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O que é fintech? Conheça os tipos e serviços financeiros dessas instituições

O que é fintech? Conheça os tipos e serviços financeiros dessas instituições

Fintechs são empresas que utilizam tecnologias para desenvolver produtos financeiros (Imagem: Jonas Leupe/Unsplash)

Fintechs são empresas que fazem uso massivo de tecnologia para oferecer produtos e soluções voltadas ao mercado financeiro. A classificação “fintech” pode envolver tanto startups quanto empresas de grande porte que já são consolidadas.

Bancos digitais, instituições focadas em meios de pagamento, soluções para investimentos e plataformas de gestão financeira são alguns exemplos de fintechs.

Tratando-se de soluções financeiras, as fintechs podem oferecer produtos como linhas de crédito, serviços de Open Banking ou Open Finance, investimentos em ativos, e diversas outras operações voltadas ao mercado financeiro.

A seguir, entenda o que é fintech, conheça as modalidades dessas instituições, e confira suas vantagens e desvantagens.

ÍndiceO que é fintech?O que significa fintech?Para que servem as fintechs?Quais são os principais tipos de fintech?Quais serviços financeiros as fintechs oferecem?Quais são os principais exemplos de fintechs no Brasil?Quais são as entidade que regulam as fintechs no Brasil?Quais são as vantagens das fintechs?Quais são as desvantagens das fintechs?As fintechs são seguras?Qual é a diferença entre fintech e startup?Qual é a diferença entre fintech e banco digital?

O que é fintech?

Fintechs são empresas que utilizam tecnologia e inovações para oferecer soluções para o mercado financeiro. Muitas fintechs podem começar como startups, mas empresas já consolidadas também podem se enquadrar como fintechs, desde que foquem em produtos financeiros tecnológicos.

O que significa fintech?

O termo “fintech” é a abreviação de “financial tecnhnology”, que significa “tecnologia financeira” em tradução livre. A expressão se refere a empresas ou startups que desenvolvem soluções e produtos financeiros baseados em tecnologias.

Para que servem as fintechs?

As fintechs servem para facilitar, baratear e personalizar os serviços financeiros, que abrangem atividades de gestão, movimentação ou investimento de dinheiro. Tudo isso se torna possível por conta do uso intensivo da tecnologia, que é o ponto crucial das fintechs.

As tecnologias usadas permitem automatizar processos, que muitas vezes precisam ser resolvidos presencialmente em instituições bancárias tradicionais. Isso permite que usuários solicitem ou utilizem os serviços das fintechs de maneira online, diretamente pelo aplicativo ou site da instituição.

Fintechs reúnem serviços e produtos em seus próprios aplicativos (Imagem: Divulgação/C6 Bank)

Como o funcionamento das fintechs ocorre essencialmente de maneira online, essas instituições não costumam ter agências ou pontos físicos. Logo, as instituições têm menos custos (relacionados a aluguel do espaço, trabalho presencial, entre outros), o que possibilita baratear o custo de serviços financeiros.

E além disso, o uso intensivo de tecnologia facilita a portabilidade e o tratamento de dados dos usuários. Como consequência, fintechs podem criar produtos personalizados para seus clientes, com base nas preferências e dados de uso de seus consumidores.

Quais são os principais tipos de fintech?

Há diversos tipos de fintechs no mercado, com serviços ligados a diferentes áreas do setor financeiro. Dentre as principais categorias de fintechs, estão:

Neobanks: também chamadas de bancos digitais, são fintechs com funcionamento similar ao de bancos tradicionais, mas que operam exclusivamente ou majoritariamente de forma online;

Fintechs de pagamentos: empresas especializadas em facilitar transações financeiras por meios digitais (como QR Code ou Pix);

Fintechs de gestão financeira: negócios focados em auxiliar na administração e controle de gastos, incluindo recursos e dicas de educação financeira;

Fintechs de investimentos: fintechs voltadas para facilitar investimentos e aplicações, de maneira mais desburocratizada que a de bancos tradicionais;

Fintechs de câmbio: empresas que facilitam o envio e recebimento de dinheiro do exterior, incluindo serviços de conversão em outras moedas;

Fintechs de blockchain e bitcoin: fintechs que oferecem seviços de transações de criptomoedas, ativos digitais ou contratos inteligentes;

Fintechs de seguros: também chamadas de insurtechs, são serviços que ofertam contratações e gerenciamentos de seguros de diversos tipos;

Fintechs de crowdfunding: empresas digitais que conectam investidores e empreendedores, de modo a facilitar a captação de recursos;

Fintechs de negociação de dívidas: plataformas especializadas em auxiliar usuários na obtenção de renegociações ou melhores condições para situações de inadimplência.

Quais serviços financeiros as fintechs oferecem?

Fintechs podem oferecer diversos serviços financeiros tradicionais ou personalizados, muito em função do compartilhamento de dados regulado pelo Open Banking e Open Finance. Exemplos de serviços oferecidos por essas instituições contemplam:

Produtos financeiros: contas e carteiras digitais, cartões, empréstimos, linha de crédito, empréstimos;

Soluções de pagamentos: transferências nacionais ou internacionais, pagamentos digitais (como QR Code, pagamentos contactless ou transferências Pix) ou tradicionais, maquininhas de cartão;

Investimentos: aplicações e gestão de fundos de investimentos, criptomoedas e blockchhain, entre outros ativos;

Educação financeira: plataformas de gestão de riscos e de patrimônio, análise de dados financeiros e renegociação de dívidas;

Soluções de infraestrutura: produtos como Platform as a Service (PaaS), que são plataformas de computação em nuvem destinada a outras instituições financeiras;

Serviços de seguros: seguros de celular, de vida, do imóvel, entre outros.

Quais são os principais exemplos de fintechs no Brasil?

Há diversas fintechs operando no Brasil em diferentes segmentos da área financeira. A lista das principais instituições inclui nomes como:

Banco Inter: fintech da categoria neobanking, que oferece diversas soluções financeiras como um banco tradicional;

Nubank: neobank que é considerada a maior fintech da América Latina, que foca em serviços financeiros do setor bancário e inclui outros produtos do setor;

PagBank: instituição que oferece serviços de banco digital, bem como soluções de pagamentos e maquininhas de cartão;

PicPay: empresa do tipo neobanking, que oferece carteira digital e outros tipos de soluções bancárias e de investimentos;

Mercado Pago: banco digital que inclui produtos como carteira digital, link de pagamento, maquininhas de cartão e QR Code em seu portfólio de serviços;

C6 Bank: banco digital para pessoas físicas (PF) ou jurídicas (PF), com diversas soluções financeiras digitais;

Remessa Online: empresa tecnológica do setor financeiro focada em transferências internacionais de dinheiro;

Acordo Certo: fintech de negociação de dívidas, que faz uso da tecnologia para auxiliar clientes a encontrar, negociar e quitar inadimplências;

Cora: banco digital que oferece serviços financeiros para pequenas e médias empresas;

Creditas: plataforma digital com atuação como correspondente bancário e Sociedade de Crédito Direto para a contratação de empréstimos;

Mercado Bitcoin: plataforma de investimentos em ativos digitais, que inclui serviços para facilitar a vida financeira.

Nubank é considerada a maior fintech do Brasil e da América Latina (Imagem: Divulgação/Nubank)

Quais são as entidade que regulam as fintechs no Brasil?

O Banco Central do Brasil (BCB), o Conselho Monetário Nacional (CMN) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) são as principais entidades brasileiras responsáveis por fiscalizar, definir regras gerais e políticas, bem como regular as atividades das fintechs no país.

Mas vale destacar que as fintechs também precisam acatar com regras da Superintendência de Seguros Privados (Susep), do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), e de outras entidades para atuar de forma legal no Brasil.

Quais são as vantagens das fintechs?

As operações baseadas em ambiente digital das fintechs resultam em diversos benefícios, incluindo uso facilitado e produtos personalizados. As principais vantagens de utilizar serviços das fintechs englobam:

Facilidade de uso: o uso digital de serviços das fintechs permite aos usuários acessar os serviços de forma facilitada, pelo celular, computador ou outros dispositivos móveis;

Baixa barreira de entrada: fintechs costumam ter menos requisitos de entrada para clientes em comparação com instituições financeiras tradicionais;

Produtos personalizados: o funcionamento online permite que dados, escolhas e preferências sejam mapeadas, o que resulta em produtos ou soluções personalizadas para cada cliente;

Custos reduzidos ou nulos: a ausência de agências físicas permite que fintechs reduzam o custo ou ofereçam gratuidade de serviços, a exemplo de cartões de crédito sem anuidade;

Suporte 24 horas: o funcionamento online faz com que grande parte das fintechs ofereça suporte online ou por telefone 24 horas por dia, devido à ausência de agências físicas;

Inovações contínuas: a tecnologia como centro das operações promove evolução contínua de inovações, o que habilita o aprimoramento e a descoberta de novas soluções tecnológicas.

Quais são as desvantagens das fintechs?

Fintechs podem apresentar limitações, especialmente pelas operações exclusivamente online. Algumas das principais desvantagens desse tipo de empresa incluem:

Falta de agências físicas: a falta de agências físicas das fintechs faz com que os usuários tenham que resolver problemas somente via telefone, e-mail ou suporte via aplicativos e plataformas;

Uso exclusivamente digital: o uso de produtos ou serviços de fintechs ocorre quase que 100% de forma digital, o que pode ser uma dificuldade para usuários sem tanta familiaridade com tecnologia;

Instabilidades estruturais: fintechs mais jovens podem não ter a mesma segurança institucional de companhias grandes já consolidadas, o que levanta riscos de falências ou cancelamentos de produtos e operações;

Instabilidades de servidores: devido ao uso quase que exclusivo por meios digitais, os serviços das fintechs podem ficar indisponíveis em casos de atualização ou instabilidades dos servidores.

As fintechs são seguras?

Sim. Fintechs são fiscalizadas e reguladas por diversas autarquias, e precisam atender aos requisitos de operação para manter as atividades. Além disso, essas empresas também focam em medidas de segurança cibernética para oferecer maior proteção aos seus serviços, devido ao funcionamento online.

Apesar disso, é válido destacar que fintechs mais jovens podem não apresentar a mesma segurança institucional que empresas de grande porte. Como consequência, a continuidade da operação ou de certos serviços não será garantida, caso a fintech não seja respaldada por uma boa estrutura.

Qual é a diferença entre fintech e startup?

Fintechs são empresas que se baseiam em Tecnologia da Informação (TI) para ofertar soluções e produtos voltados exclusivamente ao mercado financeiro. Em outras palavras, fintech é apenas um segmento dentro do conceito geral de startups.

Já startups são empresas jovens com alto potencial de crescimento, e que têm tecnologia e inovações como alicerces estruturais. Diferentemente de fintechs, startups podem oferecer soluções para as mais diversas áreas do mercado, e não precisam focar necessariamente no setor financeiro.

Qual é a diferença entre fintech e banco digital?

Fintechs contemplam empresas que fazem uso intensivo de tecnologias para ofertar diversas soluções ao mercado financeiro. Uma fintech pode oferecer serviços específicos de seguro ou investimentos, por exemplo, ou atuar com diversas soluções bancárias em uma única plataforma.

Já bancos digitais são um tipo específico de fintech, com funcionamento similar ao de um banco tradicional. Geralmente, bancos digitais não possuem agências físicas, e oferecem serviços como pagamentos, transferências, ofertas de crédito, cartões virtuais, entre outros produtos.

Em suma: todo banco digital é uma fintech, mas nem toda fintech é necessariamente um banco digital.
O que é fintech? Conheça os tipos e serviços financeiros dessas instituições

O que é fintech? Conheça os tipos e serviços financeiros dessas instituições
Fonte: Tecnoblog

Dias Toffoli cobra ação contra TV box ilegal no país

Dias Toffoli cobra ação contra TV box ilegal no país

Dias Toffoli critica TV box ilegal em sessão do Supremo em 12/06 (imagem: reprodução/TV Justiça)

Resumo

Ministro Dias Toffoli faz apelo ao Ministério Público para operação contra TV box ilegal. A venda ocorre principalmente em plataformas como a Amazon.
Toffoli aponta concorrência desleal entre TV por assinatura, serviços de streaming e TV box ilegal. Produtos não homologados pela Anatel são vendidos com nota fiscal.
Supremo já formou maioria para revisar regras sobre plataformas digitais, incluindo Amazon e Mercado Livre, que podem ser afetadas.

A TV box ilegal entrou no radar do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal. Ele fez um apelo para que o Ministério Público realize uma operação contra a venda deste tipo de produto na Amazon. O magistrado não mencionou nominalmente a plataforma, mas explicou que a comercialização é conhecida em uma plataforma famosa mundialmente.

Dias Toffoli afirmou que a TV box ilegal gera uma concorrência desleal com a TV por assinatura e os serviços de streaming. Ele explicou que canais do mundo inteiro ficam disponíveis sem que o consumidor pague pelo acesso ao conteúdo. Também lembrou que esses produtos são ilegais por não terem a homologação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

As declarações aconteceram durante a sessão nesta quinta-feira (12) que analisa a responsabilidade das plataformas digitais sobre os conteúdos de terceiros. O Supremo já formou maioria para revisar as regras do Artigo 19 do Marco Civil da Internet. No contexto dessa discussão, os ministros também abordaram plataformas de compra e venda, como Amazon e Mercado Livre, que serão impactadas pela decisão. “Basta ir na internet e verificar.”

TV box causava interferência em outros aparelhos eletrônicos (Imagem: reprodução/Anatel)

Toffoli destacou que as TV boxes piratas são comercializadas livremente, com direito à nota fiscal. Ou seja, o vendedor “paga imposto para a Receita Federal” de um produto que não deveria ser comercializado no Brasil. O ministro do Supremo não especificou qual braço do Ministério Público deveria investigar do assunto, embora possamos supor que seria o federal – portanto, o MPF.

Além da pirataria em si, a TV box ilegal também pode causar dor de cabeça para o consumidor. Uma pesquisa estrangeira revelou que aparelhos no Brasil estavam infectados por malware e participavam de uma botnet que atacava determinados alvos. A notícia foi publicada neste ano. Já em 2024 foi detectada atividade “intensa” de dispositivos hackeados que faziam, por exemplo, ataques DDoS.

Também no ano passado, técnicos da Anatel descobriram uma TV box pirata que causava interferência no sinal 4G da Claro. O produto foi apreendido.
Dias Toffoli cobra ação contra TV box ilegal no país

Dias Toffoli cobra ação contra TV box ilegal no país
Fonte: Tecnoblog

Liquid Glass

Liquid Glass

Tecnocast 380 debate a WWDC 2025 e o anúncio do Liquid Glass (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Apple apresentou o novo design de todos os seus sistemas operacionais na WWDC 2025. Ele foi chamado de Liquid Glass e lembra bastante algumas coisas que a gente já viu ali pelos anos 2000.

Além disso, tivemos novidades grandes no que diz respeito à multitarefa no iPadOS 26. Mas fora isso, o evento parece que deixou um pouquinho a desejar.

Participantes

Thiago Mobilon

Thássius Veloso

Emerson Alecrim

Vitor Pádua

Créditos

Produção: Josué de Oliveira

Edição e sonorização: Ariel Liborio

Arte da capa: Vitor Pádua

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Liquid Glass

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Fonte: Tecnoblog

Dinamarca quer trocar Microsoft por LibreOffice e Linux

Dinamarca quer trocar Microsoft por LibreOffice e Linux

Dinamarca quer trocar Windows e Office por LibreOffice e Linux (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Dinamarca vai substituir o Windows e Microsoft 365 por Linux e LibreOffice até o fim de 2025.
O objetivo é reduzir custos com licenças e dependência de grandes empresas de tecnologia.
A decisão também tem motivação política, ligada à relação conturbada do país com os EUA após as falas de Donald Trump sobre a Groenlândia.

O Ministério de Assuntos Digitais da Dinamarca anunciou a decisão de trocar o Windows e o Microsoft 365 (Office) por soluções de código-fonte aberto. A partir do próximo mês, o órgão governamental começará a usar distribuições Linux e o LibreOffice no lugar dos softwares da Microsoft.

Se você acha que a decisão tem relação com o fim do suporte ao Windows 10, previsto para acontecer a partir de 14 de outubro de 2025, achou certo. Mas esse não é o único motivo: o ministério também quer reduzir os custos com licenciamento de software.

Tem mais. De acordo com o jornal dinamarquês The Local, a ministra da digitalização da Dinamarca, Caroline Stage, quer tornar o país menos dependente de gigantes da tecnologia, o que envolve a Microsoft.

Ainda segundo o veículo, também há motivações políticas. A Microsoft é uma companhia americana, e a relação entre Dinamarca e Estados Unidos não tem sido das mais amigáveis atualmente.

Em parte, a causa dessa instabilidade política entre os dois países está nas declarações do presidente Donald Trump sobre assumir o controle da Groenlândia, território que faz parte do Reino da Dinamarca.

Não se trata exatamente de uma retaliação, mas de uma abordagem preventiva: existe a preocupação de que a administração Trump tome alguma iniciativa contra a Dinamarca que, de uma hora para a outra, dificulte o acesso do país a soluções tecnológicas fornecidas por empresas americanas.

Writer, editor de textos do LibreOffice (imagem: divulgação/The Document Foundation)

Como será a migração para Linux e LibreOffice?

O abandono das soluções da Microsoft será gradativo. Pelo menos inicialmente, o objetivo é fazer a mudança para Linux e LibreOffice no próprio Ministério de Assuntos Digitais.

A migração terá início em julho, mas o objetivo é fazer todos os funcionários do órgão usarem softwares de código aberto até o fim de 2025.

Não está claro se, depois disso, haverá migração para softwares de código aberto em outros ministérios ou órgãos do governo da Dinamarca. Seja como for, a decisão vem na esteira de um anúncio similar feito recentemente pelas administrações municipais de Copenhague e Aarhus.

É claro que esse tipo de mudança não é simples e pode não ter o efeito esperado. Por isso, a ministra Caroline Stage tratou de avisar: “se a mudança se mostrar muito complicada, poderemos voltar para a Microsoft em um instante”.

Com informações de The Local e Politiken
Dinamarca quer trocar Microsoft por LibreOffice e Linux

Dinamarca quer trocar Microsoft por LibreOffice e Linux
Fonte: Tecnoblog

É oficial! Huawei confirma lançamento de celulares dobráveis no Brasil

É oficial! Huawei confirma lançamento de celulares dobráveis no Brasil

Huawei Mate X6, com tela dobrável, será vendido no país (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Huawei retorna ao Brasil com smartphones dobráveis: Mate X6 e Mate XT.
Mate X6 é um modelo tradicional, enquanto o Mate XT é um trifold com duas dobras.
Modelos rodarão o HarmonyOS e serão vendidos em plataformas como Amazon e Mercado Livre.

A Huawei confirmou hoje que está de volta ao mercado de celulares do Brasil. A empresa vai vender os modelos Huawei Mate X6, com formato tradicional, e Huawei Mate XT, um inédito trifold. Os preços são mantidos em sigilo e serão apresentados oficialmente num evento marcado para 17 de junho, em São Paulo. O Tecnoblog estará lá para conhecer as novidades.

Os chineses bem que tentaram, mas não conseguiram manter segredo sobre o retorno ao país, após um hiato de cinco anos. A Huawei deixou de vender smartphones por aqui em 2019, após a sanção imposta pelo governo dos Estados Unidos em escala global. Muita coisa mudou de lá para cá.

No evento da próxima semana, a expectativa é de que os executivos da Huawei expliquem principalmente a oferta de aplicativos para o público brasileiro. Hoje, os telefones da Huawei não rodam sistema Android, mas sim o HarmonyOS ou o HarmonyOS Next. O primeiro ainda tem código do Android, enquanto o segundo foi totalmente desenvolvido pela Huawei.

Não é possível, por exemplo, instalar um APK no HarmonyOS Next. Não há mais essa compatibilidade.

Quais celulares serão lançados no Brasil?

A Huawei confirmou o lançamento de dois modelos dobráveis. O Huawei Mate X6 lembra o formato fold, comportando-se tanto como telefone (6,45″) quanto como tablet (7,93″). A fabricante destaca a câmera Ultra Chrome, com cores 120% mais precisas do que na geração anterior. Ele traz lentes ultra wide e teleobjetiva.

Já o Huawei Mate XT Ultimate Design é o trifold que capturou a atenção dos visitantes do espaço da Huawei no congresso MWC 2025, realizado em Barcelona. O smartphone possui duas dobras, o que, na prática, faz com que ele funcione tanto como telefone (6,4″) quanto como notebook (10,2″) quando está totalmente aberto. Nenhuma outra empresa vende produto similar no país.

A Huawei não revelou cifras, mas antecipou, em comunicado à imprensa, que os produtos serão vendidos em páginas oficiais na Amazon, Shopee, Mercado Livre e TikTok Shop.

Apesar de inúmeros modelos dobráveis disponíveis no Brasil e no mundo, o formato em si ainda representa um nicho de mercado. A consultoria IDC estima que os produtos deste tipo representem apenas 1% das vendas de smartphones.
É oficial! Huawei confirma lançamento de celulares dobráveis no Brasil

É oficial! Huawei confirma lançamento de celulares dobráveis no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Galaxy Buds 3 tem 47% de desconto em até 10x no Dia dos Namorados

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O Galaxy Buds 3 está com 47% de desconto para o Dia dos Namorados na Amazon. Os mais recentes fones da Samsung com preço de lançamento por R$ 1.699, na oferta saem por R$ 899 em até 10x sem juros. O dispositivo traz novidades em design, resistência e conta com inteligência artificial.

Galaxy Buds 3 surge com hastes e suporte ao Galaxy AI

Galaxy Buds 3 aparece com novo design de hastes (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Uma das novidades mais notáveis do Samsung Galaxy Buds 3 é a presença de hastes que ainda por cima são touch, ou seja, é possível realizar ajustes de volume e controlar músicas deslizando o dedo sobre o material ou com controle de pinça.

Os fones também são compatíveis com Galaxy AI. A inteligência artificial da Samsung oferece recursos de tradução e intérprete em tempo real, o que facilita o entendimento e conversação em outros idiomas. A IA também traz o cancelamento ativo de ruído (ANC) com extensão a função adaptiva que reconhece e adapta o nível do cancelamento de ruído de acordo com o ambiente.

O Galaxy Buds 3 traz um novo alto falante de 11 mm que promete 50% a mais de eficiência que o Buds 2 e som Hi-Fi de 24bit / 96kHz para um áudio mais limpo e imersivo para ouvir os mínimos detalhes.

Galaxy Buds 3 Pro Cinza (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Os fones em oferta por R$ 899 em até 10x sem juros contam com Bluetooth 5.4 e pela primeira vez, certificação IP57, resistência maior contra água e poeira. Segundo a Samsung, o Galaxy Buds 3 tem autonomia de até 6 horas de reprodução com ANC desativado e 5 horas com a função ativada.
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Fonte: Tecnoblog

Android vai deixar de ter código aberto? Google nega

Android vai deixar de ter código aberto? Google nega

O mascote do Android (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O Google liberou o código-fonte do Android 16, mas excluiu pacotes de hardware dos dispositivos Pixel, levantando rumores sobre o fim da iniciativa AOSP.
Segundo o vice-presidente do Android, Seang Chau, o AOSP continuará existindo, e a mudança busca criar pacotes de referência que não dependam de um hardware específico.
A big tech planeja substituir esses pacotes pelo suporte ao AOSP via Cuttlefish e GSI, mas isso pode dificultar o desenvolvimento de ROMs.

Nesta semana, o Google liberou o código-fonte da primeira versão do Android 16. Mas alguns desenvolvedores notaram que alguns pacotes estavam ausentes. Isso gerou rumores de que a companhia planeja tornar este um projeto de código fechado. O Google prontamente negou.

O Android como software de código aberto é mantido por meio da iniciativa Android Open Source Project (AOSP). O código-fonte do Android 16 foi liberado justamente nos repositórios desse projeto. Porém, essa liberação não incluiu pacotes relacionados ao hardware de aparelhos Google Pixel.

Esses pacotes envolvem componentes como árvores de dispositivos (estruturas que contêm informações sobre as especificações de componentes de hardware) e binários de drivers.

Esses componentes servem de referência para o desenvolvimento de versões alternativas do Android (as famosas ROMs), com o LineageOS aparecendo como um exemplo notável. É por isso que a ausência dos tais componentes gerou a desconfiança de que o AOSP se tornaria fechado ou seria descontinuado.

O que o Google diz sobre fechar o AOSP?

Tão logo os rumores sobre o assunto começaram a surgir, Seang Chau, vice-presidente do Android, usou o X para informar que o AOSP não será descontinuado:

Estamos vendo algumas especulações de que o AOSP está sendo descontinuado. Para deixar claro, o AOSP NÃO irá desaparecer. O AOSP foi desenvolvido com o intuito de ser uma plataforma aberta para implementações de dispositivos, fornecedores de SoCs e arquiteturas de conjuntos de instruções.

Seang Chau, vice-presidente do Android no Google

Google nega fechamento do código-fonte do Android (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mas, sim, está havendo mudanças no AOSP. Chau deu a entender que os componentes relacionados à linha Pixel não foram liberados porque o Google planeja oferecer pacotes de referência que não sejam ligados a dispositivos específicos.

“O AOSP precisa de um alvo de referência que seja flexível, configurável e acessível — independentemente de qualquer hardware específico, incluindo os do Google”, explicou o executivo.

Ainda de acordo com Chau, a companhia planeja substituir esses pacotes de referência pelo suporte ao AOSP via Cuttlefish (uma espécie de emulador do Android), bem como via GSI (imagem genérica do sistema — um Android “puro”).

O grande problema é que essa mudança deve tornar o desenvolvimento de versões alternativas do Android mais trabalhoso, como relata o Android Authority, pelo menos até que os desenvolvedores se acostumem à nova abordagem.

Vale reforçar que a primeira versão do Android 16 foi liberada nesta semana com redesign e várias outras melhorias.
Android vai deixar de ter código aberto? Google nega

Android vai deixar de ter código aberto? Google nega
Fonte: Tecnoblog

Galaxy Tab S10 Plus fica 40% mais barato na Amazon no Dia dos Namorados

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O Galaxy Tab S10 Plus de 512 GB está com 40% de desconto na Amazon, saindo por R$ 5.399 à vista no Pix. O valor original era R$ 8.999. O modelo em promoção possui conectividade Wi-Fi e traz como destaque a tela AMOLED de 12,4 polegadas e o chip Dimensity 9300+. A oferta é uma das melhores históricas segundo o Buscapé.

Galaxy Tab S10 Plus traz tela AMOLED e chip Dimensity 9300+

A tela de AMOLED Dinâmico 2X de 12,4 polegadas do Galaxy Tab S10 Plus (512 GB) tem taxa de atualização de 120 Hz e suporte a HDR10+. Isso garante alta fluidez em animações, jogos e rolagem, além de maior alcance dinâmico em vídeos compatíveis.

O processador do tablet da Samsung é o Dimensity 9300+ da MediaTek e RAM de 12 GB com armazenamento UFS de 512 GB (mais slot para microSD), configurações que devem oferecer bom desempenho em multitarefa e jogos pesados. Segundo a fabricante, ainda há um ganho de 14% na NPU em relação à linha Galaxy Tab S9.

Teclado do Galaxy Tab S10 Plus tem botão dedicado ao Galaxy AI (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Esse é um ponto importante porque o Tab S10+ (R$ 5.399) oferece suporte aos recursos de inteligência artificial do Galaxy AI. Incluindo transcrição de reuniões, formatação automática de textos e tradução de PDFs. Recursos úteis para quem pretende usar o tablet como ferramenta de trabalho ou estudos.

As câmeras traseiras incluem sensor principal de 13 MP e lente ultrawide de 8 MP. A frontal tem 12 MP e ângulo de visão de 120º. Ambas gravam em 4K a 30 fps. O áudio é estéreo, com quatro alto-falantes calibrados pela AKG. O modelo não possui entrada para fones de ouvido.

Tablet vem com S Pen (Imagem: Giovanni Santa Rosa / Tecnoblog)

A bateria de 10.090 mAh suporta carregamento de 45 W com fio. Segundo a Samsung, o aparelho tem proteção IP68 contra água e poeira e acompanha uma S Pen com latência de 2,8 ms e integração Bluetooth. O sistema do tablet ainda inclui recursos como Samsung DeX e Circle to Search.
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Galaxy Tab S10 Plus fica 40% mais barato na Amazon no Dia dos Namorados
Fonte: Tecnoblog

Xiaomi Mix Fold 5? Novo dobrável com chip Snapdragon é vazado

Xiaomi Mix Fold 5? Novo dobrável com chip Snapdragon é vazado

Enquanto a Xiaomi provoca o lançamento do Mix Flip 2 em junho, um novo celular da chinesa foi vazado pelo informante Digital Chat Station no Weibo. De acordo com ele, o aparelho tem duas telas, o que significa que ele deve ser um dobrável, provavelmente o Xiaomi Mix Fold 5.É dito que o aparelho tem chip Qualcomm SM8850, que pode ser o Snapdragon 8 Elite 2 (ou Gen 2), e uma tela principal grade com layout horizontal com foco em multitarefa, assim como a tela dobrável do Mix Fold 4.

Outro indício é que o informante afirma que será possível usar a câmera principal traseira para selfies, algo que o Mix Fold 4 também consegue fazer graças a tela externa.Clique aqui para ler mais

Xiaomi Mix Fold 5? Novo dobrável com chip Snapdragon é vazado
Fonte: Tudocelular