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iPhone 17 (256 GB) cai mais de R$ 1,5 mil na melhor oferta desde novembro

iPhone 17 (256 GB) cai mais de R$ 1,5 mil na melhor oferta desde novembro

iPhone 17 256 GB
R$ 6.479,10

R$ 7.999,0019% OFF

Prós

Tela ProMotion com 120 Hz
Câmera frontal Center Stage com 18 MP
Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
Chip A19 de 3 nanômetros

Contras

Não tem câmera teleobjetiva

PIX

R$ 6.479,10  Mercado Livre

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O iPhone 17 (256 GB) está disponível por R$ 6.479 no Pix no Mercado Livre. O smartphone de entrada da Apple com tela OLED e câmera de 48 MP, lançado por R$ 7.799, recebe um desconto de 19% nesta oferta.

iPhone 17 tem chip Apple A19, tela OLED e câmera frontal de 18 MP

O iPhone 17 usa o chip Apple A19 e 8 GB de RAM, entregando um desempenho elevado e suporte ao Apple Intelligence. O modelo conta com 256 GB de armazenamento interno para fotos, vídeos, apps e outros arquivos, mas a memória ainda pode ser expandida com o serviço iCloud.

Ligeiramente maior que antecessor, o telefone traz uma tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas com design Dynamic Island e proteção Ceramic Shield 2. Além da taxa de atualização de 120 Hz, o painel oferece os recursos ProMotion, HDR e brilho máximo de 3.000 nits.

Para fotografia, o iPhone 17 tem uma câmera dupla traseira com ambos os sensores de 48 MP, zoom híbrido de 2x, Estabilização Óptica de Imagem (OIS) e gravação de vídeo em 4K. Já a câmera frontal de 18 MP possui Estabilização Digital de Imagem (EIS), Modo Retrato e captura vídeos em 4K.

A tela Super Retina XDR OLED abriga a Dynamic Island e tem taxa de atualização de 120 Hz (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone da Apple apresenta um design premium com estrutura de alumínio e acabamento traseiro em vidro. Contra eventuais acidentes com água, ele tem certificação de resistência IP68 e pode sobreviver a mergulhos de até 6 metros por até 30 minutos em água doce.

Entre os recursos de conexão, o celular oferece 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), suporte para eSIM e NFC para ações por aproximação. Na parte de software, o modelo sai da caixa com o iOS 26 e deve receber ao menos cinco atualizações principais do sistema operacional.

O iPhone 17 (R$ 6.479 no Pix) adota uma bateria de 3.692 mAh, o que deve exigir mais de uma recarga diária para usuários mais ativos. Contudo, o dispositivo tem opção de carregamento rápido via USB-C de até 50 W que vai de 0 a 50% em apenas 20 minutos.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.iPhone 17 (256 GB) cai mais de R$ 1,5 mil na melhor oferta desde novembro

iPhone 17 (256 GB) cai mais de R$ 1,5 mil na melhor oferta desde novembro
Fonte: Tecnoblog

Samsung anuncia versão olímpica do Galaxy Z Flip 7

Samsung anuncia versão olímpica do Galaxy Z Flip 7

Galaxy Z Flip 7 Edição Olímpica tem traseira em vidro azul e moldura dourada (imagem: divulgação)

Resumo

Samsung lançou o Galaxy Z Flip 7 Edição Olímpica, versão especial que será distribuída para 3.800 atletas dos Jogos de Inverno 2026.
O design do smartphone inclui vidro azul e moldura dourada, inspirado na bandeira italiana e no pódio olímpico, além de uma capa magnética.
As especificações são iguais ao modelo regular, mas algumas funções de apps nativos serão exclusivas.

A Samsung revelou hoje (27/01) o Galaxy Z Flip 7 Edição Olímpica, versão especial do smartphone dobrável que será distribuída aos atletas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026. Cerca de 3.800 competidores de aproximadamente 90 países receberão o dispositivo a partir de 30 de janeiro.

Além do smartphone, o pacote também inclui eSIM 5G com 100 GB de dados gratuitos. A fabricante sul-coreana terá estações de atendimento nas Vilas Olímpicas de seis cidades da Itália para ajudar na ativação dos aparelhos, transferência de dados e suporte técnico durante os Jogos.

Essa versão é exclusiva para os atletas olímpicos e não tem previsão de venda. No Brasil, o Galaxy Z Flip 7 “padrão” chegou em julho de 2025 custando a partir de R$ 8.199.

Detalhes inspirados nos Jogos de Inverno

A traseira do Galaxy Z Flip 7 Edição Olímpica tem acabamento em vidro azul, em referência ao azul da bandeira italiana, enquanto a moldura metálica dourada representa a busca pelo pódio, segundo a fabricante.

Uma capa magnética transparente acompanha o smartphone. Ela vem com um ímã circular azul cercado por folhas de louro douradas. A traseira também traz um desenho de curvas coloridas inspirado nas marcas que lâminas de patins deixam no gelo.

Edição acompanha capa magnética para facilitar o carregamento sem fio (imagem: divulgação)

O que muda nas funcionalidades?

A versão especial do Galaxy Z Flip 7 mantém as especificações do modelo regular, com câmera traseira dupla de 50 MP e ultra grande-angular de 12 MP. A tela externa permite acesso direto a recursos do Galaxy AI sem precisar desdobrar o telefone.

Dentre as funções estão o Now Brief, que entrega lembretes personalizados sobre agenda e treinos, e o Intérprete, que traduz conversas em tempo real sem necessidade de conexão de rede, útil em áreas montanhosas sem cobertura.

Além disso, o modo de gravação dupla ganhou um atalho exclusivo. Os atletas poderão gravar simultaneamente com as câmeras frontal e traseira ao deslizar o dedo na tela do app Câmera.

Os aparelhos vêm com aplicativos pré-instalados voltados para o dia a dia dos atletas. O Galaxy Athlete Card permite troca digital de perfis e inclui missões interativas entre os participantes.

Galaxy Athlete Card permite troca digital de perfis entre competidores (imagem: divulgação)

Galaxy S26 a caminho

Enquanto prepara edições especiais para os Jogos de Inverno, a Samsung também trabalha em melhorias para a linha Galaxy S regular. Rumores indicam que o Galaxy S26 base pode chegar com mais armazenamento, eliminando a versão de 128 GB e partindo direto dos 256 GB como opção inicial.

A expectativa é que a nova linha seja apresentada oficialmente no próximo evento Galaxy Unpacked, previsto para acontecer em 25 de fevereiro, em São Francisco (EUA).

Os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 acontecem entre 6 e 22 de fevereiro, enquanto os Jogos Paralímpicos estão marcados para 6 a 15 de março. A Samsung é parceira mundial dos Jogos Olímpicos desde 1998.

Samsung anuncia versão olímpica do Galaxy Z Flip 7

Samsung anuncia versão olímpica do Galaxy Z Flip 7
Fonte: Tecnoblog

Xiaomi bloqueia celulares com ROM global e deixa donos “por conta própria”

Xiaomi bloqueia celulares com ROM global e deixa donos “por conta própria”

HyperOS 3 deixou usuários com ROMs alternativas na mão (imagem: reprodução/Xiaomi)

Resumo

A atualização HyperOS 3 da Xiaomi, baseada no Android 16, inutilizou celulares com ROM global não oficial, especialmente importados da China.
A Xiaomi não oferece suporte para dispositivos modificados fora de seus canais oficiais, deixando usuários sem correções para o problema.
Reverter para o HyperOS 2.2 pode ser a única solução, exigindo reinicializações repetidas para acionar o rollback de emergência do Android.

Donos de celulares da Xiaomi adquiridos por meio de importadores independentes passaram a relatar, nos últimos dias, uma enorme dor de cabeça: os aparelhos foram inutilizados após a chegada do HyperOS 3, nova versão da interface própria da fabricante, baseada no Android 16.

Os casos afetam principalmente smartphones importados da China que utilizam ROM global não oficial, prática comum no chamado mercado cinza. De acordo com os relatos, após a instalação do HyperOS 3, esses aparelhos passam a iniciar apenas no modo de recuperação ou entram em bootloop permanente.

Vendedores não oficiais costumam comprar versões chinesas dos aparelhos (que são mais baratas), desbloquear o bootloader e instalar uma interface global para incluir idiomas ocidentais e serviços do Google.

O que causa o problema?

Segundo o Gizmochina, a atualização introduziu uma verificação rigorosa de região, que compara o hardware do aparelho com a região do software instalado. Quando o sistema identifica uma incompatibilidade – como hardware chinês rodando uma ROM global modificada –, o processo de inicialização falha.

Geralmente, o smartphone não carrega o sistema operacional, entrando em modo de recuperação e ficando preso em um bootloop (quando o dispositivo entra em um loop de reinicialização).

Smartphones ficam bloqueados após atualização (imagem: reprodução/Gizchina)

A Xiaomi classifica essas ROMs convertidas como instalações não autorizadas e, por isso, não trata o problema como um bug do sistema. Ainda de acordo com a publicação, a empresa considera que esses dispositivos foram modificados fora de seus canais oficiais.

Com isso, os aparelhos impactados podem ficar definitivamente presos ao HyperOS 2.2, versão anterior do sistema, sem acesso a futuras atualizações do Android.

Como resolver?

Segundo o Gizchina, a empresa não pretende oferecer correções ou suporte para celulares comprados por meio de importadores não oficiais. A gigante chinesa teria comunicado que os clientes afetados por esse problema estão “por conta própria” em relação ao Android 16 e ao HyperOS 3.

Dessa forma, para quem foi atingido pelo bloqueio, a reversão do sistema para a versão anterior pode ser a única forma de salvar o dispositivo:

O usuário deve forçar a reinicialização do celular repetidamente (pressionando o botão liga/desliga). Pode ser necessário fazer esse processo entre 10 e 15 vezes seguidas.

Essa sequência de falhas propositais no boot pode acionar o protocolo de rollback de emergência do Android, desinstalando a atualização problemática e restaurando o HyperOS 2.2.

Se o aparelho voltar a ligar, é importante desativar imediatamente as atualizações automáticas para evitar que o HyperOS 3 tente se instalar de novo.

A atualização que causou o bloqueio é uma das mais aguardadas pelos fãs da marca. O HyperOS 3 promete otimizações significativas de desempenho e traz a funcionalidade “Xiaomi Super Island”, um recurso visual e interativo comparável à Dynamic Island da Apple.
Xiaomi bloqueia celulares com ROM global e deixa donos “por conta própria”

Xiaomi bloqueia celulares com ROM global e deixa donos “por conta própria”
Fonte: Tecnoblog

Carteira do Google: confira o novo visual e recurso de cartões favoritos

Carteira do Google: confira o novo visual e recurso de cartões favoritos

O Google prepara mudanças importantes para seu aplicativo de Carteira, com um novo visual e a chegada do recurso de cartões favoritos. A atualização foi identificada em versões recentes do aplicativo e busca facilitar o acesso rápido a passes e cartões usados com mais frequência no dia a dia.

Com a reformulação, o aplicativo passa a priorizar itens selecionados, tornando a navegação mais prática e visualmente organizada.Em futuras versões da Carteira do Google, o usuário receberá um aviso explicando como marcar ou desmarcar cartões como favoritos. Esses itens passam a aparecer diretamente na tela inicial da Carteira, enquanto os demais ficam agrupados em uma área secundária.Clique aqui para ler mais

Carteira do Google: confira o novo visual e recurso de cartões favoritos
Fonte: Tudocelular

Fim da baliza: Detran-SP e outros 4 estados retiram manobra obrigatória do exame de CNH

Fim da baliza: Detran-SP e outros 4 estados retiram manobra obrigatória do exame de CNH

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) anunciou o fim da exigência do teste de baliza nas provas práticas para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A medida também foi tomara pelos órgãos de outros quatro estados brasileiros:


Amazonas;
Espírito Santo;
Mato Grosso do Sul;
Santa Catarina.


Detalhes e mudanças

Em geral, a alteração entrou em vigor na tarde desta segunda-feira (26). Com isso, a prova deixa de ser obrigatória nas avaliações práticas para obter a habilitação. Além disso, ela se aplica tanto a candidatos à primeira CNH, quanto motoristas em renovação do documento. Portanto, o teste terá foco na etapa de circulação.Nota do departamento

O Detran-SP publicou uma nota sobre o assunto:Clique aqui para ler mais

Fim da baliza: Detran-SP e outros 4 estados retiram manobra obrigatória do exame de CNH
Fonte: Tudocelular

iPhone 16: celular custo-benefício da Apple entra em oferta com parcelamento em até 18x sem juros

iPhone 16: celular custo-benefício da Apple entra em oferta com parcelamento em até 18x sem juros

Lançado no final de 2024, o iPhone 16 continua sendo uma ótima alternativa para quem busca um celular da Apple com bom custo-benefício. O aparelho tem entre os pontos fortes a presença de chip A18, câmera principal de 48 MP, tela OLED de alta resolução e conexões modernas, como o Wi-Fi 7.

Na opção com 128 GB de armazenamento na cor preto, o smartphone está em um dos seus menores preços nesta oferta do Mercado Livre — você pode levá-lo por R$ 4.319 ao pagar no PIX, ou ainda por R$ 4.799 em até 18 vezes sem juros no cartão Mercado Pago, e até 10 vezes sem juros nos demais cartões. Apple iPhone 16 (128 GB) – Preto – Distribuidor Autorizado
Mercadolivre
R$ 4.319 Ver Oferta

Sobre o dispositivoDiferente das gerações passadas, o iPhone 16 marca um salto técnico importante por trazer o chip Apple A18 e 8 GB de RAM. Isso garante que o aparelho seja capaz de rodar os recursos avançados de IA generativa da marca, algo que modelos como o iPhone 15 padrão não fazem.O Apple iPhone 16 está disponível na Mercadolivre por R$ 4.319. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. Para ver as outras 37 ofertas clique aqui. (atualizado em 27 de January de 2026, às 09:10)Clique aqui para ler mais

iPhone 16: celular custo-benefício da Apple entra em oferta com parcelamento em até 18x sem juros
Fonte: Tudocelular

One UI 8.5: Samsung adicionará nova integração a Now Bar para você não perder ligações

One UI 8.5: Samsung adicionará nova integração a Now Bar para você não perder ligações

A One UI 8.5 trará várias melhorias para os celulares Galaxy com renovação visual e até Bixby melhorada com IA. Porém, muitos recursos ainda estão sendo descobertos pelos testadores e um deles foi notado hoje pelo portal SammyGuru. Desta vez, a novidade visa evitar que você ignore chamadas perdidas.De acordo com o portal, a nova versão da Now Bar traz integração com o aplicativo Telefone para exibir chamadas perdidas, tornando a exibição mais dinâmica, pois até agora essas ligações eram apenas indicadas por um ícone na barra de notificações dos celulares Galaxy.Isto complementa o comportamento da Now Bar na tela de bloqueio, pois até agora ela é compatível com a exibição de informações de vários aplicativos, como o SmartThings, Esportes do Google, mídia em reprodução, Google Maps, Samsung Health, Modos, alarmes, contador regressivo, gravador de voz, Perplexity e Samsung Wallet e Notes.Clique aqui para ler mais

One UI 8.5: Samsung adicionará nova integração a Now Bar para você não perder ligações
Fonte: Tudocelular

GTA 6 deve ter lançamento apenas digital para impedir vazamentos e spoilers

GTA 6 deve ter lançamento apenas digital para impedir vazamentos e spoilers

A Rockstar Games e a Take-Two podem adotar uma estratégia radical para o lançamento de Grand Theft Auto 6. Segundo novos relatos vindos da Europa, o título pode chegar ao mercado exclusivamente em formato digital no primeiro dia, com a versão física sendo adiada propositalmente.

A medida visa blindar a experiência contra o maior inimigo da Rockstar: os vazamentos. Varejistas costumam receber cópias físicas dias antes do lançamento oficial, o que historicamente resulta em discos vendidos antecipadamente e vídeos de gameplay inundando as redes sociais antes da hora.De acordo com o informante Graczdari, do portal PPE.pl, a Take-Two ainda não incluiu edições físicas em seus planos imediatos de distribuição. A fonte, que possui um histórico de acertos sobre lançamentos da SEGA e Microsoft, afirma que a versão em disco pode demorar de três semanas a alguns meses para chegar às lojas.Clique aqui para ler mais

GTA 6 deve ter lançamento apenas digital para impedir vazamentos e spoilers
Fonte: Tudocelular

Microsoft admite fornecer chaves criptográficas do Windows a autoridades

Microsoft admite fornecer chaves criptográficas do Windows a autoridades

Microsoft admite fornecer chaves criptográficas do Windows a autoridades (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Microsoft salva backup de chaves criptográficas do Windows 11 em seus servidores; essas chaves podem ser repassadas a autoridades mediante ordem judicial;
BitLocker, recurso nativo de segurança do Windows, criptografa unidades inteiras. A posse das chaves criptográficas do recurso pode dar acesso total aos dados protegidos;
Para evitar o backup automático de chaves nas nuvens, usuários podem optar por salvar chave localmente no Windows 11 Pro ou usar uma conta local no Windows 11 Home.

Quando você usa uma conta Microsoft pela primeira vez para fazer login no Windows 11, uma cópia da chave de criptografia do sistema operacional é enviada aos servidores da companhia. Essa é uma informação confidencial, mas a Microsoft reconhece: chaves podem ser repassadas a autoridades em caso de ordem judicial.

As tais chaves criptográficas dizem respeito principalmente ao BitLocker. Trata-se de um mecanismo de segurança introduzido no Windows Vista e no Windows Server 2008. A ferramenta é oferecida como um recurso nativo do Windows desde então.

Um recurso nativo importante: o BitLocker criptografa unidades inteiras de armazenamento de dados, não somente pastas ou arquivos específicos. É por isso que a posse das chaves criptográficas em questão pode dar acesso a tudo o que estiver protegido no computador.

Por padrão, o Windows 11 exige login com uma conta Microsoft. Quando isso é feito pela primeira vez em um computador, o sistema vincula a chave criptográfica do BitLocker a essa conta e faz backup dela nas nuvens para que o usuário possa recuperar o acesso se tiver algum problema com isso. O backup só não é feito quando o usuário ativa a opção de salvamento local de chave.

Então, a Microsoft pode fornecer as chaves a autoridades?

Não só pode como já forneceu. A Forbes revelou que, no início de 2025, a Microsoft forneceu as chaves criptográficas de três notebooks com Windows após uma solicitação do FBI, nos Estados Unidos.

Na ocasião, as autoridades americanas investigavam se responsáveis pelo programa de assistência a desempregados da ilha de Guam desviaram fundos durante a pandemia de covid-19. Os computadores usados por eles estavam protegidos com o BitLocker.

Ao veículo, a Microsoft confirmou que fornece chaves criptográficas a autoridades quando há ordem judicial para isso e ainda informou que recebe cerca de 20 solicitações do tipo por ano. Obviamente, a companhia só atende às solicitações que envolvem chaves armazenadas nas nuvens.

Diante disso, à Forbes, a companhia deu a entender que o próprio usuário precisa agir se quiser se resguardar de um eventual repasse de chaves, independentemente das circunstâncias:

Embora a recuperação de chaves [a partir das nuvens] ofereça conveniência, também acarreta o risco de acesso indesejado, portanto, a Microsoft acredita que os clientes estão em melhor posição para decidir… como gerenciar suas chaves [com backup nas nuvens ou local].

Charles Chamberlayne, representante da Microsoft

Para especialistas em segurança e privacidade ouvidos pela Forbes, a Microsoft deveria oferecer uma proteção mais robusta às chaves. Um exemplo que veio à tona foi o FileVault (sistema de criptografia do macOS), que permite que chaves sejam armazenadas nas nuvens, mas dentro de arquivos também criptografados, de modo que nem a Apple consegue acessá-las.

Modo escuro no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Como desativar o backup de chaves nas nuvens?

No Windows 11 Pro, versão normalmente usada por organizações, a configuração de backup de chaves deve ser feita indo em Painel de Controle / Sistema e Segurança / Criptografia de Unidade BitLocker. Ali, escolha a opção de salvar o backup em um arquivo, não na conta Microsoft.

Já o Windows 11 Home tem uma proteção baseada na tecnologia de criptografia do BitLocker, mas sem uma interface direta de configuração. Por isso, uma alternativa está em ajustar o sistema para fazer login com uma conta local, de modo que o backup automático em nuvens deixe de existir, inclusive para as chaves. Para isso:

vá em Configurações / Contas / Suas informações;

clique em Entrar com uma conta local;

uma caixa de alerta pedirá para você fazer backup local da chave; clique em Fechar e fazer backup;

siga as orientações para salvar a cópia em um local seguro.

Acesse a sua conta Microsoft para apagar eventuais chaves que já estejam armazenadas por lá, se for esta a sua intenção.
Microsoft admite fornecer chaves criptográficas do Windows a autoridades

Microsoft admite fornecer chaves criptográficas do Windows a autoridades
Fonte: Tecnoblog

Apple deve apresentar a Siri turbinada com Gemini em fevereiro

Apple deve apresentar a Siri turbinada com Gemini em fevereiro

Nova assistente poderá resumir documentos e cruzar dados entre aplicativos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Apple planeja lançar uma Siri reformulada com o Gemini em fevereiro de 2026, com uma reformulação completa prevista para o final de 2026.
A nova Siri, sob o codinome “Campos”, terá diálogos contínuos e interações profundas com aplicativos da Apple, utilizando cerca de 1,2 trilhão de parâmetros.
A parceria com o Google foi consolidada em novembro de 2025, após negociações com a Anthropic e a OpenAI falharem.

A Apple planeja realizar, na segunda quinzena de fevereiro de 2026, a primeira demonstração oficial da Siri reformulada com inteligência artificial do Google. A ideia é apresentar os resultados da parceria firmada entre as duas gigantes de tecnologia, o que deve marcar a transição da assistente para um modelo de chatbot.

O anúncio, se confirmado, ocorre após atrasos internos no desenvolvimento e visa recuperar o terreno perdido para concorrentes como a OpenAI, dona do ChatGPT, no setor de IA generativa.

O que muda com a nova Siri?

A grande mudança será a capacidade da assistente de manter diálogos contínuos e contextuais, de forma mais próxima à experiência oferecida pelo ChatGPT e pelo próprio Gemini. O novo sistema – desenvolvido sob o codinome “Campos” – permitirá que a Siri interaja de forma profunda com aplicativos nativos do ecossistema da Apple, como Mail, Música, Fotos e até o ambiente de desenvolvimento Xcode.

A Apple denomina a tecnologia como Apple Foundation Models na versão 10. Ela opera com cerca de 1,2 trilhão de parâmetros e será inicialmente hospedada nos servidores de computação em nuvem privada da empresa, o PCC. Com o lançamento do iOS 27 e macOS 27, a arquitetura passará a utilizar a versão 11, com maior capacidade de processamento e execução direta na infraestrutura de nuvem do Google.

Entre as novas funcionalidades previstas estão:

Análise de documentos: capacidade de resumir arquivos enviados pelo usuário

Edição de mídia: realizar comandos complexos em imagens por comando de voz (como recortes e ajustes de cor)

Gestão de dados: localizar e cruzar informações com maior precisão

Na prática, um usuário poderá solicitar que a Siri localize um email de meses atrás e escreva uma resposta baseada em informações da agenda pessoal, por exemplo, cruzando dados de diferentes fontes sem a necessidade de intervenção manual entre os apps.

Siri utilizará tecnologia do Gemini para processar tarefas complexas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quando será o lançamento?

Segundo informações apuradas por Mark Gurman, da Bloomberg, a nova Siri será liberada em fases. A primeira etapa acompanhará o iOS 26.4, com lançamento esperado entre março e abril. Nesta versão, a assistente começará a utilizar o processamento do Gemini para lidar com tarefas complexas. A interface visual completa e a arquitetura definitiva devem ser reservadas no segundo semestre de 2026.

A decisão de adotar o Gemini reflete uma mudança na gestão de software da companhia. O projeto, agora liderado por Craig Federighi, chefe de engenharia de software, ganhou prioridade após a diretoria expressar insatisfação com o progresso dos modelos internos.

A parceria com o Google foi consolidada em novembro de 2025, após negociações com a Anthropic e a OpenAI não avançarem devido a divergências financeiras e conflitos estratégicos. Para a Apple, o uso do Gemini é visto como uma solução de curto prazo para entregar funcionalidades competitivas enquanto a empresa amadurece sua própria infraestrutura de inteligência artificial.
Apple deve apresentar a Siri turbinada com Gemini em fevereiro

Apple deve apresentar a Siri turbinada com Gemini em fevereiro
Fonte: Tecnoblog