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Qualcomm pode aumentar preços de chips para celulares e PCs, diz site

Qualcomm pode aumentar preços de chips para celulares e PCs, diz site

Chips Snapdragon estão presentes em alguns dos principais smartphones do mercado (imagem: divulgação)

Resumo

A Qualcomm planeja aumentar os preços de seus chips em uma porcentagem de dois dígitos a partir de 1º de setembro devido ao aumento dos custos dos componentes.
O reajuste nos preços dos chips da Qualcomm pode resultar em uma alta nos preços de smartphones, laptops, tablets e outros dispositivos que utilizam esses componentes.
A escassez de chips de memória causada pela alta demanda por data centers de inteligência artificial é apontada como a razão para o aumento dos custos dos componentes eletrônicos.

A Qualcomm estaria preparando um aumento nos preços de seus chips. O reajuste deve ficar em uma porcentagem de dois dígitos e passaria a valer em 1º de setembro.

As informações constam em uma carta enviada para os clientes; a Bloomberg teve acesso ao documento. Segundo a reportagem, a Qualcomm afirma ter esgotado sua capacidade de absorver a alta no custo dos fornecedores. A companhia tentou buscar fontes alternativas de componentes, mas nem isso evitou o aumento nos preços.

Procurada pela Bloomberg, a Qualcomm não comentou o assunto.

Quais são as consequências do aumento de preços da Qualcomm?

Galaxy Z Fold 8 usa processador Qualcomm (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Como nota a Bloomberg, o resultado mais evidente de um reajuste nos valores dos chips seria uma nova alta no preço dos smartphones, principal categoria a usar os componentes da Qualcomm.

Esse segmento, no entanto, não seria o único a sofrer, já que os sistemas da Qualcomm também equipam laptops, tablets e óculos smart, para ficar só em alguns exemplos.

Por que a Qualcomm pode aumentar seus preços?

A explicação para a alta nos custos de componentes eletrônicos é, mais uma vez, a escassez de chips de memória.

O problema vem sendo causado pela construção acelerada de data centers para inteligência artificial. A alta demanda fez as fornecedoras de RAM e armazenamento se concentrarem nas peças usadas pelos servidores, deixando outras categorias de memória de lado.

Com isso, a oferta encolheu, e os custos para as fabricantes subiram. Esse aumento vem sendo repassado a consumidores na forma de reajustes de preços, prática adotada por Microsoft, Dell, Lenovo, Apple e até mesmo Raspberry Pi.

Outra forma de lidar com o novo cenário é piorar intencionalmente os aparelhos, incluindo menos RAM e armazenamento em smartphones e computadores.

Mesmo assim, segmentos de entrada tendem a desaparecer. As margens de lucro para esses produtos já eram apertadas, e com os custos mais altos, fica inviável praticar preços competitivos.

Vale lembrar que fontes da indústria indicam que a TSMC deve reajustar seus serviços de fabricação em 10% no próximo ano. A Qualcomm é uma das clientes da fabricante taiwanesa.

Com informações da Reuters e do The Verge.
Qualcomm pode aumentar preços de chips para celulares e PCs, diz site

Qualcomm pode aumentar preços de chips para celulares e PCs, diz site
Fonte: Tecnoblog

Como adicionar músicas no Spotify: saiba importar ou lançar seu catálogo

Como adicionar músicas no Spotify: saiba importar ou lançar seu catálogo

Saiba como ouvir os arquivos locais do telefone no Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O Spotify permite importar arquivos em MP3 salvos no smartphone para ouvir faixas fora do acervo oficial e sem gastar dados. Disponível para Android e iPhone, basta ativar a opção “Arquivos locais” nas configurações do aplicativo para realizar a integração com as mídias do dispositivo.

Já quem é artista e deseja publicar as próprias músicas autorais no catálogo oficial do Spotify, o caminho é contratar uma distribuidora digital. Essa empresa faz o intermédio oficial, garantindo o envio correto das faixas e o repasse dos direitos autorais de reprodução.

A seguir, saiba como importar músicas da biblioteca pessoal para o Spotify e como enviar as próprias músicas para o catálogo do serviço de streaming.

ÍndiceComo importar arquivos de música no Spotify no Android1. Acesse as configurações do Spotify2. Abra o menu “Apps e dispositivos”3. Ative a opção “Arquivos de áudio locais”4. Vá até a “Sua biblioteca” do Spotify5. Veja os arquivos locais vinculados ao SpotifyComo importar arquivos de música no Spotify no iPhone1. Abra o menu de configurações do Spotify2. Acesse “Apps e dispositivos”3. Ative a opção “Arquivos de áudio locais”4. Abra o gerenciador de “Arquivos” do iPhone5. Vá até o menu “No Meu iPhone”6. Localize a pasta “Downloads”7. Selecione as músicas que deseja importar para o Spotify8. Volte à pasta “No Meu iPhone”9. Mova os arquivos para a pasta “Spotify”10. Acesse a biblioteca do Spotify11. Veja os arquivos locais no SpotifyO que fazer para colocar minha música no SpotifyQual o papel da distribuidora?Qual a utilidade da página Spotify for artists?Dúvidas sobre os arquivos locais do SpotifyPor que os arquivos locais do Spotify não aparecem no meu celular?É possível sincronizar os arquivos locais entre celular e PC?Posso apagar os arquivos de música depois que estiverem no Spotify?Dúvidas sobre a distribuição de músicas no SpotifyÉ possível publicar uma música no Spotify sem uma distribuidora?Preciso pagar para colocar minha música no Spotify?Quanto o Spotify paga por reprodução? 

Como importar arquivos de música no Spotify no Android

1. Acesse as configurações do Spotify

Abra o Spotify no seu celular Android e toque no ícone com sua foto de perfil ou iniciais, no canto superior esquerdo. Depois, selecione o menu “Configurações e privacidade”.

Acessando o menu “Configurações e privacidade” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Abra o menu “Apps e dispositivos”

Toque em “Apps e dispositivos” para ver mais opções do aplicativo de música, incluindo como gerenciar a integração com a biblioteca pessoal.

Selecionando o menu “Apps e dispositivos” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Ative a opção “Arquivos de áudio locais”

Desça a tela até encontrar a seção “Outros dispositivos” e ative a chave seletora ao lado de “Arquivos de áudio locais”. Essa função garante a permissão necessária para adicionar arquivos locais no Spotify.

Ativando a opção “Arquivos de áudio locais” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Vá até a “Sua biblioteca” do Spotify

Após ativar a função para adicionar música no Spotify, toque no botão “Sua Biblioteca” na parte interior da tela.

Abrindo a aba “Sua Biblioteca” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Veja os arquivos locais vinculados ao Spotify

Selecione a pasta “Arquivos Locais” para visualizar todas as faixas que estão no armazenamento do dispositivo. Assim, você pode ouvir seus arquivos MP3 com o Spotify e adicioná-los a playlists.

Abrindo a pasta “Arquivos Locais” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como importar arquivos de música no Spotify no iPhone

1. Abra o menu de configurações do Spotify

Acesse o Spotify no seu iPhone e toque na foto de perfil ou iniciais, no canto superior esquerdo. Em seguida, selecione a opção “Configurações e privacidade”.

Entrando em “Configurações e privacidade” do Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Acesse “Apps e dispositivos”

Toque em “Apps e dispositivos” para descobrir como adicionar música no Spotify.

Selecionando o menu “Apps e dispositivos” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Ative a opção “Arquivos de áudio locais”

Acione a chave ao lado da opção “Arquivos de áudio locais” e, na mensagem do sistema iOS, confirme a permissão para o Spotify acessar a biblioteca de mídia do seu iPhone.

Ativando a função “Arquivos de áudio locais” e permitindo o acesso do aplicativo à biblioteca de mídia (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Abra o gerenciador de “Arquivos” do iPhone

Acesse o aplicativo “Arquivos” do próprio iOS para localizar e preparar as faixas salvas no armazenamento interno do iPhone.

Acessando o app “Arquivos” do iOS (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Vá até o menu “No Meu iPhone”

Dê um duplo toque na aba “Explorar”, na parte inferior da tela, e depois selecione “No Meu iPhone” para ver as pastas locais disponíveis no aparelho.

Selecionando o menu “No Meu iPhone” para encontrar os arquivos locais (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Localize a pasta “Downloads”

Abra a pasta “Downloads” para ver os arquivos de músicas baixados no seu iPhone. Caso os itens estejam em outro local do sistema, navegue até a pasta correspondente.

Importante: se os MP3 estiverem na pasta “No meu iPhone”, pule para o passo seguinte.

Entrando na pasta “Downloads” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Selecione as músicas que deseja importar para o Spotify

Abra o menu de 3 pontos no topo da tela e toque na opção “Selecionar”. Em seguida, marque todas as faixas que deseja adicionar aos arquivos locais no Spotify.

Selecionando os arquivos que serão compartilhados com o Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

8. Volte à pasta “No Meu iPhone”

Toque no ícone de pasta no menu inferior e use o botão de voltar no canto superior direito para retornar à pasta “No Meu iPhone”.

Retornando à pasta “No Meu iPhone” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

9. Mova os arquivos para a pasta “Spotify”

Acesse a pasta “Spotify” e toque no botão “Mover”, no canto superior direito, para transferir os arquivos para o diretório do app de música.

Movendo as faixas para a pasta Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

10. Acesse a biblioteca do Spotify

Retorne ao aplicativo do Spotify e toque na aba “Sua Biblioteca”, no canto inferior direito da tela.

Acessando o menu “Sua biblioteca” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

11. Veja os arquivos locais no Spotify

Acesse a pasta “Arquivos locais” para visualizar todas as faixas do armazenamento do iPhone que estão disponíveis para reprodução no Spotify.

Acessando a pasta “Arquivos Locais” no Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O que fazer para colocar minha música no Spotify

Se você é um artista e quer colocar suas músicas no Spotify para todos ouvirem, o processo é bem diferente e inclui várias etapas:

Escolha uma distribuidora digital: contrate empresas parceiras do ecossistema de streaming para intermediar o envio das faixas e assegurar o recolhimento e repasse dos direitos autorais (royalties);

Prepare o áudio masterizado: exporte o arquivo final em alta definição e sem compressão para garantir a fidelidade sonora e atender às especificações técnicas da plataforma;

Organize os metadados do lançamento: cadastre corretamente os dados de composição, data de estreia e direitos autorais para garantir a catalogação e o pagamento das execuções;

Crie uma arte de capa adequada: produza a capa do single ou álbum em formato quadrado (1:1) e em alta resolução, evitando recortes acidentais ou a rejeição da imagem pela auditoria do serviço;

Envie os arquivos com antecedência: faça o upload do material no painel da distribuidora com semanas de margem para agendar e publicar música no Spotify;

Reivindique o perfil no Spotify for Artists: cadastre-se na plataforma para verificar o perfil oficial, personalizar a marca e submeter faixas inéditas para a curadoria de playlists antes de lançar uma música no Spotify.

Qual o papel da distribuidora?

A distribuidora atua como a ponte entre o artista e o Spotify, enviando os arquivos de áudio e os metadados do lançamento segundo as exigências da plataforma. Além dessa entrega, ela gerencia os direitos autorais e recolhe os royalties das reproduções, sendo essencial para o artista colocar uma música no Spotify e monetizar o trabalho.

Qual a utilidade da página Spotify for artists?

O Spotify for Artists funciona como o painel de gestão do músico, permitindo personalizar a identidade visual e indicar faixas para a curadoria de playlists antes de subir a música no Spotify. A plataforma também entrega métricas de audiência e ferramentas para promover datas de apresentações e merchandising diretamente para os ouvintes.

O Spotify permite subir músicas autorais por meio de distribuidoras digitais, que realizam o repasse dos royalties (imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)

Dúvidas sobre os arquivos locais do Spotify

Por que os arquivos locais do Spotify não aparecem no meu celular?

Estes são alguns pontos comuns que impedem o acesso de arquivos locais do Spotify no celular:

Opção desativada nas configurações: a opção para exibir arquivos locais no Spotify precisa ser ativada manualmente no menu de configurações do aplicativo para liberar a sincronização com a biblioteca pessoal;

Faixas fora da pasta correta: no iPhone, o sistema exige que as músicas estejam salvas na pasta do aplicativo para que ele consiga reconhecer e adicionar arquivos locais no Spotify;

Formato incompatível ou proteção DRM: arquivos de áudio sem suporte do app ou protegidos por direitos autorais digitais (DRM) são bloqueados automaticamente por medidas de segurança;

Playlist sem download ativado: a lista de reprodução que armazena as músicas precisa ter a opção de download ativada para permitir a integração dos arquivos em MP3 com o Spotify;

Cache corrompido ou app desatualizado: falhas temporárias e acúmulo de dados residuais podem impedir a exibição, exigindo a limpeza do cache, atualização do aplicativo ou reinicialização do sistema.

É possível sincronizar os arquivos locais entre celular e PC?

Sim, dá para sincronizar playlists com arquivos locais do Spotify entre o smartphone e PC, desde que ambos os dispositivos estejam utilizando a mesma conta. Assim, ao criar uma seleção de músicas no celular, ela será espelhada no aplicativo do computador.

Contudo, como o serviço não armazena essas faixas em servidores na nuvem, a reprodução depende de ter o mesmo arquivo em ambos os dispositivos. Esse processo garante que o ouvinte consiga integrar e ouvir músicas em MP3 com Spotify no PC, utilizando a cópia salva na memória do aparelho.

Posso apagar os arquivos de música depois que estiverem no Spotify?

Não, você não deve apagar a faixa do dispositivo, pois o Spotify apenas cria um atalho de leitura para os arquivos salvos na memória interna. Ao excluir a mídia original, o app perde a referência de origem e fica impossibilitado de adicionar arquivos locais no Spotify.

Diferente das faixas do catálogo oficial, esse recurso não faz upload para os servidores da nuvem nem armazena a música definitivamente na conta. O arquivo pode até tocar temporariamente pelo cache, mas sumirá da biblioteca quando o sistema atualizar o diretório.

O recurso de “Arquivos Locais” do Spotify facilita o acesso a biblioteca pessoal baixada no dispositivo (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Dúvidas sobre a distribuição de músicas no Spotify

É possível publicar uma música no Spotify sem uma distribuidora?

Não é possível postar uma música no Spotify sem o intermédio de uma distribuidora digital. Como a plataforma não aceita envios diretos do usuário, essas empresas trabalham para publicar os arquivos de áudio, gerenciar direitos autorais e repassar os ganhos.

Mesmo para artistas independentes sem gravadora, o uso de um serviço de distribuição é o único caminho para colocar música no Spotify. Tentar burlar esse fluxo usando formatos de podcast, por exemplo, infringe as regras da plataforma e pode levar à remoção do conteúdo.

Preciso pagar para colocar minha música no Spotify?

O Spotify não cobra taxas para hospedar suas faixas no catálogo, porém os custos dependem do serviço de distribuição contratado para a entrega digital. O investimento necessário varia de acordo com o modelo de negócios escolhido pelo artista para publicar música no Spotify.

Existem serviços intermediários que permitem subir música no Spotify de graça em troca de uma porcentagem dos royalties futuros. Já outras distribuidoras cobram anuidades fixas para lançamentos ilimitados ou taxas avulsas por cada single ou álbum enviado.

Quanto o Spotify paga por reprodução? 

O Spotify não tem uma tarifa fixa por reprodução, mas dados da Ditto Music apontam uma média global que varia entre US$ 0,003 e US$ 0,005 por play. Em termos práticos, esse repasse equivale a um ganho estimado de US$ 3 a US$ 5 a cada mil execuções do seu catálogo.

A oscilação ocorre porque os royalties variam de acordo com o país do ouvinte, o modelo de conta (gratuita ou Premium) e a fatia do distribuidor. Assim, acumular um milhão de streams pode render entre US$ 3.000 e US$ 5.000, valor que ainda passa pelos descontos e divisões de direitos autorais.
Como adicionar músicas no Spotify: saiba importar ou lançar seu catálogo

Como adicionar músicas no Spotify: saiba importar ou lançar seu catálogo
Fonte: Tecnoblog

Xbox 360 pode ser o próximo a ganhar retrocompatibilidade no PC

Xbox 360 pode ser o próximo a ganhar retrocompatibilidade no PC

Microsoft pode ampliar retrocompatibilidade com jogos do Xbox 360 (foto: Ryan Somma/Flickr)

Resumo

Microsoft pode ampliar a retrocompatibilidade com jogos do Xbox 360 no PC, segundo o portal XDA Developers.
Analistas de dados encontraram um emulador de Xbox 360 escondido nos arquivos de instalação dos jogos do Xbox original lançados para Windows.
Segundo os rumores, a Microsoft trabalha no projeto de retrocompatibilidade há mais de um ano.

A Microsoft pode dar mais um passo importante para os entusiastas de jogos antigos no PC. Segundo o portal XDA Developers, analistas de dados encontraram um emulador de Xbox 360 escondido nos arquivos de instalação dos quatro jogos do Xbox original lançados para Windows na quarta-feira (22/07).

A descoberta indica que a infraestrutura necessária para levar a biblioteca do Xbox 360 aos computadores pode já estar pronta. Ao investigar como a Microsoft conseguiu executar títulos com mais de 20 anos em máquinas atuais, um pesquisador encontrou referências ao Xefu, tecnologia de emulação usada pela empresa para garantir a retrocompatibilidade nos consoles mais recentes.

O que é esse emulador escondido?

O Xefu nada mais é que o software oficial de emulação que a Microsoft utilizava dentro do sistema do Xbox 360 para garantir que o console conseguisse executar os discos físicos do primeiro Xbox. Ao decidir trazer esses quatro títulos clássicos para o PC, a companhia optou por um atalho: portar o ambiente de software inteiro do Xbox lançado em 2005 para o Windows.

Como o portal XDA Developers destacou, isso significa que os computadores com Windows agora possuem a base de código oficial para lidar com a arquitetura do console antigo.

Essa teoria foi comprovada pelo perfil XWineOne, no X. Com alguns ajustes nos arquivos de configuração, a ferramenta escondida pela Microsoft é capaz de inicializar e executar jogos do Xbox 360 no computador.

By combining Microsoft’s recently-released PC port of XeO3 with specific components of XWine1, SlimEra namely, it becomes possible to run dumped backwards-compatible Xbox 360 and Xbox Original games before they see an official PC release, with varying degrees of success pic.twitter.com/6eocCCT1cW— XWine1 (@XWineOne) July 23, 2026

Microsoft trabalha na retrocompatibilidade

Segundo o leaker Nate The Hate, conhecido pelos acertos sobre os bastidores da indústria de videogames, a equipe de retrocompatibilidade da Microsoft trabalha neste projeto há mais de um ano. A meta seria tornar as imensas bibliotecas digitais do Xbox original e do Xbox 360 acessíveis no PC.

A estratégia ganhou mais força durante a Game Developers Conference (GDC). Na ocasião, o vice-presidente de projetos de próxima geração do Xbox, Jason Ronald, declarou que a recém-criada equipe de preservação de jogos da empresa está preparando novidades para novembro de 2026, mês que marcará o aniversário de 25 anos de lançamento do Xbox (com direito a versão especial do console).

Títulos do Xbox original abriram caminho para a descoberta (imagem: reprodução/Microsoft)

Além disso, os indícios de emulação oficial no PC conversam com as mudanças de filosofia que a Microsoft deve adotar no Project Helix, o codinome interno para o Xbox de próxima geração. O hardware deve rodar uma versão adaptada do Windows 11, permitindo inclusive rodar jogos de PC. Se a estratégia aponta para um console com Windows, o caminho inverso também faz sentido.

Integrar os jogos antigos no PC unificaria o ecossistema da marca, garantindo que o jogador tenha acesso à sua biblioteca em dispositivos diferentes. Ainda assim, apesar dos indícios, a Microsoft não confirmou nada oficialmente. Por enquanto, apenas os quatro jogos do Xbox original são realidade.
Xbox 360 pode ser o próximo a ganhar retrocompatibilidade no PC

Xbox 360 pode ser o próximo a ganhar retrocompatibilidade no PC
Fonte: Tecnoblog

Galaxy Tab S10 FE Plus 5G fica mais barato para Dia dos Pais no Magalu

Galaxy Tab S10 FE Plus 5G fica mais barato para Dia dos Pais no Magalu

Galaxy Tab S10 FE Plus 5G 128 GB
R$ 3.254,07

R$ 5.299,0039% OFF

Prós

Tela grande de 13,1″ com taxa de 90 Hz
Suporta carregamento de 45 W
Certificação IP68
Capa e caneta inclusas

Contras

Tecnologia LCD inferior ao AMOLED
Sem suporte a NFC
Peso de 668 g

PIX

39% OFF Ver preço

Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

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O Galaxy Tab S10 FE Plus 5G de 128 GB está com ótimo desconto no Magazine Luiza: apenas R$ 3.254 no Pix. Com redução de 46% sobre o preço original de R$ 5.999, a promoção é uma oportunidade ideal para quem procurava um tablet Samsung com caneta e bom custo-benefício para dar de presente no Dia dos Pais 2026.

Galaxy Tab S10 FE Plus 5G tem caneta e tela de 13,1″

Solucionador matemático identifica e resolve contas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A tela de 13,1 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz garante uma navegação fluida e espaço de sobra para multitarefa. Com caneta S Pen inclusa, o tablet se transforma em um caderno digital perfeito para fazer anotações à mão, editar documentos com precisão e até desenhar.

Equipado com o processador Exynos 1580 e 8 GB de RAM, a versão “Plus” de um dos melhores tablets da Samsung atualmente é capaz de rodar aplicativos pesados sem travamentos. Sua conexão 5G garante acesso à internet sem depender do Wi-Fi, permitindo ao usuário estudar e trabalhar de onde estiver.

A bateria de 10.090 mAh suporta carregamento rápido de 45W, e promete autonomia para até 21 horas de uso segundo a Samsung. O corpo em alumínio conta com proteção IP68 contra água e poeira, o que traz muito mais segurança no transporte diário e proteção contra acidentes com líquidos.

Durabilidade é um dos destaques do produto (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Os 128 GB de armazenamento oferecem espaço suficiente para os principais aplicativos de produtividade, já o sistema Android com a interface One UI da Samsung otimiza o uso do dispositivo, oferecendo recursos de inteligência artificial que facilitam a rotina de estudos.

Unindo alto desempenho, tela grande e conectividade móvel rápida, o Galaxy Tab S10 FE Plus 5G (por R$ 3.254) é uma ótima opção de presente. O Dia dos Pais 2026 acontece no dia 08 de agosto, então é melhor se apressar para comprar e garantir que o tablet chegue a tempo e que a promoção não acabe.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Galaxy Tab S10 FE Plus 5G fica mais barato para Dia dos Pais no Magalu

Galaxy Tab S10 FE Plus 5G fica mais barato para Dia dos Pais no Magalu
Fonte: Tecnoblog

Dia dos Pais 2026: Motorola Razr 70 Ultra tem cupom generoso no Mercado Livre

Dia dos Pais 2026: Motorola Razr 70 Ultra tem cupom generoso no Mercado Livre

Motorola Razr 70 Ultra 5G 512 GB
R$ 8.979,00

R$ 12.999,0031% OFF

Prós

Telas POLED de 165 Hz e até 5 mil nits
Todas as câmeras com 50 MP
Dobradiça reforçada de titânio
Processador Snapdragon 8 Elite

Contras

Só três anos de atualizações
Proteção limitada contra poeira (IP48)

Parcelado
Cupom na página

R$ 3.000 OFF

31% OFF Ver preço

Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

WhatsApp
Telegram

O Motorola Razr 70 Ultra (512 GB), novo smartphone dobrável da marca, está em promoção no Mercado Livre. Anunciado há pouco mais de dois meses por R$ 12.999, agora sai por R$ 8.979 em até 10x sem juros ao aplicar o cupom de R$ 3.000 OFF disponível na página.

Essa pode ser a sua oportunidade de adquirir um dos dobráveis mais avançados do mercado e economizar 31% na compra. Além disso, ao chegar bem antes, você pode escolhê-lo como presente para o Dia dos Pais 2026.

Razr 70 Ultra traz telas de 165 Hz e Snapdragon 8 Elite

Equipado com o processador Snapdragon 8 Elite e 12 GB de RAM (expansível até 24 GB via RAM Boost), o dispositivo proporciona desempenho sólido para rodar jogos na máxima configuração de gráficos, execução multitarefa e entre outras atividades. O armazenamento de 512 GB permite ter a galeria cheia de fotos e vídeos de alta resolução.

As telas LTPO AMOLED fornecem uma taxa adaptável de até 165 Hz, uma das maiores do mercado, e que proporcionam transições gráficas extremamente fluidas. O display interno mede 7″ com brilho de 5.000 nits e o externo tem 4″ com 3.000 nits, ambos asseguram visualização confortável sob o sol.

O conjunto de câmeras abriga três sensores de 50 MP. Na traseira, a lente principal com OIS e a ultrawide para fotos amplas, ambas filmam em resolução 8K, e a frontal para fotografar selfies. A certificação de cores Pantone entrega tons de pele e resultados muito mais realistas.

Razr 70 Ultra foi projetado no formato flip com dobradiça resistente em titânio (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O smartphone traz uma bateria grande para o padrão dos dobráveis e maior que da geração passada. Um componente de 5.000 mAh com promessa de autonomia para 36 horas de uso, segundo a Motorola. Além de ser um período extenso para uso, suporta carregamento rápido de 68 W que recupera a energia em poucos minutos.

Em termos de conectividade, traz compatibilidade a 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC. A certificação IP48 protege o dispositivo contra um nível moderado de poeira e imersão em água. O gadget sai da caixa com o Android 16 e promete receber três anos de atualizações.

O Motorola Razr 70 Ultra (512 GB) está à venda por R$ 8.979 em até 10x sem juros ao aplicar o cupom de R$ 3.000 OFF em promoção no Mercado Livre.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Dia dos Pais 2026: Motorola Razr 70 Ultra tem cupom generoso no Mercado Livre

Dia dos Pais 2026: Motorola Razr 70 Ultra tem cupom generoso no Mercado Livre
Fonte: Tecnoblog

QCY MeloBuds N65: os fones que trazem ANC e Áudio Espacial sem cobrar caro

QCY MeloBuds N65: os fones que trazem ANC e Áudio Espacial sem cobrar caro

Fones QCY MeloBuds N65 e estojo na cor branca (imagem: Tecnoblog)

Se te disserem que fones de ouvido intra-auriculares precisam ser caros para serem bons, não acredite. Os fones true wireless QCY MeloBuds N65 são a prova de que é possível contar com atributos como Áudio Espacial e Cancelamento de Ruído Ativo adaptativo sem pagar uma fortuna por isso.

Mas essas são apenas algumas das qualidades do produto. Que tal darmos uma olhada em seus principais atributos?

Cancelamento de ruído que alcança 60 dB

Comecemos por uma das características mais notáveis dos QCY MeloBuds N65: o já mencionado Cancelamento de Ruído Ativo (ANC) adaptativo. Aqui, o recurso alcança uma redução de ruído de até 60 dB sob determinadas condições, um nível bastante interessante.

Além disso, a tecnologia de ANC dos fones trabalha com uma faixa de frequência de 5,5 kHz que o torna capaz de reduzir grande parte dos ruídos mais agudos. Para você ter ideia do que isso significa, muitos fones trabalham com largura de até 3 kHz.

Se você estiver usando os fones QCY MeloBuds N65 na rua, poderá ouvir um podcast quase sem notar o barulho dos carros, só para dar um exemplo. Para completar, também é possível reduzir o ruído de pessoas conversando ao redor.

A redução das vozes do ambiente é um dos efeitos da ultralargura de 5,5 kHz. Mas o desempenho geral do cancelamento de ruído é resultado, também, da tecnologia de ANC adaptativo via IA que, com a ajuda de oito microfones, detecta as condições locais para oferecer o nível de redução de ruído mais adequado.

Por exemplo, se você estiver em um ambiente calmo, como uma biblioteca, um nível de ANC mais ameno é aplicado; se você estiver em um ambiente mais barulhento, como o vagão de um trem, um nível mais intenso é ativado.

Linha QCY MeloBuds N65 nas cores preta e branca (imagem: Tecnoblog)

Qualidade sonora: Áudio Espacial, LDAC e mais

Tão importante quanto um ANC eficiente é a qualidade de áudio, é claro. Neste aspecto, o QCY MeloBuds N65 chama a atenção logo de início por oferecer Áudio Espacial, um recurso típico de fones mais caros. Com ele, o som é reproduzido com efeito tridimensional, tornando a experiência sonora mais envolvente.

Para você ter uma ideia do que o Áudio Espacial é capaz de proporcionar, durante a reprodução de um filme no celular, por exemplo, você pode perceber a direção do barulho de uma explosão em uma cena, o que contribui para a impressão de realismo.

Mas vai além. Os fones também oferecem áudio de alta resolução (Hi-Res Audio) com LDAC, codec suportado por grande parte dos celulares Android. Com isso, o áudio é transmitido via Bluetooth sem haver a perda expressiva de qualidade sonora que pode ocorrer nesse tipo de conexão.

Em linhas gerais, os QCY MeloBuds N65 conseguem atender tanto usuários que priorizam sons mais graves quanto aqueles que preferem agudos mais detalhados ou vocais mais perceptíveis.

Fones QCY MeloBuds N65 e seu case (imagem: Tecnoblog)

Mas será que a bateria dura bastante?

Resposta curta: dura. Os fones QCY MeloBuds N65 permitem que você reproduza áudio por até 6,5 horas com uma carga completa de bateria — são 40 mAh em cada fone — ou 11 horas se o ANC estiver desativado.

Se considerarmos também a bateria de 380 mAh existente no estojo (case) do produto, que recarrega os fones quando eles estão guardados ali, o tempo de autonomia aumenta para até 50 horas sem ANC e 26 horas com.

Um LED no estojo indica o nível de carga disponível. A bateria está fraca e você tem pouco tempo? Sem problemas: com apenas dez minutos de tomada é possível carga suficiente para cerca de 2,5 horas de reprodução de áudio.

Você também pode checar o nível de bateria dos fones e do case no app oficial (imagem: Tecnoblog)

Conectividade tripla garantida com Bluetooth 6.0

A QCY implementou nos fones MeloBuds N65 o Bluetooth 6.0, uma das versões mais modernas da tecnologia. Por conta disso, você pode esperar por conexões mais estáveis ou que otimizam o consumo de energia.

Outro atributo interessante é que você pode conectar três dispositivos ao mesmo tempo aos fones. Com isso, é possível ligar os QCY MeloBuds N65 ao seu celular, ao seu tablet e ao seu notebook, só para exemplificar.

Há mais recursos legais nos fones QCY MeloBuds N65?

Há mais recursos dignos de nota na linha QCY MeloBuds N65, sim. Confira:

certificado IPX5: torna os fones mais resistentes à chuva ou ao suor, permitindo que você os use enquanto faz exercícios físicos;

controle com toques: você pode tocar na haste dos fones para dar comandos específicos, por exemplo:

dois toques: pausa / reproduz música; atende / encerra chamada

três toques: avança para a próxima faixa

mãos livres: você pode usar movimentos de cabeça para atender ou rejeitar chamadas:

rejeitar chamadas: gire a cabeça para os lados (como se você estivesse dizendo “não”)

atender chamadas: levante e abaixe a cabeça (como se você estivesse dizendo “sim”)

revestimento tratado com excimer: protege o estojo e os fones de marcas de impressão digital e desgaste por toque;

aplicativo completo: o app dos fones permite que você ative ou desative o ANC, configure o equalizador, acompanhe o status de bateria, localize os fones, entre outras funções.

Os fones QCY MeloBuds N65 encaixam bem nas orelhas (imagem: Tecnoblog)

Compre os fones QCY MeloBuds N65 no Brasil

Já é possível comprar os QCY MeloBuds N65 no Brasil. Os fones estão disponíveis em várias plataformas online, como Amazon e Shopee.

Os preços são mesmo interessantes, ficando entre R$ 200 e R$ 300 em condições promocionais:

QCY MeloBuds N65 na Amazon Brasil

QCY MeloBuds N65 na Shopee

Vale destacar que os fones estão disponíveis nas cores branca, azul e preta. Saiba também que a embalagem do produto inclui, além dos fones, o estojo, cinco pares de ponteiras em tamanhos diferentes e cabo USB-C para recarga.

Os itens que acompanham os fones (imagem: Tecnoblog)

Ficha técnica — QCY MeloBuds N65

Tipo: sem fio (true wireless)

Compatibilidade: Android e iOS

Bluetooth: 6.0, alcance de 20 m, perfis HFP, A2DP e AVRCP

Codec: LDAC

Certificação: Hi-Res Audio Wireless

ANC: sim, adaptativo de até 60 dB e faixa de 5,5 kHz

Modo Transparência: sim

Áudio Espacial: sim, com rastreamento de cabeça

Controle por gestos de cabeça: sim

Múltiplas conexões: sim, até três dispositivos

Microfones: oito (com redução de ruído para chamadas)

Resistência à água: IPX5

Autonomia com ANC desativado: até 11 horas (50 horas com o estojo)

Autonomia com ANC ativado: até 6,5 horas (26 horas com o estojo)

Bateria: 40 mAh (cada fone) + 380 mAh (estojo)

Porta: USB-C

Cores: branca, azul e preta

Dimensões dos fones: 20,04 × 23,66 × 33,4 mm

Dimensões do estojo: 50,3 × 60,4 × 25,8 mm

QCY MeloBuds N65: os fones que trazem ANC e Áudio Espacial sem cobrar caro

QCY MeloBuds N65: os fones que trazem ANC e Áudio Espacial sem cobrar caro
Fonte: Tecnoblog

Google Gemini testa opção que acaba com maior incômodo das imagens do Nano Banana

Google Gemini testa opção que acaba com maior incômodo das imagens do Nano Banana

O Google tem preparado os últimos detalhes para lançar uma função muito aguardada no Gemini: a possibilidade de remover a marca d’água de imagens geradas no Nano Banana.

A novidade já consta no beta do aplicativo, sendo que ela ganhou força após Josh Woodward, vice-presidente do Google que lidera o Gemini e o Google Labs, realizar uma consulta pública sobre as maiores queixas dos usuários em relação à plataforma.


O pedido para eliminar a marca d’água visual figurou entre os dez itens mais solicitados, levando a equipe de desenvolvimento a analisar a viabilidade da proposta.Clique aqui para ler mais

Google Gemini testa opção que acaba com maior incômodo das imagens do Nano Banana
Fonte: Tudocelular

IAs chinesas superam rivais humanos em olimpíada de matemática

IAs chinesas superam rivais humanos em olimpíada de matemática

Modelos de IA gabaritam prova da Olimpíada Internacional de Matemática pela primeira vez (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Modelos de IA de Huawei e Xiaohongshu acertaram 100% das questões na Olimpíada Internacional de Matemática (IMO) em julho, superando competidores humanos.
A prova foi realizada sem intervenção humana e as questões só foram liberadas após a finalização da prova por parte dos estudantes inscritos.
Outras IAs, incluindo ChatGPT e Claude, também testaram as questões da IMO, com resultados positivos, mas não oficiais.

Os modelos de IA Celia, da Huawei, e dots-node-3.0, da Xiaohongshu gabaritaram a prova da Olimpíada Internacional de Matemática (IMO, na sigla em inglês), superando os competidores humanos. Esse é o primeiro registro da tecnologia de inteligência artificial acertando 100% das questões em desafios do tipo. No ano passado, Google e OpenAI haviam divulgado seus resultados, que foram muito positivos, mas não perfeitos.

Segundo a Xiaohongshu, chegar aos 100% é extremamente difícil, o que fica comprovado pelo resultado entre humanos: dos 666 participantes em Xangai, apenas sete conseguiram gabaritar a prova. A empresa afirma que é a primeira vez que seu modelo é testado com questões da IMO.

Segundo o Taipei Times, as questões só foram liberadas para o teste com os modelos de IA depois de concluídas entre os estudantes reais. Além disso, nenhuma intervenção humana foi permitida durante as resoluções.

A empresa de capital de risco Menlo Ventures, dos Estados Unidos, realizou testes próprios com o auxílio de um parceiro para verificar a taxa de acerto de IAs americanas, já que elas não participariam oficialmente da prova. O ChatGPT na versão GPT-5.6 Sol (OpenAI), o Claude Fable 5 (Anthropic) e a ferramenta da Axiom Math também gabaritaram o teste.

Claude Fable 5 também foi testada de forma extraoficial (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Essa não é a primeira vez que modelos de IA são testados em provas da Olimpíada Internacional de Matemática. Em 2024, o Google “conquistou” a medalha de prata com o modelo da DeepMind, que acertou quatro de seis questões. A resolução, no entanto, demorou cerca de três dias.

Já em 2025, o modelo ficou com nota suficiente para ganhar o ouro, assim como o ChatGPT, mas não chegou à nota máxima. É importante destacar que não foram revelados os modelos exatos usados nos testes anteriores.
IAs chinesas superam rivais humanos em olimpíada de matemática

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Fonte: Tecnoblog

Monster Hunter Outlanders no Brasil: Garena abre pré-registro com recompensas

Monster Hunter Outlanders no Brasil: Garena abre pré-registro com recompensas

A Garena anunciou nesta sexta-feira, 24 de julho, a chegada de Monster Hunter Outlanders ao Brasil com o pré-registro de jogadores interessados no site oficial. O novo jogo para celulares expande a franquia clássica com foco em ação, caça e sobrevivência.O pré-registro garante recompensas após o lançamento oficial, e é necessário atingir metas de inscrições e de seguidores nas redes sociais para liberar os brindes. A lista de prêmios inclui 20 unidades do item Contrato Padrão, a personagem aventureira Raya de nível SR e bônus extras de progressão.

Desenvolvida pelo TiMi Studio Group sob a supervisão direta da Capcom, a aventura leva os caçadores para a ilha de Aesolândia, que tem diferentes ecossistemas, climas e desafios. O sistema de controles passou por adaptações para as telas sensíveis ao toque e garante a execução de golpes combinados de maneira fluida com apenas um comando no visor.Clique aqui para ler mais

Monster Hunter Outlanders no Brasil: Garena abre pré-registro com recompensas
Fonte: Tudocelular

Dez anos após a estreia, Facebook Marketplace ganha aplicativo próprio para lojistas

Dez anos após a estreia, Facebook Marketplace ganha aplicativo próprio para lojistas

O Facebook Marketplace completa dez anos com o lançamento do aplicativo independente Seller, nova ferramenta que oferece um espaço dedicado para os vendedores criarem e administrarem seus anúncios. O app atende aos usuários que transformaram a plataforma em uma fonte de renda, com o registro atual de 430 milhões de itens anunciados por mês em todo o mundo.Por enquanto, o app é exclusivo para maiores de 18 anos com aparelhos do sistema iOS nos Estados Unidos. A Meta mantém testes em andamento para a versão do sistema Android e prepara uma interface para navegadores.

O Seller sincroniza as informações direto com o Facebook Marketplace, com histórico de vendas, itens ativos e mensagens antigas todas acessíveis na nova plataforma. As ofertas criadas no novo aplicativo aparecem automaticamente no Facebook, que mantém a venda direta pela interface padrão. O novo serviço é apenas uma opção extra para fazer a gestão dos negócios.Clique aqui para ler mais

Dez anos após a estreia, Facebook Marketplace ganha aplicativo próprio para lojistas
Fonte: Tudocelular