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Dual channel ou single channel: as diferenças nos modos de comunicação da RAM

Dual channel ou single channel: as diferenças nos modos de comunicação da RAM

Saiba como o dual channel ou single channel influenciam no desempenho de um computador (imagem: Andrey Matveev/Unsplash)

Single channel e dual channel são modos de comunicação que definem como a memória RAM interage com o controlador de memória do processador (CPU). O modo single usa um único canal de dados, atuando com uma largura de banda menor e mais lenta.

O modo dual channel, por outro lado, emprega dois canais de comunicação entre a RAM e o controlador de memória. Essa configuração duplica a largura de banda efetiva, permitindo que a CPU acesse dois módulos de memória de forma simultânea.

A principal diferença é que o dual channel dobra a velocidade de transferência de dados em relação ao single channel. A largura de banda duplicada significa que o controlador tem acesso mais rápido aos dados, resultando em um amplo aumento no desempenho geral do sistema.

A seguir, conheça mais diferenças entre dual channel e single channel, além das vantagens e desvantagens de cada modo de comunicação de RAM. Também saiba em quais casos usar as configurações.

ÍndiceO que são dual channel e single channel?Quais são as diferenças entre dual channel e single channel?1. Canais de comunicação2. Largura de banda3. Questões de compatibilidade4. Modos de usoQuais são as vantagens e desvantagens do dual channel?Em quais casos devo usar dual channel?Quais são as vantagens e desvantagens do single channel?Em quais casos devo usar single channel?Dual channel é melhor que single channel?Preciso ativar o dual channel?Como saber se minha memória está em dual channelExistem outros modos de comunicação de RAM?

O que são dual channel e single channel?

Dual channel é uma arquitetura onde o controlador de memória da CPU usa dois canais de comunicação simultâneos para interagir com os módulos de RAM. Isso permite que o processador acesse dois pentes de memória ao mesmo tempo, dobrando teoricamente a largura de banda e acelerando o desempenho do sistema.

Por outro lado, o single channel é o modo de comunicação básico onde o controlador de memória usa apenas um canal para acessar a RAM instalada. Nesse caso, a CPU só consegue buscar dados em um módulo de memória por vez, limitando a taxa de transferência de dados e restringindo o desempenho total do PC.

A configuração dual channel dobra teoricamete a largura de banda, melhorando o desempenho da máuina (imagem: Andrey Matveev/Unsplash)

Quais são as diferenças entre dual channel e single channel?

As configurações dual channel e single channel têm diferenças claras em relação a canais de comunicação, largura de banda, compatibilidade e modos de uso. Entenda como cada um dos elementos trabalha:

1. Canais de comunicação

O single channel usa um único canal de comunicação com largura de banda de 64 bits para todas as operações de leitura e escrita de dados. Ele opera geralmente com apenas um módulo de memória instalado, utilizando um único slot de memória RAM ou múltiplos módulos, mas conectados unicamente a esse canal.

O dual channel adota dois canais de comunicação paralelos, dobrando a largura de banda para 128 bits. Essa configuração exige a instalação de pares de módulos de memória RAM idênticos ou com especificações similares em slots de memória RAM específicos da placa-mãe.

2. Largura de banda

O single channel usa apenas um canal de 64 bits para a comunicação entre o módulo de RAM e a CPU. Isso resulta em uma largura de banda de dados menor, limitando a taxa de transferência e podendo impactar negativamente no desempenho do PC em tarefas intensivas.

O dual channel utiliza dois canais de 64 bits ao mesmo tempo, criando um caminho de dados de 128 bits entre a memória e a CPU. Essa arquitetura dobra a largura de banda e, consequentemente, a taxa de transferência de dados, tornando a comunicação entre os componentes mais rápida e eficiente.

O modo dual channel torna a comunicação entre CPU e memória mais rápida e eficiente (imagem: Erik G/Pexels)

3. Questões de compatibilidade

O single channel é o modo de comunicação mais básico e flexível de sistemas de memória RAM. Por ser menos exigente, ele é compatível com praticamente todas as placas-mãe, independentemente de sua arquitetura de memória.

O dual channel é uma configuração mais avançada, tendo requisitos mais específicos. Ela exige uma placa-mãe dual channel e a instalação de módulos de memória RAM em pares compatíveis nos slots corretos com suporte a essa arquitetura, geralmente identificados por cores.

4. Modos de uso

Os módulos de RAM single channel podem ser instalados em placas-mãe com arquitetura dual channel. Apesar da flexibilidade de instalação, o sistema irá operar no modo single channel, limitando a largura de banda e impactando negativamente no desempenho total.

Contudo, não é recomendado o uso de módulos de RAM dual channel em uma placa-mãe projetada para single channel. Embora seja possível a instalação física, o módulo funcionará somente no modo single channel e não haverá nenhum benefício de desempenho proporcionada pela arquitetura dual channel da memória.

O dual channel só pode ser ativado em placas-mão com a arquitetura adequada para a configuração (imagem: Sven Finger/Unsplash)

Quais são as vantagens e desvantagens do dual channel?

Estes são os pontos fortes do dual channel:

Largura de banda dobrada: o uso de dois canais de memória simultaneamente dobra a taxa de transferência de dados entre a CPU e a RAM, permitindo que o processador acesse e grave informações muito mais rapidamente;

Melhor desempenho em jogos e aplicações intensas: o aumento na largura melhora as taxas de quadros (FPS) em jogos e acelera a execução de tarefas pesadas como renderização 3D ou edição de vídeo/foto de alta resolução;

Desempenho otimizado da placa de vídeo integrada (iGPU): a RAM em dual channel é essencial para a performance de GPUs integradas, pois elas dependem diretamente da velocidade da RAM principal para processar gráficos;

Maior estabilidade e confiabilidade: usar módulos de RAM idênticos e instalá-los corretamente nos slots designados na placa-mãe pode promover uma comunicação mais estável e confiável entre a memória e a placa-mãe;

Redução na latência efetiva: embora a latência teórica permaneça a mesma, a capacidade da CPU de acessar dois canais simultaneamente pode reduzir o tempo total que uma ação leva para ser concluída, agilizando o carregamento e a troca de dados.

Estes são os pontos fracos do dual channel:

Custo inicial mais elevado: exige geralmente a compra de kits de memória com dois módulos em vez de um único módulo de capacidade total, o que pode ter um preço inicial mais alto;

Maior risco de instabilidade: os módulos devem ser os mais idênticos possível (frequência, capacidade) para funcionar corretamente, pois misturar os módulos pode causar instabilidades, travamentos e desativação do modo dual channel;

Limitações pela placa-mãe/CPU: é um recurso que depende de um controlador de memória compatível na CPU e de um layout de slots específicos na placa-mãe, não sendo universalmente suportados em todos os sistemas;

Menos impacto em tarefas básicas: o aumento da largura de banda é benéfico principalmente em softwares exigentes ou jogos, sendo quase irrelevante para navegação na internet ou aplicativos de produtividade leve;

Dificuldade na atualização futura: o usuário deve comprar módulos em pares combinados ao expandir a RAM, tornando a atualização menos flexível e potencialmente mais cara.

Dual channel oferece maior desempenho, mas exige o uso de módulos em pares identicos para a ativação (imagem: Andrey Matveev/Unsplash)

Em quais casos devo usar dual channel?

O dual channel é recomendado para aprimorar o desempenho do sistema, especialmente em cenários que demandam maior largura de banda e acesso rápido à memória RAM. Por exemplo:

Games: o dual channel fornece maior largura de banda para jogos modernos e exigentes, resultando em taxas de quadros (FPS) mais altas e uma jogabilidade consideravelmente mais fluida e responsiva;

Edição de vídeo e renderização 3D: aplicativos profissionais que exigem acesso rápido a grandes volumes de dados, como editores de vídeo e softwares de gráficos 3D, têm ganho notável de desempenho e velocidade de processamento de tarefas;

Multitarefa avançada: a configuração consegue executar vários aplicativos pesados simultaneamente, como manter diversas abas do navegador abertas com um software de edição de imagem ou planilhas complexas, tornando o sistema mais responsivo e eficiente sob carga;

Processadores com gráficos integrados (APUs/iGPUs): processadores que dependem da RAM do sistema para rodar gráficos integrados se beneficiam do dual channel, melhorando o desempenho gráfico e a qualidade de imagem em jogos e vídeos;

Máquinas virtuais (VMs): a execução de ambientes virtuais é uma tarefa que exige muita memória e processamento, apresentando ganhos de desempenhos cruciais para a estabilidade e velocidade da máquina virtual ao adotar o dual channel.

A configuração dual channel é recomendada para tarefas mais pesadas, como jogos e edição de vídeo (imagem: Athena Sandrini/Pexels)

Quais são as vantagens e desvantagens do single channel?

Estes são os pontos fortes do single channel:

Menor custo inicial: a configuração single channel requer menos módulos de RAM, reduzindo significativamente o custo de aquisição e implementação do sistema;

Simplicidade de montagem e configuração: a instalação é direta e simples, usando apenas um slot de memória, tornando os sistemas single channel extremamente fáceis de montar e configurar, ideal para usuários com pouca experiência em hardware;

Desempenho suficiente para uso cotidiano: oferece uma performance adequada e eficiente para a maioria das tarefas diárias, como navegação e consumo de mídia, sem a necessidade de poder extra ou investimento em soluções mais complexas;

Menor consumo de energia: há uma redução no consumo total de energia do sistema por ter menos módulos de RAM em uso, o que pode ser benéfico para eficiência energética;

Maior compatibilidade: usar apenas um módulo de RAM minimiza o risco de problemas de incompatibilidade ou instabilidade que podem surgir ao tentar fazer pares de módulos de diferentes fabricantes ou especificações operarem em conjunto.

Estes são os pontos fracos do single channel:

Largura de banda reduzida: limita significativamente a quantidade de dados que a memória pode transferir para a CPU a cada ciclo, criando um gargalo perceptível no fluxo de informações;

Menor desempenho em aplicações exigentes: tarefas intensivas em dados, como jogos pesados, renderização 3D e edição de vídeo/foto em alta resolução, têm o desempenho drasticamente comprometido pela lentidão na comunicação com a RAM;

Maior latência de acesso à memória: o sistema pode levar mais tempo para acessar os dados ao usar apenas um canal, aumentando a latência e impactando a velocidade de resposta geral, especialmente em operações de leitura e escrita;

Uso ineficiente das placas gráficas integradas (iGPU): processadores com gráficos integrados (iGPU), que dependem da RAM principal, sofrem uma queda profunda no desempenho, pois o canal único restringe o fornecimento de dados para a GPU;

Capacidade de upgrade e escalabilidade limitada: a arquitetura single channel oferece pouca margem para futuras melhorias de desempenho relacionadas à memória, tornando-o uma escolha ruim para sistemas que exigem altas taxas de transferência consistentemente.

A configuração Single Channel funciona com apenas um pente de memória RAM, mas oferece taxa de transferência reduzida (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog

Em quais casos devo usar single channel?

A configuração single channel é a escolha adequada e, às vezes, necessária quando o foco é uso básico, custo-benefício ou limitações de hardware:

Computação básica e uso diário leve: o single channel oferece um desempenho adequado para a maioria das tarefas cotidianas, como navegação na internet, edição de documentos, consumo de mídia e uso de aplicativos de produtividade leve;

Sistemas de baixo orçamento: um único módulo de RAM single channel tem um custo inicial mais baixo do que adquirir dois módulos para o dual channel, sendo a opção mais econômica quando o orçamento é o fator mais restrito;

Slots limitados na placa-mãe: em placas-mãe com somente um slot de RAM ou em situações em que todos os slots já estão ocupados e a única opção de upgrade é substituir um módulo existente por um de maior capacidade.

O modo single channel atende as necessidades de um PC para tarefas básicas do dia a dia (imagem: Elias Gamez/Pexels)

Dual channel é melhor que single channel?

Sim, o modo dual channel é superior ao single channel em desempenho porque dobra a largura da banda da memória RAM. Isso permite a transferência mais rápida de dados entre a memória e o processador (CPU), otimizando a resposta do sistema em tarefas de alta demanda.

O ganho de velocidade beneficia sistemas com Unidade de Processamento Acelerado (APU) ou placa de vídeo integrada (iGPU), que dependem da memória principal para os gráficos. Aqui, o dual channel duplica o caminho de comunicação, permitindo que o dobro de informações seja lido e escrito simultaneamente.

Em aplicações exigentes, como jogos modernos, edição de vídeo e multitarefas, o desempenho se eleva com o dual channel. O resultado é um ganho notável em fluidez e taxa de quadros (FPS), sendo a configuração ideal para o máximo proveito do hardware.

Preciso ativar o dual channel?

O dual channel é uma tecnologia ativada pela configuração física da memória RAM, sem a necessidade de software ou botões. É preciso instalar pelo menos dois módulos de RAM idênticos nos slots específicos da placa-mãe para fazer dual channel.

O sistema operacional e o BIOS/UEFI da máquina reconhecem automaticamente essa configuração. Contudo, é essencial verificar no manual da placa-mãe a posição correta dos slots e garantir que está usando módulos compatíveis para ativar o dual channel.

Para obter melhor desempenho, o ideal é usar módulos de RAM de mesmo tamanho e velocidade, frequentemente vendidos em kits. Depois, é possível usar softwares como o CPU-Z para confirmar se a memória está de fato operando no modo dual channel após a instalação.

Os módulos de RAM devem ser posicionados nos slots da mesma cor para ativar o dual channel (imagem: reprodução)

Como saber se minha memória está em dual channel

Você pode verificar o status do dual channel de forma rápida e nativa no Windows pelo Gerenciador de Tarefas. Pressione “Ctrl+Shift+Esc” para abrir o menu, vá até a aba “Desempenho”, selecione “Memória” e veja se a informação exibida no campo “Canais” é “Dual”.

Outra opção é usar o programa gratuito CPU-Z, disponível para Windows, Mac e Linux. Após instalá-lo e executá-lo, clique na aba “Memory” e confira se o campo “Channel” (ou “Canal”), indica “Dual” para uma confirmação detalhada.

Por último, dá para checar diretamente na BIOS/UEFI ao ligar o computador (geralmente com F2, Del ou F10). Procure por seções como “Memory” ou “System Information” e dentro dela por “Memory Channel Mode” ou similar, onde a configuração “Dual” deve estar especificada.

Existem outros modos de comunicação de RAM?

Sim, há mais modos de comunicação de RAM para aumentar a largura de banda da memória. Alguns deles são:

Triple channel: semelhante ao dual channel, utiliza três canais de dados paralelos, aumentando ainda mais a largura de banda e o desempenho. É menos comum, mas é encontrado em sistemas mais antigos de alto desempenho;

Quad channel: usa quatro canais de dados paralelos, proporcionando ainda maior largura de banda. Ideal para quem precisa de desempenho máximo para aplicativos e carga de trabalho com uso intensivo de memória;

Hexa Channel: modo avançado que usa seis canais de dados em paralelo. É encontrado em servidores de alto nível e workstations que exigem o máximo de largura de banda e capacidade de memória para cargas de trabalho extremas;

Octa Channel: opera com oito canais de dados simultaneamente, oferecendo o maior aumento de largura de banda entre os citados. É uma configuração usada quase exclusivamente em servidores de última geração ou datacenters de ponta.

Dual channel ou single channel: as diferenças nos modos de comunicação da RAM

Dual channel ou single channel: as diferenças nos modos de comunicação da RAM
Fonte: Tecnoblog

OneDrive pode ganhar app no Windows 11 integrado ao Copilot; veja imagens

OneDrive pode ganhar app no Windows 11 integrado ao Copilot; veja imagens

Microsoft ainda não anunciou oficialmente o aplicativo (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O OneDrive pode ganhar um novo app dedicado no Windows 11, centralizando funções de organização, edição e visualização de arquivos.
Segundo o Windows Central, a interface inclui menus arredondados, efeitos de transparência e modos de galeria e arquivos.
O app também deve integrar o Copilot, permitindo abrir um chat para perguntas e resumos de documentos.

O OneDrive pode ganhar um aplicativo exclusivo no Windows 11. Diferente da integração já existente no Explorador de Arquivos e no app Fotos, o app centralizaria funções de organização, edição e visualização de arquivos em um só lugar. Segundo o Windows Central, a novidade vazou em servidores da própria Microsoft, mas ainda não foi anunciada oficialmente.

No primeiro acesso, o programa deve abrir a biblioteca de fotos armazenadas na nuvem. A interface traz menus arredondados, efeitos de transparência e opções para alternar entre dois modos: o de galeria, voltado para imagens e vídeos, e o de arquivos, semelhante ao painel já disponível no site do OneDrive.

Essa estrutura sugere que a empresa pode unificar em um único app recursos que hoje estão espalhados em diferentes áreas do sistema.

Quais seriam as novidades do app do OneDrive?

Versão inclui aba de galeria reformulada (imagem: reprodução/Windows Central)

O app do OneDrive chama atenção por incluir uma aba de galeria reformulada. Além da visualização tradicional, há botões dedicados a seções como Álbum, Pessoas, Favoritos e o recurso Momentos — já conhecido dos usuários de celular.

Essa função exibe automaticamente fotos tiradas em anos anteriores na mesma data, criando uma espécie de retrospectiva personalizada.

App deve permitir a edição de fotos (imagem: reprodução/Windows Central)

Outro ponto observado pelo site é a presença de ferramentas básicas de edição, parecidas com as do app Fotos, e uma barra de menus flutuante que surge ao selecionar imagens.

OneDrive deve ganhar integração direta com o Copilot (imagem: reprodução/Windows Central)

Embora o gerenciamento de arquivos seja idêntico ao do site do OneDrive, a principal diferença está na integração com o Copilot: ao passar o mouse sobre documentos, surge a opção de abrir um chat para fazer perguntas, pedir resumos ou gerar FAQs sem abrir o arquivo.

Por que um novo app?

Galeria reformulada traria seções como Álbum, Pessoas e Momentos (imagem: reprodução/Windows Central)

A estratégia da Microsoft ainda não é totalmente clara, já que usuários do Windows 11 conseguem acessar o OneDrive por meio do Explorador e do aplicativo Fotos. Especialistas sugerem que a empresa pode estar mirando quem prefere uma experiência unificada em vez de depender de diferentes aplicativos do sistema.

O desempenho, no entanto, pode ser um diferencial. Apesar de ser baseado na web, o Windows Central menciona que o novo app roda de forma fluida e mais integrada do que outras soluções semelhantes, como o Outlook. Esse detalhe pode ajudar a justificar a aposta em um app separado.

Com informações do TechRadar e do Windows Central
OneDrive pode ganhar app no Windows 11 integrado ao Copilot; veja imagens

OneDrive pode ganhar app no Windows 11 integrado ao Copilot; veja imagens
Fonte: Tecnoblog

Samsung Galaxy Z Fold 5 e Flip 5 recebem One UI 8 com Android 16 no Brasil

Samsung Galaxy Z Fold 5 e Flip 5 recebem One UI 8 com Android 16 no Brasil


Atualização (03/10/2025) – RS
Os dobráveis Galaxy Z Fold 5 e Z Flip 5 começaram a receber a One UI 8.0 com Android 16 no Brasil. Inicialmente, a versão estável do sistema foi disponibilizada antes do previsto na Coreia do Sul, então, era questão de tempo até que chegasse em território brasileiro para que os usuários pudesse atualizar seus dispositivos.

Com isso, a atualização traz a One UI 8.0 com Android 16 para os dois aparelhos. Além disso, a versão de firmware é F946BXXU5FYI8 / F946BOWO5FYI8 / F946BXXU5FYI8 e pesa 3220,15 MB para baixar, assim como nos celulares da linha Galaxy S23. No mais, vale destacar que esse update vem com o patch de segurança de 1 de setembro de 2025.O Samsung Galaxy Z Flip 5 está disponível na Mercadolivre por R$ 3.499. O Samsung Galaxy Z Fold 5 está disponível na Mercadolivre por R$ 10.199. (atualizado em 03 de October de 2025, às 16:32)Clique aqui para ler mais

Samsung Galaxy Z Fold 5 e Flip 5 recebem One UI 8 com Android 16 no Brasil
Fonte: Tudocelular

Galaxy S23: Samsung libera Android 16 e One UI 8 para os celulares no Brasil

Galaxy S23: Samsung libera Android 16 e One UI 8 para os celulares no Brasil


Atualização (03/10/2025) – RS
Outubro começou com boas notícias para usuários de celulares e tablets da Samsung, como os dispositivos da família Galaxy S23. Nesse sentido, os aparelhos da linha começaram a receber a nova versão da One UI 8.0 com base no Android 16 no Brasil, então, já é possível fazer o download.

De modo geral, os smartphones já podem ter acesso à nova versão da interface e do sistema operacional. O update traz o firmware S918BXXU8EYI5 / S918BOWO8EYI5 / S918BXXU8EYI5 para os produtos. A atualização de software tem 3431,71 MB de tamanho e vem com o patch de segurança de 1 de setembro de 2025.O Samsung Galaxy S23 Plus está disponível na Magazine Luiza por R$ 3.959. O Samsung Galaxy S23 está disponível na Magazine Luiza por R$ 2.699. O Samsung Galaxy S23 Ultra está disponível na Magazine Luiza por R$ 4.859. (atualizado em 04 de October de 2025, às 10:16)Clique aqui para ler mais

Galaxy S23: Samsung libera Android 16 e One UI 8 para os celulares no Brasil
Fonte: Tudocelular

O Brasil na corrida pelos data centers de IA

O Brasil na corrida pelos data centers de IA

Tecnocast 388 – O Brasil na corrida pelos data centers de IA (imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A corrida pelos data centers está cada vez mais intensa, especialmente com o crescimento da inteligência artificial. Mas será que o Brasil está preparado para essa demanda? Como lidar com os desafios energéticos e regulatórios que surgem com a construção de data centers com alto poder de processamento?

No episódio de Hoje a gente conversa com Renan Lima Alves, que é presidente da Associação Brasileira de Data Centers, pra entender melhor esse mercado. Dá o play e vem com a gente!

Participantes

⁠⁠Thiago Mobilon⁠⁠

⁠⁠Thássius Veloso⁠⁠

Renan Lima Alves (presidente da ABDC)

Vaga de Produtor(a) Audiovisual aberta para trabalhar no Tecnocast!

Acesse o site e veja se você tem o perfil que o Tecnocast precisa: ⁠⁠https://tecnoblog.net/vaga/produtora-de-podcast/⁠⁠

Créditos

Produção: Josué de Oliveira

Edição e sonorização: Caroline Rocha

Arte da capa: ⁠⁠Vitor Pádua

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O Brasil na corrida pelos data centers de IA

O Brasil na corrida pelos data centers de IA
Fonte: Tecnoblog

Anatel sugere “habilitação digital” para uso de celulares no Brasil

Anatel sugere “habilitação digital” para uso de celulares no Brasil

Sugestão foi feita pelo gerente da Anatel em São Paulo (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

O gerente da Anatel em São Paulo, Marcelo Scacabarozi, sugeriu criar uma “habilitação digital” para novos usuários de smartphones.
A proposta prevê cursos de segurança digital, com desbloqueio total do aparelho após a conclusão e possíveis descontos em planos como incentivo.
Ele também defendeu incluir educação em cibersegurança nas escolas, visando proteger especialmente crianças, idosos e famílias contra fraudes.

E se o usuário de um novo smartphone precisasse passar por um “curso” de habilitação digital antes do acesso completo ao aparelho? Essa foi a sugestão do gerente do escritório da Anatel em São Paulo, Marcelo Scacabarozi, nessa quinta-feira (02/10), durante a Futurecom, principal congresso de telecomunicações do país.

A ideia, segundo o especialista, é que o consumidor, ao ativar um novo smartphone, tenha a opção de passar por um curso rápido sobre segurança digital. O objetivo seria aumentar a segurança de públicos vulneráveis, como crianças, adolescentes e idosos.

Por isso, apenas após a conclusão do treinamento o usuário poderia desbloquear todas as funcionalidades do aparelho. Como incentivo, Scacabarozi citou até mesmo a possibilidade de gerar benefícios, como descontos nos planos de serviço oferecidos pelas operadoras.

Marcelo Scacabarozi é gerente do escritório da Anatel em São Paulo (imagem: reprodução/Alesp)

Sendo apenas uma ideia apresentada durante o evento, Scacabarozi não explora especificamente como essa habilitação seria aplicada nos smartphones ou se um usuário que já passou pelo processo em outro smartphone teria os acessos liberados em um dispositivo novo.

Ele também destacou as ações recentes do escritório da Anatel em São Paulo contra estações de celular piratas, conhecidas como “ERB fake”. Esses equipamentos bloqueiam o sinal do consumidor e disparam SMS maliciosos em massa para aplicar golpes.

Educação digital desde a escola

Scacabarozi reforça necessidade de educação digital nas escolas (imagem: Unsplash/Bruce Mars)

Durante sua apresentação, Scacabarozi argumentou que a geração adulta aprendeu a se defender de golpes “na prática”, muitas vezes após ser vítima de fraudes. Para o gerente da Anatel, é preciso quebrar esse ciclo vicioso.

A habilitação digital seria um dos caminhos para isso. Outra frente, segundo ele, seria a inclusão da disciplina de cibersegurança já na escola. Ambas as ações visam capacitar as famílias a navegarem de forma mais segura, protegendo principalmente crianças e adolescentes.

O especialista destacou que os segmentos mais vulneráveis da população são, justamente, os menos preparados para os desafios do ambiente online. Idosos, por exemplo, ainda têm grandes dificuldades com smartphones e o uso de apps, como revelou uma pesquisa recente do Procon-SP, e são suscetíveis a cair em golpes.

Para Scacabarozi, com a onipresença da tecnologia, é quase impossível para o cidadão comum ter certeza de que seus dados estão, de fato, seguros.

Google oferece algo parecido

Conscientização de segurança digital não faz parte da configuração dos smartphones (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Atualmente, as fabricantes de smartphones e empresas por trás dos sistemas operacionais incorporam apenas elementos básicos de segurança e privacidade no processo de configuração inicial.

Tanto no Android quanto no iOS, o foco maior é a proteção de dados sensíveis (acessos à localização, câmera, etc.) e a configuração de senhas para a proteção do dispositivo.

Já fora da pré-configuração dos aparelhos, ambos os sistemas também adotam práticas de controle dos pais. Entretanto, o Google oferece algo próximo à ideia de conscientização de Scacabarozi.

A gigante das buscas possui o programa Seja Incrível na Internet, produzido em parceria com especialistas em segurança digital e destinado às crianças. Nele, o Google disponibiliza conteúdos e ferramentas interativas para incentivar o “uso seguro” da internet.

Com informações da Anatel
Anatel sugere “habilitação digital” para uso de celulares no Brasil

Anatel sugere “habilitação digital” para uso de celulares no Brasil
Fonte: Tecnoblog

Xbox Cloud Gaming pode ganhar versão gratuita com anúncios, diz site

Xbox Cloud Gaming pode ganhar versão gratuita com anúncios, diz site

Xbox Cloud Gaming chegou a planos mais baratos em agosto de 2025 (foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Resumo

A Microsoft testa uma versão gratuita do Xbox Cloud Gaming com anúncios. O acesso requer assistir a dois minutos de propaganda por sessão, com limite de cinco horas mensais.
O Xbox Cloud Gaming gratuito pode incluir acesso a jogos próprios, Xbox Retro Classics e títulos dos Free Play Days. A versão beta pública pode ser lançada em breve.
O Xbox Game Pass foi reformulado, com aumento de preços de até 99,9%. O Xbox Cloud Gaming agora está disponível para assinantes de planos mais baratos.

A Microsoft estaria realizando internamente testes de uma versão gratuita com anúncios do Xbox Cloud Gaming. Alguns funcionários teriam recebido acesso a jogos selecionados, sem precisar de uma assinatura do Game Pass.

As informações foram obtidas pelo site The Verge junto a pessoas que estão a par dos planos da empresa e pediram para não ser identificadas.

Essas fontes indicaram que, nos testes, é necessário assistir a dois minutos de anúncios para ter acesso a um game. Além disso, a Microsoft testa um limite de uma hora por sessão, com até cinco horas gratuitas por mês. Esses números podem mudar caso o serviço realmente seja lançado.

O Xbox Cloud Gaming com anúncios pode chegar para PC, consoles Xbox, dispositivos móveis e via web. Segundo a reportagem, a Microsoft planeja disponibilizar uma versão beta pública do plano em breve, com um lançamento oficial daqui a alguns meses.

A matéria do Verge aponta ainda que o pacote gratuito pode incluir acesso por streaming a jogos que o usuário possui, a games do Xbox Retro Classics e também a títulos disponíveis para teste nos Free Play Days.

Xbox Game Pass foi reformulado

A notícia de um possível plano gratuito chega poucos dias após a Microsoft anunciar uma grande reformulação nos planos do Xbox Game Pass. A mudança mais sensível foi nos preços, que tiveram aumentos de até 99,9%.

Um pouco antes disso, a empresa passou a disponibilizar o Xbox Cloud Gaming para assinantes dos planos mais baratos — até então, o recurso era exclusivo do pacote Ultimate.

Novos valores e benefícios dos planos do Game Pass (imagem: divulgação)

Já faz algum tempo que correm rumores de um plano gratuito com anúncios: em 2023, Tim Stuart, diretor financeiro da divisão de games da empresa, ventilou publicamente a possibilidade de uma oferta do tipo. Em agosto de 2025, novas informações de bastidores indicavam que uma assinatura mais barata poderia estar a caminho.

Com informações do Verge
Xbox Cloud Gaming pode ganhar versão gratuita com anúncios, diz site

Xbox Cloud Gaming pode ganhar versão gratuita com anúncios, diz site
Fonte: Tecnoblog

Disney põe fim ao Star+ e anuncia Hulu no Brasil

Disney põe fim ao Star+ e anuncia Hulu no Brasil

Disney+ abandona Star+ após quatro anos (imagem: divulgação/Disney)

Resumo

A Disney substituirá o Star+ pelo Hulu no Brasil a partir de 8 de outubro, integrando o serviço ao Disney+.
O Hulu, lançado em 2007 nos EUA, passa a ser a marca global de entretenimento geral da Disney.
Séries e filmes do Star, incluindo produções da FX, 20th Century Studios e Searchlight Pictures, migrarão para o Hulu.

A Disney vai aposentar de vez o selo Star no Disney+. A partir de 8 de outubro, o catálogo passará a ser identificado pela marca Hulu, que assume o posto de hub de entretenimento geral dentro do serviço de streaming.

A mudança ocorrerá em todos os mercados internacionais, incluindo a América Latina. Com a alteração, todo o conteúdo de filmes e séries voltado para o público adulto, que hoje fica sob a aba “Star” dentro do Disney+, será reorganizado na nova seção Hulu.

A novidade segue o processo de reorganização dos serviços de streaming da Disney, que busca simplificar a oferta e fortalecer o Hulu como sua marca global de entretenimento. Agora, o Hulu aparece ao lado de selos como Pixar, Marvel e Star Wars.

O que é o Hulu?

Hulu deixa exclusividade nos EUA e passa a integrar o Disney+ (imagem: reprodução/Hulu)

Embora novo para o público brasileiro, o Hulu é um nome conhecido no mercado de streaming norte-americano. O serviço foi lançado em 2007 como uma joint venture entre grandes conglomerados de mídia, incluindo News Corp, NBC Universal e, posteriormente, a própria Disney.

Com a aquisição da 21st Century Fox em 2019, a Disney se tornou acionista majoritária do streaming e, no final de 2023, a empresa finalizou a compra das participações restantes que pertenciam à Comcast (dona da NBC Universal) e assumiu o controle total da plataforma.

Importante notar que algumas das séries de sucesso no Star são, na verdade, do Hulu: O Conto da Aia, The Bear, Only Murders in the Building e Dopesick, por exemplo, nasceram no selo antes exclusivo dos Estados Unidos e chegaram ao resto do mundo pelo Star+.

A nova seção Hulu no Disney+ herdará todo o catálogo já conhecido do Star, reunindo produções de estúdios como FX, 20th Century Studios e Searchlight Pictures. Entre os destaques que continuarão na plataforma estão Grey’s Anatomy, Alien: Earth, além de reality shows e documentários.

Star reunia conteúdo maduro da Disney

Star+ foi solução da Disney para mercados estrangeiros (imagem: reprodução/Disney)

A existência do Star+ em alguns mercados seguia a resistência da Disney em trazer, em seu streaming principal, conteúdos mais “maduros”. As produções que não se encaixavam na ideia “family friendly” do Disney+ iam para o Hulu (nos EUA) e, na América Latina, para o Star+ — reaproveitando o nome de um conglomerado indiano que possui participação da Disney.

O serviço só chegou em agosto de 2020, incluindo produções do antigo estúdio Fox e todo o conteúdo esportivo da ESPN. Já na Europa e Ásia, a Disney integrou o mesmo conteúdo em uma aba dentro do próprio Disney+, chamada Star, em fevereiro de 2021.

Mais de três anos depois, a Disney finalmente pensou o mesmo para o mercado latino-americano. Em junho de 2024, a companhia decidiu descontinuar o aplicativo Star+ e migrar toda a biblioteca para dentro do Disney+. A mudança, claro, ocorreu com aumento de preços. Agora, a marca Star deve sumir completamente.
Disney põe fim ao Star+ e anuncia Hulu no Brasil

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Fonte: Tecnoblog

Dia das Crianças: Multilaser M8 e tablets infantis em oferta até R$ 699

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Multilaser M8 tem interface Google Kids 8 (foto: Divulgação)

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Tablets infantis em promoçãoMultilaser M8 tem interface para crianças e tela de 8″Positivo Twist Tab Plus tem tela de 7″ e controle parentalMultilaser M7 tem Google Kids Space e tela de 7″Multilaser Kid Pad traz interface infantil e case com alçaPositivo Vision Tab 7 tem RAM de 3 GB e Android 14 GoQuando é o Dia das Crianças?

Multilaser M8 tem interface para crianças e tela de 8″

Tablet Multilaser M8 4G 32 GB
R$ 699,00

Prós

Interface infantil Google Kids Space
Controle parental via Google Family Link
Tela de 8 polegadas para conteúdos

Contras

Acesso à internet somente Wi-Fi

PIX

R$ 699,00  Amazon

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O primeiro tablet dessa lista é o Multilaser M8, que apesar de ser o mais caro, continua sendo baratinho: apenas R$ 699 no Mercado Livre. O destaque fica por conta da interface Google Kids Space, que oferece conteúdos aprovados por especialistas e experiência personalizada para crianças.

Além disso, o tablet em oferta contra com controle parental integrado ao Google Family Link. A ficha técnica ainda traz tela de 8 polegadas e resolução de 1.280 x 800, armazenamento expansível de 64 GB.

Positivo Twist Tab Plus tem tela de 7″ e controle parental

Positivo Twist Tab Plus 64 GB Wi-Fi
R$ 298,71

R$ 499,0040% OFF

Prós

Controle parental via Google Family Link
Tela de 7 polegadas para conteúdos
Armazenamento de 64 GB expansível

Contras

Acesso à internet somente Wi-Fi
Não tem interface Google Kids Space

PIX

Aplique o cupom que aparece na página do produto

R$ 20 OFF EM POSITIVO_TECNOLOGIA
R$ 298,71  Mercado Livre

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Em seguida, o Positivo Twist Tab Plus aparece como o tablet infantil mais barato da lista. Em oferta no Mercado Livre, ele custa apenas R$ 298 à vista com o cupom de R$ 20 OFF que aparece na página. As especificações do modelo são mais simples, mas o controle parental segue disponível via Google Family Link.

Além disso, a tela de 7 polegadas é maior que a de um celular comum, oferecendo uma melhor experiência na reprodução de conteúdos. O tablet ainda conta com armazenamento expansível de 64 GB e sistema operacional Android Go 11, ideal para tablets como esse.

Multilaser M7 tem Google Kids Space e tela de 7″

Tablet Multilaser M7 64 GB Wi-Fi
R$ 399,00

R$ 489,9919% OFF

Prós

Interface infantil Google Kids Space
Controle parental via Google Family Link
Tela de 7 polegadas para conteúdos

Contras

Acesso à internet somente Wi-Fi

Parcelado

R$ 399,00  Amazon

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Em seguida, o Multilaser M7 sai por apenas R$ 399 em até 7x sem juros na Amazon. Assim como o Multilaser M8, o tablet se destaca pela interface Google Kids Space com controle parental Google Family Link. Além dos recursos já citados, a plataforma ainda conta com uma biblioteca de livros gratuitos e acesso ao YouTube Kids.

Diferentemente do Multilaser M8, o Multilaser M7 traz tela de 7 polegadas, que ainda é um bom tamanho para a leitura e reprodução de vídeos e atividades escolares. O armazenamento continua sendo de 64 GB.

Multilaser Kid Pad traz interface infantil e case com alça

Tablet Multilaser Kid Pad
R$ 455,67

R$ 559,9919% OFF

Prós

Interface infantil Google Kids Space
Controle parental via Google Family Link
Tela de 7 polegadas para conteúdos

Contras

Acesso à internet somente Wi-Fi

R$ 455,67  Amazon

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O último tablet infantil da Multilaser nessa lista é o Multilaser Kid Pad, que sai por R$ 455 à vista na Amazon. Seu principal destaque é a possibilidade de parcelamento, já que demais características são bastante semelhantes aos outros modelos. A interface para crianças Google Kids Space segue presente.

A tela também é de 7 polegadas, assim como mo Multilaser M7, e o armazenamento é de 64 GB. O modelo em oferta acompanha capa cor de rosa de silicone com alça, o que ajuda a evitar que a criança derrube o tablet, e também o protege de eventuais arranhões.

Positivo Vision Tab 7 tem RAM de 3 GB e Android 14 Go

Positivo Vision Tab 7 64 GB Wi-Fi
R$ 378,10

R$ 799,0053% OFF

Prós

Controle parental via Google Family Link
Tela de 7 polegadas para conteúdos
Armazenamento de 64 GB expansível
Sistema operacional Android Go 14

Contras

Acesso à internet somente Wi-Fi
Não tem interface Google Kids Space

R$ 378,10  Amazon

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Por fim, o Positivo Vision Tab 7 custa apenas R$ 378 à vista na Amazon. Além do preço chamativo, o tablet se destaca por pelo sistema operacional mais recente em relação aos demais: Android 14 Go, uma versão otimizada e mais leve do Android 14 padrão.

Outro diferencial é a RAM de 3 GB, superior aos 2 GB de alguns modelos acima, que só chegam a 4 GB via RAM Virtual. Com isso, os 64 GB de armazenamento ficam liberados para armazenar livros, aplicativos educacionais e jogos. E mais uma vez, esse espaço pode ser expandido via cartão de memória.

Quando é o Dia das Crianças?

O Dia das Crianças é em 12 de outubro (próximo domingo). Por isso, vale a pena já aproveitar os bons preços para comprar agora o presente desse ano. Como um tablet infantil, que deve oferecer “um ambiente seguro e controlado pelos pais, ideal para jogos educativos, leitura e tarefas escolares básicas”.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.Dia das Crianças: Multilaser M8 e tablets infantis em oferta até R$ 699

Dia das Crianças: Multilaser M8 e tablets infantis em oferta até R$ 699
Fonte: Tecnoblog

Threads ganha Comunidades para conectar usuários por interesse

Threads ganha Comunidades para conectar usuários por interesse

Recurso permite que usuários se aprofundem em discussões (imagem: divulgação/Meta)

Resumo

A Meta lançou as Comunidades no Threads para competir com o X/Twitter, conectando usuários por interesses.
Os espaços são públicos, com feeds personalizados e recursos exclusivos.
Por enquanto, apenas a Meta pode criar as comunidades, sem opção de criação direta pelos usuários.

A Meta anunciou nessa quinta-feira (02/10) o lançamento das Comunidades no Threads, uma novidade voltada para aprofundar o engajamento dos usuários e que intensifica a competição da plataforma com o X/Twitter.

A novidade está em testes com mais de 100 tópicos populares e permitirá que os 400 milhões de usuários ativos do Threads se conectem para discutir desde basquete e K-pop até livros e programas de TV.

O que são as Comunidades do Threads?

A Meta explica que as comunidades são espaços públicos e informais nos quais os usuários podem participar de conversas sobre assuntos de seu interesse.

As interações ganham uma estrutura com feeds personalizados e funcionalidades exclusivas para os membros, em continuidade à opção de compartilhar feeds customizados, que a plataforma liberou no começo do ano.

Ao ingressar em uma comunidade, o usuário passa a ter acesso a um feed dedicado àquele tópico. Essa participação é pública, ou seja, a comunidade da qual o usuário faz parte será exibida em seu perfil e fixada no menu de feeds, sinalizando seus principais interesses. Segundo a Meta, essa transparência facilita conexões baseadas em afinidades.

Cada comunidade também tem um emoji personalizado para o botão “Curtir”. Por exemplo, na comunidade “NBA Threads”, o emoji de curtida é uma bola de basquete.

Novidade libera a criação de feeds exclusivos (imagem: divulgação/Meta)

A descoberta de novas comunidades pode ser feita através da barra de pesquisa ou ao tocar em uma tag de tópico em uma postagem. Tópicos que possuem uma comunidade dedicada são identificados por um ícone de três pontos ao lado da tag. Para participar, basta selecionar a opção “Participar” no canto superior direito da página da comunidade.

A Meta também informou que mais comunidades serão adicionadas no futuro. A empresa planeja introduzir novos recursos para aprofundar a experiência. Entre as novidades previstas estão emblemas especiais para destacar os “colaboradores de destaque”, reconhecendo os membros mais engajados que ajudaram a construir conversas em torno dos tópicos mais populares.

Além disso, a companhia trabalha em melhorias nos sistemas de classificação de conteúdo. O objetivo é que os algoritmos priorizem postagens mais relevantes tanto nos feeds das comunidades quanto no feed principal “Para Você”.

Comunidades seguem modelo diferente do X/Twitter

Threads quer se consolidar como alternativa ao X (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Embora o conceito de agrupar usuários por interesses seja parecido com as comunidades do X, a versão criada pela Meta é diferente.

No X, as comunidades são, na maioria, criadas e moderadas pelos próprios usuários, em um modelo que se assemelha ao Reddit. As postagens dentro dessas comunidades são visíveis para todos, mas somente membros podem interagir.

Já no Threads, a criação das comunidades é, pelo menos no início, responsabilidade da própria Meta. A empresa está selecionando os temas com base nos interesses mais ativos na plataforma, sem, por enquanto, permitir que os usuários criem seus próprios espaços.

Outra distinção importante é que, no Threads, pessoas que não são membros de uma comunidade ainda podem participar das discussões, embora não tenham acesso aos privilégios exclusivos dos membros, como o emoji de “Curtir” personalizado.

Com informações da Meta
Threads ganha Comunidades para conectar usuários por interesse

Threads ganha Comunidades para conectar usuários por interesse
Fonte: Tecnoblog