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Galaxy Tab S11 Ultra (512 GB) tem oferta parcelável em até 10x com 28% OFF na Amazon

Galaxy Tab S11 Ultra (512 GB) tem oferta parcelável em até 10x com 28% OFF na Amazon

Galaxy Tab S11 Ultra Wi-Fi 512 GB
R$ 7.199,11

R$ 9.999,0028% OFF

Prós

GRande tela de 14,6″
Desempenho de ponta
Bateria de longa duração
Suporte ao modo
Capa-teclado e inclusos no kit

Contras

Conectividade não inclui 5G
Sem suporte a NFC

Parcelado

R$ 7.199,11  Amazon

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O Galaxy Tab S11 Ultra está saindo por apenas R$ 7.199,11 parceláveis em até 10x sem juros de R$ 719,91 na Amazon. A oferta representa um desconto de 28% frente ao valor de lançamento de R$ 9.999. E o tablet da Samsung se destaca pelas configurações avançadas, incluindo a tela AMOLED de 14,6″, RAM de 12 GB e recursos de IA.

Galaxy Tab S11 Ultra tem RAM de 12 GB e tela AMOLED

A tela Dynamic AMOLED 2X de 14,6 polegadas exibe ótimas imagens com resolução de 1.848 x 2.960 pixels. A taxa de atualização alcança 120 Hz, gerando transições fluidas. E o display atinge brilho de 1.600 nits sob luz solar direta e conta com vidro de proteção especial nível 5.

O processador Mediatek Dimensity 9400+ possui arquitetura de 3 nanômetros e oito núcleos integrados para gerenciar tarefas complexas com velocidade. Aliado a isso, a memória RAM de 12 GB permite alternar softwares sem lentidão. Já o circuito gráfico Immortalis-G925 é capaz de rodar jogos pesados.

Além disso, o tablet da Samsung é compatível com as funcionalidades de inteligência artificial do Galaxy AI. O sistema oferece tradução e sumarização automática de documentos, assistentes de notas e de desenho, e pesquisa de imagens na tela via Circule para Pesquisar.

Galaxy Tab S11 Ultra (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O modo DeX da Samsung também está disponível e permite o tablet como se fosse um laptop. O Galaxy Tab S11 Ultra ainda acompanha caneta S Pen e capa com teclado, que ampliam as funcionalidades de uso do tablet tanto para produtividade quanto para criatividade.

Lembrando que o Galaxy Tab S11 Ultra na versão Wi-Fi de 512 GB está saindo por apenas R$ 7.199,11 parceláveis em até 10x sem juros de R$ 719,91 na Amazon. E que essa oferta representa um desconto de 28% frente ao lançamento.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Galaxy Tab S11 Ultra (512 GB) tem oferta parcelável em até 10x com 28% OFF na Amazon

Galaxy Tab S11 Ultra (512 GB) tem oferta parcelável em até 10x com 28% OFF na Amazon
Fonte: Tecnoblog

Galaxy A37 atinge 42% OFF com cupom e tem menor preço desde lançamento

Galaxy A37 atinge 42% OFF com cupom e tem menor preço desde lançamento

Galaxy A37 5G 128 GB
R$ 1.928,99

R$ 3.299,0042% OFF

Prós

Novo processador Exynos 1480
Câmera de 50 MP igual à do A57
Resistente à água e poeira (IP68)
Updates até o Android 22

Contras

Poucas mudanças frente ao A36
Sem porta microSD

PIX
Cupom

SMART10

R$ 1.928,99  Amazon

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O Galaxy A37 (128 GB) anunciado por R$ 3.299 está com o menor preço desde o seu lançamento no início de abril. O novo smartphone intermediário da Samsung sai por R$ 1.928 no Pix com o cupom SMART10 na Amazon, um desconto inédito de 42%.

Galaxy A37 traz tela Super AMOLED e chip Exynos 1480

O dispositivo leva uma tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com a reprodução de cores bem saturadas. A taxa de atualização de 120 Hz assegura navegação fluida e transições gráficas sem travamentos. O painel exibe imagens em resolução Full HD e brilho de até 1.900 nits sob luz intensa.

O Galaxy A37 vem equipado por 6 GB de memória RAM e pelo novo processador Exynos 1480, com arquitetura de 4 nanômetros e frequência de até 2.75 GHz. A combinação entrega desempenho satisfatório para jogos intermediários e tarefas simples, já para a aplicação de multitarefas exigentes pode ter limitações.

O sistema de câmeras inclui três câmeras traseiras e uma frontal de 12 MP capaz de filmar em 4K. O sensor principal de 50 MP conta com estabilização óptica (OIS) e tira boas fotos, ainda fazem parte do conjunto as lentes ultrawide de 12 MP e macro de 5 MP.

Galaxy A37 mantém design quase idêntico ao A36 (imagem: Ana Marques/Tecnobblog)

A bateria possui capacidade nominal de 5.000 mAh e o smartphone oferece suporte a carregamento rápido de 45 W via adaptador USB-C. A construção leva a proteção Gorilla Glass Victus+ em ambos os lados, além de certificação IP68 que garante forte resistência a entrada de poeira e água.

A conectividade sem fio inclui conexões as redes 5G, Wi-Fi 6 e NFC para pagamentos por aproximação. O Galaxy A36 (128 GB) por R$ 1.928 no Pix com o cupom SMART10 roda Android 16 e tem promessa de atualizações de sistema por seis anos.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Galaxy A37 atinge 42% OFF com cupom e tem menor preço desde lançamento

Galaxy A37 atinge 42% OFF com cupom e tem menor preço desde lançamento
Fonte: Tecnoblog

AirPods Pro 3 com ANC recebe 35% de desconto com cupom no Mercado Livre

AirPods Pro 3 com ANC recebe 35% de desconto com cupom no Mercado Livre

AirPods Pro 3
R$ 1.747,08

R$ 2.699,0035% OFF

Prós

Cancelamento ativo de ruído aprimorado (ANC)
Recurso de Tradução ao Vivo
Inclui sensor de frequência cardíaca
Certificação IP57
Estojo compatível com USB-C

Contras

Autonomia com ANC inferior aos AirPods Pro 2
Experiência limitada para Androids

PIX
Cupom

R$ 100 OFF NA PÁGINA

R$ 1.747,08  Mercado Livre

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Os AirPods Pro 3 depois de muito tempo voltaram a ficar em promoção, dessa vez com 35% de desconto. A oferta encontrada no Mercado Livre coloca à venda o gadget por R$ 1.747 no Pix após aplicação do cupom de R$ 100 OFF disponível.

A Apple lançou os seus fones de ouvido intra-auriculares mais avançados no Brasil em outubro de 2025 ao preço sugerido de R$ 2.699.

AirPods Pro 3 traz ANC superior e sensor de frequência cardíaca

AirPods Pro 3 inclui cinco ponteiras de tamanhos diferentes na caixa (imagem: Matheus Carvalho/Tecnoblog)

Devido ao autor possuir um AirPods Pro 3, pode afirmar com propriedade e segurança, que eles entregam uma potência sonora de alto nível. Segundo a companhia, os vestíveis são projetados com driver e amplificador exclusivos de alta amplitude e alto alcance dinâmico, respectivamente.

Um dos pontos fortes do gadget é a qualidade do seu Cancelamento Ativo de Ruído (ANC), capaz de remover duas vezes mais ruído externo em relação a geração anterior, de acordo com a Apple. O recurso realmente abafa muito bem o som exterior. O usuário ainda pode usar os fones nos modos Adaptável e Ambiente.

O recurso Tradução Ao Vivo possibilita com a ajuda da Apple Intelligence a comunicação entre duas pessoas falantes de idiomas diferentes. A transcrição é mostrada na tela do iPhone ou falada pela IA se ambos estiverem usando os AirPods Pro 3.

AirPods Pro 3 inclui um inédito sensor de frequência cardíaca na lateral interna (Imagem: Matheus Carvalho/Tecnoblog)

Outra novidade é o sensor de fotopletismografia (PPG) integrado em cada fone, que através da emissão de pulsos de luz infravermelha, monitora a frequência cardíaca e as calorias queimadas durante exercícios. Os dados podem ser obtidos em até 50 treinos disponíveis no aplicativo Fitness do sistema iOS.

Os fones de ouvido prometem até 8 horas de bateria com o ANC ativo e até 24 horas somando a bateria do estojo compatível com carregamento MagSafe. Todavia, o período é inferior ao informado na ficha técnica do seu antecessor.

Por fim, apresentam conexão a Bluetooth 5.3 e certificação IP57 com resistência a suor, água e poeira. Os AirPods Pro 3 estão em promoção com 35% de desconto, por R$ 1.747 no Pix com o cupom de R$ 100 OFF disponível no Mercado Livre.
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AirPods Pro 3 com ANC recebe 35% de desconto com cupom no Mercado Livre
Fonte: Tecnoblog

Vazamento mostra iOS 27 com mais IA e novidades na câmera

Vazamento mostra iOS 27 com mais IA e novidades na câmera

Modo Siri no Dynamic Island: inteligência artificial ganha destaque no iOS 27 (imagem: reprodução/Bloomberg)

Resumo

O iOS 27 terá integração maior com a Siri, com opção de consultar a inteligência artificial com um simples movimento na tela.
O aplicativo de câmera terá novos widgets para customizar a experiência de acordo com as ferramentas mais utilizadas pelo usuário e uma opção “Siri” para leitor inteligente e edições de imagem via IA.
A Apple testa integrações com chatbots de outras empresas, além da parceria com a OpenAI, e o iOS 27 permitirá acessar outros modelos de IA no futuro.

A Apple ainda se prepara para o lançamento do novo iOS 27 durante a WWDC 2026, no dia 8 de junho, mas um vazamento recente já adianta algumas das principais novidades. A expectativa por uma integração maior com a Siri parece se confirmar tanto na câmera quanto no software como um todo, disponível diretamente pela Dynamic Island.

Outra confirmação é a presença do ChatGPT, além de uma opção de consultar a inteligência artificial com um simples movimento na tela. Também foram revelados novos widgets disponíveis no app de câmera que permitem customizar a experiência de acordo com as ferramentas mais utilizadas pelo usuário.

O vazamento foi divulgado pela Bloomberg, inclusive com imagens mostrando a nova interface do iOS 27. É importante frisar que a Apple costuma testar diferentes opções de design antes do lançamento. Portanto, podem haver diferenças em relação ao produto final.

Inteligência artificial em destaque

As IAs generativas têm dominado o mercado de tecnologia em 2026, e não será diferente no próximo sistema do iPhone. As imagens mostram uma grande repaginada na Siri, que aparece com formato de chatbot similar ao encontrado em concorrentes como ChatGPT, Claude, Grok e Gemini.

Recurso “Search or Ask” pode ser acessado deslizando a tela na direção do Dynamic Island (imagem: reprodução/Bloomberg)

Além disso, também será possível ativar a IA com um comando simples a qualquer momento. A exemplo do que acontece com a Tela de Bloqueio e a Central de Controle, bastaria deslizar o dedo a partir do topo da tela para consultar a IA.

Essa função, chamada nos vazamentos de Search or Ask, também deve permitir acessar outros modelos de IA no futuro. Segundo o Bloomberg, além da parceria com a OpenAI, a Apple vem testando integrações com chatbots de outras empresas.

Novidades no app de câmera

Na câmera deve surgir uma opção de Siri entre modos de uso já estabelecidos, como Foto e Retrato. A expectativa é por uma espécie de leitor inteligente para fazer traduções e tirar dúvidas. Também será possível solicitar edições de imagem via IA com mais facilidade, dentro do próprio app.

O aplicativo de câmera também terá uma nova customização de widgets, em que o usuário pode incluir ferramentas de edição mais acessadas para ativá-las com maior facilidade.
Vazamento mostra iOS 27 com mais IA e novidades na câmera

Vazamento mostra iOS 27 com mais IA e novidades na câmera
Fonte: Tecnoblog

Motorola Edge 70 (256 GB) volta a cair 57% em oferta com cupom no Mercado Livre

Motorola Edge 70 (256 GB) volta a cair 57% em oferta com cupom no Mercado Livre

Motorola Edge 70 5G 256 GB
R$ 1.931,40

R$ 4.499,0057% OFF

Prós

Apenas 5,99 mm de espessura
Todas as câmeras de 50 MP
Tela POLED de 6,7″ com 120 Hz
Bateria dura até 38 horas

Contras

Sem lente teleobjetiva

PIX
Cupom

R$ 1.000 OFF NA PáGINA

R$ 1.931,40  Mercado Livre

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O Motorola Edge 70 está saindo por apenas R$ 1.931,40 no Pix aplicando o cupom de R$ 1.000 OFF no Mercado Livre. A oferta representa um desconto de 57% em relação ao preço inicial de R$ 4.499, o maior desde o lançamento do smartphone da Motorola. Na ficha técnica, desempenho, câmera e tela se destacam.

Motorola Edge 70 tem câmeras de 50 MP e chip da Qualcomm

Espessura de 5,99 mm é o destaque do Edge 70 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Motorola Edge 70 possui três câmeras de 50 megapixels, duas traseira e uma frontal. O estabilizador óptico de imagem reduz tremores e evita fotos borradas. E a lente ultrawide grava vídeos em resolução 4K com taxa de 60 quadros por segundo.

O processador Snapdragon 7 Gen 4 opera em conjunto com a memória RAM de 8 GB que permite expansão para até 24 GB via RAM Boost, tecnologia de RAM virtual dos celulares da Motorola. O conjunto executa tarefas pesadas sem travamentos, gerencia múltiplos aplicativos simultâneos e garante respostas rápidas.

A tela POLED de 6,7 polegadas exibe mais de um bilhão de tonalidades cromáticas e entrega brilho forte de até 4.500 nits para visualização nítida sob a luz solar direta. A taxa de atualização de 120 Hz suaviza animações e comandos. E o painel traz vidro resistente com Corning Gorilla Glass 7i, prevenindo danos causados por quedas ou riscos cotidianos.

Motorola Edge 70 (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A bateria tem capacidade de 4.800 mAh e entrega até 38 horas de autonomia segundo a Motorola, sendo que a fabricante ainda promete que uma carga de apenas 15 minutos com o carregador de 68 W já entrega autonomia para um dia inteiro de uso. Por fim, o celular é resistente a água e poeira (IP68/IP69) e será atualizado até o Android 19.

Lembrando que o Motorola Edge 70 5G de 256 GB está saindo por apenas R$ 1.931,40 no Pix aplicando o cupom de R$ 1.000 OFF no Mercado Livre. E que essa oferta representa um desconto de 57% sobre o lançamento.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Motorola Edge 70 (256 GB) volta a cair 57% em oferta com cupom no Mercado Livre

Motorola Edge 70 (256 GB) volta a cair 57% em oferta com cupom no Mercado Livre
Fonte: Tecnoblog

Samsung dá adeus ao OneDrive e prepara rival para Google Drive

Samsung dá adeus ao OneDrive e prepara rival para Google Drive

Samsung Cloud deve voltar a ter armazenamento nas nuvens (imagem: reprodução/Samsung)

Resumo

Samsung Cloud deve voltar a oferecer armazenamento em nuvem com planos Premium de 50 GB, 200 GB e 2 TB;
indícios surgem após confirmação de que integração nativa entre app Galeria e OneDrive acabará em setembro de 2026;
valores do Samsung Cloud Premium são equivalentes aos do iCloud+, e próximos das opções oferecidas pelo Google One.

Nesta semana, a Microsoft confirmou que a Samsung encerrará a integração do OneDrive com dispositivos Galaxy. Coincidência ou não, vieram à tona fortes indícios de que, em breve, a companhia coreana lançará uma nova versão da plataforma Samsung Cloud, com opções de armazenamento nas nuvens que vão de 50 GB a 2 TB.

Talvez você se lembre que, em 2021, o Samsung Cloud deixou de armazenar e sincronizar arquivos do usuário usando servidores próprios. Como alternativa, a companhia passou a oferecer, em celulares e tablets Galaxy, sincronização nativa com o OneDrive para backup ou recuperação de fotos e vídeos.

Com essa mudança, o Samsung Cloud continuou existindo, mas como um mero serviço de sincronização e restauração de dados entre dispositivos (como quando você recupera dados de um smartphone antigo em um aparelho novo).

Eis que, nos últimos dias, usuários de contas Samsung passaram a ser avisados de que a mencionada integração com o OneDrive será mantida somente até 30 de setembro de 2026, como mostra a imagem a seguir:

Aviso de término de integração com o OneDrive em aparelhos Galaxy (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Note que ainda será possível usar o OneDrive para fazer backup de mídia em dispositivos Galaxy, desde que o usuário ative essa configuração no aplicativo do serviço. É o suporte direto ao OneDrive no app Galeria que deixará de existir, como a própria Microsoft explica.

Vem aí o Samsung Cloud Premium?

Provavelmente, sim. Os usuários Henrique Vitório e Igor Omena divulgaram no Threads imagens que mostram um tal de Samsung Cloud “Premium” com opções de armazenamento de até 2 TB, com preços já em reais:

50 GB: R$ 5,90 por mês

200 GB: R$ 19,90 por mês

2 TB: R$ 66,90 por mês

Além de fotos e vídeos, o novo serviço também deverá permitir armazenamento de documentos, músicas e dados de aplicativos.

Porém, o novo Samsung Cloud ainda não é oficial. A novidade foi descoberta no app do serviço por Omena com a execução de um procedimento de exploração que envolve as ferramentas Shizuku e Root Activity Launcher.

Preços da Samsung Cloud Premium (imagem: Igor Omena/Threads)

Os supostos planos do Samsung Cloud são vantajosos?

Sim, mas não em todos os cenários. Observe a seguinte tabela comparativa (os preços não consideram descontos ou promoções):

 50 GB (mês)200 GB (mês)2 TB (mês)Google OneR$ 4,50 (30 GB)R$ 14,99R$ 49,90iCloud+R$ 5,90R$ 19,90R$ 66,90Samsung CloudR$ 5,90R$ 19,90R$ 66,90

Note que os planos do Samsung Cloud têm os mesmos preços dos pacotes oferecidos pela Apple no iCloud+.

Com relação ao Google, é importante esclarecer que não existe opção de 50 GB, mas de 30 GB (Lite). Além disso, o plano convencional de 200 GB não é oferecido para todos os usuários. Existe um plano de 200 GB que custa R$ 24,99 mensais, mas que corresponde ao Google AI Plus, com recursos de inteligência artificial. Aliás, o plano de 2 TB também faz parte do Google AI Plus.

Quando o Samsung Cloud Premium será lançado?

Ainda não há essa informação, até porque o serviço não confirmado pela Samsung até o momento. O Tecnoblog pediu informações à companhia. O texto será atualizado se obtivermos retorno.
Samsung dá adeus ao OneDrive e prepara rival para Google Drive

Samsung dá adeus ao OneDrive e prepara rival para Google Drive
Fonte: Tecnoblog

95% dos usuários abandona apps de vez após cancelar assinatura, revela estudo

95% dos usuários abandona apps de vez após cancelar assinatura, revela estudo

Usuários que cancelam assinatura costumam nunca mais voltar (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Resumo

95% dos usuários não retornam após cancelar uma assinatura anual de aplicativo, segundo levantamento da plataforma RevenueCat.
O estudo analisou mais de 115 mil aplicativos e concluiu que a maioria das desistências ocorre logo no início.
De acordo com o levantamento, 55,4% dos usuários cancelam assinaturas de teste no primeiro dia e dificilmente retornam.

A maioria das pessoas que cancelam uma assinatura anual de um aplicativo não volta a assinar o serviço dentro de um ano, segundo o relatório global State of Subscription Apps 2026, da plataforma RevenueCat. E é maioria mesmo: estamos falando de 95% dos consumidores.

Na América Latina, o comportamento é praticamente igual ao da média global. A taxa de reativação de assinaturas anuais na região é de 4,9%. Mas quando se trata de assinaturas mensais, os usuários ainda parecem deixar uma janela maior para reconquista, com 19,8% dos ex-assinantes renovando o vínculo com o serviço dentro de um ano.

O levantamento analisou métricas de mais de 115 mil aplicativos, que juntos movimentam mais de US$ 16 bilhões (R$ 80,7 bilhões) em receita. A variação entre regiões é pequena, e mostra que as empresas estão perdendo a base de usuários pagantes muito rápido.

Segundo o relatório, isso é resultado de um mercado cada vez mais disputado. Desde 2022, o volume mensal de lançamentos de aplicativos cresceu sete vezes, reduzindo o tempo que uma empresa tem para convencer o usuário de que vale a pena continuar pagando.

Desistência começa no teste grátis

O relatório também mostra que muitos usuários desistem antes mesmo de se tornarem assinantes pagantes. Se você costuma iniciar assinaturas para aproveitar os dias gratuitos e cancela mesmo antes de terminar o prazo, não está sozinho: mais da metade faz isso logo no primeiro dia.

Maioria das desistências ocorre no período de testes grátis (imagem: reprodução/RevenueCat)

Nos testes de 3 dias, 55,4% das desistências ocorrem no chamado “Dia 0”. Em testes de 7 dias, a taxa cai para 39,8%, e para 35,7% em prazos de duas semanas. Em testes mais longos, como os experimentos de 30 dias, os cancelamentos no começo chegam a 31,1%.

Mesmo quando o usuário já pagou por um plano anual, o primeiro mês continua sendo decisivo. Segundo o relatório, os primeiros 30 dias concentram 35% de todos os cancelamentos de assinaturas anuais.

O comportamento varia conforme a categoria do app. No segmento de compras, cerca de metade das desistências ocorre no primeiro mês. Já em educação, a retenção é maior: apenas 30% das saídas no mesmo período.

Apps de produtividade têm a maior taxa de retorno de assinantes (imagem: reprodução/RevenueCat)

Quem fica tende a renovar

Mas quem paga o plano anual tende a continuar pagando. A taxa de renovação desses contratos chega a 83,4% na média global, muito superior ao número dos planos semanais (18,7%) e dos planos mensais (39,2%).

A fidelidade cresce ainda mais com o tempo. Segundo a RevenueCat, a taxa mediana de renovação fica entre 23% e 40% no primeiro ano, mas pode chegar a 70% quando o usuário atinge o terceiro ano de permanência.

Cancelamento costuma ser ponto sem retorno

De acordo com o relatório, os resultados são um sinal de que as empresas devem deixar de tratar a reativação como principal estratégia para assinantes anuais. Como esse usuário raramente volta após cancelar, o foco deve estar na prevenção, ou seja, evitar o rompimento da assinatura.

A RevenueCat cita alternativas que preservem o vínculo do usuário com o serviço e os dados de pagamento, como permitir que ele pause temporariamente o plano.

95% dos usuários abandona apps de vez após cancelar assinatura, revela estudo

95% dos usuários abandona apps de vez após cancelar assinatura, revela estudo
Fonte: Tecnoblog

O que é VLAN? Saiba como funciona uma rede virtual dentro de uma LAN

O que é VLAN? Saiba como funciona uma rede virtual dentro de uma LAN

Entenda como a LAN virtual pode proteger dados e otimizar o desempenho de uma rede mais ampla (imagem: Reprodução/Synchronet)

A Virtual Local Area Network, ou VLAN, é uma tecnologia que segmenta uma única rede física em múltiplas sub-redes virtuais. Essa abordagem agrupa dispositivos independentemente da localização, criando ambientes digitais mais organizados e escaláveis.

Na prática, a LAN Virtual atua isolando o tráfego de dados por meio de switches gerenciáveis que filtram e direcionam os pacotes de informação. Isso impede que dispositivos em diferentes setores, como Wi-Fi de visitas e a rede administrativa, troquem pacotes sem autorização prévia.

Entre os principais tipos de VLAN, destacam-se as baseadas em portas físicas, etiquetas e as estruturadas por endereços MAC. Cada modalidade atende a uma estratégia de segurança diferente, garantindo que cada fluxo de dados trafegue estritamente pelos caminhos predefinidos pelo administrador.

A seguir, entenda o conceito de VLAN e como elas protegem os dados contra acessos indevidos. Também conheça os benefícios e as limitações da tecnologia.

ÍndiceO que é VLAN?O que significa VLAN?Para que serve a VLAN? Como funciona a VLANQuais são os tipos de VLAN? Quais são os benefícios da VLAN? Quais são as limitações da VLAN? Qual é a diferença entre VLAN e LAN?

O que é VLAN?

VLAN, ou LAN virtual, é uma tecnologia que segmenta logicamente uma rede física em sub-redes isoladas, agrupando dispositivos independentemente da localização deles. Isso otimiza o tráfego corporativo e reforça a segurança ao separar ambientes específicos, como redes administrativas e o Wi-Fi de visitas.

O que significa VLAN?

O termo VLAN, sigla para Virtual Local Area Network (Rede Local Virtual), surgiu com a evolução dos switches de rede na década de 1990. Ele começou a ser usado por engenheiros que precisavam segmentar o tráfego de dados para criar sub-redes independentes na mesma estrutura física.

Para que serve a VLAN? 

A VLAN segmenta redes logicamente para melhorar a segurança e o gerenciamento ao isolar fluxos de dados sensíveis. Na prática, ela cria “departamentos virtuais” que mantêm setores estratégicos ou o Wi-Fi de visitas totalmente separados da rede principal.

Além da proteção, a tecnologia otimiza o desempenho ao conter o tráfego de broadcast, evitando o congestionamento de banda. Isso permite agrupar dispositivos por funções e requisitos técnicos, independentemente da localização física deles na empresa.

Os switches são uma parte essencial para a infraestrutura de uma VLAN (imagem: Albert Stoynov/Unsplash)

Como funciona a VLAN

A VLAN funciona dividindo um único switch físico em múltiplos canais virtuais isolados dentro da mesma rede de computadores. O sistema direciona o tráfego configurando portas específicas do aparelho, garantindo que os dispositivos conectados conversem apenas no próprio grupo.

O segredo desse mecanismo está no “tagging”, um processo de etiquetagem de dados baseado na norma IEEE 802.1Q. Essa tecnologia adiciona uma identificação oculta aos pacotes de dados, permitindo que os switches saibam exatamente o destino de cada informação.

Essa divisão inteligente contém o tráfego de broadcasts, fazendo com que as mensagens de transmissão geral fiquem restritas à sua própria rede. Além de poupar banda, essa barreira digital impede o acesso não autorizado entre diferentes grupos virtuais da empresa.

Para conectar switches diferentes mantendo o isolamento, utilizam-se conexões de “trunk”, que transportam múltiplas VLANs por um único cabo. Já a comunicação controlada entre redes virtuais distintas exige o roteamento inter-VLAN, feito por um roteador ou switch de Camada 3.

A LAN virtual segmenta os dispositivos e o tráfego em uma única infraestrutura (imagem: Reprodução/TechTarget)

Quais são os tipos de VLAN? 

Existem diferentes categorias de VLAN projetadas para organizar o tráfego de dados com eficiência e segurança. Algumas delas são:

VLAN padrão (Default): é a configuração de fábrica do switch à qual todas as portas pertencem inicialmente, sendo uma estrutura rígida que não pode ser renomeada ou excluída;

VLAN baseada em porta (estática): configuração tradicional em que cada saída física do switch é vinculada manualmente a uma rede virtual especificada pelo administrador do sistema;

VLAN baseada em protocolo: técnica avançada que direciona os fluxos de dados para sua respectiva rede virtual analisando informações de nível de rede (Camada 3), como o protocolo IP;

VLAN dinâmica: sistema automatizado que distribui os dispositivos nas redes virtuais com base no endereço físico da placa de rede (MAC) ou diretrizes de autenticação;

VLAN de dados: destinada exclusivamente ao tráfego gerado pelas atividades dos usuários, como troca de e-mails, navegação na web e transferências de arquivos comuns;

VLAN de voz: desenvolvida especificamente para telefonia IP (VoIP), ela recebe prioridade máxima de transmissão (QoS) para garantir conversas nítidas, estáveis e sem atrasos no sistema;

VLAN de gerenciamento: canal exclusivo para acesso administrativo da equipe de TI, garantindo que os técnicos consigam monitorar e configurar o switch mesmo sob tráfego pesado;

VLAN nativa: responsável por identificar e acolher o tráfego de dados que viaja sem nenhuma etiqueta de identificação através dos links de conexões compartilhadas (trunk);

VLAN tagged: utiliza marcadores com números de identificação nos cabeçalhos dos pacotes de dados, permitindo que múltiplos fluxos virtuais compartilhem organizadamente a mesma estrutura física;

VLAN privada (PVLAN): recurso de isolamento extremo que impede que aparelhos conectados na mesma rede virtual conversem entre si, cenário muito comum em redes de hotéis;

VLAN de trunk: conexão especial que atua como uma estrada expressa, transportando os dados etiquetados de múltiplas redes virtuais simultaneamente entre diferentes switches.

A VLAN baseada em porta é a mais comum no mercado (imagem: Scott Rodgerson/Unsplash)

Quais são os benefícios da VLAN? 

O modelo de rede VLAN oferece uma série de vantagens estratégicas para a infraestrutura digital de uma residência ou empresa. Por exemplo:

Segurança reforçada e isolamento: ao segmentar o tráfego de dados, a tecnologia protege informações confidenciais criando barreiras digitais que impedem o acesso não autorizado entre departamentos distintos;

Controle de políticas de acesso: essa divisão lógica facilita a aplicação de regras rígidas de segurança e controles de privacidade totalmente personalizados para as necessidades de cada setor;

Menos congestionamento na rede: ao reduzir os domínios de broadcast, o sistema evita que mensagens de transmissão em massa sobrecarreguem os aparelhos, acelerando o fluxo de dados;

Fluxo de tráfego otimizado: o recurso permite priorizar aplicações em tempo real que não toleram atrasos, como chamadas de voz por internet (VoIP) e videoconferências estratégicas;

Uso eficiente da banda larga: a distribuição inteligente e direcionada do tráfego melhora o desempenho geral do sistema, aproveitando ao máximo o limite da infraestrutura já instalada;

Redução de gastos com hardware: ao reaproveitar o mesmo switch físico para criar várias redes isoladas, elimina-se a necessidade de comprar novos equipamentos para cada setor da empresa.

Quais são as limitações da VLAN? 

Apesar dos benefícios, a implementação de uma rede VLAN impõe desafios técnicos e operacionais. Por exemplo:

Configuração complexa: exige um planejamento inicial minucioso da topologia para evitar falhas de comunicação, brechas de segurança e quedas de desempenho causadas por erros humanos na instalação;

Aumento da complexidade geral: o gerenciamento diário exige um monitoramento constante de regras de firewalls, portas de switches e tabelas de roteamento, elevando a carga de trabalho da equipe de TI;

Riscos de VLAN Hopping: se a infraestrutura não receber travas de segurança rigorosas, invasores podem burlar as etiquetas de identificação para saltar ilegalmente de uma rede virtual para outra;

Risco de latência e gargalos: um desenho de tráfego mal projetado ou o excesso de divisões virtuais podem sobrecarregar o roteamento inter-VLAN, gerando atrasos na transmissão dos dados;

Custo elevado em larga escala: o orçamento para grandes estruturas pode subir rapidamente devido à necessidade de adquirir equipamentos corporativos avançados capazes de interligar as redes com eficiência.

Embora melhore a segurança e otimize o desempenho, uma VLAN exige um gerenciamento complexo (imagem: Jonathan/Unsplash)

Qual é a diferença entre VLAN e LAN?

A VLAN (Rede Local Virtual) é uma segmentação lógica criada artificialmente dentro de uma estrutura física para agrupar aparelhos por critérios funcionais, ignorando a localização real deles. Ela melhora a rede comum ao dividi-la em múltiplos domínios virtuais, garantindo que os dados trafeguem apenas entre os destinatários autorizados.

A LAN (Rede Local) é uma infraestrutura física que conecta computadores, impressoras e roteadores em uma casa ou escritório para compartilharem arquivos e acesso à internet. Nela, todos os dispositivos dividem o mesmo espaço digital, funcionando como uma única linha de transmissão aberta para todo o grupo.
O que é VLAN? Saiba como funciona uma rede virtual dentro de uma LAN

O que é VLAN? Saiba como funciona uma rede virtual dentro de uma LAN
Fonte: Tecnoblog

Galaxy Watch 8 (44 mm) surge em promoção histórica no Mercado Livre e despenca 58%

Galaxy Watch 8 (44 mm) surge em promoção histórica no Mercado Livre e despenca 58%

Galaxy Watch 8 BT 44 mm
R$ 1.349,10

R$ 3.199,0058% OFF

Prós

Tela AMOLED com 3.000 nits
Suporte ao Galaxy AI e Gemini
Sensores de saúde e recomendações
Construção com Cristal de Safira
Certificação IP68 e MIL-STD-810H

Contras

Autonomia reduzida com GPS ativo
Sem conectividade LTE

PIX
Cupom

R$ 100 OFF DISPONÍVEL NA PÁGINA

R$ 1.349,10  Mercado Livre

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O Galaxy Watch 8 Bluetooth de 44 mm está saindo por R$ 1.349 no Pix com cupom de R$ 100 OFF disponível na página do Mercado Livre, uma oferta histórica que oferece o gadget com desconto de 58% sobre o valor original de R$ 3.199.

O smartwatch da Samsung possui tela Super AMOLED e sensores avançados que monitoram atividades físicas e a condição de saúde do usuário.

Galaxy Watch 8 tem sensor BioActive e tela Super AMOLED

O Galaxy Watch 8 possui uma tela Super AMOLED de 1,47 polegada com brilho de 3.000 nits, entregando cores vibrantes e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Cristal de Safira protege-a contra arranhões e pancadas.

Seu sensor BioActive e os demais auxiliares permitem acompanhar várias modalidades esportivas e oferecem funções extras de qualidade de vida para monitorar a saúde do usuário, como eletrocardiograma (ECG), a qualidade do sono, ciclo menstrual da mulher e da oxigenação do sangue.

Este gadget também pode ser útil em situações de risco: em caso de emergência médica e estando pareado a um smartphone, pode enviar alertas para contatos específicos e ligar para números como 190 (polícia) e 192 (ambulância).

O Galaxy Watch 8 é equipado com o chip Exynos W1000, 2 GB de RAM e 32 GB de espaço interno, que permitem execução local de apps. Sua bateria de 435 mAh resiste a um dia de uso e suporta carregamento sem fio de 10 W.

O smartwatch possui conectividade a Wi-Fi 5, Bluetooth 5.3, NFC e suporta sistemas de posicionamento para determinar a posição exata do usuário. Seu corpo em alumínio Armor de 44 mm recebe as certificações IP68 e militar MIL-STD810H, resistindo a condições extremas de clima e até 5 atmosferas de pressão (5 ATM) na água, sendo assim habilitado para uso em esportes aquáticos.

O Galaxy Watch 8 BT (44 mm) roda Wear OS 6 e suporta todas as soluções do Google. O smartwatch da Samsung sai por R$ 1.349 no Pix com cupom de R$ 100 OFF disponível na página do Mercado Livre, oferta histórica que concede abatimento de 58% frente ao preço de lançamento do gadget.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Galaxy Watch 8 (44 mm) surge em promoção histórica no Mercado Livre e despenca 58%

Galaxy Watch 8 (44 mm) surge em promoção histórica no Mercado Livre e despenca 58%
Fonte: Tecnoblog

O que é juice jacking? Saiba como funciona a ameaça que usa portas USB

O que é juice jacking? Saiba como funciona a ameaça que usa portas USB

Portas USB públicas modificadas podem esconder a ameaça juice jacking; entenda (Imagem: Mike Winkler/Unsplash)

Juice jacking é uma ameaça cibernética que utiliza portas USB públicas para roubar dados ou instalar arquivos maliciosos nos dispositivos das vítimas.

Nessa ameaça, portas USB são modificadas a sistemas ou dispositivos com capacidade para interceptar dados via conexão USB. As vítimas podem achar que estão apenas recarregando seus aparelhos, e muitas vezes não percebem a coleta ilegal de informações.

Para se prevenir contra juice jacking, é recomendável evitar estações públicas de recargas USB, utilizar cabos limitados à recarga de energia ou usar adaptadores que bloqueiam transferências de dados.

A seguir, entenda melhor o que é e como funciona o juice jacking, e confira medidas de proteção contra essa ameaça cibernética.

ÍndiceO que é juice jacking?O que significa juice jacking?Como funciona o juice jackingQuais são os riscos do juice jacking?Como se proteger contra juice jackingO que fazer ao suspeitar de juice jacking?Celulares iPhone são mais seguros que Android contra juice jacking?Qual é a diferença entre juice jacking e Man-in-the-Middle?

O que é juice jacking?

Juice jacking é um tipo de ameaça cibernética que utiliza portas USB públicas para roubar dados ou instalar malware em dispositivos eletrônicos da vítima, como smartphones e tablets.

No juice jacking, portas USB fingem ser meros pontos de carregamento, quando na verdade estabelecem transferências de dados sorrateiramente (e sem consenso) com o aparelho para roubo de informações das vítimas.

O que significa juice jacking?

Juice jacking pode ser traduzido como algo próximo de “sequestro via energia” ou “roubo via carregamento”.

No inglês, “juice” pode ser usado como uma gíria para “energia”, “eletricidade” ou “carga”, principalmente quando se envolve baterias. Já “jacking” vem de “hijacking”, que pode ser traduzido como “sequestro” ou “roubo”.

Apesar da tradução literal, juice jacking não se refere a um roubo de energia: a ameaça envolve roubo de dados enquanto a vítima acha que está carregando a bateria do aparelho. E é a partir dessa analogia que o termo foi cunhado.

Como funciona o juice jacking

O juice jacking começa quando cibercriminosos modificam portas USB públicas de carregamento. Esses pontos geralmente estão localizados em ambiente com alto fluxo de pessoas, até porque quanto mais gente em volta, maiores as chances de alguém se tornar uma vítima.

Visualmente falando, as portas USB parecem ser “comuns”. Mas com as modificações, essas portas podem estar ligadas a um chip ou a outros dispositivos com capacidade para coletar dados ou injetar malware assim que um aparelho é conectado via USB.

Se uma pessoa passar pela estação de recarga maliciosa e estiver com o celular descarregado, ela poderá usar um cabo para recarregar seu dispositivo nessa porta USB. O problema é que os cabos não só repassam corrente elétrica da fonte de energia, como também transferem dados entre pontos.

Estações de carregamento USB modificadas podem roubar dados assim que o dispositivo é conectado (Imagem: Mike Winkler/Unsplash)

Em alguns casos, a vítima pode aceitar permissões de transferência de dados sem saber do que se trata. Em outros, o alerta sequer é mostrado na tela.

E quando a conexão acontece, o cibercriminoso pode roubar conversas, mídias e dados sensíveis ou mesmo instalar um arquivo malicioso (sem consentimento) para praticar spyware, stalkerware, entre outros tipos de ataque.

À primeira vista, a pessoa acredita que está apenas recarregando seu celular em uma porta USB pública. Na prática, ela se tornou uma vítima de roubo de dados sem perceber.

Quais são os riscos do juice jacking?

O juice jacking costuma envolver principalmente roubo de dados e instalação de malware. Mas há diversos riscos a partir dessas explorações, incluindo:

Golpes financeiros: os cibercriminosos quase sempre vão se aproveitar de dados pessoais da vítima para roubar o dinheiro delas ou conseguir algum montante.

Ataques ransomware: se o dispositivo for comprometido, os atores do ataque podem exigir recompensas (em dinheiro ou criptomoedas) para normalizar o aparelho.

Roubo de credenciais: dependendo dos dados roubados via juice jacking, os golpistas podem conseguir acesso a sistemas, serviços e até espaços físicos.

Aplicação de outros golpes: o juice jacking pode ser usado para sequestrar informações das vítimas e motivar a aplicação de outros golpes a partir dos dados coletados.

Como se proteger contra juice jacking

Existem algumas medidas preventivas contra o juice jacking. E dentre as principais ações contra essa ameaça, estão:

Evite recarregar o aparelho em estações públicas: sempre que possível, evite de conectar o seu dispositivo a portas USB públicas ou desconhecidas.

Fique atento às configurações de conexão: caso vá utilizar uma estação de carregamento pública, escolha a opção de conexão que habilita somente o carregamento de energia.

Carregue um power bank com você: se possível, utilize carregadores portáteis (power banks) ao invés de usar portas USB desconhecidas.

Use cabos limitados à carregamento de energia: fora de casa, opte por cabos mais simples limitados à recarga de energia (sem opção de transferência de dados).

Mantenha o seu dispositivo atualizado: mantenha as atualizações de software e segurança do seu aparelho em dia, já que novos patches podem corrigir bugs e falhas de cibersegurança.

Use adaptadores de bloqueio de dados: use adaptadores que bloqueiam dados do seu dispositivo; no mercado, eles podem ser encontrados como “USB data blocker” ou “camisinhas USB”.

Adaptadores data blocker podem bloquear roubo de dados via conexão USB (Imagem: Reprodução)

O que fazer ao suspeitar de juice jacking?

Caso suspeite de juice jacking, remova instantaneamente o cabo da porta USB. Vale também desativar Wi-Fi, dados móveis, Bluetooth e qualquer outra conexão do aparelho que possa ser usada para transferência de dados.

Demais recomendações incluem fazer varredura com algum programa de proteção cibernética, e trocar todas as suas senhas (se julgar necessário).

Celulares iPhone são mais seguros que Android contra juice jacking?

Sim, mas com ressalvas. Smartphones Android possuem o modo depuração USB, que concede acesso total ao celular a partir de uma conexão USB a um dispositivo. O iPhone conta com um recurso parecido, mas que oferece menos permissões e alerta sobre qualquer novo dispositivo conectado.

Além disso, estações públicas de recarga costumam usar o padrão USB-A, que é um padrão visto em praticamente todos os cabos de smartphones Android. Em contrapartida, os cabos de iPhones mais recentes costumam ter saída para Lightning ou USB-C, não sendo compatíveis com o padrão USB-A.

Em suma: iPhones não são imunes a juice jacking, mas costumam ser mais seguros que Android envolvendo essa ameaça.

Qual é a diferença entre juice jacking e Man-in-the-Middle?

Juice jacking é uma ameaça da qual estações de USB modificadas fingem ser pontos de recarga para roubarem dados de dispositivos conectados. Esse tipo de ataque depende de conexão física entre o aparelho da vítima e a porta USB.

Já Man-in-the-Middle é um crime cibernético em que o invasor intercepta transmissões de dados para coletar informações da vítima sem consentimento. Essa ameaça não requer conexão física, e geralmente envolve redes Wi-Fi públicas falsas — cujas conexões acontecem remotamente, sem contato.

O que é juice jacking? Saiba como funciona a ameaça que usa portas USB

O que é juice jacking? Saiba como funciona a ameaça que usa portas USB
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