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Apple deixa vazar MacBook de baixo custo e novos monitores

Apple deixa vazar MacBook de baixo custo e novos monitores

Novo MacBook de entrada deve manter design de alumínio, similar ao Air (imagem: Divulgação/Apple)

Resumo

O macOS 26.3 revelou três novos produtos da Apple: um MacBook de baixo custo (codinome J700) e duas variantes do Studio Display 2 (codinomes J427 e J527).
O MacBook J700 utilizará o chip A18 Pro, similar ao do iPhone 16 Pro, e deve custar entre US$ 599 e US$ 799 nos EUA, com preço estimado no Brasil entre R$ 6.499 e R$ 8.999.
O Studio Display 2 incluirá tecnologias como ProMotion e HDR, com taxa de atualização de 120 Hz e um chip A19 para suportar recursos avançados.

Faltando duas semanas para o evento especial de 4 de março, a própria Apple acabou deixando escapar detalhes sobre o que está por vir. A versão final do macOS 26.3, liberada para o público no dia 11 de fevereiro, trouxe no código-fonte referências diretas a três novos produtos.

Conforme revelado pela Macworld, a descoberta aconteceu por extensões de kernel (kexts) que identificam os dispositivos pelos codinomes J700, J427 e J527. Os registros confirmam rumores de que a empresa planeja uma investida agressiva no setor de entrada com um MacBook inédito, além de uma atualização aguardada para a linha de monitores Studio Display.

O que sabemos sobre o MacBook de entrada?

O dispositivo identificado pelo codinome J700 deve ser um MacBook focado em custo-benefício, inaugurando uma categoria abaixo do MacBook Air. O modelo também pode representar uma quebra de paradigma: será o primeiro computador da marca a utilizar um chip da linha “A”, geralmente reservada aos iPhones, em vez da linha “M”.

O processador escolhido seria o A18 Pro, o mesmo do iPhone 16 Pro. Embora possa parecer um “downgrade” para quem está acostumado com os chips M2 ou M3, testes de benchmark indicam que o A18 Pro tem desempenho superior ao do chip M1. Para o público-alvo deste laptop — estudantes e usuários domésticos que priorizam navegação, edição de textos e consumo de mídia —, o poder de fogo é mais do que suficiente.

Mark Gurman, da Bloomberg, antecipou que o design não deve sofrer cortes drásticos. O laptop deve manter o chassi em alumínio e uma tela de aproximadamente 13 polegadas, sem perder o aspecto premium da Apple.

Qual deve ser o preço no Brasil?

Nos Estados Unidos, as projeções variam entre US$ 599 e US$ 799. Fazendo a conversão direta para a cotação atual, teríamos valores entre R$ 3.264 e R$ 4.354. No entanto, o histórico da Apple no Brasil exige incluir na conta custos de importação, impostos e margem de lucro.

Atualmente, o MacBook Air M2 é vendido nos EUA por US$ 999 e chegou ao Brasil oficialmente por R$ 10.999. Seguindo essa proporção de aproximadamente 11 para 1, podemos estimar os seguintes valores para o mercado nacional:

Versão de US$ 599: entre R$ 6.499 e R$ 6.999

Versão de US$ 799: entre R$ 8.499 e R$ 8.999.

Se o valor inicial for confirmado, este se tornaria o Mac mais acessível do catálogo brasileiro em anos, competindo diretamente com notebooks Windows de alto desempenho.

Studio Display 2 deve trazer ProMotion e HDR

Studio Display finalmente deve ganhar sucessores com de 120 Hz e suporte a HDR (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Além do novo laptop, o macOS 26.3 detalhou os drivers para os modelos J427 e J527, variantes da segunda geração do Studio Display. O monitor atual da Apple já completa quatro anos de mercado e carece de tecnologias que se tornaram fundamentais, como o ProMotion.

O novo monitor deve vir com taxa de atualização de 120 Hz, garantindo mais fluidez em animações e edição de vídeo. Outra adição esperada é o suporte ao HDR (High Dynamic Range), melhorando o contraste e o brilho máximo do painel.

Para dar conta desses recursos e de funções inteligentes como o Áudio Espacial, o periférico deve ser equipado com um chip A19. A presença de dois codinomes diferentes levanta a possibilidade de a Apple lançar uma versão com tela maior ou, quem sabe, uma opção com acabamento de vidro nanotexture como padrão em um dos modelos.

Onde estão os chips M5?

Um detalhe que chama a atenção no vazamento é a ausência de menções aos chips M5. Rumores indicavam novos MacBook Pro e uma atualização do Mac Studio em desenvolvimento com o novo chip. É provável que a Apple reserve as novidades para o segundo semestre de 2026.
Apple deixa vazar MacBook de baixo custo e novos monitores

Apple deixa vazar MacBook de baixo custo e novos monitores
Fonte: Tecnoblog

Soundbar JBL SB180 tem 42% OFF na melhor oferta registrada

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Soundbar JBL SB180
R$ 849,00

R$ 1.469,0042% OFF

Prós

Potência de 110 W RMS para sala de estar
Subwoofer sem fio de 60 W e 6,5″
Conectividade Bluetooth 5.3 para versatilidade
3 Modos de som disponíveis

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Sem Dolby Atmos
Número de entradas físicas limitado

PIX

R$ 849,00  Mercado Livre

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Para quem está de olho a hora é agora: a Soundbar JBL SB180 está saindo por R$ 849 no Pix. A oferta no Mercado Livre concede 42% de desconto e de quebra, a melhor já encontrada pelo time de Achados. Encontrada atualmente por R$ 1.469 na loja oficial, tem potência de 110 W para amplificar a experiência sonora.

JBL SB180 possui subwoofer sem fio e conexão HDMI ARC

Soundbar JBL SB180 (imagem: Divulgação)

Essa Soundbar da JBL entrega uma potência de 110 Watts RMS ao longo dos seus 92 cm de largura e 6,3 cm de altura. O subwoofer sem fio de 6,5″ e 60 W de potência promete proporcionar graves profundos, digno de uma experiência sonora vista em cinemas. Além disso, utiliza dois drivers do tipo racetrack de 45×100 mm para reproduzir médios e agudos com clareza.

Projetada com 92 cm de largura e 6,3 cm de altura, não necessita de cabos para ser conectada, possibilitando maior comodidade para instalação e um visual clean. A conectividade de Bluetooth 5.3 garante conexões estáveis e sem atrasos perceptíveis das músicas. A Soundbar também inclui HDMI ARC, facilitando a conexão com a TV.

O equipamento conta com modos Cine, Music e News, entregando versatilidade e uma experiência adaptada conforme o conteúdo. O guia do Tecnoblog destrincha tudo o que é necessário saber antes de adquirir uma e ajuda a entender que o modelo SB180 da JBL cobre sem dificuldades ambientes maiores que 15 m².

A Soundbar JBL SB180 suporta tensões de 100 V até 240 V e você pode levar por R$ 849 no Pix em oferta no Mercado Livre. Aproveite a oportunidade, haja vista com a Copa do Mundo 2026 batendo na porta para obter uma experiência sonora verdadeiramente de estádio de futebol.
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Fonte: Tecnoblog

Garmin Forerunner 165 está em oferta na Amazon por até 10x sem juros

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Garmin Forerunner 165
R$ 2.099,00

R$ 2.749,0024% OFF

Prós

Métricas voltadas para corrida e outras atividades
GPS com modo de acompanhamento de rota por familiares
Bateria para até 11 dias no modo smartwatch

Contras

Tela de apenas 1,2 polegada

Parcelado

R$ 2.099,00  Amazon

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O Garmin Forerunner 165 está saindo por apenas R$ 2.099 em até 10x sem juros na Amazon. A oferta representa um desconto de 24% em relação ao preço original de R$ 2.749. O smartwatch se destaca pela tela AMOLED e bateria de longa duração, além dos recursos de monitoramento de atividades físicas e saúde.

Garmin Forerunner 165 tem tela AMOLED e bateria para 11 dias

Garmin Forerunner 165 (imagem: Divulgação

A tela AMOLED de 1,2 polegada do Garmin Forerunner 165 deve oferecer cores vibrantes e alto contraste. O painel ainda possui resolução de 390 x 390 pixels, garantindo nitidez para a visualização de dados durante uma corrida ou a prática de outra atividade física. E com o modo sempre ligado opcional, o usuário visualiza métricas sem levantar o pulso.

Segundo a Garmin, a bateria dura até 11 dias em modo smartwatch. O sistema de localização utiliza satélites GPS, GLONASS e Galileo para garantir precisão em trilhas. E em uso contínuo de GNSS, a carga resiste por até 19 horas seguidas. Enquanto o sensor de economia estende a autonomia para até 20 dias, permitindo monitoramento prolongado.

O Garmin Forerunner 165 monitora a saúde com sensores de frequência cardíaca e oxigênio no sangue. O recurso Body Battery mede os níveis de energia para otimizar o descanso. E o relógio analisa fases do sono, detecta cochilos automaticamente, acompanha os níveis de estresse e do ciclo menstrual como recursos adicionais.

Já para acompanhamento de exercícios, o smartwatch oferece perfis para corrida, ciclismo e natação em águas abertas. O relógio sugere treinos diários personalizados e calcula o tempo necessário para recuperação muscular. E métricas avançadas medem a potência de corrida e dinâmica da passada sem acessórios extras.

Lembrando que, na oferta da Amazon, o Garmin Forerunner 165 sai por R$ 2.099 parceláveis em até 10x sem juros. E com isso, recebe 24% de desconto em relação ao seu preço original de R$ 2.749.
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Garmin Forerunner 165 está em oferta na Amazon por até 10x sem juros
Fonte: Tecnoblog

Galaxy Tab S10 Lite 5G tem 23% de desconto com cupom no Magalu

Galaxy Tab S10 Lite 5G tem 23% de desconto com cupom no Magalu

Galaxy Tab S10 Lite 5G 128 GB
R$ 2.314,77

R$ 2.999,0023% OFF

Prós

Possibilidade de expansão via cartão SD
Capa e caneta inclusas
Bateria de 8.000 mAh
7 anos de atualizações Android OS

Contras

Câmeras inferiores ao Galaxy Tab S10 FE
Carregador na caixa de apenas 15 W

PIX
Cupom

MAGALU150
R$ 2.314,77  Magazine Luiza

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O Galaxy Tab S10 Lite 5G (128 GB) está à venda por R$ 2.314 no Pix com o cupom MAGALU150 no Magazine Luiza. A oferta concede um desconto de 23% sobre o preço de lançamento de R$ 2.999. O tablet da Samsung é uma opção intermediária que atende a objetivos de estudos, desenhos e trabalho.

Tab S10 Lite possui tela de 90 Hz e conexão 5G

Tablet intermediário da Samsung apresenta resolução de 1.320 x 2.112 pixels (imagem: Divulgação/Samsung)

O dispositivo apresenta tela TFT LCD de 10,9 polegadas, um tamanho que permite campo de visão confortável e que ao mesmo tempo não ocupa muito espaço para carregar na mochila ou bolsa. Além disso, possui taxa de atualização de 90 Hz. A experiência de navegação vai entregar transições suaves de tela e animações gráficas.

O suporte a rede 5G é um diferencial por proporcionar uma internet móvel veloz e autonomia em relação a dependência do Wi-Fi, possibilitando circunstâncias mais favoráveis de uso. A conectividade ainda inclui Bluetooth 5.3 e GPS; por outro lado não conta com NFC.

O Galaxy Tab S10 Lite internamente vem equipado pelo chipset Exynos 1380 com arquitetura de 5 nanômetros e 6 GB de memória RAM. O conjunto vai fornecer um desempenho satisfatório para rodar jogos intermediários e executar aplicativos educacionais ou corporativos.

Galaxy Tab S10 Lite vem com a caneta S Pen (imagem: Divulgação/Samsung)

O tablet da Samsung vem com a caneta S Pen que amplia as possibilidades de uso principalmente com anotações e desenhos. Por sair da caixa com o sistema Android 15, oferece funcionalidades da suíte Galaxy AI, como o Circule para Pesquisar. A Samsung promete fornecer até sete atualizações principais.

A bateria de 8.000 mAh tem capacidade suficiente para entregar autonomia para jornadas de trabalho remoto e estudos. Ainda assim, o carregamento de 25 W completa o ciclo total de carga em mais ou menos duas horas.

O Galaxy Tab S10 Lite 5G de 128 GB em oferta com 23% de desconto no Magazine Luiza possui um slot para cartões micro SDXC para expandir o armazenamento interno. Por fim, traz câmeras traseira de 8 MP e frontal de 5 MP que atendem a demandas de fotos básicas e chamadas de vídeo.
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Galaxy Tab S10 Lite 5G tem 23% de desconto com cupom no Magalu
Fonte: Tecnoblog

Meta decide que futuro do metaverso não está na realidade virtual

Meta decide que futuro do metaverso não está na realidade virtual

VR não emplacou como o esperado, diz Meta (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Meta separou o Horizon Worlds dos projetos de realidade virtual Quest, focando em smartphones e tablets.
O mercado de realidade virtual não cresceu como esperado, levando ao fechamento do Horizon Workrooms.
Horizon Worlds se tornará concorrente do Roblox, com foco em monetização e crescimento em plataformas móveis.

A Meta anunciou que vai separar o Horizon Worlds, seu ambiente virtual, dos projetos da plataforma de realidade virtual Quest, que inclui a linha de headsets de mesmo nome. Com isso, o foco do mundo digital agora é ter uma presença mais forte em smartphones. Enquanto isso, as equipes que trabalham no sistema de VR vão se concentrar em ferramentas para desenvolvedores.

É um sinal de que a proposta apresentada em 2021 não vingou como o esperado. Na ocasião, a empresa então conhecida como Facebook mudou de nome para sinalizar que seu futuro passava pela construção de, nas palavras de Mark Zuckerberg, “uma internet corpórea, em que você está na experiência, não apenas olhando para ela”.

Por que a Meta mudou seus planos?

O comunicado divulgado pela Meta repete uma afirmação bastante direta: o mercado de realidade virtual não cresceu tanto quanto o esperado. Mais do que isso, ele não emplacou em todos os públicos-alvo como a empresa gostaria.

Os headsets fazem algum sucesso com crianças e adolescentes interessados em jogos casuais, mas jovens e adultos não aderiram à novidade para fazer reuniões ou participar de espaços profissionais colaborativos — tanto que a Meta encerrou o Horizon Workrooms, espécie de metaverso corporativo que ela oferecia.

Horizon Workrooms permitia reuniões de trabalho em realidade virtual (imagem: divulgação)

“Para continuar impulsionando o crescimento da plataforma VR no futuro, estamos focados em apoiar a comunidade de desenvolvedores terceirizados e sustentar nosso investimento em VR a longo prazo”, dia a publicação.

Qual o futuro do metaverso?

Se quase ninguém tem headsets de realidade virtual, por que continuar investindo em criar um ambiente digital com essas características? Essa parece ter sido a pergunta na cabeça dos executivos da Meta.

Com o anúncio, a empresa declara algo que já era esperado: o Horizon Worlds vai, aos poucos, deixar de ser um espaço imersivo para se tornar uma plataforma de mundos virtuais com foco em smartphones e tablets.

Horizon Worlds será espaço de joguinhos e mundos virtuais (imagem: divulgação)

“Tivemos um crescimento de mundos exclusivos para plataformas móveis de 0 para mais de 2 mil [em 2025]”, diz o comunicado, que também sublinha um aumento de quatro vezes nos usuários ativos mensalmente em smartphones e tablets ao longo do ano passado.

O Horizon Worlds, então, passa de um metaverso para um concorrente de plataformas como o Roblox, que também tem mundos e jogos criados por usuários. Esse tipo de plataforma também permite monetização, e a Meta já vê sinais positivos nisso, com quatro criadores atingindo a marca de US$ 1 milhão em receitas.

Com informações do Engadget
Meta decide que futuro do metaverso não está na realidade virtual

Meta decide que futuro do metaverso não está na realidade virtual
Fonte: Tecnoblog

iPhone 17 (512 GB) tem menor preço desde lançamento em oferta na Amazon

iPhone 17 (512 GB) tem menor preço desde lançamento em oferta na Amazon

iPhone 17 512 GB
R$ 7.188,00

R$ 9.499,0024% OFF

Prós

Tela ProMotion com 120 Hz
Câmera frontal Center Stage com 18 MP e ultrawide de 48 MP
Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
Chip Apple A19 de 3 nanômetros

Contras

Não tem câmera teleobjetiva

PIX
Cupom

CELULAR10
R$ 7.188,00  Amazon

Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

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O iPhone 17 de 512 GB está saindo por R$ 7.188 no Pix com cupom CELULAR10 na Amazon, um desconto de 24% sobre o preço original de R$ 9.499. O atual celular de entrada da Apple possui processador A19 de 3 nanômetros, tela Super Retina XDR OLED e 8 GB de RAM.

iPhone 17 traz chip A19 e 8 GB de RAM

O iPhone 17 tem desempenho de sobra entregue pelo processador A19 de 3 nanômetros e 8 GB de RAM, que proporcionam alta performance em multitarefa, execução de apps e games mais pesados. Os 512 GB de armazenamento oferecem muito espaço para guardar vídeos, fotos e arquivos.

O conjunto principal de câmeras é composto por uma wide e uma ultrawide de 48 MP para captar imagens com grande campo de visão, como panoramas, enquanto a frontal Center Stage de 18 MP permite tirar selfies e filmar na horizontal sem ter que virar o celular. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

O corpo de alumínio com traseira de vidro possui certificação IP68, conferindo resistência contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Tela de 6,3″ Super Retina XDR OLED do iPhone 17 tem ProMotion de 120 Hz (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A tela do iPhone 17 é um painel LPTO Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas com brilho de até 3.000 nits e ProMotion de até 120 Hz. Esse conjunto entrega cores vivas e fluidez na experiência de uso. O vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra quedas e arranhões.

O celular se conecta a redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e suporta eSIM. A bateria de 3.692 mAh dura o dia inteiro segundo a Apple. Há o suporte a carregamento rápido de 40 W capaz de recarregar de 0 a 50% em apenas 20 minutos via cabo USB-C, além do suporte a MagSafe.

O iPhone 17 (512 GB) roda iOS 26 e deve receber ao menos 5 atualizações do sistema operacional. Ele está em oferta por R$ 7.188 no Pix com cupom CELULAR10 na Amazon, um abatimento de 24% sobre o valor de lançamento.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.iPhone 17 (512 GB) tem menor preço desde lançamento em oferta na Amazon

iPhone 17 (512 GB) tem menor preço desde lançamento em oferta na Amazon
Fonte: Tecnoblog

Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens

Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens

Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens, de acordo com anúncio;
Microsoft confirmou que suporte a imagens está em testes internos, mas sem data de lançamento definida;
Suporte a imagens poderá ser desativado nas configurações, e Microsoft afirma que impacto no desempenho é mínimo.

Quem acha que o Bloco de Notas (Notepad) está ficando “inchado” no Windows 11 precisa se preparar psicologicamente: a Microsoft pretende adicionar ao editor de textos suporte a imagens, embora ainda não se saiba em quais formatos.

A informação vem do Windows Latest, que descobriu o futuro novo recurso de um modo curioso: o Bloco de Notas para usuários que participam do programa de testes Windows Insider tem um botão de novidades à direita da barra superior; ali, o veículo encontrou um anúncio que mostra o botão de imagens no Notepad (captura de tela acima).

Esse botão ainda não é visível no editor de texto, mas, no anúncio, aparece ao lado de outro recurso recente: o botão para inserção de tabelas no Bloco de Notas.

Ao Windows Latest, a Microsoft confirmou que o suporte a imagens no Notepad não só está a caminho como já vem sendo testado internamente pela companhia. Não há data definida para o seu lançamento, porém. Fala-se apenas em liberação nos próximos meses.

Tabela no Bloco de Notas do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Pode o suporte a imagens deixar o Bloco de Notas pesado?

De acordo com a Microsoft, o suporte a recursos como Markdown (outra função recente do Notepad) e imagens causa impacto mínimo no desempenho do Bloco de Notas. Mas somente testando para termos certeza, afinal, imagens tendem a demandar mais recursos de processamento para serem renderizadas.

De todo modo, a Microsoft já confirmou que a exibição de imagens no Bloco de Notas poderá ser desativada nas configurações do aplicativo.

Os novos recursos têm feito o Bloco de Notas sair do status de editor de textos simples para um substituto para o finado WordPad.

Se por um lado a ferramenta tem ficado mais útil, por outro, está suscetível a um número maior de problemas. Vide a recente falha de segurança que explorava o suporte a Markdown do Bloco de Notas. Felizmente, esse problema já foi corrigido pela Microsoft.
Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens

Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens
Fonte: Tecnoblog

O que é firmware? Entenda a função dessa classe específica de software

O que é firmware? Entenda a função dessa classe específica de software

Saiba como o firmware é importante para o funcionamento de diversos dispositivos presentes no nosso dia a dia (imagem: Reprodução/Rawpixel)
O firmware é o software essencial embutido no hardware para coordenar as funções vitais de um dispositivo. Ele atua como uma ponte, traduzindo comandos complexos em ações físicas para os componentes dos eletrônicos.Sua função é inicializar sistemas e garantir que todas as partes do equipamento estejam prontas para operar. Além de realizar testes de integridade, ele gerencia o fluxo de dados e o controle de periféricos de forma automatizada.Existem tipos variados de firmware, como BIOS e UEFI, que residem em memórias ROM ou Flash, permitindo atualizações de segurança cruciais. Esses códigos são fundamentais tanto em microcontroladores simples quanto em placas de vídeo e servidores de alto desempenho. A seguir, entenda o conceito de firmware, como ele funciona e se pode ser atualizado. Também saiba os eletrônicos de consumo do nosso dia a dia que trazem esse software embutido.ÍndiceO que é firmware?O que significa firmware?Para que serve um firmware?Como funciona um firmwarePosso atualizar um firmware?Posso apagar um firmware?Quais são os tipos de firmware?Quais são exemplos de firmware?Quais dispositivos eletrônicos têm firmware?Qual é a diferença entre firmware e software?Qual é a diferença entre firmware e hardware?Qual é a diferença entre firmware e sistema operacional?O que é firmware?Firmware é o código de baixo nível armazenado permanentemente no hardware para gerenciar suas funções físicas vitais e a inicialização básica. Ele atua como uma ponte que traduz comando de software em ações de hardware, permitindo a comunicação entre componentes e o sistema operacional.O que significa firmware?O termo “firmware” surge da união das palavras “firm” (firme) e “software” (programa de computador). Ele se refere às instruções lógicas gravadas diretamente em chips de memória para controlar o hardware.Usado pela primeira vez por Ascher Opler em um artigo em 1967, o conceito define o conteúdo de memórias de controle entre os componentes físicos e as aplicações. Diferente do software comum, sua estrutura é otimizada para ser permanente ou raramente alterada, garantindo a integridade operacional do dispositivo. Componentes de hardware, como a placa-mãe de um PC, costumam ter o próprio firmware para iniciar os sistemas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Para que serve um firmware?O firmware atua como o código essencial em chips de memória, traduzindo comandos lógicos em ações físicas para o hardware operar. Ele estabelece a ponte de comunicação entre os componentes eletrônicos e as camadas superiores de software, garantindo a integridade do ecossistema digital.A execução inicial do firmware valida a integridade dos circuitos e coordena o boot para o sistema operacional. Por meio de atualizações, ele corrige vulnerabilidades de segurança, otimiza o consumo de energia e expande a compatibilidade do dispositivo com novas tecnologias e protocolos.Como funciona um firmwareO firmware executa instruções gravadas no chip de memória ROM ou Flash para inicializar e gerenciar os componentes eletrônicos de um dispositivo. Ele atua como um conversor de comandos lógicos em sinais elétricos interpretáveis pelo hardware, estabelecendo a base para a operação estável.Na hora da ativação, o código executa a verificação da integridade da CPU e memória antes de carregar o sistema operacional. Durante o funcionamento, ele pode regular o fluxo de dados entre periféricos e otimizar o consumo energético, operando de forma independente do usuário.As atualizações são realizadas via “flashing”, processo que grava novas informações no chip para corrigir vulnerabilidades, otimizar o desempenho ou adicionar novas funções. Esta manutenção permite que o dispositivo receba melhorias sem trocas de peças, prolongando a vida útil e garantindo compatibilidade com novas tecnologias.Os dados de atualizações de firmware ficam em partições redundantes, permitindo reverter para uma versão estável caso ocorra uma falha. Assim, a integridade do sistema permanece protegida contra corrupção de dados, garantindo que o hardware sempre encontre um caminho seguro para a inicialização. Ao ligar um dispositivo, o firmware é responsável por ativar os outros componentes físicos e inicializar o sistema operacional (imagem: Reprodução/AVG)Posso atualizar um firmware?Sim, a maioria dos dispositivos permite a atualização de firmware via download de arquivos oficiais nos sites dos fabricantes. O procedimento requer ferramentas específicas e compatibilidade exata entre a versão do firmware e o modelo do dispositivo.É essencial manter o dispositivo conectado a uma fonte de energia estável durante a gravação dos dados na memória para evitar a inutilização. O usuário também deve seguir rigorosamente as instruções do instalador, garantindo que o sistema não seja reiniciado ou desconectado.As correções eliminam vulnerabilidades críticas de segurança, resolvem bugs de estabilidade e podem até desbloquear novas funcionalidades. Manter o firmware em dia protege o hardware contra invasões cibernéticas e otimiza o desempenho geral do dispositivo.Posso apagar um firmware?Sim, o firmware pode ser removido ou alterado ao usar softwares específicos do fabricante para acessar o código gravado na memória não volátil. Esse processo ocorre em atualizações críticas ou formatações de baixo nível para restaurar componentes.No entanto, apagar esses dados sem o backup imediato pode inutilizar permanentemente o aparelho devido à ausência da lógica de inicialização. Sem o código básico, o hardware não consegue carregar o sistema operacional ou gerenciar os periféricos.Além disso, falhas durante a exclusão do firmware podem corromper trilhas de segurança e invalidar a garantia do produto. Procedimentos não oficiais frequentemente ativam travas de hardware que impedem a recuperação, exigindo a troca física do componente de memória. Problemas durante a atualização ou exclusão firmware pode inutilizar o dispositivo (imagem: Reprodução/AVG)Quais são os tipos de firmware?Os firmwares são divididos em diferentes categorias, com características e usos específicos:Baixo nível (Low-Level): armazenado em memórias do tipo ROM, contém as instruções intrínsecas e imutáveis que definem a identidade básica do componente. Por ser gravado fisicamente na fabricação, é considerado uma parte integrante do hardware e raramente sofre atualizações;Alto nível (High-Level): localizado em memórias Flash, permite atualizações complexas e costuma ter uma interface mais elaborada que o baixo nível. Atua como uma camada intermediária que traduz instruções de software para o hardware, facilitando correções e integração de novas funções;Subsistema: gerencia componentes periféricos independentes em um sistema maior, como o controlador de um SSD ou de uma placa de vídeo. Opera de forma autônoma para otimizar o desempenho de peças específicas sem sobrecarregar a CPU principal;Inicialização (Bootloader): responsável por realizar o Power-On Self-Test (POST) e preparar o ambiente para o sistema operacional ser carregado. Gerencia a transição do hardware “bruto” para o software;Embarcado: projetado para microcontroladores em dispositivos de função única, como itens de Internet das Coisas (IoT) e eletrodomésticos. Sua principal característica é a execução de tarefas em tempo real com consumo mínimo de recursos e alta confiabilidade;Dispositivo de rede: focado exclusivamente no controle de tráfego de dados e protocolos de comunicação em roteadores, switches e modems. Dita como os pacotes de informação são roteados, priorizados e protegidos contra intrusões externas na camada de rede.Quais são exemplos de firmware?Estes são alguns exemplos de firmware que fazem parte do dia a dia de diversos usuários:BIOS: sigla para Basic Input/Output System, é o firmware legado que realiza o teste de hardware e localiza o sistema operacional durante a inicialização de PCs antigos;UEFI: sucessor moderno do BIOS, que oferece inicializações mais rápidas, suporte a discos de armazenamento maiores e recursos de segurança avançados;Firmware de roteador: atua como o sistema operacional do dispositivo de rede, gerenciando protocolos de comunicação, tabelas de roteamento e as regras de criptografia do Wi-Fi;Firmware de HDD/SSD: coordena o braço mecânico em HDDs ou o mapeamento de células de memória em SSDs, além de aplicar algoritmos de correção de erros para evitar perdas de dados;VBIOS (Placa de vídeo): gerencia os parâmetros de energia e frequência da unidade de processamento de vídeo, garantindo que a GPU forneça o sinal para o monitor antes mesmo do sistema operacional carregar;Firmware de smartphone (Baseband): opera em um processador dedicado para gerenciar as funções de rádio, controlando a alternância entre torres de celular e a estabilidade da conexão 4G/5G;Firmware de periféricos: instruções presentes em teclados, mouses e fones de ouvido que traduzir comandos físicos em sinais digitais e gerenciam funções como iluminação RGB e macros;Sistemas embarcados (IoT): controla o funcionamento de eletrodomésticos inteligentes e termostatos, processando dados de sensores e executando comandos de automação residencial;Firmware de impressora: converte arquivos digitais em movimentos mecânicos precisos dos cabeçotes de impressão e monitora constantemente os sensores de papel e níveis de suprimentos;Controle embarcado (EC): firmware presente em notebooks, responsável por funções críticas de hardware, como o controle das ventoinhas, retroiluminação do teclado e gestão de bateria. A BIOS é um exemplo de firmware usado em computadores antigos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Quais dispositivos eletrônicos têm firmware?Quase todos os eletrônicos de consumo e sistemas industriais com hardware programável dependem de firmware para operações básicas. Alguns exemplos são:Computadores e componentes: a BIOS ou UEFI em placas-mãe, SSDs e placas de vídeo coordenam a inicialização do hardware e a comunicação com o sistema operacional;Periféricos de entrada e saída: impressoras, scanners e teclados processam comandos de entrada e gerenciam funções mecânicas;Equipamentos de rede: roteadores, modems e switches utilizam firmware para direcionar o tráfego de dados, gerenciar o Wi-Fi e manter protocolos de segurança ativos;Dispositivos móveis e vestíveis: smartphones, tablets e smartwatches têm camadas que controlam diretamente a calibração da tela, sensores biométricos e o consumo de bateria;Eletrônicos de consumo: smart TVs, câmeras digitais e sistemas de som dependem desse software para processar imagens, áudio e manter interfaces de usuários fluidas;Sistemas automotivos: veículos modernos usam unidades de controle eletrônico (ECUs) para monitorar a injeção de combustível, freios ABS e sistemas de entretenimento de bordo;Consoles de videogame: hardwares como o Sony PlayStation e Microsoft Xbox usam firmware para gerenciar o acesso ao disco, a saída de vídeo em alta definição e os serviços online;Eletrodomésticos inteligentes: máquinas de lavar, micro-ondas e geladeiras modernas automatizam ciclos de funcionamento e interpretam comandos via painéis digitais ou sensores;Dispositivos de casa inteligente (IoT): lâmpadas Wi-Fi, fechaduras eletrônicas e termostatos usam firmware para se conectarem à rede e executarem automações programadas;Equipamentos médicos: marcapassos, bombas de insulina e monitores hospitalares dependem de códigos extremamente estáveis para garantir precisão de leituras e a segurança do paciente. Os firmwares estão presentes em praticamente todos os tipos de eletrônicos de consumo (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Qual é a diferença entre firmware e software?Firmware é o código gravado em chips de memória não volátil que fornece instruções básicas para inicialização e o controle dos componentes físicos. Ele atua como o alicerce essencial que permite ao dispositivo ligar e comunicar-se com o hardware antes de carregar o sistema.Software é a camada lógica composta por programas e dados mutáveis que operam sobre o sistema operacional para realizar tarefas para o usuário final. Ele fica no armazenamento volátil, permitindo ser instalado, removido ou atualizado conforme a necessidade da aplicação.Qual é a diferença entre firmware e hardware?Firmware é o software de baixo nível armazenado em chips de memória que fornece instruções para controlar e inicializar as funções essenciais de um dispositivo. Ele dita como o dispositivo deve se comportar logo ao ser ligado, antes mesmo do tema operacional assumir o controle.Hardware é um conjunto de elementos físicos, circuitos e periféricos que constituem a estrutura material e a capacidade de processamento de um sistema. Sem as diretrizes lógicas do firmware, esses componentes são incapazes de executar qualquer operação lógica e comunicação por conta própria.Qual é a diferença entre firmware e sistema operacional?O firmware é o código de baixo nível gravado em memórias, responsável por inicializar o hardware e fornecer instruções básicas de operação. Ele tem a função de preparar o ambiente físico para o carregamento do kernel. O sistema operacional é o software de alto nível que gerencia os recursos do dispositivo, fornecendo a interface e os serviços necessários para a execução de aplicativos e arquivos. Ele usa o kernel para orquestrar o uso da CPU, memória e periféricos eficientemente.O que é firmware? Entenda a função dessa classe específica de software

O que é firmware? Entenda a função dessa classe específica de software
Fonte: Tecnoblog

Meta lembra que site do Messenger ainda existe e decide encerrá-lo

Meta lembra que site do Messenger ainda existe e decide encerrá-lo

Messenger.com deixará de existir (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Meta encerrará o site messenger.com em abril, redirecionando usuários para facebook.com/messages.
Usuários sem conta no Facebook poderão usar o aplicativo móvel do Messenger.
A decisão visa reduzir custos e simplificar a manutenção do serviço.

A Meta anunciou que vai desligar o site independente do Messenger, encerrando de vez o endereço messenger.com. A mudança passa a valer em abril e afeta quem ainda usa o serviço de mensagens diretamente pelo navegador, fora do ecossistema principal do Facebook.

Com a decisão, o Messenger segue o mesmo caminho de outras plataformas descontinuadas pela empresa nos últimos meses. A Meta afirma que usuários ainda poderão trocar mensagens pela web, mas apenas acessando o serviço por meio do site do Facebook ou pelo aplicativo móvel do Messenger.

O que muda para quem usa o Messenger?

Segundo uma página oficial de suporte, quem tentar acessar o messenger.com após o encerramento será automaticamente redirecionado para facebook.com/messages. O texto explica: “Você poderá continuar suas conversas lá ou no aplicativo Messenger para celular”.

Para usuários que utilizam o Messenger sem uma conta ativa no Facebook, a alternativa será apenas o aplicativo móvel. Ainda assim, a empresa afirma que o histórico de conversas pode ser recuperado em qualquer plataforma usando o PIN configurado no backup do Messenger. Caso o código tenha sido esquecido, é possível redefini-lo.

Por que a Meta está acabando com plataformas do Messenger?

A partir de abril de 2026, o site do Messenger não estará mais disponível (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O encerramento do site acontece poucos meses depois da empresa desativar os aplicativos independentes do Messenger para Windows e macOS. Na época, usuários desses apps já vinham sendo direcionados para usar o serviço diretamente pelo Facebook, o que indicava que o site também poderia ter o mesmo destino.

Nas redes sociais, parte dos usuários reagiu negativamente à decisão, especialmente aqueles que não querem depender do Facebook para acessar o Messenger no computador ou que mantêm suas contas desativadas. Ainda assim, do ponto de vista da empresa, reduzir o número de plataformas ajuda a diminuir custos e simplificar a manutenção do serviço.

O Messenger surgiu em 2008 como Facebook Chat e ganhou um aplicativo próprio em 2011. Durante anos, a Meta tentou posicioná-lo como um serviço separado da rede social. Em 2014, o Facebook chegou a remover o chat do app principal. Esse movimento começou a ser revertido em 2023, quando a empresa passou a reintegrar o Messenger ao aplicativo do Facebook — um processo que agora se consolida também na versão web.

Meta lembra que site do Messenger ainda existe e decide encerrá-lo

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Fonte: Tecnoblog

Top 10 apps mais baixados no Brasil em janeiro mostram ChatGPT destronando o TikTok

Top 10 apps mais baixados no Brasil em janeiro mostram ChatGPT destronando o TikTok

O ChatGPT reassumiu a liderança entre os aplicativos mais baixados no Brasil em janeiro de 2026, registrando 4,9 milhões de instalações. Segundo dados da AppMagic, consultados pelo Mobile Time, a ferramenta de IA generativa da OpenAI apresentou um salto de 44% em comparação aos números de dezembro.

O cenário reflete a consolidação da inteligência artificial no fluxo de trabalho e estudo dos brasileiros no início do ano. Em contrapartida, o TikTok recuou para a segunda posição, com 4,3 milhões de downloads — uma queda de 12% frente ao mês anterior — seguido pelo fenômeno das mininovelas verticais do ReelShort, com 3,4 milhões.Um dos maiores destaques técnicos do período foi o aplicativo da CNH Digital. O utilitário saltou da 73ª posição em novembro para o quarto lugar em janeiro, acumulando 3,2 milhões de novas instalações. O movimento é atribuído à sazonalidade econômica, especificamente ao período de pagamento do IPVA e licenciamento anual.Clique aqui para ler mais

Top 10 apps mais baixados no Brasil em janeiro mostram ChatGPT destronando o TikTok
Fonte: Tudocelular