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CEO da Raspberry Pi: IA pode fazer pessoas desistirem de carreiras em TI

CEO da Raspberry Pi: IA pode fazer pessoas desistirem de carreiras em TI

Eben Upton, fundador e CEO da Raspberry Pi (imagem: reprodução/BBC)

Resumo

CEO da Raspberry Pi, Eben Upton, alerta que superestimação das capacidades da inteligência artificial pode desencorajar pessoas de buscar carreiras em TI;
crença exagerada nesse cenário pode distorcer escolhas das pessoas e agravar a escassez de profissionais qualificados em vez de melhorá-la, diz executivo;
executivo enfatiza necessidade de mais engenheiros para sustentar crescimento econômico e sucessão no mercado de trabalho.

Eben Upton, fundador e CEO da Raspberry Pi, deu um alerta ao setor de tecnologia: as capacidades da inteligência artificial estão sendo superestimadas de tal forma que as pessoas podem deixar de buscar carreiras em TI por medo de não conseguir trabalho, cenário que pode impactar a economia.

O alerta foi dado pelo executivo ao podcast Big Boss Interview, da BBC. Na entrevista, Upton deu a entender que a crença exagerada de que a IA irá substituir humanos pode “distorcer as escolhas das pessoas de maneiras que agravam a escassez de profissionais qualificados, em vez de melhorá-la”.

De fato, existe o entendimento de que a IA pode assumir determinadas tarefas de modo que as pessoas passem a se dedicar a atividades mais interessantes para elas. O que o executivo quis dizer é que, em vez de seguir por esse caminho, muitos indivíduos com potencial para trabalhar com tecnologia podem simplesmente decidir atuar em outras áreas.

Você já deve ter ouvido afirmações de que a inteligência artificial irá ou já está “roubando” empregos. Ou, talvez, você mesmo já tenha passado por um desligamento que teve esse pano de fundo. Upton não afirma que esse problema não existe. O seu alerta diz respeito a uma visão exagerada sobre esse cenário que pode fazê-lo parecer maior do que realmente é.

Raspberry Pi 5, um dos produtos da organização fundada por Eben Upton (imagem: divulgação/Raspberry Pi)

Efeito da ascensão da IA generativa

Em grande medida, esse “estado de pânico” se deve às previsões catastróficas que surgiram com a chegada de ferramentas de IA generativa, como ChatGPT e Gemini:

Superestimar a capacidade dos chatbots de substituir pessoas pode ‘desfazer muito do bom trabalho que já foi feito, não apenas pela Raspberry Pi, mas por muitas outras organizações’, para incentivar as pessoas a seguirem carreiras na área de tecnologia.

Eben Upton, fundador e CEO da Raspberry Pi

Quando questionado se esse cenário pode prejudicar o crescimento econômico, Upton foi enfático: “com certeza, precisamos de mais engenheiros”.

Embora as afirmações de Upton digam respeito ao mercado de trabalho britânico, que é base da Raspberry Pi, elas servem de alerta para um dilema que tem escala global: se a IA “engole” cargos de iniciantes a ponto de as pessoas perderem interesse pela setor de TI, quem ocupará funções críticas quando funcionários seniores se aposentarem ou trocarem de empresa?

No momento, há mais perguntas do que respostas. E talvez a visão sobre IA que Upton entende como superestimada não seja tão exagerada assim. De todo modo, é importante que esses aspectos sejam expostos e discutidos.
CEO da Raspberry Pi: IA pode fazer pessoas desistirem de carreiras em TI

CEO da Raspberry Pi: IA pode fazer pessoas desistirem de carreiras em TI
Fonte: Tecnoblog

Trump Phone “100% americano” seria versão mais cara de celular chinês

Trump Phone “100% americano” seria versão mais cara de celular chinês

T1 Phone “made in USA”, pelo visto, é versão repaginada de celular chinês (imagem: divulgação)

Resumo

O Trump Phone pode ser uma versão mais cara de um smartphone fabricado na China.
Anunciado como um aparelho “Made in USA”, com tecnologia e fabricação 100% nacional, o celular seria, na verdade, o REVVL 7 Pro 5G.
O aparelho original custa US$ 126 por lá, enquanto o smartphone de Donald Trump é vendido por US$ 499.

A Trump Organization anunciou o T1 Phone em junho de 2025 prometendo um celular “Made in USA”, com desenvolvimento e fabricação totalmente norte-americanos. No entanto, o aparelho que começa a chegar aos compradores quase um ano após a pré-venda parece ser apenas uma versão dourada de um modelo chinês.

O lançamento do T1 Phone foi cercado de polêmicas, desde a proposta até as imagens de divulgação. No início, as imagens mostravam um iPhone banhado a ouro, mas depois passaram a exibir uma cópia do Galaxy S25 Ultra com detalhes dourados e referências ao presidente, conforme noticiou o The Verge.

Agora que o produto está entrando na fase de distribuição para quem comprou na pré-venda, analistas de mercado apontam que o smartphone tem as mesmas especificações do REVVL 7 Pro 5G, da fabricante chinesa Wingtech.

O REVVL é vendido nos Estados Unidos pela T-Mobile e custa a partir de US$ 126 (R$ 630, em conversão direta), enquanto o T1 Phone custa US$ 499 (R$ 2,5 mil).

Celular nem tão americano assim

O anúncio do T1 Phone aconteceu em meio ao aumento das tarifas de importação sobre produtos chineses imposto pelo presidente Donald Trump, movimento que gerou preocupação na indústria de tecnologia dos EUA devido à forte dependência de componentes fabricados na China.

Além do país asiático, itens importados de Canadá, México, Japão, Índia e Brasil começaram a receber taxas extras para entrarem nos Estados Unidos.

O novo celular foi revelado pela Trump Organization em junho, junto a um plano de telefonia. Nas especificações, o smartphone teria tela AMOLED de 6,8 polegadas, 12 GB de memória RAM e câmeras com até 50 MP, com três lentes na parte traseira. A bateria seria de 5.000 mAh e o sistema operacional, por sua vez, seria o Android 15.

Ao longo de 2025, Donald Trump prometeu tarifas extras para países como a China (imagem: Gage Skidmore/Flickr)

Segundo o site El Español, que repercutiu o início dos envios do T1 Phone para os usuários, o modelo não fugiu muito às promessas: tela AMOLED de 6,78 polegadas, sensor principal de 50 MP e outras duas lentes (grande angular e teleobjetiva) no trio de câmeras traseiras.

As características são as mesmas presentes no Wingtech REVVL 7 Pro de 2024, mas com uma repaginação na parte externa.

Quanto à promessa de produção 100% feita nos Estados Unidos, a própria Trump Mobile voltou atrás nos matérias de divulgação, apontando que se trata de um produto projetado nos EUA, abandonando a alegação de fabricação integral no país.

The T1 Phone has arrived!! Those who pre-ordered the T1 Phone will be receiving an update email. Phones start shipping this week!!! pic.twitter.com/IsOre1cBa1— Trump Mobile (@TrumpMobile) May 13, 2026

Política de reembolso também é alvo de críticas

As polêmicas envolvendo o T1 Phone vão além do aparelho em si: a política de reembolso ganhou novos termos que apontam para depósitos intransferíveis e sem “valor monetário”. Além disso, rumores apontam que as tentativas de cancelamento levaram a um e-mail avisando que os depósitos de pré-compra não seriam devolvidos.

Antes disso, a empresa nem mesmo confirmava a produção ou disponibilização do celular, e o depósito seria apenas uma “oportunidade condicional”, caso houvesse uma decisão pela venda, segundo a CNN. Atualmente, a posição oficial da Trump Mobile é de que o produto finalmente começará a ser enviado para seus compradores ainda esta semana.
Trump Phone “100% americano” seria versão mais cara de celular chinês

Trump Phone “100% americano” seria versão mais cara de celular chinês
Fonte: Tecnoblog

Netflix cria estúdio para produzir animações com IA

Netflix cria estúdio para produzir animações com IA

IA deve acelerar a criação de conteúdo infantil para a Netflix (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo

Netflix criou um estúdio de animação chamado INKubator para produzir conteúdos utilizando inteligência artificial generativa.
Segundo o The Verge, a nova unidade busca profissionais como produtores, engenheiros de software e artistas de computação gráfica.
O estúdio será liderado por Serrena Iyer, executiva com experiência em Hollywood e inteligência artificial.

A Netflix está organizando um novo estúdio de animação, batizado de INKubator, dedicado exclusivamente à produção de conteúdos utilizando inteligência artificial generativa. A nova unidade já busca profissionais como produtores, engenheiros de software e artistas de computação gráfica para compor o time técnico e artístico.

Segundo o The Verge, a Netflix tem mantido os planos sob sigilo. No entanto, movimentações no LinkedIn indicam que a unidade começou a operar discretamente em março de 2026. A liderança do estúdio está a cargo de Serrena Iyer, executiva com passagens pela DreamWorks Animation e A24 Films, sinalizando uma estratégia que combina experiência de Hollywood com inteligência artificial.

O foco do INKubator deve ser diferente de outras investidas da empresa no setor. No início deste ano, a Netflix adquiriu a InterPositive, startup de IA fundada pelo ator Ben Affleck. No entanto, a InterPositive foca em processos de pós-produção e efeitos visuais com IA, enquanto o INKubator é descrito em vagas de emprego como um estúdio “nativo de GenAI” (IA Generativa).

Por que criar animações com IA?

A estratégia de distribuição para os conteúdos produzidos pelo INKubator aponta para o fortalecimento do Clips, o feed de vídeos verticais inspirado no TikTok que a Netflix lançou recentemente em seu aplicativo oficial.

Atualmente, o recurso exibe apenas trailers e bastidores, mas a criação de curtas originais nativos de IA pode transformar o espaço em um canal de entretenimento, retendo o usuário por mais tempo dentro da plataforma. A ideia lembra o Sora, da OpenAI, que foi descontinuado em março deste ano.

Além disso, há o valioso mercado de conteúdo infantil. A Netflix busca se consolidar como uma alternativa ao YouTube Kids. O uso de IA permitiria produzir em larga escala desenhos animados e especiais educativos, facilitando a competição com estúdios nativos do YouTube que já adotam essas ferramentas, como o Animaj (responsável pelo sucesso Pocoyo) e a Toonstar.

Embora o foco inicial sejam os curtas e experimentos de formato rápido, as vagas também mencionam que o investimento em tecnologia deve permitir a expansão para conteúdos de longa duração no futuro. Isso indica que, se os pilotos de IA funcionarem bem, poderemos ver filmes inteiros gerados por algoritmos no catálogo principal da Netflix.

Startup de IA fundada por Ben Affleck já pertence à Netflix (imagem: divulgação/Netflix)

Resistência na indústria

A movimentação da Netflix ocorre em meio a uma polarização na indústria sobre o papel da IA. Enquanto empresas buscam eficiência e redução de custos, vozes influentes demonstram resistência. O lendário animador Hayao Miyazaki, cofundador do Studio Ghibli, já classificou publicamente o uso de IA na animação como “um insulto à própria vida”.

Além das críticas individuais, há uma pressão institucional. Sindicatos de animadores e artistas de diversos países realizaram protestos no Festival de Annecy em 2025 contra o avanço desregulado da tecnologia. O temor é que a “geração de conteúdo” em massa acabe prejudicando o trabalho criativo e a identidade artística das obras.
Netflix cria estúdio para produzir animações com IA

Netflix cria estúdio para produzir animações com IA
Fonte: Tecnoblog

Nova bateria criada na China pode dobrar tempo de voo de drones

Nova bateria criada na China pode dobrar tempo de voo de drones

Drones podem ter capacidade de voo dobrada com nova tecnologia em baterias de lítio e enxofre (imagem: divulgação/DJI)

Resumo

Bateria de lítio e enxofre desenvolvida na Universidade de Tsinghua, na China, pode dobrar tempo de voo de drones.
A nova bateria tem eficiência de 549 Wh/kg, enquanto baterias de íon-lítio têm média de 300 Wh/kg.
A tecnologia pode ser usada em drones robustos, de resgate e de entrega de produtos, e também pode ser testada em outras reações, como baterias de fluxo e metal-lítio.

Pesquisadores de Shenzhen, na China, produziram uma bateria de lítio e enxofre que pode ser uma nova solução para a indústria de drones, principalmente pensando em modelos mais robustos. O componente é capaz de controlar melhor a dissipação de energia, um dos grandes problemas da categoria. Segundo os cientistas, isso é possível por conta de uma nova estratégia molecular que também aumenta a eficiência do produto.

Os atuais drones comerciais em geral utilizam baterias de íon-lítio, com capacidade bem inferior. Enquanto a novidade permite uma eficiência de 549 Wh/kg, os componentes atuais têm uma média de 300 Wh/kg.

Futuro das baterias pode estar próximo

Controlar a dissipação de energia em baterias de lítio e enxofre é o grande desafio da tecnologia (imagem: iStock/SweetBunFactory)

A principal dificuldade de estabilizar baterias de lítio e enxofre passa pela alta dissipação de energia, difícil de ser controlada com as tecnologias atuais. O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Tsinghua, produziu o componente utilizando um pré-mediador específico para o enxofre, ativado apenas quando o elemento entra em fase de reação eletroquímica.

Em outras palavras, esse aditivo garante que o transporte da carga elétrica ocorra de forma mais direcionada, evitando que a energia se perca em forma de calor. O trabalho acontece a nível molecular e, conforme divulgado pelo jornal China Daily, a resistência do produto é até 75% maior que baterias convencionais de lítio e enxofre. Nos testes, foram realizados 800 ciclos de carga e descarga, com 82% da capacidade original sendo mantida ao longo do processo.

Como isso pode impactar o mercado?

Drones de entrega ganhariam autonomia maior com nova tecnologia de bateria (imagem: divulgação/iFood)

A alta capacidade prometida por baterias de lítio e enxofre é interessante sobretudo para drones robustos, já que a proposta passa pelo alto desempenho por quilo transportado. Ainda assim, uma mudança nos drones comerciais também seria interessante. Outra vantagem interessante é o preço do componente, menor que as baterias de íon-lítio pois o enxofre custa menos.

Os pesquisadores também falaram sobre possíveis usos em drones de resgate, utilizados em situações de risco, além de modelos voltados para entrega de produtos e comida, que teriam uma produtividade maior. A tecnologia também será testada em outras reações, como em baterias de fluxo (reaproveitáveis), metal-lítio e em processos de reciclagem de componentes.

Os testes divulgados nesta semana foram feitos em laboratório. Até o momento não há nenhum relato de uso real dessa nova bateria de lítio e enxofre. Portanto, ainda não dá para prever se a tecnologia será, de fato, empregada a nível comercial, e tampouco se será algo viável nos drones que chegam às lojas.

Nova bateria criada na China pode dobrar tempo de voo de drones

Nova bateria criada na China pode dobrar tempo de voo de drones
Fonte: Tecnoblog

Realme 16 5G chega leve com espelho para selfies de 50MP e bateria de 6.550 mAh

Realme 16 5G chega leve com espelho para selfies de 50MP e bateria de 6.550 mAh

O realme 16 5G é a mais nova aposta da fabricante no mercado brasileiro e ele se destaca por entregar design atraente com um pequeno espelho integrado ao módulo de câmeras.

Além disso, temos bateria de alta capacidade com 6.500 mAh, câmeras que prometem boa experiência no dia a dia e, claro, muita resistência.

Quer conhecer mais o realme 16 5G? Então role a página para baixo e veja todos os detalhes. O realme 16 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.Clique aqui para ler mais

Realme 16 5G chega leve com espelho para selfies de 50MP e bateria de 6.550 mAh
Fonte: Tudocelular

Instagram implementa medida protetiva contra suicídio e automutilação de menores

Instagram implementa medida protetiva contra suicídio e automutilação de menores

O Instagram anunciou na última quinta-feira (14) uma nova medida de proteção voltada para adolescentes na plataforma. A rede social começará a alertar pais e responsáveis quando menores realizarem buscas repetidas por conteúdos relacionados a suicídio e automutilação dentro do aplicativo.

Segundo a Meta, dona do Instagram, os avisos estarão disponíveis para usuários que ativaram a supervisão parental. O recurso chegará ao Brasil na próxima semana e também será liberado na Índia e em países da União Europeia.De acordo com a Meta, a grande maioria dos adolescentes não realiza pesquisas envolvendo temas como suicídio ou automutilação no Instagram. Ainda assim, quando buscas relacionadas a suicídio ou automutilação acontecem, o Instagram bloqueia determinados resultados e direciona os usuários para canais especializados de apoio emocional e prevenção.Clique aqui para ler mais

Instagram implementa medida protetiva contra suicídio e automutilação de menores
Fonte: Tudocelular

One UI 9: Samsung lança nova atualização beta para linha Galaxy S26

One UI 9: Samsung lança nova atualização beta para linha Galaxy S26

A Samsung acaba de liberar uma nova atualização da One UI 9 beta para a linha Galaxy S26. A nova versão complementa o update lançado nesta semana com o anúncio da nova versão do sistema. Focado em corrigir um bug crítico, a nova versão foi apontada no X pelo informante Tarun Vats.A nova versão é baseada na compilação de final ZZEG para a linha Galaxy S26 e já está disponível para testadores nos EUA. O problema corrigido impedia o uso de dados móveis em algumas operadoras, causando uma grande inconveniência para os usuários.
Galaxy S26 Beta users 👋

Samsung has started rolling out a new One UI 9 Beta 1 hotfix update in the US.

Beta users in Korea, the US, Germany, and the UK — keep checking for the update and let me know in the comments whenever you receive it. pic.twitter.com/R2PenpEpoiClique aqui para ler mais

One UI 9: Samsung lança nova atualização beta para linha Galaxy S26
Fonte: Tudocelular

Sucesso! Casio G-Shock x Coca-Cola: relógio comemorativo GA-2100 esgota em minutos

Sucesso! Casio G-Shock x Coca-Cola: relógio comemorativo GA-2100 esgota em minutos

A Casio lançou uma colaboração que mal chegou ao mercado e já desapareceu das lojas online. O novo G-Shock em parceria com a Coca-Cola, criado para celebrar os 140 anos da marca de bebidas, esgotou praticamente instantaneamente no Reino Unido.

Baseado no popular modelo GA-2100CC-3A, conhecido como “CasiOak”, que já carregava um apelo forte entre fãs da linha. A parceria com a Coca-Cola elevou ainda mais o interesse, transformando o lançamento em um dos mais disputados, mesmo com limite de uma unidade por cliente, por passar uma sensação de produto de colecionador.

Clique aqui para ler mais

Sucesso! Casio G-Shock x Coca-Cola: relógio comemorativo GA-2100 esgota em minutos
Fonte: Tudocelular

Forza Horizon 6 atropela Resident Evil e Pokémon no ranking do Metacritic

Forza Horizon 6 atropela Resident Evil e Pokémon no ranking do Metacritic

Forza Horizon 6, desenvolvido pela Playground Games, alcançou o topo das avaliações de 2026 no Metacritic logo após a abertura das análises internacionais. O simulador de corridas em mundo aberto atingiu a expressiva média de 92 pontos, destacando-se pela ambientação inédita no Japão e pelo refinamento técnico que redefine os padrões visuais da franquia no Xbox e PC.

Com a pontuação consolidada em 92 pontos baseada em dezenas de críticas, o título superou lançamentos de peso como Pokémon Pokopia e Resident Evil Requiem, ambos estacionados na média 89. O resultado mantém a consistência histórica da série, empatando com os dois antecessores diretos e superando o aclamado Forza Horizon 3, que registrou 91 pontos na mesma plataforma.A escolha do Japão como cenário principal é apontada pela imprensa especializada como o elemento de maior impacto desta edição, oferecendo paisagens icônicas e uma cultura automotiva vibrante. O mapa vasto permite explorar desde centros urbanos densamente iluminados até estradas rurais pacíficas, proporcionando uma imersão que utiliza toda a largura de banda do hardware atual.Clique aqui para ler mais

Forza Horizon 6 atropela Resident Evil e Pokémon no ranking do Metacritic
Fonte: Tudocelular

Fim do Apple Vision Pro? Headset VR não terá outra versão tão cedo

Fim do Apple Vision Pro? Headset VR não terá outra versão tão cedo

Apple Vision Pro chamou atenção no lançamento, mas teve vendas fracas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo

O Apple Vision Pro não deve ter uma nova versão nos próximos dois anos, segundo a agência Bloomberg.
A empresa, no entanto, não encerrará o projeto e a equipe do Vision Pro será realocada para desenvolver óculos de realidade aumentada.
Os óculos de realidade aumentada da Apple devem trazer funções como gravação de vídeos e inteligência artificial.

O Apple Vision Pro, headset de realidade virtual da Maçã, não terá uma nova versão pelos próximos dois anos, pelo menos. É o que afirma o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. Segundo ele, não se trata de uma desistência completa do produto, mas o foco será conseguir desenvolver alternativas mais leves e baratas no futuro.

Vale lembrar que a empresa cancelou a produção de uma versão Air do headset em 2025. No momento, a Apple tem um projeto que se assemelha mais aos óculos de realidade aumentada Meta Ray-Ban Display Glasses, principal opção do segmento hoje.

Ainda de acordo com Gurman, a equipe responsável pelo Vision Pro foi realocada para o desenvolvimento desses óculos inteligentes, assim como para atividades voltadas à integração da Apple Intelligence em seus acessórios.

Mudança de foco expõe dificuldades

A Apple lançou o seu Vision Pro em 2023, mas o preço sugerido chamou atenção: US$ 3.499, algo próximo a R$ 17,5 mil na cotação atual. O Tecnoblog testou o produto logo após seu anúncio e o design foi um dos grandes destaques, apesar do tamanho.

Sem nenhuma previsão de lançamento no Brasil, o Apple Vision Pro teve dificuldades nesses quase três anos à venda: segundo divulgado pelo The Guardian, logo no início de 2026 houve um corte na produção do headset pelo insucesso nas vendas.

Apesar de trazer uma proposta que supera o principal concorrente no mercado atualmente, o Meta Quest, o Vision Pro vendeu apenas 45 mil unidades nos últimos meses de 2025.

Meta Quest 3 é o principal concorrente do Apple Vision Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O segmento em si também apresentou uma queda significativa de 14% em relação a 2024, indicando uma desaceleração do mercado. Em contrapartida, a Meta conseguiu impulsionar o sucesso do seu Meta Glasses, com cerca de 7 milhões de unidades vendidas em 2025.

Bem mais leves e intuitivos, os óculos de realidade aumentada (ou óculos com IA) permitem gravar vídeos, ouvir músicas sem a necessidade de fones de ouvido e trazem recursos de inteligência artificial embarcada para atividades do dia a dia.

A proposta é bem mais simples, assim como o investimento: é possível encontrar versões do Meta Ray-Ban a partir de R$ 1.628 no e-commerce nacional, valor bem menos salgado que os R$ 17,5 mil convertidos do Vision Pro ou até os R$ 2.549 cobrados no Meta Quest 3s, versão de entrada do headset da empresa de Mark Zuckerberg.

Apple deve apostar em óculos de realidade aumentada

De acordo com Gurman, o segmento que faz sucesso com a concorrente Meta será a nova aposta da Apple em relação a wearables, inclusive com a transferência do time responsável pelo projeto cancelado do Vision Air para o desenvolvimento desses novos óculos de realidade aumentada.

Até o momento, os rumores apontam para uma primeira versão com uso integrado ao iPhone, tal qual os AirPods, com funções semelhantes às encontradas nos Meta Glasses. Entre elas, vale citar gravação de vídeos, fotos, ligações, identificação de objetos, entre outras interações de realidade aumentada com IA, assim como a função Find My, que integra todos os produtos da Maçã.

Em termos de design, há informações sobre testes feitos com impressão 3D, além de opções em diferentes cores. O desenvolvimento do novo óculos seria acompanhado ainda por outros wearables, como um pingente com Apple Intelligence e AirPods com câmera integrada.

Além da opção integrada ao iPhone, uma outra versão também estaria nos planos, com tela própria e maior independência de hardware, mas previsto apenas para 2028.
Fim do Apple Vision Pro? Headset VR não terá outra versão tão cedo

Fim do Apple Vision Pro? Headset VR não terá outra versão tão cedo
Fonte: Tecnoblog