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Samsung revela que One UI 7 só chega em janeiro com o Galaxy S25

Samsung revela que One UI 7 só chega em janeiro com o Galaxy S25

Samsung apresentou novidades sobre o One UI 7 em evento realizado nesta quinta-feira (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Samsung anunciou nesta quinta-feira (3) que a One UI 7 será lançada apenas em 2025. A nova interface dos dispositivos da empresa, baseada no Android 15, chegará atrasada quando comparada com as versões anteriores. O beta da One UI 7 será liberado antes do fim deste ano.

Naturalmente, essa mudança do cronograma da Samsung impactará o lançamento da One UI 7 no Brasil. Se você já acha demorado (ou injusto) a liberação da interface no mercado brasileiro, só resta aceitar. Neste ano, a principal reclamação dos clientes do país foi com a demora no lançamento da One UI 6 para o Galaxy S22. Vale lembrar que a empresa não revela o cronograma de atualização da One UI no Brasil.

One UI 7 estreando com o Galaxy S25

Ao deixar a One UI 7 para 2025, a Samsung confirmou no evento que estreará essa interface junto do seu próximo celular premium, a linha Galaxy S25. Segundo rumores, assim como a empresa fez com o Galaxy S24, a nova geração da linha S será lançada no mês de janeiro.

Isso gera um questionamento sobre porque a Samsung optou por essa estratégia. Foi pelo atraso do Google em lançar a versão final do Android 15? Afinal, o SO mobile só será liberado oficial neste mês. A outra possibilidade é que a Samsung já tinha planos de adotar essa estratégia.

Apesar de ruim para o consumidor dos celulares mais premiums (Galaxy S24 e dobráveis da 6ª geração), que tradicionalmente ganham a One UI mais nova antes do fim do ano, ela dá uma exclusividade para quem comprar o celular mais novo.

Linha Galaxy S25 será lançada com a One UI 7, marcando uma mudança de estratégia da Samsung (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Assim, a Samsung também tem um atrativo a mais para convencer os usuários a comprar o novo celular. Quem quer muito usar a One UI 7 logo, tem que comprar o Galaxy S25. Do contrário, só esperar.

Novidades da One UI 7

Com um beta aberto previsto para “até o fim de 2024”, pouco se sabe das novidades da One UI 7. Contudo, a Samsung divulgou que está atualizando o design da interface e quer deixar mais integrado os recursos da Galaxy AI com eletrodomésticos de casa inteligente.

Com informações: SamMobile
Samsung revela que One UI 7 só chega em janeiro com o Galaxy S25

Samsung revela que One UI 7 só chega em janeiro com o Galaxy S25
Fonte: Tecnoblog

Google começa a testar selos de verificação para empresas nos resultados de busca

Google começa a testar selos de verificação para empresas nos resultados de busca

O Google começou a experimentar um novo recurso de verificação nos resultados de pesquisa, a fim de evitar que usuários cliquem em links de sites potencialmente fraudulentos. Em regiões selecionadas, o buscador passou a exibir um selo azul ao lado do nome das empresas para indicar que o site é legítimo.

No momento, o selo de verificação aparece em um número limitado de resultados de busca e parece focar inicialmente em grandes marcas — como Apple e Microsoft — que costumam ser utilizadas em ataques de phishing. Nesses golpes, os criminosos geram sites e mensagens de e-mail imitando uma empresa para enganar a vítima.A gigante das buscas confirmou que está testando a função. “Experimentamos recursos com frequência para ajudar compradores a identificar empresas confiáveis on-line, e atualmente estamos realizando um pequeno experimento exibindo marcas ao lado de certas empresas no Google”, disse Molly Shaheen, porta-voz do Google, ao The Verge.Clique aqui para ler mais

Google começa a testar selos de verificação para empresas nos resultados de busca
Fonte: Tudocelular

The Legend of Zelda: Echoes of Wisdom encanta com a sua simplicidade! Análise / Review

The Legend of Zelda: Echoes of Wisdom encanta com a sua simplicidade! Análise / Review

É praticamente impossível encontrar um jogador que nunca tenha ouvido falar da franquia The Legend of Zelda, uma das séries de maior sucesso e mais longevas da indústria de videogames, atravessando diversas gerações de consoles e fãs.

Ao longo de quase quatro décadas de vida, os jogadores acompanharam a jornada de Link pelo reino de Hyrule, conhecendo criaturas mágicas, inimigos formidáveis e paisagens estonteantes enquanto resgatavam a precisa Zelda.

Clique aqui para ler mais

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Fonte: Tudocelular

Brasileiro cria app para cegos que lê caixas de remédios e oferece informações detalhadas

Brasileiro cria app para cegos que lê caixas de remédios e oferece informações detalhadas

O brasileiro Bruno Moura, líder de dados nas redes Droga Raia e Drogasil, desenvolveu uma solução interessante para cegos. Através do seu app, batizado de Amynk, portadores da deficiência poderão ler caixas de remédios e obter informações essenciais.

Lidar com medicamentos pode ser um desafio gigantesco para pessoas cegas e analfabetas. Afinal, diferenciar as caixas umas da outras e ter certeza de que está tomando a medicação correta pode ser uma tarefa complicada.Clique aqui para ler mais

Brasileiro cria app para cegos que lê caixas de remédios e oferece informações detalhadas
Fonte: Tudocelular

Cyberpunk 2077: novo mod permite jogar em terceira pessoa de forma espetacular

Cyberpunk 2077: novo mod permite jogar em terceira pessoa de forma espetacular

Depois de muitas correções, Cyberpunk 2077 finalmente se tornou o jogo que a CD Projekt Red havia prometido (ou quase isso). Mesmo com mecânicas robustas e uma excelente ambientação, muitos gostariam que o jogo tivesse uma câmera em terceira pessoa, permitindo não só que as modificações e trajes de V fossem vistas com mais detalhes, como também para permitir que a jogabilidade fosse vista de um ângulo em que o combate pudesse brilhar.

Desde o lançamento, tivermos diversos mods que permitiam a jogatina em terceira semana, mas essa semana, a versão atualizada de um mod torna essa experiência melhor do que nunca.O modder Tylerrrrr lançou a versão 5.0 de seu mod Every Animation Redone TPP Third Person, que melhora as animações do V ao usar a visão em terceira pessoa. Dentre as melhorias, temos efeitos corretos ao encontrar com um NPC, correções ao pular e escalar, inclinação e orientação, melhorias para o combate corpo a corpo e animações atualizadas para o V masculino. O Download do mod está disponível pelo Nexus Mods. Clique aqui para ler mais

Cyberpunk 2077: novo mod permite jogar em terceira pessoa de forma espetacular
Fonte: Tudocelular

Google Chrome pode receber gerenciador de tarefas em breve no Android

Google Chrome pode receber gerenciador de tarefas em breve no Android

Uma ferramenta disponível na versão web do Google Chrome pode chegar em breve no Android. Conforme noticiado pelo portal MSPowerUser, o gerenciador de tarefas do navegador também poderá ser visualizado nos celulares, algo que não era possível até então.

De modo geral, um usuário conseguiu encontrar uma linha de código com referência a essa funcionalidade no browser. Além disso, uma imagem mostra a breve descrição dessa novidade da seguinte forma: Add Feature Flag for Task Manager on Clank. No caso, Clank é o codinome referente à versão para Android do aplicativo.Para quem não sabe, o gerenciador de tarefas do Google Chrome permite que o usuário confira diferentes processos sendo executados no navegador, além do consumo de cada uma das guias abertas. Do mesmo modo, o usuário pode verificar em detalhes do uso de cada extensão instalada no programa.Clique aqui para ler mais

Google Chrome pode receber gerenciador de tarefas em breve no Android
Fonte: Tudocelular

Quais são os tipos de inteligência artificial? Veja as diferenças entre as categorias ANI, AGI e ASI

Quais são os tipos de inteligência artificial? Veja as diferenças entre as categorias ANI, AGI e ASI

Tipos de inteligência artificial são classificados de acordo com suas capacidades em relação à mente humana (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A inteligência artificial (IA) refere-se à capacidade das máquinas de simularem processos da inteligência humana. Atualmente, a IA pode ser dividida em três níveis: Inteligência Artificial Estreita (ANI), Inteligência Artificial Geral (AGI) e Superinteligência Artificial (ASI).

A ANI é o único dos três tipos de IA que já faz parte do nosso cotidiano, com aplicações concretas. Já AGI e ASI são conceitos de IA que ainda estão sendo estudados por pesquisadores para o futuro, sem garantias de quando ou se vão sair do papel.

No caso da Inteligência Artificial Estreita, alguns exemplos de uso são os sistemas de navegação por GPS, chatbots de atendimento, assistentes virtuais e aplicações de IA generativa, como o ChatGPT.

A seguir, conheça os tipos de inteligência artificial, e entenda as diferenças entre eles.

Índice1. ANI: Inteligência Artificial EstreitaQuais os exemplos de Inteligências Artificiais Estreitas no cotidiano?Quais são as limitações da ANI?2. AGI: Inteligência Artificial GeralQuais as capacidades esperadas da AGI?3. ASI: Superinteligência ArtificialQuais as capacidades esperadas da ASI?Existem outras classificações para a inteligência artificial?Qual o tipo da inteligência artificial do ChatGPT?Qual a diferença entre a IA fraca e a IA forte?Qual a diferença entre a AGI e ASI?

1. ANI: Inteligência Artificial Estreita

Inteligência Artificial Estreita (ANI) é o único tipo de IA que já faz parte da realidade (Imagem: tungnguyen0905/Pixabay)

Derivada do termo em inglês Narrow AI, a Inteligência Artificial Estreita (ANI) representa o único tipo de inteligência artificial que existe atualmente. O termo “Estreita” da nomenclatura refere-se à limitação da IA de executar uma determinada tarefa ou um conjunto específico de ações dentro de um escopo bem definido.

O desenvolvimento constante da ANI tem resultado em aplicações com maior armazenamento de dados e processamento de informações otimizado. Ainda assim, as limitações de aplicação e amplitude fazem com que a Inteligência Artificial Estreita também seja popularmente chamada de “IA limitada” ou “IA fraca”.

Quais os exemplos de Inteligências Artificiais Estreitas no cotidiano?

A Inteligência Artificial Estreita impulsiona quase todas as aplicações atuais que envolvem o uso (direto ou indireto) de inteligência artificial. Alguns dos principais exemplos de serviços ou tecnologia que usam a ANI incluem:

Assistentes virtuais: Siri, Alexa, Google Assistente e outros assistentes voltados para reconhecimento de comandos de voz e execução de tarefas programadas;

Sistemas de navegação: aplicações com tarefas bem definidas, como encontrar a rota mais rápida de um ponto a outro;

Aplicações de IA generativa: aplicações como ChatGPT e Midjorney, que podem criar novos conteúdos com base nos prompts de entrada e dados de treinamento;

Carros autônomos: veículos que usam sensores e algoritmos para realizar ações previamente definidas, como frear em um farol vermelho ou mudar de direção em uma curva;

Chatbots de atendimento: aplicações e serviços automatizados para responder a determinadas perguntas de clientes;

Tradução automática: ferramentas que traduzem textos de um idioma para outro, mas que nem sempre consideram o contexto ou nuances linguísticas;

Reconhecimento facial: sistemas treinados para identificar padrões específicos em imagens faciais.

Quais são as limitações da ANI?

A ANI foca apenas no objetivo para o qual foi programada, não podendo atuar de forma mais abrangente. Um exemplo prático: se ela for treinada para sugerir receitas de bolo salgado, pode não ser capaz de indicar receitas de torta salgada, mesmo que os ingredientes usados sejam semelhantes.

Além disso, a Inteligência Artificial Estreita não tem compreensão profunda das informações que processa e carece de consciência própria. Ou seja, a tecnologia depende de uma grande quantidade de dados para a execução de tarefas, tanto na fase de treinamento quanto nas etapas de aprendizado contínuo.

Vale mencionar que a ANI tem papel importante para o desenvolvimento tecnológico, especialmente na automação de processos, análise de dados e realização de tarefas específicas. Contudo, trata-se de uma tecnologia que depende de humanos, desde sua concepção até a fase de manutenção de uso.

2. AGI: Inteligência Artificial Geral

Inteligência Artificial Geral (AGI) é um conceito de máquinas com capacidades humanas (Imagem: DeltaWorks/Pixabay)

A Inteligência Artificial Geral (ou Artificial General Intelligence, em inglês) é um conceito teórico de IA, ainda sem exemplos no mundo real. O termo “Geral” da nomenclatura surgiu para diferenciar a IA da Inteligência Artificial Estreita (ANI), uma vez que a AGI poderia solucionar problemas para os quais não foi programada.

Inclusive, espera-se que que a AGI tenha inteligência e capacidades similares a de seres humanos, o que explica sua classificação como “IA forte”. No entanto, trata-se de uma tecnologia que ainda não saiu do papel, e sem prazos definidos para sua concretização.

Quais as capacidades esperadas da AGI?

A expectativa é de que a AGI atinja o mesmo nível de habilidades cognitivas de um ser humano. Em teoria, a Inteligência Artificial Geral seria autoconsciente, com capacidade para resolver problemas, aprender, fazer previsões, e de transferir conhecimentos de uma área para outra.

E além de replicar raciocínios lógicos de uma mente humana, é dito que a AGI seria capaz de emular outros comportamentos complexos, como criatividade, percepção e aprendizado.

3. ASI: Superinteligência Artificial

Superinteligência Artificial (ASI) teria a capacidade de superar as capacidades humanas (Imagem: Enio-ia
Ao fazer o download, aceita a nossa Lice/Pixabay)

Representada pela sigla ASI, a Superinteligência Artificial (ou Artificial Superintelligence, em inglês) é uma suposição futura do tipo mais avançado de IA. Inclusive, o termo “Superinteligência” se refere a uma máquina com o poder de superar a capacidade e a inteligência humana em praticamente qualquer área.

Assim como a Inteligência Artificial Geral (AGI), a Superinteligência Artificial só existe no campo teórico e, por enquanto, é apenas um objeto de estudo. E dada suas capacidades teóricas, a ASI também faz parte do grupo chamado de IA forte.

Quais as capacidades esperadas da ASI?

Espera-se que uma máquina com ASI seja totalmente autoconsciente, com inteligência superior à de um ser humano, e com potencial para aprimorar-se e tomar decisões próprias, sem intervenção humana. E devido às capacidades e velocidades de processos, a Superinteligência Artificial revolucionaria o funcionamento do mundo.

Importante mencionar que a ASI é apenas uma projeção para o futuro, e dependeria da concretização e desenvolvimento da AGI para, de fato, sair do papel. Afinal, se a AGI poderia replicar capacidades humanas, a ASI executaria qualquer tarefa ainda melhor do que uma pessoa.

Existem outras classificações para a inteligência artificial?

Sim. Além dos tipos ANI, AGI e ASI, a inteligência artificial pode ser classificada em outras subdivisões, com base em critérios de capacidade diferentes. Essas categorias incluem:

Máquinas reativas: sistemas simples e limitados de IA, como motores de busca, que reagem a estímulos baseados em regras pré-programadas;

Memória limitada: tipo de sistema de IA com memória limitada para armazenar dados e tomar decisões a partir de informações, a exemplo de assistentes virtuais;

Teoria da mente: conceito sob estudo que propõe uma IA capaz de pensar e tomar decisões como um humano, incluindo o reconhecimento de emoções, crenças e reações;

Autoconsciente: conceito teórico de uma máquina de IA autoconsciente, com capacidade para compreender e refletir sobre si mesma e sobre a humanidade, e com recursos intelectuais e emocionais de uma pessoa de verdade.

Qual o tipo da inteligência artificial do ChatGPT?

O ChatGPT é um exemplo de Inteligência Artificial Estreita (ANI), já que foi designado para desempenhar apenas determinadas tarefas dentro do escopo de processamento de linguagem natural (NLP). Demais aplicações de IA generativa, como Google Gemini e Midjourney, também são enquadradas como ANI.

Qual a diferença entre a IA fraca e a IA forte?

Representada pela Inteligência Artificial Estreita (ANI), a IA fraca tem limitações de aplicação e capacidade, não é consciente, e só pode realizar tarefas dentro de um escopo predeterminado. Essas limitações permitiram a concretização da IA fraca, bem como sua implementação (via aplicações) no cotidiano.

Já a IA forte, composta por Inteligência Artificial Geral (AGI) e Superinteligência Artificial (ASI), é um conceito teórico ainda sob estudo. Suas capacidades seriam equivalentes ou superiores a de um ser humano, capacitando máquinas a pensar, executar, aprender ou entender o mundo por si próprias.

Qual a diferença entre a AGI e ASI?

A Inteligência Artificial Geral (AGI) é um conceito teórico de inteligência artificial, que teoriza uma máquina com poder para realizar tarefas intelectuais que qualquer humano é capaz de fazer. A AGI é vista como um tipo de IA superior ao da ANI, com menos limitações e mais capacidades intelectuais e de tomadas de decisão.

Também em estágio de conceito, a Superinteligência Artificial (ASI) seria uma evolução da AGI: ao invés de apenas replicar capacidades humanas, seria capaz de realizar qualquer atividade melhor e mais rápido que uma pessoa, com autoconsciência, e podendo evoluir, aprender, criar, executar e prever sem interferências externas.
Quais são os tipos de inteligência artificial? Veja as diferenças entre as categorias ANI, AGI e ASI

Quais são os tipos de inteligência artificial? Veja as diferenças entre as categorias ANI, AGI e ASI
Fonte: Tecnoblog

Como recuperar fotos apagadas do Google Fotos

Como recuperar fotos apagadas do Google Fotos

Saiba o passo a passo para restaurar mídias no Google Fotos (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Você consegue recuperar as fotos apagadas do Google Fotos ao acessar a Lixeira do serviço na nuvem pelo celular ou PC. Então, você pode selecionar as fotos e vídeos que foram excluídos recentemente ou por acidente.

As mídias restauradas retornam ao álbum em que estavam originalmente, ao app Galeria do celular ou à biblioteca do Google Fotos. Dessa maneira, você consegue manter os itens salvos na sua Conta Google.

É importante dizer que as fotos e vídeos ficam na Lixeira do Google Fotos por 60 dias. Após esse prazo, os conteúdos são excluídos permanentemente do armazenamento na nuvem e não podem ser restaurados.

Saiba o passo a passo para recuperar fotos excluídas do Google Fotos pelo celular e pelo PC.

ÍndiceComo recuperar fotos apagadas no Google Fotos pelo celular1. Acesse a aba “Coleções” do Google Fotos2. Toque em “Lixeira” do Google Fotos3. Selecione as fotos que você deseja recuperar4. Toque em “Restaurar” fotos e vídeos do Google FotosComo recuperar fotos apagadas no Google Fotos pelo PC1. Acesse o site Google Fotos pelo PC2. Abra a “Lixeira” do Google Fotos3. Selecione as fotos que você deseja recuperar4. Clique em “Restaurar” imagensÉ possível recuperar fotos apagadas do Google Fotos após 60 dias?Por que minhas fotos foram excluídas do Google Fotos?Dá para usar o Google Takeout para recuperar fotos apagadas no Google Fotos?

Como recuperar fotos apagadas no Google Fotos pelo celular

1. Acesse a aba “Coleções” do Google Fotos

Abra o aplicativo Google Fotos no seu celular Android ou iPhone e toque na aba “Coleções” na parte inferior da tela.

Acessando a aba “Coleções” do Google Fotos (Imagem: Reprodução/Google)

2. Toque em “Lixeira” do Google Fotos

Toque no botão “Lixeira”, na parte superior da tela, para ver as fotos apagadas do Google Fotos.

Abrindo a “Lixeira” do Google Fotos (Imagem: Reprodução/Google)

3. Selecione as fotos que você deseja recuperar

Toque no botão “Selecionar”, na parte superior direita da tela, para ativar o recurso para marcar as fotos e vídeos que você deseja recuperar da Lixeira.

Selecionando as fotos que serão restauradas (Imagem: Reprodução/Google)

4. Toque em “Restaurar” fotos e vídeos do Google Fotos

Após selecionar os arquivos, toque em “Restaurar” para recuperar as fotos apagadas do Google Fotos.

Restaurando as imagens na lixeira do Google Fotos (Imagem: Reprodução/Google)

Como recuperar fotos apagadas no Google Fotos pelo PC

1. Acesse o site Google Fotos pelo PC

Use o navegador do seu PC para acessar photos.google.com/login. Se necessário, faça login na plataforma para acessar as suas fotos e vídeos salvos na nuvem do Google.

Tela inicial do Google Fotos (Imagem: Reprodução/Google)

2. Abra a “Lixeira” do Google Fotos

Clique em “Lixeira”, na parte inferior do menu no canto esquerdo, para achar as fotos apagadas do Google Fotos.

Abrindo a Lixeira do Google Fotos (Imagem: Reprodução/Google)

3. Selecione as fotos que você deseja recuperar

Passe o mouse em cima das imagens e clique no ícone de check (✓) para selecionar as fotos que você quer recuperar no Google Fotos.

Selecionando as fotos que serão recuperados (Imagem: Reprodução/Google)

4. Clique em “Restaurar” imagens

Clique no botão “Restaurar”, no canto superior direito da tela, para recuperar as fotos excluídas do Google Fotos. Em seguida, na janela pop-up, clique novamente em “Restaurar” para confirmar a ação.

Restaurando as fotos no Google Fotos (Imagem: Reprodução/Google)

É possível recuperar fotos apagadas do Google Fotos após 60 dias?

Não. Após os 60 dias, os arquivos são excluídos permanentemente do armazenamento na nuvem e não podem ser restaurados.

Nesses casos, você pode tentar recuperar as fotos apagadas do celular. No entanto, vale dizer que os itens deletados costumam ficar por até 30 dias na lixeira dos dispositivos antes de serem excluídos definitivamente.

Por que minhas fotos foram excluídas do Google Fotos?

Se suas fotos sumiram do Google Fotos, algumas razões comuns podem explicar isso:

Exclusão acidental: você pode ter excluído as fotos por engano ao limpar o armazenamento na nuvem ou ao usar a lixeira do Google Fotos;

Limite de armazenamento: o Google pode excluir itens antigos automaticamente caso você atinja o limite de armazenamento do seu plano;

Política de inatividade: contas Google que estão inativas por mais de dois anos podem ter seus arquivos excluídos, incluindo as mídias do Google Fotos;

Problemas de sincronização: algum problema na sincronização entre seus dispositivos e o Google Fotos pode ter causado a exclusão das imagens.

Dá para usar o Google Takeout para recuperar fotos apagadas no Google Fotos?

Sim, você pode usar o Google Takeout para recuperar fotos do Google Fotos e os conteúdos da lixeira dos últimos 60 dias. Contudo, a restauração gera um arquivo de backup da Conta Google em vez das mídias retornarem diretamente para o serviço na nuvem.

Também vale dizer que não é possível recuperar os conteúdos que já foram excluídos do Google Fotos. Infelizmente, a ferramenta não pode restaurar os arquivos deletados permanentemente do armazenamento na nuvem.
Como recuperar fotos apagadas do Google Fotos

Como recuperar fotos apagadas do Google Fotos
Fonte: Tecnoblog

Qual a diferença entre modem e roteador? Entenda o papel dos aparelhos de internet

Qual a diferença entre modem e roteador? Entenda o papel dos aparelhos de internet

Roteadores Wi-Fi de internet (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Enquanto o modem é o dispositivo que recebe a internet da prestadora de serviço, o roteador é o dispositivo responsável pela distribuição da conexão na rede doméstica. Apesar de ser possível encontrar aparelhos que acumulam as duas funções, ambos aparelhos têm características distintas.

Abaixo, entenda as diferenças entre o modem e o roteador.

ÍndiceO que é um modem?O que é um roteador?Como funciona um modem com roteador embutidoUm modem com roteador embutido é o suficiente?Quais as vantagens de investir em um roteador próprio?Qual a diferença entre um roteador e um repetidor?

O que é um modem?

O modem é o dispositivo que leva a internet para a sua casa. É nele em que é feita a conexão física de rede (ADSL, cabo metálico, fibra óptica, etc.), que vem da fiação externa. Ele também é o responsável por distribuir a internet para um dispositivo externo, por padrão — geralmente para o roteador.

Na maioria dos casos, o modem é fornecido pelas operadoras de internet, mas também é possível comprá-lo à parte, desde que o usuário saiba qual a tecnologia da rede de internet da sua casa. Sendo assim, é necessário um modelo compatível com a tecnologia fornecida pela prestadora.

Exemplo de modem da Vivo Fibra (Imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)

O que é um roteador?

O roteador é o aparelho responsável por distribuir a internet para um ou mais dispositivos, seja via cabo de rede, ou pela rede Wi-Fi.

Eles também permitem conectar dispositivos de uma rede interna entre si, permitindo que troquem dados internamente, até mesmo sem uma conexão à internet pública. Isso acontece porque o roteador atribui um endereço IP a cada computador ou celular conectado à rede, e é através deles que você poderá acessar outros aparelhos e trocar arquivos com eles.

Roteador Wi-Fi 6 TP-Link Archer AX23 (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Como funciona um modem com roteador embutido

Para usuários domésticos, o modem com roteador, fornecido por algumas empresas de telefonia e internet, é um dispositivo que dá e sobra: ele executa tanto o trabalho de receber o sinal de internet, quanto se encarrega de administrar todos os dispositivos conectados nele, distribuindo-a para todos, por meio de antenas de Wi-Fi.

Um modem com roteador embutido é o suficiente?

Sim, mas só se você não tem muitas exigências para a rede doméstica. Em uma casa grande ou escritório com vários equipamentos que exigem uma internet rápida, um modem com roteador embutido pode não ser a melhor opção. Esses dispositivos são, em geral, bem básicos e podem ter pouco alcance, dependendo de onde e como foram instalados.

Se esse for o seu caso, invista em um roteador de alta performance, e configure o modem para funcionar só como um modem. Por outro lado, se sua casa for menor e você não tiver tantos dispositivos Wi-Fi (ou usa a conexão cabeada), um modem com roteador embutido é suficiente e ainda economiza espaço e energia.

Quais as vantagens de investir em um roteador próprio?

A principal vantagem de ter um roteador próprio para distribuir a internet pela casa é ter mais qualidade na rede. Conheça mais vantagens de um roteador dedicado:

Melhor desempenho de Wi-Fi: um roteador traz antenas que ampliam o sinal da rede sem fio e oferecem um melhor desempenho quando comparados com modens;

Possibilidade de alternar entre bandas Wi-Fi: roteadores modernos permitem configurar uma ou mais redes com frequências de 2,4 GHz, 5 GHz ou 6 GHz para o alcance e distribuição da rede;

Tecnologia Mesh: roteadores habilitados com a tecnolgia mesh usam um esquema de topologia de malha para construir uma rede que pode manter o alto desempenho em ambientes grandes ou com vários obstáculos;

Atualizações constantes: roteadores mais novos continuam recebendo atualizações de software e firmware das fabricantes, para melhorar a segurança e desempenho do aparelho;

Configurações mais específicas: um roteador dedicado acompanha um software em que o usuário pode personalizar o Wi-Fi, criar redes para convidados, priorizar conteúdos como jogos ou streaming, bloquear sites, entre outros benefícios;

Mais liberdade: alguns modens de operadoras só podem ser configurados pela empresa, sendo impossível mudar até mesmo o nome da rede Wi-Fi.

Qual a diferença entre um roteador e um repetidor?

O roteador é o equipamento completo que vai distribuir o sinal de internet para os outros aparelhos da casa. Já um repetidor atua apenas como ampliador do sinal do roteador. O repetidor pega o sinal do roteador (via cabo ou Wi-Fi) e estende para áreas que o sinal não chega.
Qual a diferença entre modem e roteador? Entenda o papel dos aparelhos de internet

Qual a diferença entre modem e roteador? Entenda o papel dos aparelhos de internet
Fonte: Tecnoblog