Blog

SongDNA: Spotify lança nova função com curiosidades sobre suas músicas e artistas favoritos

SongDNA: Spotify lança nova função com curiosidades sobre suas músicas e artistas favoritos

Após lançar o Modo Exclusivo de áudio para PCs, o Spotify está liberando mais uma novidade para os seus assinantes. Chamado de SongDNA, a nova função permite que você descubra curiosidades sobre seus artistas e músicas favoritos.

Ainda em versão beta, ela traz um cartão que exibe as conexões dos seus artistas para a música atual, indicando como eles colaboraram nesta canção e em toda a sua carreira.A ideia é que você use o SongDNA para descobrir novos artistas e conexões de forma intuitiva, navegando pelas suas músicas favoritas. Para acessá-lo, basta executar qualquer música compatível com o SongDNA, acessar a tela de reprodução do Spotify, rolar para baixo para exibir os cartões e tocar no cartão do SongDNA.Clique aqui para ler mais

SongDNA: Spotify lança nova função com curiosidades sobre suas músicas e artistas favoritos
Fonte: Tudocelular

TikTok aposta em anúncios mais agressivos ao abrir o aplicativo; veja os novos formatos

TikTok aposta em anúncios mais agressivos ao abrir o aplicativo; veja os novos formatos

O TikTok está preparando uma mudança importante — e controvérsia — na forma como os usuários interagem com anúncios dentro da plataforma. A rede social anunciou novos formatos publicitários que prometem aumentar a visibilidade das marcas, incluindo opções que aparecem logo nos primeiros segundos de uso.

Entre as novidades, o formato “Logo Takeover” chama atenção por exibir a marca do anunciante junto ao próprio TikTok na tela inicial. A proposta é reforçar parcerias, elevar os ganhos da plataforma e garantir impacto imediato, aproveitando o momento em que o usuário abre o app.Clique aqui para ler mais

TikTok aposta em anúncios mais agressivos ao abrir o aplicativo; veja os novos formatos
Fonte: Tudocelular

Apple inicia vendas do MacBook Air M5 e iPad Air M4 no Brasil; confira os preços

Apple inicia vendas do MacBook Air M5 e iPad Air M4 no Brasil; confira os preços

Após o lançamento no último dia 3, a Apple iniciou nesta terça-feira (24) as vendas do MacBook Air M5 e do iPad Air M4 no Brasil. Já disponíveis no site da marca e em pré-venda em algumas varejistas, a dupla traz como principais melhorias a adoção de chips atualizados, ao lado de avanços em áreas como memória e armazenamento.iPad Air M4Para quem está atrás de um tablet equilibrado dentro do portfólio da Maçã, o iPad Air M4 chega com melhorias pontuais em comparação ao antecessor. Como o nome sugere, a maior mudança está no uso do processador Apple M4, que ofereceria até 30% melhor performance em relação ao M3 da geração passada.Outro ajuste importante está na memória: o dispositivo aumenta a RAM de 8 GB para 12 GB e incrementa a largura de banda de 120 GB/s para 120 GB/s, estando assim melhor preparado para os recursos mais avançados da Apple Intelligence. Por fim, foram empregados os chips de conectividade da própria empresa, o C1X e o N1, que prometem melhor eficiência energética e integração.O Apple iPad Air 13 está disponível na Shopee por R$ 10.136. O Apple iPad Air 11 está disponível na Shopee por R$ 9.629. (atualizado em 16 de March de 2026, às 14:22)Clique aqui para ler mais

Apple inicia vendas do MacBook Air M5 e iPad Air M4 no Brasil; confira os preços
Fonte: Tudocelular

Redmi Watch 5 Active tem redução de mais de 60% em oferta no Mercado Livre

Redmi Watch 5 Active tem redução de mais de 60% em oferta no Mercado Livre

Redmi Watch 5 Active
R$ 216,99

R$ 59964% OFF

Prós

Display grande de 2 polegadas
Bateria para até 18 dias
Microfones e alto-falantes integrados permitem realizar ligações
Monitoramento para mais de 140 atividades físicas
Alexa inclusa
Compatível com iOS e Android

Contras

Tecnologia apenas LCD
Brilho só chega a 500 nits
Certificação limitada a IPX8
Não acompanha carregador
Não inclui GPS e NFC

PIX

R$ 216,99  Mercado Livre

Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

WhatsApp
Telegram

O Redmi Watch 5 Active está com um desconto impressionante que chega a 64% no Mercado Livre. O relógio inteligente da Xiaomi anunciado em 2024 no Brasil por R$ 599 está em oferta por R$ 216,99 no Pix. Além de entregar monitoramentos durante exercícios e para a saúde, impressiona o display de 2 polegadas.

Redmi Watch 5 Active traz tela de 2″ e chamadas via Bluetooth

Redmi Watch 5 Active é vendido nas cores preto e prata (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

A começar pelo painel, o smartwatch possui tela LCD considerada grande de 2 polegadas. Com um design praticamente quadrado entrega resolução de 320 x 385 pixels e uma área de toque para navegar no sistema superior a 70%, segundo a fabricante. Por outro lado, possui brilho somente de 500 nits.

O corpo em liga de zinco promete ser mais resistente a impactos e a moldura com acabamento fosco entrega um visual elegante. Devido a presença de microfones e alto-falante, o Redmi Watch 5 Active permite atender ligações diretamente no pulso via Bluetooth.

O relógio inteligente utiliza sensores ópticos no qual possibilita ao usuário acompanhar aspectos como nível de oxigenação do sangue (SpO2), frequência cardíaca, ciclo menstrual e análise geral do sono. No aspecto físico, inclui mais de 140 modos de treinos além de monitorar passos, distâncias e calorias queimadas, de acordo com a Xiaomi.

Redmi Watch 5 Active traz o sistema HyperOS compatível com Android e iOS (imagem: Divulgação/Xiaomi)

A bateria de 470 mAh oferece uma autonomia larga de até 18 dias e um tempo de carregamento aproximado de duas horas. Entretanto, o smartwatch só vem acompanhado pelo cabo de carregamento, a fonte precisa ser adquirida separadamente.

A certificação IPX8 oferece proteção contra imersão contínua em profundidades superiores a 1 metro, mas não apresenta atestado contra objetos sólidos. Além disso, a resistência a 5 ATM assegura resistência a pressão estática da água equivalente em 50 metros de profundidade.

Por fim, o Redmi Watch 5 Active em oferta no Mercado Livre por R$ 216,99 no Pix inclui uma série de funções úteis para o funcionamento no dia a dia, com destaque para a integração da assistente Alexa capaz de resolver algumas tarefas com maior rapidez.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Redmi Watch 5 Active tem redução de mais de 60% em oferta no Mercado Livre

Redmi Watch 5 Active tem redução de mais de 60% em oferta no Mercado Livre
Fonte: Tecnoblog

Poco X7 Pro 5G (512 GB) sai 49% mais barato com cupom no Magalu

Poco X7 Pro 5G (512 GB) sai 49% mais barato com cupom no Magalu

Poco X7 Pro 5G 512 GB
R$ 2.631,59

R$ 5.199,0049% OFF

Prós

Alto poder de processamento (MediaTek Dimensity 8400 Ultra)
Bateria de 6.000 mAh
Carregamento rápido de até 90 W
Até 24 GB de RAM
Resistência à água e poeira

Contras

Câmera frontal não filma em 4K
Interface vem com muitos apps pré-instalados
Traseira em plástico

PIX
Cupom

PEGA100
R$ 2.631,59  Magazine Luiza

Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

WhatsApp
Telegram

O Poco X7 Pro 5G de 512 GB está saindo por apenas R$ 2.631,59 com o cupom PEGA100 no Magalu. O desconto representa quase metade do preço do smartphone da Xiaomi, lançado por R$ 5.199 no Brasil. A ficha técnica concorre com a de outros celulares da categoria intermediário premium, e se destaca pelo desempenho e bateria.

Poco X7 Pro tem RAM de até 24 GB e bateria de 6.000 mAh

Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)

O Poco X7 Pro 5G é equipado com processador Dimensity 8400 Ultra de 4 nanômetros e RAM nativa de 12 GB, suportando ainda uma expansão para até 24 GB via RAM Virtual. A título de comparação, o conjunto oferece desempenho superior ao do Samsung Galaxy A56, que roda jogos exigentes na qualidade máxima sem engasgos.

Outro destaque é a grande capacidade da bateria, que com 6.000 mAh deve entregar 20 horas de reprodução de vídeos, segundo a Poco. Além disso, o smartphone ainda vem com carregador de 90 Watts na caixa, garantindo um carregamento rápido e maior praticidade para o usuário.

A tela é outro fator em que o Poco X7 Pro se sai melhor que o concorrente mais próximo Galaxy A56, graças à resolução 1.220 x 2.712 pixels. Demais especificações do display são bastante semelhantes, incluindo tecnologia AMOLED, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 3.200 nits para boa visualização sob qualquer luz.

Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)

Contudo, o jogo de câmeras é um pouco mais simples, trazendo apenas dois sensores na traseira: um principal de 50 MP e uma ultrawide de 8 MP. Para selfies, o sensor é de 20 MP. E a promessa de atualizações do sistema operacional pela Xiaomi também é mais curta, com o celular se limitando até o Android 18.

Vale notar ainda que o Poco X7 Pro não é o modelo mais recente da linha, porém, apesar de já ter sido analisado pelo Tecnoblog, o Poco X8 Pro ainda não foi oficialmente lançado no Brasil. Lembrando que para chegar ao valor de R$ 2.631,59 no Pix pelo Poco X7 Pro, é necessário aplicar o cupom PEGA100 no Magazine Luiza.

Confira o nosso review do Poco X8 Pro

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Poco X7 Pro 5G (512 GB) sai 49% mais barato com cupom no Magalu

Poco X7 Pro 5G (512 GB) sai 49% mais barato com cupom no Magalu
Fonte: Tecnoblog

Motorola Edge 60 Neo (256 GB) tem redução de 43% no preço no Mercado Livre

Motorola Edge 60 Neo (256 GB) tem redução de 43% no preço no Mercado Livre

Motorola Edge 60 Neo 5G 256 GB
R$ 1.979,10

R$ 3.49943% OFF

Prós

RAM de 12 GB expansível para até 24 GB com RAM Boost
Possui câmera teleobjetiva com zoom óptico de 3x
Tela POLED com taxa de atualização de 120 Hz
Suporte a carregamento sem fio
Certificações IP68, IP69 e militar MIL-STD-810H

Contras

Display menor comparado aos outros celulares da linha Edge 60

PIX

R$ 1.979,10  Mercado Livre

Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

WhatsApp
Telegram

O Motorola Edge Neo de 256 GB está em oferta por R$ 1.979 no Pix no Mercado Livre. O celular equipado com tela POLED de 120 Hz, 12 GB de RAM e câmera wide de 50 MP incluindo um sensor da Sony recebe desconto de 43% sobre o preço original de R$ 3.499.

Motorola Edge 60 Neo tem câmera Sony de 50 MP e tela POLED

Motorola Edge 60 Neo tem câmera wide de 50 MP com sensor Sony (imagem: Divulgação/Motorola)

O Motorola Edge 60 Neo é um celular custo-benefício equipado com uma câmera wide de 50 MP com o sensor Sony Lytia 700C e OIS, uma ultrawide de 10 MP voltada para fotos de alta qualidade e com grande campo de visão, e por fim a telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x para aproximações. A lente frontal possui 32 MP e alta qualidade para selfies. Todas gravam vídeos em 4K.

Seu painel POLED de 6,36 polegadas conta com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 2.600 nits, que entregam cores vivas, rolagem fluida e visibilidade mesmo sob luz forte. O revestimento do vidro Gorilla Glass 7i protege o display contra possíveis riscos e arranhões.

Ainda falando da durabilidade, o corpo de plástico e silicone traz certificações militar MIL-STD-810H, IP68 e IP69 que conferem resistência contra poeira, mergulhos de até 1,5 m de profundidade por no máximo 30 minutos e outras situações extremas.

Motorola Edge 60 Neo traz certificações militar MIL-STD-810H, IP68 e IP69 (imagem: Divulgação/Motorola)

O hardware interno do Motorola Edge 60 Neo traz o chip MediaTek Dimensity 7400 de 4 nanômetros e 12 GB de RAM expansível até 24 GB com o recurso RAM Boost, uma combinação que dá conta de multitarefa, apps e games pesados. Os 256 GB de armazenamento são adequados para guardar arquivos, fotos e vídeos.

Na parte da conectividade, o celular possui compatibilidade com 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de 5.000 mAh tem autonomia de 44 horas de uso moderado segundo a Motorola, e suporta carregamento rápido de 68 W via cabo USB-C e de 15 W sem fio.

O Motorola Edge Neo (256 GB) roda Android 15 e deve receber cinco atualizações do sistema operacional. O smartphone sai por R$ 1.979 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 43% sobre o valor de lançamento.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Motorola Edge 60 Neo (256 GB) tem redução de 43% no preço no Mercado Livre

Motorola Edge 60 Neo (256 GB) tem redução de 43% no preço no Mercado Livre
Fonte: Tecnoblog

O que é spyware? Veja os tipos e o funcionamento dos apps espiões

O que é spyware? Veja os tipos e o funcionamento dos apps espiões

Spywares são usados por hackers para monitorar as ações dos usuários em busca de dados pessoais e informações bancárias (imagem: Vladimir Fedotov/Unsplash)

O spyware é um malware silencioso projetado para infiltrar-se em dispositivos e monitorar atividades sem qualquer consentimento. O objetivo é o roubo de dados pessoais, senhas e informações bancárias para alimentar fraudes financeiras ou espionagem.

A infecção ocorre geralmente via links maliciosos em mensagens ou downloads de softwares que parecem legítimos, mas são perigosos. Uma vez instalado, ele opera em segundo plano, capturando cada ação da vítima e transmitindo os arquivos sensíveis para servidores remotos.

Existem diversas categorias de app espião, como os keyloggers, infostealers e cavalos de Troia. Versões mais avançadas podem até assumir o controle físico de microfones e câmeras, transformando o aparelho em um rastreador em tempo real.

A seguir, entenda o conceito de spyware, como funciona detalhadamente e os tipos mais comuns. Também saiba como identificar e o que fazer ao ser vítima de um app espião.

ÍndiceO que é spyware?Qual é o significado de spyware?Quais são os tipos de spyware?Como funciona o spywareÉ possível identificar um spyware?O que fazer se eu localizar um spyware no meu dispositivo?Como se proteger contra spywaresQual é a diferença entre spyware e malware?Qual é a diferença entre spyware e stalkerware?

O que é spyware?

Spyware é um software malicioso projetado para infiltrar-se em dispositivos e monitorar atividades sem o consentimento do usuário, coletando credenciais e dados pessoais. Sua finalidade é o roubo de informações para fraude ou espionagem, operando silenciosamente enquanto compromete a privacidade e o desempenho.

Qual é o significado de spyware?

O termo “spyware” é resultado da união das palavras “spy” (espião, em inglês) e “software”, sendo usado pela primeira vez em uma publicação da Usenet em 1995. Originalmente, a palavra descrevia dispositivos de vigilância física antes de ser aplicada no contexto digital.

Em 2000, o termo foi popularizado por Gregor Freund e Steve Gibson para identificar softwares que rastreavam dados e usavam conexões sem consentimento. Essa evolução consolidou a definição moderna de malware voltado ao monitoramento oculto de usuários.

Alguns malwares podem servir como cavalo de troia e conter spywares que rastream as ações do usuário (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são os tipos de spyware?

O spyware abrange diversos softwares espiões que monitoram secretamente e roubam dados do usuário. Estas são as principais categorias:

Adwares: coletam dados de navegação para forçar a exibição de anúncios personalizados e invasivos no sistema. É frequentemente propagado como um componente oculto em softwares gratuitos ou piratas;

Keyloggers: monitoram e registram cada tecla pressionada fisicamente ou virtualmente no dispositivo infectado. São projetados especificamente para interceptar senhas, números de cartões e mensagens privadas;

Monitores de sistema: registram atividades detalhadas do usuário, incluindo capturas de tela, histórico de arquivos e conversas em tempo real. Permitem que o invasor reconstrua toda a rotina digital da vítima;

Infostealers: escaneiam o armazenamento do dispositivo em busca de bancos de dados de navegadores, cookies de sessão e carteiras de criptomoedas. O foco é a exportação imediata de credenciais e ativos digitais para servidores remotos;

Trojans (Cavalos de Troia): infiltram-se no sistema disfarçados de arquivos legítimos para abrir backdoors para outros ataques ou ameaças cibernéticas. Uma vez ativos, facilitam a instalação de outros spywares e o controle remoto do hardware;

Rootkits: operam no núcleo (kernel) do sistema operacional para ocultar a presença de processos maliciosos. Eles garantem que o aplicativo espião permaneça invisível tanto para o usuário quanto para antivírus convencionais;

Cookies de rastreamento (web trackers): identificadores que seguem a atividade do usuário entre diferentes domínios e plataformas na internet. São usados para construir perfis comportamentais profundos sem o consentimento explícito.

Keyloggers são ameaças invisíveis que monitoram tudo que é digitado pelo usuário (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Como funciona o spyware

O spyware pode infiltrar-se silenciosamente via anexos infectados, sites fraudulentos, softwares “gratuitos” ou redes Wi-Fi desprotegidas. Uma vez ativo, ele opera em segundo plano, garantindo privilégios de administrador para monitorar o sistema sem levantar suspeitas.

A ameaça cibernética captura dados sensíveis em tempo real, como senhas digitadas, históricos de navegação e capturas de tela contínuas. Essas informações são compactadas e transmitidas para servidores remotos, permitindo que criminosos explorem identidades e contas financeiras.

Para evitar a detecção, o aplicativo espião camufla-se como um processo legítimo do sistema operacional para dificultar a identificação por usuários leigos. Ele altera registros profundos para ser executado automaticamente a cada inicialização, resistindo a tentativas superficiais de desinstalação ou limpeza.

Além da espionagem, o spyware consome recursos de processamento, tornando o dispositivo lento e instável ao abrir brechas para outros ataques. Versões avançadas podem até assumir o controle físico de periféricos, transformando microfones e câmeras em ferramentas de vigilância ativa.

Como funciona um spyware (imagem: Reprodução/Keepnet)

É possível identificar um spyware?

Sim, dá para identificar um spyware por meio de uma combinação de ferramentas e análise comportamental do dispositivo. Estes são alguns métodos para verificar se o smartphone ou computador não está sendo vítima de crimes cibernéticos:

Desempenho fora do padrão: lentidão súbita, superaquecimento sem uso intenso e consumo excessivo de bateria ou dados costumam indicar processos ocultos em execução;

Comportamento de rede: picos de tráfego em horários de ociosidade e conexões com IPs desconhecidos sugerem que informações estão sendo enviadas a servidores externos;

Varreduras de segurança: antivírus modernos usam análise comportamental para identificar ameaças inéditas que ainda não possuem uma assinatura digital registrada em bancos de dados;

Auditoria de permissões: aplicativos que solicitam acesso desnecessário à câmera, microfone ou acessibilidade podem estar agindo como vetores de espionagem silenciosa;

Monitoramento de processos: ferramentas como Gerenciador de Tarefas revelam softwares que se camuflam com nomes de sistema para consumir CPU e memória;

Verificação de integridade: mudanças não autorizadas no DNS, na página inicial do navegador ou a presença de novos certificados de segurança indicam invasões de nível root.

O que fazer se eu localizar um spyware no meu dispositivo?

Ao identificar um app espião, é importante agir rápido e seguir os seguintes passos para proteger os dispositivos e os dados:

Isole o dispositivo: corte imediatamente conexões Wi-Fi e dados móveis para interromper o envio de informações em tempo real para os servidores do invasor;

Entre em Modo Seguro: reinicie o dispositivo em Modo Seguro para impedir que o app espião inicie automaticamente, facilitando a identificação e remoção de apps suspeitos;

Faça uma varredura profunda: use um antivírus confiável para escanear o armazenamento, movendo ameaças detectadas para quarentena e deletando arquivos maliciosos;

Redefina suas senhas: altere todas as credenciais de contas bancárias e e-mails usando um dispositivo seguro, ativando obrigatoriamente a autenticação de dois fatores (2FA);

Atualize o ecossistema: instale todos os patches pendentes do sistema operacional e de aplicativos para corrigir as vulnerabilidades que permitiram a invasão inicial;

Restaure o padrão de fábrica: use o reset total de fábrica somente como medida definitiva para eliminar ameaças cibernéticas persistentes que se escondem em pastas protegidas do sistema.

Formalize a ocorrência: registre um boletim de ocorrência online para se resguardar legalmente contra o uso indevido de sua identidade e dados roubados pelos criminosos.

Fazer varreduras com antivírus podem ajudar a encontrar ameaças que estão monitorando o dispositivo (imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Como se proteger contra spywares

Estas são algumas práticas que auxiliam na proteção contra aplicativos espiões:

Instale antivírus e antispyware confiáveis: use soluções de segurança que ofereçam proteção em tempo real e varreduras automáticas para detectar ameaças antes que se instalem;

Mantenha o sistema e apps atualizados: verifique regularmente as atualizações do sistema operacional e aplicativos para corrigir vulnerabilidades que servem de porta de entrada para invasores;

Ative a autenticação de dois fatores (2FA): proteja suas contas com camadas extras de verificação, impedindo o acesso indevido mesmo que as senhas principais sejam interceptadas;

Gerencie permissões e extensões do navegador: remova extensões desnecessárias e ajuste as configurações de privacidade para bloquear rastreadores e a coleta de dados de navegação;

Habilite o bloqueio de janelas pop-ups: configure o navegador para impedir anúncios intrusivos que podem executar downloads automáticos sem a autorização;

Priorize fontes de download oficiais: baixe aplicativos apenas em lojas oficiais ou sites de desenvolvedores verificados, evitando anexos de e-mails desconhecidos e links encurtados.

Qual é a diferença entre spyware e malware?

Spyware é um tipo específico de malware projetado exclusivamente para monitorar e coletar dados sensíveis, como senhas e hábitos de navegação. Sua principal característica é a operação silenciosa, focada no roubo de informações para fins de espionagem ou fraude financeira.

Malware é um termo genérico para qualquer software malicioso desenvolvido para infiltrar, danificar ou explorar sistemas, redes e dispositivos sem permissão. Ele engloba diversas ameaças, como vírus e ransomware, que se espalham por vulnerabilidades para causar destruição direta ou sequestro de dados.

Qual é a diferença entre spyware e stalkerware?

Spyware é um software malicioso infiltrado para coletar dados sensíveis, como senhas e informações bancárias, visando o lucro financeiro ou espionagem. Ele opera de forma oculta, sendo disseminado por meio de links corrompidos ou downloads de arquivos infectados para atingir o maior número de vítimas.

Stalkerware é uma variante invasiva instalada intencionalmente por alguém com acesso físico ao dispositivo para monitorar mensagens, localização e chamadas de uma vítima específica. Diferente de outras ameaças, ele é frequentemente comercializado como “aplicativo de controle parental” para camuflar o assédio e o controle interpessoal.
O que é spyware? Veja os tipos e o funcionamento dos apps espiões

O que é spyware? Veja os tipos e o funcionamento dos apps espiões
Fonte: Tecnoblog

Estúdio admite uso de IA após descoberta de jogador e pede desculpas

Estúdio admite uso de IA após descoberta de jogador e pede desculpas

Usuário apontou inconsistências visuais em objetos de Crimson Desert (imagem: divulgação)

Resumo

O estúdio Pearl Abyss admitiu o uso de IA em elementos visuais de Crimson Desert e pediu desculpas pelo erro.
A desenvolvedora iniciou uma auditoria para substituir conteúdos gerados por IA e prometeu atualizações futuras.
O uso de IA em jogos tem gerado polêmica e estúdios menores já destacam projetos sem IA para valorizar o trabalho manual.

Desde o lançamento na última quinta-feira (19/03), Crimson Desert tem chamado atenção pela qualidade gráfica. A recepção, porém, ganhou um ponto de tensão após um jogador identificar indícios de uso de inteligência artificial no jogo.

No Reddit, o usuário publicou evidências do que classificou como “estranho”, apontando inconsistências visuais em alguns objetos de arte no game. “Parece arte de IA de alguns anos atrás”, escreveu.

A repercussão levou o estúdio a se pronunciar oficialmente: a empresa confirmou o uso da tecnologia e pediu desculpas.

O que o estúdio explicou sobre o caso?

Found this AI Painting. byu/Rex_Spy inCrimsonDesert

Em comunicado, a desenvolvedora Pearl Abyss reconheceu que utilizou ferramentas de IA generativa na criação de alguns elementos visuais em fases iniciais do projeto. Segundo a empresa, esses conteúdos tinham caráter experimental e serviram para acelerar a definição de estilo e ambientação.

De acordo com o estúdio, os materiais gerados por IA deveriam ter sido substituídos após revisão das equipes de arte e desenvolvimento. Ainda assim, parte desse material acabou sendo incluída na versão final do jogo por engano. No Steam, Crimson Desert é vendido por R$ 349,99.

Além disso, a desenvolvedora afirma que a presença desses conteúdos não está alinhada aos seus padrões internos e assume responsabilidade pelo ocorrido. “Deveríamos ter divulgado claramente o nosso uso de IA”, escreve. “Pedimos sinceras desculpas por essas falhas”.

Imagem compartilhada pelo usuário mostra inconsistências (imagem: reprodução/Reddit/Rex_Spy)

Uso de IA tem sido comum

O uso de IA nos jogos virou um tema polêmico. Muitos estúdios menores, inclusive, passaram a destacar seus projetos como livres de IA, reforçando a valorização do trabalho manual.

Também não é o primeiro caso do tipo: no ano passado, uma polêmica muito parecida ocorreu em torno de The Alters, que usou IA para traduções e texto. Grandes empresas têm investido na tecnologia para otimizar processos, mas parte da comunidade e desenvolvedores independentes é contra.

No caso de Crimson Desert, a desenvolvedora informou que iniciou uma auditoria completa para identificar e substituir os conteúdos afetados. Atualizações com correções devem ser lançadas em patches futuros, enquanto processos internos passam por revisão para evitar episódios semelhantes.
Estúdio admite uso de IA após descoberta de jogador e pede desculpas

Estúdio admite uso de IA após descoberta de jogador e pede desculpas
Fonte: Tecnoblog

Ainda dá tempo: iPhone 17 Pro (512 GB) está com menor preço histórico

Ainda dá tempo: iPhone 17 Pro (512 GB) está com menor preço histórico

iPhone 17 Pro 512 GB
R$ 9.989,10

R$ 12.999,0023% OFF

Prós

Novo visual traseiro
Câmera frontal de 18 MP e traseiras de 48 MP
Tela Super Retina XDR com 120 Hz e brilho de até 3.000 nits
Processador A19 Pro promete maior desempenho
Carregamento com fio de 40 W

Contras

Sem suporte ao modo Noite e modo Retrato em conjunto

PIX
Cupom

MELHORPROMO
R$ 9.989,10  Mercado Livre

Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

WhatsApp
Telegram

O iPhone 17 Pro de 512 GB está saindo por R$ 9.989 no Pix com cupom MELHORPROMO no Mercado Livre, com o retorno de um desconto histórico de 23% sobre o valor original de R$ 12.999, e o menor preço já registrado.

O celular premium da Apple possui tela OLED de 6,3″ e 120 Hz, chip de ponta A19 Pro e kit principal de câmeras de 48 MP.

iPhone 17 Pro traz tela OLED de 120 Hz e chip A19 Pro

O iPhone 17 Pro vem equipado com um painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas, ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, oferecendo cores vivas, fluidez na rolagem da tela e visibilidade sob luz forte do Sol. O revestimento do vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra arranhões e pancadas.

Seu desempenho fica por conta do chip A19 Pro de 3 nanômetros e 12 GB de RAM, segundo a Apple, um kit sem paralelos entre a concorrência com 40% mais poder de processamento em relação à geração anterior. Os 512 GB de armazenamento oferecem espaço de sobra para guardar vídeos, fotos e arquivos.

O corpo de alumínio conta com o revestimento do vidro Ceramic Shield na traseira e a adição da certificação IP68, conferindo resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.

iPhone 17 Pro conta com câmeras wide, ultrawide e telefoto, todas de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A traseira do iPhone 17 Pro acomoda as câmeras principais, uma wide com OIS e uma ultrawide, voltadas à captura de cenas com grande campo de visão, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações, todas de 48 MP. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o smartphone na vertical.

Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC para ações por aproximação. A bateria resiste a 31 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, e suporta carregamento rápido de 0 a 50% em 20 minutos via USB-C, além do MagSafe.

O iPhone 17 Pro (512 GB) roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular premium da Apple está em oferta por R$ 9.989 no Pix com cupom MELHORPROMO no Mercado Livre, um abatimento recorde de 23% sobre o preço de lançamento.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Ainda dá tempo: iPhone 17 Pro (512 GB) está com menor preço histórico

Ainda dá tempo: iPhone 17 Pro (512 GB) está com menor preço histórico
Fonte: Tecnoblog

BTG Pactual sofre ataque hacker que teria desviado R$ 100 milhões

BTG Pactual sofre ataque hacker que teria desviado R$ 100 milhões

BTG Pactual sofre ataque hacker que teria desviado R$ 100 milhões (imagem: divulgação/BTG Pactual)

Resumo

O BTG Pactual suspendeu transferências via Pix após detectar uma invasão que teria desviado R$ 100 milhões.
O banco afirmou que contas de clientes não foram afetadas e recuperou parte do valor desviado.
As operações via Pix foram retomadas na manhã de segunda-feira (23/03).

O domingo (22/03) foi de tensão para os clientes do BTG Pactual e para o próprio banco. A instituição financeira se viu obrigada a suspender transações via Pix após constatar uma invasão aos seus sistemas. A ação hacker teria resultado em um desvio de cerca de R$ 100 milhões.

Ainda não está claro como o ataque hacker foi executado. Porém, fontes próximas ao BTG Pactual revelaram ao jornal O Globo que o Banco Central identificou indícios de atividade suspeita logo pela manhã de domingo e, por volta das 6:00, passou a avisar o banco sobre o problema.

Em reação, o BTG Pactual suspendeu as operações via Pix, de modo preventivo. As transações via Pix começaram a ser retomadas somente na manhã desta segunda-feira (23/03).

Embora a instituição não confirme, as fontes disseram ao O Globo que cerca de R$ 100 milhões teriam sido desviados do banco pelos invasores, com grande parte desse dinheiro tendo sido recuperada pouco tempo depois pelo BTG Pactual, restando a ser retomados algo entre R$ 20 milhões e R$ 40 milhões.

O montante supostamente desviado teria saído de um valor mantido pelo BTG Pactual junto ao Banco Central, não de contas de clientes, porém.

BTG Pactual diz que contas de clientes não foram afetadas (imagem: reprodução/BTG Pactual)

BTG Pactual afirma que contas de clientes não foram afetadas

Ao Tecnoblog, o BTG Pactual informou que não houve acesso indevido a nenhuma conta de cliente e que as operações com Pix começaram a ser retomadas, como já informado:

O BTG Pactual informa que iniciou o restabelecimento do serviço de PIX na manhã desta segunda-feira (23/03) após suspensão do serviço por medida preventiva no domingo (22/03).

A paralisação ocorreu após identificação de atividades atípicas que acionaram os sistemas de segurança na manhã do domingo. O BTG Pactual esclarece que não houve acesso a contas de clientes nem exposição de dados de correntistas.

O banco reforça, ainda, que a segurança das informações é prioridade e permanece disponível em caso de dúvidas em seus canais de atendimento.

O Tecnoblog também entrou em contato com o Banco Central. O texto será atualizado se o órgão der alguma declaração sobre o incidente.
BTG Pactual sofre ataque hacker que teria desviado R$ 100 milhões

BTG Pactual sofre ataque hacker que teria desviado R$ 100 milhões
Fonte: Tecnoblog