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Bando usa IA da OpenAI para atacar 80 mil sites com falso serviço de SEO

Bando usa IA da OpenAI para atacar 80 mil sites com falso serviço de SEO

Grupo atua desde setembro de 2024 em campanha de spam (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Criminosos digitais têm utilizado ferramentas da OpenAI para atrair administradores de sites a uma rede fraudulenta de SEO (otimização para motores de busca). A estratégia consiste em criar mensagens personalizadas com inteligência artificial generativa, capazes de contornar filtros e captchas.

A operação foi identificada pela empresa de cibersegurança SentinelOne. Segundo os pesquisadores, uma ferramenta conhecida como AkiraBot foi empregada para tentar distribuir spam a cerca de 420 mil sites — em 80 mil deles, a tentativa teve êxito.

Caixas de comentários também eram alvo da quadrilha (imagem: reprodução/SentinelOne)

Os principais alvos eram negócios de pequeno e médio porte. As mensagens eram enviadas por meio de formulários de contato ou sistemas de atendimento via chat. As mensagens automatizadas ofereciam pacotes de SEO por US$ 30 mensais — aparentemente, os serviços eram falsos ou praticamente inúteis.

“Quando um novo meio de comunicação digital ganha popularidade, agentes mal-intencionados inevitavelmente o exploram para espalhar spam, buscando tirar proveito de usuários desavisados”, alerta a SentinelOne. “O email continua sendo o canal mais comum para esse tipo de prática, mas a popularização de novas plataformas ampliou o campo de atuação para esses ataques.”

Como a IA foi usada pelos golpistas?

Os responsáveis pelo golpe recorreram à API da OpenAI para gerar mensagens personalizadas com auxílio do modelo GPT-4o Mini. O sistema foi instruído a se comportar como um “assistente prestativo que cria mensagens de marketing”.

API da OpenAI recebia instruções e criava textos (imagem: reprodução/SentinelOne)

O uso de IA generativa permitiu que os textos não fossem idênticos entre si, como normalmente acontece em campanhas de spam. Apesar de parecidos, eles apresentavam variações suficientes para burlar os filtros automáticos.

Ainda de acordo com a SentinelOne, o primeiro domínio ligado ao grupo foi registrado em 2022. Arquivos relacionados à operação têm datas a partir de setembro de 2024. A investigação também revelou como a ferramenta evoluiu. Inicialmente voltada para sites na Shopify, o script logo passou a mirar páginas hospedadas em outras plataformas, como GoDaddy, Wix e Squarespace.

Além de alterar o conteúdo das mensagens, o sistema era capaz de escapar de barreiras como captchas e evitar a detecção por mecanismos de segurança de rede.

Qual era o golpe?

As comunicações fraudulentas promoviam dois serviços de SEO chamados Akira e ServiceWrap. Ao que tudo indica, ambos eram fraudulentos ou de péssima qualidade.

Apesar disso, na plataforma TrustPilot, os dois acumulavam inúmeras avaliações com cinco estrelas — muitas provavelmente criadas por inteligência artificial — além de algumas notas baixas, denunciando o caráter suspeito da operação.

A SentinelOne identificou um padrão: diversas contas publicavam avaliações sobre outras empresas e, dias depois, atribuíam nota máxima ao Akira ou ao ServiceWrap. O comportamento sugere um esforço coordenado para inflar artificialmente a reputação dessas marcas.

O que diz a OpenAI?

Em resposta à SentinelOne, a OpenAI divulgou o seguinte posicionamento:

“Agradecemos à SentinelOne por compartilhar os resultados de suas pesquisas. Usar as respostas de nosso serviço como spam vai contra nossas políticas. A chave de API envolvida foi desativada; seguimos investigando o caso e bloquearemos outros recursos vinculados a esse grupo. Levamos o uso indevido muito a sério e estamos constantemente aprimorando nossos sistemas para detectar abusos.”

Com informações da SentinelOne e 404 Media
Bando usa IA da OpenAI para atacar 80 mil sites com falso serviço de SEO

Bando usa IA da OpenAI para atacar 80 mil sites com falso serviço de SEO
Fonte: Tecnoblog

POCO M7 Pro 5G: celular Xiaomi com design diferenciado e boa bateria | Análise / Review

POCO M7 Pro 5G: celular Xiaomi com design diferenciado e boa bateria | Análise / Review

O Poco M7 Pro foi lançado no final de 2024, junto com o C75, para ampliar ainda mais as opções da Xiaomi no segmento de intermediários. O TudoCelular analisou a novidade para reunir seus pontos positivos e negativos, para você conferir se vale a pena o investimento.

Ele se destaca pelo design sofisticado, com textura inspirada na areia do deserto e um módulo de câmeras discreto. Com construção em plástico e acabamento brilhante, pode ser escorregadio, mas acompanha capinha de silicone. A resistência foi aprimorada, agora com certificação IP64 contra poeira e respingos d’água. A tela plana com bordas finas inclui vidro Gorilla Glass 5 e um sensor de impressão digital sob a tela, que também mede batimentos cardíacos.

A tela AMOLED de 6,67 polegadas traz resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, garantindo fluidez. O brilho máximo chega a 2.100 nits no HDR, proporcionando ótima visibilidade. O suporte ao HDR10+ aprimora a experiência em streaming, e o ajuste automático da taxa de atualização otimiza a bateria. O áudio é estéreo com Dolby Atmos, entregando som potente e equilibrado. Há um modo de amplificação de volume, mas que compromete a qualidade.O Poco M7 Pro 5G ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.Clique aqui para ler mais

POCO M7 Pro 5G: celular Xiaomi com design diferenciado e boa bateria | Análise / Review
Fonte: Tudocelular

Sensor OmniVision OV50X é anunciado com 1 polegada, foco em HDR e vídeo em 8K

Sensor OmniVision OV50X é anunciado com 1 polegada, foco em HDR e vídeo em 8K

O mundo da fotografia com celulares recebeu mais uma solução para agregar às opções focadas em melhorar o nos dispositivos móveis. Estamos falando do novo OmniVision OV50X, que chega como o primeiro sensor de 1 polegada, prometendo algumas novidades interessantes para os fotógrafos e videomakers de plantão.

Para começar, esse componente tem 50MP e tem um pixel de 1,6 mícron em formato óptico de 1 polegada. Conforme revelado pela companhia, o foco é em modelos que exigem vídeo de alta faixa dinâmica (HDR) e visualização com exposição única. Além disso, a fabricante diz que ele pode apresentar bom desempenho com pouca luz, bem como altas taxas de quadros e foco automático rápido.Takuritsu Li, gerente de marketing da OmniVision, falou sobre o novo produto:Clique aqui para ler mais

Sensor OmniVision OV50X é anunciado com 1 polegada, foco em HDR e vídeo em 8K
Fonte: Tudocelular

Como assistir a vídeos do Facebook na TV

Como assistir a vídeos do Facebook na TV

Saiba como transmitir os vídeos do Facebook para a tela da TV (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Facebook não tem um aplicativo oficial para smart TV. Então, é necessário espelhar a tela do celular em um televisor para ver os vídeos da rede social em uma tela maior.

É possível espelhar transmissões ao vivo (lives) diretamente pelo aplicativo do Facebook. Já as atrações do Facebook Watch e vídeos do Feed, Stories e Reels só podem ser vistos em tela maior ao usar a ferramenta de espelhamento do Android ou iPhone.

É importante dizer que a função de espelhar a tela é compatível com determinados sistemas operacionais de smart TVs e dispositivos de streaming. Por exemplo, Google TV, webOS da LG, Tizen da Samsung, FireOS da Amazon e outras plataformas mais populares.

Veja o passo a passo para conseguir espelhar o Facebook na sua TV.

ÍndiceComo espelhar lives do Facebook na TV1. Abra o menu de opções da Live no Facebook2. Selecione “Espelhar vídeo”3. Escolha o dispositivo para o espelhamentoComo espelhar o Facebook na TV pelo Android1. Use o recurso de “Transmitir” do Android2. Inicie a configuração do espelhamento3. Selecione sua TV para o espelhamento4. Inicie o espelhamento com a TV5. Acesse a aba “Vídeos” do FacebookComo espelhar o Facebook na TV pelo iPhone1. Acesse o recurso “Espelhamento de tela” do iPhone2. Selecione a TV para a transmissão da tela3. Abra o menu “Vídeo” do FacebookPor que não consigo assistir vídeos do Facebook na TV?Por que o botão de transmitir não aparece no vídeo do Facebook?Dá para assistir Stories do Facebook na TV?Os vídeos do Facebook assistidos na TV ficam registrados no histórico?

Como espelhar lives do Facebook na TV

O aplicativo do Facebook para iPhone e Android apenas permite espelhar transmissões ao vivo (lives) de forma nativa para TVs.

1. Abra o menu de opções da Live no Facebook

Abra o aplicativo Facebook no seu celular e acesse um vídeo ao vivo na rede social. Em seguida, toque no botão de três pontos, no canto direito da tela, para acessar um menu de opções.

Abrindo o menu de opções da live do Facebook (imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Selecione “Espelhar vídeo”

Toque na opção “Espelhar vídeo” para ver a lista de dispositivos próximos ao telefone.

Selecionando a opção “Espelhar vídeo” (imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Escolha o dispositivo para o espelhamento

Toque em cima do nome da TV para espelhar a imagem do seu celular para a tela maior. Em seguida, aguarde concluir a conexão entre os aparelhos para ver os vídeos do Facebook na TV.

Escolhendo a TV para a transmissão da live (imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Como espelhar o Facebook na TV pelo Android

1. Use o recurso de “Transmitir” do Android

Deslize o dedo de cima para baixo na tela do celular para abrir o menu rápido do Android. Então, toque na opção “Smart View” (em celulares Samsung) ou “Transmitir” (em celulares Motorola e Xiaomi) para acessar a função de espelhar a tela do dispositivo.

Importante: embora o nome da ferramenta de espelhamento possa ser diferente conforme a marca do smartphone, os passos são semelhantes em qualquer celular Android.

Usando a ferramenta “Smart View” ou “Transmitir” do Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Inicie a configuração do espelhamento

Caso esteja usando a ferramenta de transmitir a tela pela primeira vez, leia os recursos disponíveis e toque em “Continuar”. Depois, toque novamente em “Continuar” para conceder a permissão para a ferramenta acessar sua localização e encontrar os dispositivos por perto.

Ativando as permissões para a transmissão para TV (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Selecione sua TV para o espelhamento

Na seção “Telefone → Outro aparelho” ou na lista de dispositivos próximos, selecione a televisão que você deseja espelhar a tela do celular.

Selecionando a TV para o espelhamento (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Inicie o espelhamento com a TV

Na janela pop-up, toque em “Iniciar agora” para realizar a conexão entre os aparelhos. Se ocorrer tudo certo, a tela do celular ficará escura e você poderá controlar o dispositivo olhando as imagens na TV.

Iniciando o espelhamento com a TV (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Acesse a aba “Vídeos” do Facebook

Abra o aplicativo Facebook no seu celular e toque na aba “Vídeo”, no canto superior direito, ou navegue pelo seu Feed. Então, você poderá assistir os conteúdos originais do Facebook Watch, vídeos do Feed, Reels e Stories na sua TV.

Acessando o Facebook para transmitir os vídeos para a TV (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como espelhar o Facebook na TV pelo iPhone

1. Acesse o recurso “Espelhamento de tela” do iPhone

Deslize o dedo de cima para baixo no canto superior direito da tela para abrir a Central de Controle do iPhone. Então, toque na função “Espelhamento de tela”, ícone com dois retângulos.

Ativando o recurso “Espelhamento de tela” do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Selecione a TV para a transmissão da tela

Toque em cima do nome da TV na qual você irá espelhar a tela do iPhone. Em seguida, digite o código de 4 dígitos exibido na tela da TV e toque em “OK” para iniciar a transmissão.

Selecionando a TV e ativando o código do AirPlay (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Abra o menu “Vídeo” do Facebook

Abra o aplicativo do Facebook no seu celular após iniciar o espelhamento. Em seguida, toque no menu “Vídeo”, no canto inferior direito, para ver os vídeos diretamente na TV.

Dica: também é possível usar essa função para assistir aos vídeos do Feed de Notícias, do Reels e do Stories do Facebook.

Abrindo o app Facebook e acessando o menu “Vídeo” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que não consigo assistir vídeos do Facebook na TV?

Alguns motivos podem impedir a transmissão de vídeos do Facebook para sua TV. Os mais comuns são:

Falta de aplicativo nativo do Facebook para TV: o Facebook Watch, plataforma de vídeos e conteúdos originais do Facebook, não possui app nativo para smart TVs. A ferramenta foi descontinuada em abril de 2023;

Formato do vídeo para espelhamento: o aplicativo do Facebook geralmente permite espelhar apenas transmissões ao vivo (lives) de forma nativa. Vídeos compartilhados no Feed, Stories e Reels devem ser espelhados usando a ferramenta de transmissão do celular;

Rede Wi-Fi: tanto o celular e quanto a sua TV precisam estar conectados à mesma rede Wi-Fi para que o espelhamento funcione, seja pelo app ou pelas ferramentas do celular;

Problemas com a conexão de internet: uma conexão de internet instável ou com sinal fraco pode impedir a transmissão dos vídeos. Veja se ambos os dispositivos estão conectados a uma rede com boa velocidade e sinal;

Incompatibilidade do sistema operacional da TV: televisores mais antigos podem não ter recursos necessários para suportar o espelhamento de tela de dispositivos. Verifique se sua smart TV possui essa funcionalidade;

Software desatualizado: o software do seu celular ou da sua smart TV devem estar atualizados para que ambos tenham compatibilidade e bom funcionamento do espelhamento. Confira se há atualizações disponíveis para ambos os dispositivos.

Por que o botão de transmitir não aparece no vídeo do Facebook?

O botão de transmitir pode não aparecer por diferentes motivos. Os pontos mais comuns são: 

Aplicativo do Facebook desatualizado: versões antigas do app Facebook podem ter bugs que impedem o uso de algumas funções. Acesse a App Store no iPhone ou a Play Store no Android para baixar a versão atualizada do aplicativo;

Permissões do aplicativo: verifique se o app do Facebook tem as permissões necessárias para acessar a rede local e identificar outros dispositivos ao redor;

Tipo de conteúdo incompatível: a função para transmitir é geralmente exclusiva para transmissões ao vivo (lives). Vídeos normais do Feed, Reels e Stories não possuem essa opção;

Dispositivos em redes Wi-Fi diferentes: tanto o dispositivo que está reproduzindo o vídeo quanto o televisor para o qual você deseja transmitir precisam estar conectados à mesma rede Wi-Fi;

TV não compatível com a transmissão: a TV na qual você deseja transmitir precisa ser compatível com o recurso de transmissão do Facebook. Modelos mais antigos podem não aceitar esse tipo de conexão sem fio.

Dá para assistir Stories do Facebook na TV?

Sim, você deve espelhar a tela do celular para ver os Stories do Facebook na TV. Infelizmente, o recurso nativo do app não está disponível para esse formato de vídeo publicado na rede social.

Os vídeos do Facebook assistidos na TV ficam registrados no histórico?

Sim, todos os vídeos assistidos no Facebook no celular, PC ou TV são registrados no histórico disponível no menu “Registro de atividades”. Caso você não queira manter essas informações, é possível apagar o histórico de vídeos assistidos no Facebook.
Como assistir a vídeos do Facebook na TV

Como assistir a vídeos do Facebook na TV
Fonte: Tecnoblog

OpenAI “aposenta” o GPT-4 e abre caminho para novos modelos

OpenAI “aposenta” o GPT-4 e abre caminho para novos modelos

Empresa enfrenta desafios de infraestrutura para lançar novos modelos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O GPT-4 será desativado no ChatGPT em 30 de abril de 2025, mas continuará disponível via API para desenvolvedores.
O modelo substituto será o GPT-4o, com melhorias em escrita, programação e resolução de problemas científicos, segundo a OpenAI.
A OpenAI também pode lançar o GPT-4.1 na próxima semana, mas enfrenta desafios de infraestrutura, que já atrasaram o GPT-5.

A OpenAI anunciou que o GPT-4 deixará de estar disponível no ChatGPT a partir de 30 de abril de 2025. A partir dessa data, o chatbot com inteligência artificial passará a utilizar o GPT-4o — e novas versões já estão a caminho.

“Em comparações diretas, [o GPT-4o] supera consistentemente o GPT-4 em escrita, programação, problemas científicos e outras tarefas”, afirma a empresa no changelog do ChatGPT.

“Atualizações recentes ampliaram ainda mais a capacidade do GPT-4o de seguir instruções, solucionar questões e manter a fluidez nas conversas, tornando-o o substituto natural do GPT-4”, complementa a companhia.

Embora seja desativado no ChatGPT, o modelo continuará acessível via API, permitindo que desenvolvedores sigam utilizando essa alternativa em suas aplicações.

GPT-4.1 e novos modelos podem ser lançados em breve

A “aposentadoria” do GPT-4 reforça os rumores de que a OpenAI está prestes a lançar novos modelos. O engenheiro de software Tibor Blaho identificou que o ChatGPT já conta, em seu código, com referências ao o3, o o4 Mini e ao GPT-4.1 — este último, em variantes Nano e Mini.

Uma matéria publicada nesta quinta-feira (10/04) pelo Verge aponta que o o3 e o o4 Mini devem estrear nos próximos dias. Já o GPT-4.1 pode chegar a partir da semana que vem, embora ainda haja incertezas e risco de atrasos. A empresa tem enfrentado limitações de infraestrutura para desenvolver e disponibilizar suas novas soluções de IA generativa.

New ChatGPT web app version deployed just now (after midnight San Francisco time) adds mentions of “o4-mini”, “o4-mini-high” and “o3” pic.twitter.com/huz9XWQWGP— Tibor Blaho (@btibor91) April 10, 2025

Por esse mesmo motivo, o GPT-5 não deve aparecer tão cedo. Sam Altman, CEO da organização, já declarou que ainda levará alguns meses para que o modelo esteja pronto. Por outro lado, ele garante que o desempenho superará as expectativas iniciais.

GPT-4 foi um marco na evolução do ChatGPT

O GPT-4 foi revelado em março de 2023, poucos meses após o surgimento da onda da IA generativa. Inicialmente, ele esteve restrito aos assinantes do ChatGPT Plus, mesmo quando o Copilot da Microsoft (então conhecido como Bing Chat) já oferecia o modelo em sua versão gratuita.

O grande diferencial do GPT-4 foi o suporte à entrada de imagens, abrindo espaço para usos mais diversos. Além disso, trouxe respostas mais precisas e com tom mais natural.

“O GPT-4 marcou um momento crucial no desenvolvimento do ChatGPT. Agradecemos os avanços que ele proporcionou e os comentários dos usuários que contribuíram para a criação de seu sucessor”, escreveu a OpenAI no changelog.

Com informações do TechCrunch e Engadget
OpenAI “aposenta” o GPT-4 e abre caminho para novos modelos

OpenAI “aposenta” o GPT-4 e abre caminho para novos modelos
Fonte: Tecnoblog

Ubisoft alega que jogadores não são donos dos jogos que compram

Ubisoft alega que jogadores não são donos dos jogos que compram

Ação judicial nos EUA acusa a Ubisoft de propaganda enganosa e fraude (imagem: Flickr/Shuichi Aizawa)

Resumo

Dois jogadores da Califórnia processaram a Ubisoft, alegando que foram induzidos a acreditar que estavam comprando o jogo The Crew, quando, na verdade, adquiriram apenas uma licença de uso.
A ação acusa a empresa de propaganda enganosa, concorrência desleal, fraude, violação de garantias e das leis de vale-presente do estado.
A empresa se defende dizendo que os termos de uso previam uma licença limitada e que os jogadores estavam cientes dessas condições.

Em novembro do ano passado, a Ubisoft foi processada nos EUA por dois jogadores da Califórnia que adquiriram The Crew, jogo online encerrado em março de 2024. Os autores da ação alegam que foram enganados pela empresa. Em resposta, a editora de jogos eletrônicos solicitou o arquivamento do processo, afirmando que a compra garante apenas uma licença limitada de acesso ao conteúdo — e não “direitos de propriedade irrestritos sobre o jogo”.

Por que os jogadores estão processando a Ubisoft?

Os autores da ação afirmam que foram levados a acreditar que compravam o jogo, quando, na verdade, adquiriam apenas uma licença temporária. Eles acusam a Ubisoft de violar leis estaduais ao desligar os servidores e tornar o jogo inacessível para quem já havia pago.

Além disso, os advogados dos jogadores também acusam a Ubisoft de praticar propaganda enganosa, concorrência desleal, fraude e violação de garantias. Segundo os autores, a Ubisoft infringiu a legislação da Califórnia sobre vales-presentes ao inutilizar créditos comprados com dinheiro real após o desligamento do jogo.

Esse sistema de créditos, alegam os jogadores, se enquadra legalmente como um vale-presente — modalidade que, de acordo com a lei estadual, não poderia ter prazo de validade. Com essa e outras alegações adicionadas na versão revisada da ação, o total de acusações contra a Ubisoft chegou a nove. Agora, os jogadores pedem que o processo seja convertido em ação coletiva, para representar consumidores de todo o país.

O que a Ubisoft alega?

Na resposta à acusação, obtida pelo site Polygon, a Ubisoft argumentou que os consumidores sabiam que estavam comprando apenas o direito de uso de The Crew enquanto o jogo estivesse disponível.

A empresa também destacou que o encerramento foi comunicado com antecedência, conforme previsto nos termos de uso. “A embalagem do Xbox e do PlayStation contém um aviso claro e visível”, afirma o documento.

Os autores da ação, porém, alegam que, no ato da compra, não havia sinal de que o jogo se tornaria inutilizável depois. Para tentar provar, anexaram ao processo imagens da embalagem física do The Crew informando que o código de ativação expiraria em 2099. A Ubisoft tem até 29 de abril para apresentar uma nova resposta à versão revisada da ação.

O que aconteceu com o jogo The Crew?

The Crew foi um jogo de corrida online em mundo aberto, lançado pela Ubisoft em 2014. Na época, o título foi removido das lojas digitais por motivos de “infraestrutura de servidores e restrições de licenciamento”, segundo a empresa. O encerramento foi anunciado em 14 de dezembro de 2023, quando a Ubisoft informou que, em 31 março de 2024, o game não seria “mais acessível em nenhuma plataforma”.

No jogo, os usuários exploravam uma versão reduzida dos Estados Unidos, participando de missões, desafios e corridas com diferentes tipos de veículos — semelhante à franquia Need for Speed.

A Ubisoft ofereceu reembolso a quem havia comprado o game. Segundo o site da empresa, o ressarcimento é válido somente para compras feitas até 14 dias antes do pedido, com menos de duas horas de uso. Ainda assim, apenas parte dos jogadores conseguiu recuperar o valor pago — provavelmente porque a maioria adquiriu o título fora do período estipulado, de acordo com o Polygon.

Com informações de Polygon e TechSpot
Ubisoft alega que jogadores não são donos dos jogos que compram

Ubisoft alega que jogadores não são donos dos jogos que compram
Fonte: Tecnoblog

Galaxy Tab S6 Lite (2024) fica 34% mais barato em oferta em até 10x

Galaxy Tab S6 Lite (2024) fica 34% mais barato em oferta em até 10x

Samsung Galaxy Tab S6 Lite (2024) traz caneta S Pen na caixa (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Tablet Samsung Galaxy Tab S6 Lite Wi-Fi 64GB 4GB RAM Tela 10.4″
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O Galaxy Tab S6 Lite (2024) está disponível em uma ótima oferta no Mercado Livre. É possível comprar o tablet da Samsung por apenas R$ 1.728 em até 10x usando o cupom OFERTAOFF10 antes de fechar a compra.

Esta é uma oportunidade para adquirir o dispositivo por um preço 34% mais barato do que na loja oficial da Samsung. Atualmente, o modelo é vendido pelo preço de R$ 2.609 diretamente pelo site da marca.

O Galaxy Tab S6 Lite pode ser usado na horizontal ou na vertical (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Galaxy Tab S6 Lite: compacto e com acesso a redes móveis

O Galaxy Tab S6 Lite (R$ 1.728) é uma opção de tablet portátil indicado para estudos e entretenimento. O dispositivo adota uma tela LCD de 10,4 polegadas com resolução Full HD combinado com dois alto-falantes estéreo com som 3D e Dolby Atmos.

Outro destaque é a caneta S Pen que está inclusa na caixa do modelo. O acessório pode ser usado para auxiliar na navegação na internet, desenhar e fazer anotações manuscritas no próprio tablet.

Internamente, o Galaxy Tab S6 Lite (2024) é equipado com o processador Samsung Exynos 1280 e 4 GB de memória RAM. O dispositivo tem somente 64 GB de espaço interno para apps e fotos, mas a memória pode ser expandida com uso de um cartão microSD de até 1 TB.

Além da S Pen, o Galaxy Tab S6 Lite traz uma capa de proteção na caixa (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

O tablet traz uma câmera frontal de 5 MP para os usuários que necessitam participar de reuniões ou aulas online em vídeo. Já a câmera traseira de 8 MP permite gravar vídeos com resolução Full HD.

Na parte de conexão, o Galaxy Tab S6 Lite (2024) pode se conectar a redes Wi-Fi de alta velocidade. O modelo também permite usar chips SIM para ter acesso a redes móveis 4G LTE, ideal para quem precisa usar a internet em qualquer lugar. 

Como recursos extras, o dispositivo tem Bluetooth 5.3, entrada para fone de ouvido P2 (3,5 mm), GPS e suporte ao PC Sync e ao SmartThings. O tablet ainda conta com uma bateria de 7,040 mAh, garantindo até 14 horas de reprodução de vídeo.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Galaxy Tab S6 Lite (2024) fica 34% mais barato em oferta em até 10x

Galaxy Tab S6 Lite (2024) fica 34% mais barato em oferta em até 10x
Fonte: Tecnoblog

O polêmico Recall está mais perto de chegar oficialmente ao Windows 11

O polêmico Recall está mais perto de chegar oficialmente ao Windows 11

Carolina Hernandez no anúncio do Recall, em 2024 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Recall, ferramenta da Microsoft baseada em inteligência artificial que registra o que você faz no computador, está prestes a ser liberado de modo mais amplo no Windows 11, em um dos canais que correspondem às últimas etapas necessárias para o seu lançamento oficial.

É verdade que a companhia irá liberar uma prévia do Recall, não a versão final da ferramenta. Mas não deixa de ser um avanço, especialmente se considerarmos que o plano original da Microsoft era lançar o Recall em meados de 2024, junto com o anúncio dos PCs Copilot+.

Por conta de uma série de preocupações envolvendo principalmente o aspecto da segurança, o Recall foi adiado para outubro de 2024, mas essa previsão também não foi cumprida. Em novembro, alguns usuários passaram a ter acesso à ferramenta, mas somente nos canais Dev e Beta do Windows Insider.

Nesta semana, a Microsoft revelou que o Recall está chegando ao Release Preview do Windows 11, que é o canal que vem depois da fase beta. Isso significa que o recurso vai ser disponibilizado para um número maior de usuários e, se tudo ocorrer bem nessa fase, será lançado posteriormente como uma função oficial do sistema operacional.

Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tecnoblog (@tecnoblog)

Quem pode usar o Recall no Windows 11?

Como o Recall é um recurso baseado em inteligência artificial que exige processamento local, ele será liberado apenas para computadores da categoria Copilot+, que são equipados com chips que trazem uma NPU com 40 TOPS de capacidade ou mais.

De acordo com a Microsoft, a prévia do Recall fará parte da compilação 26100.3902 (pacote de atualização KB5055627). Esse update ainda é destinado ao programa Windows Insider, mas a liberação será feita de modo a contemplar uma quantidade maior de usuários.

Ainda não está claro quando o Recall chegará aos canais estáveis do Windows 11 (para o público em geral). Mas, não havendo nenhuma intercorrência nesta fase, isso poderá acontecer em breve, talvez ainda neste trimestre.

Tela do Recall no Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)

Por que o Recall é tão polêmico?

O Recall é uma ferramenta da Microsoft que usa inteligência artificial para fazer capturas de tela continuamente das ações realizadas no Windows 11 e, assim, permitir que o usuário rastreie suas atividades, recupere uma tarefa já executada, encontre uma informação específica e assim por diante.

A tecnologia é considerada polêmica principalmente por levantar preocupações com a privacidade e a segurança, afinal, o Recall é capaz de registrar tudo o que o usuário faz no computador, inclusive tarefas que envolvem dados sensíveis, como senhas, documentos e números de cartão de crédito.

Além de tornar a ferramenta funcional, a Microsoft trabalha para atenuar essas preocupações. Como exemplo, a companhia já deixou claro que o Recall exigirá autenticação via Windows Hello e não permitirá que as informações coletadas sejam acessadas remotamente.
O polêmico Recall está mais perto de chegar oficialmente ao Windows 11

O polêmico Recall está mais perto de chegar oficialmente ao Windows 11
Fonte: Tecnoblog

Opera demonstra IA que navega na web por você, como um operador invisível

Opera demonstra IA que navega na web por você, como um operador invisível

Opera realiza o Browser Day em 10/04 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

A Opera demonstrou em Lisboa um operador de IA que realiza tarefas na web simulando interações humanas, como cliques e preenchimento de formulários
O sistema usa a assistente Aria e processa informações localmente, sem envio para a nuvem
O operador ainda está em testes, mostrou limitações com idiomas e não tem data de lançamento definida

Os criadores do navegador Opera apostam que, no futuro, nós iremos usar agentes de inteligência artificial para fazer a navegação na web. Chega de entrar em páginas, encontrar detalhes, aprender os layouts. Numa demonstração realizada em Lisboa, com a presença do Tecnoblog, foi possível observar o “operador” da Opera em ação pela primeira vez.

A tarefa pode parecer banal: encomendar flores e mandar entregar em um endereço de hotel. Na prática, porém, a inteligência artificial passa por uma verdadeira provação de capacidades antes de completar a atividade.

Os responsáveis pela Opera estavam com alta expectativa para um recurso anunciado há poucos meses, porém mantido dentro do ambiente controlado da empresa até então. Chegaram a fornecer sacos de pipoca para os convidados na hora da apresentação.

Como funciona o operador da Opera?

Funciona assim: primeiro, o usuário chama a Aria, assistente de IA já existente no navegador Opera. O primeiro prompt é dado diretamente em uma caixa que aparece no centro da tela do browser. A partir daí, abre-se um painel na lateral esquerda do software onde aparecem diversas informações.

O Opera assume o controle e passa a fazer cliques do mouse, rolar a tela e preencher campos com informações. É como se uma mão invisível estivesse no controle do seu computador. Todo o processamento é dinâmico: o sistema observa o que está na tela e toma decisões sozinho.

Tanto é assim que, segundo os representantes da Opera, cada máquina poderia realizar o comando de maneira diferente. Algumas começariam lendo a primeira página, outras já clicando no menu superior — tal qual humanos com bagagens distintas.

Prompt: “I want to order flowers to Sheraton Cascais Resort. Delivery timeframe 8 to 11 am, the day of 11 April. Order it from floresnocais.pt. He likes yellow flowers. Bill it to Henrik Lexow. Ship it to Tillmann Braun” (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

No fim das contas, o navegador conseguiu escolher as flores e preencher as informações de entrega. Esbarrou, porém, na tela de pagamento. Parece que a IA não lidou bem com informações em outro idioma (afinal, os comandos foram dados em inglês, mas a encomenda partiria de uma floricultura portuguesa).

Resultado surpreende

Os convidados para o evento de ontem (10) ficaram impressionados com a autonomia do sistema. Ele está em fase de testes e não foi liberado nem mesmo para os beta testers do Opera. Quando chegar ao mercado, deve competir com o operador do ChatGPT, que está em desenvolvimento. A Microsoft também trabalha no Copilot Vision, capaz de ver o que está na tela e conversar contigo, mas este sistema não realiza ações independentes.

Tenha em mente que o operador é mais lento do que um ser humano. A simples tarefa de comprar flores levou vários minutos. É provável que uma pessoa de carne e osso fizesse isso numa fração deste tempo. No entanto, estamos no início desta nova tecnologia, e já aprendemos de outras ocasiões que o amadurecimento da IA costuma ser muito rápido.

O operador do Opera é feito com privacidade em mente. Todo o processamento ocorre diretamente na máquina do usuário, sem depender da nuvem nem mandar seus dados para fora.

A Opera não divulgou planos para disponibilizar o operador de IA, nem qual será seu modelo de negócios.

Thássius Veloso viajou para Portugal a convite da Opera.
Opera demonstra IA que navega na web por você, como um operador invisível

Opera demonstra IA que navega na web por você, como um operador invisível
Fonte: Tecnoblog

O preço caiu: Galaxy A16 (256 GB) com 5G tem 34% OFF em até 10x na Amazon

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Tela do Galaxy A16 é AMOLED com resolução Full HD+ (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy A16 5G – 256 GB
R$ 1.249

Parcelado

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async function handle_redirect(cupom) {
try {
await navigator.clipboard.writeText(cupom.textContent);
cupom.classList.add(‘copied’);
cupom.dataset.text = ‘Cupom copiado!’;
} catch (err) {
console.error(‘Erro ao copiar para a área de transferência’, err);
}
}

O Galaxy A16 5G de 256 GB está saindo por R$ 1.249 em até 10x sem juros na loja oficial da Samsung na Amazon para assinantes do Amazon Prime. A oferta é ótima para quem busca um celular 5G com preço baixo e opção de parcelar por vários meses. Além disso, o Galaxy A16 5G tem seis anos de atualizações Android e de segurança, uma novidade na linha de smartphones baratos da Samsung.

Destaques

Painel Super AMOLED
Conectividade 5G
Atualização de Android por 6 anos
Preço baixo

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Como aproveitar a promoção do Galaxy A16 5G (256 GB)

A oferta de R$ 1.249 em até 10x sem juros no Galaxy A16 5G (256 GB) é exclusiva para membros do Prime. Para aproveitar o desconto e levar para casa o smartphone pelo menor preço, você deve ter uma assinatura ativa no serviço da Amazon e estar logado nela ao finalizar a compra.

O desconto entra automaticamente, e você não precisa usar nenhum cupom específico.

Galaxy A16 5G (256 GB) com 34% OFF parcelado na Amazon

Galaxy A16 5G foi “feito para durar” com 6 anos de Android

Os seis de anos de atualizações no Galaxy A16 5G da oferta indicam que o usuário pode passar um bom tempo com o smartphone. A vantagem de ter um Android atualizado, fora novos recursos, é ter também os patches de segurança. Com isso você corre menos riscos de invasões ao celular e outros ciberataques.

Galaxy A16 tem proteção IP54 contra água e poeira (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Fora a longevidade de software, o Galaxy A16 5G tem resistência IP54 contra poeira e água. O primeiro número se refere ao grau de proteção à poeira, informando que ela pode entrar no celular, mas não em quantidade suficiente para estragá-lo.

Já o número 4 mostra o grau de proteção à água. No caso, o Galaxy A16 5G está protegida contra jorro d’água. No dia a dia, isso significa que ser pego de surpresa por uma chuva não vai danificar o seu celular.

Galaxy A16 possui conjunto triplo de câmeras, com sensor principal de 50 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy A16 5G possui um kit triplo de câmeras, com o sensor principal de 50 MP. As outras lentes são uma ultra angular de 5 MP e macro de 2 MP. A câmera para selfies possui 13 MP.

A tela do aparelho mede 6,7 polegadas, tem taxa de atualização de 90 Hz e suporte a resolução Full HD+. O painel é o ótimo Super AMOLED, um dos pontos mais fortes dos celulares da Samsung. A tela tem baixo consumo, exibe cores vívidas e tem alto brilho — máximo de 800 nits.

Por falar em baixo consumo, a bateria do Galaxy A16 5G possui 5.000 mAh e carregamento rápido com fio de 25 W. A memória RAM é de 8 GB e o processador é o bom Exynos 1330, feito em litografia de 5 nm. O armazenamento pode ser expandido para até 1,5 TB com cartão microSD.
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O preço caiu: Galaxy A16 (256 GB) com 5G tem 34% OFF em até 10x na Amazon
Fonte: Tecnoblog