Category: Android 17

Z Fold 8: Samsung revela seu primeiro celular “passaporte” e mais aparelhos

Z Fold 8: Samsung revela seu primeiro celular “passaporte” e mais aparelhos

Galaxy Z Fold 8 é o novo dobrável da Samsung (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Samsung apresentou o Galaxy Z Fold 8, primeiro smartphone no formato passaporte, com tela interna de 7,6 polegadas e proporção 4:3, para melhor visualização de conteúdo. Preço inicial fica em US$ 1.899, equivalente a R$ 9.645.
O Galaxy Z Fold 8 Ultra oferece tela interna de 8,0 polegadas, câmeras mais potentes, incluindo uma traseira principal de 200 MP, e bateria de 5.000 mAh, com preço inicial de US$ 2.099.
A Samsung também lançou o Galaxy Z Flip 8, com câmeras de 50 MP e 12 MP, tela externa com interface redesenhada e bateria de 4.300 mAh, custando US$ 1.199.

A Samsung quer chacoalhar o mercado de celulares dobráveis com o Galaxy Z Fold 8, primeiro smartphone da empresa no formato passaporte. Ele chega com promessa de maior conveniência ao ver conteúdo online. A gigante sul-coreana também anunciou o Galaxy Z Fold 8 Ultra, o Galaxy Z Flip 8, o Galaxy Watch 9 e o Galaxy Watch Ultra 2.

Os anúncios ocorrem em Londres, na Inglaterra, durante uma edição do evento Unpacked. O Tecnoblog acompanha tudo diretamente da terra do rei, a convite da empresa. Novos wearables também foram anunciados. Tenha em mente que os preços para o mercado brasileiro, no entanto, devem ser apresentados em um evento local previsto para 6 de agosto.

Como é o novo Galaxy Z Fold 8?

O tal do formato passaporte já existe em alguns modelos de Google Pixel e, se os rumores estiverem corretos, também estará no futuro iPhone dobrável. No entanto, a Samsung é a primeira grande indústria de smartphones a vender um modelo neste formato – cujo lançamento está confirmado, aliás, no Brasil. Nos Estados Unidos, o preço começa em US$ 1.899, equivalente a R$ 9.645 em conversão direta e sem impostos (câmbio de R$ 5,08 no fechamento de hoje).

A grande diferença fica por conta da estrutura do telefone. Ele é mais curto na altura, com 12,39 cm fechado. Por sua vez, é mais largo, com 8,19 cm fechado. O diretor de marketing de produto Rafael Aquino me explicou que o modelo assume a proporção 4:3, a mesma utilizada na TV convencional.

Galaxy Z Fold 8 tem painel com brilho de 3.000 nits (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Fold 8 resolve um problema conhecido de gerações passadas da Samsung: devido às dimensões, assistir a filmes no Prime Video ou a séries na HBO Max resultava em faixas pretas gigantes nas partes de cima e de baixo do display. O material audiovisual acabava ocupando o mesmo tanto de um smartphone tradicional, o que é meio desanimador quando você está com um aparelho de 7, às vezes 8 polegadas.

O novo lançamento da Samsung tem tela interna de 7,6 polegadas (1848 x 2448 pixels), em painel AMOLED Dinâmico 2X. A taxa de brilho chega a 3.000 nits, o que deve melhorar a visualização sob luz intensa do Sol. Já a tela externa é de 5,5 polegadas (1248 x 1972 pixels).

Os dois Folds anunciados hoje trazem ainda uma novidade na sua construção: o Flex Titanium, nome comercial para uma liga de titânio que amplia a resistência em 20 vezes, quando comparada com o polímero usado em gerações passadas da Samsung. O segundo benefício se traduz num vinco bem menos evidente.

Galaxy Z Fold 8 tem proporção 4:3 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Nos nossos testes, de fato, o Fold 8 (e o Fold 8 Ultra) marcam menos na metade da tela dobrável. Mas é aquilo: este é o tipo de estranhamento que, no Fold 7 e antecessores, deixava de ser perceptível após dois ou três dias com o aparelho.

O Fold 8 traz o seguinte esquema de fotografia:

Câmera frontal: 10 MP e f/2.2

Traseira principal: 50 MP, f/1.8 e zoom óptico de 2x

Traseira ultra wide: 50 MP e f/1.9

Interna: 10 MP e f/2.2

Galaxy Z Fold 8 chega ao mercado em quatro opções de cores (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Agora falemos de ficha técnica. O smartphone dobrável sai de fábrica com o chip Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy. Ele traz as seguintes combinações de memória RAM e armazenamento: 12+256 GB, 12+512 GB e 16+1 TB. Nada mal!

A Samsung fez avanços na tecnologia de bateria, a ponto de, pela primeira vez, adotar o silício-carbono, um material que está em smartphones chineses há mais de um ano. Com isso, é possível chegar numa maior densidade de energia: 4.800 mAh no caso do Fold 8.

A recarga também teve avanços: chega a 45 Watts na opção com fio, e a Samsung confirmou à imprensa brasileira que o carregador acompanha o telefone no país. Já a recarga sem fio fica em 20 Watts.

Todos os telefones anunciados hoje rodam Android 17 e One UI 9.0.

Conheça o Galaxy Z Fold 8 Ultra

Galaxy Z Fold 8 Ultra (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Os modelos anteriores de Fold já eram muito poderosos. Agora, a Samsung reorganiza o portfólio e acrescenta o “Ultra” ao nome do aparelho, que tem tela interna de 8 polegadas (2504 x 2256 pixels) e tela externa de 6,5 polegadas (1080 x 2520 pixels).

O novo Ultra também sai na frente em termos de fotografia, já que tem sensores mais poderosos e diversos do que o Fold 8 convencional. O conjunto fotográfico fica assim:

Câmera frontal: 10 MP e f/2.2

Traseira principal: 200 MP, f/1.7 e zoom óptico de 2x

Traseira ultra wide: 50 MP e f/1.9

Traseira teleobjetiva: 10 MP, f/2.4 e zoom óptico de 3x

Interna: 10 MP e f/2.2

Por fim, traz uma ficha técnica de respeito, com o mesmo Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy. As combinações de RAM e armazenamento ficam assim: 12+256 GB, 12+512 GB e 16+1 TB. Aqui, novamente, temos recarga de 45 Watts e carregador na caixa.

A bateria teve um salto de 4.400 mAh no Fold 7 (seu antecessor direto) para 5.000 mAh nesta geração. A Samsung promete cerca de 27 horas de visualização de vídeo no aparelho.

O preço sugerido do Fold 8 Ultra nos Estados Unidos fica em US$ 2.099, o que dá R$ 10.663 em conversão direta e sem impostos.

Samsung revela o Galaxy Z Flip 8

Galaxy Z Flip 8 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Flip 8 é o modelo que menos mudou nesta safra – e a própria Samsung reconheceu isso, tratando-o como um dispositivo mais voltado para estilo de vida dentro da nova estratégia de três formatos. Ele custa US$ 1.199, ou cerca de R$ 6.091 em conversão direta e sem impostos.

As câmeras seguem em par: principal de 50 MP, f/1.8 e ultra wide de 12 MP, f/2.2. A frontal é de 10 MP, f/2.2. A função de Flexcam ganhou bloqueio de gravação na horizontal.

Galaxy Z Flip 8 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A Flex Window, a tela externa, foi redesenhada com bandeja de aplicativos e mais integração com o Now Brief. Ela permanece com 4,1 polegadas (948 x 1048 pixels).

O aparelho ficou mais fino e leve que o antecessor, mas com variações discretas: perdeu 0,4 mm de espessura e 8 gramas, chegando a 180 gramas. Ao contrário dos modelos da série Fold, aqui não temos o Flex Titanium, mas sim uma estrutura em alumínio.

Na ficha técnica, a bateria de silício-carbono chega a 4.300 mAh, com recarga de 45 W com fio e 20 W sem fio. O processador, porém, muda conforme a região: o Flip 8 vendido no Brasil e na maioria dos países usa o Exynos 2600 (2 nanômetros), enquanto Estados Unidos e Coreia do Sul recebem a versão com Snapdragon.

O jornalista Thássius Veloso viajou para a Inglaterra a convite da Samsung
Z Fold 8: Samsung revela seu primeiro celular “passaporte” e mais aparelhos

Z Fold 8: Samsung revela seu primeiro celular “passaporte” e mais aparelhos
Fonte: Tecnoblog

O Android 17 é oficial; veja as principais novidades

O Android 17 é oficial; veja as principais novidades

Android 17 é oficial (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Google lançou oficialmente Android 17, sistema operacional que estreia na linha de celulares Google Pixel e chegará a aparelhos de marcas como Samsung, Motorola e Xiaomi;
Android 17 aprimora produtividade e segurança com recursos como multitarefa com balões, reações de tela e modo que concede acesso temporário à localização exata;
liberação da versão final do Android 17 começou para dispositivos “Pixel elegíveis”, como as séries Pixel 6 e posteriores, e dependerá do cronograma de cada fabricante para celulares e tablets das demais marcas.

Depois de meses de testes e características antecipadas, o Google fez, nesta terça-feira (16/06), o anúncio da versão final do Android 17. Oficialmente, o sistema operacional estreia na linha de celulares Google Pixel, mas também chegará a aparelhos de marcas como Samsung, Motorola, Xiaomi e tantas outras.

É importante deixar claro desde já que o Android 17 não é uma grande evolução em relação ao Android 16. Podemos entender a nova versão como um conjunto de aprimoramentos em relação ao seu antecessor, principalmente em termos de produtividade e segurança.

O que há de novo no Android 17, precisamente?

Estes são os atributos do Android 17 que o Google destacou no anúncio oficial:

Multitarefa com balões (ou bolhas): é uma função que transforma qualquer aplicativo em uma janela flutuante, de modo que você não precise sair da tarefa principal e, com isso, correr o risco de perder o foco;

Reações de tela: recurso que permite gravar vídeos de reações, de modo que você possa comentar um vídeo mostrando a sua imagem em miniatura em um canto sem depender de aplicativos de terceiros para isso;

Jogos em telas dobráveis: o Android 17 melhora o aproveitamento do espaço da tela em celulares dobráveis para determinados jogos, permitindo que a parte superior mostre a ação e, na inferior, você acesse os respectivos controles virtuais;

Mais segurança: entre os recursos dessa categoria está um modo que permite conceder a um app acesso temporário à sua localização exata e uma função que impede a desativação do aparelho quando ele é marcado como perdido; saiba mais sobre os recursos de segurança do Android 17.

Android 17 melhora experiência de jogar em celulares dobráveis (imagem: reprodução/Google)

Esses são apenas alguns dos recursos do Android 17. Os demais incluem (mas não se limitam a):

modo Continue On que transfere tarefas de um dispositivo para outro (recurso ainda limitado);

expansão da integração com o Apple AirDrop para compartilhamento de arquivos com o Android (não exclusivo da versão 17);

função que combate o “vício” em redes sociais;

promessa de mais qualidade nas postagens de conteúdo no Instagram (graças a uma parceria com a Meta).

Outra proteção: Android 17 exige biometria para desativar recursos de segurança (imagem: reprodução/Google)

Quando o Android 17 será liberado?

A liberação da versão final do Android 17 começou hoje para dispositivos “Pixel elegíveis”. Entre eles estão as séries Pixel 6 e posteriores.

Para celulares e tablets das demais marcas, a liberação dependerá do cronograma e da lista de compatibilidade que cada fabricante definir, tal como você já deve ter imaginado.
O Android 17 é oficial; veja as principais novidades

O Android 17 é oficial; veja as principais novidades
Fonte: Tecnoblog

Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais

Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais

Novo função do Android 17 quer frear a rolagem infinita nas redes sociais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Android 17 terá um recurso para ajudar a combater o vício em redes sociais.
O Pause Point vai exigir uma espera de 10 segundos antes de abrir aplicativos considerados “viciantes”, como Instagram e TikTok.
Durante a espera, o Android deve sugerir atividades mais construtivas e permitir visualizar fotos pessoais.

O Google revelou um novo recurso que chegará nativamente com o Android 17 para ajudar a combater o doomscrolling — hábito de ficar rolando a tela do celular de forma viciosa. Chamada Pause Point, a função cria uma trava de segurança: em vez de só alertar o usuário sobre o tempo excessivo de uso, agora o sistema exige uma espera obrigatória antes de abrir apps classificados como distrações.

A novidade deve congelar a inicialização de um app por 10 segundos, caso ele seja marcado pelo usuário como “viciante”. A tela, no entanto, não ficará apagada durante esse intervalo: o Android vai aproveitar esse tempo para sugerir atividades mais construtivas.

O recurso vai exibir desde atalhos para um exercício rápido de respiração até recomendações de aplicativos úteis instalados no celular. Há ainda a opção de visualizar um carrossel com fotos pessoais, funcionando como um estímulo visual para o usuário sair um pouco da tela.

Aplicativos de terceiros focados em controle de tempo, como Finch ou Focus Friend, já têm seu público fiel. O grande trunfo do Pause Point, no entanto, é rodar de forma nativa, o que deve tornar a trava mais difícil de ser ignorada.

Recurso nativo deve ajudar mais o usuário

Recurso aproveita o intervalo obrigatório para sugerir um respiro (imagem: reprodução/Google)

A principal diferença está no momento em que a intervenção acontece. Os limites de tempo tradicionais do Android, lançados em 2018, costumam falhar porque dependem da força de vontade do usuário. A pessoa estoura a cota de uso, recebe um alerta na tela e, na maioria das vezes, o ignora para continuar navegando.

O 9to5Google destaca que, ao bloquear a abertura do aplicativo logo no primeiro toque, a nova função corta a descarga imediata de dopamina gerada pelo carregamento do feed. O usuário é forçado a parar e decidir se realmente quer gastar tempo naquela plataforma ou se o clique foi apenas um movimento no “piloto automático”.

Se, após os 10 segundos, a pessoa confirmar que deseja abrir a rede social, o Android permite até configurar um cronômetro para aquela sessão específica.

Vale mencionar que, para desativar completamente o recurso, será necessário reiniciar o smartphone — uma camada extra criada para dificultar o desligamento da função por impulso. A versão estável do Android 17, que incluirá a novidade, está prevista para junho.

Resposta contra os algoritmos

A aplicação dessa ferramenta mais agressiva não acontece por acaso. O Google apresentou o Pause Point no momento em que governos do mundo todo elaboram planos para restringir ou até proibir o uso de redes sociais por menores de idade.

Ao integrar essa barreira de uso ao sistema móvel mais popular do mundo, o Google se posiciona como parte da solução. O diretor de operações de produto da divisão de Plataformas e Ecossistemas do Google, Dieter Bohn, pontuou durante coletiva de imprensa que a empresa reconhece o problema.

“O Android está mais poderoso do que nunca, mas também queremos oferecer as ferramentas para você se desconectar quando precisar”, afirmou. “Acho que todos nós já pegamos o celular, abrimos algum aplicativo e ficamos no piloto automático, e uma hora se passou.”

O Google já confirmou que mais recursos focados em combater o tempo de tela abusivo serão lançados nos próximos meses.
Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais

Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais
Fonte: Tecnoblog

Mais controle: Android 17 vai mudar forma de compartilhar contatos

Mais controle: Android 17 vai mudar forma de compartilhar contatos

Novidade garante que os apps não espionem quem você conhece (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Android 17 terá o Seletor de Contatos, que permite compartilhar contatos individuais sem conceder acesso à agenda completa.
O sistema atua como intermediário: o aplicativo recebe acesso temporário apenas aos registros e campos escolhidos, como e-mail ou telefone.
A versão final do Android 17, atualmente em fase beta, pode chegar entre junho e julho de 2026.

Os aplicativos móveis são conhecidos pela “fome” de dados pessoais, e cabe ao sistema impor limites a esse apetite. No ecossistema do Google, uma das permissões mais invasivas está com os dias contados: o Android 17 terá um novo Seletor de Contatos que deve dar ao usuário o controle que faltava há anos na gestão da agenda.

A mudança resolveria um problema crônico de privacidade: o modelo de permissões amplo demais, do tipo “tudo ou nada”. Atualmente, se você precisa compartilhar um único número de telefone com um aplicativo de entregas, por exemplo, o Android exige a permissão READ_CONTACTS, que entrega de bandeja nomes, e-mails, endereços, fotos e até anotações privadas de todos os seus contatos salvos para terceiros.

Com a atualização, o sistema passa a agir como um intermediário, permitindo a seleção de registros individuais sem que um app sequer saiba quem mais está na sua agenda.

Como vai funcionar o Seletor de Contatos do Android 17?

O funcionamento é inspirado no Seletor de Fotos, introduzido no Android 13. Em vez de o app enxergar toda a lista de contatos, haverá uma interface para pesquisar e selecionar apenas quem deseja compartilhar. No blog oficial, a gerente sênior de produto do Google, Roxanna Aliabadi Walker, afirma que a interface inclui uma barra de busca e suporte para seleção múltipla sem expor o restante da agenda.

Para o usuário, a experiência é transparente: após escolher as pessoas, basta tocar em “Concluído” e o aplicativo recebe um acesso temporário apenas àquelas informações. A ferramenta também reduz a sobrecarga do sistema. Isso significa menos gasto de bateria e memória em comparação ao método antigo, que exigia consultas individuais e lentas.

Assim que o app processa os dados, o acesso expira, impedindo que continue monitorando sua agenda em segundo plano.

Interface permite selecionar contatos individuais antes de compartilhar (imagem: reprodução/Google)

Mais controle para o usuário

Conforme reportado pelo portal MakeUseOf, a permissão de contatos era uma das poucas que ainda contava com acesso limitado no Android. Enquanto o acesso à localização e à galeria de fotos ganhou camadas de proteção nos últimos anos, a agenda permanecia uma caixa aberta aos desenvolvedores. O Android 17 permitirá solicitar apenas campos específicos.

Se um app precisa apenas do e-mail, o desenvolvedor vai poder configurar a solicitação para receber rigorosamente essa informação, e não o número de telefone ou a foto de perfil do contato. O Google reforça que a recomendação agora é pedir apenas o que é essencial para um recurso funcionar. “A abordagem antiga frequentemente concedia aos aplicativos mais dados do que o necessário”, admite a empresa.

Vale destacar que o Android 17 está atualmente em fase beta. Se o cronograma habitual do Google for seguido, a versão final deve chegar aos smartphones da linha Pixel e de outras fabricantes parceiras entre junho e julho de 2026.
Mais controle: Android 17 vai mudar forma de compartilhar contatos

Mais controle: Android 17 vai mudar forma de compartilhar contatos
Fonte: Tecnoblog

Modo Desktop: o DeX do Google deve ficar mais ou menos assim

Modo Desktop: o DeX do Google deve ficar mais ou menos assim

Android (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google está desenvolvendo uma interface de desktop para Android similar ao Samsung DeX, possivelmente para lançamento no Android 17 em 2026.
A ferramenta é multitarefa, com abertura de várias janelas e redimensionamento.
O Modo Desktop permitirá conexão de smartphones a monitores externos e periféricos, competindo com as soluções da Samsung e Motorola.

Diversos fãs da Samsung continuam com celular Galaxy por causa do DeX, tecnologia que abre uma interface de computador, com janelas amplas e barra de ferramentas, quando o smartphone está conectado a outros periféricos. Agora, temos as primeiras imagens de como será a ferramenta similar em desenvolvimento pelo próprio Google.

A ideia da empresa parece ser rivalizar com a Samsung e fornecer uma tecnologia de interface de desktop para todos os adeptos do sistema Android. Para isso, segundo nos conta o site especializado Android Authority, as chamadas “experiências de desktop” ainda terão de comer muito feijão com arroz.

Modo Desktop pode estrear no Android 17 (imagem: Mishaal Rahman/Android Authority)

O futuro Modo Desktop do Android tem a barra de ferramentas, com os apps abertos e atalhos, e também a barra de status, com aqueles ícones no canto da tela para indicar o funcionamento do dispositivo.

O Android Authority relata que é possível abrir várias janelas simultaneamente, indicativo de que o multitarefa será um dos pilares dessa tecnologia. Dá para redimensionar as janelas ou prendê-las nas laterais do display, tal qual acontece no Windows ou MacOS.

Duas janelas no Android conectado a monitor (imagem: Mishaal Rahman/Android Authority)

De acordo com o site especializado, o Google provavelmente está adaptando a interface do Android em tablets para ser exibida quando o usuário plugar o smartphone num monitor externo, teclado e mouse.

O jornalista responsável pelo teste, Mishaal Rahman, acredita ser improvável que a novidade seja apresentada no Android 16. A próxima grande versão do sistema de celular está prevista para junho. O DeX do Google deve ficar, portanto, para o Android 17, em 2026. Além da Samsung, também será uma alternativa ao Ready For, oferecido pela Motorola nos smartphones de ponta, como a linha Edge.

Modo Desktop: o DeX do Google deve ficar mais ou menos assim

Modo Desktop: o DeX do Google deve ficar mais ou menos assim
Fonte: Tecnoblog