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O que é Ethereum? Conheça a história da plataforma blockchain descentralizada

O que é Ethereum? Conheça a história da plataforma blockchain descentralizada

Vitalik Buterin, cofundador do Ether e da rede Ethereum (Imagem: TechCrunch/ Flickr)

Ethereum é uma plataforma proposta por Vitalik Buterin e desenvolvida com outros cofundadores, que utiliza o Ether (ETH) para pagar taxas de execução e participar da validação da rede por meio de contratos inteligentes e aplicações descentralizadas.

Lançada em 2015, a rede é utilizada por desenvolvedores em todo o mundo e passou por eventos importantes que influenciaram sua evolução, sendo baseada no mecanismo de consenso Proof of Stake (PoS).

A Ethereum executa programas na Ethereum Virtual Machine (EVM), replicada em vários nós para garantir integridade. Contratos inteligentes são códigos executados pela EVM, com taxas pagas em Ether (gas). Nesse modelo, validadores utilizam ETH para validar transações e recebem recompensas.

A seguir, entenda a origem da rede descentralizada, seu funcionamento e suas principais aplicações na web.

ÍndiceO que é Ethereum?O que significa Ethereum?Para que serve a Ethereum?Qual é a história da Ethereum?Quem é o dono da Ethereum?Como funciona a Ethereum?A Ethereum é segura?Qual é a diferença entre Ethereum e Ether?Qual é a diferença entre Ethereum e Bitcoin?

O que é Ethereum?

Ethereum é uma blockchain descentralizada, de código aberto e que permite o desenvolvimento e a execução de aplicativos descentralizados (dApps) e a elaboração de contratos inteligentes (smart contracts).

A rede foi desenvolvida em 2015 por Vitalik Buterin, desenvolvedor de software russo-canadense, e tem o Ether (ETH) como criptomoeda nativa.

O que significa Ethereum?

Ethereum deriva da palavra “Éter”, termo da ficção científica para um elemento hipotético que preenche o universo e permite a propagação da luz. Esse conceito também serviu de base para o nome da criptomoeda nativa da plataforma, o Ether (ETH).

Vitalik Buterin adotou o nome inspirado em conceitos científicos, com o objetivo de desenvolver uma rede “invisível”, mas onipresente, de soluções descentralizadas.

Para que serve a Ethereum?

A Ethereum oferece infraestrutura para o desenvolvimento de soluções digitais descentralizadas. A plataforma possibilita a criação de contratos inteligentes, aplicativos descentralizados e serviços financeiros (DeFi), sem intermediários, como bancos.

As transações e execuções de contratos são validadas por uma rede distribuída de participantes, por meio de mecanismos de consenso. Além disso, muitos desenvolvedores usam a plataforma para criar novas ferramentas descentralizadas, sem a necessidade de um governo ou empresa para gerenciar esses recursos.

A criptomoeda nativa da Ethereum é usada para o pagamento de taxas de transação e para a validação dos serviços da rede.

Qual é a história da Ethereum?

A história da Ethereum tem início em 2013, quando Vitalik Buterin decidiu criar uma blockchain que aceitasse linguagens de programação para executar contratos inteligentes, publicando o whitepaper “Ethereum: A Next-Generation Smart Contract and Decentralized Application Platform”.

O projeto de desenvolvimento foi financiado a partir da venda antecipada de tokens Ether, arrecadando US$ 18,3 milhões, tendo uma equipe composta por Buterin e mais sete fundadores.

A Ethereum foi lançada oficialmente em 30 de julho de 2015 (versão Frontier), já permitindo a criação de contratos inteligentes e a mineração de blocos via Proof of Work (PoW).

Ether é a segunda criptomoeda mais usada no mundo (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Em 2016, a plataforma recebeu a primeira grande atualização, e também foi quando ocorreu o primeiro grande incidente: um ataque explorou uma vulnerabilidade no código do contrato inteligente da organização “The DAO”, resultando no desvio de US$ 150 milhões em Ether.

O fato foi responsável pela divisão da rede Ethereum em duas: Ethereum Classic (ETC) e Ethereum (ETH), já que parte da comunidade de desenvolvedores decidiu reverter a transação do invasor, o que desagradou uma minoria.

O Ethereum foi validado como uma grande plataforma de lançamento de ativos digitais em 2017, com a chegada do padrão de token ERC-20. Diversas empresas criaram seus próprios tokens com a plataforma, gerando uma onda de oferta de ativos e sobrecarregando a rede.

Os anos seguintes foram direcionados para a transição de Proof of Work para Proof of Stake, substituindo a mineração pela custódia desses ativos como prova de consenso. Em 2022, inclusive, a Ethereum fundiu-se com a Beacon Chain, evento conhecido como “The Merge”, que eliminou a mineração e reduziu o consumo de energia.

Anúncio sobre Beacon Chain divulgado pela Ethereum (Imagem: Reprodução/Ethereum)

Além disso, a introdução da atualização EIP-1559, em 2021, mudou a estrutura das taxas, passando a destruir uma parte do Ether pago em cada transação, diminuindo a oferta e aumentando a escassez do ativo.

Quem é o dono da Ethereum?

A Ethereum é uma plataforma descentralizada, sendo gerida por uma comunidade de desenvolvedores, mineradores e validadores de transações — apesar de ter sido criada e desenvolvida por Vitalik Buterin.

A rede é apoiada pela Ethereum Foundation (EF), com sede na Suíça. A organização sem fins lucrativos financia pesquisas, coordena atualizações e organiza conferências. Porém, todas as mudanças realizadas na Ethereum são aprovadas apenas a partir de um consenso da comunidade.

Buterin ainda é uma figura central no desenvolvimento da rede, mas, apesar de ser influente, não possui o controle sobre o código-fonte e autoridade para decisões na plataforma.

Como funciona a Ethereum?

O funcionamento da Ethereum se baseia na execução de programas em uma máquina virtual, conhecida como Ethereum Virtual Machine (EVM).

A EVM é um ambiente replicado por uma série de computadores em todo o mundo, e cada um desses “nós” executa os códigos enviados para a rede de forma idêntica, garantindo a integridade dos dados.

Os chamados “contratos inteligentes” são esses códigos executados pela EVM. A máquina virtual interpreta e executa as instruções do contrato, consumindo uma quantidade específica de “gas” (taxa).

O usuário deve pagar essa taxa usando a criptomoeda nativa da plataforma, o Ether (ETH), que serve como um incentivo para manter a integridade da rede.

Representação sobre o Ether, criptomoeda nativa da rede Ethereum (Imagem: Moose Photos/Pexels)

Ao usar o conceito de Proof of Stake, os validadores usam seu próprio Ether para processar as transações dos usuários, recebendo recompensas. Caso alguém tente manipular a máquina virtual, o próprio protocolo pode penalizar parte do Ether em caso de comportamento malicioso.

Assim que os validadores concordam com a execução de determinado código na EVM, e com o pagamento das taxas sendo realizado, a rede grava os dados permanentemente para definir que todas as etapas foram cumpridas corretamente.

A Ethereum é segura?

A Ethereum usa criptografia assimétrica e descentralização para garantir a segurança das transações. Para que criminosos consigam comprometer toda a rede, é necessário que eles controlem mais de 50% do Ether em stake na rede, o que se torna uma tarefa inviável financeiramente.

Isso torna a rede Ethereum segura. No entanto, a segurança de contratos inteligentes depende da qualidade do código escrito pelos desenvolvedores. Usar a Ethereum para executar softwares com vulnerabilidades não garante que o aplicativo seja seguro.

Além disso, o Ether pode ser utilizado como reserva de valor, mas está sujeito à volatilidade — como todo ativo financeiro.

Qual é a diferença entre Ethereum e Ether?

Ethereum é uma plataforma descentralizada com um conjunto de regras, tecnologias e computadores interconectados para validar transações.

A rede é uma blockchain programável que permite a criação de aplicativos descentralizados e contratos inteligentes, a partir de uma máquina virtual (EVM) e protocolos de consenso (PoS).

Já o Ether é a criptomoeda nativa da rede Ethereum — que muitas vezes é confundida com o próprio nome da rede.

A moeda serve como pagamento em transações e na execução de contratos inteligentes na plataforma descentralizada, além da possibilidade de ser adquirida como um ativo digital em corretoras de criptomoedas (exchanges).

Qual é a diferença entre Ethereum e Bitcoin?

A Ethereum é uma plataforma que tem como objetivo executar contratos inteligentes e aplicações. Foi desenvolvida para a programação de soluções digitais descentralizadas e usa o Ether como criptomoeda principal para validar transações.

Já o Bitcoin é uma moeda digital descentralizada que funciona via peer-to-peer (P2P). O ativo tem como principal objetivo oferecer uma reserva de valor e foca na segurança das transações, validadas por mineradores.

A plataforma é mantida por meio do Proof of Work, no qual esses mineradores utilizam poder computacional para resolver problemas matemáticos e validar os blocos.

Ao contrário do Ethereum, cujo criador é conhecido (Vitalik Buterin), o Bitcoin foi criado por uma entidade anônima conhecida como Satoshi Nakamoto.
O que é Ethereum? Conheça a história da plataforma blockchain descentralizada

O que é Ethereum? Conheça a história da plataforma blockchain descentralizada
Fonte: Tecnoblog

OneXPlayer X2 Mini revela especificações com tela OLED de 144Hz e chip da AMD

OneXPlayer X2 Mini revela especificações com tela OLED de 144Hz e chip da AMD

A fabricante chinesa OneXPlayer revelou um teaser do seu novo console portátil. Trata-se do modelo X2 Mini, que chegará equipado com tela de maior qualidade e processador da série Ryzen com suporte a recursos de inteligência artificial. O dispositivo ainda não tem data de lançamento confirmada.

OneXPlayer X2 Mini aposta em chip com IA para desafiar rivais no mercado portátil

De modo geral, a prévia mostra o modelo como a próxima aposta da empresa para o segmento premium de dispositivos portáteis. Com isso, ele deve chegar ao mercado como um concorrente direto de modelos como o Legion Go 2, da Lenovo. Em outras palavras, a companhia mira no alto desempenho entre os PCs gamers super compactos.O poder do chip Strix Halo: Ryzen AI Max 395 no portátil

Um dos pontos que se sabe sobre esse equipamento até então é que ele deve ser equipado com o chip AMD Ryzen Max+ 395, com arquitetura Strix Halo. Trata-se de um componente que combina a tecnologia Zen 5 com um modelo de GPU integrada Radeon avançada e NPU dedicada para IA.Clique aqui para ler mais

OneXPlayer X2 Mini revela especificações com tela OLED de 144Hz e chip da AMD
Fonte: Tudocelular

Redmi Note 14 4G: tela AMOLED, 8GB de RAM e preço imperdível na Amazon

Redmi Note 14 4G: tela AMOLED, 8GB de RAM e preço imperdível na Amazon

Lançado no primeiro semestre de 2025, o Redmi Note 14 é uma interessante opção para quem precisa comprar um celular novo, mas não pode dispor de muito recurso para isso.

Com um visual elegante, a variante 4G entrou em oferta na Amazon e agora, como uma excelente oportunidade, pode ser adquirida por R$ 1.157 à vista, ou parcelado em 15x no cartão da loja, ou também até 12x nos demais cartões. Smartphone Xiaomi Redmi Note 14 Ocean Blue (Azul) 8GB RAM 256GB ROM
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R$1.157 Ver Oferta

Sobre o Redmi Note 14Com um design característico da marca, o Redmi Note 14 conta com especificações bastante interessantes para um celular da sua categoria, trazendo tela de qualidade, processador potente, bastante memória RAM e bateria acima da média.O Redmi Note 14 está disponível na Mercadolivre por R$ 970. O custo-benefício é ótimo e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. Para ver as outras 39 ofertas clique aqui. (atualizado em 14 de April de 2026, às 11:04)Clique aqui para ler mais

Redmi Note 14 4G: tela AMOLED, 8GB de RAM e preço imperdível na Amazon
Fonte: Tudocelular

Alienware AW2726DM: novo monitor gamer QD-OLED chega ao Brasil com tela QHD de 240 Hz

Alienware AW2726DM: novo monitor gamer QD-OLED chega ao Brasil com tela QHD de 240 Hz

A Dell lançou no Brasil nesta terça-feira (14) o monitor gamer Alienware AW2726DM, nova geração do modelo com tela de 27 polegadas da gigante. Além de um novo design e da adoção de um painel QD-OLED, o dispositivo promete se destacar pela resolução Quad HD, alta taxa de atualização, precisão de cores elevada e um preço mais competitivo.O grande chamariz do equipamento é o uso de painel QD-OLED com resolução QHD de 2560 x 1440 pixels — a geração anterior, o AW2725DM, ainda apostava em um display IPS LCD. Com isso, a novidade entrega “contraste infinito” e pretos profundos, além de oferecer alta precisão de cores com 99% de cobertura da gama DCI-P3.

A solução proporciona ainda alta fluidez, com taxa de atualização de 240 Hz, e tempo de resposta veloz com 0,03 ms, característica comum desse tipo de tela que praticamente elimina os borrões de movimento. Mais do que isso, há taxa variável (VRR) com AMD FreeSync Premium para evitar quebras dos quadros.Clique aqui para ler mais

Alienware AW2726DM: novo monitor gamer QD-OLED chega ao Brasil com tela QHD de 240 Hz
Fonte: Tudocelular

Modo turbo: Windows 11 ganha nova opção de configuração inicial mais rápida

Modo turbo: Windows 11 ganha nova opção de configuração inicial mais rápida

A configuração inicial do Windows 11 pode ser tediosa na maioria das vezes, pois a Microsoft obriga os usuários a fazer login com uma conta online (criar uma se não tiver) e baixar todas as atualizações do sistema antes de poder usar o computador. Isto está mudando a partir de hoje com o novo “modo turbo” para esta etapa.Conforme relatado pelo usuário @ariaupdated no X, a Microsoft adicionou um novo botão na tela de atualizações na configuração inicial do Windows 11. Embora seja discreto, ele permite que você pule o download e instalação delas para acelerar o processo, reduzindo a espera em até 30 minutos dependendo do computador.
🚀 *new feature alert*

New #Windows11 devices now give you the option to immediately skip updates during device setup – giving you the option of landing on the desktop faster or getting updates right away to land fully setup and ready to go. #UpdateControl #WindowsUpdate pic.twitter.com/c7PlsQmhTTClique aqui para ler mais

Modo turbo: Windows 11 ganha nova opção de configuração inicial mais rápida
Fonte: Tudocelular

Seiko lança relógio Ushio 300 Diver com precisão absurda e design compacto

Seiko lança relógio Ushio 300 Diver com precisão absurda e design compacto

A Seiko apresentou um novo relógio que combina alta precisão com um design mais compacto do que o habitual. Ele chega com uma proposta que mistura inovação e foco em desempenho, atraindo tanto entusiastas quanto colecionadores exigentes.

Trata-se do novo Spring Drive U.F.A Ushio 300 Diver marca a evolução da linha de mergulho da marca. O acessório foi apresentado durante o Watches and Wonders 2026, reforçando a tendência de dispositivos mais discretos sem abrir mão de robustez.

Clique aqui para ler mais

Seiko lança relógio Ushio 300 Diver com precisão absurda e design compacto
Fonte: Tudocelular

Galaxy S25 (256 GB) recebe 52% de desconto com cupom no Magalu

Galaxy S25 (256 GB) recebe 52% de desconto com cupom no Magalu

Galaxy S25 5G 256 GB
R$ 3.629,00

R$ 7.499,0052% OFF

Prós

Snapdragon 8 Elite e 12 GB de memória RAM
Câmera principal de 50 MP com vídeos em 8K
Tela AMOLED Dinâmico com brilho de até 2.600 nits
Atualizações garantidas até o sistema Android 22

Contras

Bateria limitada a 4.000 mAh de capacidade
Carregamento com fio de 25 W

PIX
Cupom

LU300
R$ 3.629,00  Magazine Luiza

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O Galaxy S25 Plus de 256 GB está em oferta por R$ 3.629 no Pix com cupom ALO10 no Megazine Luiza, um abatimento de 52% sobre o valor de lançamento de R$ 7.499.

O celular da Samsung é equipado com chip Snapdragon de ponta, tela AMOLED com taxa de 120 Hz e 12 GB de RAM.

Galaxy S25 traz chip Snapdragon e tela AMOLED de 120 Hz

O Galaxy S25 traz um painel LTPO AMOLED Dinâmico 2X de 6,2 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 2.600 nits, capaz de reproduzir cores vivas e que entrega visibilidade sob luz forte e fluidez na rolagem. O revestimento do vidro Gorilla Glass 2 protege o display contra arranhões e quedas.

No desempenho, o chip Qualcomm Snapdragon 8 Elite de 3 nanômetros e os 12 GB de RAM oferecem alta performance em multitarefa, apps e games mais pesados. Enquanto os 256 GB de armazenamento trazem um espaço interno adequado para guardar fotos, vídeos e arquivos.

Seu corpo de alumínio Armor 2 conta com o revestimento do vidro Gorilla Glass 2 na traseira, auxiliando na proteção contra riscos e arranhões. E é reforçado pela certificação IP68, conferindo ao celular resistência contra poeira e mergulhos de até 1,5 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Galaxy S25 Plus conta com câmera wide de 50 MP e ultrawide de 12 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

As câmeras do Galaxy S25 são quase iguais às presentes no novo Galaxy S26: há uma wide de 50 MP com OIS e uma ultrawide de 12 MP, para capturas com grande campo de visão, e uma telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x para aproximações. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade e grava vídeos em 4K a 60 fps.

Este celular é compatível com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC para pagamentos por aproximação. Sua bateria de 4.000 mAh tem autonomia de até 29 horas de reprodução de vídeo segundo a Samsung, é compatível com carregamento rápido de 25 W via cabo USB-C e de 15 W sem fio.

O Galaxy S25 Plus (256 GB), que foi atualizado para o Android 16 e é elegível a mais seis updates do sistema operacional, sai por R$ 3.629 no Pix com cupom ALO10 no Megazine Luiza. A oferta representa um desconto de 52% frente ao preço original de um smartphone premium que ainda vale a pena, mesmo após a chegada da nova geração.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Galaxy S25 (256 GB) recebe 52% de desconto com cupom no Magalu

Galaxy S25 (256 GB) recebe 52% de desconto com cupom no Magalu
Fonte: Tecnoblog

Ainda dá tempo: iPhone 17 Pro Max (512 GB) na melhor oferta que vimos no Magalu

Ainda dá tempo: iPhone 17 Pro Max (512 GB) na melhor oferta que vimos no Magalu

iPhone 17 Pro Max 512 GB
R$ 11.339,20

R$ 13.999,0019% OFF

Prós

Ganhou novo visual
Câmera frontal Center Stage de 18 MP
Tela com 120 Hz e brilho de até 3.000 nits
Processador promete maior desempenho
Carregamento com fio de 40 W

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Sem suporte ao modo Noite e modo Retrato em conjunto

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Cupom

ALO10
R$ 11.339,20  Magazine Luiza

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O iPhone 17 Pro Max de 512 GB está em oferta por R$ 11.339 no Pix com cupom ALO10 no Magazine Luiza, um desconto de 19% em comparação ao valor de lançamento de R$ 13.999.

O celular premium da Apple conta com uma tela OLED de 6,9″ e ProMotion de 120 Hz, câmeras de 48 MP e o chip A19 Pro de alta performance.

iPhone 17 Pro Max tem chip A19 Pro e tela OLED de 120 Hz

Lançado em 2025, o iPhone 17 Pro Max é o atual celular de ponta da Apple. Seu chip A19 Pro de 3 nanômetros e os 12 GB de RAM oferecem 40% mais poder de processamento que a geração anterior, e fazem deste o smartphone mais poderoso do mercado segundo a fabricante, sem paralelos entre a concorrência.

Seus 512 GB de armazenamento oferecem amplo espaço interno para guardar uma grande quantidade de vídeos, arquivos, projetos e fotos, além de suportar a instalação de vários apps e games, mesmo os mais pesados e exigentes.

O painel Super Retina XDR OLED de 6,9 polegadas traz ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, que entrega cores vivas, rolagem fluida e visibilidade mesmo sob luz forte do sol. O revestimento do vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra riscos e arranhões.

Tela do iPhone 17 Pro Max tem ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ainda dentro do quesito durabilidade, o corpo de alumínio do iPhone 17 Pro Max recebe o Ceramic Shield na traseira. Assim como o reforço da certificação IP68, que confere resistência contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

O smartphone conversa com redess 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria tem autonomia de até 37 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, é compatível com MagSafe e suporta carregamento rápido de 40 W via cabo USB-C.

O design atualizado do celular acomoda o trio principal de câmeras, todas de 48 MP e que gravam vídeos em 4K a 120 fps: uma wide com OIS e uma ultrawide, voltadas à captura de cenas com ângulo de até 120º e maior enquadramento, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações.

iPhone 17 Pro Max conta com câmeras wide, ultrawide e telefoto de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 17 Pro Max (512 GB) roda iOS 26 e é elegível a pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular premium topo de linha da Apple está em promoção por R$ 11.339 no Pix com cupom ALO10 no Magazine Luiza, um abatimento de 19% sobre o preço original.
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Ainda dá tempo: iPhone 17 Pro Max (512 GB) na melhor oferta que vimos no Magalu
Fonte: Tecnoblog

O que é HTTPS? Entenda por que o protocolo é mais seguro que o HTTP

O que é HTTPS? Entenda por que o protocolo é mais seguro que o HTTP

Tecnoblog usa HTTPS para criptografar o tráfego de dados entre cliente e servidor (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

O HTTPS é uma camada de segurança adicionada ao HTTP, essencial para a comunicação cliente-servidor na web.

Com o protocolo, as informações compartilhadas entre navegador e servidor são criptografadas, garantindo que seus dados não sejam interceptados ao fazer um login ou cadastro em uma página web, por exemplo.

Seu funcionamento se dá pelo uso de certificados digitais e dois tipos de criptografia: simétrica e assimétrica. No entanto, o uso do HTTPS não garante que uma página é segura, já que pessoas mal-intencionadas também podem utilizar o protocolo em sites falsos.

A seguir, entenda todo o funcionamento da criptografia usada no protocolo e por que ele é mais seguro que o tradicional HTTP.

ÍndiceO que é HTTPS?O que significa HTTPS?Para que serve o HTTPS?Como funciona o HTTPSComo saber se o site usa HTTPSPreciso ativar o HTTPS?Quais são as vantagens do HTTPS?Quais são as desvantagens do HTTPS?Qual é a diferença entre HTTPS e HTTP?Por que HTTPS não quer dizer “site seguro”

O que é HTTPS?

HTTPS é a extensão do HTTP que adiciona uma camada de criptografia para a transferência de dados na internet. O recurso usa as implementações TLS (Transport Layer Security) e SSL (Secure Sockets Layer) para criptografar a troca de informações entre cliente e servidor.

O que significa HTTPS?

HTTPS significa “Hypertext Transfer Protocol Secure“, ou “Protocolo de Transferência de Hipertexto Seguro”, em tradução para o português. Ou seja, uma camada extra de segurança para transferência de dados na web.

Para que serve o HTTPS?

O HTTPS serve para aumentar a segurança das informações transferidas entre um dispositivo e o servidor, principalmente ao acessar sites como bancos e provedores de e-mail, que exigem login e senha, e outros dados sensíveis.

Uma das funções do protocolo é criptografar essas informações para garantir a integridade dos dados. Ou seja, dificultar a interceptação e o acesso por um golpista ou criminoso.

O HTTPS é amplamente utilizado por sites da internet para transmitir confiança ao usuário, mas não garante que o site seja verdadeiro — já que um golpista pode adicionar o HTTPS em um site falso.

No fim, o protocolo garante que a transferência das informações seja criptografada, mas não que o destinatário final seja seguro.

Google removeu o cadeado do Chrome por passar uma ideia falsa de segurança (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Como funciona o HTTPS

O HTTPS funciona criptografando o conteúdo das solicitações feitas pelos clientes aos servidores. Enquanto o HTTP utiliza a porta 80, o HTTPS opera na porta TCP 443, introduzindo o TLS (Transport Layer Security) — responsável por essa criptografia das informações.

O protocolo precisa seguir um fluxo obrigatório para que a comunicação aconteça. Primeiramente, o cliente estabelece um contato com o servidor por uma conexão TCP. Em seguida, as duas partes definem quais algoritmos de segurança serão utilizados para criptografar as informações transferidas.

No momento em que o servidor fornece o certificado digital, o cliente verifica sua autenticidade e se realmente pertence ao domínio do site. Assim que tudo for verificado, usa-se a criptografia assimétrica para garantir uma troca de chaves segura e, em seguida, a criptografia simétrica para acelerar a transferência dos dados.

Dessa forma, as informações passam a ser criptografadas, podendo ser transferidas entre cliente e servidor. Como cada pacote de dados usa uma autenticação, caso ocorra uma alteração nos dados durante a transferência, o Código de Autenticação de Mensagem (MAC) descarta o pacote adulterado imediatamente.

Como saber se o site usa HTTPS

Você pode verificar se um site usa HTTPS analisando o endereço web, também conhecido como URL. Sites que utilizam o protocolo passam a ter seu início como “https://”. Exemplo: https://tecnoblog.net/.

Basta clicar ou tocar na barra de endereços do seu navegador web para conferir se o HTTPS está sendo usado no site. Outro sinal é a presença do ícone de cadeado, exibido pela maioria dos navegadores. Isso significa que o website usa certificados digitais para garantir a segurança na transferência de dados.

Preciso ativar o HTTPS?

Sim, o HTTPS é fundamental para sinalizar aos navegadores que seu site é capaz de criptografar as informações.

Outro fator importante é que a ativação do protocolo de segurança é recomendada para ajudar no cumprimento das exigências da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), principalmente se seu site possui formulários de cadastro ou a necessidade de login.

Para ativar o HTTPS, é necessário obter um certificado SSL/TLS, responsável por proteger as informações trocadas entre o site e o visitante.

O SSL foi um dos primeiros protocolos de segurança, criado pela Netscape nos anos 90. Já o TLS é o sucessor da tecnologia, sendo mais seguro que a versão original e que se tornou o padrão de uso na web.

Quais são as vantagens do HTTPS?

Usar o protocolo HTTPS oferece as seguintes vantagens:

Maior privacidade: o HTTPS usa criptografia para transferir seus dados, impedindo a leitura das informações durante a interceptação de pacotes por um criminoso. O protocolo garante que apenas o navegador e o servidor possuam as chaves para descriptografar o conteúdo;

Integridade dos dados: o HTTPS usa mecanismos de verificação de integridade das informações. Dessa forma, dados transferidos entre servidor e cliente se mantêm os mesmos. Caso uma informação seja alterada durante o trajeto, o navegador interrompe a conexão e avisa sobre uma possível violação;

Melhor desempenho: navegadores web funcionam melhor com os protocolos HTTP/2 e HTTP/3, por terem melhor desempenho. Assim, na prática, navegadores modernos exigem HTTPS para o uso desses protocolos;

Proteção contra ataques: o certificado SSL/TLS obrigatório para uso do HTTPS funciona como um autenticador digital, protegendo contra ataques do tipo Man-in-the-Middle, por exemplo.

Quais são as desvantagens do HTTPS?

Apesar dos benefícios oferecidos, o HTTPS traz alguns pontos negativos:

Falsa ideia de segurança: o protocolo HTTPS pode passar uma falsa ideia de que um site é seguro, já que ele apenas protege o trajeto da informação e não o destino final. Ou seja, um criminoso pode configurar o protocolo em um site falso para enganar os usuários;

Problemas de configuração: fazer a configuração do protocolo HTTPS pode ser burocrático para usuários pouco familiarizados com a parte técnica de um website. É necessário garantir que todos os links antigos em HTTP sejam redirecionados para os novos (HTTPS);

Custo de implementação: apesar de algumas soluções serem gratuitas, o custo de implementação do HTTPS pode ser maior em alguns casos, principalmente se você deseja uma segurança maior. Além disso, alguns certificados de autenticação expiram com o tempo, sendo necessário fazer a renovação para continuar tendo acesso ao recurso de segurança.

Qual é a diferença entre HTTPS e HTTP?

O HTTP é um protocolo que permite a comunicação entre cliente (navegador) e servidor (onde o site está hospedado). Essa interação é feita a partir de requisições e respostas: o cliente solicita os dados de uma página, o servidor processa o pedido e envia os arquivos de volta para o navegador, permitindo que o usuário visualize as informações de um site.

Já o HTTPS é uma camada de segurança do HTTP que faz a criptografia dessas informações transferidas entre cliente e servidor, garantindo que não sejam interceptadas por terceiros. Seu uso é fundamental para garantir a integridade de dados sensíveis, como e-mail e senha.

Por que HTTPS não quer dizer “site seguro”

O HTTPS apenas protege a transferência das informações com criptografia, mas não garante que o destino seja seguro. É comum encontrarmos páginas falsas na internet com o “HTTPS” na barra de endereços, ou com o sinal de cadeado, para passar a falsa ideia de segurança.

Criminosos obtêm e configuram certificados de autenticação gratuitos para que o usuário acredite estar em uma página confiável, buscando roubar dados sensíveis ou até mesmo simular a página de compra de um produto.

Dessa forma, é importante ficar atento a outros sinais para saber se um site é seguro ou não, como checar a URL, analisar o conteúdo da página e consultar os dados públicos de uma empresa. Assim, mesmo tendo o HTTPS, você garante que o site é verdadeiro.
O que é HTTPS? Entenda por que o protocolo é mais seguro que o HTTP

O que é HTTPS? Entenda por que o protocolo é mais seguro que o HTTP
Fonte: Tecnoblog

Acaba hoje: Galaxy S26 (256 GB) com 37% OFF no Mercado Livre

Acaba hoje: Galaxy S26 (256 GB) com 37% OFF no Mercado Livre

Galaxy S26 5G 256 GB
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com e promessa de 7 anos de atualizações
Certificação IP68

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Brasil não recebeu versão com processador Snapdragon

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R$ 4.724,37  Mercado Livre

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O Galaxy S26 de 256 GB está em oferta por R$ 4.724 no Pix com cupom de 30% OFF disponível na página do Mercado Livre, um desconto de 37% sobre o preço de lançamento de R$ 7.499 válido apenas para esta segunda-feira (13).

O celular premium da Samsung possui tela AMOLED de 6,3″ com taxa de 120 Hz, 12 GB de RAM e câmera principal de 50 MP.

Galaxy S26 traz tela AMOLED de 120 Hz e 12 GB de RAM

Modelo de entrada da linha premium 2026 da Samsung, o Galaxy S26 é equipado com uma tela Dynamic AMOLED 2X de 6,3 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 2.600 nits. Graças a essas configurações, o painel conta com cores vibrantes, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte.

No desempenho, o chip Exynos 2600 de 2 nanômetros e os 12 GB de RAM oferecem performance de ponta em multitarefa, apps e games mais exigentes. Os 256 GB de armazenamento interno entregam espaço adequado para guardar vídeos, fotos e arquivos.

O corpo de alumínio Armor do celular recebe o vidro Gorilla Glass Victus 2 na traseira e Gorila Glass Victus 3 sobre a tela, protegendo o celular contra arranhões e pancadas. Enquanto a certificação IP68 adiciona resistência contra poeira e mergulhos de até 1,5 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.

Câmeras do Galaxy S26 incluem wide de 50 MP e telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O kit principal de câmeras grava vídeos em até 8K, e é composto por uma wide de 50 MP e uma ultrawide de 12 MP, voltadas à captura de cenas com grande campo de visão, e uma telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x para aproximações. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade e grava vídeos em 4K a 60 fps.

Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de 4.300 mAh tem autonomia de até 30 horas de reprodução de vídeo segundo a Samsung, e suporta carregamento rápido de 25 W via USB-C e carregamento reverso de 4,5 W.

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Fonte: Tecnoblog