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Galaxy Buds Core tem 38% de desconto com cupom no Mercado Livre

Galaxy Buds Core tem 38% de desconto com cupom no Mercado Livre

Galaxy Buds Core
R$ 214,64

R$ 349,0038% OFF

Prós

Cancelamento ativo de ruído (ANC)
Bateria para até 35 horas de áudio
Proteção IP54 contra água e poeira
Design ergonômico
Bluetooth 5.4

Contras

Não possui áudio 360
Sem suporte a assistente Bixby

PIX
Cupom

APROVEITAESSA
R$ 214,64  Mercado Livre

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O Galaxy Buds Core está saindo por apenas R$ 214,64 no Pix com o cupom APROVEITAESSA no Mercado Livre. A redução é de 38% em relação ao preço de lançamento de R$ 349. E os fones são o modelo mais barato da Samsung atualmente, se destacando pelo ANC, integração com a linha Galaxy e, claro, preço baratinho.

Galaxy Buds Core é fone Samsung barato com ANC

Samsung Galaxy Buds Core (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Não dá pra esperar que o Galaxy Buds Core entregue o cancelamento ativo de ruído (ANC) mais avançado do mercado, mas a mera presença do recurso em um fone tão barato já é um grande destaque. Assim, interrupções do ambiente já devem ser reduzidas, proporcionando tanto maior imersão sonora quanto conforto em áreas urbanas barulhentas.

Ainda em imersão, esses fones são a opção ideal para quem já está integrado com demais dispositivos da linha Galaxy mas, que por uma limitação de orçamento, não pode investir em um Galaxy Buds 3, por exemplo. Funcionalidades como modo intérprete do Galaxy AI já estão disponíveis, o que já torna a experiência bem mais completa.

Além disso, outras características da ficha técnica também destacam seu custo-benefício. Em especial, a presença da proteção IP54 contra água e poeira, que indica maior resistência contra água e poeira. E consequentemente, contra eventuais acidentes — quem nunca, não é mesmo?

Galaxy Buds Core (imagem: divulgação/Samsung)

Já a bateria promete autonomia de até 20 horas com o ANC ligado segundo a Samsung, o que é já um tempo razoável para alguns dias de uso a depender da sua rotina. E desligar o cancelamento de ruído eventualmente pode deixar esse número até mais próximo das 35 horas prometidas com a função desligada.

Com o cupom APROVEITAESSA no Mercado Livre, Galaxy Buds Core baixa de preço e sai por R$ 214,64 no Pix. Um valor bem interessante para os fones custo-benefício da Samsung.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Galaxy Buds Core tem 38% de desconto com cupom no Mercado Livre

Galaxy Buds Core tem 38% de desconto com cupom no Mercado Livre
Fonte: Tecnoblog

Motorola Edge 60 Pro (512 GB) cai 33% em oferta com cupom no Mercado Livre

Motorola Edge 60 Pro (512 GB) cai 33% em oferta com cupom no Mercado Livre

Motorola Edge 60 Pro 5G 512 GB
R$ 3.365,10

R$ 4.999,0033% OFF

Prós

Memória RAM expansível até 24 GB
Tela POLED de 6,7″ com taxa de 120 Hz e brilho de 4.500 nits
Câmeras com resolução de 50 megapixels
Bateria de 6.000 mAh com carregamento de 90 W
Certificação IP68, IP69 e militar MIL-STD-810H

Contras

Recebe atualizações apenas por mais dois anos

PIX
Cupom

APROVEITAESSA
R$ 3.365,10  Mercado Livre

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O Motorola Edge 60 Pro (512 GB) está disponível por R$ 3.365 no Pix com o cupom APROVEITAESSA no Mercado Livre. O valor representa uma redução de 33% sobre o preço original de R$ 4.999 anunciado em abril de 2025. O smartphone premium entrega desempenho sólido, brilho forte e bateria grande.

Edge 60 Pro tem até 24 GB de RAM e tela POLED de 4.500 nits

Motorola Edge 60 Pro conta com várias funcionalidades da Moto AI (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O dispositivo da Motorola vem equipado pelo processador Mediatek Dimensity 8350 Extreme (com CPU octa-core de até 3.35 GHz) e 12 GB de RAM física expansível até 24 GB através do recurso RAM Boost. A configuração entrega performance de alto nível para jogos, apps exigentes e aplicação multitarefa. O armazenamento UFS 4.0 garante a leitura rápida de dados.

A tela POLED de 6,7 polegadas atinge um brilho potente de 4.500 nits, um dos maiores comparado a concorrentes do segmento premium e que não vai oferecer dificuldades de leitura mesmo debaixo de sol forte. As imagens são exibidas em resolução 1.5 K (1.220 x 2.712 pixels) e a taxa de 120 Hz garante fluidez a navegação.

O Motorola Edge 60 Pro traz uma bateria grande de 6.000 mAh que segundo a Motorola, oferece autonomia para até 45 horas de duração. Além de proporcionar carga tranquilamente para mais de um dia, possui suporte a carregamento com fio de 90 W que repõe a energia de forma rápida.

Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O conjunto traseiro de câmeras apresenta um sensor principal de 50 MP, lente ultrawide de 50 MP para fotografias com maiores enquadramentos e teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x para possibilitar a aproximação de objetos distantes. A câmera frontal de 50 MP, assim como as outras, grava vídeos em 4K.

O dispositivo suporta redes 5G, NFC para pagamentos por aproximação e tecnologia Wi-Fi 6E. Em termos de construção, traz um acabamento traseiro de polímero de silicone e na parte frontal utiliza o vidro Gorilla Glass 7i para proteção contra quedas acidentais.

O Motorola Edge 60 Pro (512 GB) em oferta por R$ 3.365 no Pix com o cupom APROVEITAESSA ainda acumula certificações IP68, IP69 e militar MIL-STD-810H assegurando vedação contra a entrada de poeira, água e outras circunstânica.
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Motorola Edge 60 Pro (512 GB) cai 33% em oferta com cupom no Mercado Livre
Fonte: Tecnoblog

Voltou: Galaxy Z Flip 7 FE tem 56% OFF em promoção imbatível

Voltou: Galaxy Z Flip 7 FE tem 56% OFF em promoção imbatível

Galaxy Z Flip 7 FE 5G 128 GB
R$ 2.969,10

R$ 6.699,0056% OFF

Prós

Construção reforçada com Gorilla Glass Victus 2
Tela interna AMOLED Dinâmico 2x e taxa de 120 Hz
Mesmo conjunto de câmeras do Flip 7, com principal de 50 MP e OIS
Sete anos de atualizações de sistema Android

Contras

Sem possibilidade de expansão via cartão microSD
Painel externo com taxa de 60 Hz
Processador inferior ao Flip 7

PIX
Cupom

FLIP1000
R$ 2.969,10  Magazine Luiza

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O Galaxy Z Flip 7 FE de 128 GB voltou a cair para apenas R$ 2.969,10 no Pix com o cupom FLIP1000 no Magazine Luiza. A oferta, que já tinha aparecido e acabado logo em seguida há alguns dias, volta a reduzir o preço inicial (R$ 6.699) do celular dobrável e com bom desempenho em 56%.

Galaxy Z Flip 7 FE tem AMOLED dobrável de 6,7″

A tela interna de 6,7 polegadas exibe imagens em resolução Full HD+ com tecnologia Dynamic AMOLED 2X. O painel atinge brilho de 2.600 nits, facilitando a visualização sob luz solar direta. Já o display externo de 3,4″ é uma Super AMOLED ideal para gerenciar widgets e mensagens.

Ambas as superfícies contam com proteção Gorilla Glass Victus 2 contra riscos. Além disso, a estrutura do smartphone é reforçada com certificação IP48 para proteção contra respingos de água e poeira, ajudando a evitar eventuais danos ao celular Samsung dobrável.

O processador Exynos 2400 de dez núcleos garante alto desempenho em multitarefa. A GPU Xclipse 940 processa gráficos complexos com fluidez em jogos recentes. E a arquitetura de 4 nanômetros otimiza o consumo energético durante o uso intenso do aparelho.

Galaxy Z Flip 7 FE fechado(imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Falando em energia, o Galaxy Z Flip 7 FE conta com uma bateria de 4.000 mAh compatível com carregamento rápido de 25 W na tomada. No jogo de câmeras, são duas lentes traseiras, sendo a principal delas de 50 megapixels, oferecendo boa qualidade para fotos e vídeos. A lente secundária é uma ultrawide de 12 MP para captura de cenários amplos.

Por fim, o celular promete ser atualizado até o Android 23, e portando ainda deve oferecer um bom tempo de uso e custo-benefício. Lembrando que, na oferta do Magalu, o Galaxy Z Flip 7 FE 5G de 128 GB custa apenas R$ 2.969,10 no Pix com o cupom FLIP1000.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Voltou: Galaxy Z Flip 7 FE tem 56% OFF em promoção imbatível

Voltou: Galaxy Z Flip 7 FE tem 56% OFF em promoção imbatível
Fonte: Tecnoblog

Galaxy Watch 7 atinge 64% OFF na melhor oferta dos últimos meses no Magalu

Galaxy Watch 7 atinge 64% OFF na melhor oferta dos últimos meses no Magalu

Galaxy Watch 7 BT 40 mm
R$ 899,10

R$ 2.499,0064% OFF

Prós

Tela Super AMOLED com Cristal de Safira
Sensores com suporte ao Galaxy AI
32 GB de armazenamento com 2 GB de RAM
Certificação IP68 e padrão militar MIL-STD-810H

Contras

Não é compatível com iPhone
Autonomia limitada com uso intenso
Maior dependência do celular que a versão LTE

PIX
Cupom

INFLU100
R$ 899,10  Magazine Luiza

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O Galaxy Watch 7 BT de 40 mm está com uma das melhores ofertas recentes no Magazine Luiza. Você pode adquirir o smartwatch da Samsung por R$ 899 no Pix com o uso do cupom INFLU100. O dispositivo foi anunciado em meados de 2024 por R$ 2.499, o que significa uma redução de 64% no preço original.

Galaxy Watch 7 apresenta tela Super AMOLED e sensor BioActive

Galaxy Watch 7 (Imagem: Felipe Freitas/Tecnoblog)

O relógio inteligente conta ao todo com 13 sensores LED, incluindo o BioActive que fornece monitoramento preciso da saúde. O usuário vai ter no pulso um gadget capaz de monitorar o nível de oxigenação no sangue (SpO2), realizar um Eletrocardiograma, acompanhar a frequência cardíaca e a temperatura da pele, por exemplo.

Por sair da caixa com o sistema Wear OS 5, permite a instalação de apps diretamente da Google Play Store. Além disso, a integração do Galaxy AI dentre as várias funcionalidades, pode realizar uma análise profunda sobre diferentes aspectos relacionado a qualidade do sono e assim traçar uma pontuação de energia no dia.

No aspecto da parte física, o Galaxy Watch 7 auxiliado com a inteligência artificial da Samsung pode traçar uma rotina personalizada de exercícios com base nos hábitos próprios. Assim como monitorar tanto esportes anaeróbicos como aeróbicos, a exemplo de corrida e natação.

Galaxy Watch 7 apresenta pulseiras na cor creme e verde (Imagem: Tecnoblog)

Em termos de design e construção, o smartwatch possui tela Super AMOLED de 1,5 polegada que exibe cores mais chamativas e brilho de até 2.000 nits para permitir a visualização em ambientes muito claros. Além disso, foi projetado com corpo em alumínio Armor 2 e revestimento do vidro Cristal de Safira sobre o painel.

A configuração de hardware interna traz o processador Exynos W1000, 2 GB de RAM, 32 GB de armazenamento e bateria de 425 mAh com suporte a carregamento sem fio de 10 W. No mais, oferece certificação IP68 contra poeira e água, NFC e GPS de dupla frequência (L1 + L5) assegurando maior precisão.

O Galaxy Watch 7 BT (40 mm) está em oferta por R$ 899 no Pix com o uso do cupom INFLU100, uma das maiores reduções já vistas de 64% em relação ao preço de lançamento.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Galaxy Watch 7 atinge 64% OFF na melhor oferta dos últimos meses no Magalu

Galaxy Watch 7 atinge 64% OFF na melhor oferta dos últimos meses no Magalu
Fonte: Tecnoblog

O que é Matter? Entenda o protocolo de conexão para casas inteligentes (IoT)

O que é Matter? Entenda o protocolo de conexão para casas inteligentes (IoT)

O protocolo Matter permite que dispositivos de diferentes marcas “conversem” entre si (imagem: Divulgação/Matter)

O Matter é um protocolo de conectividade que garante a interoperabilidade nativa entre dispositivos de diferentes ecossistemas. Lançado pela CSA, ele utiliza Wi-Fi ou o padrão Thread para oferecer conexões rápidas e seguras em uma rede doméstica.

Funcionando como uma camada de abstração baseada em IP, ele padroniza a comunicação entre marcas variadas localmente. Isso reduz a latência e aumenta a privacidade, eliminando a dependência excessiva da nuvem para o processamento de dados.

Na automação residencial, o Matter permite integrar lâmpadas, sensores e outros itens de diversos fabricantes de forma unificada em uma casa inteligente. Com o recurso multi-admin, o usuário pode gerenciar o mesmo aparelho pela Alexa ou pelo Google Home simultaneamente.

A seguir, conheça o protocolo Matter, como ele funciona detalhadamente e exemplos de uso no nosso dia a dia. Também descubra os pontos fortes e fracos da tecnologia de conectividade para Internet das Coisas (IoT).

ÍndiceO que é Matter?Para que serve o protocolo Matter?Como funciona o protocolo Matter?Quais são os exemplos de uso do Matter?Quais são as vantagens do Matter?Quais são as desvantagens do Matter?Qual é a diferença entre Matter e Zigbee?Qual é a diferença entre Matter e Thread?Qual é a diferença entre Matter e Z-Wave?

O que é Matter?

Matter é um protocolo de comunicação baseado em IP que assegura a interoperabilidade nativa entre dispositivos de diferentes ecossistemas. Criado pela Connectivity Standards Alliance (CSA) em 2022, ele usa Wi-Fi e o padrão Thread para garantir conexões locais rápidas, seguras e independentes de nuvens ou hubs proprietários.

Para que serve o protocolo Matter?

O protocolo Matter padroniza a interoperabilidade entre dispositivos de diferentes fabricantes, permitindo que operem nativamente em ecossistemas. Ele usa tecnologia como Wi-Fi e Thread sobre IP para criar uma rede local robusta, dispensando múltiplos hubs proprietários para a automação básica.

Para o consumidor, o padrão simplifica a compra e configuração de acessórios, garantindo controle offline veloz e segurança reforçada por criptografia de ponta a ponta. Já os fabricantes se beneficiam de um desenvolvimento unificado e maior alcance de mercado, eliminando a necessidade de criar softwares específicos para cada assistente virtual.

Matter promete resolver o problema da casa conectada ao permitir que dispositivos de diferentes marcas operem nativamente (imagem: Divulgação/Matter)

Como funciona o protocolo Matter?

O Matter funciona como uma camada de abstração baseada no protocolo de internet IPv6, padronizando a comunicação entre dispositivos de diferentes fabricantes via Wi-Fi ou Thread. Ele elimina a dependência de nuvens proprietárias, permitindo o controle local com maior velocidade, privacidade e confiabilidade.

O processo usa Bluetooth LE para o pareamento inicial via QR Code ou NFC, estabelecendo uma sessão segura por meio do protocolo PASE. Uma vez autenticado, o acessório recebe credenciais operacionais e é integrado a um “fabric”, um domínio de rede lógica compartilhado entre os controladores.

A arquitetura de segurança usa criptografia CASE para proteger as mensagens trocadas entre os nós, enquanto o protocolo mDNS facilita a descoberta dinâmica na rede local. Esse modelo de comunicação direta reduz a latência e mantém as automações funcionais mesmo quando a internet está offline.

O suporte ao recurso “multi-admin” é um pilar central, permitindo que um único dispositivo seja gerenciado simultaneamente por diferentes ecossistemas, como Alexa e Google Home. Por fim, os administradores gerenciam as permissões de forma segura, mantendo a integridade e a privacidade de toda a rede doméstica.

O Matter atua na camada de aplicação em uma estrutura IoT, tendo o apoioo de outros protocolos para seu funcionamento (imagem: Reprodução/Qorvo)

Quais são os exemplos de uso do Matter?

O Matter se propõe a eliminar as barreiras de compatibilidade na Internet das Coisas (IoT). Ele garante que dispositivos de diferentes fabricantes “falem a mesma língua” de forma local, rápida e segura:

Iluminação e tomadas universais: permite gerenciar lâmpadas e tomadas de marcas distintas em um único aplicativo, facilitando o monitoramento e o controle da rede IoT;

Fechaduras e segurança residencial: possibilita a abertura de portas por comandos de voz, garantindo que sensores de presença e travas de marcas diferentes trabalhem em total sincronia;

Climatização inteligente: centraliza o ajuste de termostatos e ares-condicionados, automatizando a temperatura com base em dados de sensores de umidade e calor externos;

Cenas multi-dispositivos: integra câmeras, alarmes e luzes para executar ações conjuntas, criando um ecossistema de segurança fluido e de baixa latência;

Eletrodomésticos de grande porte: expande o controle para máquinas de lavar e geladeiras, permitindo diagnósticos de consumo e notificações de ciclo em qualquer assistente virtual;

Controle multi-admin: permite que um mesmo aparelho seja gerenciado simultaneamente por diferentes assistentes (Amazon Alexa, Google Home, Apple Home) em rotinas unificadas de IoT, sem que um exclua o outro;

Integração de dispositivos legados: usa gateways para conectar aparelhos antigos (Zigbee ou Z-Wave) ao padrão Matter, expandindo a casa inteligente sem a necessidade de trocar o hardware atual.

O Matter permite que o usuário controle diversos dispositivos por meio de uma única assistente ou diferentes hubs (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são as vantagens do Matter?

Estes são os pontos fortes do protocolo Matter:

Interoperabilidade universal: dispositivos de diferentes marcas funcionam juntos nativamente, eliminando barreiras entre ecossistemas fechados;

Configuração simplificada: padroniza o pareamento via QR Code ou NFC, permitindo adicionar novos produtos rapidamente sem a necessidade de baixar diversos apps proprietários;

Controle local e baixa latência: processa comandos diretamente pela rede doméstica, garantindo respostas instantâneas e operação contínua mesmo sem internet;

Segurança robusta: implementa criptografia de ponta a ponta e autenticação por certificados digitais, assegurando que apenas dispositivos verificados e íntegros acessem a rede;

Conectividade Multi-Admin: permite gerenciar o mesmo aparelho simultaneamente por múltiplos assistentes ou aplicativos, oferecendo liberdade de escolha para cada membro da família;

Escalabilidade e retrocompatibilidade: usa o protocolo de internet IPv6 para suportar centenas de dispositivos e integra tecnologias legados (Zigbee e Z-Wave) por meio de pontes de conexão.

Quais são as desvantagens do Matter?

Estes são os pontos fracos do protocolo Matter:

Catálogo de dispositivos reduzido: a disponibilidade de produtos nativos ainda é limitada e o custo de hardware é superior ao de tecnologias maduras como Zigbee e Z-Wave;

Suporte limitado a categorias: funções cruciais para segurança e automação pesada, como câmeras de monitoramento e eletrodomésticos, ainda não foram totalmente integradas ao padrão;

Inconsistência entre ecossistemas: o suporte multiplataforma é parcial, fazendo com que recursos avançados de um dispositivo funcionem em um hub, mas sumam em outro;

Complexidade de diagnóstico: erros de pareamento e quedas de conexões podem ser difíceis de resolver devido à falta de ferramentas de log e documentação acessível para o usuário final;

Riscos na cadeia de confiança: vulnerabilidades na proteção das chaves de atestação (DAC) podem permitir a clonagem de dispositivos, criando brechas de segurança na rede local;

Dependência de apps proprietários: o objetivo de ser “um só app para tudo controlar” ainda não foi amplamente estabelecido, pois configurações críticas e atualizações de firmware ainda exigem o software original de cada fabricante.

O Matter garante uma interoperabilidade universal, mas ainda apresenta inconsistência entre ecossistemas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre Matter e Zigbee?

Matter é um padrão de conectividade baseado em IP que unifica a comunicação entre dispositivos de diferentes marcas via Wi-Fi ou Thread. Ele usa o protocolo IPv6 para permitir a comunicação direta entre aparelhos na rede local, dispensando o uso de hubs proprietários.

Zigbee é um protocolo de rede em malha (mesh) de baixo consumo, ideal para sensores e dispositivos alimentados por bateria que operam em frequências de rádio. Diferente do Matter, ele exige obrigatoriamente um hub proprietário para converter os dados e permitir o acesso à internet.

Qual é a diferença entre Matter e Thread?

O protocolo Matter é um padrão de conectividade que atua na camada de aplicação, eliminando a necessidade de hubs proprietários. Ele tem o papel de tradutor comum, garantindo que dispositivos de marcas diferentes sejam totalmente compatíveis e operem de forma local e segura.

O protocolo Thread é uma tecnologia de rede em malha (mesh) de baixa latência e consumo. Ele é responsável por criar uma infraestrutura de comunicação robusta e eficiente para dispositivos IoT sem necessidade de um hub central.

Qual é a diferença entre Matter e Z-Wave?

Matter é um protocolo de conectividade baseado em IP que unifica dispositivos de diferentes ecossistemas. Ele é conhecido por usar redes Wi-Fi ou Thread para estabelecer a comunicação entre os aparelhos, sem a necessidade de um hub centralizado.

Z-Wave é um protocolo de rede mesh de baixa potência que opera em frequências abaixo de 1 GHz. Geralmente usado para conectar dispositivos como sensores e fechaduras, exigindo um hub centralizado para as operações.
O que é Matter? Entenda o protocolo de conexão para casas inteligentes (IoT)

O que é Matter? Entenda o protocolo de conexão para casas inteligentes (IoT)
Fonte: Tecnoblog

Sony aumenta preços do PS5 e PS5 Pro em vários países

Sony aumenta preços do PS5 e PS5 Pro em vários países

PlayStation 5 ao lado do PlayStation 5 Pro (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Resumo

Sony aumentará preços do PS5, PS5 Pro e PlayStation Portal nos EUA, Europa, Reino Unido e Japão em abril de 2026;
Nos EUA, o PS5 custará US$ 649,99, o PS5 Digital US$ 599,99 e o PS5 Pro US$ 899,99, com reajustes de até US$ 150, portanto;
ainda não há informações oficiais sobre aumentos de preços no Brasil.

Há quem esteja esperando por um novo PlayStation, mas, por ora, é preciso nos contentarmos com a geração atual. Atual e mais cara: a Sony acaba de anunciar um aumento de preços para o PlayStation 5, o PlayStation 5 Pro e o PlayStation Portal.

No anúncio oficial, a Sony atribui os reajustes às “contínuas pressões no cenário econômico global”, sem entrar em detalhes. É possível, porém, que o tal cenário inclua os custos cada vez maiores de módulos de memória RAM e de armazenamento interno causados pela demanda crescente de aplicações de IA.

No anúncio oficial, os aumentos de preços valem para os Estados Unidos, Europa, Reino Unido e Japão. Nesses mercados, os novos valores são os seguintes:

 EUAEuropaReino UnidoJapãoPS5US$ 649,99€ 649,99£ 569,99¥ 97.980PS5 DigitalUS$ 599,99€ 599,99£ 519,99¥ 89.980PS5 ProUS$ 899,99€ 899,99£ 789,99¥ 137.980

São reajustes consideráveis. Se tomarmos como referência os valores dos Estados Unidos, os aumentos chegam a US$ 150. Basta levarmos em conta que os preços oficiais praticados até então por lá eram de US$ 549,99 para o PS5, de US$ 499 para o PS5 Digital (sem leitor de disco) e de US$ 749 para o PS5 Pro.

Sobre o portátil PlayStation Portal, os novos preços oficiais são os seguintes:

Estados Unidos: US$ 249,99 (preço anterior de US$ 199,99)

Europa: € 249,99

Reino Unido: £ 219,99

Japão: ¥ 39.980

Em todos esses mercados, os novos valores entrarão em vigor a partir de 2 de abril de 2026.

PlayStation Portal também ficou mais caro (imagem: divulgação/Sony)

A linha PS5 vai ficar mais cara no Brasil também?

Ainda não há informações oficiais sobre aumento de preços da linha PlayStation 5 no Brasil. Mas não é incomum que reajustes nos principais mercados também causem impacto em território brasileiro.

De todo modo, o Tecnoblog entrou em contato com a Sony perguntando sobre possíveis reajustes por aqui. O texto será atualizado se obtivermos retorno.
Sony aumenta preços do PS5 e PS5 Pro em vários países

Sony aumenta preços do PS5 e PS5 Pro em vários países
Fonte: Tecnoblog

Intel cancela CPU topo de linha da geração Arrow Lake

Intel cancela CPU topo de linha da geração Arrow Lake

Linha Arrow Lake Refresh vai ficar sem um chip de ponta (imagem: reprodução/Intel)

Resumo

Intel cancelou o processador Core Ultra 9 290K Plus da geração Arrow Lake para focar nos modelos Core Ultra 5 e Ultra 7.
A decisão visa oferecer melhor custo-benefício e evitar erros passados, como preços altos sem ganho significativo de desempenho.
O Core Ultra 9 290K Plus estava quase finalizado, mas a Intel optou por não lançá-lo para manter uma estratégia financeira competitiva.

A Intel bateu o martelo e confirmou que o Core Ultra 9 290K Plus não verá a luz do dia. A decisão oficializa o cancelamento do que seria o processador mais potente da nova geração Arrow Lake Refresh. Em vez de disputar o segmento de entusiastas com um chip de alto custo, a companhia decidiu mudar a rota e priorizar o custo-benefício, focando seus esforços em processadores mais acessíveis para o público.

A informação foi confirmada pelo gerente de comunicação técnica da Intel na Alemanha, Florian Maislinger, ao portal PC Games Hardware. O executivo afirma que a marca optou por não lançar o chip topo de linha para “maximizar o desempenho para os modelos de desktop amplamente disponíveis”. Com isso, a linha foca nos recém-anunciados Core Ultra 7 270K Plus e Core Ultra 5 250K Plus.

Maislinger ressaltou que a série foi projetada para entregar um “valor excepcional” ao consumidor, unindo “desempenho excepcional em jogos e um valor incrível em comparação com a concorrência”.

Por que o Core Ultra 9 290K Plus foi descontinuado?

A Intel optou por não repetir os erros de um passado recente. O antecessor direto dessa categoria, o Core Ultra 9 285K, chegou ao mercado cobrando um preço muito acima do Core Ultra 7 265K. O problema é que, na prática, essa diferença brutal de valor resultava em um aumento de desempenho praticamente nulo em jogos, frustrando consumidores que buscavam o máximo de quadros por segundo.

Como destacou o site VideoCardz, sem o processador de custo altíssimo no catálogo, a empresa promete entregar alto rendimento em games, mantendo uma posição financeira competitiva.

Novos processadores Core Ultra 200S Plus (imagem: reprodução/Intel)

Processador estava quase pronto

Um aspecto curioso da decisão é que o processador de 24 núcleos estava na reta final de desenvolvimento. Entradas recentes do Core Ultra 9 290K Plus, vazadas no banco de dados do software de testes Geekbench, provam que a Intel possuía amostras funcionais do componente circulando internamente até o último minuto.

A decisão quebra uma longa tradição da empresa de lançar edições especiais (como as famosas variantes “KS”, que forçavam os limites de velocidade da CPU) para coroar suas arquiteturas. Desta vez, o salto de desempenho da geração Arrow Lake ficará restrito aos segmentos intermediário e avançado, deixando o nível entusiasta de fora da jogada.
Intel cancela CPU topo de linha da geração Arrow Lake

Intel cancela CPU topo de linha da geração Arrow Lake
Fonte: Tecnoblog

O que é cryptojacking? Conheça o ataque que minera criptomoedas ilegalmente

O que é cryptojacking? Conheça o ataque que minera criptomoedas ilegalmente

Entenda como os criminosos usam o poder de processamento dos computadores das vítimas para minerar criptomoedas (imagem: Reprodução/Surfshark)

O cryptojacking é um ataque que sequestra o poder de processamento de dispositivos para a mineração oculta de ativos digitais. Essa prática ilícita utiliza hardware alheio para gerar lucro com criptomoedas sem que a vítima perceba a invasão.

O malware se infiltra via links de phishing ou scripts em sites que executam códigos maliciosos silenciosamente em segundo plano. Então, o processo consome recursos do sistema para resolver cálculos complexos, causando lentidão extrema e superaquecimento do hardware.

Para se proteger do cryptojacking, use extensões que bloqueiam códigos invasivos e mantenha o sistema operacional sempre atualizado. Também adote um antivírus com análise comportamental ativa para identificar picos anormais de uso da CPU e GPU imediatamente.

A seguir, conheça o conceito de cryptojacking, como o ataque funciona detalhadamente e como identificar se o dispositivo está sendo usado para mineração ilícita. Também descubra como se proteger desse ataque.

ÍndiceO que é cryptojacking?O que significa cryptojacking?Qual é o objetivo do cryptojacking?Como funciona o cryptojackingQuais são os sinais de cryptojacking em um dispositivo?O que fazer se o dispositivo foi infectado por cryptojacker?Tem como se proteger de cryptojacking?Qual é a diferença entre cryptojacking e mineração de criptomoedas?Qual é a diferença entre cryptojacking e malware?

O que é cryptojacking?

O cryptojacking é um ataque cibernético que sequestra o poder de processamento de dispositivos para minerar criptomoedas, usando links maliciosos ou scripts. Essa exploração oculta de hardware causa lentidão extrema, superaquecimento e desgaste de componentes, gerando lucro para o invasor e prejuízos para a vítima.

O que significa cryptojacking?

O termo “cryptojacking” surge da união das palavras “cryptocurrency” (criptomoeda, em português) e “hijacking” (sequestro). Ele define o uso furtivo e não autorizado do poder de processamento de terceiros para minerar ativos digitais.

A expressão ganhou força por volta de 2017, impulsionada pelo surgimento de scripts maliciosos em sites e navegadores. Essa prática permite que cibercriminosos explorem hardware alheio sem a necessidade de instalar softwares complexos.

O cryptojacking utiliza os recursos dos dispositivos infectados para resolver problemas matemáticos complexos em redes de blockchain (imagem: Kanchanara/Unsplash)

Qual é o objetivo do cryptojacking?

O objetivo do cryptojacking é lucrar por meio da mineração ilícita, utilizando o processamento de terceiros para extrair criptomoedas. Isso permite que criminosos evitem gastos com hardware e eletricidade, transferindo todos os custos operacionais para as vítimas.

Além da monetização, a técnica garante anonimato e escalabilidade, permitindo que milhares de máquinas trabalhem silenciosamente. Em ataques complexos, a mineração oculta também serve para esgotar recursos do sistema e mascarar outras ações ilícitas.

Como funciona o cryptojacking

O cryptojacking infiltra scripts maliciosos em dispositivos via phishing ou sites infectados para sequestrar secretamente o poder de processamento. O objetivo é usar o hardware das vítimas para validar transações em redes blockchain e minerar criptomoedas.

No ataque via navegador, códigos em JavaScript rodam apenas enquanto a aba está aberta, consumindo recursos de forma imediata. Já o malware de mineração instala softwares que permanecem ativos em segundo plano, mesmo após a reinicialização do sistema operacional.

O script malicioso resolve cálculos matemáticos complexos em segundo plano, consumindo energia e capacidade de processamento. Esse uso intensivo gera lentidão extrema e superaquecimento na máquina da vítima, enquanto os lucros são transferidos diretamente para a carteira do invasor.

Toda a operação é desenhada para ser invisível, permitindo que a exploração silenciosa maximize os ganhos financeiros do criminoso. Variantes avançadas possuem capacidade de autopropagação, agindo como um worm que se espalha por redes para infectar múltiplos dispositivos.

O crytojacking funciona em quatro etapas diferentes (imagem: Reprodução/TechTarget)

Quais são os sinais de cryptojacking em um dispositivo?

Existem alguns comportamentos que ajudam a saber se o PC está minerando criptomoedas após um ataque de cryptojacking. Por exemplo:

Picos de processamento anormais: o Gerenciador de Tarefas exibe o uso de CPU ou GPU entre 70% e 100% mesmo sem programas pesados abertos. O valor pode cair subitamente ao abrir o monitor para evitar detecção;

Superaquecimento e ruído constante: o hardware permanece excessivamente quente e os coolers operam na velocidade máxima mesmo durante tarefas simples, como editar textos ou navegar em abas simples;

Lentidão e travamentos do sistema: ocorre uma queda drástica de desempenho com respostas lentas a comandos e congelamento de janelas, já que os recursos foram sequestrados para cálculos complexos;

Drenagem severa de energia: notebooks e smartphones perdem carga muito mais rápido que o habitual devido ao esforço ininterrupto do processador para validar transações;

Processos suspeitos em execução: surgem executáveis com nomes aleatórios ou disfarçados de serviços do sistema que consomem memória desproporcionalmente e sem uma origem legítima;

Anomalias de rede e segurança: o tráfego de saída apresenta picos constantes para servidores externos desconhecidos, muitas vezes acompanhados de alertas de “CoinMiner” emitidos pelo software de antivírus.

O uso intensivo da CPU e GPU vitima do cryptojacking pode gerar queda do desempenho do dispositivo (imagem: Michael Fortsch/Unsplash)

O que fazer se o dispositivo foi infectado por cryptojacker?

Ao notar que o dispositivo está sendo usado por um cryptojacker, é necessário agir rápido e realizar os seguintes passos:

Corte a conexão de rede: desligue o Wi-Fi, dados móveis ou remova o cabo de rede para interromper a comunicação do malware com a carteira do invasor e evitar o contágio de outros dispositivos;

Acesse o Modo de Segurança: reinicie o sistema apenas com os drivers essenciais, impedindo que a maioria dos scripts de mineração seja carregada automaticamente durante o boot;

Analise o Gerenciador de Tarefas: verifique picos de uso de CPU ou GPU fora do padrão. Essa é a forma mais eficaz de saber se o PC está minerando ao identificar processos desconhecidos com alto consumo;

Faça uma varredura: use um antivírus confiável para realizar um escaneamento completo e profundo, preferencialmente usando ferramentas que rodam antes da inicialização total do sistema para tentar remover o minerador;

Limpe a inicialização e temporários: remova programas suspeitos da aba “Inicializar” e apague o conteúdo das pastas temporárias, como %temp%, onde mineradores costumam esconder seus executáveis;

Atualize o ecossistema digital: instale todos os patches de segurança do sistema e de navegadores, além de alterar as senhas de contas importantes usando um dispositivo não infectado;

Restaure o sistema (se necessário): caso o malware persista após a limpeza manual, realize a formatação ou restauração de fábrica do dispositivo para garantir que nenhum rootkit de mineração permaneça oculto.

Tem como se proteger de cryptojacking?

Sim, você pode adotar algumas medidas de segurança cibernética para se proteger contra o cryptojacking. As principais são:

Instale extensões de bloqueio de scripts: use ferramentas confiáveis, como uBlock Origin ou NoCoin, para impedir automaticamente a execução de mineradores baseados em navegador;

Mantenha sistemas e navegadores atualizados: instale patches de segurança regularmente para corrigir vulnerabilidades que permitem a instalação silenciosa de malware de mineração;

Use antivírus com proteção comportamental: escolha softwares de segurança que detectem não apenas arquivos maliciosos, mas também atividades suspeitas de uso excessivo de CPU e GPU em tempo real;

Monitore o desempenho do hardware: fique atento a lentidões súbitas ou superaquecimento e use o Gerenciador de Tarefas para identificar processos que consomem recursos de forma anormal;

Restrinja o JavaScript no navegador: use extensões que bloqueiam a execução de código por padrão, permitindo-os apenas em sites confiáveis e conhecidos;

Bloqueie domínios de mineração no Firewall/DNS: configure filtros de rede para impedir a comunicação do seu dispositivo com endereços e “pools” conhecidos de criptomineração;

Evite pirataria e links não verificados: não baixe ou instale softwares “crackeados” e acesse sites que oferecem conteúdo ilegal gratuitamente, pois eles são fontes comuns de malware.

Antivírus com proteção comportamental podem alertar sobre o uso excessivo dos recursos do dispositivo (imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre cryptojacking e mineração de criptomoedas?

Cryptojacking é o uso não autorizado e oculto de recursos computacionais de terceiros, via malwares ou scripts, para minerar criptomoedas em benefício de um invasor. É um crime cibernético que transfere os custos operacionais e o desgaste de hardware para a vítima sem o consentimento dela.

Mineração de criptomoedas é o processo de validação de dados em blockchain, onde pessoas usam hardware e energia próprios para garantir a segurança da rede. Em troca desse serviço legítimo e transparente, os mineradores recebem recompensas financeiras em moedas digitais.

Qual é a diferença entre cryptojacking e malware?

Cryptojacking é um tipo específico de malware que sequestra o poder de processamento de um dispositivo para minerar criptomoedas sem permissão do usuário. Ele opera silenciosamente em segundo plano, focando exclusivamente no roubo de recursos de hardware para gerar lucro financeiro aos atacantes.

Malware é o termo genérico para qualquer software malicioso criado para infiltrar, danificar ou obter acesso não autorizado a sistemas e redes de computadores. Ele engloba diversas categorias, como vírus e ransomware, que visam desde roubo de dados até a destruição total de arquivos.
O que é cryptojacking? Conheça o ataque que minera criptomoedas ilegalmente

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Fonte: Tecnoblog

Apple cancela o Mac Pro, seu modelo mais poderoso e caro

Apple cancela o Mac Pro, seu modelo mais poderoso e caro

Apple Pro Display XDR ao lado de um Mac Pro (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Resumo

Apple descontinuou o Mac Pro, modelo lançado em 2019 com processador Intel Xeon de 28 núcleos e até 1,5 TB de RAM;
Mac Pro foi atualizado em 2021 com novas GPUs AMD e em 2023 com o chip Apple Silicon M2 Ultra;
Apple pode focar no Mac Studio a partir de agora, que oferece chips M4 Max e M3 Ultra, com até 256 GB de RAM.

Reparou que faz tempo que o Mac Pro não ganha o noticiário? Quem achava que isso era o prenúncio do fim da linha, acertou: o modelo direcionado a atividades profissionais foi descontinuado pela Apple nesta semana, razão pela qual já não aparece no site da companhia.

O até então atual Mac Pro foi lançado em 2019 com um visual sofisticado, mas que o fez virar “meme”: houve quem comparasse o modelo a um ralador de queijo por conta dos furos em seu gabinete.

Piadas à parte, o Mac Pro tinha um hardware deveras poderoso para a época (e até para os dias atuais), que incluía um processador Intel Xeon de 28 núcleos e até 1,5 TB de RAM. Não por acaso, o Mac Pro foi lançado no Brasil com preços variando entre R$ 55.999 e R$ 438.399.

O Mac Pro passou por uma atualização em 2021 que levou novas GPUs AMD ao modelo e elevou seus preços para até R$ 687.599 no Brasil. Em 2023, o modelo foi atualizado para receber um chip Apple Silicon, o M2 Ultra.

Parou por aí. O Mac Pro ficou sem atualizações relevantes desde então. Intervalos longos como esse sugerem que o equipamento iria passar por uma grande atualização ou ser descontinuado. A Apple acabou seguindo pelo segundo caminho. Se você entrar na página do Mac Pro agora, será redirecionado à página de toda a linha Mac.

O Mac Pro lançado em 2019 (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Por que a Apple descontinuou o Mac Pro?

A Apple não explicou o motivo da decisão, até porque esta foi uma descontinuação “silenciosa”. Mas é de se presumir, porém, que a companhia pretende direcionar seus esforços ao Mac Studio no segmento profissional.

O Mac Studio tem menos poder de fogo em relação ao Mac Pro, mas é muito mais compacto e ainda consegue oferecer recursos suficientes para atividades profissionais exigentes, que envolvem edição de imagens ou produção de vídeo 3D, por exemplo.

Atualmente, o Mac Studio pode ser equipado com um chip M4 Max e de 36 GB a 256 GB de memória RAM. Outra versão inclui um chip M3 Ultra com algo entre 96 GB e 256 GB de RAM. Por motivos não esclarecidos, a Apple descontinuou a expansão de 512 GB de RAM do Mac Studio.
Apple cancela o Mac Pro, seu modelo mais poderoso e caro

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Fonte: Tecnoblog

iFood aposta em IA e melhora busca por itens específicos

iFood aposta em IA e melhora busca por itens específicos

iFood usa inteligência artificial para tornar buscas mais precisas no app (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O iFood atualizou o sistema de busca com inteligência artificial, reduzindo em 20% o tempo médio entre pesquisa e pedido.
A busca agora reconhece termos mais específicos, exibindo resultados alinhados à intenção do cliente, com suporte a mais de 20 modelos de IA.
A taxa de conversão aumentou mais de 10% entre fevereiro de 2025 e fevereiro de 2026, com filtros dinâmicos adaptando-se ao tipo de busca.

O iFood anuncia nesta sexta-feira (27) mudanças no sistema de busca do app, com o objetivo de tornar a navegação mais eficiente para os clientes. A empresa passou a usar inteligência artificial para refinar os resultados e facilitar a localização de itens dentro do aplicativo.

O iFood revelou ao Tecnoblog que o tempo médio entre a pesquisa e a finalização de um pedido caiu cerca de 20%, porém sem informar os números absolutos. A novidade já está disponível para todos os clientes da plataforma, tanto no Android quanto no iPhone.

O que muda na busca do iFood?

A principal alteração está na forma como o sistema interpreta os termos digitados. Antes focado em buscas mais genéricas, o app agora reconhece pedidos mais específicos, exibindo resultados alinhados à intenção do cliente.

Na prática, os clientes que antes pesquisavam por “pizza” agora podem buscar por “pizza de calabresa com queijo” ou “pizza pequena”. Os exemplos compartilhados conosco incluem “fralda infantil XG” (em vez de apenas “fralda”), “Coca-Cola Zero 2L” e “picolé diet”.

A mudança é sustentada por mais de 20 modelos de inteligência artificial, que priorizam a exibição direta de produtos, e não apenas de estabelecimentos.

Como a IA impacta os pedidos?

Nova busca do iFood destaca produtos específicos e usa filtros dinâmicos (imagem: divulgação/iFood)

Além disso, o iFood implementou filtros dinâmicos, que se adaptam ao tipo de busca. Ao procurar por pizza, por exemplo, o cliente pode filtrar rapidamente por sabor, tamanho ou promoções. Já em buscas por hambúrguer, surgem opções relacionadas a tipos de proteína. Em produtos como fraldas, os filtros priorizam tamanho e marca.

O avanço está ligado ao uso de modelos de busca semântica e de intenção, capazes de interpretar com mais precisão o que o cliente deseja encontrar. Além de simplificar a jornada de compra, a empresa afirma que a mudança também amplia a visibilidade dos produtos oferecidos por parceiros.

Os efeitos da nova busca já aparecem em indicadores internos. A taxa de conversão — clientes que pesquisam e concluem a compra — cresceu mais de 10% na comparação entre fevereiro de 2025 e fevereiro de 2026.

iFood aposta em IA e melhora busca por itens específicos

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Fonte: Tecnoblog