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Itália multa Cloudflare por não bloquear sites de pirataria

Itália multa Cloudflare por não bloquear sites de pirataria

Legislação italiana dá prazo de 30 minutos para derrubar transmissão esportiva ilegal (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Itália multou a Cloudflare em 14,2 milhões de euros por não bloquear sites de pirataria, conforme exigido pela lei Piracy Shield.
A Cloudflare argumenta que o bloqueio aumentaria a latência e afetaria a resolução de DNS, prejudicando sites não relacionados.
O CEO da Cloudflare, Matthew Prince, anunciou que a empresa contestará a multa judicialmente e considera descontinuar serviços na Itália.

A autoridade regulatória de comunicações da Itália aplicou uma multa de 14,2 milhões de euros (cerca de R$ 89 milhões, em conversão direta) à Cloudflare, considerando que a empresa se recusou a bloquear o acesso a sites de pirataria em seu serviço de DNS 1.1.1.1.

A medida foi tomada com base na lei Piracy Shield, em vigor desde fevereiro de 2024, que visa facilitar o bloqueio de transmissões esportivas piratas, levando menos de 30 minutos para cortar o acesso aos sites.

O texto permite punir as companhias em valores correspondentes a 2% de suas receitas anuais — no caso da Cloudflare, a cifra ficou em 1%. Em resposta, a empresa ameaçou remover todos os seus servidores de cidades italianas e parar de prestar serviços no país.

Por que a Cloudflare foi multada?

Cloudflare presta serviços de cibersegurança a inúmeros sites ao redor do mundo (imagem: divulgação)

Pela lei Piracy Shield, o governo italiano passou a exigir que a Cloudflare desativasse, em seu serviço de DNS, a resolução de nomes de domínio e o roteamento de tráfego para endereços de IP reportados por detentores de direitos autorais.

Em termos práticos, o serviço 1.1.1.1 não iria “traduzir” os nomes de sites de pirataria reportados e direcioná-los aos IPs correspondentes, bloqueando o acesso.

Em fevereiro de 2025, a Cloudflare recebeu uma ordem de bloqueio desse tipo e não cumpriu. A empresa argumentou que, caso aplicasse um filtro a cerca de 200 bilhões de requisições diárias, aumentaria a latência e afetaria a resolução de DNS, prejudicando sites que não têm nada a ver com o assunto.

O que a Cloudflare vai fazer em resposta?

Matthew Prince, CEO da Cloudflare (imagem: Flickr/World Economic Forum)

Em sua conta no X, o CEO da Cloudflare, Matthew Prince, disse que a companhia vai “lutar contra a multa injusta” e já tem “múltiplos recursos legais pendentes contra o esquema”. Ele disse que as autoridades italianas não se mostraram dispostas a debater a questão, apenas a aplicar multas, e lembra que a legislação vem sendo questionada pela própria União Europeia.

Prince também ameaçou quatro medidas em resposta à penalidade: descontinuar os serviços gratuitos de cibersegurança prestados aos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, em Milão e Cortina d’Ampezzo; descontinuar os serviços gratuitos a usuários na Itália; remover todos os servidores de cidades italianas; encerrar os planos de construir um escritório ou fazer investimentos no país.

O cofundador da Cloudflare considera que a lei Piracy Shield é uma forma de censura, já que exige que sites piratas sejam derrubados em um prazo de 30 minutos. “Sem supervisão judicial. Sem devido processo legal. Sem possibilidade de recorrer. Sem transparência”, observa Prince. Ele diz que se reunirá com autoridades americanas para discutir o assunto.

Com informações do Ars Technica e do Torrent Freak
Itália multa Cloudflare por não bloquear sites de pirataria

Itália multa Cloudflare por não bloquear sites de pirataria
Fonte: Tecnoblog

Ar-Condicionado Split Samsung 12.000 BTUs fica mais barato no Mercado Livre

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Ar Samsung WindFree tem IA e menor consumo de energia

Ar-condicionado Samsung WindFree AI possui design com aproximadamente 23.000 microfuros (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O modelo tem como um dos seus grandes destaques a compatibilidade com inteligência artificial. A tecnologia atua principalmente na identificação dos hábitos e padrões de uso do usuário. Isso pode ser observado no ajuste automático da temperatura interior quando comparada com a externa.

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Linha de ar-condicionado Samsung WindFree AI (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

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Após o funcionamento, ele aciona o sistema de autolimpeza automática para evitar o acúmulo e propagação de bactérias no ar. Corra, pois o ar-condicionado Split Samsung Inverter WindFree AI 12.000 BTUs está disponível somente hoje por R$ 2.342 no pix com o cupom MELIDESCONTA.
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Fonte: Tecnoblog

Quem é Jeff Bezos? Confira a biografia do criador da Amazon

Quem é Jeff Bezos? Confira a biografia do criador da Amazon

Conheça a trajetória de Jeff Bezos como empreendedor que revolucionou o varejo online (imagem: Ted S. Warren/Associated Press)

Jeff Bezos é um empreendedor estadunidense e o dono da Amazon, empresa que revolucionou o varejo online global. Sua visão estratégica o transformou em uma das figuras mais influentes da tecnologia e do comércio moderno.

Sua carreira começou no setor financeiro em Wall Street, mas ganhou destaque em 1994 ao fundar sua própria companhia em uma garagem. Sob sua liderança, a Amazon expandiu de uma livraria online para um conglomerado de serviços digitais como computação em nuvem.

Atualmente, Bezos atua como presidente executivo da gigante do e-commerce e impulsiona a exploração espacial através da sua empresa Blue Origin. Ele também é proprietário do jornal norte-americano The Washington Post e co-CEO da startup de inteligência artificial Project Prometheus.

A seguir, conheça mais sobre a carreira de Jeff Bezos, sua formação e as empresas que ele controla. Também descubra a origem da sua fortuna e impacto no setor tecnológico.

ÍndiceQuem é Jeff Bezos?Qual é a formação de Jeff Bezos?Qual é a carreira profissional de Jeff Bezos?Quais são as empresas de Jeff Bezos?Qual é a fortuna de Jeff Bezos?De onde vem a fortuna de Jeff Bezos?Jeff Bezos está entre os mais ricos do mundo?Qual é a importância de Jeff Bezos para o setor tecnológico?

Quem é Jeff Bezos?

Jeff Bezos, nascido em 12 de janeiro de 1964, é um empreendedor e investidor estadunidense, reconhecido como criador da Amazon. Além de ter uma ampla influência no setor de comércio e tecnologia, ele é fundador da empresa aeroespacial Blue Origin e proprietário do jornal The Washington Post.

Qual é a formação de Jeff Bezos?

Bezos se formou na Universidade de Princeton em 1986, obtendo os títulos de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação. Ele concluiu a formação com honra máxima, destacando-se como membro da prestigiada sociedade Phi Beta Kappa.

Inicialmente, o executivo cursava Física, mas migrou para a área de tecnologia por considerar os estudos teóricos “excessivamente abstratos”. Essa transição foi decisiva para ele desenvolver as competências técnicas aplicadas posteriormente nos seus empreendimentos.

Bezos é graduado em Ciência da Computação e Engenharia Elétrica (imagem: Jason Redmond/File Photo)

Qual é a carreira profissional de Jeff Bezos?

A história de Jeff Bezos começou no setor financeiro em Wall Street, onde atuou em instituições financeiras como Fitel e Bankers Trust. Em 1990, obteve destaque na D.E. Shaw, alcançando a vice-presidência sênior enquanto explorava o potencial da internet.

Em 1994, aos 30 anos, ele fundou a Amazon na garagem em Seattle, transformando uma livraria online em uma gigante global de varejo e tecnologia. Como CEO, expandiu a empresa para serviços de nuvem com a Amazon Web Services (AWS), liderando-a até meados de 2021.

Paralelamente, Bezos fundou a Blue Origin em 2000 para transformar o modelo de exploração espacial e viagens orbitais comerciais. Em 2013, adquiriu o tradicional jornal The Washington Post, ampliando significativamente sua atenção na mídia e comunicação.

Atualmente, atua como presidente executivo da Amazon e investe em causas climáticas por meio do Bezos Earth Fund. Sua carreira reflete a transição estratégica entre o setor bancário, o comércio eletrônico e a inovação espacial.

Jeff Bezos nos anos 1990 no estoque da Amazon (imagem: Paul Souders/Getty Images)

Quais são as empresas de Jeff Bezos?

Bezos consolidou sua influência no setor de comércio e tecnologia por meio de investimentos estratégicos e fundações visionárias. Estas são as principais empresas e outros negócios vinculados ao executivo:

Amazon: fundada em 1994, a empresa evoluiu de uma livraria online para a maior gigante global de e-commerce e computação em nuvem (AWS);

Blue Origin: empresa de exploração aeroespacial criada em 2000, focada em foguetes reutilizáveis e infraestrutura para habitação humana no espaço para baratear o acesso orbital;

The Washington Post: tradicional jornal norte-americano publicado desde 1877, foi adquirido por Bezos em 2013 e passou por uma transformação digital profunda para se adaptar à era do jornalismo moderno;

Bezos Earth Fund: fundo filantrópico de US$ 10 bilhões lançado em 2020 para financiar  soluções científicas e projetos globais de combate às mudanças climáticas e preservação ambiental;

Project Prometheus: startup de inteligência artificial na qual Bezos atua como co-CEO, focada em inovação de ponta após um expressivo aporte de US$ 6,2 bilhões em 2025.

A empresa aeroespacial Blue Origin é um dos principais projetos de Bezos (imagem: Bloomberg/Getty Images)

Qual é a fortuna de Jeff Bezos?

A fortuna de Jeff Bezos é estimada em cerca de US$ 255,6 bilhões, conforme dados da Forbes em janeiro de 2026. Grande parte do seu patrimônio provém de ações na Amazon e outros investimentos realizados ao longo da sua carreira.

De onde vem a fortuna de Jeff Bezos?

O patrimônio líquido de Jeff Bezos deriva de sua participação acionária na Amazon, impulsionada pelo domínio no e-commerce e na computação em nuvem. Sua fortuna é complementada por ativos na Blue Origin, no The Washington Post e investimentos diversificados via Bezos Expeditions.

Antes da Amazon, Bezos consolidou sua base financeira atuando em Wall Street, usando economias próprias e aportes externos para fundar a empresa sem depender de heranças. Hoje, sua riqueza é predominantemente variável, oscilando conforme o valor de mercado de suas companhias e investimentos.

Jeff Bezos está entre os mais ricos do mundo?

Sim, Bezos ocupa o terceiro lugar entre os mais ricos do mundo em janeiro de 2026. Embora tenha liderado a lista da Forbes anteriormente, atualmente ele está atrás de Elon Musk (Tesla/SpaceX) e Larry Page (Google/Alphabet).

Jeff Bezos é atualmente o terceiro indíviduo mais rico do mundo (imagem: Daniel Oberhaus/Flickr)

Qual é a importância de Jeff Bezos para o setor tecnológico?

Bezos revolucionou o setor ao transformar a Amazon em uma das maiores big techs, redefinindo o comércio online global e contribuindo com a evolução da computação moderna. Sua visão estratégica converteu uma livraria online em uma infraestrutura que sustenta a internet atual.

A biografia de Jeff Bezos revela a mentalidade de “Dia 1”, focada em escalabilidade e obsessão pelo cliente acima de lucros imediatos. Esse modelo de gestão permitiu que a Amazon se tornasse o padrão de logística e eficiência para o mercado global.

Por meio da AWS, o executivo transformou o setor de computação em nuvem ao oferecer poder computacional sob demanda para diversas outras empresas de tecnologia. Essa inovação democratizou o acesso a servidores de alto desempenho, permitindo que startups crescessem sem altos custos de hardware.

Seu legado atual foca em fronteiras futuras, como a exploração espacial pela Blue Origin e avanços em inteligência artificial com a Project Prometheus. Essas iniciativas continuam a desafiar os limites do desenvolvimento científico e a moldar o futuro da infraestrutura tecnológica mundial.
Quem é Jeff Bezos? Confira a biografia do criador da Amazon

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Fonte: Tecnoblog

Escassez de memórias para IA força HP a buscar novos parceiros na China para sua linha de consumo

Escassez de memórias para IA força HP a buscar novos parceiros na China para sua linha de consumo

A história sobre a escassez de memórias ganho um novo capítulo e este envolve a HP. Nesse sentido, parece que a situação se agravou e a companhia se prepara para adotar como alternativa redirecionar sua cadeia de suprimentos. Assim, a empresa deve ser forçada a recorrer a fornecedores chineses.

Solução na China

Essas informações vêm de um relatório do Bank of America, que mencionou a possibilidade de a marca integrar módulos da CXMT. Para quem não sabe, é a maior fabricante chinesa de DRAM e ela pode ser a fornecedora para componentes que seriam utilizados na fabricação dos notebooks e PCs.Conflitos com os Estados Unidos

Um detalhe importante é que esse movimento teria que ser limitado, com restrições para produtos enviados para Ásia e Europa. É essa a ideia da HP para evitar conflitos com as regulações dos Estados Unidos. Vale destacar que o Departamento de Defesa do país é proibido de comprar semicondutores da CXMT.Clique aqui para ler mais

Escassez de memórias para IA força HP a buscar novos parceiros na China para sua linha de consumo
Fonte: Tudocelular

Paulistão 2026: onde assistir a todos os jogos da primeira fase na TV ou pela internet

Paulistão 2026: onde assistir a todos os jogos da primeira fase na TV ou pela internet

Neste final de semana, a bola vai rolar para o Campeonato Paulista 2026. A principal novidade para esta edição é a reformulação do formato da disputa, com uma primeira parte similar à chamada fase de liga da UEFA Champions League, com grupo único e oito rodadas sorteadas de confronto entre os clubes.

Para este ano, os direitos de transmissões serão divididos entre três empresas: Record, YouTube/CazéTV e Warner Bros. Discovery, que exibirão os jogos por meio dos seus canais ou plataformas. Quer saber onde poderá acompanhar todas as partidas da fase inicial na TV ou pela internet? O TudoCelular conta em detalhes a você.RecordA Record renovou os direitos de transmissão do Paulistão até o ano de 2029. Contudo, para esta edição de 2026, a emissora terá um aumento no número total de duelos, de 14 para 19.Clique aqui para ler mais

Paulistão 2026: onde assistir a todos os jogos da primeira fase na TV ou pela internet
Fonte: Tudocelular

Galaxy Buds 4 Pro vem aí: Samsung homologa fones para venda no Brasil

Galaxy Buds 4 Pro vem aí: Samsung homologa fones para venda no Brasil

Galaxy Buds 3 Pro terão sucessor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

Galaxy Buds 4 Pro foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
Segundo vazamentos, o design do Galaxy Buds 4 Pro terá hastes arredondadas e um detalhe metálico na lateral.
O modelo deve ser vendido em preto, branco e damasco e chegar ao mercado junto com a linha S26, provavelmente em fevereiro.

Os Galaxy Buds 3 Pro devem ganhar um sucessor em breve. A Samsung homologou o novo Galaxy Buds 4 Pro na Anatel, segundo a documentação vista em primeira mão pelo Tecnoblog.

O produto, modelo SM-R640, foi homologado pela agência em 29 de dezembro. O código segue a lógica tradicional da fabricante sul-coreana, já que a versão atual é reconhecida pelo código SM-R630.

Certificado de homologação dos Galaxy Buds 4 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O novo modelo deve manter o design com hastes adotado a partir da terceira geração da linha. Contudo, tudo indica que haverá um novo detalhe metálico na lateral e menos ângulos. O design do produto parece ter passado por ajustes para ficar mais discreto.

A base da haste, antes marcada por um formato mais triangular, agora aparece arredondada, segundo revelou o site Android Authority. O estojo também deve retornar ao design com a tampa no lado maior.

Galaxy Buds 4 Pro deve mudar o estilo do estojo (imagem: reprodução/Android Authority)

O Galaxy Buds 4 Pro poderá ser vendido em três cores: preto, branco e damasco (apricot, em inglês), como também apontado pelo site.

O antecessor, Galaxy Buds 3 Pro, foi lançado pela Samsung no meio de 2024. Há um ano e meio, o produto chegou custando R$ 2.199, mas pode ser encontrado no varejo na faixa de R$ 1.500 e até menos de R$ 1.000, quando em oferta.

Fones terão três cores diferentes (imagem: reprodução/Android Authority)

Quando os Galaxy Buds 4 Pro serão lançados?

Ainda não há previsão de lançamento, mas uma possibilidade é que sejam lançados em conjunto com a nova linha de smartphones da Samsung, provavelmente em fevereiro. Como revelamos aqui no Tecnoblog, o Galaxy S26 Ultra foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.

Um segundo modelo de fones, mais barato e com menos recursos (e sem o sufixo Pro), também deve ser lançado em conjunto, mas ainda não foi homologado pela Anatel.
Galaxy Buds 4 Pro vem aí: Samsung homologa fones para venda no Brasil

Galaxy Buds 4 Pro vem aí: Samsung homologa fones para venda no Brasil
Fonte: Tecnoblog

iPhone 16 (128 GB) tem melhor oferta desde novembro com 43% OFF

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iPhone 16 traz chip A18, tela OLED e câmera de 48 MP

iPhone 16 traz uma tela OLED de 6,1 polegadas com design Dynamic Island (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Modelo acessível com Apple Intelligence, o Galaxy S25 é equipado com chip Apple A18 combinado com 8 GB de RAM. O smartphone conta com 128 GB de armazenamento interno, exigindo o uso do iCloud para aumentar o espaço para salvar fotos, vídeos e outros arquivos.

O dispositivo traz uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas, entregando imagens em alta definição e com cores vibrantes devido ao HDR10. Além disso, o painel com design Dynamic Island tem brilho máximo de 2.000 nits.

Na parte de fotografia, o iPhone 16 adota uma câmera dupla traseira com sensor principal de 48 MP, estabilização óptica de imagem (OIS) e gravação de vídeos em 4K. Já a câmera frontal de 12 MP registra selfies com alto nível de detalhes e vídeos em 4K.

iPhone 16 adota uma câmera dupla traseira de 48 MP (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Devido ao tamanho compacto, o smartphone da Apple tem uma bateria de apenas 3.561 mAh e pode necessitar de mais de uma recarga por dia. No entanto, ele conta com o recurso de recarga rápida de até 45 W via USB-C ou até 25 W com o MagSafe.

Para o dia a dia, o celular oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3, NFC para ações por aproximação e suporte para chip eSIM. O modelo sai de fábrica com o iOS 18 e, segundo a marca, receberá grandes atualizações do sistema operacional até 2029.

Por fim, o iPhone 16 (R$ 4.373 no Pix com cupom QUEROPROMO) tem uma estrutura em alumínio e acabamento traseiro em vidro. Reforçando a segurança contra acidentes com água, ele tem certificação IP68 e sobrevive a mergulhos de até 3 metros em água doce.
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Fonte: Tecnoblog

iOS 26 enfrenta baixa adesão dos donos de iPhone

iOS 26 enfrenta baixa adesão dos donos de iPhone

Novos recursos não foram suficientes para impulsionar o iOS 26 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Dados da StatCounter mostram que apenas 16% dos iPhones ativos utilizam o iOS 26, lançado em setembro de 2025.
Os motivos podem estar ligados ao redesenho visual Liquid Glass, que gerou recepção mista, contribuindo para a resistência à atualização.
A Apple também manteve atualizações de segurança para o iOS 18, permitindo que usuários adiem a migração sem riscos de vulnerabilidade.

Donos de iPhone estão com uma resistência incomum à instalação do iOS 26, a versão mais recente do sistema da Apple. Segundo dados atuais da StatCounter, que analisa estatísticas de mercado, a taxa de adoção está bem abaixo dos padrões históricos da fabricante.

Enquanto versões anteriores costumavam ultrapassar a marca de 50% de instalação nos primeiros meses, a atual ficou longe do mesmo padrão: apenas 16% dos usuários ativos possuem alguma versão do novo sistema (26, 26.1 ou 26.2). Dessa parcela, o iOS 26.1 detém a maior fatia até aqui, com 10,57%. Em contraste, em janeiro de 2025, o iOS 18 já operava em 63% dos aparelhos compatíveis.

Quebra de padrão histórico

Os dados, mesmo que não sejam oficiais da Apple, evidenciam uma mudança de comportamento. O ecossistema da Apple sempre foi reconhecido pela rapidez nas atualizações, já que a empresa disponibiliza o software simultaneamente para todos os modelos suportados globalmente, ao contrário do cenário de fragmentação observado no Android.

A disparidade sugere que o interesse do consumidor em novas funcionalidades foi substituído por uma postura de cautela. Os portais especializados Cult of Mac e TechRadar indicam que, pela primeira vez em anos, a percepção de estabilidade do iOS 18 parece superar o apelo para experimentar as novidades da versão 26.

Por que os usuários estão evitando o iOS 26?

Mudanças visuais introduzidas no iOS 26 dividiram o público (imagem: divulgação/Apple)

A rejeição ao sistema pode ser atribuída a uma combinação de fatores. O principal identificado por analistas é o Liquid Glass, o redesenho visual da interface introduzido nesta versão.

O conceito alterou elementos de navegação e a iconografia clássica do iPhone, gerando uma recepção mista. Muitos usuários ainda preferem a interface anterior e evitam a atualização para não lidar com uma nova curva de aprendizado.

Além do aspecto visual, a própria estratégia da Apple contribuiu para a baixa adesão. Diferente de ciclos passados, em que a permanência em sistemas antigos poderia expor o dispositivo a vulnerabilidades críticas, a companhia manteve o fornecimento de atualizações de segurança para o iOS 18 ao longo de 2025. Essa política permitiu adiar a migração por mais tempo sem correr riscos imediatos de segurança.

Há também um debate sobre a relevância das novas funcionalidades. O iOS 26 trouxe o aplicativo nativo Apple Games, melhorias em inteligência artificial e o Modo de Energia Adaptável. No entanto, esses recursos podem não ter sido suficientes para motivar o update.

A expectativa é que a base de usuários do iOS 26 cresça gradualmente à medida que novos dispositivos, já equipados com o sistema de fábrica, entrem no mercado. Contudo, o cenário atual parece um sinal de que o consumidor prioriza continuidade e confiabilidade, com menor tolerância a mudanças estéticas radicais.

iOS 26 enfrenta baixa adesão dos donos de iPhone

iOS 26 enfrenta baixa adesão dos donos de iPhone
Fonte: Tecnoblog

Quem é Sam Altman? Conheça a trajetória do criador da OpenAI, dona do ChatGPT

Quem é Sam Altman? Conheça a trajetória do criador da OpenAI, dona do ChatGPT

Sam Altman, CEO da OpenAI, foi responsável por popularizar a IA generativa (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Sam Altman é um empreendedor americano e atual CEO da OpenAI, sendo o principal rosto do avanço da inteligência artificial generativa. Sua liderança foi fundamental para o lançamento do ChatGPT, posicionando-o como uma das figuras mais poderosas da tecnologia atual.

Sua trajetória de sucesso ganhou força ao presidir a aceleradora Y Combinator, onde impulsionou o crescimento de empresas como Airbnb e Reddit. Hoje, ele concentra os esforços na gestão da OpenAI, moldando o futuro da inovação digital e da automação.

O executivo também é um influente investidor no Vale do Silício, com participações em setores de energia nuclear e biotecnologia. Assim, Altman construiu sua fortuna mediante uma visão apurada sobre startups que prometem transformar a humanidade a longo prazo.

A seguir, conheça mais sobre o cofundador da OpenAI, sua trajetória profissional e empresas nas quais ele investe. Também descubra qual é a sua fortuna e sua influência no mercado tecnológico.

ÍndiceQuem é Sam Altman?Qual é a formação de Sam Altman?Qual é a carreira profissional de Sam Altman?Quais são as empresas de Sam Altman?Quais empresas Sam Altman investe?Qual é o patrimônio de Sam Altman?De onde vem a fortuna de Sam Altman?Qual é a importância de Sam Altman para o mercado tecnológico?

Quem é Sam Altman?

Samuel Altman, nascido em 22 de abril de 1985, é um influente empreendedor, investidor americano e atual CEO da OpenAI. Referência no desenvolvimento da inteligência artificial generativa, ele lidera debates sobre segurança tecnológica, regulação e os impactos socioeconômicos dessa inovação.

Qual é a formação de Sam Altman?

Altman ingressou na Universidade de Stanford em 2003 para cursar Ciências da Computação, mas desistiu da graduação após dois anos. Ele abandonou o curso em 2005 para fundar a Loopt, sua primeira startup focada em tecnologia.

O empresário atribui seu aprendizado estratégico mais às partidas de pôquer com colegas do que à sala de aula tradicional. Para Altman, deixar a faculdade foi um risco calculado e reversível diante das oportunidades do setor tecnológico.

Altman abandonou o curso de Ciências da Computação em Stanford para apostar no empreendedorismo (imagem: Lance Ulanoff/Future)

Qual é a carreira profissional de Sam Altman?

A trajetória de Sam Altman começou com a criação da startup Loopt em 2005, quando abandonou os estudos em Stanford. Após vender a empresa em 2012, passou a focar em investimentos e teve uma breve experiência – somente oito dias – como CEO do Reddit em 2014.

Assumiu a presidência da aceleradora Y Combinator de 2014 até 2019, onde impulsionou o crescimento de unicórnios como Airbnb, Reddit e Stripe. Sob sua liderança, a companhia expandiu sua escala global e o valor de mercado de seu portfólio ultrapassou US$ 65 bilhões.

Altman foi um dos cofundadores da OpenAI em 2015, assumindo o cargo de CEO a partir de 2019 para liderar a revolução da inteligência artificial generativa com o ChatGPT. Em 2023, superou uma breve crise de governança, sendo reintegrado ao cargo após massivo apoio interno e externo.

Além da IA, o empreendedor foi cofundador e presidiu empresas de energia nuclear, como a Helion Energy e a Oklo. Sua trajetória reflete a busca contínua por inovação, conectando avanços em softwares e hardware para moldar o futuro tecnológico mundial.

Quais são as empresas de Sam Altman?

Altman é o CEO e dono da OpenAI, onde lidera o desenvolvimento de tecnologias como ChatGPT e o modelo Sora. Sua gestão foca na expansão global da inteligência artificial generativa e na captação de investimentos multimilionários.

Embora tenha sido cofundador das empresas de energia nuclear Helion Energy e Oklo, ele não detém cargos de presidência ou liderança desde 2025. O mesmo ocorre com a empresa de biometria Tools for Humanity e a companhia de capital de risco Hydrazine Capital, ambas fundadas com seu irmão Jack Altman.

Sam Altman é cofundador e atual CEO da OpenAI (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais empresas Sam Altman investe?

Altman é um dos investidores mais estratégicos do Vale do Silício, usando veículos como a Hydrazine Capital e Apollo Projects para financiar empresas de tecnologia com alto potencial. Estas são algumas das companhias nas quais ele investe:

Helion Energy e Oklo: lidera aportes em fusão nuclear e fissão avançada para viabilizar energia limpa, barata e abundante em escala global;

Retro Biosciences: foca em biotecnologia para estender a longevidade humana saudável por meio de engenharia celular e terapias inovadoras contra o envelhecimento;

Neuralink e Humane: apoia interfaces cérebro-computador e dispositivos vestíveis de inteligência artificial, visando uma integração profunda entre a IA e o cotidiano humano;

World (Worldcoin): cofundou o projeto que usa biometria para criar um sistema de identidade digital global e uma rede financeira baseada em criptografia;

Wave Mobile Money: investe no setor de fintech para democratizar o acesso a serviços financeiros e transferências em dispositivos móveis em mercados emergentes na África;

Hermes: financia o desenvolvimento de aeronaves hipersônicas destinadas a mudar a velocidade do transporte aéreo comercial;

Rescale e Apex: apoia empresas voltadas para simulações de engenharia em nuvem e segurança cibernética baseada em inteligência artificial;

Aspire e Rain AI: investe no design de chips de IA e computação neuromórfica para otimizar o processamento de modelos de linguagem de próxima geração;

Airbnb, Reddit e Stripe: participou de rodadas de investimentos dessas empresas que se tornaram pilares no setor de hotelaria, comunicação social e processamento de pagamentos online.

Sam Altman foi um dos principais investidores do Airbnb (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é o patrimônio de Sam Altman?

O patrimônio de Sam Altman é estimado em cerca de US$ 2,2 bilhões, segundo dados da Forbes em janeiro de 2026. Isso coloca o empreendedor e investidor na posição 1860 entre os indivíduos mais ricos do mundo.

De onde vem a fortuna de Sam Altman?

A fortuna de Altman provém de antigos aportes em empresas atualmente gigantes como Airbnb, Stripe e Reddit, além de participações em empresas de energia como Helion Energy. Ele diversificou seu capital por meio da Hydrazine Capital e da presidência da Y Combinator, consolidando bilhões em ativos.

Embora tenha tido suporte familiar para estudar em Stanford, Altman não herdou patrimônio e construiu sua riqueza como um investidor de risco. Seu sucesso financeiro não tem ligação com o salário na OpenAI, vindo quase integralmente de seu portfólio pessoal de startups.

Altman é considerado um exemplo de “self-made man” do Vale do Silício (imagem: Reprodução/Vjeran Pavic)

Qual é a importância de Sam Altman para o mercado tecnológico?

Altman é uma importante figura na evolução da inteligência artificial (IA), liderando a OpenAI rumo à popularização de ferramentas generativas. Sua visão estratégica dita o ritmo da inovação contemporânea, transformando como a sociedade e as empresas interagem com sistemas autônomos.

O sucesso de suas iniciativas forçou uma reorganização nas big techs, que aceleram os ciclos de desenvolvimento para competir com a OpenAI. Esse movimento consolidou novos padrões de produtividade e intensificou o debate sobre a segurança de modelos de larga escala.

Como ex-líder da Y Combinator, Altman moldou o ecossistema de startups ao impulsionar unicórnios e democratizar o acesso ao financiamento de alto risco. Ele direciona capital para setores de fronteira, conectando o desenvolvimento de softwares avançados a avanços reais em energia e biotecnologia.

Sua influência estende-se à esfera política, onde atua como interlocutor essencial na criação de normas globais para governança tecnológica e ética. Ao equilibrar progresso técnico com visão social, Altman posiciona-se como o “arquiteto da nova economia digital”.
Quem é Sam Altman? Conheça a trajetória do criador da OpenAI, dona do ChatGPT

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Fonte: Tecnoblog

O Samsung Ballie jamais verá a luz do dia

O Samsung Ballie jamais verá a luz do dia

O robô Ballie não será vendido ao público (imagem: divulgação/Samsung)

Resumo

Samsung decidiu não lançar o robô doméstico Ballie, mantendo-o apenas como plataforma interna de testes e desenvolvimento.
O Ballie foi apresentado na CES 2020 como um robô doméstico avançado, com recursos de interação e controle de dispositivos de casa inteligente.
A decisão de não lançar o Ballie comercialmente pode ter sido influenciada por custos elevados e apetite limitado do público por robôs domésticos.

Durante anos, a Samsung alimentou a expectativa de que o Ballie, seu robô doméstico em formato de esfera, finalmente chegaria às lojas. O dispositivo foi exibido em diversas edições da CES, ganhou redesign, novas funções e até uma janela oficial de lançamento. Agora, porém, a empresa confirmou que o produto não será lançado para o público consumidor.

Segundo a agência Bloomberg, a Samsung decidiu “engavetar indefinidamente” o Ballie como produto comercial. Em vez disso, o robô continuará existindo apenas como uma plataforma interna de testes e desenvolvimento. A decisão vem após o prazo prometido para o lançamento — o verão de 2025 no Hemisfério Norte — ter passado sem qualquer novidade concreta sobre vendas.

O que era o Ballie e por que ele chamava atenção

O Ballie foi apresentado pela primeira vez na CES 2020 como um robô doméstico capaz de interagir com usuários e controlar dispositivos de casa inteligente. Na época, ele era descrito como um dos conceitos mais avançados exibidos pela Samsung, com recursos como reconhecimento facial, acompanhamento do dono e integração com eletrodomésticos conectados.

Ao longo dos anos, o projeto evoluiu. Na CES 2024, o Ballie reapareceu maior, com formato mais arredondado, um anel de luz e até a função de projetor portátil. A Samsung demonstrou o robô exibindo imagens, enviando informações para smartphones e interagindo com outros dispositivos do ecossistema da marca. Já na CES 2025, a empresa reforçou que o lançamento aconteceria ainda naquele ano, com suporte a interações conversacionais baseadas no Google Gemini.

Em um comunicado oficial divulgado anteriormente, a Samsung chegou a afirmar: “Disponível para os consumidores neste verão, o Ballie será capaz de interagir de forma natural e conversacional para ajudar os usuários a gerenciar ambientes domésticos, incluindo ajustar a iluminação, receber pessoas na porta, personalizar horários, definir lembretes e muito mais”.

Por que a Samsung voltou atrás no lançamento?

Samsung confirmou que o robô Ballie não será lançado para o público consumidor (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Agora a empresa mudou o discurso. De acordo com a Samsung, o Ballie seguirá como uma “plataforma ativa de inovação”. Em declaração à Bloomberg, a companhia afirmou: “Após vários anos de testes em situações reais, essa tecnologia continua a orientar a forma como a Samsung desenvolve experiências espaciais e contextuais, principalmente em áreas como inteligência para casas inteligentes, IA ambiental e privacidade desde a concepção”.

Embora ainda exista um site para cadastro de interessados, a decisão indica cautela. Custos elevados, dúvidas sobre confiabilidade no uso diário e o apetite limitado do público por robôs domésticos podem ter pesado na escolha. Em um momento em que empresas de tecnologia revisam apostas em IA, assistentes virtuais e dispositivos experimentais, a Samsung parece ter optado por reaproveitar as ideias do Ballie em outros produtos, deixando o robô, por ora, fora das prateleiras.

O Samsung Ballie jamais verá a luz do dia

O Samsung Ballie jamais verá a luz do dia
Fonte: Tecnoblog