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Dados neurais passam a ser protegidos por lei estadual nos EUA

Dados neurais passam a ser protegidos por lei estadual nos EUA

Dados neurais são equiparados a informações biométricas e de saúde (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O governador da Califórnia (Estados Unidos), Gavin Newson, sancionou um projeto que visa impedir que dados cerebrais de consumidores sejam usados de forma inadequada por empresas de tecnologia. Ele altera a lei de proteção de dados pessoas do estado para incluir “dados neurais” na lista de “informações pessoais sensíveis”.

Como explica o New York Times, isso inclui dados gerados pelo cérebro e também pelos nervos do resto do corpo. A Califórnia já incluía imagens faciais, DNA e impressões digitais na lista de dados sensíveis.

Na prática, consumidores poderão pedir acesso a seus dados, além de solicitar que as empresas excluam ou alterem o que foi coletado. Eles também poderão limitar esta coleta, bem como proibir a venda ou o compartilhamento destes dados.

Tecnologias neurais estão em alta

O Times observa que vários produtos e serviços relacionados ao cérebro e à mente vêm surgindo nos últimos anos. Entre eles, estão aplicativos para meditar, melhorar a concentração e tratar transtornos psicológicos, como depressão. Alguns deles podem monitorar e registrar dados cerebrais.

Colorado já tem regras para este tipo de dados, e outros estados discutem leis semelhantes (Imagem: Robina Weermeijer / Unsplash)

A publicação diz que isso pode incluir pensamentos, sentimentos e intenções. Já existem pesquisas científicas para usar este tipo de dados para reconstituir o que uma pessoa viu em um vídeo ou controlar a fala e as expressões faciais de um avatar.

O jornal também destaca que existe uma lacuna regulatória para este tipo de produto. Nos EUA, dispositivos médicos estão sujeitos a leis de saúde federais, mas aparelhos de neurotecnologia não precisam seguir estas regras.

Além disso, a Califórnia é um hub de tecnologia, com inúmeras startups de neurociência. Estes fatores ajudam a explicar a aprovação da lei.

A associação Neurorights Foundation, que atua pela proteção de dados cerebrais, examinado as políticas de dados de 30 empresas. Segundo a instituição, quase todas tinham acesso a este tipo de informação, sem limitações significativas. Além disso, mais da metade permitia o compartilhamento com terceiros.

“O que costumava ser ficção científica não é mais”, diz Rafael Yuste, neurocientista da Universidade Columbia e presidente da fundação.

Antes da Califórnia, o estado do Colorado aprovou uma legislação semelhante. A Neurorights Foundation estão em discussão com parlamentares de Flórida, Texas e Nova York, entre outros estados.

Texto recebe críticas

Para Marcello Ienca, professor da Universidade Técnica de Munique (Alemanha), a lei limita excessivamente os dados neurais, quando deveria se concentrar em prevenir inferências intrusivas sore pensamentos e emoções, independentemente da fonte usada.

“O que importa é se você está fazendo um tipo de inferência que infrinja meus direitos à privacidade”, argumenta Ienca.

A TechNet, que representa empresas como Meta, Apple e OpenAI, se opôs à lei. A associação argumentou que incluir o sistema nervoso periférico seria muito amplo e atrapalharia qualquer tecnologia que registra comportamento humano.

O texto final manteve a menção ao sistema nervoso periférico, mas definiu que informações inferidas por dados não neurais não estariam cobertas pela lei. Na prática, isso libera monitores cardíacos, medidores de pressão e aparelhos de teste de glicemia, explica Jared Genser, consultor da Neurorights Foundation.

Com informações: The New York Times
Dados neurais passam a ser protegidos por lei estadual nos EUA

Dados neurais passam a ser protegidos por lei estadual nos EUA
Fonte: Tecnoblog

O que é algoritmo? Entenda como funciona o conjunto de instruções de um programa

O que é algoritmo? Entenda como funciona o conjunto de instruções de um programa

De tarefas do dia a dia à computação, algoritmos conseguem solucionar problemas e executar tarefas (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Algoritmo é um conjunto finito de regras e instruções, simples ou complexo, que fundamenta a execução de uma tarefa ou a solução de um problema.

A função de um algoritmo consiste em definir o sequenciamento de passos (considerando variáveis) para que softwares e aplicativos realizem um comando, considerando a finalidade do programa.

Os algoritmos têm atuação ampla, mas geralmente são encontrados em aplicações de inteligência artificial, linhas de programação, mecanismos de busca na internet, e redes sociais.

A seguir, entenda o que são e como funcionam os algoritmos, e confira vantagens e desvantagens de seus usos.

ÍndiceO que é um algoritmo?O que é um algoritmo de machine learning?Para que serve um algoritmo?Como funciona o algoritmo?Os algoritmos são responsáveis pelo sistema de recomendação?Por que os algoritmos não são públicos?Quais são as vantagens de um algoritmo?Quais são as desvantagens de um algoritmo?Qual é a diferença entre algoritmo e programa?

O que é um algoritmo?

Algoritmo é um conjunto finito de regras e instruções para a solução de um problema ou para a realização de determinada tarefa. O termo é oriundo da palavra “algorithmi”, que é a versão latinizada de Muhammad ibn Mūsā al-Khwārizmī, um cientista persa do século IX que é considerado “o pai da álgebra”.

Um algoritmo pode ser simples ou complexo, a exemplo de uma receita de bolo ou de traduções automáticas de texto. E apesar de serem aplicados em diversos setores, algoritmos são geralmente relacionados à computação, devido às suas capacidades de instruir sistemas na execução de funções.

O que é um algoritmo de machine learning?

Um algoritmo de machine learning (ou “aprendizado de máquina”, em tradução livre) é um conjunto de regras ou processos que capacita um sistema de inteligência artificial a aprender, reconhecer padrões, fazer previsões ou gerar novos conteúdos a partir de uma grande quantidade de dados.

São os algoritmos de aprendizado de máquina e de aprendizado profundo que estabelecem parâmetros para uma rede neural artificial chegar ao resultado esperado, sendo fundamentais para o treinamento de dados e funcionamento de aplicações como ChatGPT e Midjourney, por exemplo.

Para que serve um algoritmo?

Um algoritmo serve para definir o sequenciamento de regras e instruções a fim de solucionar um problema ou executar determinada ação. Devido a sua abrangência e atuação em diversos setores, o algoritmo é capaz de realizar funções como:

Sistemas de recomendação: com base em dados de navegação do usuário, o algoritmo vai traçar um perfil ao identificar padrões, e sugerir produtos ou conteúdos parecidos;

Relevância de resultados: é o algoritmo que vai ordenar os resultados de um mecanismo de busca, com base em requisitos de conteúdo, além de dados de acesso e audiência;

Previsões e análises: algoritmos podem tomar decisões ou fazer previsões a partir de análises de dados e padrões;

Navegação por GPS: aplicações de navegação por GPS usam algoritmos para calcular a rota mais rápida de um ponto para outro;

Funcionamento de jogos: algoritmos são responsáveis por definir movimentos, dinâmicas e física de um jogo de videogame;

Programação: algoritmos fundamentam a base lógica para orientar programações computacionais.

Algoritmos definem as regras e parâmetros para a solução de um problema (Imagem: Pixabay/Pixabay)

Importante ressaltar que o uso e a estrutura de um algoritmo dependerá da tarefa imposta a um determinado sistema.

Como funciona o algoritmo?

Algoritmos têm estruturas representadas por fluxogramas, com entradas e saídas definidas. E entre a entrada e a saída do algoritmo estão as variáveis, com regras específicas para direcionar o fluxo de dados de acordo com determinadas situações que envolvem a resolução do problema ou execução da tarefa.

Os algoritmos então são treinados para receber uma grande quantidade de dados em suas entradas. A partir daí, eles são capazes de identificar padrões, processar informações e aprender como chegar ao resultado final em condições diferentes. Pode ser necessário ajustar alguns parâmetros para maior eficácia nos resultados.

A próxima etapa envolve a tradução de algoritmos para uma linguagem que o computador possa aprender. Processos de codificação e compilação vão permitir que comandos de uma aplicação executem as tarefas com base no conjunto de regras e instruções.

Por fim, desenvolvedores testam a eficácia do algoritmo com diferentes dados de entrada para certificação do funcionamento da plataforma.

Os algoritmos são responsáveis pelo sistema de recomendação?

Sim. Sistemas de recomendação de diferentes aplicações usam algoritmos próprios a fim de processar dados e sugerir conteúdos e produtos com base nas informações do usuário.

Inicialmente, os algoritmos de recomendação analisam diversos dados de um usuário na plataforma, como pesquisas, históricos de visualização, avaliações, compras e itens favoritados. Com isso, os algoritmos então criam um perfil da pessoa e passam a sugerir conteúdos semelhantes da mesma área de interesse.

E é por isso que a Netflix te recomenda outras séries parecidas com a que você assistiu. Assim como Instagram e TikTok passam a exibir conteúdos de um determinado tema ou perfil com base em suas pesquisas, visualizações e interações.

Por que os algoritmos não são públicos?

O principal motivo para a maioria dos algoritmos serem privados envolve o fator competitividade. Afinal, se uma empresa divulgasse o seu algoritmo, poderia ver companhias rivais utilizando o mesmo algoritmo e tendo resultados semelhantes ou ainda melhores. Em suma, o algoritmo é a fórmula do negócio de uma aplicação.

E quando públicos, algoritmos complexos podem comprometer a privacidade de dados de usuários e a segurança da plataforma como um todo. Isso sem contar em possíveis críticas e problemas éticos que a empresa poderia enfrentar, caso as pessoas soubessem de toda estrutura, intenção e vieses do sistema.

Mas é importante mencionar que existem algoritmos públicos, principalmente voltados para fins acadêmicos, científicos e desenvolvimento pessoal. Esses algoritmos costumam ser mais simples, para que usuários otimizem e personalizem sistemas em suas aplicações.

Quais são as vantagens de um algoritmo?

Algoritmos são considerados peças importantes para o desenvolvimento tecnológico, especialmente no campo computacional. Dentre as vantagens de um algoritmo, estão:

Avanço tecnológico: algoritmos são peças-chave para o desenvolvimento de programas e aplicações, e têm sido fundamentais para o avanço da inteligência artificial;

Uso versátil: a estrutura de regras e instruções dos algoritmos pode ser usada para solucionar problemas fáceis ou mais complexos, de acordo com a necessidade abordada;

Automação de processos: devido ao reconhecimento de padrões, algoritmos podem automatizar processos e aumentar a produtividade;

Escalabilidade: algoritmos são capazes de processar dados em larga escala, cuja tarefa não poderia ser executada manualmente por humanos;

Personalização: por ser um conjunto de regras para uma tarefa específica, o algoritmo pode ser adaptado e aplicado a praticamente qualquer área;

Otimização contínua: algoritmos de deep learning são capazes de aprender e apresentar novos resultados, à medida que recebem mais dados.

Quais são as desvantagens de um algoritmo?

Algoritmos têm limitações de funcionamento e podem se envolver em conflitos éticos, dependendo de como são usados. Algumas das principais desvantagens de um algoritmo envolvem:

Falta de transparência: como a maioria dos algoritmos são secretos, você não consegue saber sobre seus funcionamentos, e nem quais são as intenções das empresas por trás da aplicação;

Vieses de algoritmos: algoritmos são criados com base em conjuntos de regras e instruções desenvolvidos por um humano, e seus funcionamentos podem mostrar apenas a perspectiva do criador;

Dependência de dados: algoritmos precisam de uma grande quantidade de dados para aprendizado, e podem apresentar resultados imprecisos se não tiver informações o suficiente;

Complexidade: algoritmos podem ter alto nível de complexidade, o que exige tempo e custo elevado para desenvolvimento e implementação;

Comportamento robotizado: aplicações tendem a apresentar comportamentos robotizados devido à automatização de processos;

Extração invasiva: o funcionamento de algoritmos pode ser invasivo, já que coletará dados de pesquisa, usabilidade, compras e outras informações do usuário.

Qual é a diferença entre algoritmo e programa?

Algoritmos fundamentam o conceito para um programa executar determinada função (Imagem: and machines/Unsplash)

Algoritmo é o conjunto de regras e instruções para a solução de um problema ou execução de uma tarefa, ou seja, ele forma o conceito para o funcionamento de um programa. E dada sua complexidade, nem todo algoritmo pode dar luz a um programa devido a limitações técnicas computacionais e de equipamentos.

Já um programa é a implementação prática de um ou mais algoritmos em uma linguagem de programação. Todo programa é baseado em algoritmos (sejam eles de aprendizado de máquina ou não), embora dependa de códigos, softwares, hardwares e outros elementos para o funcionamento do sistema.
O que é algoritmo? Entenda como funciona o conjunto de instruções de um programa

O que é algoritmo? Entenda como funciona o conjunto de instruções de um programa
Fonte: Tecnoblog

Aumento no custo do Snapdragon 8 Gen 4 pode impactar preços dos celulares

Aumento no custo do Snapdragon 8 Gen 4 pode impactar preços dos celulares

Leaker publicou que próximo SoC premium da Qualcomm tem um custo 20% mais caro que o antecessor (ilustração: Vítor Pádua/Tecnoblog)

O próximo processador topo de linha da Qualcomm pode chegar custando 20% a mais que o Snapdragon 8 Gen 3, deixando os próximos celulares premium mais caros. Segundo o renomado leaker Digital Chat Station (DCS), a quarta geração do Snapdragon 8 tem um custo de US$ 190 (R$ 1.032) por unidade. O motivo do aumento do preço é o processo de fabricação de 3 nm da TSMC, que é mais caro que tecnologias anteriores.

Contudo, DCS destaca que esse preço do Snapdragon 8 Gen 4 (que pode se chamar Snapdragon 8 Elite) é o valor aproximado. DCS é reconhecido por previsões certeiras na indústria mobile. O volume de produção e outras negociações da Qualcomm com a TSMC pode reduzir o custo final dos seus processadores. Porém, o cenário não é promissor.

Expectativa de aumento de preço de SoC mobiles

Além do Snapdragon 8 Gen 4/Elite, o MediaTek Dimensity 9400 também deve ficar mais caro pelo mesmo motivo — DCS aponta um preço de US$ 155, ou R$ 838. Consequentemente, a próxima geração de celulares topo de linha deve ficar mais cara: seja um smartphone equipado com SoC da Qualcomm ou da MediaTek.

Sucessor do Snapdragon 8 Gen 3 pode chegar até 20% mais caro e impactar o preço de próxima geração de celulares topo de linha(Imagem: Divulgação/Qualcomm)

No ano passado, durante o Snapdragon Summit, a própria Qualcomm comentou que a próxima geração dos seus processadores topo de linha ficaria mais cara. O analista de mercado Ming Chi-Kuo já havia publicado um artigo no início do ano corroborando a informação do Digital Chat Station.

Em agosto, um executivo da Xiaomi publicou no Weibo que os custos dos fornecedores estavam aumentando. O profissional perguntou se os consumidores prefeririam um downgrade na próxima geração para manter o preço ou melhorias — ainda que com valor mais alto.

A Xiaomi deve lançar os seus celulares topo de linha Xiaomi 15 em outubro. Apesar das diferenças entre as fabricantes, um possível aumento do preço dessa geração (que usará o processador Snapdragon 8 Gen 4) pode dar uma prévia do que veremos com o Galaxy S25.

Com informações: Android Authority
Aumento no custo do Snapdragon 8 Gen 4 pode impactar preços dos celulares

Aumento no custo do Snapdragon 8 Gen 4 pode impactar preços dos celulares
Fonte: Tecnoblog

Galaxy A16: novo vazamento revela todas as opções de cores do celular

Galaxy A16: novo vazamento revela todas as opções de cores do celular


Atualização (30/09/2024) – YB
Faz um certo tempo desde que o Galaxy A16, o mais novo modelo de entrada da linha Galaxy A, começou a surgir na internet. Ao longo dos meses, diversos rumores já surgiram sobre o smartphone, assim como alguns vazamentos que revelaram até mesmo suas especificações, que não é muito diferente do que estamos acostumados com os modelos de entrada.

Porém, mais um novo vazamento do smartphone revelou quais serão as cores que o novo celular terá em seu lançamento. Ao todo, serão três cores disponíveis.Clique aqui para ler mais

Galaxy A16: novo vazamento revela todas as opções de cores do celular
Fonte: Tudocelular

Infinix Hot 50 4G é anunciado com MediaTek Helio G100, tela de 120 Hz e bateria de 5.000 mAh

Infinix Hot 50 4G é anunciado com MediaTek Helio G100, tela de 120 Hz e bateria de 5.000 mAh

Após ter anunciado o Hot 50 5G no início deste mês, a Infinix resolveu adicionar mais um smartphone a linha de aparelhos: o Infinix Hot 50 4G. Dispositivo que, apesar de não trazer o novo padrão de redes móveis, não deve deixar a desejar em relação ao seu irmão mais avançado.Isso, pois apesar da limitação no que tange a conexão de dados móveis, o aparelho é equipado com o MediaTek Helio G100, um chipset que, em termos de especificações, é praticamente idêntico ao MediaTek Dimensity 6300 encontrado no Hot 50 5G – mas sem o modem compatível com 5G. Em outras palavras, ambos compartilham a mesma litografia de 6nm, com 8 núcleos e frequências semelhantes.

Além disso, tanto o aparelho com o Helio G100 quanto o modelo com Dimensity 6300 possuem um sensor de impressões digitais na lateral e são alimentados por uma bateria de 5.000 mAh. E nesse departamento, a promessa é manter 80% da capacidade original mesmo após 1.600 ciclos de recarga (o que equivale, na prática, a aproximadamente 4 anos de uso com uma recarga diária).O Infinix Hot 50 4G ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.Clique aqui para ler mais

Infinix Hot 50 4G é anunciado com MediaTek Helio G100, tela de 120 Hz e bateria de 5.000 mAh
Fonte: Tudocelular

Razer lança almofada gamer Freyja para maior imersão durante uma gameplay

Razer lança almofada gamer Freyja para maior imersão durante uma gameplay

A Razer, famosa por seus periféricos e acessórios focados no público gamer, está aumentando seu portfólio de produtos com o lançamento da Freyja, a nova almofada gamer. Anunciada recentemente pela empresa, essa almofada chegou ao mercado pelo valor de US$ 299,99 e já pode ser adquirida.

A nova almofada gamer basicamente serve como uma maneira de estender as vibrações sentidas em seus controles quando se está jogando algum jogo. Porém, esses efeitos não se limitam a mão do usuário, pois as diversas placas localizadas atrás e abaixo do jogador conseguem replicar o efeito de vibração.Conforme explicado pela Razer, o efeito vibratório da almofada só é possível com a ajuda da tecnologia “háptica multidirecional alimentada por seis atuadores de motor háptico avançados”. É possível conectar as almofadas por meio de Bluetooth e conexão HyperSpeed Wireless da própria marca. Clique aqui para ler mais

Razer lança almofada gamer Freyja para maior imersão durante uma gameplay
Fonte: Tudocelular

Google Play Store agora permite abrir aplicativos automaticamente depois da instalação

Google Play Store agora permite abrir aplicativos automaticamente depois da instalação


Atualização (30/09/2024) – FM
A Google Play Store começou a receber uma atualização que traz a possibilidade de abrir jogos e aplicativos assim que terminam de ser instalados no celular ou tablet. A loja agora possui um botão deslizante que, ao ser ativado, permite que o app execute automaticamente cinco segundos após a instalação ser concluída.

Ao ativar a opção de abertura automática, uma notificação será exibida no dispositivo com uma contagem regressiva. Assim, o usuário poderá saber o momento que o aplicativo será aberto. Mishaal Rahman, jornalista e especialista no Android, afirma que a nova funcionalidade começou a ficar disponível na versão 42.5.15 da Google Play Store.Clique aqui para ler mais

Google Play Store agora permite abrir aplicativos automaticamente depois da instalação
Fonte: Tudocelular

App de Telefone do Google pode ganhar novo design semelhante ao do iPhone

App de Telefone do Google pode ganhar novo design semelhante ao do iPhone

Talvez você não saiba, mas com exceção da Samsung, quase todas as fabricantes de smartphones Android utilizam o Telefone do Google como padrão para chamadas. E agora, ao que parece, o aplicativo pode estar prestes a receber um novo visual.

Segundo apuração feita pelo portal internacional Android Authority, o Google pode estar testando uma nova tela de chamadas recebidas para o aplicativo de Telefone. O novo design foi capturado na versão mais recente do app (v145.0.672690850). Confira:Como você pode ver, o novo design traz um visual muito próximo ao da tela de chamadas do iPhone (ou até dos Samsung Galaxy). A partir da nova proposta, ao invés de um único botão para receber e recusar chamadas, o usuário teria acesso a dois botões, verde e vermelho, para aceitar e declinar ligações.Clique aqui para ler mais

App de Telefone do Google pode ganhar novo design semelhante ao do iPhone
Fonte: Tudocelular

Sem tigrinho? Google exigirá registro de bets para liberar anúncios

Sem tigrinho? Google exigirá registro de bets para liberar anúncios

Desde a publicação de que o país permitiria a entrada de plataformas de aposta assinada por Michel Temer em 2018, temos observado a invasão de sites de aposta no Brasil, o que inclui desde apostas esportivas (as chamadas bets) até plataformas de slot game (com destaque especial para as variantes do jogo do tigrinho) e crash games, como do aviãozinho.

Com a regulamentação criada recentemente, o governo iniciou o cadastramento de empresas interessadas em operar no país de maneira oficial com regras claras que incluem a operação em território nacional, cadastro no Ministério da Fazenda e mais, com promessa de bloqueio das que plataformas que não realizarem o cadastramento.Para acompanhar o movimento em questão, o Google divulgou na última sexta-feira (27) a mais recente atualização na sua política de publicidade, passando a incluir a exigência de registro no Ministério em caso de sites de aposta, antes de permitir os anúncios vinculados a elas.Clique aqui para ler mais

Sem tigrinho? Google exigirá registro de bets para liberar anúncios
Fonte: Tudocelular