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Instagram: Stories agora contam com ferramenta importante para edição

Instagram: Stories agora contam com ferramenta importante para edição

O Instagram anunciou esta semana o lançamento da ferramenta Restyle, um novo recurso alimentado por inteligência artificial que permite editar fotos e vídeos diretamente antes da publicação nos Stories.

A novidade está sendo liberada gradualmente em países onde a Meta AI já está disponível e tem como objetivo ampliar as possibilidades de criação dentro da plataforma, oferecendo controles mais avançados ao usuário.O Restyle do Instagram surge em um momento em que a plataforma busca manter sua competitividade entre criadores de conteúdo e influenciadores digitais, permitindo transformar imagens com comandos de texto ou aplicar estilos visuais pré-definidos.Clique aqui para ler mais

Instagram: Stories agora contam com ferramenta importante para edição
Fonte: Tudocelular

Google Pixel 10 deve receber atualização de driver de GPU para melhorar desempenho

Google Pixel 10 deve receber atualização de driver de GPU para melhorar desempenho

O Google Pixel 10 deve receber uma atualização em breve para o seu driver de GPU. A princípio, a novidade foi confirmada pela própria empresa e deve chegar para melhorar o desempenho da placa gráfica do chip Tensor G5, modelo PowerVR, que não agradou muito nesse quesito em seu lançamento.

De modo geral, o SoC que equipa o novo celular da empresa usa as tecnologias da Imagination. Essa GPU promete bons níveis de performance com suporte a Vulkan 1.3 e 1.5 TFLOPS FP32. Mas, em termos práticos, o componente enfrentou problemas em jogos mais pesados e se mostrou inferior até mesmo em comparação com o seu antecessor.A questão ligada aos drivers surge a partir da descoberta de alguns usuários frustrados no Reddit. No caso, eles revelaram que o smartphone tem drivers de GPU desatualizados em versão v24.3, que sequer tem suporte ao Android 16. Vale destacar que um update para a versão 25.1 foi lançado na mesma época em que os dispositivos foram apresentados.O Google Pixel 10 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.Clique aqui para ler mais

Google Pixel 10 deve receber atualização de driver de GPU para melhorar desempenho
Fonte: Tudocelular

Navegador Samsung Internet pode voltar ao Windows em breve

Navegador Samsung Internet pode voltar ao Windows em breve

A Samsung parece pronta para dar uma nova chance ao seu navegador no Windows. Depois de lançar o Samsung Internet para PCs em 2023 e descontinuá-lo silenciosamente no início de 2024, a empresa estaria finalizando o retorno do aplicativo.

Desta vez, a empresa parece estar disposta a proporcionar uma proposta mais madura e alinhada à sua nova geração de dispositivos, como o headset Galaxy XR.

Clique aqui para ler mais

Navegador Samsung Internet pode voltar ao Windows em breve
Fonte: Tudocelular

Motorola Edge 60 Fusion 5G (256 GB) tem 49% OFF em oferta imperdível

Motorola Edge 60 Fusion 5G (256 GB) tem 49% OFF em oferta imperdível

Motorola Edge 60 Fusion
R$ 1.526,91

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Câmera principal Lytia 700C de 50 MP com Moto AI
Tela POLED de 120 Hz com brilho máximo de 4.500 nits
Bateria de 5.200 mAh com recarga de 68 W
Certificações IP68, IP69 e militar MIL-STD-810H

Contras

Política com apenas três anos de atualizações
Sem lente teleobjetiva
Não tem suporte a carregamento sem fio

R$ 1.526,91  Amazon

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O Motorola Edge 60 Fusion de 256 GB está por apenas R$ 1.527 no pix com o cupom SMART200 no aplicativo da Amazon. A promoção é a melhor histórica pelo celular lançado por R$ 2.999, representando um desconto de 49%. Na ficha técnica, a RAM de 8 GB e a tela com taxa de atualização de 120 Hz são destaques.

Motorola Edge 60 Fusion tem RAM de 8 GB e tela de 120 Hz

Motorola Edge 60 Fusion (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O processador Dimensity 7300 de 4 nm combina quatro núcleos Cortex-A78 de alto desempenho com GPU Mali-G615 MC2. Combinado com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento (UFS 2.2), o celular garante fluidez no multitarefa e espaço suficiente para fotos e vídeos em 4K.

A tela POLED de 6,67 polegadas do Edge 60 Fusion possui taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 1.500 nits no modo HBM, alcançando picos de 4.500 nits. Isso permite boa visibilidade em ambientes externos e maior fluidez na rolagem e navegação. O painel traz suporte a HDR10+, melhorando contraste em vídeos e jogos.

A câmera principal de 50 MP utiliza um sensor grande de 1/1,56″ com estabilização óptica (OIS), que ajuda a reduzir borrões em fotos noturnas ou durante movimentos. A lente secundária de 13 MP tem campo de visão ultrawide de 120º e foco automático, expandindo a versatilidade em capturas de paisagens e grupos.

Edge 60 Fusion tem resistência contra água e poeira no padrão IP69 (imagem: divulgação)

Ademais, o Motorola Edge 60 Fusion (256 GB) com desconto histórico de 49%, saindo por R$ 1.527 no Pix com cupom SMART200, traz bateria grande de 5.200 mAh com carregamento rápido de 68 W. O celular ainda suporta Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.4.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Motorola Edge 60 Fusion 5G (256 GB) tem 49% OFF em oferta imperdível

Motorola Edge 60 Fusion 5G (256 GB) tem 49% OFF em oferta imperdível
Fonte: Tecnoblog

Instagram segue passos do Nano Banana e ganha editor de fotos com IA

Instagram segue passos do Nano Banana e ganha editor de fotos com IA

Meta AI é capaz de fazer edições avançadas, promete empresa (imagem: divulgação)

Resumo

O Instagram lançou o Restyle, um editor de fotos com IA que usa a Meta AI para modificar imagens em stories através de prompts de texto.
O Restyle permite remover detalhes, adicionar elementos e aplicar efeitos, com opções predefinidas ou instruções personalizadas.
A função está sendo liberada gradualmente e também pode ser usada em vídeos, mas apenas com presets da Meta AI.

O Instagram anunciou, nesta quinta-feira (23/10), o lançamento da função Restyle. A ferramenta usa a Meta AI para editar stories de acordo com o que você escreve em um prompt de texto, lembrando bastante o Nano Banana, presente no Gemini, do Google.

“Se você quiser remover um detalhe indesejado, colocar um elemento divertido, mudar a vibe usando um efeito diferente ou começar uma trend com seus amigos, agora você pode fazer isso de modo simples”, diz o comunicado da rede social. “Use o Restyle nas suas fotos e vídeos nos stories do Instagram para fazer edições com a Meta AI, sejam elas grandes ou pequenas.”

Como é costume nos lançamentos da Meta, o Restyle está sendo liberado gradualmente e pode demorar algumas semanas para chegar até você.

Como usar o Restyle?

Comece a criar um story e escolha uma foto da sua galeria. Depois, toque no ícone de pincel no topo da tela. O Restyle oferece três opções predefinidas para adicionar, remover ou mudar elementos. Basta escolher uma delas e digitar o que você deseja. Também é possível ir diretamente para o prompt, sem escolher entre essas alternativas.

Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Meta AI (@meta.ai)

Com isso, você pode tirar pessoas do fundo das fotos, mudar a cor do cabelo das pessoas, colocar objetos divertidos como coroa e balões, trocar o fundo por um pôr do sol e muito mais.

Segundo a empresa, para atingir o resultado desejado, é recomendável que você escreva instruções detalhadas: diga qual pessoa deve receber os efeitos, explique como você quer a iluminação, aponte em que área da imagem as edições devem ser feitas, descreva o estilo desejado e especifique um local para servir de cenário, por exemplo.

A Meta acrescentou ainda alguns efeitos prontos, que podem ser aplicados sem depender de instruções adicionais, como transformar o estilo da imagem em anime, aquarela ou 8-bits, entre outros. O Restyle também está disponível para vídeos, mas nesse caso, só é possível usar os presets oferecidos pela Meta AI.

Com informações da Meta e do Engadget

Instagram segue passos do Nano Banana e ganha editor de fotos com IA

Instagram segue passos do Nano Banana e ganha editor de fotos com IA
Fonte: Tecnoblog

O que são plataformas de jogos? Conheça as principais lojas de videogames

O que são plataformas de jogos? Conheça as principais lojas de videogames

Atualmente, cópias digitais de jogos são distribuídas via plataformas de games (Imagem: Kadyn Pierce/Unsplash)

Plataformas de jogos ou gaming platforms são ambientes digitais usados para a distribuição e gestão de games. Em outras palavras, trata-se de um hub que reúne catálogos de jogos à venda, biblioteca de títulos adquiridos, conexões, e serviços online.

Em uma analogia, as plataformas de games funcionam como as plataformas de streaming, e os jogos atuam como filmes e séries do catálogo. A diferença é que os games precisam ser adquiridos individualmente ou resgatados por meio de assinaturas ou disponibilizações gratuitas.

Steam, Epic Games Store e GOG figuram como as plataformas de jogos mais populares para computadores. Já consoles de videogames contam com suas próprias gaming platforms, como PlayStation Network para PlayStation e eShop para consoles Nintendo.

A seguir, entenda o que são e para que servem as plataformas de jogos, e confira os principais ecossistemas de games online do mercado.

ÍndiceO que são plataformas de jogos?Para que servem as plataformas de games?Preciso baixar uma plataforma de games para jogar?Quais são as principais plataformas de games?SteamEpic Games StorePlayStation Network (PSN)XboxNintendo eShopGoogle Play GamesGOGComo funcionam as plataformas de jogosQuais são os tipos de plataformas de jogos?Posso usar mais de uma plataforma de games?Qual é a diferença entre plataforma de jogos e jogos de plataforma?

O que são plataformas de jogos?

Plataformas de games ou gaming platforms são ambientes digitais para distribuição de jogos, que reúnem catálogos de games para compra, biblioteca de jogos adquiridos, serviços online, fóruns de discussões, entre outros recursos voltados para a comunidade gamer.

Em alguns casos, o termo “plataformas de jogos” pode ser confundido com “plataformas”, que refere-se aos dispositivos (como PC, PlayStation, Xbox, entre outros) usados para jogar. Por conta disso, as plataformas de jogos também são chamadas de “loja de jogos online” ou “biblioteca de jogos”, para evitar confusões.

Para que servem as plataformas de games?

As plataformas de games funcionam como um ecossistema digital de jogos, atuando como um hub de entretenimento para facilitar a compra, inicialização e gestão de jogos e recursos online.

Dentre as principais funções dos ecossistemas de jogos, estão:

Compras de games e conteúdos: as plataformas de jogos online fornecem o catálogo de títulos e conteúdos extras (DLCs) para que você adquira uma cópia digital.

Inicialização da sessões de jogos: você pode abrir seus jogos diretamente das gaming platforms; há casos em que as plataformas de jogos serão abertas automaticamente, mesmo se você abrir os títulos por atalhos.

Instalação e atualização de jogos: a instalação dos jogos é feita diretamente das plataformas de jogos online; por padrão, as plataformas de games atualizam os títulos automaticamente quando são abertas.

Organização de jogos adquiridos: os ecossistemas de jogos digitais guardam todos os jogos e conteúdos extras adquiridos, e oferecem filtros para que você encontre os games facilmente na biblioteca.

Acesso a serviços online de games: plataformas de games também dão acesso a serviços, como assinaturas e jogos via nuvem (cloud gaming).

Sincronização dos saves em nuvem: os ambientes digitais tratam de salvar seus jogos em nuvem, bem como guardar possíveis conquistas desbloqueadas durante as jogatinas.

Conexão com outros jogadores: as plataformas também permitem adicionar e conversar com outros jogadores, além de dar acesso a fóruns de discussão.

Preciso baixar uma plataforma de games para jogar?

Sim, na maioria dos casos. Nos dias atuais, os jogos são distribuídos nas plataformas de games. Isso significa que você precisará baixar a plataforma correspondente e criar uma conta para poder comprar, instalar e jogar o game.

E mesmo se você utilizar mídias físicas (CDs ou cartuchos, por exemplo), os jogos podem se conectar à plataforma de jogos para validações e sincronizações de sessão, acesso a recursos online, e atualizações de patches.

Quais são as principais plataformas de games?

Existem diversas plataformas de games disponíveis no mercado, com seus respectivos catálogos de jogos. Abaixo, seguem os principais ecossistemas de jogos utilizados pelo público gamer.

Steam

Steam é uma das plataformas de games mais populares da atualidade, disponível para PC e Steam Deck. Criada e administrada pela Valve, a plataforma Steam possui um catálogo com aproximadamente 30 mil jogos, permite conexões com outros jogadores, e oferece opções de transmissão online diretamente pelo ecossistema.

Interface da Steam (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Epic Games Store

Epic Games Store é a plataforma de jogos da Epic Games voltada para PCs, e tida como a principal concorrente da Steam. Além da distribuição de jogos e apoio a desenvolvedores para a publicação de jogos, a plataforma se destaca com a oferta de jogos gratuitos para resgate a cada semana.

Interface da Epic Games Store (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

PlayStation Network (PSN)

PlayStation Network é a gaming platform para donos de consoles PlayStation. O ecossistema dá acesso diversos a serviços como PS Store (para adquirir e gerenciar jogos) e PS Plus (para jogar online e acessar catálogos exclusivos).

Interface da PlayStation Store no navegador (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Xbox

A plataforma Xbox consiste em um ecossistema de jogos digitais disponível para consoles Xbox, computadores e celulares. Além da ampla compatibilidade, a plataforma se destaca pelo serviço de assinatura com catálogos exclusivos (Xbox Game Pass) e pelo serviço de jogos que rodam via nuvem (xCloud).

Interface da plataforma Xbox no PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Nintendo eShop

Nintendo eShop é a loja de jogos e DLCs do ecossistema Nintendo. Além da oferta de games, a plataforma também permite atualizações de títulos, gerenciamento dos jogos e acesso ao Nintendo Switch Online para jogatinas online.

Interface da Nintendo eShop (Imagem: Reprodução/Nintendo)

Google Play Games

Google Play Games é uma plataforma de jogos disponível para dispositivos móveis Android e PC. O ecossistema é baseado na sua Conta Google usada no Google Play Store, oferece catálogo de games, além de jogos que podem rodar sem a necessidade de download ou instalação.

Interface do Google Play Games no PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

GOG

Good Old Games (popularmente chamada de GOG) é uma plataforma de games para computadores. O ambiente digital não é tão popular quanto Steam ou Epic Games, mas traz um catálogo de jogos clássicos até os mais recentes.

Interface da plataforma GOG (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como funcionam as plataformas de jogos

As plataformas de jogos online funcionam como hubs personalizados para cada jogador. Para iniciar a sessão, é preciso criar uma conta (gratuita) na plataforma: a criação de um perfil validará o acesso no ecossistema, e permitirá vinculações de jogos adquiridos, serviços assinados, conquistas desbloqueadas e salvamentos.

Depois que você fizer login com sua conta, terá acesso aos catálogos de jogos e conteúdos extras à venda. Todos os conteúdos serão disponibilizados em sua biblioteca de games, cuja seção permitirá a instalação e inicialização dos jogos.

As plataformas de jogos para PC não precisam de nenhum pacote de serviços para jogar online: depois de adquirir e instalar o game, basta inicializá-lo. Contudo, as plataformas de consoles exigem assinaturas pagas (como PlayStation Plus, Xbox Game Pass ou Nintendo Switch Online) para jogatinas online.

É possível comprar ou resgatar conteúdos, acessar a biblioteca de jogos, inicializar games, adicionar amizades, entrar em tópicos de discussão diretamente pelas plataformas. Mas recursos como jogos via nuvem e catálogos rotativos exclusivos só ficam disponíveis mediante assinatura paga.

Vale destacar que você poderá acessar sua conta e catálogo de jogos por qualquer navegador. Porém, só será possível jogar pelo app nos dispositivos correspondentes (exemplo: jogar via Steam pelo PC ou Steam Deck; jogar via PSN em um PlayStation, jogar via Xbox em um Xbox ou PC; e assim por diante).

Quais são os tipos de plataformas de jogos?

As plataformas para jogos podem ser classificadas de acordo com o dispositivo usado para as jogatinas, já que não existe uma tipificação oficial. Nesse contexto, é possível dizer existem os seguintes tipos de gaming platforms:

Plataformas de jogos para PC: plataformas voltadas para notebooks, PCs ou PCs gamer, a exemplo de Steam, Epic Games Store e GOG.

Plataformas de jogos para console: plataformas específicas de consoles de videogame, como PlayStation Now e Nintendo eShop.

Plataformas de jogos híbridas: plataformas para jogar disponíveis em diferentes dispositivos (PC, console e smartphone), como o hub Xbox.

Além desse tipo de classificação, também é possível enquadrar as plataformas de jogos com base em como elas rodam os games: a maioria delas exige instalação do título no dispositivo, mas existem plataformas como a GeForce Now que rodam os games diretamente da nuvem ao simular uma máquina virtual com hardware gamer.

Posso usar mais de uma plataforma de games?

Sim. Como existem diferentes plataformas de games com catálogos de jogos distintos, há casos em que você só vai conseguir comprar e jogar títulos em plataformas específicas (como o que acontece com serviços de streaming). Logo, você não só pode, como talvez precise ter contas em diferentes serviços.

Mas é importante destacar que as plataformas de games são independentes e geridas por diferentes empresas: você pode usar quantas plataformas quiser, mas terá de criar uma conta para cada serviço.

Qual é a diferença entre plataforma de jogos e jogos de plataforma?

Plataformas de jogos são hubs que reúnem lojas e bibliotecas de jogos, além de serviços para games online. Atualmente, as plataformas de jogos funcionam como vitrines para que as desenvolvedoras e publicadoras de jogos disponibilizem seus conteúdos para o público.

Já jogos de plataforma consistem em um gênero de videogames que mescla ação com aventura. O gênero envolve jogos em que o player precisa saltar entre plataformas, desviar de obstáculos e abater inimigos. Super Mario Bros, Donkey Kong e Hollow Knight são exemplos de jogos de plataforma.
O que são plataformas de jogos? Conheça as principais lojas de videogames

O que são plataformas de jogos? Conheça as principais lojas de videogames
Fonte: Tecnoblog

Moto G75 (256 GB) tem menor preço que já vimos com 48% OFF na Amazon

Moto G75 (256 GB) tem menor preço que já vimos com 48% OFF na Amazon

Motorola Moto G75
R$ 1.198,09

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Prós

Tela com taxa de atualização de 120 Hz
Chip Qualcomm com RAM de 8 GB
Câmera de 50 MP com OIS

Contras

Tecnologia LCD inferior ao OLED
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PIX
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O Moto G75 de 256 GB está saindo por apenas R$ 1.198 no Pix com o cupom AMAZON100OFF. A oferta traz um desconto de 48% sobre o preço de lançamento (R$ 2.299). E o celular da Motorola se destaca pelo desempenho com RAM de 8 GB e processador da Qualcomm, e pela durabilidade garantida.

Moto G75 tem RAM de 8 GB e Snapdragon 6 Gen 3

Aparelho tem versões em preto, azul e cinza (Imagem: Divulgação / Motorola)

O Moto G75 traz o processador Snapdragon 6 Gen 3 com litografia de 4 nm e oito núcleos, que trabalha em conjunto com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento UFS 2.2. Esse conjunto é suficiente para rodar aplicativos pesados, redes sociais, jogos intermediários e multitarefa sem engasgos.

No quesito durabilidade, diferentemente de outros celulares da Motorola, o G75 promete cinco anos de atualizações do sistema operacional, chegando até o Android 19. Ainda nesse ponto, certificação IP68 e o padrão militar MIL-STD-810H trazem mais resistência a água, poeira, quedas e outras intempéries.

A tela de 6,78 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz entrega navegação fluida e melhor visualização em jogos e vídeos. O painel LCD tem brilho de até 1.000 nits no modo HBM, o que facilita a leitura sob luz forte. A resolução Full HD+ mantém a boa definição de imagem.

A câmera principal tem sensor de 50 MP com estabilização óptica, auxiliada por uma ultrawide de 8 MP com 119° de ângulo. A gravação em 4K a 30 fps está disponível tanto na câmera traseira quanto na frontal de 16 MP. A bateria tem 5.000 mAh com carregamento rápido de 30 W e suporte a recarga sem fio de 15 W.

Com tudo isso, o Moto G75 (256 GB) aparece como uma excelente opção de celular custo-benefício. Especialmente em ofertas como essa, em que ele sai por apenas R$ 1.198 no Pix com o cupom AMAZON100OFF. Sendo o maior desconto já divulgado por ele na editoria Achados.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Moto G75 (256 GB) tem menor preço que já vimos com 48% OFF na Amazon

Moto G75 (256 GB) tem menor preço que já vimos com 48% OFF na Amazon
Fonte: Tecnoblog

Reddit processa Perplexity por roubo de dados para IA

Reddit processa Perplexity por roubo de dados para IA

Reddit acusa Perplexity de roubo de dados (imagem: Brett Jordan/Unsplash)

Resumo

Reddit processou a Perplexity e outras três empresas por suposto roubo de dados e violação de direitos autorais e termos de serviço.
Um post “fantasma” criado pelo Reddit apareceu na Perplexity, servindo como prova de uso indevido de conteúdo.
A empresa pede indenização e proibição permanente do uso de seus dados pelas rés.

O Reddit abriu um processo judicial contra a conhecida startup de inteligência artificial Perplexity por suposto roubo de dados em escala industrial. Além dela, a ação também mira a SerpApi, a Oxylabs e a AWMProxy – as duas últimas são da Lituânia e da Rússia.

Segundo a acusação, detalhada pelo The New Tork Times, essas três empresas operaram coletando ilegalmente dados do Reddit não diretamente, mas ao extrair o conteúdo dos resultados de busca do Google. Esse material seria revendido para alimentar modelos de IA de empresas como a Perplexity.

A alegação é de que as empresas violaram as leis de direitos autorais e os termos de serviço da plataforma ao praticar a raspagem de dados (data scraping) sem autorização.

Reddit criou armadilha

Para provar a violação, o Reddit preparou um post de teste “fantasma”, visível apenas para os robôs de indexação do Google e inacessível de qualquer outra forma. Em poucas horas, o conteúdo desse post teria aparecido nos resultados de busca da Perplexity.

Segundo a ação, essa é a prova de que a startup de IA está usando o Google como um atalho para acessar e exibir o conteúdo do Reddit sem permissão.

O processo alega ainda que o Reddit já havia enviado uma notificação formal para a Perplexity no passado, exigindo que a startup parasse a raspagem dos dados. A companhia teria concordado, mas o Reddit afirma que as citações ao seu conteúdo na ferramenta de IA “saltaram quarenta vezes” desde então.

Em comunicado enviado à Bloomberg, o diretor jurídico do Reddit, Ben Lee, afirma que as empresas de IA “estão presas a uma corrida armamentista por conteúdo humano de qualidade”, e que essa pressão “alimentou uma economia de ‘lavagem de dados’ em escala industrial.”

Vale lembrar que essa não é a primeira vez que a Perplexity é envolvida em polêmica sobre uso indevido de dados. Em agosto desse ano, a Cloudflare acusou a companhia de ignorar instruções do arquivo robots.txt e extrair ilegalmente o conteúdo de sites. Em 2024, a Amazon teve que intervir após acusações de que a startup estaria usando os servidores dela para plagiar matérias de veículos como Wired e Forbes.

Reddit quer indenização

Processo pede por indenização e proibição permanente de uso dos dados (imagem: reprodução/Shutterstock)

O Reddit, que já possui acordos de licenciamento milionários com o Google e a OpenAI, pede à Justiça uma indenização financeira e uma ordem judicial que proíba permanentemente as empresas de usarem seus dados.

Procurada pela imprensa, a Perplexity afirmou que ainda não havia recebido o processo, mas que “sempre lutará vigorosamente pelos direitos dos usuários de acessar livremente o conhecimento público”. O Reddit também processou a Anthropic, outra gigante da IA, em junho por motivos semelhantes.

O Google, que não está sendo processado, afirmou ao NYT que respeita as diretrizes de sites, mas que, “infelizmente, há um monte de scrapers furtivos que não o fazem”. As outras duas empresas processadas, SerpApi e Oxylabs, não responderam aos pedidos de comentário da imprensa norte-americana, enquanto a AWMProxy, sediada na Rússia, não foi localizada.

Reddit processa Perplexity por roubo de dados para IA

Reddit processa Perplexity por roubo de dados para IA
Fonte: Tecnoblog

Meta demite 600 funcionários de divisão de inteligência artificial

Meta demite 600 funcionários de divisão de inteligência artificial

Meta quer “mais agilidade” após CEO Mark Zuckerberg expressar preocupação (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Meta demitiu 600 funcionários da divisão de inteligência artificial em reestruturação para reduzir burocracia e aumentar eficiência.
A mudança foi motivada por preocupações de Mark Zuckerberg com o ritmo dos avanços em IA.
Apesar das demissões, a Meta segue contratando para o TBD Lab, nova divisão do laboratório, e tenta atrair mais talentos da OpenAI e do Google.

A Meta demitiu pelo menos 600 funcionários do seu recém-formado laboratório de “superinteligência artificial”. A medida faz parte de uma reestruturação interna que, segundo um memorando do diretor de IA da empresa, Alexandr Wang, visa reduzir a burocracia e aumentar a eficiência da divisão.

O anúncio foi feito internamente por Wang em comunicado aos funcionários. As informações são do portal Axios, mas foram confirmadas pela Meta ao TechCrunch. A reorganização busca criar uma operação “mais ágil” no setor.

O laboratório foi criado em junho deste ano para desenvolver uma inteligência artificial geral (AGI) e avançar na briga pelo mercado de IA, hoje dominado por outras empresas. Desde então, a Meta gastou bilhões de dólares em contratações e investimentos.

Meta está mudando sua estratégia de IA?

No memorando interno, Wang justificou a reestruturação como um movimento para otimizar processos e acelerar a tomada de decisões. “Ao reduzir o tamanho da nossa equipe, menos conversas serão necessárias para tomar uma decisão, e cada pessoa terá mais responsabilidade e mais escopo e impacto”, escreveu o executivo.

Os cortes, que afetam uma fração das milhares de funções dentro da divisão de superinteligência, atingem especificamente as unidades de pesquisa FAIR AI, equipes de IA relacionadas a produtos e a área de infraestrutura de IA.

Diretor de IA, Alexandr Wang, justifica cortes como forma de reduzir burocracia (imagem: reprodução/Dlabrot)

A Meta declarou ainda que incentiva ativamente os funcionários impactados a se candidatarem a outras vagas disponíveis internamente. “Este é um grupo talentoso de indivíduos, e precisamos de suas habilidades em outras áreas da empresa”, afirma Wang no comunicado.

A decisão está alinhada com a filosofia recente da Meta, definida pelo CEO Mark Zuckerberg como o “ano da eficiência”. Esta diretriz, implementada no último ano, resultou em rodadas anteriores de demissões em massa e uma reavaliação geral dos projetos e estrutura de custos da empresa. Na época, Zuckerberg declarou a preferência por uma organização “mais enxuta”.

A reestruturação atual, no entanto, é apresentada mais como um realinhamento estratégico. Fontes internas, conforme relatado pela Axios, indicam que Zuckerberg expressou preocupação há alguns meses sobre o ritmo dos avanços da divisão de IA. A avaliação era que os esforços existentes não estavam gerando as “melhorias de desempenho” ou os “avanços necessários” na velocidade desejada.

Essa percepção teria sido o motivo para a reorganização, que incluiu não apenas os cortes anunciados, mas também o investimento anterior de US$ 15 bilhões de dólares (cerca de R$ 81 bilhões) na Scale AI e a própria contratação de Alexandr Wang para liderar a divisão. O objetivo principal seria, portanto, focar recursos em áreas consideradas de maior potencial e remover gargalos operacionais.

Apesar dos cortes, Wang expressou confiança no futuro da divisão em seu comunicado. “Estou realmente animado com os modelos que estamos treinando, nossos planos de computação e os produtos que estamos construindo, e estou confiante em nosso caminho para construir a superinteligência”, concluiu.

Cortes ocorrem após contratações milionárias

Meta segue contratando talentos de rivais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Embora esteja dispensando centenas de profissionais de IA, a Meta investiu agressivamente na contratação de talentos. A divisão recém-formada, conhecida internamente como TBD Lab, não foi afetada pelos cortes e, segundo fontes, continua recrutando ativamente no mercado.

Este novo laboratório tem atraído profissionais de concorrentes diretos. Recentemente, a Meta contratou Ananya Kumar, uma cientista pesquisadora vinda da OpenAI. Antes disso, Andrew Tulloch, cofundador da Thinking Machines, também se juntou à empresa para integrar o TBD Lab.

Estas contratações se somam a um esforço mais amplo da Meta durante o último ano para atrair especialistas em IA. A empresa conseguiu recrutar mais de 50 pesquisadores de concorrentes como Google e OpenAI, oferecendo pacotes salariais que, em alguns casos, atingiram valores multimilionários. Alguns, no entanto, abandonaram a Meta.
Meta demite 600 funcionários de divisão de inteligência artificial

Meta demite 600 funcionários de divisão de inteligência artificial
Fonte: Tecnoblog