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Google Play Store facilita processo de excluir dados de contas de apps e jogos

Google Play Store facilita processo de excluir dados de contas de apps e jogos

O Google está tornando mais fácil o processo de deletar os dados das contas criadas em apps e jogos que deixaram de ser utilizados pelos usuários. A novidade está disponível por meio da atualização mais recente da Play Store (v39.7) e deixa o processo de apagar os seus dados inutilizados um pouco mais prático.

Esse procedimento é feito pela própria loja da companhia, ao entrar na página do app que deseja excluir suas informações. Nesse sentido, basta descer um pouco a página para se deparar com um pequeno aviso sobre a possibilidade de deletar a sua conta no app. Depois, a pessoa pode ir diretamente ao site do desenvolvedor para que ele exclua as informações.De forma mais específica, o usuário deve entrar na seção “Segurança dos Dados”, disponível na página da aplicação. Para quem não sabe, nessa página são fornecidos detalhes pelo desenvolvedor do aplicativo sobre como os dados são coletados e compartilhados. Ao final, há o aviso sobre a solicitação de exclusão dos dados da conta criada. Clique aqui para ler mais

Google Play Store facilita processo de excluir dados de contas de apps e jogos
Fonte: Tudocelular

Galaxy S24: Samsung pode levar recurso de câmera lenta com IA ao Galaxy S23, Z Flip 5 e mais

Galaxy S24: Samsung pode levar recurso de câmera lenta com IA ao Galaxy S23, Z Flip 5 e mais

Vários recursos inteligentes apresentados com o Galaxy S24 chegarão aos dispositivos mais antigos da Samsung, e na terça-feira (13), um moderador da comunidade da empresa revelou que o próximo recurso da nova linha de celulares que chegará aos modelos anteriores será o Instant Slow-Mo, que adiciona um efeito de câmera lenta aos vídeos utilizando IA.

Conforme divulgado pelo moderador, o efeito de câmera lenta baseado em inteligência artificial chegará em breve ao Galaxy S23, Galaxy S23 Plus, Galaxy S23 Ultra, Galaxy Tab S9, Galaxy Tab S9 Plus, Galaxy Tab S9 Ultra, Galaxy Z Flip 5 e Galaxy Z Fold 5. A data de disponibilidade da nova função para esses modelos ainda não é divulgada.De acordo com a sul-coreana, o recurso, que utiliza IA para gerar quadros e transformar gravações comuns em vídeos de câmera lenta, requer um hardware poderoso. Por isso, a função deve ser limitada aos dispositivos equipados com a plataforma Snapdragon 8 Gen 2 da Qualcomm, presente em dispositivos lançados pela Samsung em 2023.O Samsung Galaxy Tab S9 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.O Samsung Galaxy Z Flip 5 está disponível na Amazon por R$ 4.499. O custo-benefício é médio mas esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Samsung Galaxy Z Fold 5 está disponível na Mercadolivre por R$ 10.199. O Samsung Galaxy S23 Plus está disponível na Magazine Luiza por R$ 4.499. O custo-benefício é médio mas esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Samsung Galaxy S23 está disponível na Amazon por R$ 3.299. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Samsung Galaxy S23 Ultra está disponível na Oi Place por R$ 5.499 e na Amazon por R$ 5.889. O custo-benefício é médio e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. (atualizado em 14 de February de 2024, às 09:12)Clique aqui para ler mais

Galaxy S24: Samsung pode levar recurso de câmera lenta com IA ao Galaxy S23, Z Flip 5 e mais
Fonte: Tudocelular

Galaxy AI: Samsung libera recursos para fones de ouvido Galaxy Buds 2 Pro, Buds 2 e FE

Galaxy AI: Samsung libera recursos para fones de ouvido Galaxy Buds 2 Pro, Buds 2 e FE

Os celulares da Samsung não serão os únicos a receberem os novos recursos da Galaxy AI. Conforme noticiado pelo portal GSM Arena, os fones de ouvido TWS da sul-coreana também vão ganhar algumas funcionalidades baseadas em inteligência artificial. Inclusive, a melhor parte é que elas poderão ser usadas nos próprios dispositivos e não precisam de internet para funcionar.

Nesse primeiro momento, a novidade já está sendo disponibilizada aos dispositivos compatíveis por meio de atualização OTA na Índia. Os recursos que chegam aos produtos são o Live Translation e o Interpretation, que poderão ser usados nos seguintes aparelhos:


Galaxy Buds 2 Pro
Galaxy Buds 2
Galaxy Buds FE
Para quem não sabe, o Live Translation é a função implementada no Galaxy S24 que possibilita a tradução em tempo real do que está sendo dito pelas pessoas durante uma ligação. Segundo a própria Samsung, o Interpretation: fornece uma interpretação bidirecional perfeita e cara a cara por meio da interface do Galaxy Buds. Clique aqui para ler mais

Galaxy AI: Samsung libera recursos para fones de ouvido Galaxy Buds 2 Pro, Buds 2 e FE
Fonte: Tudocelular

Honor Choice Watch: relógio inteligente tem especificações e visual revelados

Honor Choice Watch: relógio inteligente tem especificações e visual revelados

A Honor está perto de lançar mais um relógio inteligente no mercado. Trata-se do Honor Choice Watch, que deve ser apresentado de forma oficial pela companhia nesta quinta-feira (15) e teve vários detalhes revelados, incluindo o design e suas especificações técnicas. A seguir, você confere tudo o que já saiu sobre o dispositivo.

Para começar, a empresa decidiu adotar um visual com tela quadrada no smartwatch, assim como feito por empresas como a Apple. Além disso, nota-se a implementação de laterais com acabamento em material que parece alumínio, bem como pulseiras feitas de silicone e um botão físico, localizado na lateral direita do modelo.Na parte de ficha técnica, o produto chegará ao mercado com uma tela do tipo AMOLED de 1,95 polegada, taxa de 60 Hz e resolução de 410 x 502 pixels. Vale mencionar que o item será lançado com GPS e certificação 5 ATM, que garante resistência à água. O dispositivo ainda tem suporte a SOS, chamada de voz e conexão Bluetooth 5.3. Clique aqui para ler mais

Honor Choice Watch: relógio inteligente tem especificações e visual revelados
Fonte: Tudocelular

ChatGPT terá memória para aprender informações e preferências do usuário

ChatGPT terá memória para aprender informações e preferências do usuário

Memória do ChatGPT será inicialmente liberada para pequeno número de usuários (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A OpenAI anunciou que o ChatGPT contará com uma memória para lembrar o que foi dito em conversas anteriores — como seu trabalho, o que você gosta de fazer nas horas vagas e como prefere suas anotações de trabalho. Os usuários podem desligar o recurso, bem como selecionar o que deve ser “esquecido”.

Com a memória, o ChatGPT deve ficar mais personalizado. Até agora, toda nova conversa começava do zero, e não era possível se referir a assuntos tratados anteriormente em outros chats. Quando o recurso estiver disponível, isso pode agilizar algumas tarefas — você não vai precisar dizer de novo que gosta de seus resumos em bullet points, por exemplo.

Informações sobre família, preferências de escrita e planos de viagem mencionadas anteriormente ficam armazenadas (Imagem: Divulgação/OpenAI)

Os GPTs personalizados e os plugins também terão memórias. O Verge dá um exemplo bom de como isso pode ser útil: o plugin do Kayak, que busca passagens aéreas e hotéis, pode aprender qual sua companhia aérea favorita e sugerir voos por ela, sem que você precise especificar.

Memória do ChatGPT terá configurações de privacidade

A memória aprende o que é dito durante as conversas, mas o usuário também pode pedir para o ChatGPT armazenar algumas informações para interações futuras. Você pode pedir para a IA lembrar que você é vegetariano, e todas as sugestões de receitas futuras deverão levar isso em consideração, por exemplo.

Também dá para perguntar ao ChatGPT o que ele memorizou sobre você, bem como pedir para esquecer alguns detalhes (ou todos eles). Isso também pode ser feito nas configurações do serviço. A OpenAI diz que o chatbot não vai gravar dados sensíveis, como de saúde, por exemplo.

Memória pode ser desativada nas configurações (Imagem: Divulgação/OpenAI)

Um ponto importante: a memória funciona de maneira independente do histórico de conversas. Apagar uma conversa não faz desaparecer as informações que o robô aprendeu durante aquela interação.

Para quem não se sente confortável com a possibilidade de uma inteligência artificial estar decorando tudo que é dito, a OpenAI sugere usar as conversas temporárias (“temporary chats”, no aplicativo).

A memória será liberada inicialmente para alguns usuários selecionados, tanto do plano gratuito quanto do ChatGPT Plus. A ideia é entender se ela será realmente útil durante esse período de testes e melhorar o que for necessário antes de ativar a ferramenta para todo mundo.

Com informações: The Verge, TechCrunch, OpenAI
ChatGPT terá memória para aprender informações e preferências do usuário

ChatGPT terá memória para aprender informações e preferências do usuário
Fonte: Tecnoblog

Google prepara Gemini para funcionar com fones de ouvido

Google prepara Gemini para funcionar com fones de ouvido

Gemini chegou à web e aos smartphones (Imagem: Divulgação/Google)

O chatbot Gemini deverá funcionar também em fones de ouvido. O código da versão beta do app do Google traz uma mensagem que diz que a empresa está trabalhando para levar sua inteligência artificial para este tipo de dispositivo — indo além da web, do Android e do iOS. A inteligência artificial poderá substituir o Assistente, que atualmente é compatível com vários fones.

As informações foram encontradas pelo site 9to5Google em uma análise do código da versão 15.6 do app do Google, ainda em fase de testes. Ele tem uma mensagem de erro que diz (em tradução livre):

O aplicativo móvel do Gemini está trabalhando para expandir a disponibilidade e torná-lo acessível em seus fones de ouvido.

Pixel Buds Pro ainda usam o Google Assistente (imagem: divulgação/Google)

Substituição do Assistente pode começar nos fones

Vários fones de ouvido têm botões ou gestos para ativar o Google Assistente. Mesmo com a chegada do Gemini, na semana passada, eles continuam usando o software antigo. Isso é esperado: o próprio Google enfatizou que seu novo chatbot de IA ficará disponível apenas na web e nos smartphones (Android e iOS). Outros aparelhos, como smart displays, alto-falantes e TVs, continuam com o Assistente.

Como observa o 9to5Google, os fones de ouvido são uma escolha mais segura para expandir o Gemini. Eles funcionam conectados a smartphones, que contam com o aplicativo completo. É diferente de um smart display, por exemplo, que demandaria uma implementação mais independente.

Por outro lado, o Gemini terá que tomar um rumo um pouco diferente. Os chatbots com IA generativa lançados até agora tendem a dar respostas longas, articulando vários trechos de textos. Uma resposta em áudio teria que ser mais resumida — imagino que pouca gente teria paciência para um robô “tagarela” na orelha.

Gemini terá aba no aplicativo do Google para iPhone (Imagem: Divulgação/Google)

O aplicativo do Google também traz outros textos a serem usados em mensagens de erro do Gemini (em tradução livre):

“Muitos pedidos em um período curto. Tente novamente mais tarde.”

“O app mobile do Gemini está recebendo mais tráfego que o usual e está temporariamente indisponível. Tente novamente mais tarde.”

O Gemini é o novo nome do Bard, robô conversacional com IA generativa. Apresentado na última quinta-feira (8), ele usa o modelo de linguagem de larga escala (LLM, na sigla em inglês) também chamado Gemini, lançado pelo Google em dezembro de 2023.

Com informações: 9to5Google
Google prepara Gemini para funcionar com fones de ouvido

Google prepara Gemini para funcionar com fones de ouvido
Fonte: Tecnoblog

OpenAI derruba parte das acusações, mas processo de copyright continua

OpenAI derruba parte das acusações, mas processo de copyright continua

OpenAI conseguiu vitória no tribunal (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O Tribunal Distrital do Norte da Califórnia, nos Estados Unidos, rejeitou partes dos processos movidos por escritores contra a OpenAI, companhia responsável pelo ChatGPT. Eles acusam a empresa de ter violado direitos autorais ao usar material pirateado para treinar seus modelos de inteligência artificial.

A juíza Araceli Martínez-Olguín aceitou um pedido da OpenAI para reduzir o escopo do processo e rejeitar parte das acusações. A empresa conseguiu limitar o processo à alegação de violação direta de direitos autorais, que será julgada posteriormente.

Para escritores, resumos gerados pelo ChatGPT seriam prova de que ele “leu” os livros sem autorização (Imagem: Unsplash / Jonathan Kemper)

O tribunal considerou que a acusação de violação vicária (quando não há participação direta, apenas supervisão) não procede. A Justiça avaliou que, ao contrário do que alegavam os autores, nem tudo que a IA produz pode ser considerado como uma obra derivada.

Para a juíza, os requerentes não conseguiram explicar o que é um “output” (resultado ou produto) dos modelos da OpenAI, nem apontar quais respostas dos modelos eram semelhantes a suas obras.

Outra parte do pedido acusava a OpenAI de violar o Digital Millennium Copyright Act (DMCA). A empresa teria feito isso ao remover e alterar informações dos livros usados para treinar sua IA. A juíza Martínez-Olguín declarou não haver evidências de remoção intencional ou por motivos nefastos.

O processo também envolve questões de concorrência desleal. As acusações de práticas de negócio ilegais, conduta fraudulenta, negligência e enriquecimento ilícito foram rejeitadas. A alegação de práticas desleais, no entanto, foi aceita.

Os requerentes terão até dia 13 de março para apresentar novas versões das denúncias. Independentemente disso, a acusação de violação direta de direitos autorais segue. A OpenAI confia que ela será rejeitada posteriormente.

Entenda o caso

O pedido para dispensar as acusações era direcionado a processos movidos por escritores contra a OpenAI ao longo de 2023. Entre os nomes na lista, estão Sarah Silverman, Christopher Golden, Richard Kadrey, Paul Tremblay e Mona Awad.

Eles acusaram a empresa de violar direitos autorais ao usar, sem autorização, obras para treinar os modelos de IA. Uma parte da ação destaca o uso de bases de dados com livros pirateados, como Books3 e bibliotecas de LibGen, Z-Library e Sci-Hub.

The New York TImes diz que OpenAI pode causar “prejuízos bilionários” (Imagem: Joe Shlabotnik / Flickr)

Mesmo com a vitória no tribunal, a OpenAI terá outros casos do tipo para resolver. Um dos mais importantes é do jornal americano The New York Times, que acusa a empresa de usar ilegalmente suas matérias para treinar a IA. Como o ChatGPT virou uma fonte de informação, o Times argumenta que pode ter prejuízos bilionários com a “concorrência”.

Com informações: TorrentFreak
OpenAI derruba parte das acusações, mas processo de copyright continua

OpenAI derruba parte das acusações, mas processo de copyright continua
Fonte: Tecnoblog

Edge, Bing e iMessage “escapam” de novas leis da União Europeia

Edge, Bing e iMessage “escapam” de novas leis da União Europeia

Bing não estará sujeito às mesmas regras que a busca do Google (Imagem: Divulgação/Microsoft)

A União Europeia decidiu que o Edge e o Bing, ambos da Microsoft, bem como o iMessage, da Apple, não precisam seguir as regras da Lei de Mercados Digitais (DMA, na sigla em inglês). O bloco considerou que estes serviços não se enquadram na classificação de “gatekeepers”.

A DMA da União Europeia é uma legislação que visa impedir que as gigantes da tecnologia favoreçam seus próprios serviços e sufoquem a concorrência. Para isso, ela tem critérios para considerar aplicativos, lojas e plataformas como “gatekeepers” (ou “controladores de acesso”), isto é, serviços essenciais para acessar mercados digitais. Se uma plataforma não é relevante o suficiente, ela fica isenta das regras.

iMessage não vai precisar “conversar” com outros apps (imagem: Rodnae Productions / Pexels)

A melhor forma de entender a importância dessa decisão para Apple e Microsoft é entender o que os concorrentes terão que fazer para cumprir o que manda a União Europeia. Com a decisão de hoje, o iMessage não será obrigado a seguir a interoperabilidade entre aplicativos de mensagem. O WhatsApp e o Messenger, ambos da Meta, vão precisar adotar este recurso, por exemplo.

Outro caso é a busca do Google. Em certas pesquisas, como produtos e hotéis, a empresa vai colocar áreas dedicadas a sites de comparação desses setores, como forma de não favorecer seus próprios serviços do tipo. Já o Chrome precisará perguntar para o usuário qual o buscador padrão desejado. Bing e Edge não vão precisar fazer nada disso.

Google não vai poder destacar seus serviços de hotéis e passagens aéreas (Imagem: Nathana Rebouças / Unsplash)

Além de iMessage, Bing e Edge, o serviço de venda e exibição de anúncios da Microsoft também não foi classificado como “controlador de acesso” e poderá continuar operando normalmente.

DMA vale para iOS e Windows

Como a União Europeia analisou cada produto e serviço individualmente, Apple e Microsoft precisarão fazer mudanças em outras partes de seus negócios.

iPhone finalmente poderá receber apps por fora da App Store (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O caso da Apple foi bem marcante, já que ela foi obrigada a fazer grandes mudanças no iOS, como liberar a instalação direta de apps (conhecida como sideloading). Isso só vai valer para usuários da União Europeia.

Já a Microsoft vai liberar que alguns aplicativos que vêm com o Windows sejam desinstalados e permitir que desenvolvedores alterem o mecanismo de pesquisa usado pela busca do sistema.

Apple e Microsoft comemoram

Apple e Microsoft reagiram bem à decisão. “Hoje, os consumidores têm acesso a uma grande variedade de aplicativos de mensagem, e frequentemente usam vários ao mesmo tempo, o que mostra como é fácil alternar entre eles”, disse um representante da Apple.

Já a Microsoft declarou que Bing, Edge e sua plataforma de anúncios são “desafiantes” no mercado. Isso significa que a própria empresa admite que eles não têm lugar de destaque, já que o Google domina estes três setores.

Com informações: Reuters, The Verge, União Europeia
Edge, Bing e iMessage “escapam” de novas leis da União Europeia

Edge, Bing e iMessage “escapam” de novas leis da União Europeia
Fonte: Tecnoblog

Fabricante lança SSD com interface SCSI em pleno 2024

Fabricante lança SSD com interface SCSI em pleno 2024

SCSIFlash-Fast simula um HD SCSI (imagem original: divulgação/SSDL)

A Solid State Disks Ltd (SSDL) anunciou um dispositivo de armazenamento com SCSI, padrão que foi substituído por tecnologias como SATA e PCI Express. Causa espanto que um produto baseado em uma interface tão antiga seja lançado em 2024, mas há uma razão para isso: ainda há empresas que usam HDs SCSI.

O SCSIFlash-Fast, como o dispositivo é chamado, segue o popular formato de 3,5 polegadas e pode contar com interface SCSI de 68 ou 80 pinos. Ele foi desenvolvido para substituir HDs antigos baseados nesses padrões, mas sem que o sistema operacional “perceba” que esse é um produto diferente.

Diferente porque o SCSIFlash-Fast tem características personalizáveis. O comprador pode escolher entre os padrões Compact Flash e SSD M.2 como tecnologia de armazenamento, por exemplo. Note, com isso, que o SCSIFlash-Fast é um SSD que funciona como “emulador” de HD SCSI.

A capacidade de armazenamento é variável, podendo ir de 2 GB a 1 TB. Existe ainda a opção de adicionar um porta Ethernet ao SCSIFlash-Fast, recurso útil para backups, testes ou para tornar a unidade acessível via rede.

O dispositivo pode ainda ser configurado para funcionar com versões da interface como SCSI1, SCSI2 e Ultra3, e com setores de disco com tamanho variando entre 256 e 4.096 bytes, como destaca o Tom’s Hardware.

Feito para substituir HDs antigos

Muitas empresas têm computadores com 20 anos ou mais funcionando, seja para manter sistemas legados, seja para não ter custos com a substituição. O SCSIFlash-Fast foi desenvolvido para atender a esses equipamentos.

Faz sentido. Os HDs não duram para sempre e as unidades SCSI foram fabricadas há décadas. O SCSIFlash-Fast pode substituir esses HDs, tendo o diferencial de usar memória Flash, tecnologia mais rápida, silenciosa e que consome menos energia.

A taxa de transferência de dados do dispositivo chega a 80 MB/s (megabytes por segundo), velocidade baixa para os padrões atuais, mas bastante aceitável em computadores antigos.

Os preços não foram divulgados, porém. Isso porque a SSDL produz o SCSIFlash-Fast sob encomenda.

Visão interna de um disco rígido (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O que é essa interface SCSI?

O SCSI é uma interface de comunicação entre dispositivos computacionais que chegou ao mercado na década de 1980. A tecnologia foi empregada em equipamentos como impressoras e scanners, mas fez mais sucesso em discos rígidos, sendo direcionado a modelos de alto desempenho.

A capacidade de transferir dados a taxas que podiam chegar a 80 MB/s, dependendo da versão (versões ainda mais avançadas podiam chegar a 640 MB/s), tornava os HDs SCSI caros, razão pela qual eles foram empregados com mais frequência em servidores e computadores corporativos.

Com o passar do tempo, a tecnologia SCSI foi substituída por tecnologias mais avançadas ou acessíveis, a exemplo dos padrões SATA, PCI Express e Thunderbolt.

Apesar disso, ainda há aplicações que se beneficiam do SCSI. Não é por acaso que a STA Forum, associação criada em 1996 para promover a tecnologia, está ativa até hoje.
Fabricante lança SSD com interface SCSI em pleno 2024

Fabricante lança SSD com interface SCSI em pleno 2024
Fonte: Tecnoblog

Busca por celular dispara ao longo do Carnaval, mostra pesquisa

Busca por celular dispara ao longo do Carnaval, mostra pesquisa

Busca por celulares cresceu 23% no Carnaval 2023 (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Durante o Carnaval, há um aumento significativo nas buscas por smartphones, com picos na Quarta-feira de Cinzas e dias seguintes, segundo dados do Buscapé.
A Mosaico observa um padrão de aumento nas buscas nesse período, mas não confirma a relação direta com roubos de celular.
O Google Trends mostra que a pesquisa por “celular roubado” também cresceu no período de Carnaval nos últimos cinco anos.
Em 2022, o aumento foi de 23% da terça Quarta-feira de Cinzas. Em 2023, a alta foi de 15%.
 
Os preços dos smartphones tendem a cair durante o Carnaval, com reduções de 6% em 2022 e de 4% em 2023.

O fenômeno do celular roubado no Carnaval parece ser claramente visualizado num levantamento feito pelo Buscapé. Levando em consideração o volume de pesquisas por compra de smartphone, os dados dos últimos dois anos mostram um aumento de buscas durante os dias de folia. O pico normalmente ocorre na Quarta-feira de Cinzas ou nos dias seguintes à festividade.

Procurada pelo Tecnoblog, a Mosaico (dona dos comparadores de preço Buscapé e Zoom, além de operadora do Shopping PAN) observa que “não podemos afirmar necessariamente que o aumento das buscas tem relação com roubos, mas é um padrão a se observar”.

Nos últimos cinco anos, a alta da busca por “celular roubado” na web em geral também coincide com o período de Carnaval, segundo verificação na ferramenta Trends.

O Buscapé explica que a Quarta-Feira de Cinzas de 2023 apresentou a maior quantidade de buscas por telefone, com aumento de 15% na passagem de terça para quarta. O crescimento foi ainda maior, de 23%, no ano de 2022.

Confira abaixo os números de buscas por smartphones. Os dados foram coletados pelo Buscapé e compilados pelo Tecnoblog.

Buscas por celular no Carnaval 2022 (total: 583.663)

26/02/2022: 66.290

27/02/2022: 62.717

28/02/2022: 76.312

01/03/2022: 82.584

02/03/2022 (Quarta-feira de Cinzas): 94.560

03/03/2022 (Quinta pós-Carnaval): 101.185

04/03/2022 (Sexta pós-Carnaval): 100.015

Buscas por celular no Carnaval 2023 (total: 544.545)

18/02/2023: 65.527

19/02/2023: 66.677

20/02/2023: 77.810

21/02/2023: 77.910

22/02/2023 (Quarta-feira de Cinzas): 89.456

23/02/2023 (Quinta pós-Carnaval): 86.508

24/02/2023 (Sexta pós-Carnaval): 80.657

O superintendente executivo da Mosaico, Francisco Donato, diz em nota que a procura por smartphones no Carnaval é comparável à da Black Friday e do período de festas de fim de ano.

Os preços dos telefones tendem a cair ao longo do Carnaval. Em 2022, a redução foi de 6%, com valor mediano passando de R$ 1.808 para R$ 1.697. Já em 2023, a queda foi de 4%, com o preço mediano da categoria de celulares passando de R$ 2.072 para R$ 1.985.

Busca por celular dispara ao longo do Carnaval, mostra pesquisa

Busca por celular dispara ao longo do Carnaval, mostra pesquisa
Fonte: Tecnoblog