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99Moto e Uber Moto são suspensos mais uma vez em São Paulo

99Moto e Uber Moto são suspensos mais uma vez em São Paulo

99Moto já foi lançado e suspenso em São Paulo outras vezes (imagem: Emerson Alecrim/Camila Satie/Tecnoblog)

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) suspendeu mais uma vez os serviços de transporte de passageiros por motos da Uber e da 99 em São Paulo (SP). A nova decisão vem um dia após as duas empresas conseguirem liberação para esse tipo de atividade.

A decisão do desembargador Eduardo Gouvêa, da 7ª Câmara de Direito Público, também recomenda que a Prefeitura de São Paulo regulamente a atividade em 90 dias. Ele que a suspensão é uma medida de cautela, considerando a complexidade do caso e o risco ao trânsito, valendo apenas até um julgamento definitivo da ação.

Uber Moto também tenta lançamento na capital paulista (imagem: divulgação/Uber)

Suspensão um dia após liberação

Na quinta-feira (15/05), o juiz Josué Vilela Pimentel, da 8ª Vara da Fazenda Pública do TJ-SP, declarou inconstitucional o decreto municipal que proíbe o 99Moto e o Uber Moto. Ele considerou que a Prefeitura pode regulamentar e fiscalizar serviços de transporte, mas não pode vetar a atividade, já que ela tem base legal federal.

A Prefeitura recorreu — e conseguiu uma vitória no TJ-SP. A decisão desta sexta-feira (16/05) suspende os efeitos da sentença de 1ª instância do dia anterior.

Briga entre apps e Prefeitura vem desde 2023

As empresas de transporte por aplicativo e a Prefeitura de São Paulo travam uma batalha judicial desde 2023, quando o prefeito Ricardo Nunes se antecipou e assinou um decreto suspendendo “utilização de motocicletas para transporte individual remunerado de passageiros por aplicativos”.

Em janeiro de 2025, o 99Moto anunciou sua estreia em São Paulo, e a Uber colocou o Uber Moto na rua na semana seguinte. As empresas se baseiam na Lei Federal nº 13.640, que autoriza a modalidade. Dias depois, o TJ-SP atendeu a um pedido da Prefeitura e suspendeu essa opção de transporte.

Com informações do G1
99Moto e Uber Moto são suspensos mais uma vez em São Paulo

99Moto e Uber Moto são suspensos mais uma vez em São Paulo
Fonte: Tecnoblog

Gradiente vence Apple no STJ; batalha pelo nome iPhone continua no Supremo

Gradiente vence Apple no STJ; batalha pelo nome iPhone continua no Supremo

Vitória da Gradiente no STJ não impede Apple de utilizar o nome iPhone no Brasil (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Gradiente venceu, nesta semana, um round importante na longa batalha judicial contra a Apple pela marca iPhone no Brasil. Agora, uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) mantém válido um parecer anterior do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) que foi favorável à empresa brasileira. 

No processo, a Apple pedia a “caducidade”, ou seja, perda do registro por falta de uso, da marca “G GRADIENTE IPHONE”. Uma primeira decisão judicial chegou a dar razão à Apple, mas o TRF-2 anulou a sentença por falhas processuais. Posteriormente, a Apple tentou reverter a anulação apelando ao STJ, mas não teve sucesso.

O que muda com a decisão do STJ?

Para a Gradiente, a decisão do STJ significa que seu registro da marca “G GRADIENTE IPHONE” continua ativo e não será cancelado (pelo menos não com base na primeira sentença, agora anulada).

A vitória também não quer dizer que a Gradiente ganhou o direito de usar o nome iPhone sozinha ou que a Apple tenha sido impedida de usá-lo. A gigante de Cupertino ainda pode entrar com recurso no Supremo Tribunal Federal.

Entenda a treta histórica pelo nome “iPhone”

Para entender exatamente essa briga, é preciso voltar algumas décadas. Lá em 2000, a Gradiente pediu o registro da marca “G GRADIENTE IPHONE” ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), mas a concessão só saiu em 2008, ou seja, praticamente junto com o lançamento do inovador celular de Steve Jobs no Brasil. 

Gradiente lançou um IPhone em 2012, com Android, e foi processada no ano seguinte (Imagem: Divulgação)

Cinco anos depois, a Apple foi à Justiça para anular parte do registro da Gradiente, a fim de garantir que a empresa brasileira não obtivesse direitos exclusivos sobre o termo iPhone. Entretanto, em 2018, o STJ permitiu o uso por ambas as empresas. 

Em paralelo, a Apple também tentou cancelar o registro da Gradiente por caducidade. Em 2024, o TRF-2 anulou a decisão favorável à Apple, após identificar um erro na forma como o processo foi distribuído ao juiz. A Apple recorreu e perdeu nesta semana.

O que a Apple ainda pode fazer? 

A decisão final deve vir do Supremo. Já está na corte um Recurso Extraordinário que vai definir se alguém tem o direito exclusivo sobre a marca “iPhone” no Brasil. A posição da maioria dos ministros do Supremo até o momento é favorável à Apple, indicando que a Gradiente não deve ter o direito de impedir a Apple de usar a marca no país.

Com informações de O Globo e Supremo Tribunal Federal
Gradiente vence Apple no STJ; batalha pelo nome iPhone continua no Supremo

Gradiente vence Apple no STJ; batalha pelo nome iPhone continua no Supremo
Fonte: Tecnoblog

Galaxy Tab S10 FE com IA tem 32% de desconto em oferta no Magalu

Galaxy Tab S10 FE com IA tem 32% de desconto em oferta no Magalu

Galaxy Tab S10 FE tem tela de 10,9 polegadas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

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async function handle_redirect(cupom) {
try {
await navigator.clipboard.writeText(cupom.textContent);
cupom.classList.add(‘copied’);
cupom.dataset.text = ‘Cupom copiado!’;
} catch (err) {
console.error(‘Erro ao copiar para a área de transferência’, err);
}
}

O recém-lançado Galaxy Tab S10 FE de 128 GB já aparece em promoção nos grandes marketplaces. A oferta em questão é de 32% de desconto e faz o tablet sair do preço base R$ 4.199 para R$ 2.879 no Pix com o cupom TAB200 no Magazine Luiza. O tablet da Samsung ainda acompanha capa com caneta S Pen na caixa.

Galaxy Tab S10 FE é compatível com IA e promete 7 anos de atualizações

Tab S10 FE tem recursos IA e promessa de sete anos de atualizações (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A linha FE costuma ser acessível e se posicionar entre produtos intermediários e avançados da Samsung. O Galaxy Tab S10 foi desenvolvido com o mais recente sistema operacional Android 15 e One UI 7, e a Samsung promete atualizações de segurança e sistema operacional por mais sete anos. Isso garante que o tablet suporte as exigências dos aplicativos e tenha execução otimizada por bastante tempo.

Como ele é compatível com a inteligência artificial do Galaxy AI, ao adquirir o tablet, vai poder aproveitar em diversas ocasiões do dia a dia os recursos oferecidos, entre eles as ferramentas: Circule para Pesquisar, Desenhe com AI e Assistente de notas.

O Tab S10 FE tem tela LCD de 10,9 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz para proporcionar melhor fluidez gráfica principalmente para assistir vídeos. O chip Exynos 1580 é do tipo Octa-core com 4 nm que permite bom desempenho ao navegar entre os aplicativos. O tablet ainda possui capacidade de 8 GB de memória RAM.

Durabilidade é um dos destaques do produto (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Outro destaque é a durabilidade do Tab S10 FE, muito por conta da certificação IP68. Resistente contra poeira, respingos d’água, e pode ficar submerso até 1.5 metros por 30 minutos.

Completam o tablet a bateria de 8.000 mAh, Bluetooth 5.3, pagamento por aproximação via NFC e câmera com sensor principal de 13 MP que podem render fotos com iluminação satisfatória. Por fim, a caneta S Pen e a capa protetora estão inclusas no pacote para melhor conveniência do usuário.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Galaxy Tab S10 FE com IA tem 32% de desconto em oferta no Magalu

Galaxy Tab S10 FE com IA tem 32% de desconto em oferta no Magalu
Fonte: Tecnoblog

Huawei Watch 5, Fit 4 e FreeBuds 6 chegam com recursos de IA e mais | Vídeo Hands-on

Huawei Watch 5, Fit 4 e FreeBuds 6 chegam com recursos de IA e mais | Vídeo Hands-on

O TudoCelular esteve em Berlim, na Alemanha, a convite da Huawei, para acompanhar de perto o lançamento global de uma nova geração de dispositivos vestíveis.

A marca apresentou oficialmente três grandes novidades que chegam ao Brasil em meados de junho: o Huawei Watch 5, o Watch Fit 4, que também conta com uma versão Pro, e os novos fones de ouvido FreeBuds 6.Huawei Watch 5A principal estrela da apresentação foi o Huawei Watch 5 — um smartwatch totalmente redesenhado e que marca a estreia oficial da linha no Brasil. O modelo chega com um forte apelo para quem busca tecnologia de ponta em saúde, conectividade e inteligência artificial embarcada.Clique aqui para ler mais

Huawei Watch 5, Fit 4 e FreeBuds 6 chegam com recursos de IA e mais | Vídeo Hands-on
Fonte: Tudocelular

Melhor robô aspirador para comprar | Guia do TudoCelular

Melhor robô aspirador para comprar | Guia do TudoCelular

Tornar a vida mais prática é certamente o desejo de boa parte dos usuários de produtos inteligentes e uma das adições que podem trazer mais qualidade de vida são os robôs aspiradores, por ajudar a economizar algum tempo que normalmente seria utilizado para limpeza mais constante, normalmente daquela sujeira mais leve.

Pensando nisso — e tentando livrar você de ficar varrendo e passando pano no chão da sua casa todo dia —, selecionamos aqui alguns modelos que prometem facilitar a vida, especialmente de usuários que possuem animais em casa, o que livra de ver um tufo de pelo aleatório passeando pela sala.Abaixo, você confere as opções que selecionamos para esse guia e junto de cada descrição, as lojas que estão praticando os melhores preços no momento da publicação deste artigo.Clique aqui para ler mais

Melhor robô aspirador para comprar | Guia do TudoCelular
Fonte: Tudocelular

Adeus, Spotify? Apple Music testa ferramenta para importar playlists

Adeus, Spotify? Apple Music testa ferramenta para importar playlists

Integração com SongShift busca atrair usuários de concorrentes (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Resumo

O aplicativo Apple Music testa ferramenta para migrar playlists de outras plataformas, como Spotify e Deezer.
Nos países onde a função está ativa, usuários podem iniciar a migração pelo Apple Music na web ou em dispositivos móveis, escolhendo músicas, álbuns e playlists para transferência.
Desde 2020, o Spotify permite migração de playlists criadas pelo usuário ou colaborativas, mas playlists curadas pelo Spotify não podem ser transferidas.

A Apple quer facilitar a vida de quem considera migrar para o Apple Music, mas tem playlists montadas em outras plataformas. A empresa começou a testar uma ferramenta que permite importar esses dados de concorrentes, como Spotify, Deezer e outros, diretamente para seu serviço de música. 

A novidade, que segundo o site MacRumors já aparece na Austrália e Nova Zelândia, integra a funcionalidade de transferência do SongShift diretamente nas configurações do Apple Music. Indícios dessa função surgiram pela primeira vez em fevereiro de 2024, na versão beta do Apple Music para Android. 

Como funciona a transferência de playlists para o Apple Music? 

Para os usuários nos países onde o recurso está ativo, a migração pode ser iniciada tanto pela versão web do Apple Music quanto pelos aplicativos para iPhone, iPad ou Android. Nos dispositivos móveis da Apple, por exemplo, basta acessar os Ajustes, navegar até “Apps”, selecionar “Apple Music” e procurar pela opção.

Ao selecionar a opção de transferência, o Apple Music listará os serviços de streaming suportados. O usuário poderá escolher quais músicas, álbuns e playlists deseja transferir. A partir daí, o streaming buscará por correspondências em seu catálogo. 

No entanto, caso uma correspondência exata para uma música não seja localizada no catálogo do Apple Music, o aplicativo sinalizará uma necessidade de revisão, apresentando versões alternativas para que o próprio usuário possa selecionar a mais adequada. 

A empresa também alerta que, devido a diferenças de acervo, nem todo o conteúdo da plataforma de origem pode estar disponível ou possuir uma equivalência exata no Apple Music.

Billie Elish foi eleita a Artista do Ano de 2024 no Apple Music (imagem: divulgaçao)

Spotify já proibiu migração de playlists pelo SongShift

Em outubro de 2020, o Spotify havia intensificado a aplicação de seus termos de serviço para barrar aplicativos de terceiros, como o SongShift, que transferia playlists para concorrentes diretos.

O SongShift removeu a funcionalidade de exportação após ser contatado pelo streaming, sob o risco de ter seu acesso à API revogado. A medida gerou bastante repercussão na comunidade online, já que dificultava a portabilidade para usuários que queriam experimentar outras plataformas.

Mas não durou muito. Poucos dias depois, o SongShift anunciou que as transferências a partir do Spotify estariam habilitadas novamente, graças a uma atualização nos termos de serviço para desenvolvedores.

Na atualização, o Spotify passou a permitir a migração sob certas condições: a playlist precisava ter sido criada pelo próprio usuário ou ser uma playlist colaborativa seguida por ele. Playlists curadas oficialmente pelo Spotify, no entanto, permanecem inelegíveis para transferência até hoje.

Com informações do MacRumors
Adeus, Spotify? Apple Music testa ferramenta para importar playlists

Adeus, Spotify? Apple Music testa ferramenta para importar playlists
Fonte: Tecnoblog

O que é o bootloader? Entenda como funciona o inicializador do sistema operacional

O que é o bootloader? Entenda como funciona o inicializador do sistema operacional

O bootloader é essencial para que o dispositivo carregue o sistema operacional e rode corretamente (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Bootloader (ou “carregador de inicialização”) é um software que carrega o sistema operacional na inicialização de um dispositivo. Em outras palavras, é um programa que prepara o aparelho para uso após ele ser ligado.

Depois que o dispositivo é ligado, o bootloader faz verificações de integridade, executa logs, e carrega o kernel do sistema operacional. Feito isso, o bootloader entrega o comando para o kernel inicializar os demais componentes necessários para uso do aparelho.

Importante destacar que todo sistema operacional tem bootloader, mas os tipos de carregadores de inicialização variam de acordo com o dispositivo (smartphones, PCs, entre outros) e sistemas (Android, iOS e Linux, por exemplo).

A seguir, entenda o que é bootloader, saiba como ele funciona, e confira exemplos comuns de carregadores de inicialização.

ÍndiceO que é o bootloader?O que significa bootloader?Quais as características do bootloader?Para que serve o bootloader?Como funciona o processo do bootloaderTodo sistema operacional tem bootloader?Quais são os exemplos mais comuns de bootloader?Quais as diferenças entre o bootloader de celular e de PC?Por que as fabricantes bloqueiam o bootloader?Qual a diferença entre o bootloader bloqueado e desbloqueado?

O que é o bootloader?

O bootloader é o software responsável pelo carregamento do sistema operacional em um dispositivo (como celular, computador ou tablet, por exemplo). E além de ser o primeiro software executável em um aparelho com sistema operacional, o bootloader também faz a verificações de integridade e pode inicializar modos de recuperação.

O que significa bootloader?

O termo “bootloader” significa “carregador de inicialização”, em tradução livre. A expressão refere-se à capacidade primária do bootloader de carregar o kernel, permitindo que o aparelho inicialize o sistema operacional e demais partes que habilitam o funcionamento do dispositivo.

Quais as características do bootloader?

O carregador de inicialização de dispositivos costuma ter estrutura simples, já que atua somente na ativação dos aparelhos. As principais características do bootloader incluem:

Armazenado em memória não volátil: o bootloader fica armazenado em partições da memória interna do dispositivo, como eMMC, UFS ou SSD;

Software leve: o bootloader costuma ser um programa leve, e que geralmente ocupa poucos megabytes de armazenamento;

Interfaces simplificadas: bootloaders costumam ter design simplificado, com interfaces apenas com texto ou recursos visuais menos robustos;

Estrutura personalizável: o carregador de inicialização possui uma estrutura que permite modificações ou adaptações por fabricantes, de acordo com a plataforma.

Ilustração do Windows Boot Manager de computador (Imagem: Divulgação/Microsoft)

Para que serve o bootloader?

O bootloader tem papel fundamental na inicialização de um dispositivo, garantindo que o aparelho execute corretamente o sistema operacional. Dentre as principais funções do bootloader, estão:

Carregar o kernel: a principal função do bootloader é carregar o kernel do sistema operacional no dispositivo;

Gerenciar a inicialização: se há dois ou mais sistemas operacionais instalados no dispositivo, o bootloader atuará como gerenciador de inicialização para escolher o sistema que o aparelho vai rodar;

Acesso a modos especiais: o bootloader pode executar comandos específicos para resetar o Android de fábrica (recovery mode) ou para solucionar problemas no sistema operacional (fastboot);

Realizar verificações de integridade: o bootloader faz verificações do sistema operacional antes de carregá-lo, e pode exibir logs de registro durante o processo.

Como funciona o processo do bootloader

O funcionamento do bootloader acontece logo após a inicialização do dispositivo, permitindo que o aparelho carregue o sistema operacional instalado. Abaixo, seguem as etapas de atuação do carregador de inicialização em um dispositivo:

Carregamento do bootloader (bootstrap loader): após o dispositivo ser ligado e executar as verificações básicas de hardware, ele fará a execução da BIOS ou da UEFI para localizar e carregar o bootloader do sistema;

Localização do kernel: uma vez carregado, o bootloader vai localizar o kernel do sistema operacional ou a imagem de boot armazenada em HDs, SSDs, entre outros tipos de armazenamento;

Carregamento do kernel: o bootloader então faz a verificação de integridade (gerando logs ao longo do processo), e carrega o kernel do sistema operacional para a inicialização do sistema;

Transferência do controle ao kernel: por fim, o bootloader entrega o controle ao kernel, que vai inicializar drivers e processos do sistema operacional até que o aparelho fique pronto para uso.

Todo sistema operacional tem bootloader?

Sim. Todo dispositivo com sistema operacional completo (como Windows, macOS, Linux, Android ou iOS) possui um bootloader, que é responsável por carregar o sistema assim que o aparelho é ligado. Ao realizar essa tarefa, bootloader habilita o funcionamento do sistema operacional no dispositivo.

Sem o bootloader, o aparelho não seria capaz de inicializar o sistema operacional e nem de carregar o kernel do sistema na memória para deixar o dispositivo pronto para uso.

Quais são os exemplos mais comuns de bootloader?

Há diversos bootloaders disponíveis para diferentes plataformas, devido à existência de amplos tipos de sistemas operacionais. Os principais exemplos de bootloaders e seus respectivos sistemas operacionais englobam:

Windows Boot Manager, encontrado em dispositivos com Windows;

boot.efi, usado em aparelhos com macOS;

GRUB (Grand Unified Bootloader), usado para carregar o Linux e distros;

LK (Little Kernel), amplamente usado em dispositivos com Android;

iBoot, encontrado em aparelhos com iOS.

Ilustração do bootloader GNU GRUB (Imagem: Scotty_Trees/Forum EndeavourOS)

Quais as diferenças entre o bootloader de celular e de PC?

O bootloader para celular costuma ser bloqueado por padrão, o que dificulta a instalação de sistemas alternativos. Cada fabricante pode personalizar o seu carregador de inicialização, com comandos e regras distintas de desbloqueio entre modelos.

Já o bootloader para PC geralmente é desbloqueado e acessível ao usuário, o que facilita a instalação de outros sistemas operacionais. As interfaces do bootloader para desktop também costumam ser mais amigáveis e sofisticadas (em termos visuais).

Por que as fabricantes bloqueiam o bootloader?

Fabricantes como Samsung, Xiaomi, Motorola e Realme bloqueiam o bootloader de seus respectivos dispositivos principalmente por motivos de segurança: o bloqueio do carregador de inicialização evita a instalação de sistemas modificados ou maliciosos, acessos não autorizados ou falhas de operação.

Além disso, o bloqueio do bootloader também pode ser relacionado a interesses comerciais. Isso porque o bloqueio feito por fabricantes parceiras do Android induz o usuário a manter-se no sistema operacional Android oficial, o que diminui as chances de migração para outro ecossistema.

Qual a diferença entre o bootloader bloqueado e desbloqueado?

O bootloader bloqueado impede a instalação de sistemas operacionais alternativos no aparelho. Essa restrição reforça a proteção contra programas maliciosos e falhas de compatibilidade, além de evitar acessos não autorizados aos dados do aparelho.

Já o bootloader desbloqueado permite que o usuário instale ROMs customizadas e faça modificações profundas no aparelho (como root). No entanto, vale destacar que desbloquear o bootloader do Android automaticamente anula a garantia do dispositivo por conta dos riscos envolvidos.
O que é o bootloader? Entenda como funciona o inicializador do sistema operacional

O que é o bootloader? Entenda como funciona o inicializador do sistema operacional
Fonte: Tecnoblog

Apple bloqueia Fortnite nos EUA e União Europeia; jogo fica fora do ar nos iPhones

Apple bloqueia Fortnite nos EUA e União Europeia; jogo fica fora do ar nos iPhones

Epic Games terá que manter Fortnite offline no iOS em todo o mundo (Imagem: Divulgação/Epic)

A Apple bloqueou o pedido da Epic Games de liberar o jogo Fortnite no iOS dos Estados Unidos e na loja de app da Epic na União Europeia. Devido ao impedimento, o game está offline em todos os iPhones do mundo. Na UE, onde a Apple é obrigada a liberar lojas de terceiros, o Fortnite também está indisponível na AltStore PAL, uma loja de apps onde era possível baixar o game.

O bloqueio do Fortnite no iOS ocorre semanas depois da Justiça americana autorizar apps a liberar pagamentos fora da App Store. Com a decisão, a Epic correu para subir o game, um dos mais populares da atualidade, para o iPhone nos EUA. Já na UE, o download do game poderia ser feito na Epic Games Store ou AltStore PAL.

Por que a Epic deixou o Fortnite fora do ar em todos os iPhones?

A Epic não explicou detalhadamente o motivo para “desligar” os servidores do Fortnite no iOS. Contudo, é provável que isso tenha sido feito por conta do jogo permitir a criação de partidas em crossplay. Esse recurso faz com que jogadores de diferentes plataformas joguem entre si.

Apple has blocked our Fortnite submission so we cannot release to the US App Store or to the Epic Games Store for iOS in the European Union. Now, sadly, Fortnite on iOS will be offline worldwide until Apple unblocks it.
— Fortnite (@Fortnite) May 16, 2025

Como a versão do Fortnite para iOS na UE está em uma versão antiga (a empresa liberou um update do game nesta sexta-feira), a partida entre jogadores no iOS e outras plataformas fica impossibilitada.

Para evitar problemas na formação de partida (o popular matchmaking na linguagem gamer), a Epic pode ter optado por impedir o acesso ao game no iOS. O Tecnoblog entrou em contato com a Epic Games para saber mais detalhes do caso e se isso pode afetar o lançamento do Fortnite no iPhone brasileiro — a matéria será atualizada com a resposta da empresa.

Tweet da conta do Fortnite no Brasil informou que jogo será liberada para o iOS brasileiro em julho (imagem: reprodução)

A Epic enviou uma primeira versão do Fortnite para aprovação no iOS na sexta-feira passada. Na quarta-feira (14), a empresa enviou uma segunda versão, explicando que esta contava com a atualização publicada hoje. A Apple ainda não se pronunciou sobre o assunto — e quem deve se pronunciar em breve sobre o tema é a União Europeia.

Com informações de The Verge e Reuters
Apple bloqueia Fortnite nos EUA e União Europeia; jogo fica fora do ar nos iPhones

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Fonte: Tecnoblog

Anatel vai à Justiça para bloquear sites da Amazon e Mercado Livre

Anatel vai à Justiça para bloquear sites da Amazon e Mercado Livre

Amazon e Mercado Livre têm dezenas de lojas com celulares irregulares, segundo a Senacon (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Anatel busca na Justiça o bloqueio dos sites da Amazon e do Mercado Livre por vendas irregulares de celulares.
O mercado cinza de celulares representa 13% das vendas no Brasil, segundo projeção da consultoria IDC.
A Abinee projeta perdas de até R$ 4 bilhões para o governo em 2025 devido ao mercado cinza.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) recorreu à Justiça e aguarda uma decisão para bloquear os sites da Amazon e do Mercado Livre, de acordo com uma apuração do jornal Folha de São Paulo. A agência quer atuar contra o mercado irregular de celulares, que responde por 13% das vendas no país, segundo os dados mais recentes.

O tema foi judicializado desde que, no ano passado, a Anatel passou a tomar medidas firmes de combate ao chamado mercado cinza. Parte dessa atuação está relacionada à pressão das fabricantes com operações no Brasil. A Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) tem adotado uma postura muito vocal contra as plataformas de compra e venda.

Todos os aparelhos de telecomunicações, como celulares, tablets, computadores, set-top boxes etc., devem passar pelo processo de homologação da Anatel. Existe o entendimento de que os produtos importados de fora, sem cumprir os devidos procedimentos, são irregulares e, portanto, não poderiam ser comercializados.

Para além das discussões técnicas sobre eventuais riscos elétricos de um carregador vindo de fora, existe ainda a perda de arrecadação. O governo deve deixar de embolsar entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões somente em 2025, ainda de acordo com levantamento encomendado pela Abinee.

Presidente da Anatel, Carlos Baigorri, disse publicamente que quer medidas mais duras (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Os smartphones trazidos de fora funcionam da mesma maneira que os nacionais. Alguns são classificados como produtos “globais”, ou seja, aptos a se conectar a redes de telefonia de qualquer país. Normalmente, são vendidos em lojas na Amazon e no Mercado Livre com diferença de até 40% em relação aos smartphones regularizados.

Técnicos ouvidos pela Folha disseram que somente a Shopee tem colaborado.

Já o Mercado Livre declarou, em nota enviada nesta semana ao Tecnoblog, que atua proativamente para coibir tentativas de mau uso da plataforma. “Desde julho de 2024, a Anatel classificou o Mercado Livre como ‘empresa conforme’, ou seja, está em conformidade com as suas expectativas, sem anúncios considerados irregulares.”
Anatel vai à Justiça para bloquear sites da Amazon e Mercado Livre

Anatel vai à Justiça para bloquear sites da Amazon e Mercado Livre
Fonte: Tecnoblog

Como atualizar o iOS do iPhone pelo celular ou PC

Como atualizar o iOS do iPhone pelo celular ou PC

O processo de atualizar o iOS no iPhone pode ser feito pelo próprio celular ou via iTunes no PC (Imagem: João Victor Campos/Tecnoblog)

A atualização do iOS pode ser feita rapidamente pelos ajustes do próprio aparelho ou com a ajuda de um computador, usando o Finder ou o iTunes.

Basta acessar as configurações do iOS, conferir se há uma nova versão do sistema e seguir as instruções exibidas na tela. Se preferir, também é possível atualizar conectando o iPhone ao computador e baixando a atualização por lá.

A seguir, explicamos todos os caminhos para atualizar o iOS, seja pelo próprio celular ou pelo PC.

ÍndiceComo atualizar o iOS pelos ajustes do iPhone1. Acesse as configurações do iPhone2. Toque em “Geral” e depois em “Atualização de Software”3. Baixe a atualização do iOS4. Instale a atualização no iPhoneComo atualizar o iPhone pelo PC1. Conecte o iPhone ao PC2. Abra o iTunes ou o Finder3. Procure por atualizações do iOS4. Baixe e instale a atualização do iOSO que acontece quando o iPhone não recebe mais atualizações?Dá para saber se meu iPhone ainda pode atualizar o iOS?É preciso pagar para atualizar o iOS no iPhone?Quanto tempo demora para atualizar o iOS no iPhone?Atualizar o iOS melhora a duração da bateria do iPhone?Tem como voltar a atualização do iPhone para a versão anterior do iOS?

Como atualizar o iOS pelos ajustes do iPhone

Faça backup antes de atualizar o iOS
Antes de começar a atualização, é altamente recomendado fazer um backup do iPhone. Essa medida protege seus dados caso algo dê errado durante a instalação.

1. Acesse as configurações do iPhone

Abra o app “Ajustes” na tela inicial. Essa é a central de configurações do aparelho, onde você pode iniciar a atualização do iOS e ajustar diversas funções do sistema.

No iPhone, o caminho para atualizar manualmente começa em “Ajustes” > “Geral”. A navegação é rápida e direta (Imagem: João Victor Campos/Tecnoblog)

2. Toque em “Geral” e depois em “Atualização de Software”

Nos Ajustes, toque em “Geral” e selecione “Atualização de Software”. O iPhone verificará automaticamente se existe uma nova versão do iOS disponível.

A tela “Atualização de Software” está dentro de “Geral” e traz um botão de “Atualizar Agora” sempre que uma nova versão está disponível (Imagem: João Victor Campos/Tecnoblog)

3. Baixe a atualização do iOS

Caso exista uma nova versão do sistema, toque em “Baixar e Instalar”. Talvez seja necessário inserir o código de desbloqueio. O download será iniciado imediatamente.

A seção “Atualização de Software” mostra os detalhes do novo iOS, incluindo correções e novidades da versão 18.5 (Imagem: João Victor Campos/Tecnoblog)

4. Instale a atualização no iPhone

Quando o download terminar, toque em “Instalar Agora”. O iPhone vai reiniciar e instalar a nova versão do iOS automaticamente. Deixe o dispositivo ligado e conectado à internet durante todo o processo.

Depois do download, basta tocar em “Instalar Agora” e digitar o código de bloqueio. O iPhone faz o restante sozinho.(Imagem: João Victor Campos/Tecnoblog)

Como atualizar o iPhone pelo PC

1. Conecte o iPhone ao PC

Use um cabo USB para conectar o iPhone ao PC. No Windows, é preciso ter o iTunes instalado. Em Macs com macOS Catalina ou superior, o processo é feito pelo Finder.

O iTunes detecta uma nova versão do iOS e pergunta se você deseja atualizar. Esse é o ponto de partida para quem prefere fazer o processo pelo computador (Imagem: João Victor Campos/Tecnoblog)

2. Abra o iTunes ou o Finder

Se estiver no Windows, abra o iTunes. No Mac, abra uma janela do Finder. Em seguida, selecione o seu iPhone na lista de dispositivos que aparece na tela. As informações do aparelho serão exibidas na tela.

Ao confirmar, o iTunes começa o processo de verificação do software com os servidores da Apple. Essa etapa garante que a versão seja autêntica e segura (Imagem: João Victor Campos/Tecnoblog)

3. Procure por atualizações do iOS

Na tela de resumo, clique em “Buscar Atualização”. O sistema irá verificar se há uma nova versão do iOS disponível para o seu modelo.

O botão “Atualizar” também pode ser usado diretamente na tela de informações do dispositivo, sem esperar a notificação (Imagem: João Victor Campos/Tecnoblog)

4. Baixe e instale a atualização do iOS

Se houver uma atualização, clique em “Baixar e Atualizar”. Confirme as permissões necessárias e aguarde o processo. O iPhone será atualizado e poderá reiniciar algumas vezes até concluir.

Após iniciar o processo, o iTunes baixa automaticamente o iOS mais recente e prepara o iPhone para a instalação (Imagem: João Victor Campos/Tecnoblog)

O que acontece quando o iPhone não recebe mais atualizações?

Quando um iPhone deixa de receber atualizações do iOS, ele perde acesso às melhorias de segurança, desempenho e novos recursos. Com o tempo, o aparelho pode apresentar lentidão, desempenho limitado e falhas em aplicativos, além de ficar mais vulnerável a ataques. Eventualmente, o dispositivo se torna obsoleto. Veja abaixo o que acontece quando o iPhone deixa de receber atualizações:

Falhas de segurança não são corrigidas;

Apps deixam de ser compatíveis com o sistema antigo;

Recursos novos do iOS não chegam ao aparelho;

A experiência de uso fica lenta e limitada;

O aparelho se torna obsoleto e pode parar de receber suporte técnico.

Dá para saber se meu iPhone ainda pode atualizar o iOS?

Sim, é possível saber se o seu iPhone ainda pode receber atualizações do iOS. Basta ir até Ajustes > Geral > Atualização de Software. O próprio sistema informa se há uma nova versão disponível para seu modelo de iPhone.

Outra forma é consultar a lista oficial de compatibilidade divulgada pela Apple sempre que uma nova versão do sistema operacional do iPhone for lançada, mostrando quais modelos são suportados.

Posso atualizar o iOS de um iPhone que não recebe atualizações?

Não. Se o seu iPhone não é mais compatível com novas versões do iOS, o aparelho não poderá ser atualizado oficialmente. A Apple encerra o suporte para modelos antigos conforme novas versões do sistema são lançadas.

O que é possível, nesses casos, é manter o dispositivo atualizado até a última versão disponível para o modelo, mas sem acesso às versões mais recentes.

É preciso pagar para atualizar o iOS no iPhone?

Não. As atualizações do iOS são gratuitas para todos os iPhones compatíveis. Da mesma forma, para atualizar o Android também não é cobrado nenhum tipo de valor para os usuários.

Quanto tempo demora para atualizar o iOS no iPhone?

O tempo de atualização do iOS pode variar. Em geral, o processo leva de 10 a 45 minutos, dependendo da velocidade da internet, do modelo do iPhone e do tamanho do pacote de atualização. O próprio sistema exibe uma estimativa durante o download.

Atualizar o iOS melhora a duração da bateria do iPhone?

Atualizar o iOS pode ajudar a otimizar a performance da bateria, mas não há garantia de que a autonomia vá melhorar em todos os casos. A Apple recomenda que todos os usuários mantenham seus iPhones atualizados, já que as novas versões trazem correções de bugs, melhorias de desempenho e ajustes que podem impactar o consumo de energia.

Além disso, as atualizações podem incluir melhorias no gerenciamento de bateria, mas fatores como idade do componente, hábitos de uso e ambiente também influenciam na autonomia do aparelho.

Tem como voltar a atualização do iPhone para a versão anterior do iOS?

Em geral, não é possível fazer o downgrade do iOS para uma versão anterior depois que a Apple para de assiná-la digitalmente. Isso significa que, na maioria dos casos, você não consegue voltar atrás após instalar uma atualização. No entanto, se a versão antiga ainda estiver sendo assinada, é possível reinstalá-la manualmente com o iPhone em modo de recuperação.

O processo exige colocar o iPhone em modo DFU e restaurar o sistema usando um backup compatível com o iOS anterior. Se você tiver um backup salvo antes da atualização, também pode tentar restaurar o backup do iPhone, mas ele só será aceito se for compatível com a versão instalada no dispositivo.
Como atualizar o iOS do iPhone pelo celular ou PC

Como atualizar o iOS do iPhone pelo celular ou PC
Fonte: Tecnoblog