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Como saber se o celular está com vírus? Veja 7 sinais de infecção por malware

Como saber se o celular está com vírus? Veja 7 sinais de infecção por malware

Conheça alguns comportamentos que podem indicar que o smartphone possui um vírus (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Um vírus de celular, ou malware, é um software malicioso instalado sem permissão para roubar dados sensíveis ou realizar golpes financeiros. Criminosos também usam esses agentes digitais para controlar funções do aparelho e monitorar informações silenciosamente.

Superaquecimento, lentidão constante e bateria descarregando rápido costumam ser sinais de que pode haver um vírus no celular. O surgimento de apps estranhos e anúncios invasivos fora dos aplicativos também são alertas críticos de uma possível atividade maliciosa.

A seguir, confira as principais pistas de que o smartphone pode ter sido infectado por um malware. Também saiba as possíveis ações para confirmar a presença de um vírus e como removê-lo do dispositivo.

Índice1. Anúncios em excesso fora de apps2. Apps desconhecidos instalados no celular3. Bateria do celular drenando rapidamente4. Superaquecimento do smartphone5. Queda de performance do celular6. Alto consumo de dados móveis ou Wi-Fi7. Comportamentos anormaisConsigo confirmar que o celular está com vírus?Como um vírus infecta o celularÉ possível remover o vírus do celular?

Importante
Os comportamentos abaixo indicam possíveis sinais de que um smartphone foi infectado com um vírus. No entanto, alguns deles também podem ser causados por outras questões e não confirmam totalmente que o aparelho foi comprometido.

1. Anúncios em excesso fora de apps

Os vírus chamados de Adwares exploram permissões de sobreposição de tela para exibir anúncios intrusivos diretamente na interface do sistema operacional. Eles operam em segundo plano, roubando recursos do dispositivo para gerar receita via publicidade forçada.

O objetivo é automatizar cliques e impressões fraudulentas, transformando o aparelho em uma ferramenta de lucro para criminosos. Enquanto o celular tem degradação de desempenho e de bateria, os invasores monetizam a cada interação gerada sem o consentimento.

Os Adwares podem tranformar o dispositivo em uma ferramenta para lucro dos criminosos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

2. Apps desconhecidos instalados no celular

Os softwares maliciosos podem se disfarçar de aplicativos legítimos para instalar apps desconhecidos. Isso ocorre quando os malwares exploram as permissões de acessibilidade para baixar novos componentes e monitorar o sistema sem consentimento.

O foco é transformar o aparelho em uma ferramenta para ataques bancários e outras atividades ilícitas remotas. Então, essas ameaças operam silenciosamente em segundo plano, visando a extração de dados sensíveis das vítimas e o controle total do aparelho.

Sempre verifique os apps instalados no celular e exclua os softwares suspeitos (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

3. Bateria do celular drenando rapidamente

Os malwares esgotam a bateria ao forçar o processador a operar em alta performance ininterruptamente para executar tarefas ocultas. Esse consumo excessivo ocorre porque o agente malicioso impede o repouso do sistema, mantendo a CPU ativa em segundo plano.

Além do processamento intenso, os vírus ativam constantemente componentes de alto consumo, como o GPS e os dados móveis. Esse comportamento, comum em monitoramento ilícito e mineração de criptomoedas, gera superaquecimento e acelera o ciclo de descarga da bateria.

A bateria do smartphone pode esgotar devido às ações dos malwares (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

4. Superaquecimento do smartphone

Os softwares maliciosos sobrecarregam o processador ao executarem processos ocultos que exigem alto desempenho do hardware ininterruptamente. Esse esforço constante da CPU dissipa calor em excesso, superando a capacidade de resfriamento passivo do dispositivo.

Ameaças como mineradores de criptomoedas e adwares mantêm a tela ou conexões ativas, impedindo o repouso do sistema. Esse estresse térmico contínuo acelera a degradação química da bateria e pode causar danos físicos irreversíveis aos componentes internos.

O uso intensivo do processador por conta de softwares maliciosos causa superaquecimento (imagem: Martin Sanchez/Unsplash)

5. Queda de performance do celular

O desempenho do celular pode ser afetado pelos malwares que sequestram recursos de CPU e memória RAM para executar ações ocultas em segundo plano. Esse consumo excessivo priva o sistema operacional de potência, resultando em travamentos e respostas lentas.

Como dito, a atividade intensa gera superaquecimento, forçando o hardware a reduzir a velocidade do processador para evitar danos físicos. Essa queda de frequência, somada à saturação do armazenamento por arquivos maliciosos, afeta o uso geral do telefone.

Os softwares maliciosos podem explorar todos os recursos do dispositivo para realizar as ações ilícitas (imagem: Vladimir Fedotov/Unsplash)

6. Alto consumo de dados móveis ou Wi-Fi

Os malwares aumentam o consumo de rede ao estabelecer conexões persistentes em segundo plano para enviar dados sensíveis roubados e receber instruções de servidores remotos. Esse tráfego ocorre de forma oculta, usando processos de sistema para mascarar o download e a execução de fraudes de cliques.

O abuso de permissões permite que agentes maliciosos ignorem restrições de economia de energia, gerando fluxos massivos de uploads mesmo com a tela desligada. Essa atividade ininterrupta sobrecarrega a banda larga, visando o monitoramento em tempo real e a propagação de novas ameaças.

Os malwares também podem afetar o consumo de dados do dispositivo (imagem: Brett Jordan/Unsplash)

7. Comportamentos anormais

Os softwares maliciosos podem interferir nas operações do sistema e na gestão de recursos do celular infectado. Isso resulta em travamentos frequentes, reinicializações inesperadas e falhas críticas na execução de tarefas básicas.

Além de abrir e fechar aplicativos abruptamente, os malwares realizam ações ocultas como envio de spam, redirecionamento de buscas e interferência em chamadas. Ícones desconhecidos, pop-ups invasivos e demora incomum ao desligar o aparelho são fortes indícios de espionagem ativa.

Reinicializações inesperadas e falhas críticas podem ser indícios de um malware (imagem: Andrey Matveev/Unsplash)

Consigo confirmar que o celular está com vírus?

Sim, é recomendado usar um antivírus ou antimalware confiável para realizar uma varredura completa do sistema e saber se tem vírus no celular. Essas ferramentas escaneiam arquivos e processos em busca de comportamentos suspeitos e códigos maliciosos conhecidos.

No Android, o Google Protect monitora apps nativamente para detectar vírus no celular, enquanto iniciar o dispositivo no Modo de Segurança ajuda a isolar interferências de terceiros. Já para saber se tem vírus no iPhone, é indicado usar um app de segurança confiável para a verificação.

É importante dizer que alguns softwares maliciosos podem não ser detectados facilmente. Como novas ameaças surgem diariamente, mantenha o sistema e os aplicativos sempre atualizados para fortalecer a segurança do dispositivo.

Como um vírus infecta o celular

Um vírus de computador infecta o celular principalmente por meio de engenharia social, como links maliciosos em SMS ou e-mails. Essas URLs direcionam o usuário para sites fraudulentos que executam scripts automáticos para baixar códigos prejudiciais.

Outro meio comum é a instalação de aplicativos pirateados ou de fontes externas às lojas oficiais de apps. Esses arquivos costumam ocultar cavalos de Troia (trojans) que ganham permissões administrativas para monitorar os dados e controlar o sistema.

A infecção também pode ocorrer pela exploração de vulnerabilidades críticas no sistema operacional ou em redes Wi-Fi públicas desprotegidas. Sem atualizações de segurança em dia, o aparelho fica exposto a invasões diretas que comprometem a privacidade do usuário.

É possível remover o vírus do celular?

Sim, é possível tirar vírus do celular usando antivírus e antimalwares confiáveis que realizam varreduras profundas. Essas ferramentas identificam e excluem códigos maliciosos, protegendo o sistema contra ameaças que roubam dados ou reduzem o desempenho.

Outra estratégia é acessar o Modo Segurança para remover manualmente aplicativos suspeitos ou desconhecidos. Além disso, revogar permissões de administrador indevidas e limpar os dados de navegação podem ajudar a interromper anúncios invasivos e redirecionamentos.

Se o problema persistir, a solução definitiva é a restauração para os padrões de fábrica após fazer o backup dos arquivos. Esse processo limpa completamente o armazenamento interno, eliminando qualquer rastro de infecção e restaurando a integridade total do software original.
Como saber se o celular está com vírus? Veja 7 sinais de infecção por malware

Como saber se o celular está com vírus? Veja 7 sinais de infecção por malware
Fonte: Tecnoblog

O que é adware? Confira variações e exemplos desse tipo de software

O que é adware? Confira variações e exemplos desse tipo de software

Entenda o funcionamento de um adware e como ele pode ser usado por cibercriminosos (imagem: Tolight Me/Dediko)

Adware é um tipo de software que exibe anúncios personalizados em navegadores, gerando receita para os desenvolvedores. Embora nem todo adware seja malicioso, ele pode ser usado para infectar dispositivos com malware e comprometer a segurança do usuário.

O funcionamento dos adwares se baseia na coleta de dados de navegação para direcionar anúncios relevantes para o usuário, gerando monetização com a exibição. Esse tipo de publicidade costuma aparecer como pop-ups, banners ou redirecionamento para sites específicos.

Os adwares maliciosos são usados para exibir janelas de anúncios incessantes ou redirecionar para páginas indesejadas. Alguns malwares mais sofisticados podem alterar a página inicial do navegador, instalar itens na barra de navegação e até monitorar e roubar dados.

Entenda o conceito de adware, como eles funcionam, os diferentes tipos e como se proteger desses softwares maliciosos.

ÍndiceO que é adware?O que significa adware?Para que serve o adware?Quais são os tipos de adware?1. Adware legítimo2. Adware potencialmente indesejado3. Adware maliciosoComo funcionam os adwaresQuais são os principais exemplos de adware?Como identificar adwares instalados no dispositivoO que fazer ao encontrar adwares no dispositivoComo evitar adwares em seu dispositivoQual é a diferença entre adware e malware?Qual é a diferença entre adware e sites de spam?

O que é adware?

Adware é um software que exibe anúncios aos usuários que acessam a internet, app ou serviço, gerando receita para os desenvolvedores. Embora seja legítimo, ele pode ser usado como malware que infecta dispositivos e causa danos, como excesso de anúncios indesejados, redirecionamento de tráfego ou até instalação de softwares maliciosos sem consentimento.

O que significa adware?

O termo Adware é uma abreviação de “Advertising-supported software”, ou “Software suportado por publicidade” em português. São programas financiados por anúncios, como banners e pop-ups, exibidos enquanto a pessoa navega na internet ou usa o aplicativo.

Para que serve o adware?

Inicialmente, os adwares servem como modelos de negócios de empresas. Os anúncios em softwares gratuitos são usados para gerar receita para desenvolvedores ao exibir anúncios para usuários, recebendo por clique, visualização ou download.

No entanto, os programas se tornaram uma ferramenta para vários crimes cibernéticos. Adwares maliciosos são frequentemente usados para infectar dispositivos com outros malwares, permitindo desde espionagem das atividades até roubo de dados sensíveis da vítima.

Cibercriminosos podem usar adware para infectar dispositivos (imagem: Vecteezy)

Quais são os tipos de adware?

Os adwares são divididos em três categorias: legítimo, potencialmente indesejado e malicioso. Cada um possui características próprias que ajudam a diferenciar banners e pop-ups inofensivos de ameaças.

1. Adware legítimo

Os adwares legítimos são um modelo de negócio em que softwares exibem anúncios, gerando receita por quantidade de cliques, visualizações e downloads de conteúdo. Ele é integrado a programas gratuitos, oferecendo uma forma de monetização para desenvolvedores e empresas.

A legalidade do adware se baseia no consentimento direto do usuário, que deve estar ciente da instalação e funcionalidade. Sem a permissão clara, o software se torna ilegítimo, muitas vezes caindo na categoria de adwares potencialmente indesejados.

2. Adware potencialmente indesejado

Adwares potencialmente indesejados, ou PUPs, se instalam no dispositivo sem o conhecimento ou autorização direta do usuário, geralmente anexado a softwares legítimos. Embora a pessoa possa ter dado consentimento não intencionalmente durante a instalação, a presença do adware visa coletar dados e exibir publicidades direcionadas.

Apesar de não serem diretamente maliciosos, os PUPs podem comprometer a privacidade e a segurança do usuário. Além de afetar o desempenho do sistema, eles podem criar vulnerabilidades que permitem a entrada de malwares mais perigosos.

3. Adware malicioso

Os adwares maliciosos são programas indesejados que, ao contrário dos adwares comuns, visam causar danos significativos. Eles podem introduzir códigos maliciosos, como trojans e até mesmo ransomware, diretamente no dispositivo das vítimas.

Essa ameaça compromete navegadores, exibindo anúncios intrusivos, barras de ferramentas indesejadas e redirecionando pesquisas legítimas para sites fraudulentos. O objetivo é roubar informações sensíveis, como dados bancários e credenciais de acesso, por meio de phishing e outras táticas enganosas.

Os adwares podem confundir os usuários (imagem: Highspeeds)

Como funcionam os adwares

Os adwares são instalados legalmente junto a aplicativos gratuitos, como jogos e freewares, contendo software adicional de publicidade. Eles coletam dados do dispositivo e do navegador para exibir anúncios personalizados, gerando receita por cliques, visualizações ou downloads.

Por outro lado, adwares maliciosos infectam sistemas por meio de aplicativos falsos, extensões de navegadores ou pop-ups com malwares. Além de exibir anúncios indesejados em quantidade excessiva, eles podem instalar ameaças mais sérias como trojans e ransomware.

Uma tática comum dos softwares maliciosos é redirecionar o usuário para sites específicos, incluindo páginas falsas. A intenção é manipular as vítimas para roubar informações confidenciais, como credenciais e dados bancários.

Tanto os adwares legítimos quanto maliciosos prejudicam o desempenho do dispositivo à medida que a quantidade de anúncios aumenta. Essa sobrecarga deixa a experiência mais lenta e compromete todas as atividades.

Quais são os principais exemplos de adware?

Existem diversos tipos de adware, cada um com perfis e comportamentos distintos. Conhecer os principais exemplos pode ajudar a identificar e se proteger dessas ameaças:

Adware legítimo: exibem anúncios de forma transparente, muitas vezes em troca de acesso a programas ou serviços gratuitos. O usuário está ciente da presença do adware e concorda com a exibição de publicidade;

Sequestradores de navegadores (Browser hijackers): modificam as configurações do navegador sem permissão, como página inicial e mecanismos de busca padrão. Eles redirecionam o tráfego para sites específicos e exibem anúncios indesejados;

SurfBuyer (e variantes): embora possa ser baixado com o consentimento inicial do usuário, eles exibem anúncios irrelevantes e podem instalar PUPs adicionais;

Adware de distribuição de software (Bundlers): embarcados com softwares legítimos, são instalados sem autorização direta quando a pessoa baixa outro programa. Coletam dados de navegação para direcionar anúncios de forma excessiva;

Adware baseado em rootkit: adwares sofisticados que usam técnicas de rootkit para se esconder no sistema. Continuam instalados mesmo após tentativas de remoção, exibindo anúncios e comprometendo a segurança do dispositivo;

Adware de extensões de navegador maliciosas: baixados por engano por estarem disfarçados de extensões úteis para navegadores, inserem anúncios em páginas da web, direcionam pesquisas para sites falsos e podem até roubar dados pessoais.

Cibercriminosos podem criar diferentes variações de adwares para infectar PCs ou celulares (imagem: Muharrem Huner/Getty Images)

Como identificar adwares instalados no dispositivo

Existem alguns sinais que indicam a presença de adwares no computador ou celular. Lentidão, travamentos frequentes e alto consumo de memória, mesmo com aplicativos leves, são indicativos que o sistema pode estar comprometido com malwares.

Outro sinal de infecção é o excesso de anúncios intrusivos durante a navegação, como pop-ups e novas abas exibindo conteúdo irrelevante ou não relacionado ao seu histórico. Alterações inesperadas na página inicial do navegador ou no mecanismo de busca padrão também são comuns em casos de adwares maliciosos.

É fundamental usar um software de segurança confiável para confirmar e remover adwares. Faça uma varredura completa do dispositivo para detectar, bloquear e excluir adwares maliciosos e outras ameaças que possam estar instaladas.

O que fazer ao encontrar adwares no dispositivo

Se você suspeita da infecção com adwares, instale um software de segurança confiável, como antivírus ou antimalware. Em seguida, realize um escaneamento completo do sistema e siga as instruções para como remover adware do celular ou PC.

Também limpe regularmente o cache e os cookies do navegador para eliminar vestígios e prevenir futuras infecções. Além disso, sempre revise as permissões de aplicativos e extensões antes de instalá-las para evitar a entrada de adwares.

Adwares podem causar lentidão e atrapalhar a navegação pelo sistema (imagem: Tim Gouw/Unsplash)

Como evitar adwares em seu dispositivo

Existem algumas ações que podem ajudar a evitar a instalação de adwares e outros malwares no seu PC ou celular. Por exemplo:

Use um bloqueador de adware: instale extensões de navegador confiáveis que bloqueiam pop-ups, banners e rastreadores, impedindo a exibição e o download de conteúdo malicioso;

Mantenha o antivírus sempre atualizado: um antivírus ou antimalware com atualizações em dia consegue detectar e remover as ameaças de adware mais recentes;

Baixe aplicativos apenas de fontes confiáveis: sempre faça download de softwares em lojas de aplicativos oficiais, como Google Play Store, App Store e Microsoft Store. Isso minimiza os riscos de adwares maliciosos embarcados;

Leia os termos e condições com atenção: revise cuidadosamente os termos e condições durante a instalação de um programa para desmarcar ofertas de softwares adicionais e adwares indesejados;

Selecione apps com boa reputação e avaliações: verifique a credibilidade do desenvolvedor e leia os comentários dos usuários, mesmo em lojas oficiais, para identificar possíveis problemas com adwares;

Tenha cautela ao clicar em anúncios e links: sempre desconfie de pop-ups e banners chamativos. Também verifique a URL e procure pelo “HTTPS” e o ícone de cadeado para confirmar a segurança do site antes de clicar;

Limpe regularmente o cache e os cookies do navegador: faça limpezas periódicas para remover dados de rastreamento e cookies que podem ser usados por adwares para monitorar sua atividade online.

Qual é a diferença entre adware e malware?

Adware são softwares que exibem anúncios, muitas vezes com base no histórico de navegação do usuário. Embora nem todo adware seja prejudicial, alguns podem ser intrusivos, redirecionando o acesso para sites indesejados ou até baixando malwares sem permissão.

Malware é um termo abrangente para qualquer software malicioso projetado para danificar, desativar ou obter acesso não autorizado a sistemas. As ameaças podem ser divididas em categorias como vírus, trojans, spywares, adwares e ransomware.

Qual é a diferença entre adware e sites de spam?

Adware é um tipo de software programado para exibir anúncios para os usuários, mas frequentemente usado para crimes cibernéticos. Ele compromete a experiência de navegação ao mostrar anúncios intrusivos excessivos e redirecionando buscas para sites maliciosos.

Sites de spam são páginas criadas para manipular mecanismos de busca e atrair tráfego. Eles usam táticas enganosas, como conteúdo irrelevante ou repetitivo, para direcionar usuários a páginas com informações falsas, links prejudiciais ou tentativas de coletar dados pessoais.
O que é adware? Confira variações e exemplos desse tipo de software

O que é adware? Confira variações e exemplos desse tipo de software
Fonte: Tecnoblog