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Casio lança novos relógios com pulseiras feitas de metal trançado

Casio lança novos relógios com pulseiras feitas de metal trançado

A Casio iniciou a venda de dois novos modelos da linha Vintage AQ-230 em mercados europeus, trazendo pulseiras de metal trançado como principal destaque. As versões AQ-230EM-2A e AQ-230EM-7A já aparecem nas lojas oficiais em países como Holanda, Espanha e Alemanha.

A novidade resgata o design clássico do modelo lançado originalmente nos anos 1980, agora modernizado com acabamento mais refinado.Os novos relógios da Casio mantêm o formato analógico-digital que caracteriza a série Vintage. Ambos utilizam caixa com revestimento em prata sobre resina e pulseira mesh de aço inoxidável, com fechamento ajustável para maior conforto.Clique aqui para ler mais

Casio lança novos relógios com pulseiras feitas de metal trançado
Fonte: Tudocelular

Gemini com anúncios? Google diz que não, mas há um porém

Gemini com anúncios? Google diz que não, mas há um porém

O Google pode estar se preparando para integrar anúncios no Gemini, uma vez que o Adweek revelou que a gigante das buscas tem trabalhado com clientes interessados.

Inclusive, duas empresas chegaram a confirmar que o lançamento da novidade pode acontecer em 2026 e as campanhas publicitárias já estão sendo planejadas.

Contudo, o Google “correu” para negar o rumor e disse claramente que o Gemini não deve receber anúncios.Clique aqui para ler mais

Gemini com anúncios? Google diz que não, mas há um porém
Fonte: Tudocelular

E o Brasil? Galaxy Z TriFold será lançado na China por quase R$ 17 mil

E o Brasil? Galaxy Z TriFold será lançado na China por quase R$ 17 mil

Enquanto o Brasil segue esperando por atualizações sobre o lançamento do Galaxy Z TriFold em solo nacional, o primeiro dobrável triplo da Samsung teve sua pré-venda iniciada em mais um país: a China.

Com o Huawei Mate XT Ultimate Design marcando forte presença na China com seu formato mais versátil que o design limitado da Samsung, a gigante sul-coreana levou o competidor mais fino a um dos principais mercados de eletrônicos de consumo do mundo.

O Samsung Galaxy Z TriFold ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.Clique aqui para ler mais

E o Brasil? Galaxy Z TriFold será lançado na China por quase R$ 17 mil
Fonte: Tudocelular

Conseguiram rodar o Windows 11 em um PS5 e o resultado foi melhor que o esperado

Conseguiram rodar o Windows 11 em um PS5 e o resultado foi melhor que o esperado

Nos últimos anos, temos visto o conceito de PCs portáteis com foco em jogos, tal como o recente ROG Xbox Ally, ganhando cada vez mais força. Além da otimização para jogatina em qualquer lugar, tais dispositivos também permitem a funcionalidade de um PC ao rodar o sistema operacional Windows, mas o que aconteceria se conseguíssemos instalar o software da Microsoft em um console de mesa tradicional como o PS5?

O canal Budget-Builds Official resolveu trazer a resposta para esta pergunta e obteve resultados surpreendentes, ainda que com algumas dificuldades pelo caminho.O teste, realizado como experimento técnico, buscava verificar até onde o chipset do PS5 pode ir fora do ecossistema PlayStation. Depois de algumas horas de ajustes, a resposta surpreendeu: o Windows 11 iniciou normalmente, reconhecendo processador e memória sem travamentos.Clique aqui para ler mais

Conseguiram rodar o Windows 11 em um PS5 e o resultado foi melhor que o esperado
Fonte: Tudocelular

TikTok ganha coleções e feeds compartilhados com amigos

TikTok ganha coleções e feeds compartilhados com amigos

TikTok diz que objetivo é ajudar na organização (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O TikTok lançou Coleções Compartilhadas e Feeds Compartilhados para organizar e compartilhar conteúdo com amigos.
As Coleções Compartilhadas permitem que usuários salvem vídeos em pastas acessíveis para ambos.
Os Feeds Compartilhados recomendam até 15 vídeos diários baseados em preferências mútuas e serão liberados gradualmente.

O TikTok anunciou dois novos recursos nesta segunda-feira (08/12): Coleções Compartilhadas e Feeds Compartilhados. Como os nomes indicam, a ideia é dividir o conteúdo da rede com amigos e familiares, seja salvando publicações ou navegando pelo feed.

As novidades, porém, não são inéditas. O Instagram já oferece o Blend, que cria um feed baseado em interesses mútuos, e também permite compartilhar com amigos as pastas de itens salvos.

Como funcionam as Coleções Compartilhadas do TikTok?

Vamos começar pelas Coleções Compartilhadas (ou Shared Collections, em inglês). O TikTok já oferece um recurso para salvar publicações e organizá-las em diferentes pastas — pense em coisas como recomendações de restaurantes, dicas de viagens, receitas e por aí vai.

Coleções Compartilhadas podem ajudar a organizar interesses (imagem: divulgação)

Agora, com as Coleções Compartilhadas, o usuário poderá dividir uma pasta com um contato para que os dois salvem vídeos nela, deixando o conteúdo acessível para ambos.

A ferramenta já foi ativada globalmente para usuários com mais de 16 anos. Ela funciona apenas se as duas pessoas se seguirem.

“Seja conteúdo de seus criadores favoritos, inspiração para um projeto de decoração ou um novo hobby que estejam aprendendo juntos, as Coleções Compartilhadas facilitam a organização enquanto as pessoas descobrem e salvam vídeos no TikTok”, diz a rede social em seu blog.

Feeds Compartilhados reúnem preferências em comum

Além disso, o TikTok anunciou os Feeds Compartilhados. Eles trarão conteúdo recomendado de acordo com as preferências dos dois usuários, levando em consideração o que curtem, veem e comentam. Vale notar que esse feed não é infinito: serão apenas 15 vídeos por dia.

Feed Compartilhado terá número limitado de vídeos (imagem: divulgação)

Para criar um Feed Compartilhado, o usuário terá que mandar um convite para a outra pessoa. Uma vez aceito, será possível ver o conteúdo e conversar sobre ele nas DMs. O TikTok também vai mostrar quais vídeos as duas pessoas curtiram.

De acordo com a empresa, os Feeds Compartilhados serão liberados gradualmente em todo o mundo durante os próximos meses.

Com informações do TikTok e do TechCrunch

TikTok ganha coleções e feeds compartilhados com amigos

TikTok ganha coleções e feeds compartilhados com amigos
Fonte: Tecnoblog

Liquida de Natal: Galaxy Buds 3 Pro tem 55% de desconto com cupom na Amazon

Liquida de Natal: Galaxy Buds 3 Pro tem 55% de desconto com cupom na Amazon

Samsung Galaxy Buds 3 Pro
R$ 984,05

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O Galaxy Buds 3 Pro está disponível por R$ 984,05 no Pix com cupom de R$ 250 OFF na página da Amazon. O fone de ouvido premium da Samsung com Galaxy AI e ANC, lançado por R$ 2.199, sai por menos da metade do preço nesta liquidação de Natal.

Galaxy Buds 3 Pro traz Galaxy AI, cancelamento de ruído e ampla bateria

Galaxy Buds 3 Pro também está disponível na cor branca (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy Buds 3 Pro promete uma experiência sonora com alta definição e mínima distorção. Para isso, os fones de ouvido com alto-falantes bidirecionais e amplificador duplo adotam o Seamless CODEC de 24 bit, entregando graves mais vibrantes e agudos mais nítidos.

Trazendo integração com o Galaxy AI, o acessório tem recursos adaptativos de equalização (Adaptive EQ) e cancelamento ativo de ruído (Adaptive ANC). Ele usa um algoritmo para analisar o som em torno do usuário e otimizar os modos automaticamente.

Outros recursos de IA do Galaxy Buds 3 Pro (R$ 984,05 no Pix com cupom de R$ 250 OFF) são os modos de Escuta e Conversação. Ambos realizam tradução em tempo real com o auxílio de um celular Samsung Galaxy, quebrando barreiras linguísticas em diferentes situações.

Galaxy Buds 3 Pro tem design leve e ergonômico (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O fone da Samsung traz o design leve (5,4 g cada) e ergonômico Blade Lights, pensando tanto para um som ideal quanto para o uso confortável. Além de pontas de silicone que se adaptam a orelha, ele aceita comando por toque para aumentar/diminuir o volume ou passar a música.

O acessório tem Bluetooth 5.4, além do recurso Auto Switch que detecta atividades e transfere a conexão de áudio para os dispositivos Galaxy pareados. Ele ainda oferece certificação IP57, resistindo a mergulhos acidentais de até 1 metro por 30 minutos.

Por fim, o Galaxy Buds 3 Pro (R$ 984,05 no Pix com cupom de R$ 250 OFF) entrega até 6 horas de reprodução com ANC ligado ou até 7 horas sem o recurso. Ademais, a caixa de transporte e recarga do fone de ouvido garante até 30 horas (sem ANC).
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Liquida de Natal: Galaxy Buds 3 Pro tem 55% de desconto com cupom na Amazon

Liquida de Natal: Galaxy Buds 3 Pro tem 55% de desconto com cupom na Amazon
Fonte: Tecnoblog

Google One libera desconto no YouTube Premium no Brasil

Google One libera desconto no YouTube Premium no Brasil

Combo reduz valor do streaming para R$ 22,99 via Google One (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Google One no Brasil agora oferece desconto de 14% no YouTube Premium, reduzindo a mensalidade para R$ 22,99.
A oferta está disponível para assinantes de planos a partir de 2 TB, que custa R$ 49,99 mensais.
O complemento não está disponível para assinaturas do Google One gerenciadas por terceiros, contas do Google Workspace, menores de 18 anos e membros de planos familiares que não sejam administradores.

O Google One no Brasil agora dá acesso ao YouTube Premium por um valor reduzido: R$ 22,99. Trata-se de um desconto de aproximadamente 14% na mensalidade. Segundo a empresa, o combo foi ampliado para Brasil, Canadá, Japão, Alemanha e França, e é válido para assinantes de planos a partir de 2 TB (categoria Premium).

Esse novo sistema não realiza a substituição automática de cobranças. Para evitar duplicidade, o Google alerta que usuários que já assinam o YouTube Premium cancelem manualmente a assinatura atual antes ou logo após aderirem ao complemento do Google One.

A novidade chega quase dez meses após um reajuste de preços nos planos do Google One. Em abril, o próprio YouTube Premium sofreu um reajuste e ficou até 28% mais caro por aqui. Um mês depois, a empresa liberou para os brasileiros um plano de assinatura mais barato, o YouTube Premium Lite.

Quanto custa?

A nova modalidade funciona como um “add-on” (complemento) à assinatura principal de armazenamento. Para o mercado brasileiro, a oferta é baseada na junção do plano de 2 TB do Google One com o preço promocional do serviço de streaming.

O plano de 2 TB custa R$ 49,99 por mês, e o complemento adiciona R$ 22,99 ao valor final, totalizando R$ 72,98 mensais. Fora do combo, o YouTube Premium individual sai por R$ 26,90, o que torna a assinatura cerca de 14% mais barata no pacote.

Unificação dos serviços sai quase R$ 4 mais barata por mês (imagem: divulgação/Google)

É importante notar que, ao realizar a adesão, caso o usuário possua um plano anual do Google One, o ciclo de faturamento é automaticamente alterado para o ciclo de cobrança mensal.

Para aqueles que já possuem o Google One e decidirem migrar, o tempo restante da assinatura anterior (caso já paga) será reembolsado proporcionalmente. Ainda assim, não há reembolso para períodos parciais da assinatura do YouTube Premium cancelada.

O que tem no YouTube Premium?

YouTube Premium permite ver vídeos sem anúncios (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Ao efetivar a assinatura do complemento, o usuário passa a ter acesso aos recursos do YouTube Premium. As funcionalidades listadas pelo serviço incluem:

YouTube Music Premium: streaming de música incluído na assinatura com mais de 100 milhões de músicas;

Sem anúncios: veja vídeos e ouça músicas sem interrupções;

Conteúdos em segundo plano: vídeos e músicas são reproduzidas em segundo plano enquanto usa outros apps no celular ou está com a tela bloqueada;

Conteúdos offline: faça download de vídeos e músicas para assistir e ouvir quando não estiver conectado à internet;

Resolução 1080p Premium: qualidade de imagem aprimorada em vídeos Full HD no celular e no computador;

Jump Ahead: ferramenta de IA que ajuda a pular para os pontos de destaque de um vídeo;

Picture in Picture (PiP) para YouTube Shorts: visualização do vídeo do YouTube Shorts em uma janela flutuante enquanto usa outros aplicativos no telefone;

Não é para todo mundo

O Google, porém, impõe restrições sobre quem pode ativar o complemento. Segundo a empresa, a oferta não está disponível para usuários com assinaturas do Google One gerenciadas por terceiros ou parceiros afiliados. Isso inclui pacotes obtidos por operadoras de telefonia, promoções de terceiros ou assinaturas via App Store.

A página de suporte oficial esclarece que usuários com uma assinatura de teste do Google AI Pro com duração superior a um mês também não são elegíveis para a oferta.

Da mesma forma, contas do Google Workspace (geralmente corporativas ou estudantis) e usuários menores de 18 anos não podem realizar a contratação. Além disso, membros de planos familiares do Google One que não sejam os administradores da conta também estão impedidos de ativar o recurso.
Google One libera desconto no YouTube Premium no Brasil

Google One libera desconto no YouTube Premium no Brasil
Fonte: Tecnoblog

One UI 8.5: Now Bar deve ganhar widget de alarme

One UI 8.5: Now Bar deve ganhar widget de alarme

One UI é a interface usada em aparelhos Samsung (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Now Bar deve ganhar suporte a recursos de alarme na futura interface One UI 8.5;

Outra possível novidade é a chegada da função Math Solver a smartphones Galaxy, possivelmente apenas em modelos com S Pen;

Lançamento da One UI 8.5 é esperado para o início do próximo ano, junto à linha Galaxy S26.

Introduzida como um dos atrativos da One UI 7, a Now Bar deve ficar um pouco mais interessante na One UI 8.5. Isso porque são fortes os rumores de que a Samsung integrará a ferramenta a mais funções do dia a dia do usuário, entre elas, o recurso de alarme dos celulares Galaxy.

A Now Bar funciona como uma área de notificações e ações rápidas que aparece na tela de bloqueio ou na área de status da One UI. Ela pode dar acesso em tempo real aos dados de um exercício monitorado via Samsung Health, pausar ou avançar uma música, exibir informações do clima e por aí vai.

Já havia compatibilidade da Now Bar com as funções de cronômetro e temporizador do relógio da One UI. Mas, de acordo com o site SamMobile, essa integração será expandida na One UI 8.5 para adicionar suporte à função de alarme.

Com isso, a Now Bar poderá exibir um widget para informar que o alarme está prestes a tocar, dando ao usuário a opção de adiar o horário de execução, por exemplo.

Graças à maior integração do relógio à Now Bar, o usuário poderá controlar os recursos de alarme diretamente da tela de bloqueio, sem ter que desbloquear o smartphone para isso.

Now Bar com função de alarme na One UI 8.5 (imagem: reprodução/SamMobile)

One UI 8.5 também trará função Math Solver

A atualização da Now Bar é uma das várias novidades esperadas para a One UI 8.5. Entre as demais está a ampliação do acesso à função Math Solver. Trata-se de uma ferramenta capaz de resolver equações matemáticas.

O Math Solver faz parte dos recursos do Samsung Notes direcionado aos tablets da linha Galaxy. Mas, ainda de acordo com o SamMobile, o recurso foi encontrado em um arquivo APK do Samsung Notes para a interface One UI 8.5 direcionada a smartphones.

Isso significa que o Math Solver deverá chegar a celulares, mas há a possibilidade de que isso ocorra apenas em modelos Galaxy compatíveis com a caneta S Pen. Somente no lançamento é que teremos certeza sobre isso.

Math Solver para celulares Galaxy (imagem: reprodução/SamMobile)

Quando a One UI 8.5 será lançada?

A expectativa é a de que a Samsung lance a versão final da One UI 8.5 junto com a futura linha de celulares Galaxy S26, no início do próximo ano, e libere a interface para os demais aparelhos compatíveis logo depois, de modo gradativo.

Cerca de 100 modelos poderão ser contemplados com a One UI 8.5, incluindo os aparelhos Galaxy S lançados entre 2021 e 2025.
One UI 8.5: Now Bar deve ganhar widget de alarme

One UI 8.5: Now Bar deve ganhar widget de alarme
Fonte: Tecnoblog

Samsung cresce e lidera mercado global de dobráveis

Samsung cresce e lidera mercado global de dobráveis

Tela dobrável do Z Fold 7 tem 8 polegadas (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Samsung lidera o mercado global de smartphones dobráveis com 64% de participação, enquanto a vice-líder Huawei tem 15%.
O Galaxy Z Fold 7 impulsionou o crescimento da Samsung, contribuindo para um aumento de 8 pontos percentuais nas vendas de dobráveis.
O segmento de dobráveis representa apenas 2,5% das vendas de smartphones, mas continua a crescer e inovar com modelos como o Galaxy Z TriFold e o Huawei Mate XT.

A Samsung teve um crescimento de 8 pontos percentuais nas vendas de smartphones dobráveis, chegando a 64% desse segmento do mercado e consolidando sua liderança. A vantagem sobre a segunda colocada é grande: a Huawei, que ocupa o posto, tem 15% de market share.

Os dados são da consultoria Counterpoint Research e dizem respeito ao terceiro trimestre de 2025. As comparações são relativas ao mesmo período de 2024.

Galaxy Z Flip 7 e Z Fold 7 foram lançados na Samsung Unpacked (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Completando a lista, a Counterpoint apresenta Motorola (7%), Honor (4%), Vivo Mobile (4%) e Xiaomi (2%). Vale lembrar que a Vivo Mobile é a empresa chinesa que usa o nome Jovi no Brasil, sem nenhuma relação com a operadora.

Por que a Samsung cresceu tanto?

Segundo a consultoria, o crescimento se deve em grande parte ao lançamento do Galaxy Z Fold 7, em julho de 2025. O modelo trouxe uma construção com espessura menor que as gerações anteriores, o que reduz a sensação de estar segurando dois smartphones empilhados. Esse design caiu no gosto do público.

O sucesso foi tanto que puxou o setor de dobráveis como um todo: a categoria cresceu 14% na comparação entre o terceiro trimestre de 2025 e o de 2024. No Brasil, o Galaxy Z Fold 7 tem preço sugerido de R$ 14.599.

Qual o futuro dos dobráveis?

Mesmo assim, o segmento de dobráveis ainda tem muito caminho a percorrer para se tornar realmente popular. Os dados da Counterpoint apontam que esse formato responde por apenas 2,5% das vendas de smartphones.

Vale dizer que se trata de um produto relativamente recente e ainda com muito espaço para inovação. Nos últimos anos, vimos a chegada dos aparelhos “trifold”, compostos por três partes e duas dobradiças. Eles conseguem combinar no mesmo aparelho um tablet grande, de cerca de 10 polegadas, e um smartphone.

Um exemplo é o Huawei Mate XT, que permite três configurações (smartphone de 6,4”, tablet de 7,9” e tablet de 10,2”) e está à venda no Brasil por R$ 33 mil.

A Samsung se mexeu para não deixar esse terreno desocupado. A empresa sul-coreana apresentou o Galaxy Z TriFold no início de dezembro de 2025. Ele pode ser usado como smartphone de 6,5” ou tablet de 10”. O preço ainda não foi anunciado, mas deve passar os US$ 2 mil.

Com informações da Yonhap News Agency e do SamMobile
Samsung cresce e lidera mercado global de dobráveis

Samsung cresce e lidera mercado global de dobráveis
Fonte: Tecnoblog

O que é pirataria digital? Entenda as consequências dos conteúdos piratas

O que é pirataria digital? Entenda as consequências dos conteúdos piratas

Conheça os principais riscos de consumir conteúdos piratas na internet (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A pirataria digital é a distribuição, reprodução e uso de conteúdo digital protegido por direitos autorais sem a autorização dos criadores. Isso abrange desde filmes e músicas até softwares e jogos, caracterizando-se como uma violação legal.

As consequências dessa prática incluem perdas financeiras para criadores, desvalorizando o trabalho e reduzindo investimento em inovação e novas produções. Já os consumidores de produtos piratas perdem a garantia, suporte técnico e as atualizações oficiais.

A pirataria digital é considerada crime de violação de direitos autorais no Brasil, com penas que incluem detenção e multa. Além das implicações legais, o acesso a plataformas ilegais expõe o usuário a malwares, vírus e risco de roubo de dados pessoais.

A seguir, entenda melhor o que é pirataria digital, como ela funciona e suas consequências. Também saiba como essa ação ilegal prejudica indivíduos, empresas e a economia.

ÍndiceO que é pirataria digital?Como funciona a pirataria digital?Quais são as consequências da pirataria digital?Quais são os exemplos de pirataria digital?Como se proteger da pirataria digital?Quais são os riscos de baixar conteúdo pirata?É possível combater a pirataria digital?

O que é pirataria digital?

A pirataria digital é a reprodução, distribuição ou uso não autorizado de conteúdo digital protegido por direitos autorais, sem a permissão expressa ou pagamento ao criador. É um ato ilegal de roubo de propriedade intelectual, violando as leis de copyright e causando prejuízos financeiros significativos para os criadores e as indústrias.

Como funciona a pirataria digital?

A pirataria digital funciona com os infratores copiando e compartilhando ilegalmente materiais protegidos por direitos autorais, como filmes e softwares, por meio da internet. Isso ocorre frequentemente por redes P2P (peer-to-peer), como BitTorrent, ou sites não autorizados de streaming.

Esses métodos permitem que as pessoas baixem ou assistam ao conteúdo digital sem pagar, contornando a distribuição oficial e as taxas de licenciamento. Os operadores lucram com isso usando anúncios, assinaturas premium ou até mesmo pedindo doações.

O sistema P2P descentraliza o compartilhamento, onde os usuários baixam arquivos de outros e, ao mesmo tempo, os distribuem para novas pessoas. Outras formas incluem sites de streaming não licenciados, serviços IPTV ilegais e links de download direto.

Torrent e redes P2P continuam sendo um dos principais meios de pirataria (imagem: Reprodução/AVG)

Quais são as consequências da pirataria digital?

A pirataria digital gera impactos sérios que se estendem por esferas legais, econômicas e de segurança para usuários, criadores e a economia global:

Responsabilidade legal: o ato pode resultar em multas pesadas e processos judiciais cíveis, podendo, em contextos comerciais, levar até mesmo a pena de prisão;

Riscos de segurança: consumir conteúdo pirata expõe o usuário a vírus e malwares, comprometendo a integridade a privacidade dos dados pessoais e corporativos;

Danos e riscos físicos: dispositivos modificados ou produtos de streaming piratas podem não seguir normas de segurança, apresentando mau funcionamento e até mesmo risco de incêndio;

Qualidade e suporte nulo: o material ilegal é frequentemente defeituoso, desatualizado e vem sem garantia ou qualquer acesso a suporte técnico ou atendimento ao cliente;

Conteúdo nocivo: sites não regulamentados expõem usuários, especialmente menores, a material explícito, violento ou inadequados, devido à ausência de filtros de segurança;

Perda de receita e empregos: a indústria criativa sofre perdas bilionárias em faturamento, freando o investimento e levando à demissão de profissionais nesses setores;

Inovação e criação limitadas: a diminuição do financiamento devido às perdas reduz o capital para a produção de novas obras e desacelera o avanço tecnológico na indústria;

Financiamento do crime: o ecossistema ilegal frequentemente atua como uma fonte de recurso estável que pode ser utilizada para financiar redes e grupos do crime organizado.

Pirataria digital é crime?

Sim, a pirataria digital é um crime cibernético no Brasil, tipificado pela violação de direitos autorais conforme o Artigo 184 do Código Penal. Essencialmente, a lei visa proteger a propriedade intelectual de criadores.

A legislação brasileira prevê diferentes níveis de penalidade para este crime, que variam conforme a finalidade da infração cometida. O infrator que age com o intuito de lucro está sujeito a uma pena de reclusão de dois a quatro anos, além de multa, dada a maior gravidade.

A lei também pune a pirataria na internet quando praticada sem objetivo de lucro, aplicando-se uma detenção de três meses a um ano ou multa. A distinção legal reforça a criminalização de qualquer forma de violação autoral, independentemente da obtenção de vantagem financeira.

Pirataria digital é tipificada como um crime cibernético no Brasil (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são os exemplos de pirataria digital?

A pirataria digital atinge diversas propriedades intelectuais protegidas por direitos autorais. Os exemplos mais comuns são:

Software: envolve a cópia, instalação ou distribuição não autorizada de programas de computador, como usar uma única licença em múltiplas máquinas ou vender e usar cópias falsificadas;

Música: é o download, compartilhamento ou transmissão ilegal de faixas e álbuns protegidos, frequentemente por meio de redes P2P (peer-to-peer) ou plataformas de streaming e download não licenciadas;

Filmes e séries: inclui a gravação, o download, o streaming ou a distribuição de obras audiovisuais sem permissão, geralmente usando sites de torrent, hospedagem ou plataformas ilegais;

Livros e e-books: refere-se à digitalização, reprodução ou distribuição não autorizada de obras literárias e científicas, ocorrendo em sites de compartilhamento de arquivos ou acervos ilegais;

Jogos eletrônicos: consiste na cópia, distribuição e uso ilegal de jogos de videogames para qualquer plataforma, o que pode envolver o download de versões “crackeadas” ou o desvio de sistemas de Gestão de Direitos Digitais (DRM);

Conteúdo online e mídia social: é o uso, repostagem ou monetização não autorizada de materiais digitais como artigos, podcasts, cursos, imagens e vídeos, violando os termos em sites e redes sociais.

Como se proteger da pirataria digital?

Os criadores devem adotar uma abordagem em múltiplas camadas para se proteger da pirataria digital. Isso inclui a aplicação de Gestão de Direitos Digitais (DRM), o uso de marcas d’água para rastrear vazamentos e a proteção legal por meio de registro de direitos autorais.

Os consumidores, por sua vez, devem escolher plataformas e opções legais para consumir conteúdo, apoiando os criadores e tendo uma experiência livre de riscos. É crucial manter atenção em relação à segurança na internet e reportar conteúdos ilegais.

Essa estratégia combinada desincentiva a cópia não autorizada ao dificultar o acesso, permite a identificação de infratores e oferece um caminho seguro e de valor para o consumo legal.

Pirataria de filmes, música e softwares ainda continua em alta (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são os riscos de baixar conteúdo pirata?

Estes são alguns riscos que a pessoa se expõe ao consumir conteúdo pirata:

Infecção por softwares maliciosos: arquivos e plataformas piratas são vetores comuns para vírus, cavalos de troia (trojans) e outros tipos de malware. Eles podem comprometer a segurança do sistema ao executar códigos maliciosos;

Roubo de dados pessoais e fraude: um malware oculto pode visar credenciais de login, senhas e informações de pagamento armazenadas no dispositivo. Isso leva diretamente ao risco de roubo de identidade, acesso indevido a contas e prejuízos financeiros;

Vulnerabilidade de segurança críticas: softwares piratas não recebem as atualizações de segurança e o suporte oficial dos desenvolvedores. Isso mantém o sistema exposto a falhas de segurança conhecidas, aumentando o risco de exploração por hackers;

Instabilidade do sistema e corrupção de arquivos: o conteúdo modificado ou de baixa qualidade pode causar falhas, lentidão e instabilidade no sistema operacional. Há um risco significativo de perda total de dados e corrupção de arquivos importantes;

Risco legal e sanções: apesar de muitas jurisdições ficarem em cima de quem distribui, o ato de baixar conteúdo ilegal pode configurar crime de violação de direitos autorais. O usuário pode ser sujeito a multas e, em casos mais graves, a outras penalidades legais.

É possível combater a pirataria digital?

Sim, existem estratégias para combater a pirataria digital que combinam tecnologia, ações legais e iniciativas focadas no consumidor. O objetivo é tornar o conteúdo digital legal mais acessível, conveniente e atrativo do que as versões pirateadas.

Este embate usa soluções como DRM (Digital Rights Management) e marcas d’água para proteger o conteúdo, além de inteligência artificial para identificar padrões de pirataria. Além disso, são implementadas ações legais como bloqueio de sites e envio de notificações para remover material infrator.

A estratégia é complementada por medidas que envolvem o mercado, como alternativas acessíveis e investimento na educação dos consumidores sobre o impacto da pirataria. A colaboração entre detentores de direitos, plataformas, provedores de internet também é essencial para reforçar as leis e o monitoramento em tempo real.
O que é pirataria digital? Entenda as consequências dos conteúdos piratas

O que é pirataria digital? Entenda as consequências dos conteúdos piratas
Fonte: Tecnoblog