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Usuários de Apple Watch recebem agradecimentos de Tim Cook por email

Usuários de Apple Watch recebem agradecimentos de Tim Cook por email

Dois usuários do Apple Watch —aparelho que enfrenta o banimento nos EUA por quebra de patente— que sobreviveram a problemas de saúde graças aos alertas emitidos pelos seus Apple Watch enviaram emails de agradecimento a Tim Cook, o CEO da Apple e, surpresos, receberam respostas, ainda que curtas, poucas horas depois.

Em um dos casos relatados pelo portal ABC KAKE, Michael Gallegos, que mora no estado americano do Kansas, recebeu um Apple Watch como presente de seu filho. O dispositivo detectou uma frequência cardíaca incomum enquanto Michael dormia, enviando uma notificação ao jovem devido à configuração de compartilhamento familiar. A notificação apontava uma frequência cardíaca abaixo de 40 batimentos por minuto por mais de 10 minutos.Quando foi ao pronto-socorro, Michael recebeu um diagnóstico de uma condição cardíaca e levou a uma cirurgia de emergência. Em agradecimento, seu filho enviou um email a Tim Cook, que respondeu pouco depois.Clique aqui para ler mais

Usuários de Apple Watch recebem agradecimentos de Tim Cook por email
Fonte: Tudocelular

Apple teve 2023 morno, com foco no Brasil e chegada do Vision Pro

Apple teve 2023 morno, com foco no Brasil e chegada do Vision Pro

Em um ano de altos e baixos, quem teve mais a celebrar sobre a Apple em 2023 foram os clientes brasileiros (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Se o ano de 2023 da Apple fosse um jogo na Steam, a opinião sobre ele seria “Neutra”. A empresa teve momentos positivos, mas também alguns percalços no caminho. Neste ano, a Apple apresentou seu primeiro novo grande produto em anos e trouxe o USB-C para o iPhone. Também deu mais atenção ao Brasil e outros mercados em desenvolvimento.

Nas linhas a seguir, confira o destaques da Apple ao longo dos últimos 12 meses.

Headset VR é apresentado pela Apple

Depois de anos de rumores, a Apple finalmente apresentou o Vision Pro, seu primeiro headset VR e primeiro novo produto desde 2014, quando anunciou o Apple Watch. Com vendas previstas para fevereiro, o dispositivo foi anunciado com um preço de US$ 3.500. Nem adianta fazer a conversão direta (que dá R$ 16.887,15), pois ele só será vendido nos Estados Unidos — pelo menos no seu primeiro ano de vida.

Apple Vision Pro é o primeiro grande produto da Apple desde 2014 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O nosso editor Thássius Veloso esteve em Cupertino, onde fica a sede da companhia, testou e ficou impressionado com o Apple Vision Pro. A Apple lançou um sistema operacional dedicado para o headset, o visionOS. O público-alvo do produto ainda é uma incógnita. A Apple deu várias demonstrações de consumo de conteúdo audiovisual (e não vê problema no uso de pornô) e promete que a tela virtual equivale à resolução 4K, mas isso você pode ver no seu PC, tablet ou smartphone — e ainda tem o Meta Quest, que é mais barato.

É provável que o maior uso do headset esteja na indústria, permitindo que a realidade mista auxilie nas tarefas de mecânicos, fábricas e até telemedicina. Um exemplo desse uso profissional são os das companhias aéreas, que utilizam óculos VR/MR para que mecânicos em lugares diferentes conversem entre si sobre reparos de peças.

iPhone 15 traz USB-C e uma “novidade” quente

Linha iPhone 15 estreia o conector USB-C, iPhone 15 Pro Max (foto) traz chassi de titânio (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Vision Pro é, sem dúvidas, a maior e principal novidade da Apple do ano. Mas adotar o USB-C no iPhone 15 também marcou a empresa. E não caia no papo de que ela fez isso para “seguir as tendências do mercado”, tal qual foi dito na apresentação do aparelho. A Apple se adiantou à legislação da União Europeia, que exige que todos os smartphones vendidos na zona econômica usem USB-C.

Ao adotar o USB-C, a Apple finaliza a era do cabo Lightning em seus dispositivos — pelo menos nos mais novos — e a era do “alguém tem carregador de iPhone?”. Há anos a big tech da Maçã estava trocando o conector em outros aparelhos, como iPads e Macs. Porém, o USB-C da Apple não possui algumas das vantagens deste padrão, como a velocidade de recarga que não passa de 26W no Pro Max.

A principal dor de cabeça da Apple foi o superaquecimento relatado por usuários de iPhone 15 Pro e iPhone 15 Pro max. De acordo com a empresa, a causa era um bug no iOS 17. Em outubro, alguns dias depois do lançamento do smartphone, a Apple lançou uma atualização do sistema operacional para corrigir o problema.

No geral, o iPhone 15 é uma evolução natural do iPhone 14 — assim como o Galaxy S23 é uma evolução natural do Galaxy S22. Tudo isso é um modo de dizer “é muito bom, um dos melhores smartphones do ano”, mas seguimos sem grandes novidades, sem o fator ‘UAU!”.

Ao menos a empresa saiu na frente ao adotar o chassi de titânio, material mais nobre que deixa o telefone mais leve e robusto. As rivais rapidamente se movimentaram: a Xiaomi apresentou o Xiaomi 14 em outubro também com corpo de titânio, e os rumores dão conta de que o Galaxy S24 seguirá pelo mesmo caminho.

Apple deu mais atenção ao Brasil neste ano

iPhone 15 não é do Brasil-sil-sil-sil, mas chegou aqui bem rapidinho (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A chegada do iPhone 15 representou ainda uma nova estratégia de comercialização da Apple para o Brasil. Pela primeira vez, os smartphone chegaram ao Brasil na semana seguinte ao início das vendas nos Estados Unidos.

Entre os motivos que levaram a Apple a dar mais atenção ao Brasil estão novos meios de pagamento e de aquisição dos iPhones e o fato de que a chegada de uma nova série alavanca a venda das gerações mais antigas — que seguem como boas opções para quem quer ter um celular com o icônico logo da maçã.

Uma boa novidade para os usuários do iPhone no Brasil foi a parceria da Apple com a Claro, que resultou na ferramenta nativa de transferência de eSIM. O recurso permite que os clientes convertam um chip físico em eSIM, transfiram um chip físico para eSIM entre iPhones compatíveis ou façam a transferência eSIM para eSIM entre iPhones. Essa ferramenta está disponível no iOS 17.2.

Chips M3 estreiam o ray tracing nos Macs

MacBook Pro é um dos Macs que estreou o chip M3 (Imagem: Reprodução/Apple)

Em outubro, a Apple apresentou ao público seus novos Macs equipados com os chips M3, trazendo ray tracing para os SoCs. No evento Scary Fast, realizado na véspera do Halloween, a empresa lançou os MacBooks Pro (14 polegadas e 16 polegadas) e iMac equipados com a nova linha de processadores.

A principal estrela do Scary Fast (rapidamente assustador, em tradução direta) foi o M3 Max. O chip topo de linha tem 16 núcleos de CPU, 40 de GPU e pode ser equipado com até 128 GB de memória RAM. Segundo a Apple, o M3 tem um desempenho 80% mais rápido na geração de gráficos do que o seu antecessor, o M2. O MacBook Pro com M3 Max é capaz de exibir imagens 4K em até quatro monitores externos.

Apple lança novos relógios, mas não pode vendê-los

Monitoramento de treino do Smart Gym no Apple Watch Ultra 2 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog )

Aos quarenta e cinco do segundo tempo, esse fato chegou à retrospectiva do Tecnoblog. A Apple teve que suspender a venda dos Apple Watch 9 e Ultra 2 nos Estados Unidos por causa de uma ação judicial. A empresa do ramo de saúde Masimo acusa a gigante de Cupertino de violar patentes para tecnologias usadas nos oxímetros, ou seja, os sensores de oxigênio no sangue.

A Apple acatou a decisão do órgão de comércio dos Estados Unidos, que julgou a causa favorável à Masimo. Somente o presidente do país, Joe Biden, poderia reverter a decisão. Mas na briga entre empresas americanas, Biden ficou quieto e a Apple entrou com um recurso para liberar a venda dos relógios. A decisão afetou até a venda de alguns Apple Watch 7 e 8, além do conserto dos produtos.

Nos acréscimos, quando este texto já estava pronto, a Justiça americana reverteu a suspensão. Agora, a big tech seguirá vendendo os smartwatches pelo menos até 12 de janeiro. Na data, a alfândega dos Estados Unidos decidirá se as alterações feitas nos dispositivos corrigem a violação de patente. Se a resposta for negativa, a corte terá que julgar novamente se retoma a suspensão ou libera a venda até o fim do julgamento.

Ainda no assunto Apple Watch, um aplicativo feito por um brasileiro foi considerado o app do ano para o smartwatch. Outra brasileira teve destaque na categoria de apps para iPad.
Apple teve 2023 morno, com foco no Brasil e chegada do Vision Pro

Apple teve 2023 morno, com foco no Brasil e chegada do Vision Pro
Fonte: Tecnoblog

iPhone 16: rumores reforçam novos tamanhos de tela para os iPhones de 2024

iPhone 16: rumores reforçam novos tamanhos de tela para os iPhones de 2024

A Apple não costuma apresentar grandes mudanças entre gerações imediatamente vizinhas de iPhones. Com isso, a última “grande” mudança que tivemos na tela dos smartphones da Maçã foi em 2020, com a chegada dos aparelhos da linha do iPhone 12. Mas ao que tudo indica, 2024 nos reserva novidades quanto a esse assunto…

Reforçando rumores anteriores, os iPhones 16 Pro e 16 Pro Max deverão trazer telas um pouco maiores em comparação a geração atual, do iPhone 15 Pro e 15 Pro Max. Por consequência, também é de se esperar que a nova geração de aparelhos tenha um corpo ligeiramente maior e mais largo.

Confira a diferença de tamanho nas tabelas de comparação a seguir:Clique aqui para ler mais

iPhone 16: rumores reforçam novos tamanhos de tela para os iPhones de 2024
Fonte: Tudocelular

Próximo Microsoft Surface terá IA e opções com chips Intel e Snapdragon

Próximo Microsoft Surface terá IA e opções com chips Intel e Snapdragon

Microsoft tem planos de transformar Surface Laptop 6 e Surface Pro 10 em dispositivos feitos para IA. Imagem ilustrativa (Imagem: Divulgação/Microsoft)

A Microsoft estaria desenvolvendo dois novos modelos dos laptops Surface com foco em inteligência artificial. O Surface Laptop 6 e Surface Pro 10 (este um dispositivo dois em um) seriam os primeiros aparelhos da linha a ter duas opções de processadores: Intel e Arm — usando um Snapdragon X Series neste caso. Junto desses laptops, a Microsoft pode apresentar uma nova versão do Windows.

A informação foi publicada pelo site Windows Central, um dos principais sites sobre Microsoft e Windows. De acordo com fontes, o Surface Laptop 6 e o Surface Pro 10 serão os primeiros PCs verdadeiramente preparados para tarefas de inteligência artificial, trazendo a próxima geração das Unidades de Processamento Neural (NPU, em inglês).

Desde de que a Microsoft passou a investir pesado em ferramentas como Windows Copilot e Microsoft Copilot, os rumores sobre um novo Windows focado em IA e PCs preparados para uma maior integração com a tecnologia vem ganhando força. Sobre os novos Surfaces, neste ano, a Microsoft não atualizou a linha Surface e Surface Pro — o que torna crível a ideia de novas versões em 2024.

Surfaces prontos para brigar com Macbooks

Linhas Surface Laptop e Surface Pro não tiveram novos modelos em 2023 (Imagem: Divulgação/Microsoft)

Com o novo Surface Laptop 6 e o 2-em-1 Surface Pro 10, a Microsoft espera lançar dispositivos capazes de rivalizar com o Macbook Air. O Surface Pro 10, por causa do seu segmento, também é um concorrente do iPad Pro.

Para atingir essa meta, a Microsoft fornecerá esses dois Surfaces com duas opções de processadores: Intel 14ª geração ou o Snapdragon X Series — ambos lançados em outubro. Essa configuração também marcaria a primeira vez em que as arquiteturas x86 e Arm seriam ofertadas em um único dispositivo da Microsoft.

Com a nova geração de NPUs, o Surface Laptop 6 e Surface Pro 10 terão maior desempenho para rodar os recursos de IA esperados para o Windows 12 (nome especulado), cotado como o Windows mais inteligente já feito.

Para entender melhor o plano da Microsoft e de outras empresas no desenvolvimento de dispositivos preparados para IA, podemos relembrar do artigo da Apple sobre um novo método de executar tarefas de IA sem depender da nuvem. O que as fabricantes buscam são meios de rodar os modelos de linguagem grande (LLM) direto no hardware do aparelho.

O problema é que a tecnologia atual exige muito consumo de energia e tempo para executar um prompt de IA generativa direto de um notebook, por exemplo. Com 2024 dando “oi”, não falta muito tempo para vermos como será o desempenho da nova geração de NPUs.
Próximo Microsoft Surface terá IA e opções com chips Intel e Snapdragon

Próximo Microsoft Surface terá IA e opções com chips Intel e Snapdragon
Fonte: Tecnoblog

Apple pode voltar a vender Apple Watch, decide Justiça dos EUA

Apple pode voltar a vender Apple Watch, decide Justiça dos EUA

Apple Watch Series 9 e Watch Ultra 2 volta à loja online da Apple (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Uma semana depois de suspender as vendas de modelos do Apple Watch nos Estados Unidos, a Apple foi autorizada pela corte federal de apelação a disponibilizar os produtos em suas lojas. A big tech foi proibida de importar o Apple Watch 9 e o Apple Watch Ultra 2 por supostamente violarem uma patente no medidor de oxigênio no sangue. Com a decisão da corte, a Apple ganha uma sobrevida para vender seus smartwatches.

Em outubro, a Comissão de Comércio Exterior (ITC, sigla em inglês) dos Estados Unidos emitiu uma decisão na qual proibia a importação do Apple Watch 9 e Ultra 2 para o país. No documento, a ITC deu causa à empresa americana Masimo, considerando que a Apple violou a patente da tecnologia de oxímetro da autora do processo.

Apple pode voltar a vender Apple Watches nos EUA

Com a decisão do tribunal de apelação, publicada na noite de quarta-feira (27), a Apple pode voltar a vender o Apple Watch Series 9 e Ultra 2. Esses produtos voltaram a ficar disponíveis nas lojas online horas depois que a suspensão foi revertida. Nas lojas físicas, as vendas seguiriam até acabar os estoques, já que a ITC proibiu a importação dos smartwatches.

Algumas versões do Apple Watch Series 8 também foram afetadas pela suspensão (Imagem: Reprodução / Apple)

O retorno das vendas também é uma boa notícia para quem já possui algum dos aparelhos envolvidos no caso — incluindo versões atualizadas do Apple Watch Series 6, Watch Series 7 e Watch Series 8. A suspensão decreta pela ITC afetava o suporte para esses produtos, o que interrompeu o conserto nas lojas da Apple e a política de troca de smartwatch em 14 dias foi cancelada.

Agora que a suspensão foi suspensa (não dá de deixar a piada passar), a Apple precisa esperar o dia 12 de janeiro para saber os próximos passos da disputa. Na data, o órgão alfandegário dos Estados Unidos (CBP, sigla em inglês) decidirá se as alterações realizadas nos Apple Watch corrigem a violação de patente.

Se a CBP desaprovar as mudanças, a corte de apelação terá que avaliar se a suspensão é retomada ou se as vendas devem ser mantidas até o fim da disputa de patente. Neste último caso, a Apple ganharia mais tempo para vender o produto e apresentar novas mudanças no oxímetro.

Com informações: The Verge e TechCrunch
Apple pode voltar a vender Apple Watch, decide Justiça dos EUA

Apple pode voltar a vender Apple Watch, decide Justiça dos EUA
Fonte: Tecnoblog

Japão prepara legislação contra monopólios das lojas de aplicativos da Apple e do Google

Japão prepara legislação contra monopólios das lojas de aplicativos da Apple e do Google

O parlamento do Japão deverá analisar em 2024 um projeto que altera a legislação do país com o objetivo restringir os passos adotados por grandes empresas para manter os usuários em suas próprias plataformas e excluir companhias concorrentes.

De acordo com informações do site Nikkei Asia, as novas regras para as big techs operarem no Japão devem se concentrar principalmente nas áreas de lojas de aplicativos, serviços de pagamentos, buscas, navegadores e sistemas operacionais.O governo japonês estaria se inspirando em legislações da União Europeia para estabelecer critérios como números de vendas e de usuários para definir a quais empresas essas novas normas serão aplicadas. Detalhes do projeto não foram revelados.Clique aqui para ler mais

Japão prepara legislação contra monopólios das lojas de aplicativos da Apple e do Google
Fonte: Tudocelular

Apple tem importação para conserto e vendas de Watches Series 9 e Ultra 2 suspensas

Apple tem importação para conserto e vendas de Watches Series 9 e Ultra 2 suspensas

Inúmeros usuários do Apple Watch nos EUA terão obstáculos para conseguir consertar seus vestíveis após proibição de importação imposta pela Comissão de Comércio Internacional dos Estados Unidos.

Também foram impactadas as vendas dos modelos que possuem a tecnologia de detecção de oxigênio no sangue: Apple Watches Series 9 e Ultra 2. Os dispositivos foram suspensos no site oficial da marca.

A ordem entra em vigor a partir desta terça-feira (26) e só vão conseguir assistência técnica os aparelhos dentro da garantia, diz a empresa em comunicado. Esta medida afetará diretamente a disponibilidade de dispositivos de substituição. O governo de Joe Biden não aceitou as justificativas da empresa e permaneceu com a decisão.Clique aqui para ler mais

Apple tem importação para conserto e vendas de Watches Series 9 e Ultra 2 suspensas
Fonte: Tudocelular

Android: Google transforma Nearby Share em Quick Share (Samsung, corre aqui)

Android: Google transforma Nearby Share em Quick Share (Samsung, corre aqui)

Nearby Share, que permite passar arquivos do Android para o Windows, passa a se chamar Quick Share (Imagem: Divulgação/Microsoft)

Resumo

O Google renomeou o recurso de transferência de arquivos Nearby Share para Quick Share.
Nome é similar ao da ferramenta da Samsung para dispositivos Galaxy.
A mudança sugere uma possível parceria entre Google e Samsung.
O Nearby Share é comparável ao AirDrop da Apple, disponível para Android e, parcialmente, para Windows.

O Google está mudando o nome do Nearby Share, recurso de transferência de arquivos entre Android e Windows, para Quick Share. E sim, você já ouviu esse nome antes: é o mesmo usado pela Samsung na ferramenta com a mesma função — mas nativa dos dispositivos Galaxy. A nova identidade do Nearby Share, digo, Quick Share foi anunciada no beta do aplicativo.

O nome copiado da Samsung levanta uma hipótese de que as duas empresas devem anunciar uma parceria. Essa ideia é reforçada quando lembramos do vazamento do convite do Galaxy Unpacked, que mostra a semelhança do logo do Galaxy AI com o logo do Google Bard. Assim, além de uma colaboração no uso de IA generativa, as duas empresas podem divulgar a união do Nearby Share e Quick Share.

Nearby Share é resposta ao AirDrop

Usuária divulgou que recebeu notificação do Nearby Share comunicando novo nome na versão beta (Imagem: Reprodução/@Za_Raczke no X)

Se você desconhece o Nearby Share, ele é a resposta do Google — e em partes da Microsoft — ao AirDrop da Apple. As duas ferramentas são nativas dos dispositivos mobiles das empresas ao qual pertecem: Android para o Nearby Share, iOS para a empresa da maçã.

Uma diferença é que os Macs também trazem o recurso de fábrica, enquanto PCs e notebooks Windows exigem o download da ferramenta no site do Android — apesar do Google negociar com fabricantes de laptops para que o Nearby Share seja instalado na produção.

Para usar o Nearby Share em seu Windows, você precisa ter a versão 10 ou 11 instalada, além de contar com suporte para conexão Bluetooth. Em caso de um laptop, é muito provável que ele já tenha esse suporte. No entanto, um desktop pode exigir um adaptador, caso o seu PC não tenha uma placa-mãe com Bluetooth integrado.

Uma reclamação que eu fiz em julho não foi resolvida: o Nearby Share ainda não está na Microsoft Store. No entanto, o Quick Share da Samsung sim. Com essa hipótese de união entre os dois recursos, o problema parece estar solucionado.

Com informações: 9to5Google
Android: Google transforma Nearby Share em Quick Share (Samsung, corre aqui)

Android: Google transforma Nearby Share em Quick Share (Samsung, corre aqui)
Fonte: Tecnoblog

Resident Evil 4 oferece uma boa experiência no iPhone 15 Pro Max? Análise / Review

Resident Evil 4 oferece uma boa experiência no iPhone 15 Pro Max? Análise / Review

Em março deste ano, a Capcom lançou o remake de Resident Evil 4 nos consoles e PC. Como era de se esperar, a releitura foi um grande sucesso e considerada por muitos jogadores um dos melhores capítulos da saga, honrando o legado do original.

Alguns meses depois, os donos do iPhone 15 Pro e iPhone 15 Pro Max têm a oportunidade de experimentar o jogo em seus aparelhos, graças ao novo chipset A17 Pro da Apple, que oferece desempenho gráfico e computacional avançado próximo de consoles e PC.

O Apple iPhone 15 Pro está disponível na Mercadolivre por R$ 7.549. O Apple iPhone 15 Pro Max está disponível na Mercadolivre por R$ 8.699. (atualizado em 22 de December de 2023, às 10:10)Clique aqui para ler mais

Resident Evil 4 oferece uma boa experiência no iPhone 15 Pro Max? Análise / Review
Fonte: Tudocelular

Apple Vision Pro pode chegar às lojas dos EUA em fevereiro de 2024

Apple Vision Pro pode chegar às lojas dos EUA em fevereiro de 2024

Apple Vision Pro foi apresentado em junho de 2023 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A Apple está preparando o lançamento do Vision Pro para fevereiro de 2024. A produção, inclusive, está a todo vapor nas fábricas chinesas, de acordo com fontes familiarizadas com o assunto.

Segundo Mark Gurman, jornalista da Bloomberg especializado em cobrir a marca da maçã, o plano da Apple é estar com os equipamentos prontos no fim de janeiro, indo para as lojas em fevereiro. Vale lembrar que, inicialmente, o Vision Pro só será lançado nos EUA.

Outro sinal de que o lançamento está próximo está em um e-mail enviado a desenvolvedores, na quarta-feira (20). Na mensagem, a Apple encoraja que eles se preparem para o Vision Pro, testando seus apps com as ferramentas mais recentes e enviando os trabalhos para a empresa poder dar seu feedback.

Apple Stores terão treinamento especial

Como observa Gurman, o Vision Pro vai exigir toda uma preparação dos pontos de venda. O produto é complexo e cheio de componentes customizados, que precisam ser montados e colocados em caixas na própria loja.

E tudo isso precisa ser feito de maneira correta. Do contrário, ele pode não se encaixar corretamente na cabeça do usuário. Isso prejudica a experiência, já que o conteúdo não seria exibido como deveria, e faz o aparelho parecer mais pesado do que realmente é.

Aplicativos no visionOS, o sistema do Apple Vision Pro (Imagem: Divulgação/Apple)

Segundo Gurman, pelo menos dois funcionários de cada loja nos EUA irão à sede da empresa, em Cupertino (EUA), para receber treinamento. As sessões duram dois dias e começam na primeira semana de janeiro.

O treinamento vai mostrar quais funções e recursos do Vision Pro podem ser usados para convencer os clientes a desembolsar US$ 3.499 (cerca de R$ 17 mil, em conversão direta) e levar o headset para casa. Além disso, os funcionários vão aprender como colocar a faixa que prende o dispositivo à cabeça, instalar lentes com grau e aplicar a vedação de luz.

Parte desse processo vai precisar de cuidado, já que o consumidor não pode se sentir constrangido enquanto alguém coloca um aparelho na sua cabeça. A Apple planeja facilitar o processo com um app para escanear a cabeça e recomendar o tamanho certo de faixa.

Com informações: Bloomberg
Apple Vision Pro pode chegar às lojas dos EUA em fevereiro de 2024

Apple Vision Pro pode chegar às lojas dos EUA em fevereiro de 2024
Fonte: Tecnoblog