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AMD Ryzen 7 5800X3D especial de 10 anos vira alvo de cambistas e dobra de preço em revenda

AMD Ryzen 7 5800X3D especial de 10 anos vira alvo de cambistas e dobra de preço em revenda

Lançado oficialmente por US$ 349 (~R$ 1.815), o AMD Ryzen 7 5800X3D 10th Anniversary Edition chegou às lojas nesta quinta-feira (25), mas desapareceu rapidamente dos estoques — o processador foi alvo de cambistas, e começou agora a ressurgir em plataformas como o eBay custando quase o dobro do preço original.Além de celebrar os 10 anos da plataforma AM4, o relançamento comemorativo ocorreu como um esforço do time vermelho para oferecer alternativas de upgrades a jogadores que não estão dispostos, ou mesmo não conseguem, realizar o upgrade para a AM5 diante dos atuais preços extremos das memórias, armazenamento e outros componentes.Embora não tenha trazido mudanças em relação ao desempenho, e ofereça um preço salgado ao considerarmos que o valor é equivalente ao de irmãos mais modernos como o Ryzen 7 7800X3D, o chip ainda oferece bastante desempenho e atuaria como uma sobrevida para máquinas mais antigas. No entanto, a alta procura e o fornecimento inconsistente abriram portas para os cambistas.Clique aqui para ler mais

AMD Ryzen 7 5800X3D especial de 10 anos vira alvo de cambistas e dobra de preço em revenda
Fonte: Tudocelular

Sony mantém aposta em jogos multiplayer e sinaliza interesse em PlayStation 6 portátil

Sony mantém aposta em jogos multiplayer e sinaliza interesse em PlayStation 6 portátil

A estratégia da Sony para o futuro do PlayStation mantém o foco em jogos como serviço, apesar dos desafios recentes com títulos como Concord, da Firewalk Studios, e Marathon, da Bungie, que não atingiram as expectativas. Em entrevista à Famitsu, o presidente da Sony Interactive Entertainment (SIE), Hideaki Nishino, reafirmou que a empresa continuará investindo no gênero para revitalizar o mercado com conteúdos internos e de terceiros.

Nishino ressaltou que jogos como serviço exigem visão de longo prazo para atrair usuários globais. Questionado sobre a continuidade da estratégia, o executivo reforçou que, por ser um gênero novo, a Sony deseja seguir aceitando desafios no setor. Como parte desse esforço, a empresa planeja lançar ainda este ano o título MARVEL Tokon: Fighting Souls.Para garantir que esses títulos prosperem, a PlayStation consolidou uma política clara: enquanto jogos single-player focados em narrativa permanecem como exclusivos de console para maximizar o valor da experiência no PlayStation, os jogos live service priorizam o alcance, sendo desenvolvidos para PS5 e PC como plataformas básicas. A decisão sobre qual plataforma receberá cada título é baseada nas características específicas do projeto.Clique aqui para ler mais

Sony mantém aposta em jogos multiplayer e sinaliza interesse em PlayStation 6 portátil
Fonte: Tudocelular

Copa do Mundo dispara o tráfego de internet no Brasil

Copa do Mundo dispara o tráfego de internet no Brasil

Neymar e Vini Jr na partida contra a Escócia (imagem: reprodução/Fifa)

Resumo

O data center da Elea no Rio de Janeiro registrou um pico de 951,89 Gb/s de trânsito de dados durante a partida da seleção brasileira contra a Escócia.
A alta demanda de internet durante a Copa do Mundo levou as operadoras a se prepararem para picos de tráfego, com a TIM projetando uma demanda cinco vezes maior do que o habitual.
A TIM está preparando sua infraestrutura de rede, incluindo a redução da latência e a utilização de inteligência artificial para gestão dinâmica da rede, para oferecer uma experiência mais estável aos clientes.

O interesse do brasileiro pela Copa do Mundo, com direito a jogos transmitidos em variados apps, levou a uma alta nunca antes vista de consumo de internet, segundo empresas do setor. O data center da Elea no Rio de Janeiro atingiu pico durante a partida de ontem (24/06), com 951,89 Gb/s de trânsito de dados durante o segundo gol de Vini Jr, por volta das 19h30.

O jogo do Brasil contra a Escócia voltou a evidenciar o impacto dos grandes eventos esportivos sobre a infraestrutura digital. Ao longo da competição, a empresa especializada em data centers também detectou outros dois momentos de tráfego intenso: 865,27 Gb/s na partida contra o Haiti (em 19/06) e 865,02 Gb/s na estreia contra o Marrocos (13/06).

No servidor identificado como RJO1 são processadas as transmissões da Globo e do Globoplay.

De acordo com a Elea, a alta decorre não apenas da transmissão dos jogos, mas também da procura por redes sociais, aplicativos de mensagens, plataformas digitais e serviços financeiros durante jogos da seleção masculina de futebol.

Como as operadoras se preparam para os picos de tráfego?

A operadora TIM projeta uma demanda cinco vezes maior do que o habitual nas próximas etapas do evento esportivo. Por conta disso, disse que está preparando a infraestrutura de rede. Ela afirmou que reduziu a latência e tomou outras providências para oferecer uma experiência mais estável aos clientes, mesmo nos momentos de pico extremo de acessos simultâneos.

Por exemplo, a TIM utiliza inteligência artificial para realizar a gestão dinâmica da rede. Tudo corre em tempo real. Há ainda parcerias com plataformas de streaming.
Copa do Mundo dispara o tráfego de internet no Brasil

Copa do Mundo dispara o tráfego de internet no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Como acessar o e-mail do iCloud no celular ou PC

Como acessar o e-mail do iCloud no celular ou PC

Conheça as diferentes formas de ver as mensagens do Mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Existem diferentes meios de acessar o Mail do iCloud para centralizar as comunicações e checar as mensagens em diferentes dispositivos. No iPhone, iPad e computadores Mac, é necessário ativar uma configuração nos “Ajustes” do dispositivo para que o serviço de e-mail seja integrado automaticamente ao app nativo Mail.

Para os usuários de Android ou PC com Windows, o caminho ideal é acessar o site oficial do serviço via navegador. Em todos os cenários, o usuário pode responder e-mails, gerenciar pastas ou escrever novas mensagens de forma rápida e segura.

A seguir, veja o passo a passo para acessar o e-mail do iCloud no celular ou PC.

ÍndiceComo acessar o e-mail do iCloud no iPhone ou iPad1. Acesse os “Ajustes” do dispositivo Apple2. Toque no seu perfil da Conta Apple3. Selecione a opção “iCloud”4. Abra as configurações do “Mail”5. Ative a opção “Usar neste dispositivo”6. Acesse o app “Mail”Como acessar o e-mail do iCloud no Mac 1. Acesse os “Ajustes do Sistema” do Mac2. Clique no seu nome do ID Apple3. Abra o menu “iCloud”4. Selecione a opção “Mail do iCloud”5. Ative a ferramenta de e-mail6. Abra o app “Mail” no MacComo acessar o e-mail do iCloud via navegador 1. Entre no site oficial do Mail do iCloud2. Inicie a sessão da Conta Apple3. Ajuste as opções de privacidade do e-mail4. Navegue pela caixa de entrada do e-mail do iCloudPor que não consigo acessar o e-mail do iCloud?O que fazer se não lembro a senha do iCloud Mail? Também posso configurar o iCloud Mail em outros apps de cliente de e-mail?

Como acessar o e-mail do iCloud no iPhone ou iPad

1. Acesse os “Ajustes” do dispositivo Apple

Abra o aplicativo “Ajustes” para acessar as configurações do iPhone ou iPad. Essa etapa inicial é essencial para preparar o dispositivo para acessar o iCloud Mail.

Abrindo os “Ajustes” do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Toque no seu perfil da Conta Apple

Toque no seu nome no topo da tela para abrir as opções de configurações e gerenciamento do ID Apple.

Abrindo o menu da Conta Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Selecione a opção “iCloud”

Toque em “iCloud” para abrir o menu com detalhes sobre os serviços e aplicativos relacionados ao armazenamento na nuvem da Apple.

Selecionando o menu “iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Abra as configurações do “Mail”

Na seção “Salvos no iCloud”, toque em “Mail” para iniciar a configuração do e-mail do iCloud.

Abrindo a opção “Mail” do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Ative a opção “Usar neste dispositivo”

Ative a chave ao lado da opção “Usar neste iPhone” ou “Usar neste iPad”, dependendo do aparelho. Ao executar essa ação, o iCloud Mail será automaticamente configurado com o app “Mail” do dispositivo.

Ativando o uso do Mail do iCloud no dispositivo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Acesse o app “Mail”

Por fim, abra o aplicativo “Mail” para ver o e-mail do iCloud no iPhone ou iPad imediatamente.

Acessando o app “Mail” para ver a caixa de entrada (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como acessar o e-mail do iCloud no Mac 

1. Acesse os “Ajustes do Sistema” do Mac

Clique no ícone de maçã, no canto superior esquerdo da tela do Mac, e selecione “Ajustes do Sistema”. Esse painel gerencia todos os recursos internos do computador e é o ponto de partida para as configurações de acesso ao e-mail do iCloud.

Abrindo os “Ajustes do Sistema” do Mac (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Clique no seu nome do ID Apple

Clique no seu nome exibido no topo da barra lateral esquerda na janela de “Ajustes” para abrir mais configurações do Mac.

Acessando o menu do ID Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Abra o menu “iCloud”

Clique na opção “iCloud” para acessar as configurações do serviço de armazenamento na nuvem da Apple.

Acessando a opção “iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Selecione a opção “Mail do iCloud”

Navegue pela lista de serviços integrados e clique em “Mail do iCloud” para abrir um menu de configurações da ferramenta.

Selecionando o “Mail do iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Ative a ferramenta de e-mail

Na janela pop-up, clique no botão “Ativar” ao lado da opção “Mail do iCloud” para habilitar o recurso e, em seguida, clique em “OK” para confirmar. Essa mudança permite entrar no e-mail do iCloud diretamente pelo app “Mail” do Mac.

Ativando a configuração automática do Mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Abra o app “Mail” no Mac

Localize o aplicativo “Mail” no Dock ou no Launchpad e clique nele para abrir a caixa de entrada do iCloud Mail no seu computador Mac.

Abrindo o app “Mail” no Mac (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como acessar o e-mail do iCloud via navegador 

1. Entre no site oficial do Mail do iCloud

Use o navegador do celular Android ou do computador Windows para acessar: icloud.com/mail. Esta é a página oficial para quem precisa acessar o e-mail iCloud pelo PC ou outros sistemas.

Acessando o site oficial do Mail do iCloud pelo navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Inicie a sessão da Conta Apple

Toque em “Iniciar sessão” e, em seguida, faça login na Conta Apple vinculada ao seu e-mail do iCloud que você deseja acessar para avançar. Caso a verificação em duas etapas esteja ativada, confirme o código enviado aos seus aparelhos autorizados.

Fazendo login na Conta Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Ajuste as opções de privacidade do e-mail

Caso você seja assinante do iCloud+, escolha as formas de proteção de privacidade. Após ajustar os parâmetros, toque em “Continuar” para entrar no e-mail do iCloud pelo Android ou computador.

Definindo as configurações de privacidade do Mail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Navegue pela caixa de entrada do e-mail do iCloud

Por fim, acesse a caixa de entrada do e-mail do iCloud e cheque suas mensagens pelo navegador do PC ou smartphone Android.

Navegando pela caixa de entrada do e-mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que não consigo acessar o e-mail do iCloud?

Existem alguns motivos que podem impedir o acesso ao e-mail do iCloud. Os mais comuns são:

Conta não ativada: antes de sincronizar o serviço nos dispositivos Apple, o primeiro passo obrigatório é criar um e-mail no iCloud por meio das configurações do ID Apple;

Bloqueio preventivo de segurança: errar a senha sucessivas vezes ou acessar a conta de locais incomuns faz a Apple aplicar uma retenção de segurança, suspendendo o acesso temporariamente;

Falha na autenticação de dois fatores (2FA): o sistema impede o login se o usuário não estiver com um dispositivo confiável por perto para receber ou gerar o código de verificação obrigatório;

Instabilidade de rede ou servidores: o serviço de e-mail do iCloud pode estar fora do ar devido a manutenções internas ou a própria conexão Wi-Fi e dados móveis está instável;

Incompatibilidade de sistema ou dados corrompidos: sistemas operacionais desatualizados geram falhas no aplicativo, enquanto arquivos temporários corrompidos (cache) impedem a atualização da caixa de entrada.

O que fazer se não lembro a senha do iCloud Mail? 

O caminho mais seguro para recuperar a senha do iCloud é utilizar um dispositivo confiável da Apple, como o iPhone ou o iPad. Basta acessar “Ajustes”, tocar no seu nome na parte superior da tela e selecionar “Iniciar Sessão e Segurança” para redefinir o código.

Caso esteja sem o aparelho por perto, acesse o site oficial iforgot.apple.com em qualquer navegador para iniciar o resgate. Outra opção é baixar o aplicativo “Suporte da Apple” em um dispositivo emprestado e utilizar o recurso dedicado a ajudar terceiros.

Se a Apple não validar a identidade de imediato, a saída é acionar o protocolo de recuperação de conta. Esse processo exige uso de um número de telefone confiável e pode demandar alguns dias de espera enquanto a empresa analisa os dados.

Também posso configurar o iCloud Mail em outros apps de cliente de e-mail?

Sim, o ecossistema da Apple permite integrar o iCloud Mail a outros aplicativos de e-mail de forma simples. Em plataformas como o Outlook para Windows ou em aplicativos do iOS e macOS, o processo é facilitado por fluxos de login automatizados.

Para apps que exigem configuração manual, é preciso inserir as credenciais dos servidores IMAP e SMTP da Apple. Essa ponte de comunicação deve ser feita utilizando os servidores imap.mail.me.com (porta 993) e smtp.mail.me.com (porta 587), ambos protegidos com criptografia SSL ou TLS.

O segredo dessa integração está na segurança: o usuário precisará gerar uma senha específica de aplicativo. Essa combinação temporária substitui a senha padrão, protegendo a conta principal de acessos não autorizados de terceiros.
Como acessar o e-mail do iCloud no celular ou PC

Como acessar o e-mail do iCloud no celular ou PC
Fonte: Tecnoblog

Review do Xiaomi 17T: câmera que enxerga mais longe

Review do Xiaomi 17T: câmera que enxerga mais longe

Xiaomi 17T traz boas especificações, mas preço de lançamento está “salgado” (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O Xiaomi 17T renovou a linha T da Xiaomi em 2026, e chega ao Brasil para suceder o Xiaomi 15T na categoria de celulares intermediário-premium. As câmeras são o principal destaque do produto, incluindo uma lente teleobjetiva de 5x para registrar fotos à distância.

E isso não é tudo: o smartphone também tem desempenho avançado e bateria com capacidade para aguentar mais de um dia fora das tomadas.

Mas será que as mudanças justificam o preço de lançamento de R$ 8.699,99? Eu usei o Xiaomi 17T por 10 dias e conto todos os detalhes da experiência a seguir.

Xiaomi 17T
R$ 4.616,19

Prós

Bordas em alumínio
Desempenho avançado
Tela AMOLED de 6,59″ com 120 Hz
Ótimo kit de câmeras
Bateria de 6.500 mAh

Contras

Desequilíbrio no sistema de som
Não suporta carregamento sem fio
Carregamento rápido limitado a 67 W

R$ 4.616,19 Mercado Livre

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ÍndiceAssista ao Review do Xiaomi 17T no YouTubeAviso de ÉticaO que vem na caixa do Xiaomi 17T?Design reforçado e mais compactoTela com cores vivas e proteções aos olhosSistema de áudio deixa a desejarCâmeras para fotos de perto ou de longeBom desempenho em jogos e multitarefasSistemas e recursos: por que tantos apps, Xiaomi?Bateria que pode durar mais de um diaConectividade com outros celulares ou PCsVale a pena comprar o Xiaomi 17T?

Assista ao Review do Xiaomi 17T no YouTube

Aviso de Ética

O Tecnoblog é um veículo jornalístico independente que ajuda as pessoas a tomarem sua próxima decisão de compra desde 2005. Nossas análises não têm intenção publicitária, por isso ressaltam os pontos positivos e negativos de cada produto. Nenhuma empresa pagou, revisou ou teve acesso antecipado a este conteúdo.O Xiaomi 17T foi cedido por empréstimo pela Xiaomi e será devolvido após os testes. Para mais informações, acesse a nossa Política Editorial.

O que vem na caixa do Xiaomi 17T?

Quem comprar um Xiaomi 17T vai receber o celular, um cabo USB-C para USB-A, um carregador de 67 W com tecnologia de carregamento rápido HyperCharge, manuais (um guia rápido e outro documento de garantia do aparelho) e uma chave para slot SIM.

A caixa também inclui uma capinha cinza para você proteger o smartphone logo após o unboxing. O acessório costuma acompanhar celulares da Xiaomi, mas trata-se de um diferencial visto que nem todas as fabricantes oferecem a capa no kit.

Caixa do Xiaomi 17T vem com todos os acessórios necessários para uso (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Design reforçado e mais compacto

A Xiaomi decidiu manter grande parte do design visto no Xiaomi 15T. Ainda assim, podemos observar pequenas mudanças que elevaram o visual do Xiaomi 17T a um aspecto mais premium.

O celular está ligeiramente menor que seu antecessor (5,6 mm a menos de altura e 2,8 mm mais estreito), mas ficou 0,67 mm mais grosso e seis gramas mais pesado. Com isso, chegamos às seguintes dimensões:

157,6 mm (altura) x 75,2 mm (largura) x 8,17 mm (espessura)

200 gramas

Trata-se de um bom tamanho, nem muito grande e nem tão compacto assim. O peso também está dentro dos padrões da indústria e não tive problemas ao segurar o smartphone ou ao carregá-lo no bolso.

Xiaomi diminuiu ligeiramente a largura e altura do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

As molduras agora têm composição em alumínio e reforçam a construção geral do aparelho, com design reto nas laterais e cantos arredondados, sob um tom fosco. O aspecto fosco também é visto na traseira lisa composta por fibra de vidro.

Xiaomi 17T agora conta com bordas em alumínio para um aspecto mais premium (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

A traseira do celular também inclui um frame de alumínio que abriga o kit da câmera principal, e o sensor de flash está localizado ao lado desse módulo. Já a câmera de selfie é perfurada na tela em formato circular, sem entalhes.

Moldura de alumínio abriga as lentes da câmera traseira do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Importante destacar que o Xiaomi 17T tem proteção IP68 contra água e poeira, e suporta submersão em água doce com profundidade máxima de 1,5 metro por até 30 minutos. No teste prático, o smartphone continuou funcionando normalmente após ficar debaixo d’água.

E sobre as cores, vale um adendo: a versão global do celular foi lançada nas cores preto (modelo que recebi), azul, violeta e branco opala. Mas até o momento, a loja da Xiaomi no Brasil só está disponibilizando as versões em preto ou azul.

Tela com cores vivas e proteções aos olhos

O display do Xiaomi 17T também foi reduzido, acompanhando a diminuição de tamanho do corpo do aparelho. O celular tem tela AMOLED de 6,59″ — 0,24 polegada a menos que o Xiaomi 15T. A mudança, no entanto, não impactou no uso diário.

Tela do Xiaomi 17T está menor que a do Xiaomi 15T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O pico de brilho de 3.500 nits oferece boa visibilidade em ambientes escuros ou sob luz solar direta. Inclusive, achei que o ajuste automático funcionou bem ao adaptar os níveis de brilho de acordo com a iluminação.

A tela do smartphone entrega cores vivas e o suporte às tecnologias HDR10+ e Dolby Vision funcionam bem ao otimizar contraste e cores. A taxa de atualização de até 120 Hz também trouxe mais fluidez aos conteúdos, especialmente em streaming e jogatinas.

Tela AMOLED do Xiaomi 17T reproduz cores bem definidas (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O leitor de impressão digital fica na parte inferior da tela, e chega com tecnologia Wet Touch para melhorar a resposta ao toque mesmo com água, óleo ou espuma sobre o display. Tive dificuldade em fazer a leitura em raros momentos, mas uma limpeza rápida na camiseta solucionou o problema.

Também preciso destacar as proteções encontradas na tela do Xiaomi 17T. O display chega com Corning Gorilla Glass 7i para mais resistência contra quedas e arranhões. E para ainda mais segurança, a Xiaomi envia o celular com uma película pré-aplicada.

Película pré-aplicada garante proteção à tela do Xiaomi 17T logo de cara (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

A tela também incorpora o Xiaomi Vision Care, que é uma estrutura de reforço à proteção ocular, desenvolvida com base em metodologias de pesquisa e especialistas médicos. São quatro certificações ao todo:

Certificação TÜV Rheinland Low Blue Light

Certificação TÜV Rheinland Flicker Free

Certificação TÜV Rheinland Circadian Friendly

Certificação TÜV Rheinland Intelligent Eye Care

Talvez seja difícil perceber toda essa proteção no dia a dia. Mas qualquer diferencial em benefício da saúde vale a pena, ainda mais se você é um usuário assíduo de smartphone.

Sistema de áudio deixa a desejar

O Xiaomi 17T conta com dois alto-falantes estéreo para a reprodução de áudios: um localizado na borda inferior e outro na abertura auricular usada para atender a chamadas ao pé do ouvido.

No entanto, senti que a falta de um alto-falante na borda superior do aparelho trouxe um desequilíbrio no som, que apresentou uma experiência “seca” e abafado.

Para analisar mais a fundo, coloquei o Xiaomi 17T ao lado do meu Poco F3 lado a lado, com ambos reproduzindo a mesma música. Curiosamente, meu fiel companheiro lançado em 2021 e com alto-falantes na borda superior conseguiu reproduzir um som bem mais encorpado.

Som do Xiaomi 17T não será a melhor opção para o churrasco da família (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Outro ponto negativo a ser citado foi um ruído de fundo na reprodução de músicas em níveis de volume próximos a 70%. O chiado ficou ainda mais intenso no modo de Som imersivo (que também aumenta o nível de potência sonoro). Por isso, eu recomendo dosar ou mesmo desativar a função em volumes mais altos.

Os médios e agudos são razoáveis (ligeiramente estridentes em algumas reproduções), e os graves são mais discretos. Ainda assim, vale citar que o Xiaomi 17T chega com suporte ao Dolby Atmos e tecnologia Hi-Res Audio para áudios mais imersivos e fiéis.

Câmeras para fotos de perto ou de longe

Se o áudio do Xiaomi 17T deixa a desejar, as câmeras dão um show à parte. Não há grandes mudanças em termos de quantidade, mas o que foi otimizado conseguiu elevar o patamar da linha T.

As especificações são:

Lente grande-angular: 50 MP, f/1.7, 23mm, 1/1.55″, 1.0µm, PDAF, OIS

Lente ultrawide: 12 MP, f/2.2, 15mm, 1/3.06″, 1.12µm

Lente teleobjetiva: 50 MP, f/3.0, 115mm, 1/2.76″, 0.64µm, PDAF, OIS, zoom óptico de 5x e AI Ultra Zoom de até 120x

Câmera de selfie: 32 MP, f/2.2, 21mm, 1/3.42″, 0.64µm

No kit triplo de lentes traseiras, a Xiaomi optou por manter as especificações da lente grande-angular e ultra-angular vistas no modelo antecessor. Mas a grande mudança está na teleobjetiva, que agora tem zoom óptico de 5x e consegue capturar objetos mais distantes.

O sensor da câmera de selfie também está ligeiramente maior, permitindo mais captação de luz para imagens mais limpas (principalmente em ambientes com pouca iluminação) e com menos ruídos.

Selfie tirada com a câmera frontal (50 MP, f/2.2) do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Nos testes, o Xiaomi 17T conseguiu fazer ótimas fotos com a grande-angular e a ultrawide. As cores são equilibradas e vivas, com boa nitidez e detalhes de texturas. O pós-processamento de imagem também se mostrou eficaz, sem estourar os realces nas fotos.

O efeito bokeh do modo retrato também é agradável, com boa dosagem nos desfoques. Além disso, a estabilização óptica de imagem (OIS) da grande-angular e teleobjetiva dá mais firmeza na hora das capturas e evita tremedeiras.

Foto tirada com a Foto com a teleobjetiva 5x (50 MP, f/3.0) do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Captura com a lente ultrawide (12 MP, f/2.2) realizada com o Xiaomi 17T(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

É claro que a lente teleobjetiva merece um destaque à parte. Com o zoom óptico nativo de 5x, consegui registrar paisagens e objetos bem distantes com nitidez impressionante e detalhes expressivos. Quem vê somente a foto final talvez não consiga dizer que estava a 100 metros (ou mais) de distância da cena.

O zoom óptico de qualidade 10x — reforçando que não é um zoom óptico nativo de 10x — também merece uma menção honrosa. Ele deixa as cores mais saturadas que o normal, mas consegue preservar texturas e outros detalhes.

Em contrapartida, o zoom digital de até 120x (assistido por inteligência artificial) ficou bem abaixo do esperado. Nem mesmo a estabilização óptica de imagem conseguiu deixar as capturas mais estáveis, e as fotos ficaram bastante pixeladas.

Passarinho na árvore registrado com a teleobjetiva 5x do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Fotos tiradas com a grande-angular (modo 1x) do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Fotos tiradas com a teleobjetiva (modo 10x) do Xiaomi 17T(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Os registros noturnos também se saíram bem, mas as capturas com a teleobjetiva apresentaram leves ruídos. Um ponto positivo é que a câmera de selfie consegue detectar a luz ambiente e ativa automaticamente um preenchimento de luz ao abrir a câmera de noite.

Foto noturna com a grande-angular do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Nas filmagens, as gravações se mantiveram estáveis, com boa fluidez e cores vivas. Mas infelizmente não há suporte para filmagens em 8K: a câmera traseira é limitada a gravações em 4K a 60 fps, enquanto a frontal pode gravar em até 4K a 30 fps.

Leica Live Moments permite escolher o frame certo para a foto (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Uma novidade bem-vinda foi o recurso Leica Live Moments, que transforma as fotos em pequenos vídeos para que você escolha o frame ideal. A função é bastante similar ao Live Photos do iPhone, e é indicada principalmente para capturas em movimento.

E não menos importante, é preciso reforçar que o Xiaomi 17T consegue fazer fotos no modo macro, a partir da teleobjetiva. Algumas fotos saíram boas, mas em outras, foi difícil focar o objeto em destaque e o efeito bokeh acabou invadindo a área de foco.

Captura no modo macro com a teleobjetiva do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Bom desempenho em jogos e multitarefas

O desempenho do Xiaomi 17T também é sólido. Para isso, o celular combina o processador MediaTek Dimensity 8500-Ultra (4 nm) com a GPU Mali-G720 MC8 e 12 GB de memória RAM LPDDR5X. A versão testada também era equipada com 512 GB de armazenamento no padrão UFS 4.1.

Especificações do Xiaomi 17T no app CPU-Z (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O System-on-a-Chip (SoC) é o mesmo visto no Poco X8 Pro — que já foi analisado pelo Tecnoblog. Ele consegue lidar tranquilamente com tarefas mais leves (como navegação nas redes sociais) ou mais pesadas, a exemplo de edições e jogos.

Aliás, não notei travamentos durante o uso mesmo com diversas aplicações abertas simultaneamente. O processador também suportou jogos como Genshin Impact e Call of Duty: Mobile com gráficos no máximo e taxa de atualização em 120 Hz, sem maiores problemas.

Gameplay de Call of Duty: Mobile foi lisa no Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Para ilustrar o desempenho observado em números, fizemos testes de CPU e GPU com o Geekbench 6. E os resultados foram:

1.725 pontos no single-core

6.722 pontos em multi-core

14.863 pontos no teste Vulkan

Os números equiparam o Xiaomi 17T a níveis próximos do Galaxy S23 (1.870 pontos de single-core) e Galaxy S24 Ultra (15.085 pontos no teste Vulkan) em CPU e GPU, respectivamente.

Pontuações do Xiaomi 17T nos testes com o Geekbench 6 (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Outro ponto positivo foi a estabilidade da temperatura em tarefas intensivas. E isso pode ser fruto do sistema de resfriamento Xiaomi 3D IceLoop que, aliado ao gel de alta condutividade térmica, promete resfriamento eficaz sem comprometer a performance.

Sistemas e recursos: por que tantos apps, Xiaomi?

O smartphone roda sob o sistema operacional HyperOS 3, baseado no Android 16. Ele é simples e bem intuitivo. Logo, você não vai levar muito tempo para se adaptar caso esteja acostumado com o Android puro ou interfaces de outras marcas, como a One UI, por exemplo.

Ainda nesse tema, a Xiaomi prometeu atualizações para quatro gerações do Android e seis anos de update para segurança.

Xiaomi 17T roda no sistema da Xiaomi baseado em Android (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Assim como os concorrentes de mercado, o Xiaomi 17T chega com diversos recursos de inteligência artificial, agrupados no ecossistema Xiaomi HyperAI.

Os resultados de tradução e edição de imagens foram eficazes, mostrando que a Xiaomi também está de olho em avanços dos recursos de IA. Fora isso, você também pode traduzir e otimizar textos e até mesmo melhorar esboços de desenho em poucos toques na tela.

O celular ainda traz suporte para o Hyper Island (similar ao Dynamic Island do iPhone), um widget interativo que expande ao redor da câmera de selfie. A função facilita a visualização de notificações e comandos rápidos (como trocar de música), sendo uma função útil no dia a dia.

Hyper Island traz dinamismo às notificações e habilita comandos rápidos com um toque (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Mas como padrão dos smartphones da marca, a quantidade de aplicativos pré-instalados pode incomodar a experiência no Xiaomi 17T. É claro que gerenciar os apps desejados vai solucionar isso, mas a marca talvez deveria considerar um sistema mais limpo desde o começo.

Bateria que pode durar mais de um dia

Felizmente, a Xiaomi otimizou a bateria do mais novo membro da linha T: se o Xiaomi 15T trazia uma bateria de 5.500 mAh, o Xiaomi 17T é alimentado por uma bateria Si-C de 6.500 mAh. Em números frios, essa melhoria é traduzida em 1.000 mAh a mais de capacidade.

Na prática, essa otimização permitiu que a bateria durasse quase 48 horas — 46 horas, 26 minutos e seis segundos para ser mais exato.

Eu retirei o aparelho da tomada por volta das 23 horas de um sábado. No domingo e na segunda-feira, saí para fazer os testes com câmera, joguei, vi uns jogos da Copa, entrei nas redes sociais e só fui recarregar o celular de novo às 17h da segunda, quando a bateria estava em 1%.

Claro que não foi um uso intenso ininterrupto. Mas deu pra ver que a bateria do Xiaomi 17T pode aguentar tranquilamente a rotina do dia a dia longe das tomadas.

Bateria do Xiaomi 17T suportou bem ao teste de autonomia (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Ainda falando sobre bateria, vale mencionar que o celular suporta carregamento rápido de até 67 W (com tecnologia Hyper Charge) e levou 55 minutos para uma recarga de 1% a 100%.

Não que seja uma limitação baixa de potência, mas outros celulares da marca suportam recargas de 90 W (como o Poco X7 Pro) e 100 W (a exemplo do Xiaomi 17). E eu esperava algo próximo a esses níveis de carregamento.

Outra má notícia é que o celular não suporta carregamento sem fio, recurso que chegou apenas à versão Pro. Em compensação, ele é compatível com carregamento reverso (cabeado) de até 22,5 W, e consegue recarregar outros dispositivos.

Conectividade com outros celulares ou PCs

O Xiaomi 17T é compatível com a tecnologia NFC, chips nano SIM ou eSIM, Bluetooth 6.0 e ainda traz sensor infravermelho. Ele também suporta 5G, Wi-Fi 6E, e vem com Wi-Fi Direct e tecnologia 2×2 MIMO para melhorar o envio e recebimento de dados.

O diferencial fica na conta do Xiaomi HyperConnect, que usa Wi-Fi e Bluetooth para conectar o Xiaomi 17T a dispositivos próximos. Com isso, você pode usar o celular para transmitir tela em outros aparelhos (incluindo iPhone e Mac), redirecionar chamadas e transferir arquivos.

Interconectividade da Xiaomi facilita a conexão do Xiaomi 17T com outros dispositivos (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Uma função útil especialmente para quem usa vários aparelhos eletrônicos ao mesmo tempo e precisa de uma conexão facilitada entre eles.

Vale a pena comprar o Xiaomi 17T?

O Xiaomi 17T é um ótimo smartphone, com bom poder de processamento, câmeras avançadas, e bateria com capacidade para durar horas longe da tomada. Vale a pena comprar o celular, mas talvez não pelo preço de lançamento de R$ 8.699,99, que é considerado “salgado”.

Vale lembrar que o Xiaomi 15T chegou ao mercado brasileiro custando R$ 7.499,99, ou seja, R$ 1,2 mil a menos que o seu sucessor. Hoje, o 15T já pode ser encontrado entre R$ 4 mil e R$ 5 mil, uma faixa de preço em que o 17T se enquadra melhor.

Portanto, o cenário ideal seria aguardar até que os preços baixem um pouco mais. Se isso acontecer, o Xiaomi 17T certamente deve ser considerado, ainda mais se você preza por fotos de alta qualidade.

Xiaomi 17T chegou ao Brasil com preço de lançamento de R$ 8.699,99 (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Se aguardar uma possível queda de preços não for uma opção, vale considerar o Poco X8 Pro. O smartphone tem câmeras inferiores, mas usa o mesmo processador Dimensity Ultra-8500 do 17T. E está custando bem menos, saindo por pouco mais de R$ 2 mil.

Outra alternativa é apostar no Galaxy S26 Ultra, o topo de linha da Samsung. Ele tem mais poder de processamento, conta com câmeras de altíssima qualidade, e custa cerca de R$ 8.800 (valor próximo ao preço de lançamento do Xiaomi 17T).

Por falar em preços, não deixe de acompanhar os Achados do TB diariamente para encontrar celulares ou outros dispositivos com as melhores ofertas. Quem sabe o Xiaomi 17T não aparece por lá?

Mas me diga você: o que achou do Xiaomi 17T? Gostou dos recursos ou sentiu falta de alguma função? Deixe sua opinião na Comunidade do Tecnoblog!

Review do Xiaomi 17T: câmera que enxerga mais longe

Review do Xiaomi 17T: câmera que enxerga mais longe
Fonte: Tecnoblog

Preço de GTA 6 no Brasil é revelado: R$ 449

Preço de GTA 6 no Brasil é revelado: R$ 449

Edição física do jogo inclui apenas código de download (imagem: divulgação/Rockstar)

Resumo

A Rockstar Games anunciou que o jogo Grand Theft Auto VI (GTA 6) será lançado em 19 de novembro de 2026 para PlayStation 5 e Xbox Series X/S, com preço de R$ 449,90 para a edição padrão no Brasil.
A edição física do jogo não incluirá disco, mas sim um código de download para resgatar nas lojas virtuais da Sony e Microsoft, medida adotada para evitar vazamentos antecipados.
A Rockstar oferece uma edição Ultimate por R$ 549,90, com conteúdos adicionais como o Pacote Vintage Vice City e um mês de assinatura gratuita do serviço GTA Plus.

A Rockstar Games encerrou o mistério em torno do jogo mais aguardado do ano: Grand Theft Auto VI (GTA 6) será lançado globalmente no dia 19 de novembro de 2026 para PlayStation 5 e Xbox Series X/S. A edição padrão (Standard) chega ao Brasil custando R$ 449,90. O anúncio ocorreu na virada de terça para quarta-feira (24).

Um detalhe que chamou a atenção foi uma mudança na distribuição. O estúdio confirmou que as edições físicas de GTA 6 não incluirão a mídia em Blu-ray. Em vez do disco tradicional, os compradores encontrarão dentro do encarte um código impresso que deverá ser resgatado nas lojas virtuais da Sony e da Microsoft.

Para garantir que nenhum jogador seja prejudicado no dia da estreia, a distribuidora elaborou um calendário de entregas diferenciado. O envio das caixas de GTA 6 para o varejo e consumidores começará no dia 12 de novembro, uma semana antes do lançamento. Esse intervalo foi planejado para que os usuários realizem o pre-load (o download dos arquivos de instalação) com antecedência e iniciem a campanha assim que os servidores da Rockstar liberarem o acesso.

Por que a edição física não virá com disco?

A decisão foi tomada para impedir vazamentos antecipados. Uma ocorrência comum na indústria de games são lotes de cópias físicas que chegam aos estoques de lojistas semanas antes da data oficial de comercialização, permitindo que funcionários e clientes com acesso privilegiado joguem os títulos antes da hora e publiquem imagens não autorizadas na internet.

Ao atrelar o produto a um código digital que depende da validação de um servidor, a Rockstar Games elimina a possibilidade de o título ser executado antes de 19 de novembro. Por enquanto, a desenvolvedora não confirmou se pretende fabricar discos físicos após essa janela inicial de lançamento.

Rockstar adota embalagens sem mídia para evitar vazamentos (imagem: divulgação/Rockstar)

O que vem na edição mais cara de GTA 6?

A pré-venda oficial de GTA 6 já está valendo. Os consumidores que buscam o pacote completo têm à disposição a edição definitiva, batizada de Ultimate Edition, comercializada no Brasil por R$ 549,90 (US$ 99,99 nos Estados Unidos). O salto nos valores reflete uma tendência de encarecimento nos custos de desenvolvimento.

Para impulsionar as reservas nos meses que antecedem o lançamento, a Rockstar preparou incentivos para os compradores das duas edições, como o Pacote Vintage Vice City, com conteúdos clássicos do GTA: Vice City de 2002. As reservas incluem, ainda, um mês de assinatura gratuita do serviço GTA Plus. Já a Ultimate oferece vantagens extras desbloqueadas durante a progressão da história, como novos veículos, arsenal expandido, roupas, tatuagens e passe livre para lojas exclusivas no mapa.

Pré-venda garante itens nostálgicos do clássico GTA: Vice City (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Cuidado com o falso GTA 6 para PC

Chegando mais de dez anos após GTA V e tendo passado por vários adiamentos, o título protagonizado pela dupla Jason e Lucia no estado fictício de Leonida, em Vice City, desponta como o maior lançamento do ano no mundo dos games. Por conta do alto volume de interesse, especialistas reforçam alertas de segurança.

Como GTA 6 foi confirmado primeiro para as plataformas PlayStation e Xbox, cibercriminosos estão explorando a desinformação com instaladores falsos de GTA 6 para PC distribuídos em fóruns e redes sociais. A isca contém malwares e potencial para roubar dados dos usuários. A recomendação é ignorar qualquer link de download paralelo e realizar a compra do jogo apenas por lojas oficiais.
Preço de GTA 6 no Brasil é revelado: R$ 449

Preço de GTA 6 no Brasil é revelado: R$ 449
Fonte: Tecnoblog

Windows 11 terá widgets menos intrusivos em breve; veja como fica

Windows 11 terá widgets menos intrusivos em breve; veja como fica

Novo painel de widgets do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Resumo

Windows 11 terá atualização que tornará widgets menos intrusivos em breve;
Microsoft desativará abertura automática do painel de widgets ao passar o cursor do mouse; usuário poderá escolher ocultar o feed de notícias do MSN;
nova abordagem será implementada nos próximos dias, junto com as atualizações opcionais de junho ou com o Patch Tuesday de julho de 2026.

O Windows 11 vai receber algumas novidades interessantes nas próximas semanas. Entre elas estão ajustes que tornarão os widgets do sistema operacional menos inconvenientes ou intrusivos, de modo que eles deixem de te distrair ou de fazer você perder tempo.

Os widgets menos irritantes foram revelados em maio deste ano e já vinham sendo testados por participantes do programa Windows Insider.

É uma mudança mais importante do que parece. Para grande parte dos usuários do Windows 11, os widgets tornaram-se irrelevantes ou inconvenientes porque, por padrão, são exibidos em uma tela que surge quando você passa o cursor do mouse em um ponto à esquerda da Barra de Tarefas.

Note que os widgets, por si só, não são inúteis. Eles podem exibir informações sobre previsão do tempo ou cotação de moedas estrangeiras, por exemplo.

O problema é que a abordagem implementada no Windows 11 é estranha: a ativação com a passagem do cursor do mouse muitas vezes não é intencional, ocorrendo quando você tenta acessar outro recurso. Além disso, o painel de widgets exibe muitas informações, podendo até afetar o desempenho do sistema por alguns instantes.

O que muda nos widgets do Windows 11?

Para começar, o painel de widgets não irá mais abrir automaticamente quando você passar o cursor do mouse sobre ele. Será preciso clicar no ícone do painel para que ele seja exibido.

Além disso, na abordagem atual, os widgets aparecem ao lado de chamadas para notícias, que ocupam grande parte do painel. Com a atualização, você terá a opção de fazer o painel exibir notícias (feed do MSN) com widgets, que podem ser completamente desativadas, ou somente widgets.

Veja a diferença nas capturas de tela abaixo. A primeira vem de um computador ainda não atualizado. A segunda vem de um PC que já conta com a nova abordagem.

Painel de widgets anterior do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Painel de widgets reformulado no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Para completar, a tela de bloqueio do Windows 11 exibirá apenas o widget de previsão do tempo, pelo menos para novos usuários. Na abordagem atual, essa tela mostra vários cards com informações que, muitas vezes, não interessam ao usuário.

Mas, sim, é possível desativar a função de widgets se você não gostar dela mesmo após a reformulação.

Quando a nova abordagem de widgets chegará ao Windows 11?

De acordo com o Windows Latest, nos próximos dias, junto com as atualizações opcionais de junho ou com o Patch Tuesday de julho, que é obrigatório. Ainda de acordo com o veículo, a atualização trará outras novidades, incluindo um modo que permite pausar atualizações do Windows 11 por tempo indeterminado e ajustes que deixam conexões Bluetooth mais confiáveis. Fiquemos de olho.
Windows 11 terá widgets menos intrusivos em breve; veja como fica

Windows 11 terá widgets menos intrusivos em breve; veja como fica
Fonte: Tecnoblog

Apple aumenta preços de MacBooks e iPads no Brasil

Apple aumenta preços de MacBooks e iPads no Brasil

MacBook Neo ficou mais caro no país (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

Apple reajustou os preços de MacBooks e iPads no Brasil.
O MacBook Air de 13 polegadas, que custava R$ 13.999, agora sai por R$ 15.999, e o modelo de 15 polegadas custa R$ 17.999.
O iPad Air de 11 polegadas passou de R$ 7.499 para R$ 9.999, e o modelo de 13 polegadas agora custa R$ 12.999.

A Apple reajustou os preços de parte de sua linha de produtos no Brasil. Os aumentos ocorrem no mundo todo e, por aqui, atingem as linhas mais recentes de MacBooks e iPads, ao menos por enquanto. Há poucos dias, o CEO Tim Cook já havia sinalizado que os preços subiriam, classificando o reajuste como “inevitável”.

Segundo o executivo, a alta está ligada ao aumento dos custos de memória e armazenamento, pressionados pela forte demanda de fabricantes de inteligência artificial por componentes para data centers. A escassez já afeta outras empresas do setor de tecnologia, com reflexos nos preços de PCs, consoles, smartphones e outros eletrônicos.

Os ajustes ocorreram após a Apple Store ter ficado temporariamente indisponível na manhã desta quinta-feira (25/06). A loja online voltou a funcionar já com os novos preços.

Quais os novos valores?

O MacBook Neo na versão de entrada, que custava R$ 7.299, deixou de ser vendido por esse preço, e o modelo mais barato agora sai por R$ 8.499 com 256 GB de armazenamento. Já a versão com 512 GB e Touch ID custa R$ 9.699.

O mesmo com o MacBook Air com chip M5 de 13 polegadas. A versão de R$ 13.999 não existe mais, começando a ser vendido por R$ 15.999. A versão de 15 polegadas ganhou um novo preço: R$ 17.999.

O preço inicial do iPad Air de 11 polegadas subiu de R$ 7.499 para R$ 9.999. Já o iPad Air de 13 polegadas passa a ter preço sugerido de R$ 12.999. 

Confira a tabela com as alterações

ProdutoPreço anteriorPreço novoMacBook Neo 256 GBR$ 7.299R$ 8.499MacBook Neo 512 GBR$ 8.499R$ 9.699MacBook Air M5 13″R$ 13.999R$ 15.999MacBook Air M5 15″R$ 15.999R$ 17.999iPad Air 11″R$ 7.499 R$ 9.999iPad Air 13″ R$ 9.999R$ 12.999Tabela elaborada pelo Tecnoblog

Apple aumenta preços de MacBooks e iPads no Brasil

Apple aumenta preços de MacBooks e iPads no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Baixou mais: iPhone Air (256 GB) cai mais de 40% em oferta na Amazon

Baixou mais: iPhone Air (256 GB) cai mais de 40% em oferta na Amazon

iPhone Air 256 GB
R$ 6.079,10

R$ 10.499,0042% OFF

Prós

Tela Super Retina XDR de até 120 Hz
Boa performance com o chip
iPhone mais fino já feito com 5,64 mm
Smartphone leve, com apenas 165 g

Contras

Sem slot para cartão SIM
Bateria de 3.149 mAh
Somente uma câmera traseira

PIX
Cupom

R$ 300 OFF + R$ 100 OFF DISPONÍVEL NA PÁGINA

R$ 6.079,10  Amazon

Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

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O iPhone Air de 256 GB está saindo por R$ 6.079 no Pix com cupons R$ 300 OFF e R$ 100 OFF disponíveis na página da Amazon. O celular fininho da Apple baixou mais em relação à oferta desta quarta-feira (24) e atinge novo menor preço divulgado pelo Achados, com desconto de 42% sobre o original de R$ 10.499. Mas a oferta é válida apenas para o modelo de cor Dourado-claro.

iPhone Air é celular fininho com chip A19 Pro e câmera de 48 MP

iPhone Air é o celular mais fino da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone Air chama a atenção para seu corpo fino de apenas 5,64 mm de espessura que mantém a performance estelar da linha Apple 2025. O chip A19 Pro e os 12 GB de RAM permitem rodar apps e games pesados em multitarefa, já os 256 GB de armazenamento garantem espaço suficiente para guardar fotos e documentos.

Sua câmera wide de 48 MP com OIS capta cenas amplas com alta qualidade, enquanto a frontal Center Stage de 18 MP tira ótimas selfies no modo Paisagem, mesmo com o celular na posição em pé. Ambas filmam em 4K a 60 fps com suporte a Dolby Vision.

A tela Super Retina XDR OLED de 6,5″ traz ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, sendo capaz de reproduzir cores vivas com fluidez na transição de imagens, além de visibilidade em qualquer ambiente. O vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra acidentes.

Tela OLED do iPhone Air possui ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Este celular suporta 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC. Sua bateria de 3.149 mAh resiste a um dia de uso moderado, é compatível com MagSafe e recebe uma carga de 50% em 30 minutos via USB-C, segundo a Apple.

O iPhone Air de 256 GB (R$ 6.179 no Pix com os cupons OFF300 e R$ 100 OFF) tem corpo de titânio reforçado pela certificação IP68, que confere resistência contra poeira e mergulhos acidentais. O gadget roda iOS 26 e deve receber cinco atualizações do sistema operacional.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Baixou mais: iPhone Air (256 GB) cai mais de 40% em oferta na Amazon

Baixou mais: iPhone Air (256 GB) cai mais de 40% em oferta na Amazon
Fonte: Tecnoblog

Ex-CEO confirma que Disney pensou em se juntar à Apple e em comprar Twitter

Ex-CEO confirma que Disney pensou em se juntar à Apple e em comprar Twitter

Ex-CEO Bob Iger diz que Disney e Apple quase se juntaram (imagem: divulgação/Disney)

Resumo

O ex-CEO da Disney, Bob Iger, revelou que a empresa considerou se juntar à Apple e comprar o Twitter.
Disney e a Apple discutiram uma possível junção por volta de 2006, mas a Apple não demonstrou interesse.
A aquisição do Twitter não ocorreu porque Iger temia que fosse uma distração para a empresa.

Disney e Apple poderiam ter se juntado no passado, segundo o próprio ex-CEO da gigante do ramo do entretenimento, Bob Iger. Ele deixou a empresa em março de 2026 e aproveitou uma entrevista para revelar algumas possibilidades de negócio que acabaram não indo para frente. Iger revelou ainda que a Disney considerou a aquisição do Twitter em uma tentativa de ingressar no mercado de tecnologia.

Em 2019, o ex-CEO já havia afirmado que acreditava numa junção de Disney e Apple caso Steve Jobs ainda estivesse vivo. Na ocasião, ele afirmou que as empresas se aproximaram em torno de 2006, após a aquisição da Pixar por parte da Disney.

Agora, ao Financial Times, Iger disse que a Apple não demonstrou muito interesse à época, e deu a entender que seguiu interessado em uma junção das duas empresas mesmo após o falecimento de Steve Jobs, em 2011.

Twitter quase foi realidade… Apple, nem tanto

Disney chegou perto de comprar o Twitter (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Se a ideia de juntar Disney e Apple ficou apenas nas intenções de bastidores, o acordo para aquisição do Twitter quase aconteceu. O momento foi propício: logo após as compras de Pixar, Marvel, Lucasfilm e 21st Century Fox, ou seja, no momento em que a empresa dominava o mercado de entretenimento. O próximo passo seria justamente investir em tecnologia com a rede social, que ainda tinha Jack Dorsey como CEO.

O motivo pelo qual o negócio não saiu entre Disney e Twitter foi um receio do próprio Iger de que o movimento seria uma potencial “distração” para a empresa. Pouco depois, Elon Musk adquiriu a plataforma, hoje chamada de X.

Com relação à Apple, Iger apenas confirmou sua intenção e lamentou o desinteresse da Maçã. Ele afirma que houveram, sim, algumas conversas entre as duas empresas, e que a junção seria “transformadora e igualitária”, mas faltou o devido interesse por parte da Apple.

De qualquer forma, como o ex-CEO da Disney já havia declarado, sua boa relação com Steve Jobs poderia ter feito diferença num possível acordo.
Ex-CEO confirma que Disney pensou em se juntar à Apple e em comprar Twitter

Ex-CEO confirma que Disney pensou em se juntar à Apple e em comprar Twitter
Fonte: Tecnoblog