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Mas já? Nintendo Switch 2 pode estar sendo vendido no mercado cinza

Mas já? Nintendo Switch 2 pode estar sendo vendido no mercado cinza

O mundo gamer não fala em outra coisa a não ser sobre o aguardadíssimo Nintendo Switch 2. Mesmo com um enxurrada de vazamentos e rumores, a Nintendo ainda não anunciou o console oficialmente, ainda que tudo indique que isso deve acontecer esta semana.

Mesmo que a Nintendo ainda não tenha revelado o console, parece que já existem pessoas que conseguiram colocar as mãos no Nintendo Switch 2 através de compras feitas no mercado cinza. Mesmo que o Nintendo Switch 2 não tenha sido apresentado na CES 2025, o console ganhou os holofotes graças às fabricantes de acessórios oficiais, que apresentaram mockups bem realistas do dispositivo.Clique aqui para ler mais

Mas já? Nintendo Switch 2 pode estar sendo vendido no mercado cinza
Fonte: Tudocelular

Bug no WhatsApp silencia chamadas de voz se você desligar a tela ou usar outro app

Bug no WhatsApp silencia chamadas de voz se você desligar a tela ou usar outro app

Usuários do WhatsApp estão relatando um novo bug nas últimas semanas. Segundo os portais Tech-Issues Today e Tutto Android, o problema interrompe chamadas de voz, impossibilitando que o usuário mantenha uma ativa enquanto usa outros aplicativos no celular.Explicando melhor, o bug parece interferir no uso do microfone do smartphone, que para de captar o áudio para o WhatsApp quando outro aplicativo está sendo usado. Com isto, a pessoa com quem você está falando não consegue te ouvir se você abrir outro aplicativo durante uma chamada de voz ou se a tela se apagar.O Tech-Issues Today aponta que os relatos não são novos, mas estão crescendo desde o lançamento do Android 14 para celulares do Google, Samsung e Motorola, com vários usuários dos celulares da série Galaxy S24, do Pixel 9 Pro XL e do Moto Edge 50 Fusion sendo afetados de forma similar.Clique aqui para ler mais

Bug no WhatsApp silencia chamadas de voz se você desligar a tela ou usar outro app
Fonte: Tudocelular

ASUS Zenfone 12 Ultra vaza em teste no Geekbench após receber diversas certificações

ASUS Zenfone 12 Ultra vaza em teste no Geekbench após receber diversas certificações


Atualização (14/01/2025 às 10h15) — RD
Deepois de aparecer nos bancos de dados da Bluetooth SIG e do IMEI, o ASUS Zenfone 12 Ultra foi agora encontrado no Geekbench 6, mostrando os primeiros detalhes das especificações e o nível de desempenho que oferecerá. Conforme esperado, a novidade deve estrear como uma versão adaptada do ROG Phone 9, trazendo o chip premium mais recente da Qualcomm, acompanhado de muita memória e nova versão do Android.Identificado pelo número de modelo ASUSAI2501H, o Zenfone 12 Ultra terá ao menos uma versão com 16 GB de RAM, Android 15 e processador Snapdragon 8 Elite, aspecto reforçado pela placa-mãe “sun” e a ficha técnica do chip em sua versão tradicional com clocks de até 4,32 GHz.Clique aqui para ler mais

ASUS Zenfone 12 Ultra vaza em teste no Geekbench após receber diversas certificações
Fonte: Tudocelular

Disponível na versão Beta aberta: migre mensagens do Microsoft Teams para o Google Chat

Disponível na versão Beta aberta: migre mensagens do Microsoft Teams para o Google Chat

Este artigo é a tradução do Blog em inglês do dia 17 de Dezembro.

O que vai mudar?

A partir de hoje, a nossa experiência de migração de dados vai permitir que os admins do Google Workspace migrem chats de canais no Microsoft Teams para espaços no Google Chat, facilitando a integração e a implantação do Chat nas organizações. 

Será possível fazer a migração pelo Admin Console seguindo algumas etapas:

 

Comece fazendo login na sua conta da Microsoft.
Em seguida, carregue um CSV das equipes de onde quer migrar as mensagens. Você pode especificar o mapeamento de identidade de origem para o destino. Para isso, faça upload de um CSV dos IDs de e-mail da origem para o destino.

Você só pode migrar dados para contas de usuários atuais que tenham licença de usuário e o serviço de Chat do Google ativado. Acesse nossa Central de Ajuda para mais detalhes.

Em seguida, informe a data de início da migração das mensagens do Teams. Com isso, você pode começar a migrar os dados. 
Por fim, você vai concluir a migração disponibilizando espaços, mensagens e dados de conversas aos usuários do Google Workspace (consulte nosso artigo da Central de Ajuda para ver detalhes específicos sobre os tipos de dados aceitos).

 

Iniciando uma migração de chat no Admin Console

 

Ao iniciar uma migração, a interface mostra um relatório visual que divide as tarefas com barras de progresso individuais para tarefas concluídas, ignoradas, com falha ou com avisos.

 

 

A etapa final é implantar os espaços disponibilizando aos usuários o conteúdo e os espaços migrados.

 

 

 

 

Mais detalhes

A ferramenta de migração do Chat não exclui nem modifica espaços ou mensagens que já estão no Google Chat. 
Você também pode executar uma migração delta, que migra todas as mensagens adicionadas aos canais do Teams desde a migração primária. As mensagens que já foram migradas são ignoradas.
Depois que a migração for concluída, você poderá exportar um relatório com informações detalhadas sobre o conteúdo que foi ignorado, teve falha ou recebeu avisos durante a migração.
Acesse nossa Central de Ajuda para saber como migrar outras formas de dados de vários tipos de contas de origem.

 

 

Como começar

Admins: 

Para realizar uma migração, você precisa ser um superadministrador do Workspace e um administrador global do Microsoft Teams. 
Saiba mais sobre a migração de chat na Central de Ajuda.

Cronograma de lançamento

Este recurso já está disponível.

 

Disponibilidade

Disponível para todos os clientes do Google Workspace

 

Recursos

Ajuda para admins do Google Workspace: Migrar chat

 



Disponível na versão Beta aberta: migre mensagens do Microsoft Teams para o Google Chat
Fonte: Google Workspace

Instagram acaba com filtros AR feitos por criadores de conteúdo

Instagram acaba com filtros AR feitos por criadores de conteúdo

Filtros como o do Coringa fizeram sucesso entre usuários (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Instagram e o Facebook deixaram de oferecer, nesta terça-feira (dia 14/01), suporte a filtros de realidade aumentada feitos por criadores. A medida foi anunciada pela Meta em agosto do ano passado e, agora, o prazo chegou.

Com isso, efeitos que alteravam o rosto, o corpo e o ambiente não poderão mais ser usados. Isso inclui vários jogos interativos, que podiam ser gravados e publicados nas redes sociais, e também “máscaras”, como a que imitava a maquiagem do Coringa.

Além dos filtros, as plataformas Meta Spark Studio, Players e Hub foram encerradas pela empresa. Elas eram usadas pelos criadores que desenvolviam efeitos, máscaras e jogos de AR. Empresas também recorriam a estas ferramentas como forma de marketing, para criar filtros que impulsionassem seus produtos.

Oficialmente, a Meta diz que priorizará investimentos em outras áreas, o que impossibilita dar suporte a essas ferramentas a longo prazo. O interesse em inteligência artificial e o fracasso do metaverso podem estar ligados a esta decisão. Mesmo assim, filtros e efeitos criados pela própria empresa continuarão disponíveis para os usuários.

Instagram lançou filtros em resposta ao Snapchat

Os filtros de realidade aumentada remetem a uma antiga disputa nas redes sociais. A ferramenta ganhou popularidade em um concorrente da Meta: o Snapchat.

O Snapchat lançou suas sete primeiras “Lenses”, como chama os filtros de realidade aumentada, em setembro de 2015. Elas foram desenhadas pela própria equipe do app. Em abril de 2017, foi a vez de a Meta (ainda chamada Facebook) entrar no jogo, com os Camera Effects, que seriam expandidos para o Instagram posteriormente.

Meta colocou primeiros filtros no Facebook em 2017 (imagem: Divulgação)

Não foi a primeira vez que a companhia de Mark Zuckerberg se “inspirou” no Snapchat. Após tentativas frustradas de comprar a concorrente, a gigante das redes sociais “clonou” os Snapchat Stories, publicações curtas que ficavam no ar por apenas 24 horas, e lançou os Instagram Stories.

No fim de 2017, o Snapchat abriu o app Lens Studio para quem quisesse criar seus efeitos. Já a Meta liberou o Spark AR Studio para todos em agosto de 2019.

A decisão de encerrar os filtros, porém, partiu apenas da Meta. O Snapchat continua com os efeitos de realidade aumentada, e outro importante player das redes sociais aposta ainda mais alto nestas ferramentas: o TikTok promete pagar os criadores de filtros que viralizarem.
Instagram acaba com filtros AR feitos por criadores de conteúdo

Instagram acaba com filtros AR feitos por criadores de conteúdo
Fonte: Tecnoblog

Resumo semanal do blog Google Workspace Updates: 13 de dezembro de 2024

Resumo semanal do blog Google Workspace Updates: 13 de dezembro de 2024

Este artigo é a tradução do Blog em inglês do dia 13 de Dezembro.

Três novas atualizações

A menos que indicado de outra forma, os recursos abaixo foram totalmente lançados ou estão no processo de lançamento e disponíveis para todos os clientes do Google Workspace. Os lançamentos devem levar menos de 15 dias úteis caso sejam feitos nos modos rápido e agendado ao mesmo tempo. Se não for o caso, cada etapa do lançamento deve levar menos de 15 dias úteis.

Use o app GitHub no Google Chat para receber notificações sobre eventos do GitHub

Temos o prazer de anunciar que fizemos atualizações na integração do Google Chat com o GitHub, uma plataforma baseada na nuvem onde os usuários podem armazenar e compartilhar códigos, além de colaborar com outras pessoas para escrevê-los. Quais são as novidades para os usuários: 

Cards de notificação simplificados com informações importantes do GitHub, como problemas, solicitações de envio e comentários 
Opções aprimoradas de assinatura de repositórios e solicitações de envio (abertura/mesclagem/fechamento, comentários, pipeline de CI e resultados de testes) 
Otimização da visão geral dos links do GitHub, com visualizações avançadas 
Opções para configurar vários repositórios em um único espaço 

Os administradores podem instalar o app GitHub para os usuários. É necessário ter uma conta do GitHub para usar o app. Os usuários finais também podem pesquisar o app no menu Novo chat (+) e trocar mensagens diretas com o bot para receber atualizações. | A disponibilização para domínios com lançamento rápido e agendado foi concluída. | Disponível para todos os clientes do Google Workspace, assinantes do Workspace Individual e usuários com Contas do Google pessoais. | Saiba como configurar o GitHub no Google Chat na Central de Ajuda. 

Mais nitidez nas digitalizações feitas nos dispositivos móveis com o ajuste automático do scanner do Google Drive 

Ano passado, fizemos atualizações no scanner do Google Drive para dispositivos móveis. Recentemente, também anunciamos as opções de aplicar filtros em preto e branco nas digitalizações do Drive e salvar os arquivos como PDFs ou JPEGs. Esta semana, estamos lançando mais um recurso do scanner para dispositivos Android. Com o ajuste automático, a digitalização de documentos impressos para imagens de alta qualidade ficou ainda mais rápida. Dependendo do documento, o ajuste automático pode corrigir o equilíbrio de branco, remover sombras, aumentar o contraste e a nitidez, otimizar a iluminação e muito mais. | A disponibilização para os domínios com lançamento rápido e agendado  está acontecendo agora, com conclusão prevista para meio de fevereiro de 2025. | Disponível para todos os clientes do Google Workspace, assinantes do Workspace Individual e usuários com Contas do Google pessoais. | Acesse a Central de Ajuda para saber como digitalizar arquivos com dispositivos móveis.

A imagem à direita mostra o resultado do ajuste automático do scanner do Drive

 

 

Suporte para apresentações HDMI em dispositivos Poly com hardware do Google Meet 

Agora você pode fazer apresentações conectando um cabo HDMI a um dispositivo Poly com o Google Meet, mais especificamente aos modelos Poly Studio X30, X50, X52 e X70. Com essa atualização, você tem mais uma opção para compartilhar conteúdo de áudio e vídeo de alta qualidade durante suas reuniões. | Disponível para todos os clientes do Google Workspace. | Acesse a Central de Ajuda para saber como fazer uma apresentação usando um cabo HDMI.

 

 

Avisos anteriores

Os avisos abaixo foram publicados no blog Google Workspace Updates no início desta semana. Confira mais detalhes nas postagens originais do blog (em inglês).

 

 

Crie e gerencie rubricas com a API Google Classroom
Desde 2019, os professores criam e reutilizam rubricas em atividades, mas esse recurso ainda não havia chegado à API Google Classroom. Para otimizar essa experiência, agora os desenvolvedores podem gerenciar as rubricas das atividades na API Classroom. | Saiba mais sobre a API Google Classroom. 

 

Lançamento da Interoperabilidade de ferramentas de aprendizagem (LTI™) do Gemini 
Estamos lançando a LTI™ do Gemini, um assistente com tecnologia de IA que pode ser integrado a sistemas de gestão de aprendizagem (SGA) de terceiros. | Saiba mais sobre a Interoperabilidade de ferramentas de aprendizagem (LTI™) do Gemini.

 

Crie documentos incríveis com ainda mais rapidez usando os 40 novos modelos nos Documentos Google
Lançamos uma coleção de 40 designs modernos e de alta qualidade no app. Esses modelos predefinidos sem páginas contêm vários recursos novos que vão otimizar o visual e o impacto dos seus documentos. | Saiba mais sobre modelos nos Documentos Google.

 

Crie documentos totalmente estilizados com o Gemini nos Documentos Google 
Esta semana, lançamos o recurso Quero ajuda para criar, que permite elaborar um documento completo com conteúdo do Drive a partir de um único comando personalizado. | Saiba mais sobre o recurso Quero ajuda para criar nos Documentos Google.

 

Disponível na versão Beta aberta: bloqueio de grupos para impedir mudanças de alto risco
Agora, os administradores podem atribuir o marcador “Bloqueado” a um grupo do Google para limitar significativamente as mudanças nos atributos (como nome e endereço de e-mail do grupo) e nas associações. | Saiba mais sobre como bloquear grupos na versão Beta.

 

O Gemini agora conta com pastas no painel lateral do Google Drive
Agora você pode agrupar suas conversas com o Gemini em uma pasta específica do Drive usando o painel lateral. | Saiba mais sobre como usar pastas com o Gemini no painel lateral do Google Drive.

 

Os relatórios do Gemini para Workspace agora incluem o uso por aplicativo 
Estamos adicionando mais métricas de uso nos relatórios do Gemini para Workspace do Admin Console. Esse relatório vai mostrar para os administradores mais detalhes sobre como os usuários estão interagindo com o Gemini em cada aplicativo. | Saiba mais sobre os relatórios de uso do Gemini.

 

Agora em disponibilidade geral: as funções Editor de grupos e Leitor de grupos podem ser provisionadas para tipos específicos de grupos
No começo do ano, lançamos a opção de atribuir essas funções a grupos de segurança ou que não são de segurança na versão Beta aberta. Agora esse recurso está disponível para todos os usuários, e admins de grupo terão acesso a todos os grupos. | Saiba mais sobre tipos de grupo. 

 

Novos relatórios de uso do Google Chat com insights mais detalhados sobre o engajamento dos usuários
Estamos lançando novos relatórios repletos de informações para ajudar os administradores a entender como suas equipes estão usando o Google Chat. | Saiba mais sobre os relatórios de uso do Google Chat. 

 

Melhorias nas menções no Google Chat 
Ao mencionar alguém que ainda não está na conversa, você poderá escolher se quer adicionar o usuário e enviar a mensagem ou apenas enviar a mensagem sem adicionar a pessoa ao Google Chat. | Saiba mais sobre as menções no Google Chat.

 

 

NotebookLM Plus agora disponível para clientes do Google Workspace

O NotebookLM Plus, a versão mais nova e avançada do NotebookLM, agora está disponível para clientes do Gemini para Google Workspace. | Saiba mais sobre o NotebookLM Plus.

 

 

Traduza mensagens de um idioma para o outro no Google Chat

Uma das atualizações mais esperadas do Gemini no Google Chat este ano, o recurso Traduza para mim vai detectar e traduzir automaticamente mais de 120 idiomas para o idioma escolhido pelo usuário. | Saiba mais sobre o recurso Traduza para mim no Google Chat.

 

 

Lançamentos concluídos

A implementação dos recursos abaixo foi concluída para domínios com lançamento rápido, agendado ou ambos. Confira mais detalhes nas postagens do blog (em inglês).

 

Domínios com lançamento rápido: 

Uso do Gemini nos Documentos Google para criar imagens exclusivas
Produtividade agilizada com elementos básicos no app Documentos Google
Agora em disponibilidade geral: visualização de políticas nos apps Documentos, Planilhas, Apresentações, Vids e Drive
Mais opções de controle para decidir quem pode responder nos Formulários Google
Crie arquivos totalmente estilizados com o Gemini nos Documentos Google

 

Domínios com lançamento agendado: 

Comentários e ações necessárias já disponíveis nas Apresentações e Planilhas Google criptografadas do lado do cliente
Novo visual do Google Agenda na Web
Responda a conversas sem sair da página inicial do Google Chat
Melhorias na referência de tabelas no app Planilhas Google
Agora todo mundo pode usar o enquadramento automático e ter uma melhor experiência com planos de fundo virtuais nas videochamadas do Google Meet
Encontre arquivos mais facilmente com o seletor de arquivos do Drive para Android

Domínios com lançamento rápido e agendado: 

Pesquise e reutilize consultas predefinidas do BigQuery nas páginas conectadas
O App Gemini para dispositivos móveis está disponível para usuários do Google Workspace
Configuração de apps de terceiros em determinados escopos de API agora disponível para todos os usuários
Atribua recursos da Agenda a unidades organizacionais
Aprimoramento das notificações do tipo “fora do escritório” em mensagens em grupo e espaços do Google Chat
Mais facilidade para encontrar apps do Google Workspace Marketplace nos Documentos Google
Crie e gerencie rubricas usando a API Google Classroom
Lançamento da Interoperabilidade de ferramentas de aprendizagem (LTI™) do Gemini

 

Acesse O que há de novo no Google Workspace (lançamentos recentes) e confira um resumo dos lançamentos dos últimos seis meses.



Resumo semanal do blog Google Workspace Updates: 13 de dezembro de 2024
Fonte: Google Workspace

Parece mágica: eu usei o inusitado notebook com tela que cresce de tamanho

Parece mágica: eu usei o inusitado notebook com tela que cresce de tamanho

ThinkBook Plus Gen 6 da Lenovo chegará por US$ 3.500 nos EUA e pode desembarcar no Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O ThinkBook Plus Gen 6 Rollable da Lenovo tem tela OLED expansível de 14 a 16,7 polegadas, resolução 2,8 K e tecnologia de expansão motorizada.
O dispositivo inclui processador Intel Core Ultra 7, gráficos Intel Arc Xe2, armazenamento de até 1 TB SSD, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e áudio Dolby Atmos.
O notebook, que pesa aproximadamente 1,7 kg, custa US$ 3.500 e está sendo considerado para lançamento no Brasil.

De todos os produtos que vi na CES 2025, maior feira de tecnologia do planeta, sem sombra de dúvida que o notebook com tela rolável merece atenção especial. O aparelho da Lenovo me parece solucionar sim um problema enfrentado por alguns consumidores – ainda que constituam uma parcela bem pequena.

Primeiro de tudo, a gente precisa combinar que o novo ThinkBook Plus Gen 6 Rollable é bem diferente do que estamos acostumados. A tela normalmente tem 14 polegadas, mas se você aperta um botão, aciona um motor e ela começa a crescer pra cima. O resultado é um espaço de 16,7 polegadas, que lembra uma folha A4.

O mecanismo de expansão leva poucos segundos para mostrar a tela completa. Um executivo da Lenovo me explicou que essa parte remanescente fica posicionada abaixo do teclado, de modo que não fica dobrada dentro do aparelho.

Trata-se de um painel OLED, com resolução 2,8 K. Nada mal do ponto de vista tecnológico.

Quem tiraria proveito da tela rolável?

Eu pude manusear o ThinkBook enrolável por alguns minutos, durante a CES 2025, em Las Vegas. Honestamente, me imagino trabalhando em artigos de texto ou em roteiros de vídeos numa tela com este formato. Além de tudo, dá para colocar um documento em cima do outro, o que facilitaria a consulta durante a elaboração de um texto.

É bem verdade que os laptops atuais, com suas telas wide, já permitem a exibição lado a lado de programas de computador. No entanto, tudo fica muito pequeno, pelo menos para os meus padrões. A tela rolável me pareceu mais confortável.

Talvez a novidade também interesse a advogados e profissionais de áreas administrativas.

O Lenovo Rollable tem tela expansiva acionada com apenas um clique (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Por outro lado, é importante lembrar que partes móveis sempre abrem discussão sobre durabilidade. A Lenovo garante o ciclo de vida mínimo de 20 mil movimentos de aumentar/diminuir. Será preciso avaliar a robustez do dispositivo após dois, três, quatro anos.

O modelo tem construção metálica bastante sólida, pelo que pude perceber ao segurá-lo na mão. Só é pesadinho: tem 1,7 quilo. As demais especificações estão em linha com um laptop de alta categoria: processador Intel Core Ultra, Wi-Fi 7, tecla dedicada ao Copilot.

Quanto custa o ThinkBook rolável?

A Lenovo divulgou que o ThinkBook Plus Gen 6 Rollable chega ao mercado americano por R$ 3.500, o que dá cerca de R$ 21.300. É um produto bem caro, mesmo para os padrões dos Estados Unidos. Resta saber como será a receptividade do aparelho. A empresa declarou ao Tecnoblog que avalia o lançamento no Brasil.

Notebook tem construção sólida e qualidade premium (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ficha técnica do ThinkBook Plus Gen 6 Rollable

Tela: OLED expansível de 14″ a 16,7″; 400 nits; 100% DCI-P3

Processador: Intel Core Ultra 7 (Série 2)

Gráficos: Intel Arc Xe2

Armazenamento: até 1 TB PCIe Gen4 SSD

Conectividade: Intel Wi-Fi 7; Bluetooth 5.4

Áudio: 2 alto-falantes Harman/Kardon (2 W cada); compatível com Dolby Atmos

Dimensões (L x P x A): 303 x 230 x 19,9 mm

Peso: aprox. 1,69 kg

Thássius Veloso viajou aos Estados Unidos a convite da LG
Parece mágica: eu usei o inusitado notebook com tela que cresce de tamanho

Parece mágica: eu usei o inusitado notebook com tela que cresce de tamanho
Fonte: Tecnoblog

WhatsApp trabalha em função para criar chatbots de IA personalizados

WhatsApp trabalha em função para criar chatbots de IA personalizados

Além do Meta AI, usuários do WhatsApp poderão criar os próprios chatbots no mensageiro (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Em breve, os usuários do WhatsApp poderão criar e personalizar chatbots com a tecnologia de Inteligência Artificial. O novo recurso foi descoberto na recente atualização da versão beta do mensageiro para Android (2.25.1.26).

Conforme o WABetaInfo, a ferramenta está em fase de desenvolvimento. Entretanto, uma captura de imagem obtida pela fonte mostra que será possível criar um personagem de IA com base nas necessidades e preferências informadas pela pessoa.

Usuários do WhatsApp poderão criar personagens de IA (imagem: reprodução/WABetaInfo)

A criação de chatbots do WhatsApp deve seguir um padrão semelhante ao recurso disponível para o Instagram através do AI Studio da Meta. A ferramenta permite configurar um chatbot para ser um “assistente pessoal” para produtividade ou entretenimento.

De forma rápida e intuitiva, o usuário do mensageiro poderá descrever o perfil e definir as habilidades da IA do chatbot que deseja criar. Caso o usuário tenha dificuldades, a ferramenta apresentará sugestões que auxiliarão durante o processo de criação.

Todas as informações fornecidas serão usadas para adaptar e refinar a personalidade da IA. Dessa maneira, cada usuário terá o próprio personagem de IA para ajudar nas atividades do dia a dia diretamente pelo aplicativo.

Aparentemente, a ferramenta de criação de chatbot do WhatsApp permitirá que qualquer pessoa, mesmo com pouco conhecimento, tenha seu próprio assistente pessoal. Algo que deve proporcionar uma experiência única para cada usuário do mensageiro.

Quando os chatbots de IA do WhatsApp serão lançados?

Como dito, o recurso de criação de chatbots personalizados do WhatsApp está em fase de desenvolvimento pela Meta. Por enquanto, a ferramenta não está disponível nem para os usuários da versão beta do aplicativo de mensagens.

A novidade deve passar por testes antes de ser liberada para o grande público. Como esse processo pode durar alguns meses, não há uma previsão exata para o lançamento da nova funcionalidade no mensageiro.

Segundo as informações, a ferramenta de chatbots deve fazer parte de uma nova aba dedicada a recursos baseados em IA. Além de funções criadas pela Meta, como Meta AI, o espaço terá opções desenvolvidas por terceiros.

O novo recurso do WhatsApp é mais um indicativo de que o mensageiro ganhará mais funções baseadas em IA. O objetivo é dar maior controle e liberdade para os usuários e, assim, proporcionar uma experiência cada vez mais personalizada.

Com informações WABetaInfo e 91Mobiles.
WhatsApp trabalha em função para criar chatbots de IA personalizados

WhatsApp trabalha em função para criar chatbots de IA personalizados
Fonte: Tecnoblog

Microsoft reforça: é possível ir do Windows 10 ao Windows 11 gratuitamente

Microsoft reforça: é possível ir do Windows 10 ao Windows 11 gratuitamente

Dell XPS 13 2024 com Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

A Microsoft está determinada a aumentar a participação do Windows 11 no mercado. Essa missão inclui até pequenos esforços. Um deles é a atualização de uma página de ajuda que agora explica, com mais clareza, que ainda é possível migrar do Windows 10 para o Windows 11.

Como observa o Neowin, o conteúdo da tal página de ajuda não tem nenhuma informação realmente nova. Contudo, as instruções disponíveis ali foram reorganizadas de modo a responder à pergunta “Posso migrar para o Windows 11?” com orientações mais precisas.

Sim, continua sendo possível migrar do Windows 10 para o Windows 11 sem ser necessário pagar uma licença adicional para isso. Mas, na mesma página, a Microsoft relembra que:

o computador precisa rodar uma versão suportada do Windows 10, do contrário, a migração para o Windows 11 não será possível;

obviamente, também é preciso que o computador atenda aos requisitos de hardware do Windows 11.

Sobre o primeiro aspecto, é preciso que a instalação do Windows 10 esteja na versão 22H2, embora, aparentemente, a migração para o Windows 11 também possa ser feita a partir do Windows 10 versão 21H2.

Para descobrir a versão do seu sistema operacional, basta pressionar as telas Windows + R ao mesmo tempo e digitar o comando winver no campo que surgir.

Sobre o segundo aspecto, bom, provavelmente você sabe que o Windows 11 tem exigências mínimas de hardware. A mais importante delas é a existência do mecanismo de segurança TPM 2.0, que a Microsoft considera imprescindível.

Basicamente, esses requisitos tornam computadores antigos incompatíveis com o Windows 11 — em linhas gerais, aqueles que foram fabricados antes de 2017. De todo modo, a Microsoft oferece a ferramenta PC Health Check para que você possa descobrir se o seu PC é ou não compatível com o sistema operacional.

Notebook Positivo com Windows 11 (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

E se meu PC não for compatível com o Windows 11?

Neste caso, uma opção é continuar com o Windows 10. O problema é que esse sistema ficará sem suporte pela Microsoft após 14 de outubro de 2025. Isso significa que, depois dessa data, o Windows 10 não receberá mais atualizações.

Updates de segurança ainda poderão ser oferecidos para usuários domésticos (por até um ano) e clientes corporativos, mas mediante pagamento.

Outra opção consiste em forçar a instalação do Windows 11 em máquinas incompatíveis. A Microsoft até publicou instruções para isso, mas deixando claro que, se você o fizer, estará por sua conta e risco.

Ir para o Linux também é uma opção. Distribuições como Ubuntu, Linux Mint e Fedora são bastante funcionais, inclusive para usuários leigos. Apesar disso, a realidade é que não é todo mundo que se adapta a esse ecossistema.

No fim das contas, muitas pessoas e organizações vão acabar recorrendo a PCs novos. Pelo menos é nisso que a Microsoft aposta. Não por menos, a companhia declarou que 2025 será o ano de migrar para o Windows 11 sabendo que esse processo envolverá justamente máquinas novas.
Microsoft reforça: é possível ir do Windows 10 ao Windows 11 gratuitamente

Microsoft reforça: é possível ir do Windows 10 ao Windows 11 gratuitamente
Fonte: Tecnoblog

O que é uma Live? Saiba para que serve e onde fazer uma transmissão ao vivo

O que é uma Live? Saiba para que serve e onde fazer uma transmissão ao vivo

Você pode fazer Lives para promover sua presença online e conversar com seu público (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Live consiste em uma transmissão de áudio e vídeo em tempo real para uma ou mais pessoas, de maneira simultânea. Esse tipo de transmissão pode feito via radiodifusão (como TV ou rádio) ou via internet, a exemplo de streams em plataformas online.

As lives têm dois objetivos principais: fazer com que o público possa assistir ao conteúdo produzido, e criar conexões entre o streamer e espectadores por meio de interações bilaterais.

Você pode fazer lives em plataformas voltadas para streaming (como Twitch e YouTube), via redes sociais (a exemplo de Instagram e Facebook) ou em serviços de e-commerce (como Shopee).

A seguir, entenda o que é Live, descubra quais os tipos de transmissão ao vivo, e saiba os requisitos necessários para fazer uma stream.

ÍndiceO que é Live?Para que serve uma Live?Quais plataformas permitem fazer uma Live?É possível fazer uma Live em várias plataformas ao mesmo tempo?Quais são os tipos mais comuns de Live?Quais são os requisitos para conseguir fazer uma Live?Qual é a diferença entre Live e Webinar?Qual é a diferença entre Live Streaming e Live Broadcasting?É possível ganhar dinheiro fazendo Live?

O que é Live?

Live refere-se a uma transmissão de vídeo e áudio em tempo real e de forma simultânea para uma ou mais pessoas. A expressão “live” é originada de “live broadcasting” (“transmissão ao vivo”, em tradução livre), mas ficou atrelada a “live streaming” (“transmissão ao vivo pela internet”) com a ascensão da internet.

Para que serve uma Live?

A função primária da Live é fazer com que o público possa assistir ao conteúdo transmitido e interagir com o streamer (criador da transmissão) em tempo real. Isso permite que os criadores de conteúdo se conectem com seus espectadores, criando uma conexão bilateral entre as partes.

São diversas as motivações para fazer uma Live: você pode fazer transmissões para conectar-se com seu público, promover uma marca ou produto, comunicar anúncios importantes, entreter um nicho específico, compartilhar conhecimentos, ganhar dinheiro, apresentar programas ou apenas para conversas com pessoas.

Quais plataformas permitem fazer uma Live?

É possível fazer transmissões ao vivo em plataformas voltadas para streaming, redes sociais e até e-commerces. Alguns exemplos de plataformas que permitem Lives incluem:

Live na Twitch;

Live no YouTube;

Live no Instagram;

Live no TikTok;

Live no Facebook;

Live no X (Twitter);

Live em e-commerces, como Shopee ou Aliexpress.

É possível fazer uma Live em várias plataformas ao mesmo tempo?

Sim. Você pode fazer Live em mais de uma plataforma ao mesmo tempo por meio de ferramentas multistreaming como OBS, Xsplit e Streamlabs, por exemplo. Deste modo, é possível ampliar sua presença online ao atingir públicos fidelizados a diferentes plataformas.

Contudo, vale destacar que a função multistreaming pode exigir uma inscrição Premium, dependendo do software utilizado. E além disso, algumas plataformas podem proibir que você faça Lives em outros serviços de forma simultânea, caso seja um parceiro ou afiliado.

Quais são os tipos mais comuns de Live?

Transmissões ao vivo podem envolver diferentes áreas e formatos, dependendo do estilo do criador de conteúdo e da demanda do público. No geral, os tipos mais comuns de Live envolvem:

Jogos: transmissões focadas em gameplays casuais ou competitivas;

Transmissão de eventos: Lives de esportes, e-sports ou outros eventos, e que podem ter caráter streaming ou broadcasting;

Just chatting: tipo de Live que foca na interação do criador de conteúdo com o público, abrangendo temas gerais;

IRL: abreviação de “In Real Life” (ou “Na Vida Real”, em tradução livre), que geralmente envolve lives ao ar livre com câmera em primeira pessoa;

ASMR: transmissões ASMR (Autonomous Sensory Meridian Response) focam em sons e estímulos sensoriais;

Música: tipo de Live que explora a criação ou reprodução de músicas;

Arte: transmissões que podem contemplar desenhos, pinturas, danças ou outros tipos de arte;

NPC: Live em que o criador de conteúdo imita um personagem secundário de jogo, e com forte influência na interação com o público.

Quais são os requisitos para conseguir fazer uma Live?

Você precisa apenas de internet e de um dispositivo com captura de áudio e vídeo para fazer uma Live (Imagem: Stanley Li/Unsplash)

Você pode fazer Lives na internet com pouca ou muita infraestrutura, e tudo vai depender do nível de qualidade planejado. Mas em geral, os requisitos para abrir uma transmissão ao vivo incluem:

Dispositivo elegível: você precisará de um aparelho como computador, celular ou tablet para fazer uma Live;

Conexão com a internet: o dispositivo escolhido precisa ter conexão com a internet, e é recomendável que você utilize uma rede estável e de alta qualidade para evitar interrupções ou atrasos;

Conta na plataforma: será necessário ter uma conta na Twitch, YouTube, Instagram ou qualquer outra plataforma escolhida para fazer a Live;

Software de captura: plataformas sem recursos nativos para Lives (como Twitch ou Kick, por exemplo), vão exigir softwares auxiliares para a transmissão ao vivo;

Periféricos de áudio e vídeo: caso o seu aparelho não tenha captura de áudio ou vídeo embutida, pode ser necessário utilizar microfones e webcams para a Live.

Qual é a diferença entre Live e Webinar?

A Live é uma transmissão em tempo real de áudio e vídeo via internet, com ampla interação entre criador de conteúdo e espectadores. As lives costumam ter formato descontraído, e são abertas para qualquer pessoa que acesse o canal ou perfil.

O Webinar também consiste em uma transmissão online de áudio e vídeo, mas que pode ser ao vivo ou pré-gravado. Um Webinar costuma ter finalidade para palestras, seminários e eventos mais formais, e pode apresentar interações com outros participantes via áudio, vídeo ou chat em momentos específicos.

Qual é a diferença entre Live Streaming e Live Broadcasting?

Live streaming diz respeito a transmissões ao vivo de áudio e vídeo via internet a dispositivos conectados (como celulares, tablets, PCs ou Smart TVs). Esse tipo de transmissão permite interação direta entre o streamer e o público, fazendo com que o conteúdo possa ser alterado com base na opinião pública.

Transmissões de canais de TV ou estações de rádio são exemplos de Live broadcasting (Imagem: Donald Tong/Pexels)

Já Live broadcasting refere-se a transmissões em tempo real via radiodifusão ou outros meios digitais. A exemplo de transmissões de canais de TV ou estações de rádio, o live broadcasting tem interação limitada com o público, e exige maior infraestrutura do que as Live streamings.

É possível ganhar dinheiro fazendo Live?

Sim. Plataformas como Twitch e Facebook podem pagar você pela criação de conteúdo, desde que você atenda requisitos exigidos (como número mínimo de seguidores, inscritos e horas assistidas). Contudo, é preciso ter em mente que as condições para monetização do canal ou perfil variam de plataforma para plataforma.

Outra forma de ganhar dinheiro fazendo Lives é por meio de doações ou inscrições pagas do público. Além disso, o criador de conteúdo também pode ser patrocinado pela transmissão ao vivo ou por anúncios de produtos durante a Live.
O que é uma Live? Saiba para que serve e onde fazer uma transmissão ao vivo

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Fonte: Tecnoblog