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Sony aumenta preços do PS5 e PS5 Pro em vários países

Sony aumenta preços do PS5 e PS5 Pro em vários países

PlayStation 5 ao lado do PlayStation 5 Pro (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Resumo

Sony aumentará preços do PS5, PS5 Pro e PlayStation Portal nos EUA, Europa, Reino Unido e Japão em abril de 2026;
Nos EUA, o PS5 custará US$ 649,99, o PS5 Digital US$ 599,99 e o PS5 Pro US$ 899,99, com reajustes de até US$ 150, portanto;
ainda não há informações oficiais sobre aumentos de preços no Brasil.

Há quem esteja esperando por um novo PlayStation, mas, por ora, é preciso nos contentarmos com a geração atual. Atual e mais cara: a Sony acaba de anunciar um aumento de preços para o PlayStation 5, o PlayStation 5 Pro e o PlayStation Portal.

No anúncio oficial, a Sony atribui os reajustes às “contínuas pressões no cenário econômico global”, sem entrar em detalhes. É possível, porém, que o tal cenário inclua os custos cada vez maiores de módulos de memória RAM e de armazenamento interno causados pela demanda crescente de aplicações de IA.

No anúncio oficial, os aumentos de preços valem para os Estados Unidos, Europa, Reino Unido e Japão. Nesses mercados, os novos valores são os seguintes:

 EUAEuropaReino UnidoJapãoPS5US$ 649,99€ 649,99£ 569,99¥ 97.980PS5 DigitalUS$ 599,99€ 599,99£ 519,99¥ 89.980PS5 ProUS$ 899,99€ 899,99£ 789,99¥ 137.980

São reajustes consideráveis. Se tomarmos como referência os valores dos Estados Unidos, os aumentos chegam a US$ 150. Basta levarmos em conta que os preços oficiais praticados até então por lá eram de US$ 549,99 para o PS5, de US$ 499 para o PS5 Digital (sem leitor de disco) e de US$ 749 para o PS5 Pro.

Sobre o portátil PlayStation Portal, os novos preços oficiais são os seguintes:

Estados Unidos: US$ 249,99 (preço anterior de US$ 199,99)

Europa: € 249,99

Reino Unido: £ 219,99

Japão: ¥ 39.980

Em todos esses mercados, os novos valores entrarão em vigor a partir de 2 de abril de 2026.

PlayStation Portal também ficou mais caro (imagem: divulgação/Sony)

A linha PS5 vai ficar mais cara no Brasil também?

Ainda não há informações oficiais sobre aumento de preços da linha PlayStation 5 no Brasil. Mas não é incomum que reajustes nos principais mercados também causem impacto em território brasileiro.

De todo modo, o Tecnoblog entrou em contato com a Sony perguntando sobre possíveis reajustes por aqui. O texto será atualizado se obtivermos retorno.
Sony aumenta preços do PS5 e PS5 Pro em vários países

Sony aumenta preços do PS5 e PS5 Pro em vários países
Fonte: Tecnoblog

Intel cancela CPU topo de linha da geração Arrow Lake

Intel cancela CPU topo de linha da geração Arrow Lake

Linha Arrow Lake Refresh vai ficar sem um chip de ponta (imagem: reprodução/Intel)

Resumo

Intel cancelou o processador Core Ultra 9 290K Plus da geração Arrow Lake para focar nos modelos Core Ultra 5 e Ultra 7.
A decisão visa oferecer melhor custo-benefício e evitar erros passados, como preços altos sem ganho significativo de desempenho.
O Core Ultra 9 290K Plus estava quase finalizado, mas a Intel optou por não lançá-lo para manter uma estratégia financeira competitiva.

A Intel bateu o martelo e confirmou que o Core Ultra 9 290K Plus não verá a luz do dia. A decisão oficializa o cancelamento do que seria o processador mais potente da nova geração Arrow Lake Refresh. Em vez de disputar o segmento de entusiastas com um chip de alto custo, a companhia decidiu mudar a rota e priorizar o custo-benefício, focando seus esforços em processadores mais acessíveis para o público.

A informação foi confirmada pelo gerente de comunicação técnica da Intel na Alemanha, Florian Maislinger, ao portal PC Games Hardware. O executivo afirma que a marca optou por não lançar o chip topo de linha para “maximizar o desempenho para os modelos de desktop amplamente disponíveis”. Com isso, a linha foca nos recém-anunciados Core Ultra 7 270K Plus e Core Ultra 5 250K Plus.

Maislinger ressaltou que a série foi projetada para entregar um “valor excepcional” ao consumidor, unindo “desempenho excepcional em jogos e um valor incrível em comparação com a concorrência”.

Por que o Core Ultra 9 290K Plus foi descontinuado?

A Intel optou por não repetir os erros de um passado recente. O antecessor direto dessa categoria, o Core Ultra 9 285K, chegou ao mercado cobrando um preço muito acima do Core Ultra 7 265K. O problema é que, na prática, essa diferença brutal de valor resultava em um aumento de desempenho praticamente nulo em jogos, frustrando consumidores que buscavam o máximo de quadros por segundo.

Como destacou o site VideoCardz, sem o processador de custo altíssimo no catálogo, a empresa promete entregar alto rendimento em games, mantendo uma posição financeira competitiva.

Novos processadores Core Ultra 200S Plus (imagem: reprodução/Intel)

Processador estava quase pronto

Um aspecto curioso da decisão é que o processador de 24 núcleos estava na reta final de desenvolvimento. Entradas recentes do Core Ultra 9 290K Plus, vazadas no banco de dados do software de testes Geekbench, provam que a Intel possuía amostras funcionais do componente circulando internamente até o último minuto.

A decisão quebra uma longa tradição da empresa de lançar edições especiais (como as famosas variantes “KS”, que forçavam os limites de velocidade da CPU) para coroar suas arquiteturas. Desta vez, o salto de desempenho da geração Arrow Lake ficará restrito aos segmentos intermediário e avançado, deixando o nível entusiasta de fora da jogada.
Intel cancela CPU topo de linha da geração Arrow Lake

Intel cancela CPU topo de linha da geração Arrow Lake
Fonte: Tecnoblog

O que é cryptojacking? Conheça o ataque que minera criptomoedas ilegalmente

O que é cryptojacking? Conheça o ataque que minera criptomoedas ilegalmente

Entenda como os criminosos usam o poder de processamento dos computadores das vítimas para minerar criptomoedas (imagem: Reprodução/Surfshark)

O cryptojacking é um ataque que sequestra o poder de processamento de dispositivos para a mineração oculta de ativos digitais. Essa prática ilícita utiliza hardware alheio para gerar lucro com criptomoedas sem que a vítima perceba a invasão.

O malware se infiltra via links de phishing ou scripts em sites que executam códigos maliciosos silenciosamente em segundo plano. Então, o processo consome recursos do sistema para resolver cálculos complexos, causando lentidão extrema e superaquecimento do hardware.

Para se proteger do cryptojacking, use extensões que bloqueiam códigos invasivos e mantenha o sistema operacional sempre atualizado. Também adote um antivírus com análise comportamental ativa para identificar picos anormais de uso da CPU e GPU imediatamente.

A seguir, conheça o conceito de cryptojacking, como o ataque funciona detalhadamente e como identificar se o dispositivo está sendo usado para mineração ilícita. Também descubra como se proteger desse ataque.

ÍndiceO que é cryptojacking?O que significa cryptojacking?Qual é o objetivo do cryptojacking?Como funciona o cryptojackingQuais são os sinais de cryptojacking em um dispositivo?O que fazer se o dispositivo foi infectado por cryptojacker?Tem como se proteger de cryptojacking?Qual é a diferença entre cryptojacking e mineração de criptomoedas?Qual é a diferença entre cryptojacking e malware?

O que é cryptojacking?

O cryptojacking é um ataque cibernético que sequestra o poder de processamento de dispositivos para minerar criptomoedas, usando links maliciosos ou scripts. Essa exploração oculta de hardware causa lentidão extrema, superaquecimento e desgaste de componentes, gerando lucro para o invasor e prejuízos para a vítima.

O que significa cryptojacking?

O termo “cryptojacking” surge da união das palavras “cryptocurrency” (criptomoeda, em português) e “hijacking” (sequestro). Ele define o uso furtivo e não autorizado do poder de processamento de terceiros para minerar ativos digitais.

A expressão ganhou força por volta de 2017, impulsionada pelo surgimento de scripts maliciosos em sites e navegadores. Essa prática permite que cibercriminosos explorem hardware alheio sem a necessidade de instalar softwares complexos.

O cryptojacking utiliza os recursos dos dispositivos infectados para resolver problemas matemáticos complexos em redes de blockchain (imagem: Kanchanara/Unsplash)

Qual é o objetivo do cryptojacking?

O objetivo do cryptojacking é lucrar por meio da mineração ilícita, utilizando o processamento de terceiros para extrair criptomoedas. Isso permite que criminosos evitem gastos com hardware e eletricidade, transferindo todos os custos operacionais para as vítimas.

Além da monetização, a técnica garante anonimato e escalabilidade, permitindo que milhares de máquinas trabalhem silenciosamente. Em ataques complexos, a mineração oculta também serve para esgotar recursos do sistema e mascarar outras ações ilícitas.

Como funciona o cryptojacking

O cryptojacking infiltra scripts maliciosos em dispositivos via phishing ou sites infectados para sequestrar secretamente o poder de processamento. O objetivo é usar o hardware das vítimas para validar transações em redes blockchain e minerar criptomoedas.

No ataque via navegador, códigos em JavaScript rodam apenas enquanto a aba está aberta, consumindo recursos de forma imediata. Já o malware de mineração instala softwares que permanecem ativos em segundo plano, mesmo após a reinicialização do sistema operacional.

O script malicioso resolve cálculos matemáticos complexos em segundo plano, consumindo energia e capacidade de processamento. Esse uso intensivo gera lentidão extrema e superaquecimento na máquina da vítima, enquanto os lucros são transferidos diretamente para a carteira do invasor.

Toda a operação é desenhada para ser invisível, permitindo que a exploração silenciosa maximize os ganhos financeiros do criminoso. Variantes avançadas possuem capacidade de autopropagação, agindo como um worm que se espalha por redes para infectar múltiplos dispositivos.

O crytojacking funciona em quatro etapas diferentes (imagem: Reprodução/TechTarget)

Quais são os sinais de cryptojacking em um dispositivo?

Existem alguns comportamentos que ajudam a saber se o PC está minerando criptomoedas após um ataque de cryptojacking. Por exemplo:

Picos de processamento anormais: o Gerenciador de Tarefas exibe o uso de CPU ou GPU entre 70% e 100% mesmo sem programas pesados abertos. O valor pode cair subitamente ao abrir o monitor para evitar detecção;

Superaquecimento e ruído constante: o hardware permanece excessivamente quente e os coolers operam na velocidade máxima mesmo durante tarefas simples, como editar textos ou navegar em abas simples;

Lentidão e travamentos do sistema: ocorre uma queda drástica de desempenho com respostas lentas a comandos e congelamento de janelas, já que os recursos foram sequestrados para cálculos complexos;

Drenagem severa de energia: notebooks e smartphones perdem carga muito mais rápido que o habitual devido ao esforço ininterrupto do processador para validar transações;

Processos suspeitos em execução: surgem executáveis com nomes aleatórios ou disfarçados de serviços do sistema que consomem memória desproporcionalmente e sem uma origem legítima;

Anomalias de rede e segurança: o tráfego de saída apresenta picos constantes para servidores externos desconhecidos, muitas vezes acompanhados de alertas de “CoinMiner” emitidos pelo software de antivírus.

O uso intensivo da CPU e GPU vitima do cryptojacking pode gerar queda do desempenho do dispositivo (imagem: Michael Fortsch/Unsplash)

O que fazer se o dispositivo foi infectado por cryptojacker?

Ao notar que o dispositivo está sendo usado por um cryptojacker, é necessário agir rápido e realizar os seguintes passos:

Corte a conexão de rede: desligue o Wi-Fi, dados móveis ou remova o cabo de rede para interromper a comunicação do malware com a carteira do invasor e evitar o contágio de outros dispositivos;

Acesse o Modo de Segurança: reinicie o sistema apenas com os drivers essenciais, impedindo que a maioria dos scripts de mineração seja carregada automaticamente durante o boot;

Analise o Gerenciador de Tarefas: verifique picos de uso de CPU ou GPU fora do padrão. Essa é a forma mais eficaz de saber se o PC está minerando ao identificar processos desconhecidos com alto consumo;

Faça uma varredura: use um antivírus confiável para realizar um escaneamento completo e profundo, preferencialmente usando ferramentas que rodam antes da inicialização total do sistema para tentar remover o minerador;

Limpe a inicialização e temporários: remova programas suspeitos da aba “Inicializar” e apague o conteúdo das pastas temporárias, como %temp%, onde mineradores costumam esconder seus executáveis;

Atualize o ecossistema digital: instale todos os patches de segurança do sistema e de navegadores, além de alterar as senhas de contas importantes usando um dispositivo não infectado;

Restaure o sistema (se necessário): caso o malware persista após a limpeza manual, realize a formatação ou restauração de fábrica do dispositivo para garantir que nenhum rootkit de mineração permaneça oculto.

Tem como se proteger de cryptojacking?

Sim, você pode adotar algumas medidas de segurança cibernética para se proteger contra o cryptojacking. As principais são:

Instale extensões de bloqueio de scripts: use ferramentas confiáveis, como uBlock Origin ou NoCoin, para impedir automaticamente a execução de mineradores baseados em navegador;

Mantenha sistemas e navegadores atualizados: instale patches de segurança regularmente para corrigir vulnerabilidades que permitem a instalação silenciosa de malware de mineração;

Use antivírus com proteção comportamental: escolha softwares de segurança que detectem não apenas arquivos maliciosos, mas também atividades suspeitas de uso excessivo de CPU e GPU em tempo real;

Monitore o desempenho do hardware: fique atento a lentidões súbitas ou superaquecimento e use o Gerenciador de Tarefas para identificar processos que consomem recursos de forma anormal;

Restrinja o JavaScript no navegador: use extensões que bloqueiam a execução de código por padrão, permitindo-os apenas em sites confiáveis e conhecidos;

Bloqueie domínios de mineração no Firewall/DNS: configure filtros de rede para impedir a comunicação do seu dispositivo com endereços e “pools” conhecidos de criptomineração;

Evite pirataria e links não verificados: não baixe ou instale softwares “crackeados” e acesse sites que oferecem conteúdo ilegal gratuitamente, pois eles são fontes comuns de malware.

Antivírus com proteção comportamental podem alertar sobre o uso excessivo dos recursos do dispositivo (imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre cryptojacking e mineração de criptomoedas?

Cryptojacking é o uso não autorizado e oculto de recursos computacionais de terceiros, via malwares ou scripts, para minerar criptomoedas em benefício de um invasor. É um crime cibernético que transfere os custos operacionais e o desgaste de hardware para a vítima sem o consentimento dela.

Mineração de criptomoedas é o processo de validação de dados em blockchain, onde pessoas usam hardware e energia próprios para garantir a segurança da rede. Em troca desse serviço legítimo e transparente, os mineradores recebem recompensas financeiras em moedas digitais.

Qual é a diferença entre cryptojacking e malware?

Cryptojacking é um tipo específico de malware que sequestra o poder de processamento de um dispositivo para minerar criptomoedas sem permissão do usuário. Ele opera silenciosamente em segundo plano, focando exclusivamente no roubo de recursos de hardware para gerar lucro financeiro aos atacantes.

Malware é o termo genérico para qualquer software malicioso criado para infiltrar, danificar ou obter acesso não autorizado a sistemas e redes de computadores. Ele engloba diversas categorias, como vírus e ransomware, que visam desde roubo de dados até a destruição total de arquivos.
O que é cryptojacking? Conheça o ataque que minera criptomoedas ilegalmente

O que é cryptojacking? Conheça o ataque que minera criptomoedas ilegalmente
Fonte: Tecnoblog

Apple cancela o Mac Pro, seu modelo mais poderoso e caro

Apple cancela o Mac Pro, seu modelo mais poderoso e caro

Apple Pro Display XDR ao lado de um Mac Pro (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Resumo

Apple descontinuou o Mac Pro, modelo lançado em 2019 com processador Intel Xeon de 28 núcleos e até 1,5 TB de RAM;
Mac Pro foi atualizado em 2021 com novas GPUs AMD e em 2023 com o chip Apple Silicon M2 Ultra;
Apple pode focar no Mac Studio a partir de agora, que oferece chips M4 Max e M3 Ultra, com até 256 GB de RAM.

Reparou que faz tempo que o Mac Pro não ganha o noticiário? Quem achava que isso era o prenúncio do fim da linha, acertou: o modelo direcionado a atividades profissionais foi descontinuado pela Apple nesta semana, razão pela qual já não aparece no site da companhia.

O até então atual Mac Pro foi lançado em 2019 com um visual sofisticado, mas que o fez virar “meme”: houve quem comparasse o modelo a um ralador de queijo por conta dos furos em seu gabinete.

Piadas à parte, o Mac Pro tinha um hardware deveras poderoso para a época (e até para os dias atuais), que incluía um processador Intel Xeon de 28 núcleos e até 1,5 TB de RAM. Não por acaso, o Mac Pro foi lançado no Brasil com preços variando entre R$ 55.999 e R$ 438.399.

O Mac Pro passou por uma atualização em 2021 que levou novas GPUs AMD ao modelo e elevou seus preços para até R$ 687.599 no Brasil. Em 2023, o modelo foi atualizado para receber um chip Apple Silicon, o M2 Ultra.

Parou por aí. O Mac Pro ficou sem atualizações relevantes desde então. Intervalos longos como esse sugerem que o equipamento iria passar por uma grande atualização ou ser descontinuado. A Apple acabou seguindo pelo segundo caminho. Se você entrar na página do Mac Pro agora, será redirecionado à página de toda a linha Mac.

O Mac Pro lançado em 2019 (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Por que a Apple descontinuou o Mac Pro?

A Apple não explicou o motivo da decisão, até porque esta foi uma descontinuação “silenciosa”. Mas é de se presumir, porém, que a companhia pretende direcionar seus esforços ao Mac Studio no segmento profissional.

O Mac Studio tem menos poder de fogo em relação ao Mac Pro, mas é muito mais compacto e ainda consegue oferecer recursos suficientes para atividades profissionais exigentes, que envolvem edição de imagens ou produção de vídeo 3D, por exemplo.

Atualmente, o Mac Studio pode ser equipado com um chip M4 Max e de 36 GB a 256 GB de memória RAM. Outra versão inclui um chip M3 Ultra com algo entre 96 GB e 256 GB de RAM. Por motivos não esclarecidos, a Apple descontinuou a expansão de 512 GB de RAM do Mac Studio.
Apple cancela o Mac Pro, seu modelo mais poderoso e caro

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Fonte: Tecnoblog

iFood aposta em IA e melhora busca por itens específicos

iFood aposta em IA e melhora busca por itens específicos

iFood usa inteligência artificial para tornar buscas mais precisas no app (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O iFood atualizou o sistema de busca com inteligência artificial, reduzindo em 20% o tempo médio entre pesquisa e pedido.
A busca agora reconhece termos mais específicos, exibindo resultados alinhados à intenção do cliente, com suporte a mais de 20 modelos de IA.
A taxa de conversão aumentou mais de 10% entre fevereiro de 2025 e fevereiro de 2026, com filtros dinâmicos adaptando-se ao tipo de busca.

O iFood anuncia nesta sexta-feira (27) mudanças no sistema de busca do app, com o objetivo de tornar a navegação mais eficiente para os clientes. A empresa passou a usar inteligência artificial para refinar os resultados e facilitar a localização de itens dentro do aplicativo.

O iFood revelou ao Tecnoblog que o tempo médio entre a pesquisa e a finalização de um pedido caiu cerca de 20%, porém sem informar os números absolutos. A novidade já está disponível para todos os clientes da plataforma, tanto no Android quanto no iPhone.

O que muda na busca do iFood?

A principal alteração está na forma como o sistema interpreta os termos digitados. Antes focado em buscas mais genéricas, o app agora reconhece pedidos mais específicos, exibindo resultados alinhados à intenção do cliente.

Na prática, os clientes que antes pesquisavam por “pizza” agora podem buscar por “pizza de calabresa com queijo” ou “pizza pequena”. Os exemplos compartilhados conosco incluem “fralda infantil XG” (em vez de apenas “fralda”), “Coca-Cola Zero 2L” e “picolé diet”.

A mudança é sustentada por mais de 20 modelos de inteligência artificial, que priorizam a exibição direta de produtos, e não apenas de estabelecimentos.

Como a IA impacta os pedidos?

Nova busca do iFood destaca produtos específicos e usa filtros dinâmicos (imagem: divulgação/iFood)

Além disso, o iFood implementou filtros dinâmicos, que se adaptam ao tipo de busca. Ao procurar por pizza, por exemplo, o cliente pode filtrar rapidamente por sabor, tamanho ou promoções. Já em buscas por hambúrguer, surgem opções relacionadas a tipos de proteína. Em produtos como fraldas, os filtros priorizam tamanho e marca.

O avanço está ligado ao uso de modelos de busca semântica e de intenção, capazes de interpretar com mais precisão o que o cliente deseja encontrar. Além de simplificar a jornada de compra, a empresa afirma que a mudança também amplia a visibilidade dos produtos oferecidos por parceiros.

Os efeitos da nova busca já aparecem em indicadores internos. A taxa de conversão — clientes que pesquisam e concluem a compra — cresceu mais de 10% na comparação entre fevereiro de 2025 e fevereiro de 2026.

iFood aposta em IA e melhora busca por itens específicos

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Fonte: Tecnoblog

Redmi Note 14 Pro Plus tem tela curva, 256 GB e IP68 pelo menor preço em promoção

Redmi Note 14 Pro Plus tem tela curva, 256 GB e IP68 pelo menor preço em promoção

Considerado um dos intermediários mais avançados da Xiaomi no mercado brasileiro, o Redmi Note 14 Pro Plus entrou em oferta nesta sexta-feira.

Isso porque você já pode comprar o modelo com 256 GB de memória por apenas R$ 1.969 no Mercado Livre, com pagamento via Pix.

Um ponto positivo da oferta é que não é necessário cupom adicional para chegar ao preço final, sendo que o parcelamento está disponível em até 12 vezes sem juros em qualquer cartão de crédito. O Redmi Note 14 Pro Plus 5G está disponível na Mercadolivre por R$ 1.969. O custo-benefício é bom e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. Para ver as outras 23 ofertas clique aqui. (atualizado em 27 de March de 2026, às 05:10)Clique aqui para ler mais

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Fonte: Tudocelular

Sony inicia pré-venda do DualSense do PS5 em edição limitada de Marathon

Sony inicia pré-venda do DualSense do PS5 em edição limitada de Marathon

Seguindo uma tendência vista com outros jogo exclusivos e de parceiros, a Sony está prestes a lançar mais uma edição personalizada do DualSense do PS5, desta vez, em comemoração ao jogo Marathon.

Se você é um colecionador dos controles e não quer perder esta edição, o acessório acaba de entrar em pré-venda no Brasil com um desconto especial. “PlayStation DualSense® Wireless Controller ? Marathon Limited Edition”
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Para quem quiser comprar o controle com desconto, o Mercado Livre está com um cupom APROVEITAESSA, onde é possível adquirir o produto por R$ 539,31 no pagamento à vista no Pix. Clique aqui para ler mais

Sony inicia pré-venda do DualSense do PS5 em edição limitada de Marathon
Fonte: Tudocelular

JOVI Y31 une inéditos 7.200 mAh com muita resistência para o brasileiro | Hands-on

JOVI Y31 une inéditos 7.200 mAh com muita resistência para o brasileiro | Hands-on

Lançado oficialmente no Brasil neste começo de ano, o JOVI Y31 é um smartphone que chama a atenção não apenas pelo seu design atraente, mas também pela bateria grande.

Isso porque estamos falando de um aparelho que tem 7.200 mAh de capacidade, algo que ainda é novidade no Brasil.

Mas é claro que ele também não se resume apenas à bateria, já que possui resistência superior, câmeras competentes, diversas funcionalidades e praticidades para o dia a dia. O JOVI Y31 está disponível na Mercadolivre por R$ 1.794. O custo-benefício é médio mas esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. Para ver as outras 13 ofertas clique aqui. (atualizado em 26 de March de 2026, às 23:20)Clique aqui para ler mais

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Fonte: Tudocelular

Android 17 Beta 3: Google protege usuários de aparelhos auditivos contra sons altos

Android 17 Beta 3: Google protege usuários de aparelhos auditivos contra sons altos

O Android 17 Beta 3 atingiu a fase de estabilidade e trouxe uma atualização vital para a segurança e o conforto de usuários com deficiência auditiva. A nova build permite silenciar alertas repentinos e toques de chamadas diretamente nos aparelhos auditivos, evitando sustos e possíveis danos adicionais à audição.

Essa mudança representa um passo significativo para tornar o sistema operacional mais inclusivo e menos intrusivo para quem utiliza tecnologias assistivas em 2026.Localizados dentro das configurações de acessibilidade, dois novos botões permitem o gerenciamento preciso do que é transmitido para os dispositivos conectados via Bluetooth. O primeiro toggle impede que notificações soem dentro do aparelho, enquanto o segundo evita que toques de chamada e alarmes toquem em volumes excessivos.Clique aqui para ler mais

Android 17 Beta 3: Google protege usuários de aparelhos auditivos contra sons altos
Fonte: Tudocelular

Sber lança assistente de IA GigaChat de próxima geração baseado no modelo flagship

Sber lança assistente de IA GigaChat de próxima geração baseado no modelo flagship

A Sber apresentou uma grande atualização para seu assistente de IA GigaChat, que agora é alimentado pelo novo modelo flagship GigaChat Ultra. Esta versão atualizada permite que o assistente de IA memorize os fatos sobre os usuários para uma comunicação e soluções personalizadas, pesquise informações na internet de forma autônoma e gere respostas de texto duas vezes mais rápido.

O lançamento deste novo modelo abre oportunidades não apenas para usuários finais, mas também para desenvolvedores que podem construir produtos e serviços de IA aplicados usando o GigaChat Ultra. Os usuários podem executar um código diretamente na interface e receber respostas para perguntas sobre suas próprias capacidades, baseando-se na documentação atual.


“Estamos dando um passo adiante, deixando de ser apenas uma ferramenta que fornece respostas para nos tornarmos um assistente de IA multiagente. Mas nosso objetivo vai além: estamos criando um futuro onde os aplicativos móveis tradicionais dão lugar a interfaces baseadas em redes neurais. As funcionalidades necessárias aparecerão sob demanda, tornando a navegação pelo mundo digital perfeita. O GigaChat Ultra é um dos maiores modelos do mundo totalmente desenvolvido e treinado na Rússia. Ele lembra suas preferências, trabalha mais rápido, entende as tarefas com mais profundidade e fornece recomendações de maior qualidade. Estamos removendo as últimas barreiras na interação humano-máquina.” — Anton Frolov, Vice-Presidente Sênior, Chefe de Desenvolvimento de IA Generativa da Sberbank.Clique aqui para ler mais

Sber lança assistente de IA GigaChat de próxima geração baseado no modelo flagship
Fonte: Tudocelular