Category: Apple

Apple ainda deve cobrar taxas sobre vendas de aplicativos no Brasil

Apple ainda deve cobrar taxas sobre vendas de aplicativos no Brasil

No início da semana, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) formou maioria para flexibilizar as regras de compra no ecossistema da Apple no Brasil, mas a mudança não elimina totalmente a cobrança de taxas. Mesmo com maior liberdade para desenvolvedores, a empresa ainda poderá aplicar comissões sobre aplicativos e conteúdos oferecidos para iPhone fora da App Store.

A decisão, tomada nesta terça-feira pelo Tribunal do Cade, encerra anos de discussão envolvendo a atuação da Apple no mercado brasileiro. O acordo firmado com a gigante de Cupertino estabelece novos critérios de cobrança, cujos detalhes vieram a público a partir de informações obtidas pelo Tecnoblog.Segundo o novo modelo de negócios aprovado para a App Store no Brasil, compras realizadas totalmente fora do ambiente controlado pela Apple continuarão sujeitas a uma alíquota mínima de 5%. A regra vale mesmo quando o pagamento ocorre em sites externos ou por meio de lojas alternativas, o que mantém uma fonte de receita para a empresa mesmo fora da App Store.Clique aqui para ler mais

Apple ainda deve cobrar taxas sobre vendas de aplicativos no Brasil
Fonte: Tudocelular

Apple terá que abrir iPhone no Brasil para compras fora da App Store

Apple terá que abrir iPhone no Brasil para compras fora da App Store

Brasileiros poderão fazer downloads sem passar pela App Store (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Apple fechou acordo com o Cade para permitir compras fora da App Store no Brasil, com implementação em até 105 dias.
O acordo permite que desenvolvedores promovam ofertas externas e usem meios alternativos de pagamento, além de abrir lojas alternativas.
A investigação começou em 2022 por denúncia do Grupo Mercado Livre sobre práticas anticoncorrenciais da Apple.

Os donos de iPhone no Brasil poderão fazer compras de aplicativos e serviços digitais fora da App Store, que é controlada pela Apple. A empresa fechou um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que investigava o assunto. Na prática, isso significa que haverá mais flexibilidade para os consumidores, num revés para a gigante de Cupertino.

Nesta terça-feira (23), o Tribunal do Cade formou maioria para aprovar o Termo de Compromisso de Cessação proposto pela empresa no processo que apura práticas anticoncorrenciais no ecossistema do iOS. O acordo terá duração de três anos e a Apple terá até 105 dias para implementar as mudanças.

Com este movimento, o Brasil se junta à União Europeia, Holanda, Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos. Nestas localidades, regras recentes trouxeram mais flexibilidade para que usuários de iPhone obtenham apps e serviços digitais sem passar pelo “jardim murado” da Apple. A empresa era criticada por, na prática, impor uma taxa de todo o ecossistema.

Processo no Cade

O processo apurou a prática de proibição da distribuição de bens e serviços digitais de terceiros em aplicativos da App Store e a imposição obrigatória do sistema de processamento de pagamentos da Apple para transações dentro de aplicativos. A investigação também avalia cláusulas anti-direcionamento, que impediam desenvolvedores de informar usuários sobre formas alternativas de pagamento.

Pelo acordo, a Apple deverá permitir que desenvolvedores promovam ofertas externas e direcionem usuários para realizar transações fora do aplicativo. O termo desvincula o serviço de processamento de pagamentos da Apple, permitindo que desenvolvedores ofereçam outras formas de compra dentro do aplicativo. Meios alternativos de pagamento e ofertas externas devem ser expostos lado a lado com a solução de pagamento in-app da Apple.

Lojas alternativas

Compras no iPhone poderão ser feitas sem passar pela App Store (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A empresa também deverá permitir a abertura de lojas alternativas para distribuição de aplicativos. Eventuais avisos aos clientes feitos pela Apple terão escopo limitado, deverão adotar redação neutra e objetiva, e não poderão criar medidas de controle que dificultem a experiência do usuário.

O acordo estabelece a estrutura das taxas a serem cobradas pela Apple, alinhada com os compromissos assumidos, para garantir que os efeitos pró-competitivos sejam percebidos por desenvolvedores e usuários. Segundo o conselheiro Victor Fernandes, a proposta brasileira insere-se em cenário de iniciativas internacionais voltadas à abertura do ecossistema móvel da Apple.

Investigação a pedido do Mercado Livre

A investigação teve início em dezembro de 2022, a partir de denúncia do Mercado Livre, que apontou possível abuso de posição dominante no mercado de distribuição de aplicativos para dispositivos iOS. Em novembro de 2024, o Cade determinou instauração de processo administrativo e adoção de medida preventiva. A Apple protocolou requerimento de abertura de negociação em julho de 2025.

Com a assinatura do acordo, a Apple concordou com o encerramento do litígio judicial em que buscava declaração de nulidade da medida preventiva imposta pelo Cade. Em caso de descumprimento total das obrigações, a empresa pode pagar multa de até R$ 150 milhões, com retomada da investigação e da medida preventiva. O processo administrativo será suspenso até o cumprimento das obrigações.
Apple terá que abrir iPhone no Brasil para compras fora da App Store

Apple terá que abrir iPhone no Brasil para compras fora da App Store
Fonte: Tecnoblog

Itália multa Apple por considerar que recurso de privacidade é abusivo

Itália multa Apple por considerar que recurso de privacidade é abusivo

Apple vai recorrer da decisão (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Autoridade Italiana para Concorrência multou a Apple em 98,6 milhões de euros por considerar o App Tracking Transparency (ATT) prejudicial a desenvolvedores e anunciantes.
O ATT, lançado com o iOS 14.5 em 2021, exige consentimento explícito dos usuários para rastreamento, o que, segundo as autoridades, obriga um pedido duplo de consentimento, prejudicando o modelo de negócios baseado em anúncios.
A decisão italiana segue investigações similares na Alemanha, Polônia e França, com especulações de que a Apple pode descontinuar o ATT na União Europeia.

A Autoridade Italiana para Concorrência impôs uma multa de 98,6 milhões de euros (cerca de R$ 650 milhões, em conversão direta) por julgar que o App Tracking Transparency (ATT) permite que a empresa abuse de sua posição de mercado.

O órgão considerou que a funcionalidade, presente nos produtos da marca desde 2021, é prejudicial a desenvolvedores de aplicativos, a anunciantes e a plataformas de intermediação de publicidade, além de beneficiar a própria Apple direta e indiretamente. A companhia avisou que vai recorrer da decisão.

O que é o ATT?

Antes de entrar no julgamento em si, vale relembrar o que é o App Tracking Transparency (ou Transparência do Rastreamento de Apps, na versão em português do sistema).

Lançado com o iOS 14.5, em 2021, o ATT obriga que apps obtenham consentimento explícito do usuário para rastrear sua navegação e acessar o identificador de publicidade do dispositivo. Esses dados são usados por plataformas e anunciantes para segmentar o público e direcionar propagandas de modo mais preciso.

ATT está presente desde o iOS 14.5 (foto: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)

A Apple alega que essa exigência serve para proteger a privacidade dos usuários. Outras empresas, porém, passaram a se queixar. A opositora mais veemente foi a Meta (então ainda chamada Facebook), que disse que a mudança colocava em risco metade de seu faturamento com anúncios exibidos fora das redes sociais. No Brasil, inclusive, a Meta acusou a Apple de fazer “privacy washing”.

Qual o problema com o ATT, de acordo com as autoridades italianas?

No comunicado publicado sobre a multa, a Autoridade Italiana para Concorrência diz que o principal problema é obrigar os desenvolvedores a pedir autorização dos usuários duas vezes.

Como a solicitação exigida pela Apple não atende aos requisitos legais da União Europeia, os responsáveis pelos apps precisam fazer um segundo pedido aos usuários.

“Esse pedido duplo de consentimento é nocivo a desenvolvedores, cujo modelo de negócio se baseia na venda de espaço para anúncios, bem como a anunciantes e plataformas de intermediação de publicidade”, escreve a entidade.

A autoridade avalia ainda que as exigências são desproporcionais à proteção de dados pessoais conferida pelo ATT. “A Apple poderia ter alcançado o mesmo nível de privacidade para seus usuários por meios que impusessem menos restrições à concorrência”, argumenta.

Por fim, o órgão também afirma que as regras são capazes de gerar benefícios financeiros à Apple, de duas formas. Uma delas é direta: os desenvolvedores passam a ganhar menos com publicidade e precisam recorrer a outras formas, como vendas dentro do app, que pagam comissões à empresa. A outra é indireta: prejudicando plataformas de anúncios, a Apple torna seu próprio serviço do tipo mais competitivo.

A Itália não é o primeiro país europeu a repreender a Apple pelo ATT. Alemanha e Polônia investigam o caso, e a França também impôs uma multa na casa das centenas de milhões de euros. Por isso, especula-se que a Apple pode parar de oferecer a funcionalidade na União Europeia.

Com informações do MacRumors

Itália multa Apple por considerar que recurso de privacidade é abusivo

Itália multa Apple por considerar que recurso de privacidade é abusivo
Fonte: Tecnoblog

Apple recebe multa milionária na Itália por usar aplicativos para rastrear usuários

Apple recebe multa milionária na Itália por usar aplicativos para rastrear usuários

Não é de hoje que a Apple vem tendo problemas com a justiça europeia por conta da App Store, mas um novo capítulo dessa briga colocou a gigante de Cupertino em maus lençóis na Itália, tendo de pagar uma multa avaliada em 96,8 milhões de euros por abuso de posição dominante relacionado ao App Tracking Transparency (ATT).

A decisão foi anunciada nesta semana pela Autorità Garante della Concorrenza e del Mercato (AGCM) e envolve a Apple Inc., Apple Distribution International e Apple Italia, com base no artigo 102 do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia.Segundo o órgão regulador italiano, a penalidade imposta à Apple no país atinge a atuação da empresa no mercado de distribuição de aplicativos para iOS, concentrado no App Store. A investigação, conduzida em coordenação com a Comissão Europeia e autoridades de proteção de dados, concluiu que a política de rastreamento adotada pela empresa desde 2021 impôs restrições concorrenciais aos desenvolvedores.Clique aqui para ler mais

Apple recebe multa milionária na Itália por usar aplicativos para rastrear usuários
Fonte: Tudocelular

iPhone Fold: Apple pode não ter resolvido problema na tela e lançamento está em risco

iPhone Fold: Apple pode não ter resolvido problema na tela e lançamento está em risco

A Apple pode enfrentar um obstáculo importante no desenvolvimento do seu primeiro iPhone dobrável. Novos rumores indicam que a empresa ainda não conseguiu eliminar completamente o vinco na tela, um ponto considerado central para diferenciar o iPhone Fold dos modelos já existentes no mercado.

A dificuldade técnica pode comprometer o cronograma de anúncio do dispositivo.Desde os primeiros rumores relacionados ao iPhone Fold, ficou claro que a Apple só avançaria com um dobrável caso conseguisse entregar uma tela sem vincos quando aberta. Ainda que rumores divulgados recentemente tivessem indicado que a gigante de Cupertino havia encontrado uma solução para o problema, novas informações afirmam o contrário.Clique aqui para ler mais

iPhone Fold: Apple pode não ter resolvido problema na tela e lançamento está em risco
Fonte: Tudocelular

Vai antecipar? Apple pode ter iniciado passo importante na produção do iPhone 18

Vai antecipar? Apple pode ter iniciado passo importante na produção do iPhone 18

A Apple pode estar acelerando de forma inédita o cronograma do iPhone 18, previsto apenas para 2026. Rumores recentes indicam que a empresa já iniciou testes avançados das linhas de produção dos próximos modelos premium, sinalizando uma preparação antecipada para a fabricação em larga escala.

A estratégia sugere uma tentativa de ganhar tempo e reduzir riscos no desenvolvimento, ainda mais com a crescente instabilidade no preço de componentes com a crise das memórias.Segundo fontes da cadeia de suprimentos na China, a produção em massa do iPhone 18 pode começar antes do Ano Novo Lunar, marcado para 17 de fevereiro, algo incomum dentro do calendário tradicional da Apple.Clique aqui para ler mais

Vai antecipar? Apple pode ter iniciado passo importante na produção do iPhone 18
Fonte: Tudocelular

Apple AirTag 2 tem chip mais poderoso e novos recursos mostrados em vazamento

Apple AirTag 2 tem chip mais poderoso e novos recursos mostrados em vazamento

Um amplo vazamento pode ter indicado mais algumas das melhorias que a Apple está preparando para a AirTag 2, segunda geração do localizador de alta precisão da gigante de Cupertino. Ao que parece, o acessório deve embarcar um novo processador mais veloz, já visto em aparelhos como o AirPods Pro 3, e corrigir alguns dos principais pontos criticados na primeira geração.Os detalhes foram obtidos pelo portal MacWorld ao analisar uma build vazada do iOS 26 e indicam que o aparelho deve adotar uma série de upgrades bem-vindos, começando pelo chip UWB Apple U2, mesma solução vista em lançamentos como o recente AirPods Pro 3.

Mais poderoso, o componente garantiria um nível superior de precisão frente à AirTag original, junto de uma série de novos recursos ainda não vistos em localizadores rivais, como um relatório completo do nível de bateria — soluções concorrentes do mundo Android proporcionam apenas um relatório geral de carga, por exemplo.Clique aqui para ler mais

Apple AirTag 2 tem chip mais poderoso e novos recursos mostrados em vazamento
Fonte: Tudocelular

iPhone dobrável pode não ter Face ID, mas ser o primeiro com câmera oculta na tela

iPhone dobrável pode não ter Face ID, mas ser o primeiro com câmera oculta na tela

Vários relatórios já apontaram que o iPhone dobrável deve ter várias novidades em relação aos iPhones comuns. De acordo com o informante Digital Chat Station, o aparelho deve ser o primeiro da Apple com uma câmera oculta sob a tela, além de não ter sistema de desbloqueio por Face ID.Em uma publicação no Weibo, Digital Chat Station afirma que o iPhone dobrável terá uma tela externa de 5,25 polegadas sem mecanismo de Face ID ocupando espaço com entalhe. Ao invés disso, o aparelho deve usar um botão de bloqueio com sensor de impressões digitais integrado, uma solução mais rápida e barata.Além disso, o informante menciona que a tela interna de 7,58 polegadas também terá aproveitamento máximo por trazer uma câmera que se oculta quando não utilizada, assim como na tela principal do Galaxy Z Fold 6.Clique aqui para ler mais

iPhone dobrável pode não ter Face ID, mas ser o primeiro com câmera oculta na tela
Fonte: Tudocelular

Não é só no Brasil: Suíça também investiga Apple por NFC no iPhone

Não é só no Brasil: Suíça também investiga Apple por NFC no iPhone

Apple é alvo de nova investigação sobre pagamento por aproximação (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Comissão de Concorrência da Suíça investiga as condições impostas pela Apple para liberar o NFC do iPhone a terceiros.
O órgão quer saber se essas condições restringem a concorrência no mercado de pagamentos, criando barreiras na concorrência com o Apple Pay.
No Brasil, o Cade também investiga a Apple por possíveis práticas anticompetitivas relacionadas ao NFC.

A Apple voltou ao centro de um debate antitruste — desta vez, na Suíça. A Comissão de Concorrência do país europeu abriu uma investigação preliminar para avaliar se as regras definidas pela fabricante do iPhone no uso do NFC estão em conformidade com a legislação.

O NFC é a tecnologia para pagamento por aproximação. Segundo a comissão, há dúvidas sobre os termos comerciais da Apple para o acesso de terceiros a esse recurso, como os emissores de cartões. As eventuais taxas cobradas pela Apple seriam um obstáculo para que serviços de pagamento concorram em pé de igualdade com o Apple Pay no iOS.

O que a autoridade suíça quer descobrir?

Segundo o 9to5Mac, o órgão responsável afirmou que está analisando “se os termos e condições da Apple para conceder acesso podem levantar preocupações em relação à lei da concorrência”. A instituição também destacou que busca entender “se outros provedores de aplicativos de pagamento móvel podem competir efetivamente com o Apple Pay para pagamentos sem contato com dispositivos iOS em lojas”.

A liberação do chip NFC — usado para recursos como pagamentos sem contato, chaves digitais, bilhetes e documentos — passou a ocorrer por meio da NFC & SE Platform API. Essa interface permite que apps de terceiros reproduzam parte das funções do Apple Wallet.

Comissão suíça investiga condições do Apple Pay (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

No entanto, para acessar o NFC e o Secure Element, os desenvolvedores precisam assinar um acordo comercial com a Apple e “pagar as taxas associadas”, segundo os termos da própria empresa.

Agora, as autoridades querem avaliar se esses requisitos criam barreiras excessivas para a concorrência. A comissão informou que está recolhendo informações de empresas do setor e que mantém conversas com a Apple durante esse processo.

Apple é alvo de inquérito no Cade por NFC

Há tempos a Apple enfrenta acusações sobre essas possíveis barreiras no NFC. No Brasil, o Cade abriu um inquérito, que ainda está em curso, para apurar a conduta da empresa. O Banco Central e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) apontaram possíveis práticas anticompetitivas da empresa.

No final de novembro, o PicPay também criticou a forma como a Apple oferece o pagamento por aproximação nos iPhones. A fintech alega que o acesso é dificultado por meio de obrigações onerosas aos emissores de cartões. Esse seria o motivo da empresa não oferecer o Pix por aproximação no iOS, mas disponibilizar a função no Android.
Não é só no Brasil: Suíça também investiga Apple por NFC no iPhone

Não é só no Brasil: Suíça também investiga Apple por NFC no iPhone
Fonte: Tecnoblog

Sem Dynamic Island? iPhone 18 Pro pode ter novo Face ID oculto sob a tela

Sem Dynamic Island? iPhone 18 Pro pode ter novo Face ID oculto sob a tela

O iPhone 18 Pro pode trazer uma grande novidade para a linha. Dentre vários relatos sobre aumento de preços e mudanças no design, uma publicação do confiável informante Smart Pikachu no Weibo chama a atenção por dizer que este modelo deve ter um novo sistema de Face ID oculto sobre a tela que pode eliminar ou reduzir o tamanho da Dynamic Island.Na publicação, Smart Pikachu afirma que a Apple está testando um novo tipo de “vidro microtransparente emendado” que deixa os feixes de infravermelho passarem pela tela sem gerar distorções.

Isto significa que o mecanismo de leitura 3D do Face ID poderá ser oculto sob a tela do iPhone 18 Pro sem ocupar espaço útil o tempo todo.Clique aqui para ler mais

Sem Dynamic Island? iPhone 18 Pro pode ter novo Face ID oculto sob a tela
Fonte: Tudocelular