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O que são cabos submarinos? Veja como funcionam esses meios de transmissão

O que são cabos submarinos? Veja como funcionam esses meios de transmissão

Saiba como funcionam os cabos submarinos e a importância deles para a telecomunicação (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Cabos submarinos são uma parte essencial das telecomunicações globais, permitindo a conexão entre continentes inteiros. Eles são longos cabos submersos, principalmente no leito do oceano, projetados para a transmissão de dados e, em alguns casos, de energia.

Esses cabos são essenciais para o dia a dia, pois transportam grande parte do tráfego da internet mundial. Sem eles, a comunicação global e o acesso a sites, serviços de streaming e redes sociais seriam inviáveis.

A tecnologia dos cabos submarinos é baseada em fibra óptica, que usa pulsos de luz para transmitir dados em alta velocidade. Repetidores localizados em pontos estratégicos ao longo do cabo amplificam o sinal, garantindo que a informação chegue ao destino sem perda de qualidade.

A seguir, conheça mais sobre os cabos submarinos, a história dessa tecnologia essencial para a comunicação e suas vantagens. Também entenda como é a estrutura dos cabos submersos e quantos existem no mundo.

O que são cabos submarinos?

Cabos submarinos são cabos de fibra óptica instalados no fundo do mar, que usam pulsos de luz para transmitir informações em alta velocidade. Eles têm um papel importante na telecomunicação, transportando mais de 95% do tráfego de dados mundial, conectando continentes, facilitando a comunicação global e de diferentes atividades essenciais.

Para que servem os cabos submarinos?

Os cabos submarinos são a base da internet, transmitindo a maior parte dos dados do mundo entre os continentes e sendo essencial para a economia global. Eles permitem a comunicação instantânea, o comércio eletrônico e a troca de informações em alta velocidade, sustentando redes sociais, streaming de vídeo e operações financeiras internacionais.

Além de dados, os cabos também transportam eletricidade, interligando redes de energia de diferentes países e conectando plataformas de energia offshore à terra. Essa dupla função os torna uma infraestrutura vital para transmissão de energia, o avanço da ciência marinha e até mesmo para operações de defesa militar.

Os cabos submarinos são instalados no fundo dos oceanos (imagem: Reprodução/Telecom Review Africa)

Qual é a estrutura de um cabo submarino?

Cabos submarinos são formados por múltiplas camadas projetadas para proteger os dados e o próprio cabo. No centro, os cabos submarinos de fibra óptica têm fibras de vidro para transmitir dados rapidamente, enquanto os cabos de energia incluem condutores de cobre para eletricidade.

A camada seguinte, de polietileno, isola as fibras ou condutores e protege contra a entrada de água. A armadura, feita de fios de aço, é fundamental para suportar a tensão e a pressão nas profundezas do oceano e forma os cabos submarinos por dentro.

O cabo ainda recebe uma cobertura de cobre ou alumínio para proteção contra vazamento de sinal e entrada de água. Uma proteção de polietileno ou material similar envolve tudo para oferecer mais resistência a danos externos.

Em áreas de alto risco, uma blindagem de fios de aço galvanizado pode ser adicionada para proteger contra âncoras de navios e redes de pesca. Essa proteção extra garante que a comunicação global não seja interrompida por ameaças externas.

Um cabo submarino é formado por diversas camadas que protege a fibra óptica (imagem: Reprodução/TeleGeography)

Como funcionam os cabos submarinos

Os cabos submarinos são instalados no leito do oceano por navios especializados, conectando estações de terra. Esses edifícios servem como ponto de transição entre a parte submarina e a infraestrutura de redes em terra.

Esses cabos feitos de fibra óptica transmitem informações com pulsos de luz por meio de finos fios de vidro. Essa tecnologia permite alta velocidade de envio de dados combinada com maior confiabilidade na entrega.

Durante o caminho da transmissão, repetidores são instalados periodicamente para evitar que o sinal enfraqueça em grandes distâncias. Reforçando a transferência rápida dos dados e com baixa latência.

Geralmente, os cabos submarinos pertencem a consórcios formados por empresas de telecomunicações, provedores de internet e big techs. Essa colaboração permite que eles compartilhem os altos custos de instalação e manutenção, além de dividirem a capacidade de transmissão.

Quais são as capacidades dos cabos submarinos?

Os cabos submarinos são essenciais para a internet global e possuem amplas capacidades para transmissão de dados. Algumas características importantes são:

Capacidade de dados: a maioria dos cabos modernos pode transmitir mais de 200 terabits por segundo (Tbps); 

Transmissão via fibra óptica: usam transmissão via fibra óptica para mover dados a velocidade próximas à da luz, garantindo conexões rápidas e de baixa latência em longas distâncias;

Redundância e resiliência: a rede global é projetada com rotas alternativas para garantir que, se um cabo for danificado, o tráfego possa ser redirecionado sem interrupções significativas;

Vida útil: são projetados com infraestrutura robusta, capazes de resistir à pressão extrema do fundo do mar e durar mais de 25 anos, mas podem ser danificados por âncoras e terremotos;

Alcance global: cobrem distâncias de milhares de quilômetros, conectando continentes inteiros, tornando a comunicação e o comércio globais possíveis.

Embarcações especializadas são usadas para a instalação dos cabos submarinos (imagem: Reprodução/Quora)

Qual é a história dos cabos submarinos?

A história dos cabos submarinos é marcada por três eras de evolução tecnológica. A primeira era começou em 1850 com o primeiro cabo submarino telegráfico entre a Inglaterra e a França, conectando as nações de forma inédita.

Em 1858, um cabo telegráfico transatlântico foi instalado entre Londres e a América do Norte, reduzindo o tempo de comunicação de semanas para horas. Esses cabos foram essenciais para a comunicação global entre os continentes.

A segunda era, em meados do século XX, trouxe os cabos coaxiais para transmissões telefônicas. O primeiro cabo transatlântico desse tipo, instalado em 1956, permitiu chamadas de voz com a ajuda de repetidores para ampliar o sinal.

A era atual, a partir da década de 1980, é dominada por cabos de fibra óptica que iniciaram o período da internet global de alta velocidade. Esses cabos de internet no mar mudaram a transmissão de dados e, em 1988, o primeiro cabo transatlântico de fibra óptica conectou Estados Unidos, Reino Unido e França.

Quantos cabos submarinos existem no mundo?

Conforme o Submarine Cable Map, há mais de 650 sistemas de cabos submarinos globalmente. Os dados do mapa de cabos submarinos indicam que existem 570 operacionais e 81 em desenvolvimento.

Esse número crescente revela o maior registro de implantação de cabos nas últimas duas décadas. As informações também evidenciam a expansão contínua da infraestrutura de telecomunicações.

Quantos cabos submarinos existem no Brasil?

O Brasil possui 15 cabos submarinos de internet ativos, cruciais para as telecomunicações do país. Essa infraestrutura é essencial para conectar o país a outros continentes e garantir o fluxo de dados em escala global.

Fortaleza (CE) é um hub estratégico nesse sistema, sendo um dos maiores centros de conexão costeira do mundo. Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ) e Santos (SP) também são pontos de chegada fundamentais para cabos submarinos, fortalecendo a rede nacional.

Mapa mundial de cabos submarinos (imagem: Reprodução/TeleGeography)

Quais são as vantagens dos cabos submarinos?

Estes são os pontos fortes de cabos submarinos:

Alta velocidade e baixa latência: transportam dados quase à velocidade da luz, proporcionando conexões mais rápidas e confiáveis para comunicações de longa distância;

Maior capacidade e largura de banda: projetados para suportar grandes volumes de tráfego, atendem à crescente demanda por dados, como streaming de vídeo e serviços de nuvem;

Conectividade global aprimorada: conectam continentes, países e ilhas remotas, permitindo uma comunicação e troca de dados ininterruptas em escala mundial;

Resiliência e estabilidade: oferecem uma conexão consistente e são menos suscetíveis a interferências ambientais do que satélites;

Custo-benefício a longo prazo: apesar do alto custo inicial de instalação, a capacidade e a vida útil dos cabos submarinos os tornam uma solução mais econômica para o transporte de dados em comparação com alternativas de satélite.

Quais são as desvantagens dos cabos submarinos?

Estes são os pontos fracos de cabos submarinos:

Impacto ambiental: o processo de instalação pode afetar temporariamente os ecossistemas marinhos. Enquanto o descarte ao fim da vida útil representa um desafio ambiental, pois muitos materiais não são totalmente recicláveis;

Custo elevado: a construção, instalação, manutenção e reparo de cabos submarinos são extremamente caros, exigindo investimentos bilionários e equipes altamente especializadas;

Vulnerabilidade a desastres: apesar das proteções, podem ser danificados por eventos naturais imprevisíveis, como terremotos, tsunamis, deslizamentos de terra subaquáticos e correntes marítimas intensas;

Danos acidentais: a pesca de arrasto, as âncoras de navios e outras atividades humanas são uma das principais causas de danos, podendo romper os cabos e afetar a transmissão de dados;

Riscos de segurança: são alvos potenciais para sabotagem, tanto física quanto cibernética, representando uma ameaça à segurança nacional e à estabilidade das redes de comunicação;

Reparos complexos e demorados: a localização e o reparo de cabos danificados são processos desafiadores e lentos, que dependem de navios especializados, condições climáticas favoráveis e podem levar semanas para serem concluídos.

Qual é a diferença entre cabo submarino e cabo terrestre?

Os cabos submarinos são projetados para interligar continentes e países através de oceanos e mares, sendo a base para a internet global. Eles precisam de uma proteção robusta para resistir à corrosão, à pressão da água e danos físicos, o que os torna caros e complexos de instalar.

Os cabos terrestres são usados para distribuição de dados e energia em terra, conectando cidades, empresas e residências à rede. Embora mais acessíveis e mais simples de instalar, eles necessitam de proteção contra fatores ambientais, como roedores, estresse mecânico e condições climáticas adversas.

Qual é a diferença entre cabo submarino e satélite?

Os cabos submarinos são cabos físicos instalados no fundo do oceano, conectando continentes. A principal vantagem é a alta velocidade e a baixa latência, sendo essencial para o tráfego de dados e as telecomunicações globais.

Os satélites oferecem conectividade a partir do espaço, orbitando a Terra para transmitir sinais de forma sem fio. Embora sejam ideais para cobrir áreas remotas e de difícil acesso, oferecem latência mais alta e menor largura de banda em comparação com os cabos submarinos.
O que são cabos submarinos? Veja como funcionam esses meios de transmissão

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Fonte: Tecnoblog

Linha Samsung Galaxy S25 supera Galaxy S24 e ultrapassa 3 milhões de vendas na Coreia

Linha Samsung Galaxy S25 supera Galaxy S24 e ultrapassa 3 milhões de vendas na Coreia

A família Galaxy S25 estaria fazendo um grande sucesso e já teria ultrapassado as 3 milhões de unidades vendidas na Coreia do Sul, conforme aponta a agência de notícias coreana Yonhap News. Os números seriam recordes por terem sido atingidos antes do esperado, superando a linha Galaxy S24. O relatório também menciona a alta popularidade dos recentes Galaxy Z Fold 7 e Z Flip 7, ainda que detalhes mais específicos não tenham sido divulgados.Segundo as informações, divulgadas pela própria Samsung, a linha Galaxy S25 teria ultrapassado as 3 milhões de unidades vendidas na Coreia do Sul na última sexta-feira (1), o que refletiria um grande sucesso — modelos específicos não são citados, mas é provável que o levantamento considere apenas o Galaxy S25, o Galaxy S25 Plus e o Galaxy S25 Ultra, em virtude da menção do lançamento em fevereiro.

A conquista recebeu destaque por ter sido atingida dois meses antes do que foi visto com o Galaxy S24, que levou cerca de 8 meses para chegar ao mesmo patamar, e projeta um futuro promissor para os aparelhos mais recentes ao considerarmos que a geração anterior já teria batido recordes ao vender 20% a mais que a linha Galaxy S23.O Samsung Galaxy S25 Plus está disponível na Mercadolivre por R$ 5.549. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Samsung Galaxy S25 está disponível na Amazon por R$ 3.998. O custo-benefício é ótimo e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. O Samsung Galaxy S25 Ultra está disponível na Mercadolivre por R$ 6.999. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. (atualizado em 05 de August de 2025, às 10:26)Clique aqui para ler mais

Linha Samsung Galaxy S25 supera Galaxy S24 e ultrapassa 3 milhões de vendas na Coreia
Fonte: Tudocelular

Melhor tablet acima de R$ 500 para comprar | Guia do TudoCelular

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Depois de termos conversado aqui sobre opções que podem ser interessantes para quem deseja um tablet até R$ 500, agora é a hora de falarmos de dispositivos que estão um pouco acima desse corte de valor, trazendo em contrapartida conjuntos mais atuais e desempenho mais interessante.

Para cobrir o máximo de perfis possíveis de uso, selecionamos opções que focam nos modelos disponíveis oficialmente no Brasil, evitando assim o desgaste do processo de importação e risco de impostos extras o que significa dizer que os modelos tendem a ser um pouco mais simples mas ainda assim, interessantes.Para essa rodada, selecionamos os seguintes modelos:Clique aqui para ler mais

Melhor tablet acima de R$ 500 para comprar | Guia do TudoCelular
Fonte: Tudocelular

One UI 8 beta chega para mais celulares da Samsung na semana que vem

One UI 8 beta chega para mais celulares da Samsung na semana que vem

A Samsung global anunciou nesta terça-feira (05) quais smartphones da linha Galaxy receberão a interface One UI 8 em seu beta público. Além de listar quais modelos serão agraciados, a sul-coreana informou o cronograma para a próxima rodada de atualizações.

Sabe-se que a empresa está empenhada em garantir a melhor experiência de uso do seu sistema personalizado aos consumidores. Prova disso é que a fabricante implementou diversas ferramentas no Galaxy AI para complementar a experiência já garantida pelos recursos do Google.

Clique aqui para ler mais

One UI 8 beta chega para mais celulares da Samsung na semana que vem
Fonte: Tudocelular

Alexa Plus com anúncios? Amazon pode usar assistente para mostrar propagandas

Alexa Plus com anúncios? Amazon pode usar assistente para mostrar propagandas

A Amazon pode usar a Alexa para mais do que apenas responder a perguntas e executar ações para os seus usuários. Segundo um relatório da Marshable, a Amazon está considerando adicionar propagandas à Alexa Plus, a versão premium da assistente de IA.A menção dos anúncios na Alexa Plus foi feita durante a divulgação dos ganhos do segundo semestre da AMazon em 31 de julho, quando Andy Jassy, CEO da empresa, disse:


Eu acho que com o tempo, haverá oportunidades, você sabe, à medida que as pessoas estão se engajando em mais em conversas com assistentes de IA para que a publicidade desempenhe um papel – para ajudar as pessoas a encontrar o que precisam e também como uma alavanca para gerar receita.Clique aqui para ler mais

Alexa Plus com anúncios? Amazon pode usar assistente para mostrar propagandas
Fonte: Tudocelular

HyperOS 3: rumor aponta que fase beta de testes deve começar em breve

HyperOS 3: rumor aponta que fase beta de testes deve começar em breve

A Xiaomi segue a todo vapor no desenvolvimento da nova versão da sua interface proprietária. Agora, segundo novos rumores, o programa beta do HyperOS 3 deve começar ainda no final deste mês de agosto.

As informações chegam sob a luz de uma nova postagem do famoso leaker Digital Chat Station (DTS), em sua conta na rede social chinesa Weibo. Embora não cite diretamente a gigante chinesa, o leaker afirma que “várias empresas iniciarão testes beta do sistema de próxima geração [em agosto]”. Confira uma captura da postagem:Apesar de não citar a Xiaomi, pelo grau de importância da companhia, tudo nos leva a crer que a empresa está no grupo citado; ainda mais levando em consideração as recentes manchetes mencionando os esforços contínuos da companhia no desenvolvimento do HyperOS 3.Clique aqui para ler mais

HyperOS 3: rumor aponta que fase beta de testes deve começar em breve
Fonte: Tudocelular

Anatel vai responsabilizar marketplaces por venda de produtos irregulares

Anatel vai responsabilizar marketplaces por venda de produtos irregulares

Anatel vem intensificando cobrança de medidas contra produtos irregulares (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Anatel atualizou seu regulamento para responsabilizar marketplaces pela venda de produtos não homologados no Brasil.
Plataformas como Amazon e Mercado Livre passam a responder com os vendedores em casos de infrações.
A medida, segundo a agência, segue o entendimento do STF e retira a proteção antes garantida pelo Marco Civil da Internet.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) atualizou seu regulamento de homologação e, entre outras alterações, passará a incluir os marketplaces na cadeia de responsabilidade. Com isso, um entendimento já adotado pela agência se torna uma regra para o mercado.

Ao longo dos últimos anos, o órgão tem cobrado que plataformas de varejo colaborem na fiscalização de produtos não homologados, como celulares, baterias, TV boxes e drones, entre muitos outros. Em alguns casos, a disputa tomou proporções maiores: a agência chegou a entrar com uma ação judicial para bloquear os sites da Amazon e do Mercado Livre, por exemplo. O pedido foi negado.

O que muda com o novo regulamento?

Celulares precisam de homologação da agência para venda no Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

“Na prática, marketplaces como Mercado Livre, Amazon, Shopee, Magalu, entre outros, passam a responder solidariamente com os vendedores por infrações relacionadas à oferta de produtos irregulares, normatizando um entendimento já adotado em decisões da Anatel”, escreve a Anatel em seu site.

Desde 2021, a Anatel pede que marketplaces exijam dos vendedores a inclusão de códigos de homologação de produtos ao cadastrar as mercadorias. Agora, isso passa a ser uma norma da agência. “A medida inclui a obrigação de divulgar o código de homologação nos anúncios e de verificar a regularidade dos itens ofertados”, diz o comunicado.

A Anatel afirma ainda que a decisão está “fundamentada em pareceres jurídicos da Advocacia-Geral da União e alinhada ao entendimento do Supremo Tribunal Federal”. Além disso, a mudança entende que os marketplaces não estão protegidos pelo Marco Civil da Internet, o que poderia considerá-los como plataformas e isentá-los de responsabilidade, mas sim que eles se encaixam no papel de fornecedores, devendo responder ao Código de Defesa do Consumidor.

Em nota, a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) considerou a atualização do regulamento como “um avanço fundamental para coibir o mercado irregular de celulares no Brasil”.

Com informações da Anatel e do Tele Síntese
Anatel vai responsabilizar marketplaces por venda de produtos irregulares

Anatel vai responsabilizar marketplaces por venda de produtos irregulares
Fonte: Tecnoblog

Teste revela operadoras com 5G mais rápido do Brasil; veja resultado

Teste revela operadoras com 5G mais rápido do Brasil; veja resultado

Ookla usa dados coletados por usuários em app de velocidade de teste (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A empresa Ookla divulgou, nesta segunda-feira (04/08), os resultados de seu levantamento periódico sobre a qualidade da internet 5G no Brasil. Os dados se referem ao primeiro semestre de 2025 e foram coletados em condições reais, a partir de aparelhos de usuários do app Speedtest. São mais de 82 milhões de medições.

A Claro tem o 5G mais rápido do Brasil, segundo a pesquisa. A operadora teve mediana de 473,56 Mb/s em downloads no primeiro semestre de 2025, e 32,34 Mb/s em uploads. Não é a primeira vez que a empresa tem bom desempenho nestas métricas.

Claro, TIM e Vivo são as maiores operadoras de telefonia do país (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Entre as concorrentes, a Vivo vem em segundo lugar, com 430,17 Mb/s e 23,23 Mb/s, respectivamente. A TIM fica em terceiro, com 386,13 Mb/s e 21,61 Mb/s.

A Ookla transformou esses dados em uma pontuação, dando peso de 70% para download, 20% para upload e 10% para latência. O resultado foi 71,75 para Claro, 66,60 para Vivo e 65,22 para TIM.

OperadoraDownload (mediana)Upload (mediana)PontuaçãoClaro473,56 Mb/s32,34 Mb/s71,75Vivo430,17 Mb/s23,23 Mb/s66,60TIM386,17 Mb/s21,61 Mb/s65,22

Vale observar que a Ookla usa a mediana, isto é, o valor “do meio” entre os dados levantados, o que evita que medições fora da curva, sejam elas muito altas ou muito baixas, influenciem o resultado.

Qual a melhor operadora para vídeo, jogos e navegação?

A Ookla usa os dados coletados para avaliar aplicações específicas do 5G, como vídeo, jogos e navegação na web. A Claro saiu vencedora em todos eles.

Os testes consideram tempo necessário para iniciar a reprodução de vídeo, ocorrência de interrupções, qualidade de transmissão em full HD e tempo de carregamento de páginas. No placar geral, a pontuação de velocidade tem 50% do peso; a de vídeo, 25%; e a de web, 25%.

OperadoraVelocidadeVídeoWebGeralClaro71,7578,4495,7079,41Vivo66,6078,0293,1676,09TIM65,2277,8795,2975,90

O levantamento inclui ainda dados relativos a desempenho em jogos, apesar de este quesito não contar na pontuação geral. Mais uma vez, a Claro é líder, com 89,27, seguida pela Vivo (87,55) e pela TIM (86,55).
Teste revela operadoras com 5G mais rápido do Brasil; veja resultado

Teste revela operadoras com 5G mais rápido do Brasil; veja resultado
Fonte: Tecnoblog

YouTuber está dobrando o Fold 7 até quebrar; veja ao vivo

YouTuber está dobrando o Fold 7 até quebrar; veja ao vivo

YouTuber está dobrando o Fold 7 até quebrar (imagem: reprodução/YouTube)

Lançado em julho, o Galaxy Z Fold 7 foi desenvolvido para ser dobrado 500 mil vezes sem apresentar danos. Será que o celular da Samsung é realmente tão resistente assim? Um youtuber coreano decidiu tirar a prova: ele está dobrando e desdobrando o aparelho, e transmitindo tudo pelo YouTube, em tempo real.

O objetivo do youtuber, cujo canal se chama Tech·it, é dobrar o Galaxy Z Fold 7 pelo menos 200.000 vezes para constatar se o aparelho consegue chegar a essa marca sem sofrer danos.

Repare que o youtuber não utiliza nenhuma engenhoca para dobrar o Galaxy Z Fold 7 tantas vezes, ao contrário dos testes de resistência feitos em laboratório.

Ele realiza essa tarefa com as mãos e faz pequenas pausas quando se cansa. Nas pausas, o smartphone também é checado para verificação de danos.

Para chegar a um número preciso, o youtuber coreano ligou sensores ao aparelho que contam a quantidade de dobras. Na primeira parte da transmissão, um vídeo que durou quase 11 horas, a contagem encerrou em poucos mais de 140.000 dobras.

Essa primeira fase, por assim dizer, foi encerrada com o aparelho funcionando perfeitamente, com exceção de um discreto estalo que passou a ser percebido quando a contagem superou a marca de 100.000 dobras.

O aparelho continuava funcionando normalmente quando a contagem superou 148.000 dobras, que ocorreu quando este texto foi publicado. Essa segunda fase consiste na live de continuação, a que aparece mais acima.

Galaxy Z Flip 7 e Z Fold 7 foram lançados na Samsung Unpacked (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy Z Fold 7 pode chegar a 500.000 dobras

Apesar de o youtuber ter como objetivo atingir a marca de 200.000 dobras, esse é o número de vezes que a tela do Galaxy Z Fold 6 (a geração anterior) pode ser dobrada sem sofrer danos.

Mas, de acordo com a Samsung, o Galaxy Z Fold 7 amplia esse número para mais de 500.000 dobras. Ou seja, a tela da atual geração é 2,5 mais resistente em relação ao modelo antecessor.

Ainda de acordo com a Samsung, esse número de dobras significa que, em condições de uso típico, que considera cerca de 100 dobras por dia, a tela do Galaxy Z Fold 7 poderá resistir por mais de dez anos.

Vale lembrar que, no Brasil, o Galaxy Z Fold 7 custa a partir de R$ 14.599 (sem considerar eventuais descontos ou promoções).

Quando ao youtuber coreano, fica a torcida para que ele encontre um bom ortopedista.

YouTuber está dobrando o Fold 7 até quebrar; veja ao vivo

YouTuber está dobrando o Fold 7 até quebrar; veja ao vivo
Fonte: Tecnoblog

WhatsApp quer proteger nomes de usuário das mensagens não solicitadas

WhatsApp quer proteger nomes de usuário das mensagens não solicitadas

WhatsApp testa senha para proteger nomes de usuário de mensagens indevidas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

WhatsApp testa chave de acesso para restringir mensagens por username.
Recurso exige senha para impedir contatos de desconhecidos.
Lançamento ainda não tem data oficial; função segue em testes.

O WhatsApp está desenvolvendo um novo recurso de segurança voltado ao futuro uso de nomes de usuário: a chamada “chave de acesso”. A função vai permitir que os consumidores estabeleçam um código extra — uma espécie de senha — para controlar quem poderá enviar mensagens diretamente por meio do nome de usuário, sem necessidade de número de telefone.

A novidade aparece na versão 2.25.22.9 do aplicativo para Android, liberada por meio do programa beta da Play Store. Com ela, o WhatsApp reforçaria seu plano de ampliar a privacidade e o controle de interações dentro do app, especialmente diante da chegada gradual do sistema de usernames, ainda em desenvolvimento.

O que é a chave de nome de usuário do WhatsApp?

A chave — antes chamada de PIN — será uma combinação definida pelo próprio usuário. Ela funcionará como uma barreira opcional para impedir mensagens de desconhecidos que tenham descoberto o seu nome de usuário. A ideia é evitar interações indesejadas, especialmente em ambientes públicos ou em situações em que o nome (equivalente ao arroba do X ou Instagram) foi compartilhado amplamente.

Mesmo que alguém saiba seu username, não conseguirá iniciar uma conversa sem também ter a chave — desde que essa camada extra de proteção esteja ativada. Isso deve trazer um nível adicional de segurança e reduzir a exposição a mensagens não solicitadas.

A mudança no nome da função — de PIN para chave — também teria como objetivo esclarecer seu propósito. O WhatsApp busca evitar confusões com códigos de autenticação em duas etapas, que têm uma função totalmente distinta. Enquanto o PIN protege a conta, a chave do username serve apenas para restringir quem pode enviar mensagens por esse método.

WhatsApp testa senha para proteger nome de usuário (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Quando o recurso estará disponível para todos?

A possibilidade de criar nomes de usuário no WhatsApp vem sendo preparada há mais de dois anos, com códigos identificados desde 2023. Em setembro de 2024, publicações especializadas já indicavam que a Meta estudava uma forma de vincular usernames a uma senha numérica, como forma de mitigar abusos. Agora, o avanço dessa implementação se confirma com testes mais visíveis no app.

Além disso, o WhatsApp definiu regras para os nomes de usuário, que não poderão começar com “www”, nem terminar em sufixos como “.com”. Também serão permitidos apenas letras, números, pontos e underlines — e o nome escolhido precisa ser único, com comprimento entre 3 e 30 caracteres.

A principal motivação para a criação de usernames é a privacidade: ao conversar com alguém novo, o usuário não precisará mais revelar seu número de telefone. Isso evita contatos paralelos por SMS, chamadas ou aplicativos externos, concentrando as interações apenas dentro do mensageiro.

Apesar dos avanços recentes, o WhatsApp ainda não divulgou uma data oficial para liberar publicamente os usernames nem a chave de acesso. Por enquanto, os recursos seguem em testes internos e nas versões beta. Quando lançados, devem ser acompanhados por banners informativos para orientar os usuários sobre como utilizar a nova função de forma segura e eficaz.

Com informações do WABetaInfo
WhatsApp quer proteger nomes de usuário das mensagens não solicitadas

WhatsApp quer proteger nomes de usuário das mensagens não solicitadas
Fonte: Tecnoblog