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Huawei Band 11 está em promoção com mais de 50% de desconto na Amazon

Huawei Band 11 está em promoção com mais de 50% de desconto na Amazon

53% OFF Ver preço

Huawei Band 11
R$ 235,48

R$ 499,0053% OFF

Prós

Tela AMOLED
100 modalidades esportivas
Extremamente leve com 17 g
Proteção contra água (5 ATM)
Bateria para até 14 dias
Compatível com Android e iOS

Contras

Sem GPS integrado
Não tem NFC
Não permite instalações de apps

PIX

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A Huawei Band 11, anunciada em março por R$ 499, está à venda por apenas R$ 235 para pagamentos via Pix na Amazon. A oferta representa um baita desconto de 53% sobre o preço original. A nova smartband compatível com os sistemas Android e iOS é uma alternativa para quem busca monitorar a saúde e exercícios gastando pouco.

Huawei Band 11 tem tela AMOLED e bateria para até 14 dias

Huawei Band 11 analisa a respiração do usuário durante o sono (imagem: Divulgação/Huawei)

O gadget utiliza uma tela touch AMOLED de 1,62″ com brilho em pico de 1.500 nits, capaz de proporcionar a leitura de dados mesmo sob sol forte, de acordo com a Huawei. O design é completo por uma caixa de liga de alumínio e pulseira em fluoroelastômero totalizando um peso final de apenas 17 gramas.

Em termos de funcionalidades, tem a capacidade de monitoramento dos batimentos cardíacos, SpO2 e a análise desde cochilos diurnos até o descanso a noite. O resultado é a geração de um gráfico que pode ajudar o usuário a entender padrões e a qualidade do seu sono. No aspecto físico, acompanha mais de 100 tipos de treinos diferentes com precisão.

A pulseira inteligente da Huawei, que é uma das melhores smartbands atualmente, possui bateria com autonomia para até 14 dias em uso moderado. Um período bem superior a de smartwatches mais avançados e que não vai exigir recarregar o dispositivo todas as noites. O carregamento magnético requer uma tensão de 5 volts.

Huawei Band 11 possui modos desde yoga a treinos de força (imagem: Divulgação)

A Huawei Band 11 conta com resistência à água de 5 ATM que permite usá-la em piscinas ou na chuva sem preocupações. Todavia, não é indicada para uso em mergulhos ou banhos quentes. Ademais, a smartband tem compatibilidade a Wi-Fi e Bluetooth 6.0.

Aproveite a oportunidade para adquirir a Huawei Band 11 com design leve para usar o dia todo e monitorar a saúde e exercícios físicos por R$ 235 no Pix em oferta na Amazon.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Huawei Band 11 está em promoção com mais de 50% de desconto na Amazon

Huawei Band 11 está em promoção com mais de 50% de desconto na Amazon
Fonte: Tecnoblog

Nubank caiu? App e cartão voltam a funcionar após instabilidade na sexta (14)

Nubank caiu? App e cartão voltam a funcionar após instabilidade na sexta (14)

Nubank fica fora do ar (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O aplicativo e os cartões do Nubank voltaram a funcionar perto das 19h, após um período de instabilidade no início da noite de sexta-feira (14/08). Clientes relataram dificuldades para no Pix, pagamento de boletos e resgate de investimentos, entre outros. A instabilidade afetou também os cartões da empresa.

Em e-mail enviado ao Tecnoblog por volta de 18h40, o Nubank confirmou o problema e disse estar trabalhando para reestabelecer os serviços. Às 19h, a instituição informou que a instabilidade estava integralmente solucionada.

O que aconteceu com o Nubank?

De acordo com relatos dos usuários, o aplicativo exibia a mensagem “Ocorreu um erro. Não foi possível carregar as informações, tente novamente mais tarde”. Cartões de débito e crédito também pararam de funcionar durante o período de instabilidade.

O DownDetector, que monitora problemas em serviços da web, registrou uma alta repentina no número de queixas por volta das 17h30 de sexta-feira. Às 18h10, o gráfico apresentava um pico, mostrando que as reclamações continuavam. Logo em seguida, houve uma queda.

Instabilidade gerou reclamações no início da noite (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

No X (antigo Twitter), clientes do Nubank compartilharam frustração com diversos transtornos causados pelos problemas na instituição financeira.

sério preciso q a nubank volte PRECISO PAGAR CONTA VOU ME MATAR— ִLi (@freakpoints) August 14, 2026

Senhor o pessoal passando um sufoco no mercado pq a Nubank caiu— marcelão ᶜᴿᶠ (@__Marcelo_S) August 14, 2026

Tenho q pagar o petshop e o nubank da fora do ar pqp— Ryan vai no show do jão (@Ryaan_tuba) August 14, 2026

O nubank caiu ou deu b.o no meu cartão pq eu fui pagar o bagulho no débito e ele recusou— Maju (@breakingthatbad) August 14, 2026

Nubank caiu? App e cartão voltam a funcionar após instabilidade na sexta (14)

Nubank caiu? App e cartão voltam a funcionar após instabilidade na sexta (14)
Fonte: Tecnoblog

Nova ferramenta do ChatGPT lembra recurso do Windows 11 que caiu em desgraça

Nova ferramenta do ChatGPT lembra recurso do Windows 11 que caiu em desgraça

ChatGPT poderá monitorar o que usuário faz no macOS (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A OpenAI lançou o Computer History, uma ferramenta para o ChatGPT que grava atividades do usuário no computador, criando uma linha do tempo para auxiliar na busca por informações. Disponível apenas no macOS, ela monitora cliques, digitação e mudanças de app.
O Computer History salva as atividades em resumos de texto no formato Markdown, permitindo que o ChatGPT encontre documentos, gere resumos e sugira automação de tarefas.
A ferramenta difere do Windows Recall, recurso adiado da Microsoft, pois não tira prints da tela, não vem ativada por padrão e armazena dados localmente por 48 horas, mas ainda apresenta riscos de segurança, como armazenamento não criptografado e possibilidade de ataques de injeção de prompt.

A OpenAI lançou uma ferramenta chamada Computer History para o ChatGPT. Disponível apenas no macOS para assinantes dos planos pagos, ela monitora o que o usuário faz no computador e cria uma linha do tempo, podendo usar essas informações nas respostas.

O recurso lembra muito o Recall, do Windows 11, que se propunha a algo parecido: registrar a atividade no sistema operacional e, a partir disso, ajudar o usuário a encontrar informações mesmo sem saber onde elas tinham sido vistas. Existem algumas diferenças, no entanto.

Como o Computer History do ChatGPT funciona?

O Computer History monitora cliques, digitação, atalhos do teclado e mudanças de app. Para isso, ele usa os recursos de acessibilidade do macOS. Essas atividades são convertidas em resumos de texto no formato Markdown e salvas localmente.

Com essas informações, o ChatGPT pode encontrar documentos e gerar resumos, por exemplo, sendo capaz de responder a perguntas como “No que eu estava trabalhando antes do almoço?”. Outra utilidade defendida pela OpenAI é identificar padrões de atividade, que permitem ao Computer History sugerir skills para automatizar tarefas.

ChatGPT can now remember your activity across the apps and websites on your computer.With Computer History in the desktop app, future interactions feel more personalized and require less explanation. pic.twitter.com/WHZPxPp31R— OpenAI (@OpenAI) August 13, 2026

OpenAI parece ter aprendido a lição da Microsoft

Se você acompanha o noticiário de tecnologia, deve ter se lembrado do Windows Recall ao ler sobre o Computer History. O recurso da Microsoft foi anunciado em maio de 2024, junto ao lançamento dos computadores Copilot+.

O Recall tinha proposta parecida, querendo lembrar tudo o que o usuário faz no computador para ajudá-lo a se lembrar de informações que ficaram perdidas: páginas visitadas mas não salvas, arquivos movidos de pasta, mensagens recebidas sem se atentar ao remetente.

A ferramenta tirava prints da tela periodicamente e usava inteligência artificial para “entender” as imagens. Com a Busca Rápida, o usuário poderia digitar termos vagos, como “planejamento da viagem”, para encontrar tudo que ele fez relacionado a esse tema.

Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tecnoblog (@tecnoblog)

O Recall caiu em desgraça rapidamente, recebendo críticas por ser invasivo demais e não ter o devido cuidado para armazenar as informações salvas. A ferramenta foi adiada diversas vezes e deixou de vir ativada por padrão no Windows 11. Os próprios desenvolvedores passaram a mostrar resistência ao recurso, bloqueando as capturas de tela.

O Computer History do ChatGPT parece tomar alguns cuidados para não escorregar nas mesmas cascas de banana que o Recall. Uma delas é não tirar prints da tela do computador. Seu antecessor, um projeto experimental chamado Chronicle, fazia isso, mas a versão oficial deixou de lado essa técnica.

Além disso, o recurso da OpenAI não vem ativado por padrão, sendo necessário ativá-lo deliberadamente. Em contas profissionais, o administrador da empresa precisa dar acesso à ferramenta. Também há controles sobre quais apps e sites o Computer History deve monitorar. E, claro, o ChatGPT não é um aplicativo de sistema — o Recall viria ativado por padrão no próprio Windows 11.

Por fim, os arquivos gerados pelo recurso são armazenados localmente e deletados após 48 horas.

Recurso do ChatGPT ainda tem riscos de segurança

Mesmo assim, nem tudo é perfeito. As informações são armazenadas de maneira não criptografada, o que significa que outros programas do computador podem acessá-las. Além disso, o processamento não é local, e os dados precisam ser enviados para os servidores da OpenAI. A empresa promete apagá-los depois disso.

Também existe o risco de ataques de injeção de prompt, aqueles em que um agente mal-intencionado consegue dar um comando para a IA fazer algo que ela não deveria, colocando o usuário em risco. Como o Computer History monitora e armazena o conteúdo de apps e sites, o ChatGPT fica muito mais exposto a instruções de terceiros.

Com informações do The Decoder, ZDNet, Thurrott e The Register
Nova ferramenta do ChatGPT lembra recurso do Windows 11 que caiu em desgraça

Nova ferramenta do ChatGPT lembra recurso do Windows 11 que caiu em desgraça
Fonte: Tecnoblog

Google decide que marca d’água para IA é opcional; entenda

Google decide que marca d’água para IA é opcional; entenda

Gemini e Flow permitirão criar mídias sem selos sobrepostos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O Google anunciou que permitirá que usuários removam marcas d’água visíveis de conteúdo gerado por IA, mantendo a rastreabilidade por metadados e a tecnologia SynthID.
A mudança visa atender à demanda de profissionais que precisam utilizar arquivos sem o selo sobreposto.
A funcionalidade será liberada gradualmente, inicialmente integrada na interface do Gemini e no Flow, o editor de vídeo do Google.

O Google anunciou uma mudança importante na forma como identifica conteúdos gerados por inteligência artificial: a remoção das marcas d’água visíveis de imagens, vídeos e faixas musicais, para atender a um pedido de profissionais que utilizam as ferramentas e não podiam aproveitar os arquivos finais por conta do selo sobreposto.

A alteração, anunciada nesta sexta-feira (14), não compromete a procedência da mídia. A marca d’água invisível SynthID e os metadados relacionados continuarão inalterados no código do arquivo. A novidade cobre as mídias processadas pelos modelos Nano Banana, Omni e Lyria, e será liberada gradualmente para o público nos próximos dias no Gemini e no Flow, o editor de vídeo nativo do Google.

Para remover a indicação visual, será necessário acessar Configurações e buscar pela opção de “Marca d’água de mídia”, onde o recurso poderá ser ativado ou desativado.

Recurso ficará disponível no menu de configurações do Gemini (imagem: reprodução/Josh Woodward)

Por que a marca d’água visível virou um problema?

A alteração reflete uma evolução na classificação de arquivos sintéticos. No início da popularização da IA generativa, o uso de filtros visuais virou uma linha de defesa contra o compartilhamento de desinformação. No entanto, para designers e editores de vídeo, os selos gráficos podem tornar o conteúdo inutilizável.

O vice-presidente do Gemini, Josh Woodward, confirmou que a necessidade de identificar conteúdo gerado por IA permanece, mas ressaltou a importância de oferecer flexibilidade.

“Estamos buscando um equilíbrio entre controle criativo e segurança: embora as marcas d’água visíveis agora sejam opcionais, as marcas invisíveis do SynthID e os metadados ainda estão sendo usados ​​para garantir a transparência. Assim, você ainda pode usar o Gemini ou a busca para verificar se uma imagem foi gerada por IA”, escreveu o executivo.

Como o Google vai rastrear o que é IA?

No centro dessa política de transparência está o SynthID. Diferentemente de um logotipo sobreposto em um canto da tela, a tecnologia incorpora uma marca algorítmica nos arquivos de imagem, áudio ou vídeo. Essa marcação imperceptível resiste à edição e até compressão de envio em mensageiros.

Paralelamente a esse sistema, o padrão de metadados C2PA (Coalition for Content Provenance and Authenticity) funciona como um registro técnico permanente do arquivo. Ele atua como um selo de procedência, detalhando as ferramentas exatas utilizadas para criar e alterar uma mídia específica.

O próprio Google também está disponibilizando uma nova biblioteca de código aberto chamada Credentio. Ela permite que desenvolvedores independentes incorporem um mecanismo de validação local em seus aplicativos. Dessa forma, serviços de terceiros poderão realizar a checagem das credenciais C2PA e do SynthID sem a necessidade de verificação nos servidores do Google.

Novidade inclui mídias processadas pelo modelo Nano Banana (imagem: divulgação/Google)

Decisão vai na contramão do Claude

A flexibilização do Google acontece dias após a controversa decisão da Anthropic de seguir uma abordagem mais rígida. A startup responsável pelo Claude optou por incluir ativamente uma marca d’água persistente em textos e arquivos criados por seus sistemas.

Essa política mais fechada foi adotada para cumprir as regulamentações do AI Act, que entraram em vigor na União Europeia para auditar sistemas de inteligência artificial. A medida desencadeou críticas. Nos últimos dias, consumidores da plataforma expressaram insatisfação, argumentando que a exigência atrapalha o uso do Claude em ambientes corporativos e educacionais.
Google decide que marca d’água para IA é opcional; entenda

Google decide que marca d’água para IA é opcional; entenda
Fonte: Tecnoblog

Microsoft atualiza Windows 11 com proteção de administrador avançada e busca mais rápida

Microsoft atualiza Windows 11 com proteção de administrador avançada e busca mais rápida

A Microsoft lançou nesta semana a atualização KB5120998 para Windows 11, via canal Release Preview. Nesse sentido, a novidade fica pela introdução de uma série de recursos de customização que permitem aos usuários mover a barra de tarefas para as laterais da tela e redimensionar o Menu Iniciar, além de outras funções.

Em geral, o pacote chega para as builds 26100.9267 (versão 24H2) e 26200.9267 (versão 25H2). Além disso, ele traz uma lista extensa de melhorias focadas em customização de interface, desempenho do sistema e segurança avançada. Confira a seguir:Implantação gradual
Esta seção destaca alguns novos recursos e melhorias para PCs com Windows 11, incluindo funcionalidades baseadas em IA, inovação contínua e melhorias de desempenho.Clique aqui para ler mais

Microsoft atualiza Windows 11 com proteção de administrador avançada e busca mais rápida
Fonte: Tudocelular

Campeão custo-benefício: Galaxy Tab A11 Plus 5G despenca 31%

Campeão custo-benefício: Galaxy Tab A11 Plus 5G despenca 31%

CASAINTELIGENTE

31% OFF Ver preço

Galaxy Tab A11 Plus 5G 128 GB
R$ 1.375,69

R$ 1.999,0031% OFF

Prós

Tela de 11″ com taxa de 90 Hz
Áudio Estéreo com Dolby Atmos
Boa autonomia de bateria
Atualizações até o Android 23
Conectividade 5G

Contras

Não é indicado para tarefas exigentes
Contraste e brilho limitados
Não suporta caneta S Pen

PIX
Cupom

CASAINTELIGENTE

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O Galaxy Tab A11 Plus 5G de 128 GB está saindo por R$ 1.375 no Pix com cupom CASAINTELIGENTE no Mercado Livre. O tablet custo-benefício da Samsung conta com tela de 11″ e taxa de 90 Hz e suporte ao modo DeX atinge o menor preço em meses, com desconto de 31% sobre o original de R$ 1.999.

Galaxy Tab A11 Plus tem tela de 90 Hz e suporta modo DeX

O Galaxy Tab A11 Plus possui uma tela TFT LCD de 11″ com taxa de 90 Hz, capaz de reproduzir imagens com boa definição e alta fluidez. Graças à tela grande, este gadget é uma boa ferramenta de apoio em estudos ou trabalho.

Seu chip MediaTek Dimensity 7300 e os 6 GB de RAM sustentam apps em multitarefa, soluções do Galaxy AI e o chatbot Google Gemini. Já os 128 GB de espaço interno podem ser expandidos até 2 TB via cartões microSD. Tais recursos fazem deste um ótimo tablet custo-benefício, conforme observado em nossa análise.

Uma novidade é o modo DeX em um modelo fora da linha Tab S, que permite converter a interface em uma próxima de um desktop, com menus e apps em janelas. Com a adição de um teclado e um mouse Bluetooth (não incluídos), é possível usar o tablet como um laptop para maior produtividade no trabalho ou faculdade.

Câmera principal do Tab A11 Plus possui 8 MP (foto: Ana Marques/Tecnoblog)

O Tab A11 Plus possui uma câmera wide de 8 MP na traseira, com nitidez adequada para fotografar documentos. Já a frontal de 5 MP tem boa resolução e dá conta de videochamadas e conferências. Ambas filmam em 1080p a 30 fps.

Sua bateria de 7.040 mAh resiste a um dia de uso e suporta carregamento rápido de 25 W via USB-C. Dessa forma, o usuário não corre risco de ficar sem energia no trabalho ou na sala de aula, antes da próxima recarga.

O Galaxy Tab A11 Plus de 128 GB (R$ 1.375 no Pix com cupom CASAINTELIGENTE) roda Android 16 e é elegível a sete atualizações do sistema operacional. O tablet possui conectividade 5G, Wi-Fi 5 e Bluetooth 5.3.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Campeão custo-benefício: Galaxy Tab A11 Plus 5G despenca 31%

Campeão custo-benefício: Galaxy Tab A11 Plus 5G despenca 31%
Fonte: Tecnoblog

Anatel libera o polêmico sistema anti-spam da Vivo

Anatel libera o polêmico sistema anti-spam da Vivo

Vivo Anti Spam causou discórdia no setor de telecomunicações (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

A Anatel liberou o sistema anti-spam da Vivo, que é gratuito para clientes de pós-pago e controle, após rejeitar pedidos de empresas como a TIM.
O sistema da Vivo filtra chamadas indesejadas antes que elas toquem no telefone, utilizando critérios como volume de chamadas e interação manual.
A taxa de erro do sistema é de aproximadamente 0,009% por mês, principalmente devido a inconsistências entre a empresa que está ligando e o CNPJ titular do número.

A Agência Nacional de Telecomunicações deu aval para que a Vivo continue oferecendo o serviço Vivo Anti Spam, que filtra chamadas indesejadas, para a base de clientes. A Superintendência de Competição rejeitou pedidos formulados pela TIM e outras empresas do setor. A informação foi originalmente divulgada pelo Teletime e confirmada pelo Tecnoblog. Ao todo, a Anatel analisou mais de dez reclamações.

O sistema anti-spam da Vivo existe desde dezembro de 2024 e se diferencia de outras soluções do mercado porque filtra as chamadas quando elas entram na rede da operadora. O telefone nem toca. Em junho, ele deixou de ser opcional (o chamado opt-in) e foi ativado por padrão para todos (opt-out). A partir daí, outras empresas do setor – em especial as donas de call centers – passaram a se queixar de queda na taxa de completude. Em outras palavras, menos “alvos” atendiam às ligações.

A redação do Tecnoblog entrou em contato com as entidades citadas. A TIM informou que não irá se pronunciar. O texto será atualizado conforme chegarem as respostas da Anatel e da Vivo.

Como funciona o anti-spam?

Vivo Anti Spam no celular (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A Vivo explica no material de divulgação que o Vivo Anti Spam utiliza um método inteligente para determinar os chamadores ofensivos, com base no tráfego em tempo real. Entre os critérios estaria o volume de chamadas partindo de números específicos. Ainda assim, é de se notar que a prestadora nunca detalhou as regras de filtragem do serviço, que é oferecido de forma gratuita para os clientes do móvel no pós-pago e controle (pré-pago fica de fora).

Nós tivemos acesso aos esclarecimentos fornecidos pela Vivo à Anatel. A operadora explica que a referência técnica seria “a capacidade máxima de geração de chamadas por um ser humano”. O sistema leva em consideração a interação manual com o terminal, o tempo de processamento na rede, o período mínimo de toque no destino e o intervalo necessário para reiniciar o processo.

O sistema da Vivo também considera a taxa de rejeição às chamadas que partem de determinados números, o que a operadora classificou como “elementos técnicos e comportamentais”.

Vivo defende que sistema não é discriminatório (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

De acordo com a Vivo, a taxa de erro fica em aproximadamente 0,009% por mês. Eles se devem principalmente por inconsistências entre a empresa que está ligando e o CNPJ titular do número.

Ainda de acordo com a nossa apuração, a decisão que veio a público nesta sexta-feira (13) tende a pacificar o setor. A própria Anatel entende que o modelo usado pela Vivo pode servir de referência para o mercado. A agência reguladora não viu problemas com a ativação compulsória do serviço
Anatel libera o polêmico sistema anti-spam da Vivo

Anatel libera o polêmico sistema anti-spam da Vivo
Fonte: Tecnoblog

Som potente no precinho: Caixa Philco Extreme surge em oferta por menos de R$ 80

Som potente no precinho: Caixa Philco Extreme surge em oferta por menos de R$ 80

Opção atraente para quem quer melhorar o som ao consumir mídia e realizar festas, a caixa de som Philco Extreme 15 W (modelo PBSE15) entrega um pacote competente pelo preço. Junto da promessa de até 9 horas de autonomia, o acessório se destaca pela ampla variedade de conexões e função TWS para combinar múltiplas unidades.

O dispositivo está em preço imperdível nesta oferta da Shopee, ao ativar o cupom “TODAS AS LOJAS R$10 OFF” na página de promoções da loja — você pode levá-lo por apenas R$ 79 ao realizar o pagamento no PIX. Caixa de Som Speaker Philco Extreme 15W PBSE15
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R$ 79 Ver Oferta

Sobre o dispositivoA Philco Extreme 15W PBSE15 é uma caixa de som portátil com potência de 15 W, sendo uma alternativa interessante para quem quer dar um boost na reprodução de mídia sem gastar muito. O dispositivo se destaca pela conectividade Bluetooth 5.3, com alcance de até 10 metros, além da bateria com autonomia de até 9 horas.Clique aqui para ler mais

Som potente no precinho: Caixa Philco Extreme surge em oferta por menos de R$ 80
Fonte: Tudocelular

Crunchyroll: app da plataforma será integrado ao painel digital de novos carros de marcas globais

Crunchyroll: app da plataforma será integrado ao painel digital de novos carros de marcas globais

A Crunchyroll anunciou nesta semana uma parceria com a Appning, plataforma automotiva da FORVIA, para levar seu aplicativo aos sistemas de entretenimento de veículos conectados. BMW e MINI aparecem entre as primeiras marcas contempladas, com disponibilidade prevista em diferentes regiões, incluindo o Brasil.

A iniciativa permitirá acessar animes diretamente pelo painel digital de modelos compatíveis ao longo do próximo ano. Após a estreia inicial, a distribuição poderá alcançar veículos de mais de 40 fabricantes, ampliando as opções de entretenimento durante viagens e períodos de espera.A integração dispensa o espelhamento do celular, pois o aplicativo funcionará dentro do próprio sistema automotivo. O usuário poderá entrar em sua conta da Crunchyroll, navegar pelo catálogo e continuar conteúdos vinculados à assinatura.Clique aqui para ler mais

Crunchyroll: app da plataforma será integrado ao painel digital de novos carros de marcas globais
Fonte: Tudocelular