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Multa de até R$ 60 mil: Anatel aperta o cerco contra quem opera redes de celular piratas

Multa de até R$ 60 mil: Anatel aperta o cerco contra quem opera redes de celular piratas

Casos de ERB fake se concentram em São Paulo e Rio (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Anatel registrou oito ocorrências de ERBs falsas em 2025, segundo dados obtidos pelo Tecnoblog. Multas chegam a R$ 60 mil.
ERBs falsas operam na clandestinidade, enviando SMS fraudulentos usando tecnologia GSM, vulnerável por permitir conexões sem verificação de legitimidade.
Proteção contra ERBs falsas envolve desativar o GSM em smartphones, embora isso possa afetar a cobertura em áreas rurais; iPhones dependem de ação das operadoras.

A Anatel vem lidando com um problema que por ora parece localizado em São Paulo e Rio de Janeiro, mas que pode tirar o sono de muita gente: o golpe da ERB falsa. No ano passado, foram registradas seis ocorrências na capital paulista e duas na capital fluminense, segundo dados obtidos pelo Tecnoblog.

Num dos casos, o infrator recebeu R$ 60 mil em multas por causa da infração considerada “grave”. Em outro caso similar, a pessoa teve de pagar R$ 30 mil. Em um terceiro caso, a infratora foi condenada à prisão após a Anatel encaminhar o processo ao Judiciário. A pena posteriormente foi convertida em prestação de serviços.

Afinal, o que é uma ERB falsa e por que ela tem potencial de causar tanta dor de cabeça?

O que é uma ERB fake?

Equipamento cria rede de celular clandestina para disparo de SMSs golpistas (foto: divulgação/Anatel)

ERB é a sigla para Estação Rádio Base, segundo a nomenclatura utilizada pela agência reguladora. Em bom português, estamos falando das antenas e torres de telefonia celular ou, para ser ainda mais específico, os equipamentos que ficam nelas e são utilizados para a transmissão de voz e dados.

Tais equipamentos são operados pelas empresas de telefonia móvel, como Claro, TIM e Vivo, em frequências estabelecidas principalmente a partir de leilões realizados também pela Anatel. O 5G é o nosso exemplo mais recente, de 2021.

Seguindo essa lógica, uma ERB fake não faz parte do ecossistema das empresas de telefonia. Elas operam na clandestinidade e geralmente têm como objetivo o disparo de mensagens SMS fraudulentas. Os golpistas fingem ser bancos, empresas de crédito ou programas de pontos, entre outros, para enganar a vítima e fazê-la clicar num link malicioso.

Exemplo de mensagem SMS fraudulenta, provavelmente disparada por uma ERB fake (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Segundo a agência, foram oito apreensões durante o ano de 2025.

Uma tecnologia antiga e insegura

Nokia 3310 foi um dos primeiros aparelhos GSM vendidos no Brasil (foto: Masood Aslami/Pexels)

Para chegar neste resultado, o golpe da ERB falsa se vale de um padrão tecnológico que é um velho conhecido nosso. O GSM foi desenvolvido nos anos 1980 e inaugurou sua primeira rede em 1991, dando origem ao que chamamos de 2G.

Um de seus principais problemas? A criptografia, considerada bastante vulnerável nos tempos atuais. Outro: um aparelho pode se conectar a uma rede GSM sem verificar a legitimidade dela, um cuidado já existente nos padrões mais recentes (3G, 4G e 5G).

Considerando o contexto da época que a tecnologia foi desenvolvida, faz sentido: nos anos 80 e início dos 90 até mesmo a presença de mais de uma operadora além da estatal de telecomunicações era rara e a possibilidade de transmitir sinais sem fio por pessoas normais era quase nula, com a exceção de pessoas abastadas com telefones sem fio e celulares tijolão.

Software que opera a ERB falsa, testada por fiscais da Anatel (imagem: divulgação/Anatel)

Basta um ator malicioso (como um estelionatário) criar interferência na faixa do LTE (do 4G, mais moderna) para forçar o aparelho da vítima a trocar de frequência e ir para a rede GSM falsa. Depois de conectado, o telefone recebe mensagens sem que seja possível verificar sua legitimidade. A pessoa vai, clica, coloca seus dados e depois sofre as consequências disso.

Os técnicos da Anatel averiguaram que um aparelho de ERB falsa emite uma portadora LTE de 5 MHz nas faixas de 1.800 e 2.500 MHz (bandas 3 e 7 do 3GPP), continuamente saltando entre frequências para cobrir toda a faixa utilizada pelas operadoras legítimas e instruindo os aparelhos a conectar nas portadoras GSM criadas pela ERB fake.

Portadoras LTE e GSM de uma ERB fake (imagem: reprodução/Anatel)

Um golpe desse tipo deveria custar caro, não?

Não exatamente. Um criminoso não vai comprar um rádio GSM antigo, em parte porque são enormes e complicados, e em parte porque existem opções melhores. Por exemplo, um rádio programável por software, que atende pela sigla SDR, e que pode custar a partir de R$ 100. Ele permite receber qualquer coisa e qualquer protocolo nas frequências suportadas.

Parte de uma portadora LTE na faixa de 700 MHz, vista com um RTL-SDR (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Rádios SDR capazes de transmitir custam mais caro. Alguns exemplos de SDR capazes de transmitir sinais são o LimeSDR ou o HackRF, que pode custar apenas US$ 340 (cerca de R$ 1.780 em conversão direta). Dá para rodar neles softwares como OsmocomBB, Magma (desenvolvido pela Meta), GNU Radio ou OpenBTS (open-source) para criar uma “mini ERB” GSM (ou até mesmo LTE).

LimeSDR USB (imagem: divulgação/Lime Microsystems)

Não que os estelionatários realmente precisem se dar ao trabalho, já que soluções prontas também estão disponíveis, muitas vezes sendo vendidas sob a alcunha de “push indoor” ou “SMS geolocalizado”. Eles são capazes de disparar SMSs publicitários em um raio de cerca de 1 km. Se você já esteve em algum evento ou passou em frente a uma loja e recebeu um SMS publicitário relacionado, provavelmente foi um equipamento do tipo.

Que fique bem claro: o uso de tais dispositivos é ilegal e é passível de multa e prisão por violar a Lei Geral de Telecomunicações (LGT) de 1997, o Código Brasileiro de Telecomunicações (CBT) de 1962, e diversas resoluções da Anatel. Pelo menos uma pessoa foi multada pela Anatel, num caso de 2021 no interior de São Paulo. Ela foi posteriormente condenada à prisão por operar um sistema do tipo (mas teve sua pena convertida em prestação de serviços à comunidade).

Equipamento de “push indoor” à venda na OLX (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Como me proteger?

Depende do seu smartphone. Uma vez que a vulnerabilidade está presente em todo aparelho capaz de operar em GSM, a única mitigação possível é desativar o uso da rede GSM.

Smartphones rodando o sistema Android permitem desativar o GSM facilmente em versões mais recentes. Os celulares da Samsung, por exemplo, oferecem essa configuração desde a One UI 7. Basta ir em Config → Redes Móveis e desmarcar a opção “Permitir serviço 2G”. A Motorola incluiu a opção em produtos mais recentes, como o Signature, deste ano.

Opções para desativar redes 2G no Motorola Signature e na One UI 8 (imagens: Giovanni Santa Rosa e Thássius Veloso)

A situação é mais difícil no caso do iPhone, pois depende de uma ação das operadoras de telefonia. Elas precisam configurar seu perfil no aparelho da Apple para que não ocorra mais a conexão com redes GSM, o que não é feito no Brasil. Outra opção é ativar o Modo de Isolamento do iOS, mas isso é pouco prático, já que impõe uma série de restrições severas de uso.

Desativar o uso do GSM também pode prejudicar um pouco a cobertura de seu telefone, já que ele fica “restrito” a 3G, 4G e 5G. Isso tende a ser mais importante em áreas rurais com disponibilidade de rede muito precária, onde o 2G ainda faz alguma diferença.

Não custa lembrar: o GSM é uma tecnologia em desuso. As operadoras já pararam de instalar novas antenas e, no Brasil, a Vivo e a TIM decidiram até mesmo integrar suas redes. O eventual desligamento de redes GSM e 3G não resolve o problema: a vulnerabilidade está do lado dos smartphones, que continuam capazes de se conectar a redes GSM, mesmo que fraudulentas.
Multa de até R$ 60 mil: Anatel aperta o cerco contra quem opera redes de celular piratas

Multa de até R$ 60 mil: Anatel aperta o cerco contra quem opera redes de celular piratas
Fonte: Tecnoblog

TSMC decide privilegiar Apple e Nvidia no fornecimento de chips

TSMC decide privilegiar Apple e Nvidia no fornecimento de chips

TSMC fecha as portas para clientes menores (imagem: divulgação/TSMC)

Resumo

A TSMC reservou sua capacidade de fabricação de chips de 3 nm para a Apple e Nvidia, devido à alta demanda e restrições operacionais.
A decisão impacta a indústria global, com empresas como Intel e AMD recebendo menos chips, enquanto a Samsung busca preencher a lacuna.
Problemas adicionais, como a crise de hélio, agravam a situação, afetando lançamentos de gadgets e estratégias de produção.

A TSMC, empresa taiwanesa que controla cerca de 70% do mercado de fabricação de semicondutores, tomou uma decisão drástica: toda a sua capacidade de fabricação de chips de 3 nanômetros (nm) está agora reservada apenas para seus maiores clientes.

A medida reflete em toda a cadeia de suprimentos global, uma vez que a indústria não consegue absorver o ritmo acelerado de pedidos impulsionados pelo boom da inteligência artificial. O resultado será que grande parte das empresas de tecnologia ficará em uma fila de espera por tempo indeterminado.

Por que a TSMC atingiu o limite?

A resposta está na combinação entre uma demanda sem precedentes e restrições operacionais. O site DigiTimes revela que a TSMC precisou priorizar dois perfis essenciais de clientes: a infraestrutura pesada de IA e os “clientes fiéis” de longa data.

Nesse cenário, a maior parte da produção de 3 nm vai direto para a Apple e Nvidia, parceiras consistentes que exigem um volume gigantesco. O acesso privilegiado a essa tecnologia garante à dupla uma vantagem competitiva considerável em eficiência energética e poder de processamento contra as rivais.

Enquanto isso, gigantes como Intel e AMD receberão porções bem menores. A situação é tão aguda que a Broadcom, grande desenvolvedora de circuitos sob medida, soou o alerta de que a companhia taiwanesa atingiu seu limite, derrubando uma antiga crença do mercado de que a TSMC poderia expandir sua capacidade de produção quase indefinidamente.

Esse gargalo atinge em cheio os produtos do dia a dia. Com as linhas de montagem tomadas pelos “grandes”, o setor de eletrônicos de consumo enfrentará falta de espaço e estouro de orçamento. Consequentemente, o lançamento de novos gadgets e hardwares de ponta sofrerá com atrasos severos.

Para piorar, a crise esbarra em problemas de segurança globais. O TechSpot destacou recentemente um ataque de drones que eliminou um terço do suprimento global de hélio, um gás essencial para fabricar semicondutores.

Alta demanda por IA sobrecarregou as linhas de produção da companhia (imagem: divulgação/TSMC)

Rotas alternativas

Diante das portas fechadas na TSMC, o setor corre para repensar estratégias e evitar o cancelamento de lançamentos. A Samsung Foundry busca se aproveitar desse momento e surge como a principal rota de escape. Um acordo recente mostra que a Samsung e a AMD estão aprofundando uma parceria no desenvolvimento de memórias, abrindo caminho para a concorrente da Intel contornar parcialmente o bloqueio em Taiwan.

Iniciativas independentes também ganham força. Elon Musk, por exemplo, anunciou o projeto Terafab para tentar garantir de forma autônoma os chips de seus próprios ecossistemas de IA e robótica. Paralelamente, a própria Intel segue injetando capital para aumentar sua produção de silício na tentativa de atrair clientes órfãos da concorrente asiática.

Embora parte dos analistas estime que a restrição de oferta possa diminuir em um ou dois anos, não há nenhuma certeza de que a situação se normalizará caso a IA mantenha o seu agressivo ritmo atual de expansão.
TSMC decide privilegiar Apple e Nvidia no fornecimento de chips

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Fonte: Tecnoblog

Oferta imperdível: Galaxy A07 com 256 GB e 6 anos de atualizações do Android pelo menor preço

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Se você está buscando um celular barato para o dia a dia, mas com a promessa de que durará por vários anos, o Samsung Galaxy A07 é uma excelente proposta, com atualização do Android garantida por seis anos.

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Sobre o Galaxy A07 4G
Com visual que segue as normas de design mais recentes da Samsung, o Galaxy A07 traz como um dos seus principais destaques a tela: um display LCD de 6,7” com resolução HD+ e taxa de atualização de 90 Hz.O Samsung Galaxy A07 está disponível na Amazon por R$ 662. O custo-benefício é incrível e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. Para ver as outras 38 ofertas clique aqui. (atualizado em 31 de March de 2026, às 11:04)Clique aqui para ler mais

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Fonte: Tudocelular

Avatar: O Último Mestre do Ar tem data de estreia da 2ª temporada revelada pela Netflix

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A Netflix finalmente revelou quando a segunda temporada de Avatar: O Último Mestre do Ar chega ao catálogo. Um vídeo de bastidores divulgado recentemente antecipa mudanças importantes na trama, sem entregar todos os detalhes. A expectativa é de uma fase mais intensa e estratégica para os protagonistas.Depois dos acontecimentos da primeira temporada, Aang, Katara e Sokka retornam com uma missão ainda mais desafiadora. O grupo precisa convencer o Reino da Terra a se juntar à luta contra a Nação do Fogo, ampliando o conflito para novos territórios.

Um dos grandes destaques é a introdução de Toph Beifong, personagem muito aguardada pelos fãs. Conhecida por seu domínio impressionante da dobra de terra, ela deve desempenhar um papel central no desenvolvimento da história. A chegada da personagem também indica uma expansão das habilidades e dinâmicas dentro do grupo principal.Clique aqui para ler mais

Avatar: O Último Mestre do Ar tem data de estreia da 2ª temporada revelada pela Netflix
Fonte: Tudocelular

BAFTA e Google Play se unem para dar mais prestígio aos jogos de Android e iOS em 2026

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A BAFTA (British Academy of Film and Television Arts), uma das premiações mais conceituadas do mundo, firmou uma parceria importante com o Google Play para a edição de 2026 do BAFTA Games Awards.

O acordo terá duração de um ano e posiciona o Google Play como patrocinador principal do evento.A colaboração entre Google Play e BAFTA busca ampliar o alcance da premiação e fortalecer iniciativas voltadas ao desenvolvimento da indústria de jogos. Além da cerimônia, o projeto inclui suporte a programas educacionais e ações de formação profissional ao longo do ano.Clique aqui para ler mais

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Fonte: Tudocelular

Ray-Ban Scriber e Blazer: Meta trabalha em novos óculos inteligentes

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A Meta anunciou os seus modelos mais recentes de óculos em setembro, mas arquivos de certificação da FCC nos EUA indicam que ela já está trabalhando em novos óculos inteligentes chamados Ray-Ban Meta Scriber e Blazer. Ambos são referenciados como unidades de produção, o que indica o lançamento iminente.Começando pelo Ray-Ban Meta Blazer, ele é identificado pelo código RW7001 e deve ser lançado em dois tamanhos: padrão e grande para se adaptar aos diferentes tamanhos de rostos. Este modelo tem caixa de carregamento assim como o Ray-Ban Meta atual.O segundo modelo é o Ray-Ban Meta Scriber com código RW7002, mas sem revelar os tamanhos disponíveis. Ele também terá caixa de carregamento.Clique aqui para ler mais

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Fonte: Tudocelular

Roubo de 12 toneladas de KitKat vira guerra de memes entre estúdios de jogos

Roubo de 12 toneladas de KitKat vira guerra de memes entre estúdios de jogos

Um carregamento imenso de 12 toneladas de KitKat foi interceptado na Europa enquanto viajava da Itália para a Polônia. A Nestlé confirmou o incidente em um comunicado oficial, garantindo que o fornecimento global não seria afetado pelo crime inusitado. Rapidamente, a internet e estúdios de franquias como Hitman, Counter-Strike 2 e Among Us transformaram a notícia em um fenômeno viral repleto de piadas e referências internas.

Essa notícia do roubo de chocolate mobilizou diversas comunidades de jogadores que buscavam “culpados” entre personagens famosos. Desenvolvedoras e criadores de conteúdo aproveitaram o formato do comunicado corporativo para inserir seus universos na narrativa do assalto, mostrando a capacidade da indústria de reagir a eventos reais com agilidade. StrinovaA conta oficial do FPS tático com estilo anime agiu rápido para inocentar a personagem Michele do crime. Segundo a postagem, 12 toneladas de chocolate seriam demais até para o apetite voraz da garota por doces.Clique aqui para ler mais

Roubo de 12 toneladas de KitKat vira guerra de memes entre estúdios de jogos
Fonte: Tudocelular

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Huawei FreeArc possui design C-bridge e certificação IP57

Huawei FreeArc é vendido nas cores preto, verde e cinza imagem: (Divulgação/Huawei)

Os primeiros fones de ouvido open-ear da Huawei apresentam design denominado pela própria empresa como C-bridge, composto por uma curvatura em formato de “S” e de uma área que tem o formato de um triângulo de 140°.

Segundo a empresa, para o gadget ter essa aparência de um gancho, foram analisados mais de 10.000 formatos de orelhas. O corpo em liga de memória Ni-Ti promete envolver a orelha com firmeza. Portanto, o Huawei FreeArc tem a proposta clara de unir conforto, estabilidade e ergonomia.

A certificação IP57 possibilita a ele ser utilizado durante corridas, na academia e em outros esportes já que promete resistência a respingos (como suor), poeira e água. Já a conectividade de Bluetooth 5.2 assegura estabilidade de transmissão. Ainda há a promessa da Huawei de conexão de longo alcance de 400 metros.

Huawei FreeArc também utiliza silicone líquido para proporcionar conforto quando usado / (imagem: Divulgação/Huawei)

O wearable utiliza essa arquitetura mais aberta, que não cobre totalmente o canal auditivo, para permitir ao usuário ouvir o ambiente ao redor. Todavia, caso haja mudanças no ruído ambiente, o recurso de Cancelamento Ativo de Ruído (ANC) é ativado automaticamente através do microfone duplo integrado a cada fone.

A superfície tátil permite aos fones serem controlados através de simples toques para gerenciar músicas, ligações e volume. A bateria de 55 mAh do acessório entrega autonomia de 7 horas contínuas e de até 28 horas com o estojo totalmente carregado, de acordo com a fabricante.

O Huawei FreeArc suporta os codecs SBC e AAC e apresenta driver de 17 × 12 mm em cada fone. Você pode adquiri-los por R$ 629 em até 12x sem juros na Amazon.
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Fonte: Tecnoblog

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Motorola Edge 60 tem tela POLED de 120 Hz e 12 GB de RAM

O Motorola Edge 60 é um celular intermediário que se destaca pelo painel POLED de 6,7 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits, combinação que apresenta cores vibrantes, fluidez na rolagem e alta visibilidade mesmo sob luz forte. O revestimento do vidro Gorilla Glass 7i protege-o contra arranhões e quedas.

O hardware interno inclui o chip MediaTek Dimensity 7300 de 4 nanômetros e 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB, graças ao recurso RAM Boost. Esse kit fornece um alto desempenho em multitarefa e apps exigentes. Os 512 GB de armazenamento entregam espaço de sobra para guardar vídeos, fotos e arquivos.

Sobre conectividade, o gadget conversa com redes 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de 5.200 mAh é capaz de receber uma carga para um dia inteiro de uso em apenas 8 minutos conectada a uma tomada, graças ao carregamento rápido de 68 W.

Câmeras wide, ultrawide e frontal do Motorola Edge 60 possuem todas 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O kit de câmeras do Motorola Edge 60 impressiona, com todos os sensores sendo de 50 MP: há uma wide com estabilização óptica de imagem (OIS) e uma ultrawide, voltadas à captura de cenas com grande campo de visão e maior enquadramento, e uma frontal com alta resolução para tirar selfies.

A resistência do celular é assegurada: seu corpo de plástico recebe uma combinação das certificações IP68, IP69 e militar MIL-STD-810H. Juntas, oferecem proteção contra poeira, jatos d’água de alta pressão e mergulhos acidentais de até 1,5 m em água doce por no máximo 30 minutos, além de outras situações extremas.

O Motorola Edge 60 (512 GB) é compatível com Android 16 e deve receber mais duas atualizações do sistema operacional. O celular sai por R$ 1.849 no Pix com o cupom TADEGRACA na Amazom, um abatimento jamais visto de 49% sobre o valor original.
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Fonte: Tecnoblog