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Telegram e o PL das Fake News: checamos os pontos da nota da plataforma

Telegram e o PL das Fake News: checamos os pontos da nota da plataforma

Nesta semana, o Telegram publicou uma nota contra o projeto de lei 2.630/2020, popularmente conhecido como PL das Fake News — e cujo foco não se restringe à propagação de desinformações. Para entender a posição do aplicativo de mensagem contra o PL, o Tecnoblog conversou com especialistas em direito digital sobre os pontos divulgados no texto.

Telegram (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Antes de continuar, é fundamental explicar que o texto inicial do PL 2.630/2020 sofreu alterações antes da data prevista para a sua votação. Por isso, recomendamos a leitura da versão final do texto, que removeu o ponto de criação de um órgão para fiscalizar a atuação das plataformas.

Telegram acusa PL de “Poder de censura”

O primeiro ponto da nota do Telegram contra o PL das Fake News diz que o governo ganhará “poder de censura”, citando o Art. 12 e o Art. 47 da lei. Para Igor Burigo, advogado especialista em direito digital e inovação, o termo “censura” reflete uma opinião do aplicativo sobre o assunto.

“Isso não significa, contudo, que o PL 2630/2020 crie um sistema de censura prévia. Muito embora existam trechos obscuros, carentes de um debate mais aprofundado e pendentes de regulamentação posterior, a legislação toca em um ponto sensível e que deve ser tratado com a devida importância pelo poder legislativo brasileiro — a segurança nas redes.”

Rodrigo Chanes Marcogni, advogado da SFCB Advogados, concorda com Burigo.

“Não há nada no projeto de lei que embase a afirmação do Telegram. A ideia primordial do PL é impor às plataformas digitais o exercício de um crivo mais apurado para coibir o cometimento de crimes e a divulgação e disseminação de informações falsas.”

Sobre questão de “vigilância permanente”, Marcogni afirma “que isso não significa que haverá a restrição do direito de manifestação ou ao uso da própria internet em si”. “A questão é que, com a aprovação do PL as plataformas precisarão ficar efetivamente atentas para que crimes e fake news não sejam disseminados em seus provedores”, explica o advogado.

Direitos fundamentais e proteção de dados e privacidade não podem ser transgredidos (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Igor Burigo concorda e ressalta que a grande questão é realizar a vigilância sem transgredir os direitos fundamentais à proteção de dados e privacidade.

E claro, para ficar mais atento às práticas ilícitas, as big techs e plataformas terão que abrir a carteira, contratando novos funcionários para moderação e desenvolvendo tecnologias que aumentem a efetividade da fiscalização.

PL não transfere poderes judiciais aos aplicativos

Um dos pontos da nota do Telegram afirma que o projeto de lei 2.360/2020 transfere poderes judiciais aos aplicativos. Fernando Gardinali, sócio do escritório Kehdi Vieira Advogados e mestre em direito processual penal pela USP, explica que não é uma transferência de poderes judiciais — e o PL expande algo já existente na nossa sociedade.

“O Estado está compartilhando algumas obrigações com os particulares. […] Os agentes privados hoje assumem um papel na sociedade de muito maior importância do que em um passado recente”, diz Gardinali.

Um exemplo dado pelo advogado é de instituições financeiras. Essas empresas têm o dever de denunciar possíveis ilícitos, como comunicar suspeitas de lavagem de dinheiro para COAF. “Veja, é o banco que diante de uma suspeita de crime comunica o Estado. O Estado estabelece esse dever com o privado”, explica Gardinali.

Bancos devem comunicar ao Estado suspeitas de crime, mas não significa transferência de poder judicial, e sim um dever (Imagem: David McBee/Pexels)

“A mesma coisa com as plataformas. As plataformas é que estão acompanhando o seu conteúdo. O Estado também tem o dever de fiscalizar, verificar se está acontecendo alguma incitação ao crime […], mas isso também não elimina o dever de cuidado que os provedores têm que ter com o conteúdo que estão hospedando”.

O termo dever de cuidado, como também explica o advogado Igor Burigo, é uma ação alternativa às medidas judiciais de remoção de conteúdo.

“A previsão [do dever de cuidado] existe justamente para possibilitar com que medidas sejam tomadas de forma mais rápida e eficiente, de modo a mitigar os danos potencialmente causados por conteúdos ilegais gerados por terceiros dentro do ambiente virtual”, disse Burigo.

Outras comparações desse dever de cuidado são motéis que precisam fiscalizar a entrada de clientes, denunciando suspeitas de crimes, e escolas particulares que devem agir, por exemplo, em possíveis casos de maus-tratos.

Protocolo de segurança precede atuação do judiciário

O protocolo de segurança acaba relacionado ao dever de cuidado. Antes de explicar o protocolo, precisamos explicar como funciona hoje a suspensão das redes.

Com base no artigo 19 do Marco Civil da Internet, o judiciário pode agir se provocado contra crimes nas plataformas digitais. Por exemplo, uma investigação que exija quebra de sigilo e acesso a dados de grupos criminosos.

Artigo 19 do Marco Civil da Internet permite atuação do judiciário em plataformas (Imagem: Gustavo Lima/Câmara)

Com o protocolo de segurança, as plataformas poderão se antecipar ao judiciário, se protegendo de suspensões ao “praticar” o dever de cuidado, criando um plano de ação em situações de riscos iminentes. As violações que estão sujeitas ao protocolo de segurança são listadas no Art. 7 da lei.

Rodrigo Marcogni relata que esse ponto, como toda a matéria do PL, ainda está em discussão. Igor Burigo entende que o protocolo contém lacunas não sanadas. “Por exemplo, o texto legal determina que a instauração do protocolo de segurança ocorrerá conforme regulamentação específica, que será criada apenas após a votação do projeto e eventual conversão em lei”, diz Burigo.

Ele também relata que esses pontos omissos causam “discussões atécnicas travadas no plano ideológico, que devem ser evitadas”. Fernando Gardinali também vê que a discussão do projeto está mais ideológica do que técnica. “Censura é um tema extremado e que não contribui para avançar na resolução do problema que existe. E esse problema é o vácuo na legislação”, comenta Gardinali.

Anatel como órgão fiscalizador das big techs?

Anatel como órgão regulador? (Imagem: Reprodução)

O Tecnoblog também perguntou sobre a possibilidade da Anatel se tornar um órgão regulador do conteúdo. Essa crítica não foi levantada pelo Telegram, mas é um argumento debatido entre opositores e defensores do PL.

O Conselho Diretor da Anatel, como explicou Burigo, é formado por um presidente e quatro diretores, todos indicados pelo presidente da República e que passam por aprovação no Senado. Essa aprovação é uma etapa democrática que visa dar mais transparência à escolha dos conselheiros, pois permite que a câmara alta, composta por 81 senadores, avalie os indicados.

E ao contrário de outros órgãos, os integrantes do conselho possuem mandatos (5 anos). Todo ano o Poder Executivo indica um novo conselheiro e informa qual cargo ele ocupará — conselheiro ou presidente. O atual presidente da Anatel foi indicado no ano passado e seu mandato termina em 2024, pois já cumpriu 3 anos como conselheiro.

Nas redes sociais, uma parte do público crítica a possibilidade de ter a Anatel como “órgão regulador”. Mas essa não é visão dos juristas sobre o assunto.

Marcogni, diz que o debate sobre a Anatel “gira mais em torno da possibilidade ou não do Órgão assumir a função de fiscalizador das plataformas digitais. Não se trataria neste caso de regulação direta, mas sim de um órgão ao qual reclamações e denúncias poderiam ser feitas”.

PL não é desnecessário, mas preenche vácuo

Legislação brasileira tem um vácuo sobre regulamentação de plataformas digitais (Imagem: Najara Araujo/Câmara dos Deputados)

Sobre a declaração do Telegram do PL 2.630/2020 ser desnecessário, os três entrevistados são unânimes em discordar da companhia. Fernando Gardinali opina que a legislação que o Brasil tem hoje sobre a regulação das plataformas é insuficiente. “Eu acho que a que mais se aproxima é o Artigo 19 do Marco Civil da Internet”, diz o advogado, que aponta a existência de um vácuo sobre regulamentação de plataformas.

Gardinali também explica que o projeto de lei, ao trazer deveres para as plataformas — como remover conteúdos ilícitos —, previne que elas sejam alvos de medidas judiciais que suspendam a sua operação. “A regulamentação é importante para todos, não só para o Estado. […] A regulamentação é importante também para as Big Techs para que elas saibam até onde podem agir”, explicou.

Para Igor Burigo, a existência de leis, por exemplo, contra racismo, violência contra a mulher e atentados ao Estado Democrático de Direito não conflitam com o PL, “mas complementam o arcabouço legal brasileiro para prevenir ilícitos digitais”.

Rodrigo Marcogni explica que mesmo com o Marco Civil da Internet, as Big Techs não têm responsabilidade civil sobre o que é publicado nas suas plataformas. Com o PL, elas terão que responder pela manutenção de conteúdos ilegais.
Telegram e o PL das Fake News: checamos os pontos da nota da plataforma

Telegram e o PL das Fake News: checamos os pontos da nota da plataforma
Fonte: Tecnoblog

Pixel 7a deve ter apenas três anos de atualizações do sistema Android

Pixel 7a deve ter apenas três anos de atualizações do sistema Android

Lançado nesta quarta-feira, o Pixel 7a chegou ao mercado como uma opção intermediária da linha de smartphones do Google, com foco no custo benefício, destacando painel OLED de 6,1 polegadas que tem resolução FHD+ e suporta taxa de atualização de 90 Hz não adaptativa, a plataforma Google Tensor G2, 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno. Em paralelo, um detalhe parece ter ficado de fora do lançamento —a quantidade de atualizações do sistema.

Ao contrário de algumas concorrentes, como a Samsung, o telefone do Google só terá três atualizações de sistema durante sua vida útil, isto é, uma por ano. Com isso, quem comprar o Pixel 7a agora sabe que só terá direito ao Android 17, enquanto um usuário do novo Galaxy A54, da mesma faixa de preço entre os da marca sul-coreana, terá ainda o Android 18.Isso pode ser apenas um detalhe para quem mal acompanha essas atualizações ou não sente grandes diferenças entre elas. Ainda assim, considerando como os dispositivos intermediários geralmente duram muito mais porque as pessoas continuam usando-os até que quebrem, isso pode ser visto uma pedra no sapato.O Google Pixel 7a ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.Clique aqui para ler mais

Pixel 7a deve ter apenas três anos de atualizações do sistema Android
Fonte: Tudocelular

O Google foi pego de surpresa pelo ChatGPT?

O Google foi pego de surpresa pelo ChatGPT?

Quem acompanhou o Google I/O 2023, evento da empresa voltado para desenvolvedores, ouviu falar de IA a todo momento. A diferença em relação aos anúncios e lançamentos da edição do ano passado é nítida, e mostra para onde as atenções do mercado de tecnologia estão voltadas no momento.

Empresa que dorme, a onda leva (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Pode parecer uma mudança brusca. Afinal, no ano passado, a palavra da moda era “metaverso”; agora, estamos todos falando de outra coisa. Mas essa guinada faz sentido. Desde meados de 2022, temos visto usos objetivamente práticos de produtos com inteligência artificial, em especial do ChatGPT.

Foi justamente esse último — e sua integração ao Bing, buscador da Microsoft — que despertou uma conversa sobre o lugar ocupado pelo Google no cenário das buscas. Pela primeira vez em muito tempo, o modelo de negócios do maior player do setor foi posto em cheque.

Nesse contexto, o Google anunciou o Bard, seu próprio chatbot. A solução, no entanto, não convenceu nem os funcionários do Google. A sensação era de que a empresa tentava correr atrás do prejuízo, e um tanto desajeitadamente. Teria o Google sido pego de surpresa por um player mais inovador?

Diferentes, mas parecidos

Empresas que ficam muito tempo no topo podem acabar se acomodando. Com tudo dando tão certo, a empresa deixa de inovar porque seu modelo de negócios simplesmente funciona. Afinal, o crescimento esperado já veio.

O aparecimento do ChatGPT sugere que algo semelhante teria acontecido com o Google. O nº 1 das buscas teria se tornado preguiçoso após anos sem um rival. E agora que um finalmente se apresentava, o Google não sabia muito bem como responder, lançando o Bard num movimento de desespero.

Mas não é bem assim. Como discutimos no Tecnocast 287, pesquisadores do Google articulavam ainda em 2021 as limitações do sistema clássico de busca para lidar com demandas mais específicas, e já mencionavam modelos de linguagem pré-treinados como uma possível solução.

ChatGPT em português (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Além disso, muito do que faz o ChatGPT funcionar já está presente no Google. É o caso do processamento de linguagem natural, por exemplo, que possibilita a sugestão de novas composições para suas próximas buscas a partir de um entendimento semântico dos termos pesquisados.

A experiência disso é que é muito diferente. O ChatGPT retorna textos que replicam a linguagem natural com incrível precisão, característica que gerou todo o barulho em torno da ferramenta. Já a busca do Google mantém o seu funcionamento padrão: encontra a informação na web e a apresenta como uma lista de links.

Também vale lembrar que a própria arquitetura sobre a qual o ChatGPT foi desenvolvida é obra do Google. O modelo foi disponibilizado de modo aberto, como o professor Diogo Cortiz nos conta no Tecnocast 282.

O Google não foi pego de surpresa por uma tecnologia nova, portanto. A surpresa foi de outra natureza: um competidor disposto a arriscar.

O cronograma mudou

Com tantos recursos em pesquisa e desenvolvimento, o Google provavelmente já previa a mudança de chave que a inteligência artificial produziria. Mas tinha um cronograma próprio visando capitanear esse novo movimento.

Então a Microsoft, que nem de longe representava uma ameaça ao Google no âmbito das buscas, se antecipou. Trouxe a tecnologia do ChatGPT para o Bing, e há meses vem apresentando novas aplicações com inteligência artificial.

Essa postura certamente não muda o jogo em termos objetivos, mas ajuda a posicionar a empresa num lugar de maior destaque. De repente, a possibilidade da Microsoft ser um player real frente ao Google é ventilada. Até bem pouco tempo, isso seria considerado piada.

É um ganho sobretudo simbólico, mas ele pode acabar trazendo desdobramentos reais. Por exemplo: o New York Times revelou que a Samsung chegou a cogitar a troca do Google pelo Bing como buscador padrão em seus dispositivos. Quando algo assim seria concebível?

Apresentação do Bard (Imagem: Reprodução/Google)

A empolgação gerada pela inteligência artificial atingiu o Google, até intocável em sua posição de superioridade. Talvez por isso as respostas da empresa tenham parecido menos empolgantes. Com mais a perder, a empresa precisa agir com cautela.

A Microsoft, por sua vez, pode se dar ao luxo de agir de modo mais próximo de uma startup, liberando suas ferramentas de IA para o público com menos receio. Daí vem o alerta aceso no Google nos últimos meses, e os esforços — inclusive no último Google I/O — para deixar claro que ainda são o maior player do cenário, e que vão dominar inclusive no âmbito da inteligência artificial.

Em outras palavras, a Microsoft acelerou o cronograma do Google. A nós, resta assistir enquanto as gigantes brigam.
O Google foi pego de surpresa pelo ChatGPT?

O Google foi pego de surpresa pelo ChatGPT?
Fonte: Tecnoblog

A digitalização das redes elétricas

A digitalização das redes elétricas

Muita coisa vem mudando no abastecimento de energia elétrica. Uma série de novas tecnologias tem modernizado o setor, trazendo inovações tanto para as distribuidoras quanto para o cliente.

A digitalização das redes elétricas (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Esse episódio bônus é um oferecimento da Enel. A gente conversa com o Darcio Dias, responsável pela área de manutenção da empresa na cidade de São Paulo. Ele nos conta o que está rolando de novo nessa área e como isso impacta você. Dá o play e vem com a gente!

Participantes

Thiago Mobilon

Paulo Higa

Darcio Dias

Créditos

Produção: Josué de Oliveira

Sonorização: Raquel Igne

Edição: Ariel Liborio

Arte da capa: Vitor Pádua

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A digitalização das redes elétricas

A digitalização das redes elétricas
Fonte: Tecnoblog

STF abre inquérito para investigar diretores do Google e Telegram após ação contra PL das Fake News

STF abre inquérito para investigar diretores do Google e Telegram após ação contra PL das Fake News


Atualização (12/5/2023) – 22h – HA
Após a Procuradoria Geral da República (PGR) ter pedido de abertura das investigações contra diretores do Google e Telegram para o Supremo Tribunal Federal (STF), o inquérito foi aberto pelo ministro Alexandre de Moraes, em busca dos responsáveis que tenham participado de campanha contrária ao PL das Fake News.

Com isso, a Polícia Federal terá 60 dias para conduzir a investigação, e o ministro determinou a preservação e perícia das mensagens da campanha e a identificação e colheita de depoimentos dos investigados.Clique aqui para ler mais

STF abre inquérito para investigar diretores do Google e Telegram após ação contra PL das Fake News
Fonte: Tudocelular

Logitech prepara lançamento de versão revisada de teclado famoso da marca

Logitech prepara lançamento de versão revisada de teclado famoso da marca

A Logitech está perto de lançar uma versão revisada de um dos seus teclados mais famosos. Trata-se do MX Keys S, que deve chegar ao mercado para compor uma linha de novos produtos, incluindo um mouse de nome MX Anywhere S. Nesse sentido, o modelo terá como foco o público que busca mais produtividade no trabalho.

Por enquanto, não há muitas informações a respeito das especificações técnicas deste modelo. Mas, já podemos ter uma ideia do visual, que foi revelado por meio de algumas fotos. Como se pode notar, ele está previsto para chegar em duas opões de cores na hora da compra.Outro ponto que também fica muito evidente é a semelhança com a geração anterior de teclados da marca. Além disso, caso a proposta da linha continue a mesma, é possível supor que esse novo teclado chegue com uma digitação mais rápida, precisa e capaz de operar fazendo menos barulho.Clique aqui para ler mais

Logitech prepara lançamento de versão revisada de teclado famoso da marca
Fonte: Tudocelular

Call of Duty: Modern Warfare 3 também pode chegar ao Xbox One e PS4

Call of Duty: Modern Warfare 3 também pode chegar ao Xbox One e PS4

Considerando que já estamos na nova geração de consoles há um bom tempo, muitos acreditam que os jogos novos para os consoles da geração passada ficarão cada vez mais escassos. De qualquer forma, parece que a Activision Blizzard planeja garantir o próximo jogo da franquia Call of Duty para quem ainda não comprou um PS5 ou Xbox Series. Conforme indicavam os rumores anteriores, o Call of Duty de 2023 deve ser uma nova continuação da saga Modern Warfare. Embora as fontes anteriores afirmassem que não seria um “Modern Warfare 3”, novos rumores afirmam que esse será de fato o subtítulo do jogo e que ele será desenvolvido pelo Sledgehammer Games.

Enquanto nada disso é confirmado, CharlieIntel (através de um podcast apresentado pelo ModernWarzone) relatou que é esperado que Call of Duty: Modern Warfare 3 também seja lançado para consoles da geração passada. Clique aqui para ler mais

Call of Duty: Modern Warfare 3 também pode chegar ao Xbox One e PS4
Fonte: Tudocelular

OPPO fecha subsidiária responsável pela fabricação dos chipsets MariSilicon

OPPO fecha subsidiária responsável pela fabricação dos chipsets MariSilicon

A OPPO fechou sua subsidiária Zeku do setor de chipsets marcando assim o fim do MariSilicon, componente lançado para rivalizar com as opções da Qualcomm e MediaTek, mas que não conseguiu se popularizar frente aos concorrentes. Segundo a empresa asiática, essa decisão se baseia nas “incertezas econômicas do mercado”, porém sem revelar muitos detalhes.

De acordo com o jornal South China Morning Post, os funcionários da subsidiária foram avisados com apenas um dia de antecedência sobre o encerramento das atividades na unidade. No ano passado, a fabricante utilizou o processador MariSilicon X na série Find X5, no entanto, a popularidade não foi tão alta quanto dos SoCs Snapdragon, Helio ou Dimensity. É evidente que os componentes MariSilicon não conseguiram se aproximar dos principais concorrentes em participação global, fator que pode ter contribuído para o fechamento da subsidiária Zeku. Embora não tenha comentado sobre o caso, também é possível que a OPPO esteja cortando custos após a retração global de 12% no 1º trimestre de 2023.Clique aqui para ler mais

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Fonte: Tudocelular

TudoTV: 10 melhores filmes para ver no Dia das Mães na Netflix, Prime Video e Disney Plus

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Na semana passada dedicamos uma lista especial com as melhores séries para assistir no Dia das Mães e agora que esta data está chegando preparamos um novo top 10 com os melhores filmes para assistir com a mulher que lhe criou e se tornou símbolo de amor, cuidado, força e dedicação.Gunpowder Milkshake – Coquetel Explosivo

Três gerações de mulheres têm de aprender a confiar umas nas outras, enfrentar a uma implacável organização criminosa, e infernizar a vida de quem lhes pode tirar tudo.Clique aqui para ler mais

TudoTV: 10 melhores filmes para ver no Dia das Mães na Netflix, Prime Video e Disney Plus
Fonte: Tudocelular