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AirPods Pro 3 surge em código da beta do iOS 26 e pode ser lançado em breve pela Apple

AirPods Pro 3 surge em código da beta do iOS 26 e pode ser lançado em breve pela Apple


Atualização (11/06/2025) – RS
A Apple pode estar perto de anunciar os fones AirPods Pro 3. Pelo menos, é o que sugerem informações encontradas na versão beta do iOS 26 para desenvolvedores. No caso, o sistema exibe referências sobre os dispositivos, mas não fala sobre a implementação de possíveis novos recursos.

O modelo mais atual entre os modelos de fones da fabricante é o AirPods Pro 2, que foi apresentado por ela em 2022. Desde então, não houve uma real atualização além da implementação de portas USB-C nos produtos. Ou seja, não é uma mudança que veio como novo recurso para os aparelhos.Clique aqui para ler mais

AirPods Pro 3 surge em código da beta do iOS 26 e pode ser lançado em breve pela Apple
Fonte: Tudocelular

Samsung provoca Apple dizendo que vários recursos do iOS 26 já existem na Android há anos

Samsung provoca Apple dizendo que vários recursos do iOS 26 já existem na Android há anos

A Samsung entrou na onda da Microsoft e decidiu provocar a Apple após o anúncio do iOS 26. Em várias publicações no X, a conta oficial da Samsung Mobile dos EUA diz que vários recursos dos sistemas da Apple são familiares aos de concorrentes como a One UI 7.0, o Windows e até a IA integrada aos Galaxy Watch.
Customizable apps? Floating bars? That sleek glass UI? Looks… familiar 🤔
— Samsung Mobile US (@SamsungMobileUS) June 9, 2025
Em uma das publicações a sul-coreana diz:Clique aqui para ler mais

Samsung provoca Apple dizendo que vários recursos do iOS 26 já existem na Android há anos
Fonte: Tudocelular

Apple pode mudar nome do iPhone 17 para iPhone 26 e alinhar com iOS

Apple pode mudar nome do iPhone 17 para iPhone 26 e alinhar com iOS

Durante a realização da última WWDC, conferência de desenvolvedores da Apple, vimos a empresa de Cupertino pular várias gerações de todos os seus sistemas para deixá-los alinhados em um único número: 26. Agora, novos rumores indicam que a companhia pode repetir o feito com os iPhones.A desconfiança vem do famoso leaker Evan Blass, em uma publicação na sua conta no X (ex-Twitter). Como questionado por ele, a Apple poderia optar por seguir o software com o hardware, lançando a linha iPhone 26 já no próximo mês de setembro – quebrando a expectativa da sequência de vermos o lançamento da linha iPhone 17.

Blass ainda coloca mais cartas na mesa, puxando mais um argumento. Se Samsung e Apple dessem sequência a nomenclatura atual, teríamos o lançamento do iPhone 20 contra o lançamento do Galaxy S28. Dado a uma suposta percepção geral do público de que quanto maior o número da série, melhor, esse poderia ser outro motivo para a Apple optar por realizar a mudança.Clique aqui para ler mais

Apple pode mudar nome do iPhone 17 para iPhone 26 e alinhar com iOS
Fonte: Tudocelular

Snapdragon AR1+ Gen 1 é anunciado pela Qualcomm para óculos inteligentes

Snapdragon AR1+ Gen 1 é anunciado pela Qualcomm para óculos inteligentes

A Qualcomm resolveu apresentar o seu novo Snapdragon AR1+ Gen 1, um novo chip que tem como foco os óculos inteligentes. Esse é um acessório que ainda tem dado seus primeiros passos, mas que parece bastante promissor, visto que algumas empresas estão com planos de focar em tecnologias para eles.

O novo chip da fabricante foi apresentado durante a Augmented World Expo (AWE) 2025 e alguns detalhes foram revelados, como uma redução de 26% em seu tamanho. Essa redução pode resultar em uma diminuição de até 20% na altura das hastes dos óculos.É esperado também que o Snapdragon AR1+ Gen 1 conte com melhorias no consumo de energia, o que por sua vez pode fazer com que a reprodução via bluetooth, streaming de vídeos e outras tecnologias sejam menos intensas no geral para a bateria dos dispositivos. Clique aqui para ler mais

Snapdragon AR1+ Gen 1 é anunciado pela Qualcomm para óculos inteligentes
Fonte: Tudocelular

Zabbix apresenta novidades e se prepara para observabilidade completa

Zabbix apresenta novidades e se prepara para observabilidade completa

Zabbix Latam Conference 2025 reuniu entusiastas da solução de código aberto para monitoramento (imagem: divulgação)

A Zabbix prepara o lançamento do Zabbix 7.4 para o começo de julho. A atualização do software de monitoramento de infraestrutura e serviços de TIC dará um passo importante na versão 8.0, que deve transformar a plataforma em uma solução abrangente de observabilidade.

As novidades foram apresentadas por Alexei Vladishev, CEO e fundador da companhia, durante a Zabbix Conference Latam 2025, em São Paulo (SP). Mesmo com as mudanças na plataforma, uma coisa permanece: o compromisso com o código aberto.

“Não temos planos para fechar o código ou lançar um produto de código fechado. Vamos continuar com o open source”, promete Vladishev. “Esses 20 anos mostram que é possível continuar open source e manter um modelo de negócios sustentável.”

O que há de novo no Zabbix 7.4?

A atualização de julho trará aperfeiçoamentos visuais, de segurança e de desempenho. Na parte da experiência do usuário, o foco é manter a simplicidade, mesmo com uma solução tão complexa. “Queremos que seja simples para um novo usuário”, explica Vladishev.

Alexei Vladishev criou o Zabbix em 1997 e é CEO da empresa (imagem: divulgação)

O Zabbix 7.4 contará com paletas de cor predefinidas, para que os gráficos sejam gerados com uma aparência agradável, sem precisar de uma configuração do usuário. Widgets serão melhorados para monitorar itens específicos.

Os mapas ganharam uma atenção especial, e está muito mais flexível e adaptado para as necessidades de cada tipo de necessidade. A versão 7.4 terá opções para definir e visualizar indicadores sobre o status de servidores, conexões e demais objetos. Usuários poderão escolher formas e cores de como cada situação será representada graficamente.

Na parte de segurança, o Zabbix 7.4 passará a contar com suporte a OAuth 2.0 para Google e Microsoft 365 (notificações via E-mail). Outra novidade é o suporte a importação de certificados de SSO usando a interface, sem precisar acessar o sistema de arquivos.

A plataforma passou por ajustes no cache e na otimização de DNS, que deverão entregar melhorias no desempenho. A atualização também trará a possibilidade de descoberta em cascata, encontrando elementos ligados a servidores, mesmo na nuvem com muito mais profundidade, facilitando o entendimento e visualização da hierarquia dos objetos monitorados.

Zabbix 8.0 será focado em observabilidade

Os avanços do Zabbix 7.4 são uma preparação para o Zabbix 8.0, próxima versão LTS do software, com garantia de atualizações por cinco anos. O lançamento está previsto para 2026.

“A definição do Zabbix vai mudar para cobrir todos os tipos de infraestrutura, tecnologias emergentes e dados estruturados, exibindo informações de um jeito ainda mais compreensível para humanos”, anunciou Vladishev no evento.

A incorporação de novos recursos de observabilidade será a grande novidade do sistema. Graças a eles, será possível não somente identificar problemas no ambiente, mas entender o que levou a eles de forma mais rápida e fluída.

Entre as novidades para atingir este patamar, está a capacidade de lidar com dados em streaming, usando padrões como OpenTelemetry e NetFlow. Com o uso de dados estruturados em JSON, será possível analisar e definir gatilhos para campos específicos.

A ferramenta terá processamento nativo de eventos complexos, e os clientes ganharão a possibilidade de definir sua própria lógica baseada em JavaScript para criar rotinas de monitoramento e análises personalizadas.

Para além da observabilidade, o Zabbix 8.0 seguirá os avanços na interface e na experiência do usuário. Haverá visuais modernos, melhorias de acessibilidade, novos componentes gráficos e mais widgets para atender os novos tipos de dados.

Um desses widgets é um mapa de calor diário, capaz de indicar visualmente valores de itens individuais na forma de uma grade semanal e mensal, ajudando a entender sazonalidades na demanda.

Outra nova ferramenta para ajudar na compreensão do ambiente é um criador de gráficos de dispersão de valores, ajudando a encontrar correlações nas métricas.

“Estamos reforçando nosso posicionamento como uma solução all-in-one, abrangendo monitoramento e observabilidade tanto para IT como para OT”, comenta Vladishev. “Transformamos dados em valor e insights, para compreender o que está acontecendo com os sistemas.”

Zabbix Cloud é solução escalável

Durante sua apresentação, Vladishev falou um pouco sobre o Zabbix Cloud. Lançado ano passado, ele é basicamente uma versão SaaS do Zabbix para empresas de todos os tamanhos.

A opção veio para complementar as alternativas já existentes para on premise, Kubernetes, Docker, nuvens públicas como AWS e Azure e outras plataformas.

O serviço tem sete diferentes planos, indo de pequenas e médias empresas até companhias gigantes, com preços a partir de US$ 50 mensais, sem cobranças adicionais. O pacote pode ser escalado para momentos de picos na demanda.

Em termos de armazenamento, os primeiros 10 GB são gratuitos de modo vitalício; acima disso, há uma cobrança de US$ 0,30 a cada 1 GB.

O CEO enfatizou que o serviço na nuvem tem uma preocupação extra com segurança, separando recursos por cliente nos servidores. O Zabbix Cloud oferece atualizações e patches de segurança automáticos. Os backups também são automatizados, e podem ser feitos assim que o cliente quiser.

Outro ponto importante do SaaS é a possibilidade de mudar de plano à medida que a empresa do cliente cresce.

Comunidade mostra força do Zabbix na América Latina

A Zabbix abriu seu primeiro escritório na América Latina em 2020, e o Brasil foi o país escolhido. A presença do software na região, no entanto, vem desde antes disso. Por se tratar de uma solução de código aberto, empresas daqui começaram a usá-la mesmo quando não havia um representante oficial.

“O Brasil, e não só o Brasil, mas todos os países da América Latina, são grandes usuários do Zabbix, e é por isso que temos uma comunidade tão grande de usuários, clientes e parceiros”, comentou Vladishev. “Para mim, é muito importante estar aqui, falando sobre o futuro do Zabbix, e ter este tipo de feedback.”

Luciano Alves, CEO da Zabbix Latam e entusiasta de longa data da plataforma, aponta o código aberto como uma grande vantagem do software. “As empresas pensam, ‘nós podemos investir este dinheiro na própria empresa, nas pessoas, na infraestrutura; por que dar nossos recursos financeiros a outras pessoas, quando podemos usar uma solução open source?’”, comenta o executivo.

Luciano Alves é CEO da Zabbix Latam e comanda escritórios do Brasil e do México (imagem: divulgação)

Em um painel na Zabbix Latam Conference 2025, especialistas trouxeram suas visões sobre a adoção do software na América Latina.

Maurício Magalhães, Associate Director for Global CTO Software Engineering, da Kyndryl contou que, em sua experiência, o Zabbix foi capaz de superar a desconfiança de gestores e cumprir todos os requisitos desejados, inclusive de segurança. “Pegamos o Brasil como modelo, que é um cenário muito complexo, e levamos para outros países. A implementação foi fácil, a gente se tornou um case de sucesso, e [o Zabbix] foi adotado pelo time global (mais de 4k clientes em 64 países onde a Kyndryl tem operações)”, relatou.

Juan Guido Camaño, CEO da CTL, compartilhou o cenário do software na Argentina. “Onde vejo mais confiança no Zabbix é no mercado financeiro, tanto nas fintechs, que são nativas digitais, quanto nas instituições tradicionais”, contou. “Ele está crescendo também no setor de mineração e energia. A implementação começa com o data center, e depois que veem que dá certo, pedem para ir para as plataformas e minas.”

Além do baixo custo, o modelo open source oferece outro atrativo: personalização. Grandes e pequenas empresas conseguem implementar o Zabbix de acordo com as necessidades. “A Vale estava aqui, há dois anos, entendendo o que é Zabbix e hoje é um dos nossos grandes clientes globais”, conta Alves. “O Zabbix atende 80% das necessidades de coleta e análise de dados de qualquer negócio, não importa o setor em que ele está inserido.”

Seja qual for o setor, uma coisa é certa: o objetivo do software é prover estabilidade para empresas e consumidores. “A Zabbix trabalha para manter as pessoas felizes. Usando ferramentas para monitorar, conseguimos detectar problemas rapidamente, permitindo que serviços fiquem disponíveis 24 horas por dia, sete dias por semana”, declara Vladishev.
Zabbix apresenta novidades e se prepara para observabilidade completa

Zabbix apresenta novidades e se prepara para observabilidade completa
Fonte: Tecnoblog

Galaxy S24 FE tem melhor oferta que já vimos antes do Dia dos Namorados

Galaxy S24 FE tem melhor oferta que já vimos antes do Dia dos Namorados

Samsung Galaxy S24 FE 128 GB
R$ 2.518,99

R$ 4.29941% OFF

Prós

Compatível com carregamento rápido
Promessa de 7 anos de atualizações de sistema
Grava em resolução 8k
Bateria maior que do Galaxy S24

Contras

Sem entrada para cartão microSD expansivo
Peso um pouco acima do padrão

PIX
Cupom

ALO200
R$ 2.518,99  Magazine Luiza

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Leia com bastante atenção, o Galaxy S24 FE 128 GB está com o melhor preço já visto às vésperas do Dia dos Namorados. O smartphone considerado intermediário premium teve como preço de lançamento R$ 4.299 e na oferta por 41% de desconto, sai a R$ 2.518 no Pix com o cupom ALO200.

Galaxy S24 FE traz tela AMOLED e câmera principal de 50 MP

Galaxy S24 FE traz tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,7″ (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Samsung Galaxy S24 FE leva display 6,7″ AMOLED Dinâmico 2x, versão mais avançada da tecnologia OLED que proporciona níveis excelentes de cores e contrastes as imagens.

Acompanha taxa de atualização 120 Hz e brilho máximo de 1.900 nits, possibilitando experiência fluida e visualização responsiva até mesmo em ambientes muito iluminados. O celular é revestido com a proteção Gorilla Glass Victus+ tanto na parte frontal como traseira para maior durabilidade contra quedas e acidentes.

O smartphone apresenta sistema de câmera triplo alinhado. O conjunto traz um sensor principal de 50 MP com estabilização óptica digital e de imagem, mais uma lente teleobjetiva de 8 MP com zoom óptico 3x que permite tirar fotos a distância sem perda de detalhes e uma ultrawide de 12 MP. O dispositivo também é capaz de realizar gravações em 4K.

Galaxy S24 FE traz conjunto triplo de câmera alinhado / (Imagem: Giovanni Santa Rosa / Tecnoblog)

O celular da Samsung foi desenvolvido com o processador Exynos 2400e com foco em eficiência energética que somado a 8 GB de memória RAM oferece boa resposta de desempenho para tarefas diárias e até as mais exigentes, como rodar jogos pesados.

O Galaxy S24 FE vem com o Android 14 e interface One UI 6.1, somado ao recurso Circule para Pesquisar no Google. A Samsung promete mais sete updates de sistema operacional, o que garante que se manterá atualizado por muitos anos.

A bateria de 4.700 mAh, mais potente do que o Galaxy S24, é compatível com carregamento rápido de 50% em 30 minutos usando o carregador com fio de 25 W. Segundo a fabricante, o smartphone possui autonomia de 28h para reprodução de vídeos.

Em termos de conectividade, traz suporte a rede móvel 5G, Wi-Fi 6, NFC e Bluetooth 5.3. O Galaxy S24 FE no melhor preço já visto por R$ 2.518 no Pix com o cupom ALO200 também conta com certificação IP68 contra água e poeira.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Galaxy S24 FE tem melhor oferta que já vimos antes do Dia dos Namorados

Galaxy S24 FE tem melhor oferta que já vimos antes do Dia dos Namorados
Fonte: Tecnoblog

Google fecha parceria com PM de SP para bloquear tela de celulares roubados

Google fecha parceria com PM de SP para bloquear tela de celulares roubados

Recursos de segurança chegam primeiro ao Brasil (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Resumo

Google fechou uma parceria com a PM de São Paulo para bloquear a tela de celulares Android roubados usando o número de telefone cadastrado.
O recurso pedirá senha, PIN ou padrão, como o usuário faria normalmente para desbloquear o celular.
As funções Bloqueio Remoto e Bloqueio de Detecção de Roubo virão ativadas por padrão em novos smartphoens Android configurados no Brasil.

O Google anunciou uma parceria com a Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) para que os policiais possam ajudar vítimas de roubo e furto a bloquear seus aparelhos Android, usando o número de telefone cadastrado.

Além disso, recursos de segurança do sistema operacional virão ativados por padrão, deixando de depender da iniciativa dos usuários. As medidas foram lançadas no evento Google For Brasil 2025, realizado em São Paulo (SP) nesta terça-feira (10/06).

Como a PM vai bloquear celulares?

Recursos de segurança virão ativados por padrão (imagem: divulgação)

Ao ter seu celular Android roubado ou furtado, a vítima poderá informar o número de telefone a um policial militar, que ativará remotamente o bloqueio de tela do aparelho.

A solução usa como base o Bloqueio Remoto do Android, lançado em 2024. Vale notar que a ferramenta apenas bloqueia a tela, podendo ser desbloqueada com senha, PIN ou padrão, como o usuário faria normalmente. Outro ponto importante é que o recurso precisa estar ativado antes do roubo e o aparelho precisa estar conectado à rede.

O Google explica que os policiais contarão com o app Google Localizador entre os aplicativos instalados em seus dispositivos. A PM paulista utiliza o Android Enterprise para gerenciar os smartphones em campo.

Recursos de segurança virão ativados por padrão

Além da parceria, o Google anunciou que novos celulares Android configurados no Brasil terão o já mencionado Bloqueio Remoto e o Bloqueio de Detecção de Roubo ativados por padrão. A medida passa a valer no segundo semestre, e o país será o primeiro a recebê-la.

Como um porta-voz da empresa comentou, era comum que os usuários descobrissem os recursos de segurança ou se lembrassem de ativá-los somente após serem vítimas de um crime. Com a mudança, isso deixará de ser um problema.

O Bloqueio de Detecção de Roubo identifica situações que indicam que alguém pegou o celular da mão do usuário e fugiu, bloqueando a tela imediatamente e impedindo acessos indevidos.
Google fecha parceria com PM de SP para bloquear tela de celulares roubados

Google fecha parceria com PM de SP para bloquear tela de celulares roubados
Fonte: Tecnoblog

O que é computação quântica? Entenda o funcionamento dessa tecnologia

O que é computação quântica? Entenda o funcionamento dessa tecnologia

Computador quântico tem alto poder de processamento (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A computação quântica é uma forma de processar informações que usa princípios da física quântica. Em vez de bits tradicionais, ela utiliza qubits, que podem representar vários estados ao mesmo tempo. Isso permite realizar certos cálculos de maneira muito mais rápida que um computador comum.

Essa tecnologia surgiu nos anos 1980, quando cientistas perceberam que os computadores tradicionais não conseguiam simular sistemas quânticos. A partir daí, começaram os estudos para criar máquinas baseadas em partículas subatômicas.

Grandes empresas já desenvolvem processadores quânticos capazes de executar tarefas específicas com alto desempenho.

Embora ainda esteja em fase inicial, a tecnologia quântica promete revolucionar áreas como inteligência artificial, segurança digital e pesquisas científicas. A seguir, entenda como tudo funciona na prática.

ÍndiceO que é computação quântica?Quando surgiu a computação quântica?Para que serve a computação quântica?Como funciona a computação quântica?Quais são os exemplos de aplicações da computação quântica?Quais empresas desenvolvem computadores quânticos?Qual é o futuro da computação quântica?Quais são as vantagens da computação quântica?Quais são as desvantagens da computação quântica?Qual é a diferença entre computação quântica e computação clássica?Qual é a diferença entre qubits e bits na computação quântica?

O que é computação quântica?

Computação quântica é um tipo de tecnologia que usa as leis da física quântica para processar informações. Diferente dos computadores comuns, que usam bits (0 ou 1), ela trabalha com qubits, que podem estar em vários estados ao mesmo tempo. Isso permite resolver certos problemas de forma muito mais rápida e eficiente.

A computação quântica representa uma nova forma de processar informações, diferente da lógica binária tradicional (Imagem: Growtika/Unsplash)

Quando surgiu a computação quântica?

A ideia da computação quântica surgiu no início dos anos 1980, quando o físico Richard Feynman apontou que os computadores tradicionais não eram eficientes para simular sistemas quânticos. Ele sugeriu que, para lidar com esses fenômenos, seria necessário um computador baseado nas próprias regras da mecânica quântica.

A partir dessa proposta, outros cientistas começaram a desenvolver os fundamentos teóricos da computação quântica. Na década de 1990, surgiram os primeiros algoritmos quânticos, como o de Shor, que mostrou o potencial da nova tecnologia para resolver problemas complexos, como a fatoração de grandes números.

Para que serve a computação quântica?

A computação quântica serve para resolver problemas muito difíceis ou demorados para os computadores tradicionais. Ela é especialmente útil em situações que exigem muitos cálculos ao mesmo tempo, como simular moléculas, prever cenários complexos ou encontrar a melhor solução entre milhares de possibilidades.

Com essa capacidade, a tecnologia pode ser aplicada em áreas como química, logística, inteligência artificial, segurança digital e finanças. O objetivo é acelerar processos, economizar recursos e permitir descobertas que hoje seriam inviáveis com os sistemas atuais.

Como funciona a computação quântica?

Diferente dos computadores tradicionais, que usam bits (0 ou 1) para representar informações, os computadores quânticos usam qubits. O qubit é especial porque pode estar em 0, 1 ou em ambos ao mesmo tempo, graças a um fenômeno chamado superposição.

Outro conceito importante é o entrelaçamento quântico. Quando dois qubits estão entrelaçados, o que acontece com um afeta o outro, mesmo que estejam longe. Essa conexão permite que os computadores quânticos façam cálculos de forma muito mais rápida e eficiente.

Para processar as informações, os computadores usam portas lógicas quânticas. Elas são comandos que mudam o estado dos qubits e são combinadas em circuitos para resolver problemas complexos como encontrar padrões, simular reações químicas ou otimizar grandes sistemas.

A performance de um computador quântico depende de fatores como o número de qubits, a taxa de erro e o tempo que eles conseguem manter seus estados. Existem diferentes tipos de arquitetura, como qubits feitos com supercondutores ou íons presos.

Tudo isso faz parte dos avanços na tecnologia da informação, que busca tornar esses computadores mais poderosos e acessíveis.

Quais são os exemplos de aplicações da computação quântica?

A computação quântica já é estudada para resolver desafios em áreas que exigem muitos cálculos e grandes volumes de dados. Alguns exemplos de uso desta tecnologia são:

Criptografia: pode quebrar sistemas de segurança atuais, como o RSA, mas também permite criar novas formas de proteção usando leis da física quântica, como a criptografia quântica, praticamente inviolável;

Segurança da informação: torna possível desenvolver redes de comunicação ultra seguras, com sistemas que detectam qualquer tentativa de espionagem ou interceptação dos dados;

Simulação de sistemas complexos: permite simular o comportamento de átomos e moléculas em detalhes, o que acelera o desenvolvimento de novos medicamentos, vacinas e materiais avançados;

Otimização: ajuda a encontrar a melhor solução em situações com muitas variáveis e possibilidades, como o planejamento de produção em fábricas ou a alocação de recursos em empresas;

Logística: pode calcular rotas de transporte mais rápidas e econômicas, otimizando entregas e reduzindo custos com combustível, tempo e pessoal;

Inteligência artificial (IA) quântica: melhora o desempenho de algoritmos de IA, tornando o aprendizado de máquina mais rápido e capaz de lidar com dados extremamente complexos.

Quais empresas desenvolvem computadores quânticos?

Diversas empresas de tecnologia já investem pesado no desenvolvimento de computadores quânticos, criando máquinas reais ou plataformas de acesso remoto para pesquisa e testes. Veja alguns dos principais nomes:

IBM: oferece acesso ao IBM Quantum, uma plataforma com computadores quânticos reais baseados em qubits supercondutores e ferramentas como o Qiskit para programadores;

Google: desenvolveu o Sycamore, processador que demonstrou a chamada “supremacia quântica” ao resolver um problema específico mais rápido que um supercomputador tradicional;

D-Wave: pioneira no uso do modelo de recozimento quântico (quantum annealing), ideal para problemas de otimização e simulações em empresas;

Microsoft (Azure Quantum): fornece um ambiente na nuvem que conecta usuários a diferentes tipos de hardware quântico, além de linguagens como Q# para desenvolvimento;

Amazon (Braket): plataforma que permite experimentar computadores quânticos de várias empresas por meio da nuvem da AWS.

Qual é o futuro da computação quântica?

A computação quântica deve se tornar mais acessível com o modelo “Quantum as a Service” (QaaS), que permite usar computadores quânticos pela internet, sem precisar de um equipamento próprio. Outra aposta é a criação da internet quântica, com redes de comunicação ultra seguras baseadas em entrelaçamento de qubits.

Setores como saúde, energia, finanças e logística devem ser transformados com essa tecnologia. Segundo a MIT Technology Review Brasil, empresas como a PsiQuantum já planejam sistemas comerciais antes de 2030, com potencial para acelerar pesquisas médicas, criar medicamentos personalizados e otimizar grandes sistemas de dados.

O mercado de trabalho também deve crescer, com novas oportunidades para quem se especializar em programação quântica, física ou engenharia.

Ao mesmo tempo, pesquisas buscam tornar computadores quânticos mais sustentáveis, com o uso de chips de vidro e técnicas de resfriamento mais eficientes para reduzir o alto consumo de energia dos sistemas atuais.

Fenômenos como o entrelaçamento quântico abrem caminho para avanços como a internet quântica, com comunicações ultra seguras, e novas formas de processamento distribuído (Imagem: Dynamic Wang/Unsplash)

Quais são as vantagens da computação quântica?

A principal vantagem da computação quântica é a capacidade de resolver problemas extremamente complexos de forma mais rápida do que os computadores tradicionais. Algumas das vantagens são:

Alta capacidade de processamento: permite realizar muitos cálculos ao mesmo tempo, graças à superposição e ao entrelaçamento dos qubits;

Soluções para problemas complexos: ideal para tarefas como simulações químicas, otimização e aprendizado de máquina;

Avanços em segurança da informação: possibilita criptografia quântica, com maior proteção contra ataques;

Inovação em áreas estratégicas: contribui para descobertas em saúde, energia, finanças e inteligência artificial;

Acesso via nuvem: com o modelo QaaS, é possível usar computadores quânticos sem infraestrutura própria.

Quais são as desvantagens da computação quântica?

Apesar do potencial, a computação quântica ainda enfrenta desafios importantes, como instabilidade dos qubits, alto custo e dificuldade para escalar a tecnologia. Algumas das principais desvantagens da tecnologia quântica são:

Fragilidade dos qubits: são sensíveis ao ambiente e perdem informações facilmente (decoerência);

Correção de erros complexa: exige muitos qubits extras para manter a confiabilidade;

Custo e infraestrutura: requer equipamentos caros e condições extremas, como resfriamento criogênico;

Escalabilidade limitada: ainda estamos longe de construir máquinas com milhões de qubits estáveis;

Falta de regulamentação: ainda não há normas claras sobre uso, segurança e ética na computação quântica.

Qual é a diferença entre computação quântica e computação clássica?

A computação quântica usa qubits, que podem assumir vários estados ao mesmo tempo e se conectar com outros qubits de forma especial. Isso permite resolver problemas muito complexos com mais rapidez, principalmente em áreas como simulações científicas, inteligência artificial e criptografia.

Já a computação clássica funciona com bits, que representam apenas um valor por vez: 0 ou 1. Ela é eficiente para tarefas do dia a dia, como navegar na internet ou editar documentos, mas tem limitações quando precisa lidar com grandes volumes de dados ou cálculos muito sofisticados.

Qual é a diferença entre qubits e bits na computação quântica?

O qubit é a unidade de informação da computação quântica. Ele pode representar 0, 1 ou os dois ao mesmo tempo, por causa da superposição. Além disso, pode se ligar a outros qubits por entrelaçamento, criando conexões que permitem cálculos muito mais complexos.

Já o bit é a unidade usada nos computadores tradicionais. Ele só pode assumir um valor por vez: 0 ou 1. É com essa lógica simples que os sistemas atuais processam dados, de forma sequencial e limitada em comparação ao potencial dos qubits.
O que é computação quântica? Entenda o funcionamento dessa tecnologia

O que é computação quântica? Entenda o funcionamento dessa tecnologia
Fonte: Tecnoblog

Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google

Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google

Lens será uma das formas para iniciar Pix (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Usuários de smartphones Android poderão usar a Carteira do Google para fazer pagamento via Pix com ajuda do Chrome, do Lens e do Circule para Pesquisar.

Os anúncios foram feitos no evento Google For Brasil 2025, realizado em São Paulo (SP) nesta terça-feira (10/06). As modalidades se juntam ao Pix por Aproximação e às transferências usando chaves e QR Code.

Pix no Chrome para lojas online

Uma das novidades para o Pix na Carteira do Google é o pagamento de compras feitas pela internet dentro do navegador Chrome para Android.

Lojas online poderão integrar seus sistemas para facilitar os pagamentos. Dessa forma, ao clicar no botão para copiar o código Pix, o Android pode acessar rapidamente a Carteira do Google para fazer o pagamento, usando o dinheiro de uma das contas cadastradas.

Lojas terão integração com Pix na Carteira do Google (imagem: divulgação)

Um porta-voz do Google mencionou alguns varejistas que farão parte desse ecossistema já no lançamento: Amazon, Americanas, Magalu, Droga Raia e Drogarias Pacheco, entre outros.

Pix no Lens e no Circule para Pesquisar

Além do navegador, haverá mais formas de iniciar um Pix na Carteira do Android, usando o Google Lens e o Circule para Pesquisar.

Ao usar o Lens e apontar a câmera para um QR Code de Pix, o aplicativo reconhece a chave e exibe um botão para iniciar a transferência. O usuário, então, só precisa digitar valor, conferir dados e confirmar a operação. Este recurso será liberado para todos os aparelhos com Android 9 ou superior.

Google Lens vai identificar QR Code de chave Pix (imagem: divulgação)

Outra possibilidade é usar o Circule para Pesquisar, recurso baseado em inteligência artificial para fazer buscas a partir de elementos da tela do Android. A ferramenta poderá identificar chaves Pix presentes em mensagens, sites ou o que estiver aberto e iniciar a transferência.

Chaves Pix em mensagens, documentos e outros lugares serão localizadas pelo Circule para Pesquisar (imagem: divulgação)

Senha extra para mais segurança

Por fim, o Google também anunciou um PIN extra para dar mais proteção ao Pix na Carteira. Ao ser ativado, o usuário define uma senha de quatro dígitos numéricos. A partir de então, esta combinação será necessária para concluir transferências, mesmo após as camadas tradicionais de autenticação.

Carteira do Google poderá ter senha extra (imagem: divulgação)
Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google

Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google
Fonte: Tecnoblog