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Cyberpunk: Mercenários 2 ganha trailer explosivo e data de lançamento na Netflix

Cyberpunk: Mercenários 2 ganha trailer explosivo e data de lançamento na Netflix

A CD Projekt RED, em colaboração com o Studio Trigger e a Netflix, confirmou oficialmente a data de lançamento para a segunda temporada de Cyberpunk: Mercenários. O novo ciclo da animação ambientada no universo do RPG Cyberpunk 2077 fará sua estreia global no catálogo do serviço de streaming em 20 de outubro. A revelação veio acompanhada de um trailer inédito que antecipa o tom violento e visceral da produção.

A nova fase da série é formatada como uma narrativa autônoma de 10 episódios, desvinculando-se dos acontecimentos do arco anterior para introduzir um elenco inédito. A trama explora um enredo focado em vingança, sobrevivência e redenção no cenário urbano hostil de Night City. A trama coloca no centro dos acontecimentos figuras de passados opostos que se cruzam no submundo cibernético. Entre os novos nomes estão D, netrunner da Snake Nation focado em vingança; Roman Carax, jovem documentarista apaixonado por cinema; Taila Yang, integrante dos Maelstrom; e Weak Kingsley, ex-mercenário lendário que enfrenta o declínio pessoal após perder seus implantes cibernéticos.Clique aqui para ler mais

Cyberpunk: Mercenários 2 ganha trailer explosivo e data de lançamento na Netflix
Fonte: Tudocelular

Celular da Motorola com suporte a Android superseguro vai custar caro

Celular da Motorola com suporte a Android superseguro vai custar caro

GrapheneOS é um sistema operacional móvel para quem deseja mais segurança ao usar o smartphone (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A GrapheneOS Foundation anunciou que os primeiros aparelhos com suporte ao seu sistema operacional, desenvolvido em parceria com a Motorola, chegarão em 2027.
Esses aparelhos serão “top de linha” com recursos e preços superiores à linha Pixel 11 do Google, que varia de US$ 900 a US$ 1.300.
O GrapheneOS é um sistema operacional baseado no Android Open Source Project (AOSP) sem aplicativos e serviços do Google, com recursos avançados de segurança e privacidade.

A GrapheneOS Foundation deu mais detalhes sobre sua parceria com a Motorola nesta sexta-feira (21/08). A desenvolvedora diz que os primeiros aparelhos com suporte a seu sistema operacional estão programados para chegar em 2027 e devem ter preços mais altos do que a linha Pixel 11, do Google.

O GrapheneOS é um sistema operacional baseado no Android Open Source Project (AOSP). Ele vem sem aplicativos e serviços do Google, como Gmail, Drive, Fotos e Google Play Services. Além disso, conta com recursos avançados de segurança e privacidade, como senha alternativa para tela de bloqueio, que serve para apagar todos os dados do aparelho. A parceira com a Motorola foi anunciada em março de 2026.

Como serão os smartphones da Motorola com GrapheneOS?

Em uma conversa na rede social Mastodon, a GrapheneOS informou, por meio de sua conta oficial, que os primeiros aparelhos da parceria com a Motorola serão flagships (os famosos “top de linha”). A desenvolvedora acrescentou que eles terão especificações maiores do que a linha Pixel, mas também vão custar mais caro.

Lançada nos Estados Unidos em 12 de agosto, a linha Pixel 11 tem preços que variam de US$ 900 a US$ 1.300 (R$ 4.625 a R$ 6.681, em conversão direta). Para comparação, no mercado americano, um Galaxy S26 custa US$ 900, e iPhone 17, US$ 800.

Voltando às questões do sistema operacional, os aparelhos da Motorola desenvolvidos em parceria com a GrapheneOS não virão com o sistema instalado, mas sim com suporte completo a ele. Até o momento, apenas a linha Pixel oferece isso, por ser a única que atende aos rigorosos requisitos de hardware da desenvolvedora para oferecer o máximo de segurança e privacidade.

Aparelhos mais baratos enfrentam problema de atualizações

Na mesma publicação, a GrapheneOS disse que aparelhos mais baratos vão levar mais tempo para atender a esses requisitos por não oferecerem recursos de segurança e atualizações.

Motorola Signature, topo de linha da marca, oferece sete anos de atualizações (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A fundação responsável pelo sistema explicou um pouco melhor a situação: “Em grande parte, o motivo disso é a maneira como a Qualcomm trata essa questão. Os flagships mais recentes com Snapdragon têm os melhores recursos de segurança. Também vamos precisar que a Motorola comece a pagar a Qualcomm para que os aparelhos de categorias abaixo do topo de linha recebam updates por um tempo mais longo”.

Em uma conversa com o Tecnoblog e mais veículos de imprensa realizada em março de 2026, o presidente da Motorola, Sérgio Buniac, disse que “atualizações não são necessariamente boas”, referindo-se principalmente a aparelhos de entrada e intermediários.

“No Moto G, se você botar sete atualizações, talvez, no final, elas estejam lá pelo motivo errado”, comentou o executivo. Ele mencionou ainda que pessoas reclamam de quedas no desempenho dos aparelhos mais baratos após receber updates.

Na mesma ocasião, Buniac ressaltou a parceria com a GrapheneOS Foundation. “É o sistema operacional mais seguro do mundo. Se eu conseguir realmente trazer elementos para dentro do sistema Android que o façam mais seguro, isso é maior [do que as atualizações]”, avaliou o presidente.

O que é o GrapheneOS?

O GrapheneOS é um sistema operacional para celulares livre e de código aberto, baseado no Android Open Source Project (AOSP), com foco em privacidade e segurança.

Ele é famoso por ser totalmente “desgooglificado”, sem os apps da gigante das buscas e sem elementos da empresa que geralmente estão por trás das cortinas no Android “comum”, como o Google Play Services. O usuário tem a opção de instalá-los em um sandbox, isto é, um ambiente virtual isolado do resto do sistema.

Essa não é a única maneira pela qual o GrapheneOS protege o celular. Ele tem foco em corrigir falhas contra vulnerabilidades zero-day e oferecer patches de segurança mais amplos, oferece a opção de desativar apps do sistema e tem controle avançado de permissões de rede e sensores.

Um desses recursos virou alvo de autoridades dos Estados Unidos em julho de 2026. Policiais pararam o usuário Sam Tunick no aeroporto de Atlanta e pediram o código do aparelho. Ele recorreu a uma ferramenta do GrapheneOS: a combinação alternativa, que apaga os dados do dispositivo quando digitada. Agora, Tunick é acusado de destruição de provas e desrespeito a autoridades.

Com informações do Ars Technica
Celular da Motorola com suporte a Android superseguro vai custar caro

Celular da Motorola com suporte a Android superseguro vai custar caro
Fonte: Tecnoblog

Anatel quer antecipar metas da Claro e TIM

Anatel quer antecipar metas da Claro e TIM

Agência quer trocar punições por expansão de rede (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Anatel propôs à Claro e à TIM um acordo para antecipar metas de cobertura em troca de sanções para expandir a conectividade no Brasil.
A proposta apresentada à Claro sugere encurtar em um ano as metas de cobertura em faixas de frequência de 2,3 GHz e 3,5 GHz, com um orçamento de R$ 2,07 milhões.
Para a TIM, a Anatel sugere substituir uma obrigação local por uma nacional, antecipando compromissos de cobertura 4G que venceriam em 2028.

A Anatel encaminhou ofícios nesta semana para a Claro e a TIM propondo uma solução consensual para a renovação de obrigações aplicadas às operadoras em processos sancionadores. O objetivo é converter sanções administrativas por um adiantamento no calendário de metas de infraestrutura das tecnologias 4G e 5G. As companhias possuem um prazo de cinco dias úteis para informar se aceitam discutir a alternativa.

Em resumo, a manobra regulatória prioriza a expansão da conectividade em território nacional, revertendo punições isoladas em benefícios de rede que chegariam antes da hora para o consumidor final.

Como é o novo acordo proposto para a Claro?

No caso da Claro, a discussão tem origem numa sanção administrativa determinada de março, que já exigia a antecipação de compromissos assumidos durante o leilão do 5G. O ofício expedido pela Anatel sugere encurtar as metas de cobertura previstas para os próximos anos em doze meses.

Na faixa de 2,3 GHz, muito utilizada para suportar conexões 4G, as obrigações que venceriam em 31 de dezembro de 2028 deverão ser concluídas até 31 de dezembro de 2027. Para o espectro de 3,5 GHz, via principal para o 5G puro (Standalone), o adiantamento segue a mesma lógica: de 31 de julho de 2028 para 31 de julho de 2027.

Claro avalia proposta para adiantar metas do 4G e 5G em 12 meses (foto: Paulo Higa/Tecnoblog)

Do ponto de vista financeiro, o orçamento final fixado para os compromissos ficou em R$ 2,07 milhões. A lista dos municípios e localidades beneficiados ainda será estabelecida caso o acordo avance.

Vale destacar que a Anatel recentemente trocou uma multa milionária da Claro por um novo compromisso. Na ocasião, uma punição gerada por descumprir regulamentos do consumidor virou um investimento de R$ 7,6 milhões em redes de fibra óptica e melhorias de conexão em universidades e institutos federais.

Qual é a alternativa oferecida à TIM?

Para a TIM, a punição tem origem em agosto de 2025. O projeto inicialmente consistia na instalação de estações de tecnologia 4G focadas em atender uma unidade do Exército Brasileiro em Barueri, no estado de São Paulo.

A consulta enviada à prestadora propõe substitui-lo por uma obrigação nacional de maior alcance, adiantando compromissos de cobertura 4G com prazo final em 31 de dezembro de 2028. Assim como no desenho feito para a Claro, esse calendário seria encurtado em um ano.

O documento destinado à TIM não detalha valores e também não apresenta uma relação preliminar das cidades que poderiam receber a melhoria de sinal. Esses componentes serão apurados se a companhia aprovar o acordo.

TIM estuda trocar infraestrutura em base militar por ampliação do 4G no país (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

O que acontece se as operadoras aceitarem as propostas?

Uma posição favorável da Claro e da TIM dentro da janela de cinco dias ainda não representa a aprovação automática dos novos projetos. O sinal verde das teles apenas sinaliza um interesse oficial na solução consensual, garantindo que a negociação passe para a próxima etapa.

A revisão definitiva dependerá da aprovação final do Conselho Diretor da Anatel, que ficará encarregado de avaliar os parâmetros técnicos e formalizar a antecipação da expansão do 4G e do 5G no país.
Anatel quer antecipar metas da Claro e TIM

Anatel quer antecipar metas da Claro e TIM
Fonte: Tecnoblog

Galaxy Fit 3 tem 64% OFF para quem busca relógio para treinos baratinho

Galaxy Fit 3 tem 64% OFF para quem busca relógio para treinos baratinho

RELOGIO30

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Galaxy Fit 3
R$ 199,00

R$ 549,0064% OFF

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Bateria com longa autonomia
Tela AMOLED com Always-On Display
Monitora mais de 100 modalidades esportivas
Acompanhamento preciso do sono
Certificação IP68 e resistência a 5 ATM

Contras

Sem inteligência artificial
Armazenamento de 256 MB
Display possui risco a arranhões
Não inclui NFC, GPS e ECG

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O Galaxy Fit 3 da Samsung está saindo por menos de R$ 200 aplicando o cupom RELOGIO30 no Magalu. A oferta representa um desconto de 64% sobre o preço original (R$ 549) de um dos melhores smartbands do mercado atualmente. O relógio inteligente monitora mais de 100 atividades físicas, é resistente à água e tem bateria de longa duração.

Galaxy Fit 3 traz custo-benefício para monitorar a malhação

Samsung Galaxy Fit 3 (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Apesar de não ser ideal para esportistas profissionais (que precisam de métricas mais precisas), o Galaxy Fit 3 é um dos smartbands com melhor custo-benefício do mercado atualmente. O relógio inteligente da Samsung não só possui mais de 100 modos de treino como também reconhece automaticamente o esporte que você está praticando.

Os sensores embarcados incluem sensor cardíaco óptico, acelerômetro e giroscópio, monitorando batimentos, passos e treinos em geral. O barômetro integrado ajuda a calcular variações de altitude, enriquecendo os dados de suas atividades físicas ao ar livre.

O Galaxy Fit 3 ainda conta com proteções 5 ATM e IP68, garantindo resistência à poeira e em profundidades de até 50 metros por até 10 minutos. Com isso, a pulseira se torna uma ótima aliada também para a prática de esportes aquáticos, como a natação, e resiste com maior tranquilidade a acidentes do dia a dia.

Samsung Galaxy Fit 3 tem tela AMOLED e 1,6 polegada (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Outro destaque é a sua bateria de 208 mAh, que garante autonomia de até 13 dias de uso típico segundo a Samsung, evitando a necessidade de recargas diárias. Além disso, a conexão Bluetooth 5.3 assegura um pareamento rápido e muito estável com seu smartphone, mantendo as notificações sempre atualizadas por vibração.

A tela AMOLED de 1,6 polegada oferece cores vivas e ótima visualização mesmo sob o sol forte. Com apenas 18,5 gramas e espessura fina, o acessório é extremamente confortável no pulso, ideal para ser usado durante o dia todo e até mesmo para monitorar o sono sem incomodar.

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Galaxy Fit 3 tem 64% OFF para quem busca relógio para treinos baratinho
Fonte: Tecnoblog

Tablet com 8 GB de RAM: top 10 modelos para comprar em 2026

Tablet com 8 GB de RAM: top 10 modelos para comprar em 2026

Huawei MatePad Mini é boa opção de tablet com 8 GB de RAM (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

A escolha do melhor tablet com 8 GB de RAM depende das necessidades de cada usuário, mas é importante avaliar critérios como desempenho, qualidade de tela, autonomia de bateria e acessórios inclusos no pacote.

Enquanto alguns modelos priorizam o processamento para multitarefa pesada e jogos; outros focam em atividades mais simples com caneta e teclado na caixa. Também vale observar a taxa de atualização do painel e o suporte a redes 4G ou 5G, visto que existem versões limitadas ao Wi-Fi.

Neste guia, o Tecnoblog lista os 10 melhores tablets com 8 GB de RAM do mercado e apresenta as especificações de cada modelo para auxiliar você a encontrar o aparelho ideal para sua rotina.

Melhor escolha
1

Galaxy Tab S10 FE+
Tela imersiva de 13,1″ com 90 Hz, carregamento rápido de 45 W, resistência IP68, capa e caneta inclusas.

2

Galaxy Tab S10 FE
Conectividade 5G, bateria duradoura e à prova d’água com ótimo custo-benefício.

26% OFF Ver preço

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3

iPad Mini (A17 Pro, 2024)
Leve e portátil, oferece ótimo desempenho em jogos, suporte ao Apple Intelligence e compatível com Apple Pencil Pro.

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4

Huawei MatePad Mini
Tela OLED vibrante de alta taxa de atualização, bateria duradoura e carregamento ultrarrápido para seu dia a dia.

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5

Galaxy Tab S10 Lite
Tela ampla com caneta inclusa, bateria que dura dias e espaço expansível para tudo que você precisa.

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8% OFF Ver preço

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6

Galaxy Tab A11+ 5G
Tela ampla de 90 Hz, áudio imersivo, bateria duradoura, design elegante em alumínio e atualizações por 7 anos.

15% OFF Ver preço

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7

Redmi Pad 2
Tela ampla de 11 polegadas, desempenho ágil e armazenamento expansível para suas tarefas diárias.

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8

Lenovo Idea Tab
Tela 2.5K de 11″ com 90Hz, capa, teclado e caneta inclusos, bateria duradoura, IA integrada e suporte a microSD.

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9

Galaxy Tab A11
Atualizações até Android 22, tela de 90Hz, áudio Dolby Atmos e compatibilidade com IA.

23% OFF Ver preço

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10

Positivo Vision TAB 11
Caneta e capa inclusas, conexão 4G para uso em qualquer lugar e armazenamento expansível via microSD.

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44% OFF Ver preço

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Os melhores tablets com 8 GB de RAMGalaxy Tab S10 FE+Galaxy Tab S10 FEiPad Mini (A17 Pro, 2024)Huawei MatePad MiniGalaxy Tab S10 LiteGalaxy Tab A11+ 5GRedmi Pad 2Lenovo Idea TabGalaxy Tab A11Positivo Vision Tab 11Como escolher o melhor tablet com 8 GB em 2026?Qual o mínimo de RAM que um tablet deve ter para evitar travamentos?Qual é o melhor tablet barato com 8 GB de RAM?Qual é o melhor tablet Samsung com 8 GB de RAM?Qual é o melhor tablet de 8 GB com caneta?

Galaxy Tab S10 FE+

Galaxy Tab S10 FE+

Prós

Tela grande de 13,1″ e taxa de 90 Hz
Suporta carregamento de 45 W
Certificação IP68
Capa e caneta inclusas

Contras

Tecnologia LCD inferior ao AMOLED
Sem suporte a NFC
Peso de 668 g

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O Galaxy Tab S10 FE+ traz tela LCD de 13,1 polegadas, resolução de 2880 × 1800 pixels e 90 Hz, focada em multitarefa, streaming e produtividade.

Ele vem com 8 GB de RAM, 128 GB de armazenamento e processador Exynos 1580, entregando desempenho intermediário, inclusive para gráficos moderados e uso de ferramentas de IA.

O dispositivo tem bateria de 10.090 mAh com carregamento de 45 W, além de incluir capa e caneta para anotações e desenhos, e sua certificação IP68 acrescenta proteção contra água e poeira.

Galaxy Tab S10 FE

Galaxy Tab S10 FE
R$ 2.426,53

Prós

Suporta 5G (chip físico + eSIM)
Boa relação custo-benefício
Bom desempenho geral
Bateria de 8.000 mAh
Certificação IP68
Capa e caneta inclusas

Contras

Tecnologia LCD inferior ao AMOLED
Sem suporte a NFC
S Pen sem Bluetooth

R$ 2.426,53 Mercado Livre
R$ 2.684,44 Mercado Livre
R$ 2.949,00 Mercado Livre

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O Galaxy Tab S10 FE combina a tela LCD de 10,9 polegadas, resolução de 2304 × 1440 pixels e 90 Hz com o processador Exynos 1580 e 8 GB de RAM, conjunto que entrega desempenho potente dentro do segmento intermediário, suportando aplicativos exigentes como Adobe Photoshop e CapCut.

A versão conta com 128 GB de armazenamento expansível via microSD de até 2 TB, além de conectividade 5G e integração com o ecossistema de inteligência artificial Galaxy AI, com recursos como o Circle to Search.

A bateria de 8.000 mAh promete até 20 horas de reprodução contínua de vídeo, enquanto a certificação IP68 assegura resistência contra água e poeira. O modelo também traz a S Pen inclusa no kit junto com a capa para fins artísticos.

iPad Mini (A17 Pro, 2024)

iPad Mini (A17 Pro, 2024)
R$ 3.631,58

Prós

Design leve e portátil com tela de 8,3″
Bom desempenho em jogos com chip A17 Pro
Suporte ao Apple Intelligence
Compatibilidade com Apple Pencil Pro

Contras

Taxa de atualização fixa em 60 Hz
Sem suporte a teclados magnéticos oficiais
Sem Stage Manager
Sem monitor externo independente
Sem Magic Keyboard oficial

R$ 3.631,58 Mercado Livre
R$ 4.510,27 Mercado Livre
R$ 6.299,00 Amazon

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O iPad mini é voltado para quem busca portabilidade. Ele traz 8 GB de RAM, tela Liquid Retina de 8,3 polegadas, resolução de 2266 × 1488 pixels e taxa de atualização de 60 Hz.

Em relação ao desempenho, o modelo é equipado com o chip A17 Pro, que garante alto desempenho em produtividade, jogos e edição de vídeos, além do suporte ao Apple Intelligence.

O formato compacto prioriza o uso para leitura, consumo de mídia e jogos, embora não tenha suporte aos teclados oficiais da Apple e a taxa de atualização limitada a 60 Hz seja um ponto negativo relevante em comparação com outros modelos deste guia.

Huawei MatePad Mini

Huawei MatePad Mini
R$ 4.250,00

Prós

Tela OLED de 8,8″ com até 120 Hz
Resolução de 2560 × 1600 pixels
Carregamento rápido de até 66 W
Design compacto
Compatível com caneta (vendida à parte)

Contras

HarmonyOS não tem serviços Google pré-instalados

R$ 4.250,00 Amazon

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O MatePad Mini é a aposta da Huawei no mercado de tablets compactos. Ele tem uma tela OLED de 8,8 polegadas, resolução de 2560 × 1600 pixels e até 120 Hz, combinação que pode proporcionar excelente definição, contraste e fluidez para leitura e entretenimento.

Com 8 GB de RAM e processador Kirin 9010, o aparelho oferece alto desempenho para multitarefa, edição e jogos. O tablet está disponível em versão com 256 GB de armazenamento.

A bateria tem 6.400 mAh e aguenta a um dia de uso moderado longe das tomadas. Já o carregamento é de até 66 W. Um ponto negativo é o sistema operacional HarmonyOS, que não fornece os serviços Google de forma nativa — entretanto, é possível baixar a Play Store pelo app GBox.

Galaxy Tab S10 Lite

Galaxy Tab S10 Lite
R$ 1.884,58

Prós

Caneta S Pen e capa inclusas
Tela de 10,9″ com 90 Hz
Bateria de 8.000 mAh
Suporte a recursos de IA
Atualizações até 2032

Contras

Painel LCD
Conectividade limitada a Wi-Fi
Câmeras inferiores às do Tab S10 FE

R$ 1.884,58 Mercado Livre
R$ 1.909,70 Mercado Livre
R$ 1.965,13 Mercado Livre

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O Galaxy Tab S10 Lite usa processador Exynos 1380 e uma tela LCD de 10,9 polegadas, sendo uma opção mais básica e acessível do que o Galaxy Tab S10 FE.

O modelo conta com versões de 6 GB ou 8 GB de RAM no mercado brasileiro, além de 128 GB de armazenamento expansível via microSD para até 2 TB. Ele tem bateria de 8.000 mAh para até 16 horas de reprodução de vídeo, segundo a Samsung.

Esse conjunto é voltado a tarefas cotidianas, navegação e entretenimento, além de ilustração — já que a S Pen vem na caixa. O Galaxy Tab S10 Lite oferece recursos de inteligência artificial para produtividade, como o Assistente de Caligrafia e o Assistente Matemático. A marca também garante atualizações de software até 2032.

Galaxy Tab A11+ 5G

Galaxy Tab A11+ 5G
R$ 1.403,01

Prós

Tela grande (11″) com 90 Hz
Áudio estéreo com Dolby Atmos
Boa autonomia de bateria
Design em alumínio
Até 7 anos de atualizações do Android
Suporte ao Samsung DeX
Saída P2 para fone de ouvido

Contras

Tela TFT com contraste e brilho limitados
Engasga em edição de vídeo
Áudio peca nos graves
Câmeras básicas
Carregador de 15 W na caixa
Não é compatível com a S Pen

R$ 1.403,01 Mercado Livre
R$ 1.405,17 Mercado Livre
R$ 1.528,97 Amazon

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O Galaxy Tab A11 Plus é um tablet da Samsung voltado ao uso diário. Ele traz tela TFT LCD de 11 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz e resolução Full HD+ (1920 x 1200 pixels), oferecendo mais fluidez em animações e vídeos.

No entanto, a visibilidade sob luz solar é prejudicada pelo baixo brilho, segundo os testes do Tecnoblog.

O tablet intermediário da Samsung tem processador MediaTek Dimensity 7300 e armazenamento de 128 GB, oferecendo uma experiência agradável para uso diário — além da possibilidade de expansão da capacidade via microSD.

Com recursos de inteligência artificial via Galaxy AI, o Tab A11 Plus permite resumir textos, traduzir idiomas e editar imagens nativamente, com uma autonomia para um dia inteiro de uso. A conexão 5G também ajuda a colocar o tablet da Samsung à frente de outros modelos do mercado.

Redmi Pad 2

Redmi Pad 2
R$ 1.064,70

Prós

Tela grande de 11 polegadas
Desempenho para multitarefa leve
Armazenamento de 128 GB expansível

Contras

Capa e caneta não inclusos
Acesso à internet somente Wi-Fi

R$ 1.064,70 Mercado Livre
R$ 1.070,89 Mercado Livre
R$ 1.209,00 Shopee

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O Redmi Pad 2 combina uma tela de 11 polegadas com resolução Quad HD+ (2560 × 1600 pixels) e 90 Hz com o processador MediaTek Helio G100-Ultra, conjunto posicionado no segmento de entrada que atende atividades leves como leitura, navegação e chamadas de vídeo.

O modelo traz 128 GB de armazenamento expansível via cartão microSD e roda o HyperOS baseado no Android 15, com promessa de cinco anos de atualizações de sistema.

De acordo com a Xiaomi, a bateria de 9.000 mAh oferece autonomia estimada de até 17 horas de reprodução contínua de vídeo, e diferentemente de concorrentes diretos, o aparelho opera exclusivamente via Wi-Fi e não inclui capa ou caneta no pacote.

Lenovo Idea Tab

Lenovo Idea Tab
R$ 1.757,00

Prós

Tela grande (11″) com resolução 2.5K e taxa de 90 Hz
Vem com capa, teclado e caneta
Boa autonomia de bateria
Recursos de IA integrados
Suporte a microSD

Contras

Câmeras básicas
Engasga em jogos e apps pesados
Áudio peca nos graves
Sem dados móveis (LTE ou 5G)
Brilho de tela baixo

R$ 1.757,00 Amazon
R$ 1.799,00 Amazon
R$ 1.985,78 Amazon

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O Lenovo Idea Tab se destaca no uso para produtividade, já trazendo capa, teclado e caneta na caixa.

Ele tem tela de 11 polegadas com resolução 2.5K e taxa de atualização de 90 Hz, que entregou excelente qualidade e fluidez para vídeos nos testes feitos pelo Tecnoblog. Porém, o brilho do painel é limitado, o que prejudica a visibilidade em ambientes muito iluminados ou sob luz solar direta.

Com processador MediaTek Dimensity 6300, 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, o aparelho entregou desempenho fluido para estudos, navegação e tarefas do dia a dia, mas tem limitações em jogos mais exigentes. Outro ponto negativo é a conectividade: modelo funciona exclusivamente via via Wi‑Fi.

Galaxy Tab A11

Galaxy Tab A11
R$ 813,38

Prós

Atualizações até o Android 22
Tela de 90 Hz
Áudio com Dolby Atmos
Compatível com recursos de IA

Contras

Processamento básico
Sem suporte à S Pen

R$ 813,38 Mercado Livre
R$ 979,90 Mercado Livre
R$ 989,90 Mercado Livre

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O Galaxy Tab A11 é um modelo de entrada que utiliza o processador MediaTek Helio G99 e tem 64 GB de armazenamento expansível via microSD de até 2 TB.

Essa ficha técnica atende tarefas básicas do dia a dia, sendo mais indicada para consumo de mídias, navegação na internet e leituras. Caso queira um tablet com caneta, saiba que o modelo não tem suporte à S Pen.

O aparelho busca equilibrar a performance simples com uma tela compacta de 8,7 polegadas e taxa de atualização de 90 Hz, além de sistema de som com suporte à tecnologia Dolby Atmos para melhorar a experiência em vídeos e áudios.

Positivo Vision Tab 11

Positivo Vision TAB 11
R$ 1.379,99

Prós

Inclui caneta e capa protetora
Suporte 4G para uso em qualquer lugar
Armazenamento expandível via microSD

Contras

Resolução da tela baixa (800×480)
Processador e RAM limitados para tarefas pesadas

R$ 1.379,99 Mercado Livre
R$ 1.487,99 Shopee
R$ 1.499,00 Shopee

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O Vision Tab 11 é um tablet da Positivo que combina processador Unisoc T606, 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento, sendo focado em tarefas básicas do dia a dia e usuários menos exigentes.

O aparelho conta com tela de 11 polegadas, bateria de 6.000 mAh e um kit de acessórios que traz capa, carregador e a caneta Vision Pen. No entanto, o aparelho traz carregamento de apenas 10 W, consideravelmente lento em comparação com outros modelos.

Em geral, o aparelho se destaca mais pelo conjunto de acessórios e conectividade do que por desempenho bruto.

Como escolher o melhor tablet com 8 GB em 2026?

Ao comprar um tablet com 8 GB de memória RAM, verifique:

Processador: dê preferência a chipsets intermediários avançados ou de topo de linha (como as séries Exynos 15xx, Dimensity 6000/7000 ou chips da Apple) para garantir que os 8 GB de RAM sejam totalmente aproveitados em multitarefa pesada e jogos;

Qualidade e taxa de atualização da tela: avalie o tipo de painel (OLED para melhores contrastes ou IPS/TFT de alta resolução), e priorize taxas de 90 Hz ou 120 Hz, fundamentais para uma navegação fluida e uso confortável com caneta;

Acessórios e conectividade: considere se o kit original inclui capa e caneta (como a S Pen da Samsung ou o kit de acessórios da Lenovo), economizando no valor final, além da presença de conexões 4G/5G caso precise de mobilidade fora de redes Wi-Fi.

Qual o mínimo de RAM que um tablet deve ter para evitar travamentos?

O mínimo recomendado é de 6 GB de RAM para multitarefa, edição de documentos e uso de redes sociais, sem precisar fechar aplicativos em segundo plano.

Modelos com 4 GB atendem apenas o uso básico infantil e consumo simples de mídias, enquanto opções de 8 GB ou mais são as ideais para produtividade, edições e uso prolongado sem travamentos.

Qual é o melhor tablet barato com 8 GB de RAM?

O Galaxy Tab A11+ é a melhor opção acessível com 8 GB de RAM, reunindo uma tela de 11 polegadas a 90 Hz, bateria de 7.040 mAh e suporte a 5G. O modelo é um ótimo tablet para estudar, entregando desempenho fluido para tarefas do dia a dia e navegação por um preço competitivo dentro da categoria.

Qual é o melhor tablet Samsung com 8 GB de RAM?

O Galaxy Tab S10 FE se destaca como o melhor tablet da Samsung nessa categoria, equilibrando custo-benefício e desempenho.

O modelo traz processador Exynos 1580 com 8 GB de RAM, ideal para multitarefa e produtividade. Ele também traz tela de 10,9 polegadas a 90 Hz, proteção IP68 contra água e poeira, além de recursos avançados do ecossistema Galaxy AI.

Qual é o melhor tablet de 8 GB com caneta?

O Galaxy Tab S10 FE é a escolha ideal de tablet com caneta, pois já vem acompanhado da S Pen e de uma capa no pacote original. O acessório promete baixíssima latência e alta sensibilidade à pressão, garantindo usabilidade para anotações, estudos e desenhos em sua tela de 10,9 polegadas.
Tablet com 8 GB de RAM: top 10 modelos para comprar em 2026

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Fonte: Tecnoblog

Falta pouco: Galaxy S26 FE recebe aval da Anatel

Falta pouco: Galaxy S26 FE recebe aval da Anatel

Samsung Galaxy S25 FE ganhará sucessor em breve (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O Galaxy S26 FE recebeu a homologação na quarta-feira (19).
O lançamento do aparelho está previsto para a próxima quinta-feira, dia 27.
A ficha técnica do S26 FE deve incluir o chip Exynos 2500, tela de 6,7 polegadas e bateria de 4.900 mAh, características similares ao antecessor.

A renovação das linhas de celular da Samsung continua: dessa vez, o Galaxy S26 FE recebeu o certificado de homologação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O documento, visto em primeira mão pelo Tecnoblog, foi emitido nesta quarta-feira (19) e libera sua venda no Brasil.

A homologação era esperada, já que a Samsung marcou um evento na próxima quinta-feira (27) com a expressa intenção de anunciar o “mais novo integrante da família Galaxy S26”. A Samsung tem lançado modelos Fan Edition no segundo semestre, com exceção de 2022.

Certificado de homologação do Galaxy S26 FE (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Ficha técnica muda pouco

A expectativa é de que o Galaxy S26 FE venha com o chip Exynos 2500, que estreou no Galaxy Z Flip 7, e tela de 6,7 polegadas, mesmo tamanho visto no antecessor Galaxy S25 FE. Os documentos da homologação revelam que a bateria não muda: será a mesma do S25 FE e do Galaxy S25 Plus, com 4.900 mAh (típicos).

A conectividade também não muda: o Galaxy S26 FE tem 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth, NFC e carregamento sem fio reverso. Curiosamente, apesar do Exynos 2500 ser compatível com Wi-Fi 7, este novo FE está limitado ao padrão Wi-Fi 6E.

Carregador Samsung EP-TA800 virá na caixa do Galaxy S26 FE (Foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

O carregador, incluso na caixa pelo menos no Brasil, é de 25 Watts (modelo EP-TA800).

Como já mencionamos, o Galaxy S26 FE será lançado na próxima quinta-feira, dia 27, provavelmente acompanhado dos novos tablets da linha Tab S. Para comparação, o Galaxy S25 FE chegou ao Brasil por R$ 5.499 e pode ser encontrado no varejo hoje em torno dos R$ 3.000 (ou até menos em promoções). No entanto, nossa expectativa é de a crise da memória RAM faça o preço de lançamento subir.
Falta pouco: Galaxy S26 FE recebe aval da Anatel

Falta pouco: Galaxy S26 FE recebe aval da Anatel
Fonte: Tecnoblog

Garmin Forerunner 165 com 5 ATM cai 41% em oferta histórica

Garmin Forerunner 165 com 5 ATM cai 41% em oferta histórica

41% OFF Ver preço

Garmin Forerunner 165 43 mm
R$ 1.619,91

R$ 2.749,0041% OFF

Prós

Métricas para diversos esportes
GPS multibanda
Compatível com iOS e Android
Resistência a 5 ATM

Contras

Tela de apenas 1,2 polegada
4 GB de memória
Sem certificação IP
Versão Basic não armazena músicas

PIX

41% OFF Ver preço

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O Garmin Forerunner 165 está saindo por apenas R$ 1.619 no Pix no Mercado Livre. O smartwatch com GPS integrado e certificado com resistência 5 ATM recebe desconto de 41% sobre o preço original de R$ 2.749. A promoção é a melhor já vista pelo relógio inteligente voltado para corridas e outros exercícios.

Garmin Forerunner 165 tem GPS integrado e resiste até 5 ATM

Garmin Forerunner 165 traz tela AMOLED de 1,2″ (imagem: Divulgação/Garmin)

O corpo de 43 mm de polímero reforçado com fibra conta com resistência de até 50 m de profundidade (5 ATM), tornando o smartwatch apto para esportes aquáticos. Outro destaque é o GPS multibanda, que mede o ritmo médio (pace) e distância percorrida, e seus sensores medem a frequência cardíaca em tempo real.

Sendo um dos melhores smartwatches da Garmin, o Forerunner 165 é voltado especificamente para corredores e traz recursos de planejamento, preparação e execução dessa atividade física. O Garmin Coach oferece planos de treinamento para provas, sugestões de exercícios diários e tempo de recuperação.

O gadget monitora outras atividades físicas e oferece planos adequados, e possui funções de qualidade de vida, como monitores do sono, saúde da mulher e hidratação. E a sua tela AMOLED de 1,2″ reproduz imagens com cores vivas e possui bom brilho e visibilidade.

Forerunner 165 tem corpo de polímero reforçado com fibra (imagem: Reprodução/Garmin)

Este relógio inteligente oferece ainda alguns recursos de resposta a emergências: desde que pareado a um celular via Bluetooth, ele pode enviar mensagens a contatos específicos no caso de um incidente (como uma queda) ou uma emergência médica.

O smartwatch possui 4 GB de memória interna e pode ser pareado tanto com iPhones quanto com smartphones Android, podendo controlar mídias, receber notificações e realizar pagamentos via app próprio Garmin Pay.

A bateria do Garmin Forerunner 165 (apenas R$ 1.619 no Pix) resiste até 11 dias no modo de economia de energia, ou por 19 horas com o GPS ligado, segundo a fabricante.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Garmin Forerunner 165 com 5 ATM cai 41% em oferta histórica

Garmin Forerunner 165 com 5 ATM cai 41% em oferta histórica
Fonte: Tecnoblog

Brasil vai gastar R$ 2,3 bilhões para turbinar infraestrutura nacional de IA

Brasil vai gastar R$ 2,3 bilhões para turbinar infraestrutura nacional de IA

Supercomputador reduzirá tempo de treinamento de grandes modelos de IA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O governo brasileiro vai investir R$ 2,3 bilhões para desenvolver uma infraestrutura nacional de IA.
O projeto envolve parcerias com gigantes chinesas e norte-americanas, com o desenvolvimento e compra de supercomputadores.
A estratégia inclui ainda cooperação com a Espanha para produção de semicondutores.

O Governo Federal anunciou um investimento de R$ 2,3 bilhões para o desenvolvimento de uma infraestrutura nacional de inteligência artificial. A iniciativa integra uma nova fase do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) e foi apresentada em cerimônia no Rio Grande do Norte, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A estratégia prevê recursos em projetos separados envolvendo empresas dos Estados Unidos e da China. Segundo a nota do governo divulgada nessa quinta-feira (20/08), o objetivo é garantir a soberania nacional sobre os dados brasileiros gerados por serviços públicos e privados, evitando a dependência de uma única empresa, país ou tecnologia.

O PBIA prevê R$ 23 bilhões em aportes. Os recursos para essa nova infraestrutura serão financiados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), de maneira parcelada ao longo dos próximos anos.

Aporte bilionário será dividido

A execução da estratégia foi dividida pelo governo em “rotas”. Pouco mais da metade do montante, cerca de R$ 1,3 bilhão, será direcionado a um projeto de supercomputação no Rio de Janeiro, desenvolvido em parceria com as companhias chinesas Huawei e iFlytek ao longo de cinco anos.

A estrutura deve começar a operar em julho de 2027 e terá como foco o desenvolvimento de grandes modelos de linguagem (LLMs), aplicações de inteligência artificial para setores específicos da indústria e a capacitação de cerca de 3 mil profissionais.

Em outro segmento, o Governo Federal destinará R$ 1 bilhão, por edital de licitação, para a aquisição de um supercomputador que deve aparecer entre as dez máquinas de processamento de IA mais poderosas do mundo. A instalação será no Parque Tecnológico Augusto Severo (PAX), no município de Macaíba (RN). A gestão ficará a cargo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC).

A estimativa é que o processo licitatório dure entre três e seis meses. Segundo a agência Reuters, autoridades avaliam que a norte-americana Nvidia é a empresa com maiores chances de vencer a disputa. Se não houver contestações jurídicas, a previsão é que o supercomputador entre em operação em 12 a 18 meses.

Supercomputador 20 vezes mais potente

Supercomputador brasileiro Santos Dumont possui 27 Petaflops de capacidade (imagem: reprodução/LNCC)

O equipamento adquirido para o Rio Grande do Norte terá capacidade de processamento de 7,2 mil Petaflops. Trata-se de um salto de quase 20 vezes na comparação com o Santos Dumont — atual supercomputador brasileiro localizado no LNCC de Petrópolis (RJ), que entrega cerca de 27 Petaflops.

Na prática, essa diferença resulta em um ganho drástico de tempo. A nova máquina será capaz de treinar um modelo de linguagem de grande escala, similar ao GPT-4, em apenas um mês. Para realizar a mesma tarefa, o supercomputador fluminense levaria de dois a três anos. A infraestrutura ficará disponível para uso governamental, além de empresas, universidades e instituições de pesquisa científica.

O que mais o pacote de IA inclui?

O plano prevê ainda uma terceira rota focada no longo prazo: uma cooperação com a Espanha voltada para a arquitetura de código aberto RISC-V. Com implementação estimada em até 15 anos, o projeto procura transformar o Brasil em um produtor de semicondutores e componentes críticos.

A estratégia governamental engloba ainda planos para um serviço nacional de computação em nuvem e o armazenamento de dados totalmente em território nacional. Para garantir a segurança e a ética dessas tecnologias, foi anunciada também a criação do Centro Nacional de Transparência Algorítmica e IA Confiável.

Operado pelo Centro de Pesquisa Aplicada em IA da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o novo órgão terá a missão de auditar sistemas, avaliar riscos, minimizar vieses e criar metodologias de transparência. O núcleo também apoiará a implementação de políticas públicas, como o ECA Digital, mas não substituirá as autoridades competentes na fiscalização e aplicação de sanções legais.
Brasil vai gastar R$ 2,3 bilhões para turbinar infraestrutura nacional de IA

Brasil vai gastar R$ 2,3 bilhões para turbinar infraestrutura nacional de IA
Fonte: Tecnoblog

Um em cada três sites criados após ChatGPT tem sinais de IA

Um em cada três sites criados após ChatGPT tem sinais de IA

Pesquisa analisou a presença de IA em sites publicados pós-ChatGPT (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A pesquisa da Pew Research Center revelou que um em cada três sites criados após o lançamento do ChatGPT em 2022 contém sinais de inteligência artificial, principalmente nos textos publicados
Os textos produzidos com IA apresentam características como uso excessivo de travessões, vírgulas desnecessárias e linguagem rebuscada
De acordo com a Cloudflare, o tráfego de robôs na Internet já superou o de humanos.

O lançamento do ChatGPT em 2022 foi um marco para as inteligências artificiais, que estão cada vez mais presentes em diferentes tipos de conteúdo pela Internet. Uma pesquisa da Pew Research Center traz números para embasar esse argumento: desde a chegada do modelo da OpenAI, um em cada três sites registrados traz IA em algum nível, principalmente nos textos publicados.

O levantamento considerou links recentes e registrou muitos conteúdos com cacoetes de linguagem bastante comuns nas respostas dadas pelos LLMs. Entre eles estão o uso massivo de travessão (–), a chamada vírgula de Oxford, que é desnecessária para a compreensão do texto, assim como a presença de termos rebuscados demais para certas situações.

De acordo com o site TechCrunch, que repercutiu o estudo, esses dados chegam pouco após outra pesquisa, esta do Cloudflare, destacar que o tráfego de robôs na Internet superou o de humanos, algo que aconteceu antes do previsto pela plataforma. Ou seja: mais IAs estão fazendo buscas online e lendo conteúdos escritos também por inteligência artificial.

Recorte maior também chama a atenção

A pesquisa da Pew Research Center levantou informações relevantes quanto ao uso de IA na Internet nos últimos anos. De um total de 10 mil páginas que circulam hoje, pelo menos 10% foram produzidas com uso de IA em algum nível. Vale reforçar que esse é o universo total, considerando também páginas anteriores a 2022, quando o ChatGPT foi liberado ao público. Considerando um recorte mais recente, 35% das publicações trazem inteligência artificial na sua construção.

Mais de um terço dos links publicados após 2022 trazem algum nível de IA em sua composição (imagem: reprodução/Pew Research Center)

Outros dados destacados pela Pew mostram uma presença 10% maior de IA em domínios “.com”, mas textos com cacoetes dos LLMs também podem ser encontrados em slugs com “.edu” e “.gov”, sites normalmente relacionados a plataformas de educação ou do governo dos Estados Unidos. Domínios com “.org” foram analisados também, registrando 4,6% de produções feitas com inteligência artificial.

É importante destacar que a análise foi realizada considerando apenas conteúdos em inglês. Os links foram levantados pela plataforma Common Crawl e a identificação de IA foi feita utilizando o Open Pangram. Segundo o TechCrunch, a ferramenta pode apresentar erros de detecção, mas nada que impeça uma análise a nível “macro”, com um grande volume de páginas.

Características dos textos de IA

As publicações feitas com inteligência artificial têm alguns detalhes que evidenciam o uso da ferramenta. Os textos trazem alguns cacoetes bastante comuns na geração de respostas de IA: um certo exagero no uso de travessões (–), vírgulas desnecessárias e resoluções rasas como “é isso, logo, não é aquilo”.

Conteúdos gerados por IA estão cada vez mais presentes na Internet; saiba como identificar (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Vale reforçar que alguns desses vícios são comuns em determinadas produções, como nos próprios textos jornalísticos – eu, particularmente, gosto bastante do uso de travessão para organizar certas ideias. Da mesma forma, artigos científicos e publicações acadêmicas também contam com cacoetes do tipo, além de circularem bastante certas ideias para entregar o máximo de detalhes numa explicação, por exemplo.

A diferença está nos cenários em que esses vícios aparecem, normalmente sendo utilizados de maneira desnecessária. A pesquisa da Pew aponta o aumento da frequência desses trejeitos linguísticos como evidência: um uso de vírgulas facultativas 63% maior nos textos, o dobro de palavras comuns em respostas de IA e três vezes mais paralelismo negativo nos textos.

Mais uma evidência de AI Slop nos dias de hoje

Os casos de AI Slop têm sido cada vez mais frequentes na Internet – e não só por aqui. O TB noticiou recentemente os problemas que Consultores Legislativos enfrentam no Congresso dos Estados Unidos ao perder a maior parte do seu tempo revisando projetos de lei com erros clássicos de IA. Da mesma forma, redes sociais como o LinkedIn vêm tentando contornar a situação com uma distribuição menor de posts feitos com IA.

As próprias empresas de inteligência artificial têm conhecimento da presença massiva de conteúdos produzidos por seus modelos na Internet, e utilizam livros impressos lançados antes de 2022 como fonte para treinar suas IAs em um volume cada vez maior. Soma-se a isso a pesquisa da Cloudflare, destacando o tráfego de bots nas pesquisas online superando as buscas humanas.
Um em cada três sites criados após ChatGPT tem sinais de IA

Um em cada três sites criados após ChatGPT tem sinais de IA
Fonte: Tecnoblog

Bazzite 44 chega com suporte para HDMI 2.1 e novo sistema de gerenciamento de VRAM

Bazzite 44 chega com suporte para HDMI 2.1 e novo sistema de gerenciamento de VRAM

O Bazzite 44 foi lançado como a maior atualização da história. Nesse sentido, o projeto de código aberto da Universal Blue lançou a versão voltada para jogos, com foco em unificar de forma definitiva as compilações para computadores e consoles portáteis. O destaque fica para o gerenciador de memória de vídeo, projetado para otimizar o desempenho em games.

Em geral, o sistema adota a tecnologia de sobrealocação (overcommit) de memória de vídeo integrada com o controle de grupos “dmem”, com prioridade para os jogos em execução frente aos processos em segundo plano para evitar travamentos quando o limite físico da placa de vídeo é atingido.A distribuição substitui seu kernel customizado anterior pelo kernel do Open Gaming Collective (OGC) 7.2.0, uma iniciativa de governança comunitária voltada para facilitar o envio de melhorias diretamente para a árvore oficial do Linux. Vale mencionar ainda o suporte a HDMI 2.1.Clique aqui para ler mais

Bazzite 44 chega com suporte para HDMI 2.1 e novo sistema de gerenciamento de VRAM
Fonte: Tudocelular