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IA em 2024: muitos assistentes, geradores de vídeos e até plágio de voz

IA em 2024: muitos assistentes, geradores de vídeos e até plágio de voz

2024 teve novas tecnologias e novos problemas (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Quem acompanha o Tecnoblog sabe que a inteligência artificial é um dos assuntos mais quentes da tecnologia nos últimos anos. Não foi diferente em 2024: a IA passou a falar mais, criar vídeos e até fazer buscas na internet (mas nem sempre acertando). E para 2025, a expectativa é que a tecnologia vá além da geração de textos e imagens e passe a comandar aplicativos e aparelhos.

Por outro lado, nem tudo foi positivo: além dos já citados erros durante pesquisas na web, as empresas se viram envolvidas em questões de plágio, direitos autorais, privacidade e até mesmo “cópia” de voz.

As notícias mais importantes da IA em 2024Gemini se consolida e vira assistente no AndroidMeta AI faz sua estreia no WhatsApp e no InstagramBusca com IA nem sempre dá certoChatGPT estreia buscador próprioVoz do ChatGPT causa “climão” com atrizSora, Firefly e as IAs de vídeoInteligência precisa de conteúdoNvidia bate recordes graças à alta demandaSamsung e Apple colocam IA em seus aparelhosMicrosoft coloca IA em quase tudoAgentes de IA são o futuro?Brasil discute regulação da tecnologia

Gemini se consolida e vira assistente no Android

No comecinho de 2024, o Google mudou o nome de seu chatbot de IA: sai o Bard, entra o Gemini. Com a nova marca, veio a consolidação da ferramenta no ecossistema do Google e, principalmente, do Android.

Aos poucos, o Gemini vai substituindo o Google Assistente e ganhando recursos para controlar smartphones. A ferramenta de IA já é capaz de se conectar a outros serviços da empresa (como Keep, Tasks e YouTube Music) e a recursos do Android (como alarme, lanterna e Wi-Fi) de forma mais fluida e menos robótica que seu antecessor.

Meta AI faz sua estreia no WhatsApp e no Instagram

Função de “imaginar” na Meta AI (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O ano de 2024 também fica marcado pela entrada da Meta no campo da inteligência artificial generativa. A Meta AI está presente nos principais apps da companhia: WhatsApp, Instagram, Facebook e Messenger. Nem todo mundo gostou, mas a empresa adverte: é melhor não fazer nenhuma gambiarra.

No Brasil, a Meta AI demorou um pouco mais para fazer sua estreia. A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) suspendeu as atividades da IA generativa da empresa por preocupações de privacidade, o que acabou atrasando o lançamento.

Busca com IA nem sempre dá certo

Desde que o ChatGPT surgiu, especula-se que chatbots com IA poderão substituir os tradicionais mecanismos de busca na web. Por isso, o Google se mexeu e liberou as AI Overviews, que são resumos de informações gerados automaticamente com base nas páginas encontradas.

Só que nem sempre isso dá certo, e uma dessas respostas esquisitas viralizou. Após uma pergunta sobre como grudar melhor o queijo na pizza, o Google sugeriu passar cola. A recomendação esquisita aconteceu porque o buscador levou ao pé da letra uma piada feita no Reddit há alguns anos.

ChatGPT estreia buscador próprio

A perspectiva de usar a inteligência artificial para buscas na internet ficou mais clara não só porque o Google abraçou a tecnologia, mas também por causa dos investimentos da própria OpenAI.

Em julho, a companhia revelou os primeiros detalhes do SearchGPT, o chatbot capaz de fazer pesquisas na web para complementar sua própria base de dados. A ferramenta foi liberada de fato em novembro com a promessa de entregar textos mais coesos e informações mais corretas (ou menos alucinadas).

e em dezembro, a ferramenta foi liberada para todos os usuários do ChatGPT. Com ela, o chatbot pode fazer pesquisas na web para complementar sua própria base de dados. A promessa é entregar textos coesos com informações mais corretas.

Busca é ativada automaticamente, mas usuário pode fazer uma pesquisa manual (Imagem: Divulgação / ChatGPT)

Voz do ChatGPT causa “climão” com atriz

Um dos principais lançamentos da OpenAI em 2024 foi um modo de fala para o ChatGPT, capaz de responder de modo natural e entender quando está sendo interrompida. A ferramenta tem até mesmo diferentes opções de voz — e uma delas gerou constrangimento.

Algumas pessoas notaram que a voz Sky era parecida com a da atriz Scarlett Johannsson — curiosamente, ela fez o papel de uma assistente virtual no filme Her, de 2013. Johansson revelou ter sido procurada por Sam Altman, CEO da OpenAI, para emprestar sua voz ao app, mas recusou a oferta. A empresa removeu a opção Sky após pedido da atriz.

Sora, Firefly e as IAs de vídeo

Depois da geração de textos e imagens estáticas, chegou a vez de a IA produzir vídeos. Logo em fevereiro, a OpenAI anunciou a Sora, seu modelo capaz de criar peças de até um minuto de duração. A ferramenta demorou para chegar ao público, sendo lançada apenas em dezembro e limitada a assinantes de planos pagos do ChatGPT.

Outra empresa que lançou produtos de IA para vídeo foi a Adobe. Em outubro, ela liberou o Firefly Video Model, capaz de estender vídeos existentes e fazer pequenas alterações.

Inteligência precisa de conteúdo

No finzinho de 2023, o jornal americano The New York Times processou a OpenAI e a Microsoft por usarem seus artigos para treinar seus modelos.

Quem também se meteu em altas confusões foi a Perplexity AI. Forbes e Wired acusaram a desenvolvedora do chatbot de plagiar reportagens e não respeitar a sinalização contra o acesso de robôs.

Para evitar problemas deste tipo, as empresas se mexeram para garantir que a IA tenha conteúdo. A própria OpenAI, por exemplo, assinou contratos com a Associated Press e o Financial Times, entre outras publicações, para ter acesso legal ao conteúdo produzido.

Os contratos vão além de revistas e jornais: a OpenAI e o Google fecharam acordos com o Reddit, que se tornou o “queridinho” de muitos usuários na hora de encontrar opiniões reais e sinceras na internet.

Nvidia bate recordes graças à alta demanda

As tarefas de treinamento e execução dos modelos de IA exigem grande poder de processamento. Com milhões de pessoas usando ChatGPT, Gemini e outras ferramentas todos os dias, uma quantidade enorme de chips é necessária para dar conta de todas as demandas.

Quem gostou disso foi a Nvidia. Principal fabricante de GPUs para IA do mercado, ela chegou a ser a maior empresa do mundo em valor de mercado por alguns meses, atingindo os US$ 3,332 trilhões em junho.

Samsung e Apple colocam IA em seus aparelhos

Após um 2023 em que muitas ferramentas com IA apareceram na internet ou na forma de apps independentes, em 2024, vimos fabricantes criarem suas próprias soluções.

Em janeiro, a Samsung lançou sua linha Galaxy S24, que trouxe também a Galaxy AI. As ferramentas de IA da marca são capazes de remover objetos de fotos e fazer traduções em tempo real. Em julho, 100 milhões de aparelhos da empresa sul-coreana já tinham acesso à IA.

Já a Apple apresentou sua Apple Intelligence em junho, na WWDC, tendo a Siri “turbinada” com ChatGPT como um de seus destaques, bem como gerar imagens e resumir notificações. Os recursos, porém, estão chegando lentamente aos aparelhos da maçã. Além disso, eles só estarão disponíveis em português em 2025.

Microsoft coloca IA em quase tudo

Poucas empresas mergulharam de cabeça na inteligência artificial como fez a Microsoft. Uma das principais investidoras da OpenAI, a desenvolvedora do Windows criou ferramentas para praticamente todos os apps do sistema — até o Bloco de Notas e o Paint foram contemplados.

A empresa também criou a iniciativa Copilot+ PC, certificando computadores que atendem requisitos para rodar tarefas de inteligência artificial. O assistente Copilot, por sua vez, passou por um redesign e ganhou novos recursos, como melhorias na capacidade de raciocínio.

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Nem tudo correu como o esperado, porém: o Recall, ferramenta que prometia ajudar o usuário a lembrar de informações vistas ou tarefas realizadas no Windows, sofreu com críticas relacionadas à segurança e à privacidade. Como consequência, a Microsoft precisou adiar o lançamento diversas vezes.

Agentes de IA são o futuro?

O fim de 2024 apontou um novo caminho para a IA: diversas empresas mencionaram em seus lançamentos o termo “agentic AI”. Google e Microsoft são alguns exemplos.

Em tradução livre, isso significa algo como “IA agêntica”, mas o melhor jeito de explicar é dizer que estes novos modelos terão uma capacidade maior de realizar tarefas pelo usuário, indo além de apenas gerar textos ou imagens.

Brasil discute regulação da tecnologia

Com a IA cada vez mais presente no noticiário, nos aplicativos e nos produtos, governos em todo o mundo passaram a ter mais atenção com o assunto. No Brasil, uma regulamentação para a tecnologia era discutida no Congresso Nacional desde 2019, antes mesmo do “boom” pós-ChatGPT.

Em dezembro de 2024, o Senado Federal aprovou um marco legal para a inteligência artificial. O texto define, entre outros pontos, que as empresas deverão informar quais conteúdos protegidos por direitos autorais estão sendo usado no treinamento dos modelos. Os autores poderão vetar o uso de suas obras.

O marco também visa assegurar direitos à explicação e à revisão humana quando uma decisão tomada por IA tiver impacto jurídico relevante. Além disso, fica proibido o uso de IA para prever realização de crimes ou classificar indivíduos de acordo com seu comportamento.

O texto segue para a Câmara dos Deputados, onde será discutido e votado novamente.
IA em 2024: muitos assistentes, geradores de vídeos e até plágio de voz

IA em 2024: muitos assistentes, geradores de vídeos e até plágio de voz
Fonte: Tecnoblog

Broadcom só consideraria comprar a Intel se fosse abordada diretamente

Broadcom só consideraria comprar a Intel se fosse abordada diretamente

Sabemos que o ano de 2024 não foi nem de longe um dos melhores e mais generosos para a Intel, que sofreu ondas absurdas de demissões e também teve uma queda de US$ 198 bilhões na capitalização de mercado. Em um momento tão enfraquecido como esse, a empresa poderia ser facilmente alvo de aquisição por grandes outras marcas, como a Broadcom.

A gigante dos semicondutores está atualmente focada em processadores de data center personalizados para IA, então adquirir a Intel poderia ser um movimento estratégico interessante. Contudo, segundo o CEO da empresa, explicou que isso não está nos planos devido o desinteresse por parte da Intel.Hock Tan, presidente-executivo da Broadcom, em uma entrevista ao Financial Times, explicou que “ninguém teria pedido por essa aquisição”. O executivo também aproveitou para explicar que um acordo só pode ser fechado se ele for “acionável” e que não fazer ofertas hostis foi algo que aprendeu durante uma negociação com a Qualcomm.Clique aqui para ler mais

Broadcom só consideraria comprar a Intel se fosse abordada diretamente
Fonte: Tudocelular

Melhores do Ano do Steam: evento destaca os principais jogos de 2024

Melhores do Ano do Steam: evento destaca os principais jogos de 2024

Estamos em mais um fim de ano com a clássica premiação do Steam, que por sua vez já virou uma tradição esperada pelos jogadores que gostam da plataforma. O “Melhores do Ano do Steam” traz diversos títulos que marcaram os jogadores ao longo de 2024 e nele tivemos jogadores preferindo títulos mais antigos no lugar dos novos lançamentos.

Embora nunca revele o verdadeiro número de receita bruta dos jogos da loja online, o Steam traz os títulos que se destacaram em grupos de categorias, sendo elas Platina, Ouro, Prata e Bronze.Um bom exemplo a se destacar inicialmente é a categoria Platina, que este ano tem destacado Call of Duty Black ops 6, Baldur’s Gate 3, Black Myth: Wukong e outros jogos já conhecidos, como Dota 2, Destiny 2 e também Counter-Strike 2.Clique aqui para ler mais

Melhores do Ano do Steam: evento destaca os principais jogos de 2024
Fonte: Tudocelular

Hyundai HB20 supera Gol e é o carro mais visado para roubo em SP; veja lista

Hyundai HB20 supera Gol e é o carro mais visado para roubo em SP; veja lista

O Hyundai HB20 foi o carro mais roubado no estado de São Paulo ao longo de 2024. É o que diz um levantamento da empresa Ituran, que foi divulgado pelo UOL e mostrou que o modelo da sul-coreana ultrapassou o Volkswagen para assumir a liderança entre os veículos mais visados por criminosos no local.10 carros mais roubados ou furtados em São Paulo
Hyundai HB20: 2.374;
Volkswagen Gol: 2.335;
Chevrolet Corsa: 2.221;
Chevrolet Onix: 1.962;
Fiat Uno: 1.852;
Ford Ka: 1.665;
Fiat Argo: 1.400;
Volkswagen Fox: 1.125
Fiat Strada: 1.085;
Fiat Mobi: 993.
Em geral, esse estudou levou em conta o período entre janeiro e outubro deste ano, mostrando 2.374 ocorrências registradas nesses meses. Em comparação com o Gol, a vantagem foi pequena, já que os registros de furtos ou roubos do automóvel da VW foram de 2.335.

A reestilização do HB20 é uma das razões para o aumento de 33% em versões entre dois e cinco anos. Do mesmo modo, outro modelo de carro que passou por um grande aumento de incidências mencionadas foi a Fiat Strada, com 124%. Os modelos de até 2 anos tiveram 3.663 ocorrências.Clique aqui para ler mais

Hyundai HB20 supera Gol e é o carro mais visado para roubo em SP; veja lista
Fonte: Tudocelular

Novo Lenovo LOQ chega ao Brasil com ficha técnica mais potente e visual repaginado

Novo Lenovo LOQ chega ao Brasil com ficha técnica mais potente e visual repaginado

Antes de acabar o ano, a Lenovo trouxe mais uma novidade para o Brasil nesta segunda-feira (23) com o lançamento da nova geração do Lenovo LOQ (modelo 15IRX9) no país. Notebook gamer mais acessível da marca, o aparelho estreia por aqui com visual refinado e ficha técnica bem mais robusta que a do antecessor, trazendo CPU Intel Raptor Lake-HX de 14ª geração e GPUs NVIDIA GeForce RTX 4000.A máquina já começa a chamar atenção pelo design, que recebeu refinamentos na construção e no visual geral, ficando mais próximo à linha Legion, principal família de notebooks gamer da gigante. O acabamento, aparentemente feito em metal e plástico, está agora mais sóbrio e elegante que o visto na geração anterior.

Outra mudança importante está no conjunto de processamento, bem mais robusto que o modelo antigo. Temos uma única opção de CPU, a Intel Core i7-14700HX, processador similar ao i7-14700 visto nos desktops com 20 núcleos (8 P-Cores de alto desempenho + 12 E-Cores de alta eficiência) e 28 threads rodando a até 5,5 GHz.Clique aqui para ler mais

Novo Lenovo LOQ chega ao Brasil com ficha técnica mais potente e visual repaginado
Fonte: Tudocelular

WhatsApp ganha ferramenta para digitalizar documentos sem sair do app

WhatsApp ganha ferramenta para digitalizar documentos sem sair do app

O WhatsApp agora pode ser uma das suas ferramentas para digitalizar documentos em tempo real e enviá-los por meio do app. A princípio, essa novidade ainda não foi distribuída de forma ampla e está disponível apenas na Itália, além somente usuários de iPhone terem acesso ao novo recurso.

Mesmo assim, nada impede que essa função chegue no futuro a mais dispositivos e mercados, possibilitando uma solução adicional para quem está acostumado a usar aplicativos de terceiros para essa finalidade. Um exemplo de app popular para realizar esse tipo de ação é o Adobe Scan. O modo de funcionar é semelhante ao da solução desenvolvida pela Adobe.Em outras palavras, é uma ferramenta que transforma o celular em um scanner, usando a câmera traseira para capturar e digitalizar qualquer tipo de documento. Uma das vantagens de ter isso no mensageiro é a praticidade, já que não precisa sair da plataforma da Meta para realizar esse procedimento.Clique aqui para ler mais

WhatsApp ganha ferramenta para digitalizar documentos sem sair do app
Fonte: Tudocelular

Ookla revela como redes 5G lidam com o estresse de grandes eventos

Ookla revela como redes 5G lidam com o estresse de grandes eventos

Eventos esportivos ou datas comemorativas – como as que se aproximam –, podem ser um grande desafio para as operadoras de telefonia móvel. Um novo relatório publicado pela Ookla revela como redes 5G se comportam em relação a grandes festividades nas principais cidades do mundo.

Durante muitos anos, as operadoras de telefonia tiveram o hábito de divulgar as estatísticas de ligações, mensagens de texto (SMS) enviadas e a quantidade de dados trafegados durante a virada do ano. No entanto, com o advento das redes sociais e de mensageiros como o WhatsApp, as necessidades mudaram. Mas o período ainda representa um desafio para essas empresas.Para medir como as redes 5G lidam com o aumento da demanda e a mudança nos padrões de tráfego durante as festividades da virada de ano, a Ookla, empresa de internet que está por trás do famoso Speedtest, analisou dados coletados durante a virada de 2023 para 2024 em grandes cidades do mundo; que além de serem muito populosas, abrigam grandes comemorações de Ano Novo.Clique aqui para ler mais

Ookla revela como redes 5G lidam com o estresse de grandes eventos
Fonte: Tudocelular

vivo Y29 é lançado com Dimensity 6300, tela de 120 Hz, bateria de 5.500 mAh e mais

vivo Y29 é lançado com Dimensity 6300, tela de 120 Hz, bateria de 5.500 mAh e mais

A chinesa vivo tratou de revelar mais um celular acessível para compor o seu portfólio. Estamos falando do Y29, que chega quase 1 ano após o lançamento do Y28 para dar continuidade à proposta de ter disponível um aparelho capaz de realizar todas as tarefas mais leves do dia a dia para os usuários.vivo Y29Vale lembrar que esse dispositivo chegou a receber certificações há alguns meses, o que significa que o seu anúncio não é exatamente uma surpresa. O modelo vem com tela LCD de 6,68 polegadas com resolução HD+ e taxa de 120 Hz, além do brilho com pico de 1.000 nits. Por dentro, ele trabalha com a plataforma Dimensity 6300.

Para acompanhar o chip, o vivo Y29 vem com versões de até 8GB de memória RAM e 256GB de armazenamento, permitindo que a pessoa use um cartão de até 1TB para expandir a capacidade. Ele ainda vem com uma câmera principal de 50MP e um sensor auxiliar de 0.08MP, enquanto o sensor frontal tem 8MP.Clique aqui para ler mais

vivo Y29 é lançado com Dimensity 6300, tela de 120 Hz, bateria de 5.500 mAh e mais
Fonte: Tudocelular

Meta planeja lançar óculos inteligentes com telas em 2025

Meta planeja lançar óculos inteligentes com telas em 2025

Ray-Ban Meta atual não tem tela, apenas som (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A Meta estaria se preparando para colocar pequenos displays nas lentes dos óculos inteligentes Meta Ray-Ban, com lançamento previsto para o segundo semestre de 2025. As telinhas serviriam para mostrar notificações e respostas da assistente virtual Meta AI.

As informações foram obtidas pelo jornal Financial Times. De acordo com pessoas familiarizadas com os planos da Meta, os displays terão capacidades bem limitadas, longe de tornar o Meta Ray-Ban um dispositivo de realidade mista.

De acordo com o Wall Street Journal, a Meta também pode lançar uma pulseira para controlar os óculos, como a que faz parte do protótipo Orion, apresentado em setembro no Meta Connect.

Esta pulseira funcionaria de um jeito diferente dos headsets de realidade virtual, que usam câmeras para rastrear os dedos. Em vez disso, o acessório detectaria contrações nos músculos do pulso para entender qual o movimento que o usuário está fazendo.

Meta Ray-Ban fala com o usuário

Os óculos Meta Ray-Ban atuais não contam com telas nas lentes. O aparelho tem saídas de som para “falar” com o usuário, mas nenhum componente visual. A armação também conta com câmeras, que podem ser usadas para tirar fotos e realizar videochamadas — o usuário apenas ouve o interlocutor, e a pessoa do outro lado da ligação vê o que o usuário está vendo.

Com a chegada da Meta AI, os óculos Ray-Ban Meta passaram a compreender melhor o que o usuário diz. Além disso, a inteligência artificial pode usar as câmeras, e o usuário pode pedir mais informações sobre o que está diante dele — solicitar uma descrição da cena ou perguntar qual a espécie de um animal, por exemplo.

O mercado de realidade virtual, mista e aumentada tem ganhado concorrentes nos últimos anos:

A Apple tem o Vision Pro, com grande capacidade técnica e um preço bem alto: US$ 3.499 (cerca de R$ 21,7 mil, na cotação de hoje).

O lançamento mais recente da Meta é o Quest 3S, com preço bem mais acessível: US$ 299 (aproximadamente R$ 1.850, em conversão direta).

O Google anunciou o sistema Android XR, integrado à inteligência artificial Gemini. A Samsung lançará um aparelho com a plataforma no ano que vem.

Com informações: Engadget, ZDNet
Meta planeja lançar óculos inteligentes com telas em 2025

Meta planeja lançar óculos inteligentes com telas em 2025
Fonte: Tecnoblog

Qualcomm não violou contrato com Arm, decide Justiça dos EUA

Qualcomm não violou contrato com Arm, decide Justiça dos EUA

Snapdragon X Elite usa CPU que gerou processo da Arm (Imagem: Divulgação/Qualcomm)

Um tribunal federal dos Estados Unidos decidiu que os processadores produzidos pela Qualcomm estão devidamente licenciados, conforme o contrato existente com a Arm. Como o júri não foi unânime, a Arm pode pedir um novo julgamento — e a empresa já declarou que fará isso.

Ainda que parcial, a vitória deixa menos nebuloso o futuro dos novos chips da Qualcomm, que usam a CPU Oryon, pivô da disputa entre as duas empresas.

Arm licencia sua tecnologia com fabricantes de chips (Imagem: Divulgação/Arm)

Maryellen Noreika, juíza do caso, recomendou que as duas empresas busquem uma mediação. “Eu não acho que nenhum dos dois lados teve uma vitória clara ou teria uma vitória clara se este caso fosse julgado novamente”, declarou a autoridade.

Nova CPU da Qualcomm está no centro da disputa

A Arm é dona de patentes dos chips de arquitetura Arm. A empresa licencia esta tecnologia para as empresas que desenvolvem chips, como a Qualcomm.

Em 2021, a Qualcomm comprou a startup Nuvia por US$ 1,4 bilhão. A tecnologia da empresa adquirida foi essencial para o desenvolvimento da CPU Oryon. Ela está presente nos SoCs (sistemas em chip) Snapdragon X Elite e X Plus, para computadores, bem como no Snapdragon 8 Elite, para smartphones.

A Arm questiona o uso desta CPU. Para a empresa, a Qualcomm precisaria de um novo acordo de licenciamento para usar as tecnologias da Nuvia. A fabricante de chips discorda e diz que o contrato vigente permite o uso das CPUs desenvolvidas pela startup.

Em outubro, a Arm ameaçou revogar a licença da Qualcomm, que ficaria impedida de vender chips para as fabricantes, afetando a fabricação e a venda de smartphones, tablets e computadores.

Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tecnoblog (@tecnoblog)

A CPU Oryon é a grande aposta da Qualcomm para ganhar terreno no mercado de computadores. Em maio, a Microsoft anunciou a certificação Copilot+ PC, que indica que um computador está pronto para rodar os recursos de inteligência artificial do Windows.

Na ocasião, diversas fabricantes — como Samsung, Lenovo e Dell — anunciaram produtos com Snapdragon X Elite/Plus, além da própria Microsoft, com a linha Surface.

Com informações: Reuters
Qualcomm não violou contrato com Arm, decide Justiça dos EUA

Qualcomm não violou contrato com Arm, decide Justiça dos EUA
Fonte: Tecnoblog