desse serviço no Brasil.

Além disso, o Na Telinha aponta que os altos custos associados ao Serviço de Acesso Condicionado (SeAC, termo técnico para o serviço prestado por ela) teriam pesado na balança. Ao migrar totalmente para o streaming, a empresa reduz drasticamente os custos operacionais locais.

Nas redes sociais, telespectadores se despediram dos canais da empresa.

Está encerrado desde as 6 da manhã (só os bêbados e os fedendo a ressaca viram) todos os canais Paramount/Viacom do BrasilFim de uma eraAdeus Nickelodeon, MTV, Paramount e COMEDY Central pic.twitter.com/SBfNF7j3O0— Alex – Faz o X Aew (@EuAlexFernandes) January 1, 2026

Paramount muda foco para streaming

Companhia foca na distribuição de conteúdo pelas plataformas de streaming (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O movimento ocorre num momento de transformação profunda para a própria Paramount. A empresa concluiu, no início de 2025, a fusão com a Skydance Media, produtora liderada pelo bilionário David Ellison, e tenta ganhar força para competir com gigantes como Netflix e Disney.

A empresa protagoniza, atualmente, uma oferta hostil para compra da Warner Bros. Discovery (WBD), tentando criar um gigante de entretenimento. O negócio, entretanto, vem sofrendo resistência do conselho da WBD, liderado pelo CEO David Zaslav, que recomendou aos acionistas que mantenham o negócio firmado com a Netflix no início de dezembro.

A proposta hostil da Paramount pela dona de marcas como DC Comics e Harry Potter partiu, inicialmente, de um pagamento de US$ 30 por ação em dinheiro. O negócio incluiria a divisão de TV tradicional (com marcas como TNT e CNN), o que não está previsto na proposta da Netflix.
MTV e Nickelodeon saem do ar no Brasil

MTV e Nickelodeon saem do ar no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Lançamento do Poco F8 Pro no Brasil pode ocorrer em 2026

Lançamento do Poco F8 Pro no Brasil pode ocorrer em 2026

Poco F8 Pro tem 8 milímetros de espessura (imagem: divulgação)

Resumo

A bateria do Xiaomi Poco F8 Pro, de 6.210 mAh, foi homologada pela Anatel.
O smartphone possui SoC Qualcomm Snapdragon 8 Elite, 12 GB de RAM, até 512 GB de armazenamento e Android 16 com HyperOS 3.
A fabricante chinesa aguarda homologação do smartphone, que, por enquanto, não tem data de chegada ao Brasil.

A Xiaomi prepara a vinda do Poco F8 Pro para o mercado brasileiro. A bateria do modelo, de código BM6M, já está homologada pela Anatel, indicando que a certificação do restante do aparelho não deve tardar a ocorrer.

O certificado, emitido no dia 19 de dezembro, foi solicitado pela DL Eletrônicos, que representa oficialmente a fabricante chinesa no Brasil. A documentação aponta que a bateria será utilizada no modelo 2510DPC44G, que corresponde ao Poco F8 Pro e que ainda não recebeu certificação da agência.

Bateria do Poco F8 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Certificado da bateria do Poco F8 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A bateria é fabricada pela Sunwoda, empresa chinesa especializada em baterias de íons de lítio, e aceita recarga de até 100 Watts, que a Xiaomi afirma ser capaz de recarregar de 0 até 100% em menos de 40 minutos.

O Poco F8 Pro foi lançado no final de novembro, em conjunto com seu “irmão maior”, o Poco F8 Ultra, oferecendo uma opção de menor custo para a linha Poco F8.

Poco F8 Ultra oferece traseira que imita jeans (imagem: divulgação/Poco)

Especificações do Poco F8 Pro

O Poco F8 Pro vem equipado com:

Tela AMOLED de 6,59 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz e revestimento em vidro Gorilla Glass 7i da Corning

Bordas em alumínio e traseira em vidro em três opções de cores (nada de imitação de jeans aqui)

SoC Qualcomm Snapdragon 8 Elite

Memória RAM de 12 GB, memória interna de 256 ou 512 GB

Sistema operacional Android 16 com HyperOS 3

Alto-falantes estéreo ajustados pela Bose

Três câmeras traseiras: principal de 50 megapixels com OIS e PDAF multi-direcional, teleobjetiva de 50 megapixels, PDAF multidirecional e 2,5x de zoom e ultrawide de 8 megapixels e ângulo de visão de 120 graus

Câmera frontal de 20 megapixels com foco fixo

Wi-Fi 7 dual-band, Bluetooth 5.4 com vários codecs de alta definição, GPS dual-band e NFC

Bateria de 6.210 mAh com recarga de até 100 Watts

Não há previsão de quando o modelo será vendido no Brasil, o que também depende da homologação do aparelho em si ser emitida pela Anatel. O Poco F8 Ultra também não está homologado.
Lançamento do Poco F8 Pro no Brasil pode ocorrer em 2026

Lançamento do Poco F8 Pro no Brasil pode ocorrer em 2026
Fonte: Tecnoblog