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Google fecha parceria com PM de SP para bloquear tela de celulares roubados

Google fecha parceria com PM de SP para bloquear tela de celulares roubados

Recursos de segurança chegam primeiro ao Brasil (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Resumo

Google fechou uma parceria com a PM de São Paulo para bloquear a tela de celulares Android roubados usando o número de telefone cadastrado.
O recurso pedirá senha, PIN ou padrão, como o usuário faria normalmente para desbloquear o celular.
As funções Bloqueio Remoto e Bloqueio de Detecção de Roubo virão ativadas por padrão em novos smartphoens Android configurados no Brasil.

O Google anunciou uma parceria com a Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) para que os policiais possam ajudar vítimas de roubo e furto a bloquear seus aparelhos Android, usando o número de telefone cadastrado.

Além disso, recursos de segurança do sistema operacional virão ativados por padrão, deixando de depender da iniciativa dos usuários. As medidas foram lançadas no evento Google For Brasil 2025, realizado em São Paulo (SP) nesta terça-feira (10/06).

Como a PM vai bloquear celulares?

Recursos de segurança virão ativados por padrão (imagem: divulgação)

Ao ter seu celular Android roubado ou furtado, a vítima poderá informar o número de telefone a um policial militar, que ativará remotamente o bloqueio de tela do aparelho.

A solução usa como base o Bloqueio Remoto do Android, lançado em 2024. Vale notar que a ferramenta apenas bloqueia a tela, podendo ser desbloqueada com senha, PIN ou padrão, como o usuário faria normalmente. Outro ponto importante é que o recurso precisa estar ativado antes do roubo e o aparelho precisa estar conectado à rede.

O Google explica que os policiais contarão com o app Google Localizador entre os aplicativos instalados em seus dispositivos. A PM paulista utiliza o Android Enterprise para gerenciar os smartphones em campo.

Recursos de segurança virão ativados por padrão

Além da parceria, o Google anunciou que novos celulares Android configurados no Brasil terão o já mencionado Bloqueio Remoto e o Bloqueio de Detecção de Roubo ativados por padrão. A medida passa a valer no segundo semestre, e o país será o primeiro a recebê-la.

Como um porta-voz da empresa comentou, era comum que os usuários descobrissem os recursos de segurança ou se lembrassem de ativá-los somente após serem vítimas de um crime. Com a mudança, isso deixará de ser um problema.

O Bloqueio de Detecção de Roubo identifica situações que indicam que alguém pegou o celular da mão do usuário e fugiu, bloqueando a tela imediatamente e impedindo acessos indevidos.
Google fecha parceria com PM de SP para bloquear tela de celulares roubados

Google fecha parceria com PM de SP para bloquear tela de celulares roubados
Fonte: Tecnoblog

O que é computação quântica? Entenda o funcionamento dessa tecnologia

O que é computação quântica? Entenda o funcionamento dessa tecnologia

Computador quântico tem alto poder de processamento (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A computação quântica é uma forma de processar informações que usa princípios da física quântica. Em vez de bits tradicionais, ela utiliza qubits, que podem representar vários estados ao mesmo tempo. Isso permite realizar certos cálculos de maneira muito mais rápida que um computador comum.

Essa tecnologia surgiu nos anos 1980, quando cientistas perceberam que os computadores tradicionais não conseguiam simular sistemas quânticos. A partir daí, começaram os estudos para criar máquinas baseadas em partículas subatômicas.

Grandes empresas já desenvolvem processadores quânticos capazes de executar tarefas específicas com alto desempenho.

Embora ainda esteja em fase inicial, a tecnologia quântica promete revolucionar áreas como inteligência artificial, segurança digital e pesquisas científicas. A seguir, entenda como tudo funciona na prática.

ÍndiceO que é computação quântica?Quando surgiu a computação quântica?Para que serve a computação quântica?Como funciona a computação quântica?Quais são os exemplos de aplicações da computação quântica?Quais empresas desenvolvem computadores quânticos?Qual é o futuro da computação quântica?Quais são as vantagens da computação quântica?Quais são as desvantagens da computação quântica?Qual é a diferença entre computação quântica e computação clássica?Qual é a diferença entre qubits e bits na computação quântica?

O que é computação quântica?

Computação quântica é um tipo de tecnologia que usa as leis da física quântica para processar informações. Diferente dos computadores comuns, que usam bits (0 ou 1), ela trabalha com qubits, que podem estar em vários estados ao mesmo tempo. Isso permite resolver certos problemas de forma muito mais rápida e eficiente.

A computação quântica representa uma nova forma de processar informações, diferente da lógica binária tradicional (Imagem: Growtika/Unsplash)

Quando surgiu a computação quântica?

A ideia da computação quântica surgiu no início dos anos 1980, quando o físico Richard Feynman apontou que os computadores tradicionais não eram eficientes para simular sistemas quânticos. Ele sugeriu que, para lidar com esses fenômenos, seria necessário um computador baseado nas próprias regras da mecânica quântica.

A partir dessa proposta, outros cientistas começaram a desenvolver os fundamentos teóricos da computação quântica. Na década de 1990, surgiram os primeiros algoritmos quânticos, como o de Shor, que mostrou o potencial da nova tecnologia para resolver problemas complexos, como a fatoração de grandes números.

Para que serve a computação quântica?

A computação quântica serve para resolver problemas muito difíceis ou demorados para os computadores tradicionais. Ela é especialmente útil em situações que exigem muitos cálculos ao mesmo tempo, como simular moléculas, prever cenários complexos ou encontrar a melhor solução entre milhares de possibilidades.

Com essa capacidade, a tecnologia pode ser aplicada em áreas como química, logística, inteligência artificial, segurança digital e finanças. O objetivo é acelerar processos, economizar recursos e permitir descobertas que hoje seriam inviáveis com os sistemas atuais.

Como funciona a computação quântica?

Diferente dos computadores tradicionais, que usam bits (0 ou 1) para representar informações, os computadores quânticos usam qubits. O qubit é especial porque pode estar em 0, 1 ou em ambos ao mesmo tempo, graças a um fenômeno chamado superposição.

Outro conceito importante é o entrelaçamento quântico. Quando dois qubits estão entrelaçados, o que acontece com um afeta o outro, mesmo que estejam longe. Essa conexão permite que os computadores quânticos façam cálculos de forma muito mais rápida e eficiente.

Para processar as informações, os computadores usam portas lógicas quânticas. Elas são comandos que mudam o estado dos qubits e são combinadas em circuitos para resolver problemas complexos como encontrar padrões, simular reações químicas ou otimizar grandes sistemas.

A performance de um computador quântico depende de fatores como o número de qubits, a taxa de erro e o tempo que eles conseguem manter seus estados. Existem diferentes tipos de arquitetura, como qubits feitos com supercondutores ou íons presos.

Tudo isso faz parte dos avanços na tecnologia da informação, que busca tornar esses computadores mais poderosos e acessíveis.

Quais são os exemplos de aplicações da computação quântica?

A computação quântica já é estudada para resolver desafios em áreas que exigem muitos cálculos e grandes volumes de dados. Alguns exemplos de uso desta tecnologia são:

Criptografia: pode quebrar sistemas de segurança atuais, como o RSA, mas também permite criar novas formas de proteção usando leis da física quântica, como a criptografia quântica, praticamente inviolável;

Segurança da informação: torna possível desenvolver redes de comunicação ultra seguras, com sistemas que detectam qualquer tentativa de espionagem ou interceptação dos dados;

Simulação de sistemas complexos: permite simular o comportamento de átomos e moléculas em detalhes, o que acelera o desenvolvimento de novos medicamentos, vacinas e materiais avançados;

Otimização: ajuda a encontrar a melhor solução em situações com muitas variáveis e possibilidades, como o planejamento de produção em fábricas ou a alocação de recursos em empresas;

Logística: pode calcular rotas de transporte mais rápidas e econômicas, otimizando entregas e reduzindo custos com combustível, tempo e pessoal;

Inteligência artificial (IA) quântica: melhora o desempenho de algoritmos de IA, tornando o aprendizado de máquina mais rápido e capaz de lidar com dados extremamente complexos.

Quais empresas desenvolvem computadores quânticos?

Diversas empresas de tecnologia já investem pesado no desenvolvimento de computadores quânticos, criando máquinas reais ou plataformas de acesso remoto para pesquisa e testes. Veja alguns dos principais nomes:

IBM: oferece acesso ao IBM Quantum, uma plataforma com computadores quânticos reais baseados em qubits supercondutores e ferramentas como o Qiskit para programadores;

Google: desenvolveu o Sycamore, processador que demonstrou a chamada “supremacia quântica” ao resolver um problema específico mais rápido que um supercomputador tradicional;

D-Wave: pioneira no uso do modelo de recozimento quântico (quantum annealing), ideal para problemas de otimização e simulações em empresas;

Microsoft (Azure Quantum): fornece um ambiente na nuvem que conecta usuários a diferentes tipos de hardware quântico, além de linguagens como Q# para desenvolvimento;

Amazon (Braket): plataforma que permite experimentar computadores quânticos de várias empresas por meio da nuvem da AWS.

Qual é o futuro da computação quântica?

A computação quântica deve se tornar mais acessível com o modelo “Quantum as a Service” (QaaS), que permite usar computadores quânticos pela internet, sem precisar de um equipamento próprio. Outra aposta é a criação da internet quântica, com redes de comunicação ultra seguras baseadas em entrelaçamento de qubits.

Setores como saúde, energia, finanças e logística devem ser transformados com essa tecnologia. Segundo a MIT Technology Review Brasil, empresas como a PsiQuantum já planejam sistemas comerciais antes de 2030, com potencial para acelerar pesquisas médicas, criar medicamentos personalizados e otimizar grandes sistemas de dados.

O mercado de trabalho também deve crescer, com novas oportunidades para quem se especializar em programação quântica, física ou engenharia.

Ao mesmo tempo, pesquisas buscam tornar computadores quânticos mais sustentáveis, com o uso de chips de vidro e técnicas de resfriamento mais eficientes para reduzir o alto consumo de energia dos sistemas atuais.

Fenômenos como o entrelaçamento quântico abrem caminho para avanços como a internet quântica, com comunicações ultra seguras, e novas formas de processamento distribuído (Imagem: Dynamic Wang/Unsplash)

Quais são as vantagens da computação quântica?

A principal vantagem da computação quântica é a capacidade de resolver problemas extremamente complexos de forma mais rápida do que os computadores tradicionais. Algumas das vantagens são:

Alta capacidade de processamento: permite realizar muitos cálculos ao mesmo tempo, graças à superposição e ao entrelaçamento dos qubits;

Soluções para problemas complexos: ideal para tarefas como simulações químicas, otimização e aprendizado de máquina;

Avanços em segurança da informação: possibilita criptografia quântica, com maior proteção contra ataques;

Inovação em áreas estratégicas: contribui para descobertas em saúde, energia, finanças e inteligência artificial;

Acesso via nuvem: com o modelo QaaS, é possível usar computadores quânticos sem infraestrutura própria.

Quais são as desvantagens da computação quântica?

Apesar do potencial, a computação quântica ainda enfrenta desafios importantes, como instabilidade dos qubits, alto custo e dificuldade para escalar a tecnologia. Algumas das principais desvantagens da tecnologia quântica são:

Fragilidade dos qubits: são sensíveis ao ambiente e perdem informações facilmente (decoerência);

Correção de erros complexa: exige muitos qubits extras para manter a confiabilidade;

Custo e infraestrutura: requer equipamentos caros e condições extremas, como resfriamento criogênico;

Escalabilidade limitada: ainda estamos longe de construir máquinas com milhões de qubits estáveis;

Falta de regulamentação: ainda não há normas claras sobre uso, segurança e ética na computação quântica.

Qual é a diferença entre computação quântica e computação clássica?

A computação quântica usa qubits, que podem assumir vários estados ao mesmo tempo e se conectar com outros qubits de forma especial. Isso permite resolver problemas muito complexos com mais rapidez, principalmente em áreas como simulações científicas, inteligência artificial e criptografia.

Já a computação clássica funciona com bits, que representam apenas um valor por vez: 0 ou 1. Ela é eficiente para tarefas do dia a dia, como navegar na internet ou editar documentos, mas tem limitações quando precisa lidar com grandes volumes de dados ou cálculos muito sofisticados.

Qual é a diferença entre qubits e bits na computação quântica?

O qubit é a unidade de informação da computação quântica. Ele pode representar 0, 1 ou os dois ao mesmo tempo, por causa da superposição. Além disso, pode se ligar a outros qubits por entrelaçamento, criando conexões que permitem cálculos muito mais complexos.

Já o bit é a unidade usada nos computadores tradicionais. Ele só pode assumir um valor por vez: 0 ou 1. É com essa lógica simples que os sistemas atuais processam dados, de forma sequencial e limitada em comparação ao potencial dos qubits.
O que é computação quântica? Entenda o funcionamento dessa tecnologia

O que é computação quântica? Entenda o funcionamento dessa tecnologia
Fonte: Tecnoblog

Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google

Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google

Lens será uma das formas para iniciar Pix (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Usuários de smartphones Android poderão usar a Carteira do Google para fazer pagamento via Pix com ajuda do Chrome, do Lens e do Circule para Pesquisar.

Os anúncios foram feitos no evento Google For Brasil 2025, realizado em São Paulo (SP) nesta terça-feira (10/06). As modalidades se juntam ao Pix por Aproximação e às transferências usando chaves e QR Code.

Pix no Chrome para lojas online

Uma das novidades para o Pix na Carteira do Google é o pagamento de compras feitas pela internet dentro do navegador Chrome para Android.

Lojas online poderão integrar seus sistemas para facilitar os pagamentos. Dessa forma, ao clicar no botão para copiar o código Pix, o Android pode acessar rapidamente a Carteira do Google para fazer o pagamento, usando o dinheiro de uma das contas cadastradas.

Lojas terão integração com Pix na Carteira do Google (imagem: divulgação)

Um porta-voz do Google mencionou alguns varejistas que farão parte desse ecossistema já no lançamento: Amazon, Americanas, Magalu, Droga Raia e Drogarias Pacheco, entre outros.

Pix no Lens e no Circule para Pesquisar

Além do navegador, haverá mais formas de iniciar um Pix na Carteira do Android, usando o Google Lens e o Circule para Pesquisar.

Ao usar o Lens e apontar a câmera para um QR Code de Pix, o aplicativo reconhece a chave e exibe um botão para iniciar a transferência. O usuário, então, só precisa digitar valor, conferir dados e confirmar a operação. Este recurso será liberado para todos os aparelhos com Android 9 ou superior.

Google Lens vai identificar QR Code de chave Pix (imagem: divulgação)

Outra possibilidade é usar o Circule para Pesquisar, recurso baseado em inteligência artificial para fazer buscas a partir de elementos da tela do Android. A ferramenta poderá identificar chaves Pix presentes em mensagens, sites ou o que estiver aberto e iniciar a transferência.

Chaves Pix em mensagens, documentos e outros lugares serão localizadas pelo Circule para Pesquisar (imagem: divulgação)

Senha extra para mais segurança

Por fim, o Google também anunciou um PIN extra para dar mais proteção ao Pix na Carteira. Ao ser ativado, o usuário define uma senha de quatro dígitos numéricos. A partir de então, esta combinação será necessária para concluir transferências, mesmo após as camadas tradicionais de autenticação.

Carteira do Google poderá ter senha extra (imagem: divulgação)
Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google

Android ganha novas opções para fazer Pix usando Carteira do Google
Fonte: Tecnoblog

Menos de mil reais: Moto G35 (256 GB) tem 45% OFF no Magalu

Menos de mil reais: Moto G35 (256 GB) tem 45% OFF no Magalu

Moto G35 256 GB
R$ 944,10

R$ 1.69944% OFF

Prós

Câmera principal com IA
Taxa de atualização 120 Hz
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Contras

Única atualização de sistema
RAM original de apenas 4 GB

PIX
Cupom

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Eis a dica: o Moto G35 5G está por menos de mil reais em promoção no Magalu. O celular Motorola teve preço de lançamento de R$ 1.699, mas na oferta pode ser adquirido por R$ 944 no Pix usando o cupom TEL150. Com uma proposta de ter valor mais acessível, traz câmera com IA e tela considerada grande.

Moto G35 possui tela LCD e câmera principal de 50 MP

Tela do Moto G35 tem 6,7 polegadas e resolução Full HD+ (Imagem: Divulgação / Motorola)

O Moto G35 é ideal para quem gosta de celular com tela grande. Já que o display IPS LCD tem 6,7 polegadas e resolução Full HD+, proporcionando imagens nítidas aos conteúdos.

O smartphone acompanha taxa de atualização de 120 Hz, o que é excelente para uma experiência gráfica fluida e brilho máximo de 1.000 nits, uma taxa suficiente e que opera bem em ambientes iluminados sem causar reflexos na tela.

O celular da Motorola possui um par de câmera traseira. O sensor principal de 50 MP tem suporte de IA e tecnologia Quad Pixel, capaz de registros bem definidos e ricos em detalhes devido ao zoom digital 6x. A outra lente é uma ultrawide de 8 MP com ângulo de visão 120° para enquadrar fotos com mais informações. Na frente, leva selfie de 16 MP com resolução Full HD.

Moto G35 promete boa performance devido ao recurso de RAM Boost Inteligente (Imagem: Divulgação/Motorola)

Em termos de processamento e memória, o Moto G35 foi desenvolvido com o Unisoc T760, processador octa-core com 2,2 GHz de velocidade. Já a memória RAM inicial é de 4 GB, mas recebe 8GB de RAM Boost. O reforço adicional entra para otimizar o desempenho entre os aplicativos e também rodar jogos com maior velocidade.

Segundo a Motorola, a bateria de 5.000 mAh que o celular carrega é capaz de durar mais de 24h com uma única recarga. Na parte de software, o sistema Android 14 recebe apenas uma grande atualização para o Android 15.

O Moto G35 na cor cinza em promoção por R$ 944 no Pix com o cupom TEL150 tem suporte a rede móvel 5G, NFC para pagamentos por aproximação e compatibilidade com Wi-Fi 5.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Menos de mil reais: Moto G35 (256 GB) tem 45% OFF no Magalu

Menos de mil reais: Moto G35 (256 GB) tem 45% OFF no Magalu
Fonte: Tecnoblog

O que é streaming? Entenda como funciona a tecnologia e conheça as principais plataformas

O que é streaming? Entenda como funciona a tecnologia e conheça as principais plataformas

Serviços de streaming de vídeo ficaram populares pelos catálogos com filmes, séries e programas de TV (Imagem: Shutter Speed/Unsplash)Streaming é a tecnologia de transmissão ou recepção contínua de dados via internet. A tecnologia permite que usuários acessem a diferentes tipos de conteúdos alocados nos servidores das plataformas de serviço.Existem três tipos de streaming: de vídeo, de áudio ou de jogos. E a reprodução de conteúdos acontece sob demanda ou em tempo real (como no caso de live streaming).A tecnologia de streaming serve para acessar a conteúdos da internet de maneira simplificada, sem a necessidade de downloads locais nos dispositivos.A seguir, entenda o que é streaming, veja como a tecnologia funciona, e confira as principais plataformas do mercado.ÍndiceO que é streaming?Qual é o significado de streaming?Para que serve o streaming?Como funciona o streamingConsigo usar streaming sem internet?Preciso pagar para usar streaming?Quais são os tipos de streaming?Quais são as principais plataformas de streaming?Quais são os principais benefícios do streaming?Quais são as principais limitações do streaming?Qual é a diferença entre streaming e live streaming?O que é streaming?Streaming é uma tecnologia de transmissão ou recepção contínua de dados via internet, de um servidor para o usuário. Essa tecnologia permite que dispositivos (como smartphones, PCs, smart TVs, entre outros) possam acessar vídeos, músicas, jogos e outros tipos de conteúdo em tempo real ou sob demanda.Qual é o significado de streaming?O termo “streaming” é derivado da expressão em inglês “stream”, que significa “fluxo contínuo”. No âmbito tecnológico, a palavra se refere à transmissão contínua de dados via internet, a exemplo de conteúdos em vídeos, áudios e games.Para que serve o streaming?O streaming tem a função de transmitir ou receber dados de forma contínua pela internet. Do ponto de vista do usuário (receptor), o streaming é a tecnologia necessária para assistir a filmes ou jogar online, sem a necessidade de baixar os conteúdos no dispositivo.Já do ponto de vista dos prestadores de serviços ou criadores de conteúdos, o streaming consiste no meio necessário para que os dados armazenados nos servidores sejam disponibilizados aos usuários, seja no modelo sob demanda ou em tempo real.Como funciona o streamingO funcionamento do streaming se baseia na tecnologia de cloud computing, em que as empresas armazenam seus conteúdos (em áudio, vídeo, entre outros formatos) na nuvem para disponibilização sob demanda. Em casos de live streaming, os sinais do streamer são enviados para os servidores, e então são distribuídos em tempo real.Os usuários então conectam seus dispositivos à internet e acessam as plataformas de streaming, seja via software de aplicação (apps) ou plataforma web. Alguns serviços podem ser utilizados de forma gratuita e sem a necessidade de login, mas a maioria das plataformas exige uma conta e assinatura paga para uso.Se a conta tiver as permissões necessárias, a plataforma vai receber os dados dos servidores para reproduzir os conteúdos. E vale destacar que a qualidade dos serviços de streaming pode variar, de acordo com a velocidade da internet, configuração de dados móveis, taxa de bits, e limitações das próprias plataformas.Consigo usar streaming sem internet?Não. A tecnologia de streaming necessita que dispositivos estejam conectados à internet para receber os dados dos servidores e acessar aos conteúdos. Logo, os processos de transmissão e recepção de informações só ocorrem em ambiente online.Alguns serviços de streaming permitem uso offline, desde que os conteúdos sejam baixados previamente. Mas nesses casos, não há transmissão de dados em tempo real, e ocorre apenas a reprodução de dados armazenados localmente.Preciso pagar para usar streaming?Não necessariamente. YouTube e Spotify são exemplos de serviços de streaming gratuitos, que podem ser utilizados (com limitações) sem uma assinatura. Contudo, a maioria das plataformas de streaming costumam exigir assinaturas pagas para acessos ilimitados aos conteúdos e experiência completa dos serviços.Quais são os tipos de streaming?A tecnologia de streaming pode envolver diferentes finalidades, mas inclui três tipos de transmissão de dados:Streaming de vídeo: serviços que disponibilizam acesso a filmes, séries, documentários e vídeos sob demanda ou em formato live streaming (transmissão em tempo real);Streaming de áudio: tipo de streaming que oferece acesso a músicas e audiolivros (sob demanda) ou conteúdos em tempo real (como podcasts, rádios, entre outros);Streaming de jogos: serviço de jogos via streaming, que fazem com que consoles, PCs, TVs e smartphones rodem jogos diretamente da nuvem. Apps de streamings estão disponíveis para diversos aparelhos, incluindo smart TVs (Imagem: Oscar Nord/Unsplash)Quais são as principais plataformas de streaming?Há diversos serviços de streaming voltados para vídeo, áudio ou jogos, dos quais a maioria exige uma assinatura paga. As principais plataformas de streaming abrangem:Netflix: plataforma paga focada em filmes, séries e documentários, além de oferecer jogos em dispositivos móveis;Amazon Prime Video: serviço mediante assinatura da Amazon, que oferece um amplo catálogo de filmes, séries originais, canais adicionais e eventos em tempo real;Disney+: streaming pago da Disney, com foco em filmes, séries e documentários do conglomerado;HBO Max: serviço pago da Warner Bros. Discovery, que disponibiliza filmes, séries originais e documentários;Apple TV+: plataforma de streaming da Apple mediante assinatura, focada em filmes e séries originais, e com disponibilidade de eventos ao vivo;Globoplay: serviço da Rede Globo com planos pagos e conteúdos gratuitos, que inclui um catálogo de filmes, séries, programas de TV, e transmissões ao vivo do conglomerado;Mubi: plataforma paga da Mubi com enfoque em clássicos do cinema e em filmes aclamados pela crítica;YouTube: serviço do Google de uso gratuito ou pago, que inclui vídeos de entretenimento, videoclipes, músicas, podcasts, live streaming, aluguel de filmes, entre outros conteúdos audiovisuais;Spotify: plataforma de streaming de áudio com planos gratuitos ou pagos, que reúne ampla biblioteca de músicas, audiolivros, podcasts e rádios;Deezer: plataforma de áudio com catálogo recheado de músicas e podcasts, e que pode ser usada gratuitamente ou por meio de assinatura;Tidal: serviço pago da Block focado em músicas, mas que também inclui videoclipes e conteúdos exclusivos de artistas;Amazon Music: serviço de streaming de áudio mediante assinatura da Amazon, que inclui músicas, podcasts e outros áudios em seu catálogo;Apple Music: plataforma de streaming de áudio da Apple mediante assinatura, que contém músicas, rádios, entrevistas e conteúdos exclusivos;Xbox Cloud Gaming (xCloud): serviço pago de jogos em nuvem da Microsoft, com amplo catálogo de games e títulos rotativos;GeForce Now: serviço de streaming de jogos da Nvidia, que inclui planos gratuitos ou pagos, e que permite rodar jogos já adquiridos diretamente na nuvem;Amazon Luna: plataforma de jogos via nuvem mediante assinatura da Amazon, que inclui games do catálogo e títulos por assinatura;Twitch: serviço focado em transmissão de conteúdo em tempo real, que pode ser usado gratuitamente ou com uma assinatura paga;Kick: plataforma focada em live streaming, com opções de uso gratuitas ou pagas.Quais são os principais benefícios do streaming?A tecnologia de streaming inclui diversos benefícios de uso, principalmente em questões de praticidade e recursos de reprodução de conteúdos. As principais vantagens do streaming incluem:Bibliotecas amplas de conteúdo: o universo de streaming reúne uma grande quantidade de conteúdos disponíveis para os usuários;Economia de armazenamento local: o streaming é baseado em conteúdos armazenados em servidores, de modo com que usuários não precisem baixar os conteúdos nos dispositivos;Autonomia de uso: o streaming permite que usuários utilizem as plataformas via app ou plataforma web, bastando uma conexão com internet;Recurso de pausar e voltar: é possível pausar ou voltar a reprodução, seja em conteúdos sob demanda ou em live streaming;Disponibilidade em múltiplos aparelhos: usuários podem acessar plataformas de streaming de diversos dispositivos, como smartphone, computador, videogames, tablets, entre outros aparelhos;Recomendações com base em preferências: plataformas de streaming costumam recomendar conteúdos com base nas preferências e visualizações dos usuários.Quais são as principais limitações do streaming?O streaming apresenta limitações de uso especialmente ligadas à conexão com internet e planos para uso. Dentre as desvantagens da tecnologia, estão:Dependência de internet: o uso de serviços de streaming é dependente de conexão com internet, e do bom funcionamento dos servidores das empresas de streaming;Alto consumo de dados: a transmissão contínua de dados consome grande quantidade de dados de internet, aumentando consideravelmente o uso dos dados móveis;Conteúdos muito diluídos: devido a questões de direitos de licenciamento, conteúdos costumam ser disponibilizados em múltiplas plataformas, o que pode exigir assinaturas em vários serviços;Exigência de assinaturas: a maioria dos serviços de streaming exige planos pagos para uso ou para uma experiência completa.Qual é a diferença entre streaming e live streaming?Streaming é uma tecnologia de consumo responsável pela transmissão contínua de dados via internet. Quando conectados à internet, dispositivos eletrônicos podem usar o streaming para acessar plataformas de vídeo, áudio ou jogos, seja no formato sob demanda (como Netflix) ou em tempo real (a exemplo da Twitch).Já live streaming é um tipo específico de streaming, em que a transmissão contínua de dados via conexão com a internet ocorre em tempo real. Em outras palavras, trata-se da transmissão ou recepção de dados de eventos ocorrendo naquele exato momento, como um jogo de futebol ou lives de criadores de conteúdo.Em suma: nem todo formato de streaming é uma live streaming, mas toda live streaming se caracteriza como streaming.O que é streaming? Entenda como funciona a tecnologia e conheça as principais plataformas

O que é streaming? Entenda como funciona a tecnologia e conheça as principais plataformas
Fonte: Tecnoblog

O Android 16 chegou

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Confira notificações mais úteis e simplificadas, ferramentas de multitarefa para manter seu fluxo, suporte aprimorado para aparelhos auditivos e muito mais.

O Android 16 chegou
Fonte: Google

Fim da linha: Macs e MacBooks Intel perderão suporte a novas versões do macOS em 2027

Fim da linha: Macs e MacBooks Intel perderão suporte a novas versões do macOS em 2027

A Apple anunciou diversas novidades no evento WWDC 2025 ontem (10), mas nem todas foram positivas, principalmente se você tiver um Mac ou MacBook com chip Intel. Segundo a fabricante, estes modelos não receberão mais atualizações em 2027, encerrando o ciclo de suporte oficial a novas versões do macOS.Isto significa que o macOS 26 Tahoe será a última atualização lançada para Macs e MacBooks com chips Intel. Segundo a Apple, a próxima versão do seu sistema operacional para computadores exigirá que o dispositivo tenha pelo menos um chip Silicon M1.Entretanto, vale dizer que a Apple continuará lançando atualizações de segurança para Macs com Intel, mas elas não incluirão novas funcionalidades, apenas correções para brechas que podem permitir a invasão por hackers.Clique aqui para ler mais

Fim da linha: Macs e MacBooks Intel perderão suporte a novas versões do macOS em 2027
Fonte: Tudocelular

Google for Brasil: Busca recebe compra de ingressos de futebol e PIX é integrado ao Chrome

Google for Brasil: Busca recebe compra de ingressos de futebol e PIX é integrado ao Chrome

No Google for Brasil 2025, principal evento da companhia para o país, a gigante das buscas anunciou diversas novidades para a Busca pensadas para o público brasileiro. Além da integração com apps de entrega, a pesquisa agora permitirá a compra de passagens de ônibus e ingressos de jogos de futebol, com detalhes completos. Mais do que isso, a empresa também deu atenção ao PIX, integrando o método de pagamento ao Chrome, Lens e Circule para Pesquisar.Compra de passagens e ingressos na BuscaA primeira grande novidade adicionada à Busca no Brasil é a possibilidade de comprar passagens de ônibus para viagem — o meio de transporte é extremamente popular por aqui, e levanta um grande volume de pesquisas no Google. Para oferecer o recurso, a empresa fechou uma parceria com a Distribusion Technologies, que “colabora com mais de 140 companhias de ônibus globalmente”.A partir disso, os usuários poderão adquirir os tíquetes diretamente da Busca, tendo acesso a um grande nível de detalhes. Além do tipo de assento, o Google informará a presença de tomadas para recarga de dispositivos, Wi-Fi e outros recursos adicionais dos veículos, em um processo que chega a lembrar a compra de passagens aéreas.Clique aqui para ler mais

Google for Brasil: Busca recebe compra de ingressos de futebol e PIX é integrado ao Chrome
Fonte: Tudocelular