Category: Android 17

Samsung anuncia Galaxy S26 FE, smartphone mais acessível da linha

Samsung anuncia Galaxy S26 FE, smartphone mais acessível da linha

Galaxy S26 FE sai de fábrica com a One UI 9.0 (imagem: divulgação/Samsung)

Resumo

Samsung lançou o Galaxy S26 FE, smartphone mais acessível da linha Galaxy S, com recursos de modelos mais caros.
Ele possui o processador Exynos 2500, 8 GB de memória RAM e uma tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas.
O aparelho estará disponível nas lojas do exterior a partir de 4 de setembro, com preço inicial de US$ 699 (cerca de R$ 3.600).

A Samsung revelou, nesta quinta-feira (27/08), o Galaxy S26 FE. O modelo mais acessível da linha Galaxy S entrega recursos de dispositivos de ponta em um formato de custo-benefício, segundo a fabricante.

O aparelho foi apresentado durante o evento oficial nesta manhã e estará disponível nas lojas do exterior a partir de 4 de setembro. No Brasil, ainda não há data de chegada, mas o dispositivo já foi homologado pela Anatel.

Quais são as principais novidades do Galaxy S26 FE?

Na parte das câmeras, o grande diferencial é a chegada de ferramentas de modelos mais caros da marca — uma delas é o My FanCam, até então exclusivo dos smartphones dobráveis da Samsung.

O recurso rastreia automaticamente o sujeito da gravação, reenquadrando o vídeo conforme a pessoa se movimenta.

O software da câmera também incorporou o Super Steady com bloqueio horizontal, função vinda da série Galaxy S26, que estabiliza vídeos mesmo com movimentos bruscos. As melhorias incluem ainda a chegada do modo Nightography, prometendo captações noturnas mais claras, além de um algoritmo que garante mais detalhes no zoom de 1x a 2x.

Apesar dos avanços de software, o conjunto óptico permanece o mesmo do antecessor. A parte traseira abriga um sensor principal de 50 MP (abertura f/1.8 com OIS), uma câmera ultrawide de 12 MP (f/2.2) e uma teleobjetiva de 8 MP (f/2.4 com zoom óptico de 3x e OIS). A câmera frontal para selfies possui 12 MP (f/2.2).

O aparelho mede 161,6 x 76,9 x 7,4 mm e pesa 193 gramas, com certificação IP68 para resistência contra água e poeira. A tela conta com um painel Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas, resolução FHD+ e taxa de atualização adaptativa de 1 Hz a 120 Hz.

Tela de 6,7 polegadas oferece taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz (imagem: divulgação/Samsung)

Hardware e software

O Galaxy S26 FE adota o processador Exynos 2500, chip construído em arquitetura de 3 nanômetros que estreou no Galaxy Z Flip 7. O componente apresenta velocidades de clock mais altas em seus 10 núcleos de CPU, melhorias na Unidade de Processamento Neural (NPU) e gráficos aprimorados.

O smartphone será vendido exclusivamente com 8 GB de RAM em todas as configurações. As opções de armazenamento interno são 128 GB, 256 GB e 512 GB. A bateria mantém a capacidade de 4.900 mAh, enquanto o carregamento com fio alcança até 45 W, sendo complementado pelo carregamento sem fio de 15 W. A conectividade abrange redes 5G, LTE, Wi-Fi 7 e Bluetooth 5.4.

Uma vantagem curiosa é que o dispositivo é o primeiro a sair de fábrica rodando a interface One UI 9.0, baseada no Android 17. Como a política de atualização da Samsung garante sete anos de suporte, o Galaxy S26 FE receberá upgrades até o Android 24, superando a linha Galaxy S26, que terá o suporte encerrado no Android 23.

A One UI 9.0 integra novidades em IA baseadas no Gemini e as funções Now Brief e Now Nudge renovadas, além do Circule para Pesquisar.

Alguns recursos que dependem do Google Gemini exigem assinatura. Por isso, a Samsung informou que o Galaxy S26 FE oferece seis meses de acesso gratuito aos recursos do plano Google AI Pro para usuários elegíveis.

Com Android 17 nativo, smartphone tem atualizações garantidas até o Android 24 (imagem: divulgação/Samsung)

Preço e disponibilidade

O modelo base de 128 GB entra em comercialização nos Estados Unidos por US$ 699 (cerca de R$ 3.600, na conversão direta), confirmando os rumores de que o aparelho poderia sofrer um aumento de preço em relação à geração passada.

Na Europa, os preços partem de 799 euros (128 GB), quase R$ 4.800 na cotação atual, alcançando 1.099 euros na configuração de 512 GB, praticamente R$ 6.600 sem taxas.

O smartphone será comercializado nas cores mirtilo (azul escuro), pistache (verde) e grafite (preto). Por enquanto, não há valor em reais ou data oficial do início das vendas no varejo nacional.
Samsung anuncia Galaxy S26 FE, smartphone mais acessível da linha

Samsung anuncia Galaxy S26 FE, smartphone mais acessível da linha
Fonte: Tecnoblog

Z Fold 8: Samsung revela seu primeiro celular “passaporte” e mais aparelhos

Z Fold 8: Samsung revela seu primeiro celular “passaporte” e mais aparelhos

Galaxy Z Fold 8 é o novo dobrável da Samsung (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Samsung apresentou o Galaxy Z Fold 8, primeiro smartphone no formato passaporte, com tela interna de 7,6 polegadas e proporção 4:3, para melhor visualização de conteúdo. Preço inicial fica em US$ 1.899, equivalente a R$ 9.645.
O Galaxy Z Fold 8 Ultra oferece tela interna de 8,0 polegadas, câmeras mais potentes, incluindo uma traseira principal de 200 MP, e bateria de 5.000 mAh, com preço inicial de US$ 2.099.
A Samsung também lançou o Galaxy Z Flip 8, com câmeras de 50 MP e 12 MP, tela externa com interface redesenhada e bateria de 4.300 mAh, custando US$ 1.199.

A Samsung quer chacoalhar o mercado de celulares dobráveis com o Galaxy Z Fold 8, primeiro smartphone da empresa no formato passaporte. Ele chega com promessa de maior conveniência ao ver conteúdo online. A gigante sul-coreana também anunciou o Galaxy Z Fold 8 Ultra, o Galaxy Z Flip 8, o Galaxy Watch 9 e o Galaxy Watch Ultra 2.

Os anúncios ocorrem em Londres, na Inglaterra, durante uma edição do evento Unpacked. O Tecnoblog acompanha tudo diretamente da terra do rei, a convite da empresa. Novos wearables também foram anunciados. Tenha em mente que os preços para o mercado brasileiro, no entanto, devem ser apresentados em um evento local previsto para 6 de agosto.

Como é o novo Galaxy Z Fold 8?

O tal do formato passaporte já existe em alguns modelos de Google Pixel e, se os rumores estiverem corretos, também estará no futuro iPhone dobrável. No entanto, a Samsung é a primeira grande indústria de smartphones a vender um modelo neste formato – cujo lançamento está confirmado, aliás, no Brasil. Nos Estados Unidos, o preço começa em US$ 1.899, equivalente a R$ 9.645 em conversão direta e sem impostos (câmbio de R$ 5,08 no fechamento de hoje).

A grande diferença fica por conta da estrutura do telefone. Ele é mais curto na altura, com 12,39 cm fechado. Por sua vez, é mais largo, com 8,19 cm fechado. O diretor de marketing de produto Rafael Aquino me explicou que o modelo assume a proporção 4:3, a mesma utilizada na TV convencional.

Galaxy Z Fold 8 tem painel com brilho de 3.000 nits (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Fold 8 resolve um problema conhecido de gerações passadas da Samsung: devido às dimensões, assistir a filmes no Prime Video ou a séries na HBO Max resultava em faixas pretas gigantes nas partes de cima e de baixo do display. O material audiovisual acabava ocupando o mesmo tanto de um smartphone tradicional, o que é meio desanimador quando você está com um aparelho de 7, às vezes 8 polegadas.

O novo lançamento da Samsung tem tela interna de 7,6 polegadas (1848 x 2448 pixels), em painel AMOLED Dinâmico 2X. A taxa de brilho chega a 3.000 nits, o que deve melhorar a visualização sob luz intensa do Sol. Já a tela externa é de 5,5 polegadas (1248 x 1972 pixels).

Os dois Folds anunciados hoje trazem ainda uma novidade na sua construção: o Flex Titanium, nome comercial para uma liga de titânio que amplia a resistência em 20 vezes, quando comparada com o polímero usado em gerações passadas da Samsung. O segundo benefício se traduz num vinco bem menos evidente.

Galaxy Z Fold 8 tem proporção 4:3 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Nos nossos testes, de fato, o Fold 8 (e o Fold 8 Ultra) marcam menos na metade da tela dobrável. Mas é aquilo: este é o tipo de estranhamento que, no Fold 7 e antecessores, deixava de ser perceptível após dois ou três dias com o aparelho.

O Fold 8 traz o seguinte esquema de fotografia:

Câmera frontal: 10 MP e f/2.2

Traseira principal: 50 MP, f/1.8 e zoom óptico de 2x

Traseira ultra wide: 50 MP e f/1.9

Interna: 10 MP e f/2.2

Galaxy Z Fold 8 chega ao mercado em quatro opções de cores (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Agora falemos de ficha técnica. O smartphone dobrável sai de fábrica com o chip Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy. Ele traz as seguintes combinações de memória RAM e armazenamento: 12+256 GB, 12+512 GB e 16+1 TB. Nada mal!

A Samsung fez avanços na tecnologia de bateria, a ponto de, pela primeira vez, adotar o silício-carbono, um material que está em smartphones chineses há mais de um ano. Com isso, é possível chegar numa maior densidade de energia: 4.800 mAh no caso do Fold 8.

A recarga também teve avanços: chega a 45 Watts na opção com fio, e a Samsung confirmou à imprensa brasileira que o carregador acompanha o telefone no país. Já a recarga sem fio fica em 20 Watts.

Todos os telefones anunciados hoje rodam Android 17 e One UI 9.0.

Conheça o Galaxy Z Fold 8 Ultra

Galaxy Z Fold 8 Ultra (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Os modelos anteriores de Fold já eram muito poderosos. Agora, a Samsung reorganiza o portfólio e acrescenta o “Ultra” ao nome do aparelho, que tem tela interna de 8 polegadas (2504 x 2256 pixels) e tela externa de 6,5 polegadas (1080 x 2520 pixels).

O novo Ultra também sai na frente em termos de fotografia, já que tem sensores mais poderosos e diversos do que o Fold 8 convencional. O conjunto fotográfico fica assim:

Câmera frontal: 10 MP e f/2.2

Traseira principal: 200 MP, f/1.7 e zoom óptico de 2x

Traseira ultra wide: 50 MP e f/1.9

Traseira teleobjetiva: 10 MP, f/2.4 e zoom óptico de 3x

Interna: 10 MP e f/2.2

Por fim, traz uma ficha técnica de respeito, com o mesmo Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy. As combinações de RAM e armazenamento ficam assim: 12+256 GB, 12+512 GB e 16+1 TB. Aqui, novamente, temos recarga de 45 Watts e carregador na caixa.

A bateria teve um salto de 4.400 mAh no Fold 7 (seu antecessor direto) para 5.000 mAh nesta geração. A Samsung promete cerca de 27 horas de visualização de vídeo no aparelho.

O preço sugerido do Fold 8 Ultra nos Estados Unidos fica em US$ 2.099, o que dá R$ 10.663 em conversão direta e sem impostos.

Samsung revela o Galaxy Z Flip 8

Galaxy Z Flip 8 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Flip 8 é o modelo que menos mudou nesta safra – e a própria Samsung reconheceu isso, tratando-o como um dispositivo mais voltado para estilo de vida dentro da nova estratégia de três formatos. Ele custa US$ 1.199, ou cerca de R$ 6.091 em conversão direta e sem impostos.

As câmeras seguem em par: principal de 50 MP, f/1.8 e ultra wide de 12 MP, f/2.2. A frontal é de 10 MP, f/2.2. A função de Flexcam ganhou bloqueio de gravação na horizontal.

Galaxy Z Flip 8 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A Flex Window, a tela externa, foi redesenhada com bandeja de aplicativos e mais integração com o Now Brief. Ela permanece com 4,1 polegadas (948 x 1048 pixels).

O aparelho ficou mais fino e leve que o antecessor, mas com variações discretas: perdeu 0,4 mm de espessura e 8 gramas, chegando a 180 gramas. Ao contrário dos modelos da série Fold, aqui não temos o Flex Titanium, mas sim uma estrutura em alumínio.

Na ficha técnica, a bateria de silício-carbono chega a 4.300 mAh, com recarga de 45 W com fio e 20 W sem fio. O processador, porém, muda conforme a região: o Flip 8 vendido no Brasil e na maioria dos países usa o Exynos 2600 (2 nanômetros), enquanto Estados Unidos e Coreia do Sul recebem a versão com Snapdragon.

O jornalista Thássius Veloso viajou para a Inglaterra a convite da Samsung
Z Fold 8: Samsung revela seu primeiro celular “passaporte” e mais aparelhos

Z Fold 8: Samsung revela seu primeiro celular “passaporte” e mais aparelhos
Fonte: Tecnoblog

O Android 17 é oficial; veja as principais novidades

O Android 17 é oficial; veja as principais novidades

Android 17 é oficial (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Google lançou oficialmente Android 17, sistema operacional que estreia na linha de celulares Google Pixel e chegará a aparelhos de marcas como Samsung, Motorola e Xiaomi;
Android 17 aprimora produtividade e segurança com recursos como multitarefa com balões, reações de tela e modo que concede acesso temporário à localização exata;
liberação da versão final do Android 17 começou para dispositivos “Pixel elegíveis”, como as séries Pixel 6 e posteriores, e dependerá do cronograma de cada fabricante para celulares e tablets das demais marcas.

Depois de meses de testes e características antecipadas, o Google fez, nesta terça-feira (16/06), o anúncio da versão final do Android 17. Oficialmente, o sistema operacional estreia na linha de celulares Google Pixel, mas também chegará a aparelhos de marcas como Samsung, Motorola, Xiaomi e tantas outras.

É importante deixar claro desde já que o Android 17 não é uma grande evolução em relação ao Android 16. Podemos entender a nova versão como um conjunto de aprimoramentos em relação ao seu antecessor, principalmente em termos de produtividade e segurança.

O que há de novo no Android 17, precisamente?

Estes são os atributos do Android 17 que o Google destacou no anúncio oficial:

Multitarefa com balões (ou bolhas): é uma função que transforma qualquer aplicativo em uma janela flutuante, de modo que você não precise sair da tarefa principal e, com isso, correr o risco de perder o foco;

Reações de tela: recurso que permite gravar vídeos de reações, de modo que você possa comentar um vídeo mostrando a sua imagem em miniatura em um canto sem depender de aplicativos de terceiros para isso;

Jogos em telas dobráveis: o Android 17 melhora o aproveitamento do espaço da tela em celulares dobráveis para determinados jogos, permitindo que a parte superior mostre a ação e, na inferior, você acesse os respectivos controles virtuais;

Mais segurança: entre os recursos dessa categoria está um modo que permite conceder a um app acesso temporário à sua localização exata e uma função que impede a desativação do aparelho quando ele é marcado como perdido; saiba mais sobre os recursos de segurança do Android 17.

Android 17 melhora experiência de jogar em celulares dobráveis (imagem: reprodução/Google)

Esses são apenas alguns dos recursos do Android 17. Os demais incluem (mas não se limitam a):

modo Continue On que transfere tarefas de um dispositivo para outro (recurso ainda limitado);

expansão da integração com o Apple AirDrop para compartilhamento de arquivos com o Android (não exclusivo da versão 17);

função que combate o “vício” em redes sociais;

promessa de mais qualidade nas postagens de conteúdo no Instagram (graças a uma parceria com a Meta).

Outra proteção: Android 17 exige biometria para desativar recursos de segurança (imagem: reprodução/Google)

Quando o Android 17 será liberado?

A liberação da versão final do Android 17 começou hoje para dispositivos “Pixel elegíveis”. Entre eles estão as séries Pixel 6 e posteriores.

Para celulares e tablets das demais marcas, a liberação dependerá do cronograma e da lista de compatibilidade que cada fabricante definir, tal como você já deve ter imaginado.
O Android 17 é oficial; veja as principais novidades

O Android 17 é oficial; veja as principais novidades
Fonte: Tecnoblog

Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais

Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais

Novo função do Android 17 quer frear a rolagem infinita nas redes sociais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Android 17 terá um recurso para ajudar a combater o vício em redes sociais.
O Pause Point vai exigir uma espera de 10 segundos antes de abrir aplicativos considerados “viciantes”, como Instagram e TikTok.
Durante a espera, o Android deve sugerir atividades mais construtivas e permitir visualizar fotos pessoais.

O Google revelou um novo recurso que chegará nativamente com o Android 17 para ajudar a combater o doomscrolling — hábito de ficar rolando a tela do celular de forma viciosa. Chamada Pause Point, a função cria uma trava de segurança: em vez de só alertar o usuário sobre o tempo excessivo de uso, agora o sistema exige uma espera obrigatória antes de abrir apps classificados como distrações.

A novidade deve congelar a inicialização de um app por 10 segundos, caso ele seja marcado pelo usuário como “viciante”. A tela, no entanto, não ficará apagada durante esse intervalo: o Android vai aproveitar esse tempo para sugerir atividades mais construtivas.

O recurso vai exibir desde atalhos para um exercício rápido de respiração até recomendações de aplicativos úteis instalados no celular. Há ainda a opção de visualizar um carrossel com fotos pessoais, funcionando como um estímulo visual para o usuário sair um pouco da tela.

Aplicativos de terceiros focados em controle de tempo, como Finch ou Focus Friend, já têm seu público fiel. O grande trunfo do Pause Point, no entanto, é rodar de forma nativa, o que deve tornar a trava mais difícil de ser ignorada.

Recurso nativo deve ajudar mais o usuário

Recurso aproveita o intervalo obrigatório para sugerir um respiro (imagem: reprodução/Google)

A principal diferença está no momento em que a intervenção acontece. Os limites de tempo tradicionais do Android, lançados em 2018, costumam falhar porque dependem da força de vontade do usuário. A pessoa estoura a cota de uso, recebe um alerta na tela e, na maioria das vezes, o ignora para continuar navegando.

O 9to5Google destaca que, ao bloquear a abertura do aplicativo logo no primeiro toque, a nova função corta a descarga imediata de dopamina gerada pelo carregamento do feed. O usuário é forçado a parar e decidir se realmente quer gastar tempo naquela plataforma ou se o clique foi apenas um movimento no “piloto automático”.

Se, após os 10 segundos, a pessoa confirmar que deseja abrir a rede social, o Android permite até configurar um cronômetro para aquela sessão específica.

Vale mencionar que, para desativar completamente o recurso, será necessário reiniciar o smartphone — uma camada extra criada para dificultar o desligamento da função por impulso. A versão estável do Android 17, que incluirá a novidade, está prevista para junho.

Resposta contra os algoritmos

A aplicação dessa ferramenta mais agressiva não acontece por acaso. O Google apresentou o Pause Point no momento em que governos do mundo todo elaboram planos para restringir ou até proibir o uso de redes sociais por menores de idade.

Ao integrar essa barreira de uso ao sistema móvel mais popular do mundo, o Google se posiciona como parte da solução. O diretor de operações de produto da divisão de Plataformas e Ecossistemas do Google, Dieter Bohn, pontuou durante coletiva de imprensa que a empresa reconhece o problema.

“O Android está mais poderoso do que nunca, mas também queremos oferecer as ferramentas para você se desconectar quando precisar”, afirmou. “Acho que todos nós já pegamos o celular, abrimos algum aplicativo e ficamos no piloto automático, e uma hora se passou.”

O Google já confirmou que mais recursos focados em combater o tempo de tela abusivo serão lançados nos próximos meses.
Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais

Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais
Fonte: Tecnoblog

Mais controle: Android 17 vai mudar forma de compartilhar contatos

Mais controle: Android 17 vai mudar forma de compartilhar contatos

Novidade garante que os apps não espionem quem você conhece (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Android 17 terá o Seletor de Contatos, que permite compartilhar contatos individuais sem conceder acesso à agenda completa.
O sistema atua como intermediário: o aplicativo recebe acesso temporário apenas aos registros e campos escolhidos, como e-mail ou telefone.
A versão final do Android 17, atualmente em fase beta, pode chegar entre junho e julho de 2026.

Os aplicativos móveis são conhecidos pela “fome” de dados pessoais, e cabe ao sistema impor limites a esse apetite. No ecossistema do Google, uma das permissões mais invasivas está com os dias contados: o Android 17 terá um novo Seletor de Contatos que deve dar ao usuário o controle que faltava há anos na gestão da agenda.

A mudança resolveria um problema crônico de privacidade: o modelo de permissões amplo demais, do tipo “tudo ou nada”. Atualmente, se você precisa compartilhar um único número de telefone com um aplicativo de entregas, por exemplo, o Android exige a permissão READ_CONTACTS, que entrega de bandeja nomes, e-mails, endereços, fotos e até anotações privadas de todos os seus contatos salvos para terceiros.

Com a atualização, o sistema passa a agir como um intermediário, permitindo a seleção de registros individuais sem que um app sequer saiba quem mais está na sua agenda.

Como vai funcionar o Seletor de Contatos do Android 17?

O funcionamento é inspirado no Seletor de Fotos, introduzido no Android 13. Em vez de o app enxergar toda a lista de contatos, haverá uma interface para pesquisar e selecionar apenas quem deseja compartilhar. No blog oficial, a gerente sênior de produto do Google, Roxanna Aliabadi Walker, afirma que a interface inclui uma barra de busca e suporte para seleção múltipla sem expor o restante da agenda.

Para o usuário, a experiência é transparente: após escolher as pessoas, basta tocar em “Concluído” e o aplicativo recebe um acesso temporário apenas àquelas informações. A ferramenta também reduz a sobrecarga do sistema. Isso significa menos gasto de bateria e memória em comparação ao método antigo, que exigia consultas individuais e lentas.

Assim que o app processa os dados, o acesso expira, impedindo que continue monitorando sua agenda em segundo plano.

Interface permite selecionar contatos individuais antes de compartilhar (imagem: reprodução/Google)

Mais controle para o usuário

Conforme reportado pelo portal MakeUseOf, a permissão de contatos era uma das poucas que ainda contava com acesso limitado no Android. Enquanto o acesso à localização e à galeria de fotos ganhou camadas de proteção nos últimos anos, a agenda permanecia uma caixa aberta aos desenvolvedores. O Android 17 permitirá solicitar apenas campos específicos.

Se um app precisa apenas do e-mail, o desenvolvedor vai poder configurar a solicitação para receber rigorosamente essa informação, e não o número de telefone ou a foto de perfil do contato. O Google reforça que a recomendação agora é pedir apenas o que é essencial para um recurso funcionar. “A abordagem antiga frequentemente concedia aos aplicativos mais dados do que o necessário”, admite a empresa.

Vale destacar que o Android 17 está atualmente em fase beta. Se o cronograma habitual do Google for seguido, a versão final deve chegar aos smartphones da linha Pixel e de outras fabricantes parceiras entre junho e julho de 2026.
Mais controle: Android 17 vai mudar forma de compartilhar contatos

Mais controle: Android 17 vai mudar forma de compartilhar contatos
Fonte: Tecnoblog

Modo Desktop: o DeX do Google deve ficar mais ou menos assim

Modo Desktop: o DeX do Google deve ficar mais ou menos assim

Android (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google está desenvolvendo uma interface de desktop para Android similar ao Samsung DeX, possivelmente para lançamento no Android 17 em 2026.
A ferramenta é multitarefa, com abertura de várias janelas e redimensionamento.
O Modo Desktop permitirá conexão de smartphones a monitores externos e periféricos, competindo com as soluções da Samsung e Motorola.

Diversos fãs da Samsung continuam com celular Galaxy por causa do DeX, tecnologia que abre uma interface de computador, com janelas amplas e barra de ferramentas, quando o smartphone está conectado a outros periféricos. Agora, temos as primeiras imagens de como será a ferramenta similar em desenvolvimento pelo próprio Google.

A ideia da empresa parece ser rivalizar com a Samsung e fornecer uma tecnologia de interface de desktop para todos os adeptos do sistema Android. Para isso, segundo nos conta o site especializado Android Authority, as chamadas “experiências de desktop” ainda terão de comer muito feijão com arroz.

Modo Desktop pode estrear no Android 17 (imagem: Mishaal Rahman/Android Authority)

O futuro Modo Desktop do Android tem a barra de ferramentas, com os apps abertos e atalhos, e também a barra de status, com aqueles ícones no canto da tela para indicar o funcionamento do dispositivo.

O Android Authority relata que é possível abrir várias janelas simultaneamente, indicativo de que o multitarefa será um dos pilares dessa tecnologia. Dá para redimensionar as janelas ou prendê-las nas laterais do display, tal qual acontece no Windows ou MacOS.

Duas janelas no Android conectado a monitor (imagem: Mishaal Rahman/Android Authority)

De acordo com o site especializado, o Google provavelmente está adaptando a interface do Android em tablets para ser exibida quando o usuário plugar o smartphone num monitor externo, teclado e mouse.

O jornalista responsável pelo teste, Mishaal Rahman, acredita ser improvável que a novidade seja apresentada no Android 16. A próxima grande versão do sistema de celular está prevista para junho. O DeX do Google deve ficar, portanto, para o Android 17, em 2026. Além da Samsung, também será uma alternativa ao Ready For, oferecido pela Motorola nos smartphones de ponta, como a linha Edge.

Modo Desktop: o DeX do Google deve ficar mais ou menos assim

Modo Desktop: o DeX do Google deve ficar mais ou menos assim
Fonte: Tecnoblog